Olá, digamos que meu nome é Alejandro (não é real), tenho 25 anos agora e quero contar o que aconteceu comigo há mais ou menos um ano. Até hoje eu só guardava isso na minha memória, mas depois de um tempo deu vontade de contar minha história. Sou Poringa boy há um tempão de outra conta, postei umas vezes fotos do que tenho de melhor, a cock, nada descomunal, 19 cm, mas me dava tesão me exibir há um tempo atrás, agora com namorada já larguei esses prazeres. Mas por questões de máxima privacidade criei outra conta pra contar isso, que aconteceu comigo e é totalmente real, só mudei os nomes das pessoas pra não dar mole pra ninguém. Sou de Caba, atualmente tenho namorada, que não curte essas paradas. Sou moreno, tenho 1,70m, meio fortinho, mas não sou feio de cara, pelo menos não reclamo das cantadas até hoje.
Era agosto do ano passado, eu trampando num call center de dia, e nos fins de semana dava uma força pro meu tio que era zelador de um prédio, basicamente quando ele tinha alguma festa ou algo assim, eu fazia o plantão no prédio. Embora o trampo fosse dele, a administração deixava de boa eu cobrir essas folgas, onde sinceramente não fazia nada além de dormir e, às vezes, ajudar algum vizinho do prédio se tivesse problema com algo. Às vezes só cobria porque meu tio queria jantar e dormir em casa, mas pra mim a grana era bem-vinda. Comecei a fazer essas folgas em janeiro do ano passado. O prédio ficava perto da minha casa, moro com meus pais, então era uma renda extra no bolso, já que sou de classe média apertada. Um dia qualquer daquele janeiro fui jogar futebol com os amigos, contra um time de caras que só um dos nossos conhecia, partida boa e depois ficamos os 10 tomando umas cervejas porque era sexta. No sábado seguinte, tive que fazer o plantão pro meu tio no prédio, umas 4 da manhã. Saio na rua pra fumar um cigarro e vem vindo um casalzinho pra entrar no prédio, eles tinham ido dançar, e reconheci na hora, era um dos caras do time adversário, ele também me cumprimentou animado, me apresentou a namorada e disse que moravam no prédio, juro que nunca tinha visto nenhum dos dois. Batemos um papo rápido e eles entraram de mãos dadas, como qualquer filho da puta a primeira coisa que fiz foi virar pra olhar a bunda da namorada do cara, muito boa a raba da mina. Esse cara vou chamar de Felipe, um cara loiro, um pouco mais velho que eu, bonitão e dava pra ver que era rico pelo jeito que se vestia, e depois confirmei pelo carro que ele andava, resumindo, o cara tinha grana dos pais, e o apartamento era dele, não alugava. Moravam juntos há um tempão, a gatinha trabalhava numa financeira.
Depois de nos esbarrarmos uns sábados, e nos vermos no futebolzinho, começamos a nos dar bem, terminando em sair pra dançar entre amigos, compartilhar umas festas, aniversários, quando eu não tava trampando no prédio. A gente tinha criado uma boa química entre uns amigos dele e alguns meus e formou um grupo maior legal em uns meses. O negócio é que Felipe e Bárbara (esse é o nome da namorada dele) iam casar em Setembro do ano passado, e casaram mesmo. Obviamente o Feli ia ter a despedida de solteiro dele em Agosto, e por sorte fui convidado. Os amigos alugaram uma casa de campo, churrasco, muita bebida, tinha que deixar os celulares numa caixa pra evitar vazamentos da noite, pela única razão de que tinham contratado seis acompanhantes vip. Umas 2 da manhã chegaram as gatinhas, e a verdade é que o nível era vip vip, uma mais puta que a outra, as minas ficaram umas boas horas, onde dançavam, te beijavam feito namorada, e se quisesse transar, era só esperar um quarto (tinha três) ficar livre e pronto, a festa foi organizada, não era bagunça e confusão, os amigos do Feli também eram ricos então Eles pegaram as cuties, eu fui com dois amigos do meu grupo. Nem preciso dizer que comi duas gostosas diferentes, ainda por cima naquela época eu tava solteiro, a única coisa é que as cuties não entregavam a bunda, mas depois dava pra ficar transando de boa até gozar. A verdade é que foi o melhor chá de panela que já fui, nível alto. E o Feli naquela noite foi o primeiro a entrar num quarto, com três cuties, demorou pra caralho pra sair, enquanto a gente curtia as outras três.
