A Cura Proibida Cap 6 - O Hospital e a Descoberta

Passaram-se várias semanas. A rotina do complexo virou quase normal: turnos de vigilância, trabalho na horta, cozinha, saídas ocasionais. Sofia cumpria a palavra. A cada dois ou três dias aparecia no quarto do Carlos quando a Camila não estava, ou procurava ele depois do anoitecer.A Cura Proibida Cap 6 - O Hospital e a DescobertaNão havia preâmbulos longos. Às vezes ela o encontrava ainda com a roupa de trabalho e puxava a calça dele pra baixo encostada na parede. Outras vezes, era ela quem tirava a própria roupa, subia na cama e abria as pernas. A bunda grande da Sofia virava o centro de quase todo encontro: o Carlos gostava de pegá-la de quatro, as mãos cravadas naquelas cadeiras largas, metendo com força enquanto ela gemia contra o travesseiro.

Outras vezes, ela montava, quicando com vontade, os peitos pequenos balançando, o cabelo com fios brancos caindo no rosto. Sempre usavam camisinha. A Sofia lembrava ele toda vez, mesmo quando o calor da infecção a deixava mais urgente e menos paciente. Às vezes gozavam juntos; outras, ela chegava primeiro e obrigava ele a continuar até ele terminar.relatosDepois se vestiam em silêncio, trocavam um aperto de mãos ou um beijo rápido no rosto, e cada um voltava para suas tarefas.maduraAs buscas por ocitocina continuavam inúteis. Eles vasculharam clínicas, farmácias e um hospital regional meio desabado. Nada. Só camisinhas, ataduras, um pouco de comida e a certeza de que o tempo continuava correndo.milfUm dia, ao voltar de uma dessas saídas, Carlos entrou no quarto que dividia com a mãe. A porta não estava totalmente fechada. Ele ouviu primeiro os gemidos. Depois viu.

Camila estava de quatro na cama, completamente pelada. Dante a penetrava por trás com estocadas firmes e profundas.

Uma mão segurava a cintura dela; a outra apertava um peito, amassando enquanto a metia. O corpo voluptuoso de Camila se movia no ritmo: as tetas pesadas balançando, o rabo redondo batendo uma e outra vez contra a bacia de Dante. Ela gemia sem se segurar, o rosto meio afundado no travesseiro, empurrando pra trás pra receber mais fundo. A pele dos dois brilhava de suor. O som molhado da pica entrando e saindo enchia o quarto.maeCarlos ficou parado na soleira por alguns segundos. Viu Dante virá-la, colocá-la de costas, abrir-lhe as pernas e entrar de novo. Camila prendeu os tornozelos nas costas dele e o puxou para mais perto, gemendo o nome dele. Não parecia forçada. Pelo contrário: buscava cada investida, as unhas cravadas nos ombros de Dante.

Carlos fechou a porta com cuidado e foi embora.incestoEle encontrou a Sofía no quarto dela, olhando um mapa.

—Sofía… acabei de encontrar o Dante com a minha mãe. Você sabia disso?

Ela levantou o olhar, sem surpresa.

—Sabia. E o que você achou? Me diz: sua mãe mostrou algum sintoma da infecção ultimamente?

—Não. Eu pensei que com aquela última vez…

Sofía olhou pra ele com calma.

—Me conta. Não precisa ter vergonha. Não vou te julgar. Você transou com a sua mãe?

Carlos engoliu seco. Baixou o olhar.

—Não… não. Só sexo oral.
—E isso foi há quanto tempo?
—Umas três semanas.

Sofía ficou pensativa por alguns segundos, de braços cruzados.

—Bom… isso é surpreendente. Talvez o fato de serem mãe e filho torne tudo mais excitante.
—Como assim?
—Me surpreende que ela tenha aguentado tanto. Há duas semanas sua mãe veio me pedir conselho. Expliquei a mesma coisa que expliquei pra você. Me surpreende que com só sexo oral ela tenha resistido uma semana inteira.

Te peço pra não julgar sua mãe… ou você prefere que a infecção avance?mae e filhoCarlos pensou em confrontar a mãe. A imagem de Camila com Dante ainda queimava atrás dos olhos dele. Mas ele entendeu que era uma situação de vida ou morte. Não podia julgá-la. Não quando o preço de não fazer isso era perdê-la.

Sofía estendeu um mapa sobre a mesa.

— Melhor você ver o que eu achei. Aqui tem uma cidade maior, tipo a meio dia de caminho.

Talvez a gente encontre algo lá. É longe e vai ser difícil, mas vale a pena tentar.

Carlos concordou com a cabeça. Prepararam mochilas, armas improvisadas, água e as últimas camisinhas que sobravam. A missão ia custar um dia ou dois.relatos de incesto entre mae eSaíram ao amanhecer. Foram abrindo caminho atropelando e desviando dos zumbis. A cidade estava bloqueada por todos os lados: carros queimados, escombros, barricadas desabadas. Tiveram que abandonar o veículo e ir a pé entre os prédios, catando o que encontravam pelo caminho: ataduras, uma lanterna, um pouco de comida enlatada. Não conseguiram chegar ao hospital naquele mesmo dia. Descansaram num prédio de escritórios, revezando para dormir.A Cura Proibida Cap 6 - O Hospital e a DescobertaNo dia seguinte, os zumbis cercaram eles. A horda apareceu de repente vindo de duas ruas. Sofia gritou:

