Olá, pessoal, e bem-vindos ao meu novo post. Hoje tem novo capÃtulo dessa história que tô trazendo, os anteriores vocês encontram no meu perfil. Se curtir, recomenda pros seus seguidores 🙂

Depois do que aconteceu, o ganso se veste e sai do quarto. Atrás dele, meu namorado sai arrastando minha amiga à força. Agora eu estava sozinha com o namorado da minha amiga. Ele me olhava de um jeito calmo, talvez até amigável.
— Pega umas roupas e vaza. — foram as palavras do meu amigo.
— O quê? O que você quer dizer? — meio confusa, levanto e fico de frente pra ele.
— Esses caras querem te transformar numa escrava sexual sem liberdade, igual já fizeram com sua amiga. Você ainda pode se salvar. — ele pegou minha roupa, que estava jogada no chão, e me entregou.
Rapidamente peguei toda a roupa e me vesti. Ele me guiou até uma janela no quarto com vista pra rua. Abriu e me convidou a sair por ali.
Sem pensar duas vezes, saio por ali e agradeço pela ajuda. Assim que saio, ele fecha a janela e sai do quarto. Saio correndo até a esquina, onde um policial me para porque me viu saindo de casa pela janela e quis me deter.
Dentro do carro da polÃcia, o oficial tentava me colocar algemas. De repente, passou pela minha cabeça um jeito bom de evitar essa merda. Uma das minhas mãos desviou das algemas e foi direto pra virilha dele, começando a acariciar a região.
Com essa minha atitude, o oficial se acalmou, largou as algemas e relaxou no banco de trás do veÃculo, onde a gente tava sentado.
— Cê gosta disso, oficial? — sussurrei no ouvido dele com minha voz mais sensual.
O homem respondeu tirando a calça devagar, deixando à mostra um pau bem grosso, perfeitamente duro, pronto pra ação.
— Isso tá tão carregado quanto sua outra arma, senhor. Parece que eu vou ter que ajudar a descarregar. — falei num tom baixinho, bem suave perto do ouvido.
Dei uma mordidinha de leve na orelha dele, sem doer, e desci até meu rosto ficar perto daquele belo membro, cuja ponta tava cheia de lÃquido pré-gozo. produto da excitação que ele tinha provocado em mim.
Abri um pouco a boca e, com meus lábios, rodeei a ponta da glande dele, enquanto com a lÃngua lambia a pequena parte do pau que estava na minha boca. Vendo que ele gostava muito, passei a ter a glande inteira dentro dos meus lábios.
Agora minha lÃngua deslizava por toda a glande dele, saboreando todo aquele delicioso lÃquido pré-gozo. Cansada de aproveitar só a ponta, fui enfiando o pau inteiro na boca aos poucos. Minha lÃngua se movia por toda parte, mas focando na glande, e minha garganta já estava quase no limite.
Logo, o membro inteiro estava dentro da minha boca, chegando até a garganta. De vez em quando, eu engasgava um pouco, mas isso não me impedia de dar prazer ao oficial, que com as mãos empurrava minha cabeça para eu continuar chupando.
Minha boca tinha feito o pau desaparecer completamente entre meus lábios. Agora só restava meu rosto com um grande membro dentro, perto de gozar. O homem começou a acariciar meu corpo na região da cintura, mas decidi puxar a mão dele para que a apoiasse nas minhas nádegas.
Depois de muitas carÃcias e apalpadas nas minhas nádegas, finalmente o fiz gozar. O oficial soltou um grande suspiro, e eu fiquei com uma baita quantidade de porra na boca, que mostrei a ele e depois engoli. Depois disso, sentei ao lado dele de forma bem sensual.
— Agora o senhor vai me deixar ir, seu oficial? — perguntei com uma voz bem provocante.
— Claro, senhorita. Mas só se me deixar visitá-la de vez em quando para fazer o mesmo serviço. — o oficial vestia a calça novamente.