Na semana seguinte, jogamos futebol na sexta, ficamos conversando obviamente sobre a noite do sábado anterior e blá blá blá, tomando umas cervejas e comendo umas pizzas no lugar até umas 12 da noite. Num momento da noite, o Felipe conta que no sábado seguinte era o chá de panela da Bárbara, e como ele ia ficar sozinho, iam com uns amigos pra casa de campo de um deles, nos convidaram dizendo que iam levar umas cuties de novo e a gente ficava até domingo. Como a vida não podia ser tão boa comigo, queria cortar meu pau em pedaços, porque eu tinha que cobrir o filho da puta do meu tio no prédio. Tentei dar uma sondada no meu tio pra escapar, mas o filho da puta fechou a cara porque queria sair pra jantar com minha tia e os filhos. Naquele sábado, cheguei umas 20h no prédio e, como se a vida quisesse ser mais cruel comigo, encontro o Feli e mais dois caras saindo de carro pra casa de campo, me zoaram um pouco pelo meu azar e o Feli, antes de ir, solta:
Feli: "Ei, Ale... fica de olho na Bárbara quando ela voltar, se vier com um stripper, não deixa passar, haha."
Fizemos umas piadas e eles foram. Não vi a Bárbara sair, mesmo tendo ido umas vezes fumar um cigarro na calçada. Como muitas vezes fiz, entrei na sala do prédio que tenho com meu tio pra passar a noite, tem uma cozinha e um sofá-cama, e claro, tinha Wi-Fi, então levei meu notebook e não fazia nada além de ver pornô. Punheta e bater uma até gozar como um touro. Comi, fiz uma punheta e depois me deitei no sofá pra ver TV. Dormia de vez em quando, e umas 5 já levantava pra tomar mate, já que nessa hora costumavam chegar vários casais, principalmente sábado, e sempre podiam precisar de algo. Umas 6 da manhã escuto uma gritaria lá fora, me chamou atenção, muitas risadas, saio no corredor e vejo na porta de entrada a Bárbara toda bêbada, tinha um casacão até os pés, duas amigas tentando abrir a porta, as três estavam bêbadas porque riam e não conseguiam abrir. Chego perto e abro pra elas, eu conhecia só a Bárbara e uma amiga, a outra não, me cumprimentaram falando merda e rindo, e a gostosa que eu não conhecia me pergunta se eu ajudava a subir a Bárbara porque ela tava acabada. Obviamente fiz umas piadas e entramos no elevador...
Eu. Eu... e o stripper..?
Bárbara. hahahahaha, melhor que não trouxemos, porque senão
Amiga. Chega hahahaha, cara para de falar besteira que tu tá muito bebada
Subimos até o andar delas e acompanhei até a porta, elas entraram e eu desci. Na calçada pra acender um cigarro e logo as amigas descem, fazem umas piadas comigo e vão embora no carro delas. Volto a entrar no prédio e não sei por que fiquei curioso, tava tudo em silêncio, entrei no elevador e fui de novo pro apê do meu amigo, meio nervoso mas apertei a campainha, na hora sai a Bárbara perguntando quem era, falei e ela abre, ainda tava com aquele casacão, mas toda bêbada
Barbi. ahh era você Ale, o que foi?
Eu. Nada Barbi, queria saber se você tava bem, te vi bem destruída
Barbi. Uffffff, tô toda virada, nunca bebi tanto na vida, queria tomar algo gelado e nem consigo fazer um suco hahahahahahaha
Ela falava alto na porta do apê, no prédio tem dois apartamentos por andar, e no outro apê desse andar moram dois velhos, então falei pra ela falar baixo.
Barbi. Cara, não me faz um suco, por favor, preciso muito e não consigo nem ficar de pé hahaha
Fui na hora, ela sentou numa cadeira na sala de jantar, e eu espremi umas laranjas pra ela. E sozinha começou a contar que tinha bebido muito, que levaram ela pro apê de uma amiga, que tinham ido dois ou três strippers, mas que não rolou nada, que só dançou, contava e ria sem parar. Preparei o suco e entreguei pra ela, sentei com ela, e aí quando comecei a olhar pra ela, o capeta no ombro apareceu.
Eu. Mas não rolou nada porque você não quis, óbvio.
Barbie. Claaaaro, mas eles eram gostosos pra caralho hahahaha
Eu. hahaha que filha da puta, bom, também não ia contar pra mim.