—Corre! A gente se vê no hospital!relatosEles se separaram. Carlos foi o primeiro a chegar. Correu direto pra área de obstetrícia, revirando gavetas e prateleiras quebradas. Por fim, numa geladeira de emergência que ainda tinha um pouco de frio, encontrou cinco ampolas de ocitocina. Guardou elas com cuidado no bolso interno da mochila.maduraEntão ele ouviu os tiros. Saiu pra procurar ela. Sofia vinha correndo, perseguida por um grupo. Carlos abriu fogo com a pistola que carregava, derrubou três. Um conseguiu morder ela no ombro antes que ele afundasse a faca no crânio dele.milfAmbos correram para o hospital. Na briga, Carlos perdeu a mochila; ela escorregou das costas dele e ficou para trás, impossível de recuperar. Conseguiram entrar por uma porta lateral e bloquearam com uma mesa pesada. O eco dos grunhidos ficou do lado de fora.maeSofia se encostou na parede, respirando ofegante. O sangue manchava a camiseta dela no ombro.
— Mano... me morderam. Você tem que fazer isso.
Carlos revirou os bolsos desesperado. Procurou a camisinha.
— Porra. Não tá aqui. Deve ter caído com a mochila. — A voz dele tremia —. O pior é que eu achei, Sofia. Achei a ocitocina. Podia te dar pra te curar.incestoRevisaram o hospital correndo: consultórios, almoxarifados, carrinhos de enfermagem. Nada. Nem um único preservativo.

Sofía se deixou cair numa maca.

—Caramba, garoto. Tô frita.
—Não. Sofía, não achei nenhum. Não posso te perder. Não foi só sexo pra mim. Eu gosto de você.

Ela soltou uma risada cansada, dolorida.

—Valeu, garoto. Me lisonjeia você reparar numa coroa como eu. Pra ser sincera… várias vezes te procurei só pelo prazer de fazer isso. Você me fez sentir viva de novo.mae e filho—Vou fazer sem camisinha. Não me importo de pagar com a vida se for pra te salvar.
—Não fala isso. Eu não deixaria. Não posso me salvar à custa da sua vida. Tudo bem. Não tem o que fazer.

Ficaram em silêncio. O relógio mental corria.
Carlos levantou o olhar de repente.

—Não tem tempo. Só me ocorre uma coisa. Se é a ocitocina que atrasa a infecção… então não é o sexo em si. É o prazer. Se eu te der prazer suficiente de outro jeito, talvez funcione.

Ele se ajoelhou na frente dela. Baixou a calça e a calcinha dela com cuidado. Sofia não resistiu. Tinha a buceta já molhada pela adrenalina e o começo do calor da infecção. Carlos abriu as coxas dela e afundou o rosto entre elas. Lambeu de baixo pra cima com a língua aberta, saboreando ela.relatos de incesto entre mae eDepois focou no clitóris: chupou, roçou os dentes de leve, bateu com a ponta da língua em círculos rápidos. Dois dedos entraram nela, curvando-se para frente, procurando o ponto que a fazia arquear. Sofia ofegou, as mãos no cabelo de Carlos, empurrando-o mais contra a buceta dela. Ele não parou. Comeu com fome, sugando, metendo a língua o mais fundo possível, fodendo ela com os dedos ao mesmo tempo. O som molhado enchia o corredor do hospital. Ela gozou uma primeira vez, as pernas tremendo, a buceta apertando os dedos dele. Carlos continuou, sem dar descanso, até um segundo orgasmo sacudir ela mais forte.

Não parecia suficiente. Tinham deixado passar tempo demais. O brilho febril nos olhos de Sofia não sumia.

Carlos se levantou. A respiração tremia.

— Vou me arriscar.A Cura Proibida Cap 6 - O Hospital e a DescobertaEle a virou com cuidado sobre a maca, de joelhos. Separou as nádegas dela. A bunda grande da Sofia ficou exposta. Ele cuspiu no próprio dedo e fez círculos ao redor do cuzinho apertado, empurrando aos poucos até o dedo sumir lá dentro. Sofia gemeu, metade dor, metade tesão. Carlos adicionou saliva, trabalhou o músculo até ele ceder o suficiente. Depois alinhou a pica — sem proteção — e empurrou.

Entrou devagar. O cu da Sofia apertou ele com uma força quase dolorosa. Ela soltou um gemido longo, os dedos brancos segurando a maca. Carlos avançou centímetro por centímetro até estar completamente dentro. Ficou parado um instante, deixando ela se acostumar, e depois começou a se mover. Meteu com cuidado no começo, depois com mais força quando ela empurrou pra trás procurando ele. As mãos seguravam a cintura larga dela.relatosO som da pele contra pele era seco e obsceno. Sofia gemia sem controle, misturando xingamentos e súplicas. Carlos inclinou o corpo sobre o dela, uma mão envolvendo-lhe a cintura para esfregar o clitóris dela enquanto a comia por trás.maduraO prazer a atravessou de novo. Ela gozou com a bunda apertando a pica dele em espasmos rítmicos. Carlos não aguentou muito mais. Gozou dentro dela, fundo, enchendo ela enquanto grunhia contra as costas dela.

Ficaram imóveis, ofegando. O hospital cheirava a poeira, a sangue e a sexo. Lá fora, longe, os zumbis continuavam grunhindo. Dentro, Sofia ainda respirava como humana. Por enquanto.milf

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