— Claro que pode passar, senhor. A gente se vê em breve. — fui me afastando devagar do carro da polÃcia, rindo porque fui embora sem ter dado número de telefone nem meu endereço. Aproveitei que ele ainda estava meio atordoado pela situação e fui sem dar nenhuma informação.
Continua...
— Pega umas roupas e vaza. — foram as palavras do meu amigo.
— O quê? O que você quer dizer? — meio confusa, levanto e fico de frente pra ele.
— Esses caras querem te transformar numa escrava sexual sem liberdade, igual já fizeram com sua amiga. Você ainda pode se salvar. — ele pegou minha roupa, que estava jogada no chão, e me entregou.
Rapidamente peguei toda a roupa e me vesti. Ele me guiou até uma janela no quarto com vista pra rua. Abriu e me convidou a sair por ali.
Sem pensar duas vezes, saio por ali e agradeço pela ajuda. Assim que saio, ele fecha a janela e sai do quarto. Saio correndo até a esquina, onde um policial me para porque me viu saindo de casa pela janela e quis me deter.
Dentro do carro da polÃcia, o oficial tentava me colocar algemas. De repente, passou pela minha cabeça um jeito bom de evitar essa merda. Uma das minhas mãos desviou das algemas e foi direto pra virilha dele, começando a acariciar a região.
Com essa minha atitude, o oficial se acalmou, largou as algemas e relaxou no banco de trás do veÃculo, onde a gente tava sentado.
— Cê gosta disso, oficial? — sussurrei no ouvido dele com minha voz mais sensual.
O homem respondeu tirando a calça devagar, deixando à mostra um pau bem grosso, perfeitamente duro, pronto pra ação.
— Isso tá tão carregado quanto sua outra arma, senhor. Parece que eu vou ter que ajudar a descarregar. — falei num tom baixinho, bem suave perto do ouvido.
Dei uma mordidinha de leve na orelha dele, sem doer, e desci até meu rosto ficar perto daquele belo membro, cuja ponta tava cheia de lÃquido pré-gozo. produto da excitação que ele tinha provocado em mim.
Abri um pouco a boca e, com meus lábios, rodeei a ponta da glande dele, enquanto com a lÃngua lambia a pequena parte do pau que estava na minha boca. Vendo que ele gostava muito, passei a ter a glande inteira dentro dos meus lábios.
Agora minha lÃngua deslizava por toda a glande dele, saboreando todo aquele delicioso lÃquido pré-gozo. Cansada de aproveitar só a ponta, fui enfiando o pau inteiro na boca aos poucos. Minha lÃngua se movia por toda parte, mas focando na glande, e minha garganta já estava quase no limite.
Logo, o membro inteiro estava dentro da minha boca, chegando até a garganta. De vez em quando, eu engasgava um pouco, mas isso não me impedia de dar prazer ao oficial, que com as mãos empurrava minha cabeça para eu continuar chupando.
Minha boca tinha feito o pau desaparecer completamente entre meus lábios. Agora só restava meu rosto com um grande membro dentro, perto de gozar. O homem começou a acariciar meu corpo na região da cintura, mas decidi puxar a mão dele para que a apoiasse nas minhas nádegas.
Depois de muitas carÃcias e apalpadas nas minhas nádegas, finalmente o fiz gozar. O oficial soltou um grande suspiro, e eu fiquei com uma baita quantidade de porra na boca, que mostrei a ele e depois engoli. Depois disso, sentei ao lado dele de forma bem sensual.
— Agora o senhor vai me deixar ir, seu oficial? — perguntei com uma voz bem provocante.
— Claro, senhorita. Mas só se me deixar visitá-la de vez em quando para fazer o mesmo serviço. — o oficial vestia a calça novamente.
— Claro que pode passar, senhor. A gente se vê em breve. — fui me afastando devagar do carro da polÃcia, rindo porque fui embora sem ter dado número de telefone nem meu endereço. Aproveitei que ele ainda estava meio atordoado pela situação e fui sem dar nenhuma informação.
Continua...
2 comentários - Tudo pela minha luxúria - CapÃtulo 4
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