Barbie. hahaha, óbvio. O que acontece em Roma fica em Roma. Além disso, você acha que eu acredito que na despedida da Feli não levaram os gatos? Sou loira, mas não sou tão burra. Mas de boa, foi a última noite dela hahaha
Eu. Fica tranquila, doida, não rolou nada hahaha
Barbie. É, claro. Acredito em você. Certeza que levaram putas, óbvio, sempre rola. A burra fui eu, devia ter aproveitado um pouco mais na minha última noite hahaha
Eu. hahaha, como assim um pouco mais?
Barbie. hahahaha, bom, vou contar um segredinho, às vezes a mão escapava hahaha, mas só isso, só toquei um pouquinho, mas fiquei com medinho hahahaha
A gata toda bêbada contava tudo pra mim, nunca tinha visto ela assim porque ela sempre foi na dela. Nunca falou de sexo na minha frente, era uma mina fina, patricinha, sempre bem vestida, uma gata linda.
Barbie. Bom, eu vou dormir agora porque não aguento mais, não suporto mais essa roupa que me colocaram.
Fala isso e levanta, se segurava na cadeira porque tava caindo, tira o casaco e se despe. A pussy da loira tava usando um vestidinho de empregadinha, com uma minissaia que mal cobria as partes dela e ainda umas meias tipo liga nas pernas. E aqui descrevo ela: não passa de 1,50m, loira, rosto bonito, magra, cabelo liso na altura do ombro. ombros, dava pra ver umas tetas bonitas e umas pernas lindas na baixinha, 30 anos na época. Ela anda como pode até a pia da cozinha, eu levanto pra sair e ela se inclina pra lavar o rosto na pia da cozinha, que bunda gostosa apareceu, empinadinha e bem redonda, bem rabuda, parecia uma puta assim vestida. E aí esqueci de tudo, cheguei por trás, encostei a pica na bunda e agarrei ela na cintura, ela virou e me olhou.
Barbi. O que cê tá fazendo, cara?
Eu. Te segurando pra não cair.
Mas olhei sério pra ela, ela me encarou um tempão, séria e sem falar, fechou a torneira, secou o rosto e a putinha se jogou pra frente e colocou a bunda toda na minha pica.
Barbi. Tô muito bêbada, Ale, mal, tudo girando.
Eu. Ssshhh, calma, que eu te seguro.
Peguei a saia dela e levantei toda, olhei aquela bunda linda empinada, como tava dura a filha da puta, tava tesuda pra caralho, tirei a pica da calça, afastei a calcinha fio dental e enfiei até o fundo da buceta sem pedir permissão, as cartas já estavam na mesa. Bárbara soltou um gemido lindo, agarrei ela na cintura e comecei a comer ela, metia devagar mas até o talo, gemíamos os dois. Depois de um tempo assim, puxei ela pelo cabelo pra me olhar, Bárbara me encarava com uma cara de puta do caralho.
Eu. Aproveita o que não aproveitou com o stripper, que bunda linda que cê tem, Barbi.
Barbi. Paraaaa, pelo amor, paraaa...
Eu. Cê fala pra parar, mas tua cara não diz o mesmo, cê mostra a bunda toda e pede pra parar.
Barbi. Tô bêbada, porra, ahhh paraaa.
Abaixei a blusinha de puta que ela tava e deixei os peitos no ar, eles eram maiores do que pareciam com roupa, bem peituda a baixinha. Comecei a apalpar ela toda enquanto comia ela, tava dando a despedida de solteira dela. Fiquei tão tesudo comendo a futura esposa do Felipe que deu vontade de gozar na hora. Comi ela gostoso pela buceta e quando não aguentei mais, Tirei e salpiquei a bunda toda de porra, caralho, sujei a calcinha fio-dental toda. Ela se levantou, meio que pensando na merda que a gente tinha feito, se virou, olhou pra minha pika, e assim, de salto alto com a saia levantada, os peitos de fora e a calcinha fio-dental cheia de porra, foi andando cambaleando pro quarto dela. Eu tinha comido ela e tava com vontade de continuar comendo aquela gostosa. Esperei um pouco e ela não saía. Cheguei perto do quarto e ela tava sentada na ponta da cama, com a cabeça baixa e as mãos no rosto.
Eu: Me desculpa, Barbie, você tá bem?
Barbie: Tô tonta, não sei o que tá rolando, a gente foi longe demais, Alejandro.
Ela se jogou pra trás, deitada de barriga pra cima. Vi as pernas dela abertas e aí percebi que calcinha fio-dental preta de renda linda ela tava usando, tinha uma bucetinha pequena e gostosa. Fiquei calado por um instante, mas acabei me colocando entre as pernas dela, puxei a calcinha de lado e comecei a chupar a buceta recém-comida. Ela quietinha, gozava e gemia entre murmúrios. Chupei toda a bucetinha dela gostoso pra caralho, comi com a boca toda. Me levantei e sentei ela de novo pelos braços. Ela me olhava com as pálpebras meio caídas, pegou minha pika meio sem jeito e levou pra boca. Ela abriu a boquinha e começou a chupar. Faaaaa, me lembro e já fico duro. Fechei os olhos sentindo o calor daquela boquinha babada, até que ela já tava segurando com a mão e me fazendo um boquete foda. A pika ficou dura dentro da boca dela. Adorei ver como ela passava a língua na pika, de vez em quando eu metia na boca dela, mas ela engasgava e eu parava de meter.
Eu: Você gosta dessa pika?
Barbie: Siiim, tá dura.
Eu: Então chupa, aqui tem seu stripper.
Fiquei muito excitado vendo aquela patricinha chupando minha pika, e ainda mais sabendo que ela ia casar e era 5 anos mais velha. Levantei ela de pé, coloquei a pika entre as pernas dela, roçando na buceta e apertando a bunda dela, me masturbava com a boceta dela. Chupei os peitos dela, a cara, o pescoço. Tirei a língua, beijei ela na boca, chupei ela toda, amassei a bunda inteira dela e de vez em quando enfiava o dedo no cu dela, tirei toda a roupa dela, deixei ela pelada, levei ela pra ficar de quatro na cama deles, por trás comi a pussy e a bunda dela, chupei muito o cu dela e a Bárbara já gemia que nem uma puta, ela tinha e tem uma bunda divina, bem redondinha e bunduda, branquinha, uma cutie linda, subi em cima dela e coloquei a cabeça da pica na porta do cu, devagar pra ver qual era e ela não falou nada, enfiei devagar a cabeça da cock no cu dela e ela só falou:
Barbi. Vai, fode meu cu, gostoso.
Eu. Viu, Barbi, vou arrebentar teu cu, puta.
Ela não terminou de falar isso e eu enfiei inteira, devagar, toda dentro do cu, e comecei a comer a bunda da futura esposa, não minto que comi o cu dela por quase meia hora, onde comecei devagar até dilatar ela bem, que depois já tava arrebentando, porque comi forte pelo butt e ela não parava de gemir pra caralho, falava que eu tava matando ela e arrebentando o cu dela, eu metia e tirava os 19 cm do cu, inteiros.
Eu. Você gosta pelo cu, linda?
Barbi. ahahah sim, adoroooo.
Eu. Isso é uma boa despedida de solteira, bem puta, se deixando arrebentar bem o cu.
Barbi. Sim, sim, fode meu cu, é minha despedida...
Eu. E eu adoro arrebentar essa bunda divina que você tem, já gozaram na sua cara alguma vez?
Barbi. Não, não gosto.
Comi o cu dela por mais um tempo até meus ovos estarem quase explodindo, tirei a pica do butt e vi o buraco arrebentado, alargado, tinha desflorado o cu da Barbarita, a cutie ainda tava bem doida, deixei ela de barriga pra cima e quase sentei no peito dela e me masturbei com tudo, ela me olhava com cara de destruída, e terminei gozando na cara toda dela, quando sentiu os jatos de leite fechou os olhos e abriu a boca, vários jatos entraram dentro da boca dela, ela fechou a boca, engoliu e sentiu o gosto e fez cara de nojo, e na hora me disse. que queria vomitar, levei ela pro banheiro, ela acabou vomitando e eu levei ela de volta pra cama. Feito um criminoso apagando provas, até tirei a roupa dela e coloquei uma camiseta e uma fio dental limpa, pra Feli não achar algo que pudesse virar uma puta confusão, limpei o que dava e vazei.
Eles acabaram casando no mês seguinte, a Bárbara não falou diretamente comigo por uns meses, mas vários meses depois, numa balada que a gente foi todo mundo, numa hora ela me falou duas coisas: que a gente tinha que esquecer o que rolou porque era melhor pros dois, que ela só tinha feito aquilo por estar muito bêbada e não sabia o que tava fazendo, mas desde que a gente deixou tudo claro, voltamos a nos falar como sempre. Agora, quando a gente se cruza, adoro olhar pra bunda dela sabendo que arrebentei ela toda, e me dá mais tesão ainda ver ela sentada no colo do marido feito uma madame, depois de ter deixado o amigo do marido arrebentar o cu dela.
FIM.
Era agosto do ano passado, eu trampando num call center de dia, e nos fins de semana dava uma força pro meu tio que era zelador de um prédio, basicamente quando ele tinha alguma festa ou algo assim, eu fazia o plantão no prédio. Embora o trampo fosse dele, a administração deixava de boa eu cobrir essas folgas, onde sinceramente não fazia nada além de dormir e, às vezes, ajudar algum vizinho do prédio se tivesse problema com algo. Às vezes só cobria porque meu tio queria jantar e dormir em casa, mas pra mim a grana era bem-vinda. Comecei a fazer essas folgas em janeiro do ano passado. O prédio ficava perto da minha casa, moro com meus pais, então era uma renda extra no bolso, já que sou de classe média apertada. Um dia qualquer daquele janeiro fui jogar futebol com os amigos, contra um time de caras que só um dos nossos conhecia, partida boa e depois ficamos os 10 tomando umas cervejas porque era sexta. No sábado seguinte, tive que fazer o plantão pro meu tio no prédio, umas 4 da manhã. Saio na rua pra fumar um cigarro e vem vindo um casalzinho pra entrar no prédio, eles tinham ido dançar, e reconheci na hora, era um dos caras do time adversário, ele também me cumprimentou animado, me apresentou a namorada e disse que moravam no prédio, juro que nunca tinha visto nenhum dos dois. Batemos um papo rápido e eles entraram de mãos dadas, como qualquer filho da puta a primeira coisa que fiz foi virar pra olhar a bunda da namorada do cara, muito boa a raba da mina. Esse cara vou chamar de Felipe, um cara loiro, um pouco mais velho que eu, bonitão e dava pra ver que era rico pelo jeito que se vestia, e depois confirmei pelo carro que ele andava, resumindo, o cara tinha grana dos pais, e o apartamento era dele, não alugava. Moravam juntos há um tempão, a gatinha trabalhava numa financeira.
Depois de nos esbarrarmos uns sábados, e nos vermos no futebolzinho, começamos a nos dar bem, terminando em sair pra dançar entre amigos, compartilhar umas festas, aniversários, quando eu não tava trampando no prédio. A gente tinha criado uma boa química entre uns amigos dele e alguns meus e formou um grupo maior legal em uns meses. O negócio é que Felipe e Bárbara (esse é o nome da namorada dele) iam casar em Setembro do ano passado, e casaram mesmo. Obviamente o Feli ia ter a despedida de solteiro dele em Agosto, e por sorte fui convidado. Os amigos alugaram uma casa de campo, churrasco, muita bebida, tinha que deixar os celulares numa caixa pra evitar vazamentos da noite, pela única razão de que tinham contratado seis acompanhantes vip. Umas 2 da manhã chegaram as gatinhas, e a verdade é que o nível era vip vip, uma mais puta que a outra, as minas ficaram umas boas horas, onde dançavam, te beijavam feito namorada, e se quisesse transar, era só esperar um quarto (tinha três) ficar livre e pronto, a festa foi organizada, não era bagunça e confusão, os amigos do Feli também eram ricos então Eles pegaram as cuties, eu fui com dois amigos do meu grupo. Nem preciso dizer que comi duas gostosas diferentes, ainda por cima naquela época eu tava solteiro, a única coisa é que as cuties não entregavam a bunda, mas depois dava pra ficar transando de boa até gozar. A verdade é que foi o melhor chá de panela que já fui, nível alto. E o Feli naquela noite foi o primeiro a entrar num quarto, com três cuties, demorou pra caralho pra sair, enquanto a gente curtia as outras três.
Na semana seguinte, jogamos futebol na sexta, ficamos conversando obviamente sobre a noite do sábado anterior e blá blá blá, tomando umas cervejas e comendo umas pizzas no lugar até umas 12 da noite. Num momento da noite, o Felipe conta que no sábado seguinte era o chá de panela da Bárbara, e como ele ia ficar sozinho, iam com uns amigos pra casa de campo de um deles, nos convidaram dizendo que iam levar umas cuties de novo e a gente ficava até domingo. Como a vida não podia ser tão boa comigo, queria cortar meu pau em pedaços, porque eu tinha que cobrir o filho da puta do meu tio no prédio. Tentei dar uma sondada no meu tio pra escapar, mas o filho da puta fechou a cara porque queria sair pra jantar com minha tia e os filhos. Naquele sábado, cheguei umas 20h no prédio e, como se a vida quisesse ser mais cruel comigo, encontro o Feli e mais dois caras saindo de carro pra casa de campo, me zoaram um pouco pelo meu azar e o Feli, antes de ir, solta:
Feli: "Ei, Ale... fica de olho na Bárbara quando ela voltar, se vier com um stripper, não deixa passar, haha."
Fizemos umas piadas e eles foram. Não vi a Bárbara sair, mesmo tendo ido umas vezes fumar um cigarro na calçada. Como muitas vezes fiz, entrei na sala do prédio que tenho com meu tio pra passar a noite, tem uma cozinha e um sofá-cama, e claro, tinha Wi-Fi, então levei meu notebook e não fazia nada além de ver pornô. Punheta e bater uma até gozar como um touro. Comi, fiz uma punheta e depois me deitei no sofá pra ver TV. Dormia de vez em quando, e umas 5 já levantava pra tomar mate, já que nessa hora costumavam chegar vários casais, principalmente sábado, e sempre podiam precisar de algo. Umas 6 da manhã escuto uma gritaria lá fora, me chamou atenção, muitas risadas, saio no corredor e vejo na porta de entrada a Bárbara toda bêbada, tinha um casacão até os pés, duas amigas tentando abrir a porta, as três estavam bêbadas porque riam e não conseguiam abrir. Chego perto e abro pra elas, eu conhecia só a Bárbara e uma amiga, a outra não, me cumprimentaram falando merda e rindo, e a gostosa que eu não conhecia me pergunta se eu ajudava a subir a Bárbara porque ela tava acabada. Obviamente fiz umas piadas e entramos no elevador...
Eu. Eu... e o stripper..?
Bárbara. hahahahaha, melhor que não trouxemos, porque senão
Amiga. Chega hahahaha, cara para de falar besteira que tu tá muito bebada
Subimos até o andar delas e acompanhei até a porta, elas entraram e eu desci. Na calçada pra acender um cigarro e logo as amigas descem, fazem umas piadas comigo e vão embora no carro delas. Volto a entrar no prédio e não sei por que fiquei curioso, tava tudo em silêncio, entrei no elevador e fui de novo pro apê do meu amigo, meio nervoso mas apertei a campainha, na hora sai a Bárbara perguntando quem era, falei e ela abre, ainda tava com aquele casacão, mas toda bêbada
Barbi. ahh era você Ale, o que foi?
Eu. Nada Barbi, queria saber se você tava bem, te vi bem destruída
Barbi. Uffffff, tô toda virada, nunca bebi tanto na vida, queria tomar algo gelado e nem consigo fazer um suco hahahahahahaha
Ela falava alto na porta do apê, no prédio tem dois apartamentos por andar, e no outro apê desse andar moram dois velhos, então falei pra ela falar baixo.
Barbi. Cara, não me faz um suco, por favor, preciso muito e não consigo nem ficar de pé hahaha
Fui na hora, ela sentou numa cadeira na sala de jantar, e eu espremi umas laranjas pra ela. E sozinha começou a contar que tinha bebido muito, que levaram ela pro apê de uma amiga, que tinham ido dois ou três strippers, mas que não rolou nada, que só dançou, contava e ria sem parar. Preparei o suco e entreguei pra ela, sentei com ela, e aí quando comecei a olhar pra ela, o capeta no ombro apareceu.
Eu. Mas não rolou nada porque você não quis, óbvio.
Barbie. Claaaaro, mas eles eram gostosos pra caralho hahahaha
Eu. hahaha que filha da puta, bom, também não ia contar pra mim.
Barbie. hahaha, óbvio. O que acontece em Roma fica em Roma. Além disso, você acha que eu acredito que na despedida da Feli não levaram os gatos? Sou loira, mas não sou tão burra. Mas de boa, foi a última noite dela hahaha
Eu. Fica tranquila, doida, não rolou nada hahaha
Barbie. É, claro. Acredito em você. Certeza que levaram putas, óbvio, sempre rola. A burra fui eu, devia ter aproveitado um pouco mais na minha última noite hahaha
Eu. hahaha, como assim um pouco mais?
Barbie. hahahaha, bom, vou contar um segredinho, às vezes a mão escapava hahaha, mas só isso, só toquei um pouquinho, mas fiquei com medinho hahahaha
A gata toda bêbada contava tudo pra mim, nunca tinha visto ela assim porque ela sempre foi na dela. Nunca falou de sexo na minha frente, era uma mina fina, patricinha, sempre bem vestida, uma gata linda.
Barbie. Bom, eu vou dormir agora porque não aguento mais, não suporto mais essa roupa que me colocaram.
Fala isso e levanta, se segurava na cadeira porque tava caindo, tira o casaco e se despe. A pussy da loira tava usando um vestidinho de empregadinha, com uma minissaia que mal cobria as partes dela e ainda umas meias tipo liga nas pernas. E aqui descrevo ela: não passa de 1,50m, loira, rosto bonito, magra, cabelo liso na altura do ombro. ombros, dava pra ver umas tetas bonitas e umas pernas lindas na baixinha, 30 anos na época. Ela anda como pode até a pia da cozinha, eu levanto pra sair e ela se inclina pra lavar o rosto na pia da cozinha, que bunda gostosa apareceu, empinadinha e bem redonda, bem rabuda, parecia uma puta assim vestida. E aí esqueci de tudo, cheguei por trás, encostei a pica na bunda e agarrei ela na cintura, ela virou e me olhou.
Barbi. O que cê tá fazendo, cara?
Eu. Te segurando pra não cair.
Mas olhei sério pra ela, ela me encarou um tempão, séria e sem falar, fechou a torneira, secou o rosto e a putinha se jogou pra frente e colocou a bunda toda na minha pica.
Barbi. Tô muito bêbada, Ale, mal, tudo girando.
Eu. Ssshhh, calma, que eu te seguro.
Peguei a saia dela e levantei toda, olhei aquela bunda linda empinada, como tava dura a filha da puta, tava tesuda pra caralho, tirei a pica da calça, afastei a calcinha fio dental e enfiei até o fundo da buceta sem pedir permissão, as cartas já estavam na mesa. Bárbara soltou um gemido lindo, agarrei ela na cintura e comecei a comer ela, metia devagar mas até o talo, gemíamos os dois. Depois de um tempo assim, puxei ela pelo cabelo pra me olhar, Bárbara me encarava com uma cara de puta do caralho.
Eu. Aproveita o que não aproveitou com o stripper, que bunda linda que cê tem, Barbi.
Barbi. Paraaaa, pelo amor, paraaa...
Eu. Cê fala pra parar, mas tua cara não diz o mesmo, cê mostra a bunda toda e pede pra parar.
Barbi. Tô bêbada, porra, ahhh paraaa.
Abaixei a blusinha de puta que ela tava e deixei os peitos no ar, eles eram maiores do que pareciam com roupa, bem peituda a baixinha. Comecei a apalpar ela toda enquanto comia ela, tava dando a despedida de solteira dela. Fiquei tão tesudo comendo a futura esposa do Felipe que deu vontade de gozar na hora. Comi ela gostoso pela buceta e quando não aguentei mais, Tirei e salpiquei a bunda toda de porra, caralho, sujei a calcinha fio-dental toda. Ela se levantou, meio que pensando na merda que a gente tinha feito, se virou, olhou pra minha pika, e assim, de salto alto com a saia levantada, os peitos de fora e a calcinha fio-dental cheia de porra, foi andando cambaleando pro quarto dela. Eu tinha comido ela e tava com vontade de continuar comendo aquela gostosa. Esperei um pouco e ela não saía. Cheguei perto do quarto e ela tava sentada na ponta da cama, com a cabeça baixa e as mãos no rosto.
Eu: Me desculpa, Barbie, você tá bem?
Barbie: Tô tonta, não sei o que tá rolando, a gente foi longe demais, Alejandro.
Ela se jogou pra trás, deitada de barriga pra cima. Vi as pernas dela abertas e aí percebi que calcinha fio-dental preta de renda linda ela tava usando, tinha uma bucetinha pequena e gostosa. Fiquei calado por um instante, mas acabei me colocando entre as pernas dela, puxei a calcinha de lado e comecei a chupar a buceta recém-comida. Ela quietinha, gozava e gemia entre murmúrios. Chupei toda a bucetinha dela gostoso pra caralho, comi com a boca toda. Me levantei e sentei ela de novo pelos braços. Ela me olhava com as pálpebras meio caídas, pegou minha pika meio sem jeito e levou pra boca. Ela abriu a boquinha e começou a chupar. Faaaaa, me lembro e já fico duro. Fechei os olhos sentindo o calor daquela boquinha babada, até que ela já tava segurando com a mão e me fazendo um boquete foda. A pika ficou dura dentro da boca dela. Adorei ver como ela passava a língua na pika, de vez em quando eu metia na boca dela, mas ela engasgava e eu parava de meter.
Eu: Você gosta dessa pika?
Barbie: Siiim, tá dura.
Eu: Então chupa, aqui tem seu stripper.
Fiquei muito excitado vendo aquela patricinha chupando minha pika, e ainda mais sabendo que ela ia casar e era 5 anos mais velha. Levantei ela de pé, coloquei a pika entre as pernas dela, roçando na buceta e apertando a bunda dela, me masturbava com a boceta dela. Chupei os peitos dela, a cara, o pescoço. Tirei a língua, beijei ela na boca, chupei ela toda, amassei a bunda inteira dela e de vez em quando enfiava o dedo no cu dela, tirei toda a roupa dela, deixei ela pelada, levei ela pra ficar de quatro na cama deles, por trás comi a pussy e a bunda dela, chupei muito o cu dela e a Bárbara já gemia que nem uma puta, ela tinha e tem uma bunda divina, bem redondinha e bunduda, branquinha, uma cutie linda, subi em cima dela e coloquei a cabeça da pica na porta do cu, devagar pra ver qual era e ela não falou nada, enfiei devagar a cabeça da cock no cu dela e ela só falou:
Barbi. Vai, fode meu cu, gostoso.
Eu. Viu, Barbi, vou arrebentar teu cu, puta.
Ela não terminou de falar isso e eu enfiei inteira, devagar, toda dentro do cu, e comecei a comer a bunda da futura esposa, não minto que comi o cu dela por quase meia hora, onde comecei devagar até dilatar ela bem, que depois já tava arrebentando, porque comi forte pelo butt e ela não parava de gemir pra caralho, falava que eu tava matando ela e arrebentando o cu dela, eu metia e tirava os 19 cm do cu, inteiros.
Eu. Você gosta pelo cu, linda?
Barbi. ahahah sim, adoroooo.
Eu. Isso é uma boa despedida de solteira, bem puta, se deixando arrebentar bem o cu.
Barbi. Sim, sim, fode meu cu, é minha despedida...
Eu. E eu adoro arrebentar essa bunda divina que você tem, já gozaram na sua cara alguma vez?
Barbi. Não, não gosto.
Comi o cu dela por mais um tempo até meus ovos estarem quase explodindo, tirei a pica do butt e vi o buraco arrebentado, alargado, tinha desflorado o cu da Barbarita, a cutie ainda tava bem doida, deixei ela de barriga pra cima e quase sentei no peito dela e me masturbei com tudo, ela me olhava com cara de destruída, e terminei gozando na cara toda dela, quando sentiu os jatos de leite fechou os olhos e abriu a boca, vários jatos entraram dentro da boca dela, ela fechou a boca, engoliu e sentiu o gosto e fez cara de nojo, e na hora me disse. que queria vomitar, levei ela pro banheiro, ela acabou vomitando e eu levei ela de volta pra cama. Feito um criminoso apagando provas, até tirei a roupa dela e coloquei uma camiseta e uma fio dental limpa, pra Feli não achar algo que pudesse virar uma puta confusão, limpei o que dava e vazei.
Eles acabaram casando no mês seguinte, a Bárbara não falou diretamente comigo por uns meses, mas vários meses depois, numa balada que a gente foi todo mundo, numa hora ela me falou duas coisas: que a gente tinha que esquecer o que rolou porque era melhor pros dois, que ela só tinha feito aquilo por estar muito bêbada e não sabia o que tava fazendo, mas desde que a gente deixou tudo claro, voltamos a nos falar como sempre. Agora, quando a gente se cruza, adoro olhar pra bunda dela sabendo que arrebentei ela toda, e me dá mais tesão ainda ver ela sentada no colo do marido feito uma madame, depois de ter deixado o amigo do marido arrebentar o cu dela.
FIM.
7 comentários - Despedida de soltero.