Quando a gente tava voltando pra casa de carro, meu tio falou:
— Como foi o teu dia, Juan?
— Muito bom, aprendi pra caralho e comemos muito bem.
— Principalmente comer, hahaha. Cê acha que as minas tão felizes com os uniformes novos?
— Acho que sim, mas elas passaram mais tempo sem eles do que com eles.
— Se a gente contasse, ninguém ia acreditar.
— Acho que não, mas de qualquer forma, eu não ia contar.
— Relaxa, pra sua tia eu já contei na primeira vez que meti na Pepita. A mina era virgem e eu fiquei de pau duro na hora. Foi difícil convencer ela, no começo ela só queria me acalmar com uma punheta, mas a coisa escapou do controle e no fim acabei tirando a virgindade dela, e ela teve o primeiro orgasmo de verdade da vida dela.
— Ela é meio tímida, ainda bem que a Elena convenceu ela. É uma mina especial.
— É verdade, nunca tinha reparado nela direito, e ela é uma gostosa.
— Uns olhos e uns lábios muito lindos.
Quando chegamos em casa, minha tia ainda não tinha chegado, e o Antonio foi tomar um banho. Eu fiz o mesmo. A Ana, assim que chegou, já me perguntou o que eu achei do trabalho na loja. Falei que aprendi bastante mesmo, contei sobre o negócio das referências, que era a parte mais difícil, e a dificuldade em lidar com a registradora.
— Quando você vier na minha loja, vai ver a diferença. A do seu tio fica na parte antiga da cidade, tem um clima romântico, preserva a decoração de anos atrás. A clientela gosta de relembrar aquela época, e funciona bem, mas eu vivo tentando convencer ele a fazer uma reforma completa. Ele resiste, é muito sentimental. Minha loja fica na área mais comercial, é moderna e bem iluminada. Você vai gostar.
— Depois de amanhã vou com você, se quiser.
— Claro, vou adorar. A gente vai de bus, porque lá não dá pra estacionar. Ou, se preferir, a gente chama um taxi.
— Fica tranquila, tô acostumado a andar de bus, é o mais prático.
Quando minha tia se levantou, bateu com os nós dos dedos. No meu quarto, ele teve que repetir porque eu tava profundamente dormindo. Quando tentei abrir os olhos pra ver as horas, notei que a Ana tava do lado da minha cama, ela tinha acabado de levantar. Ela sempre acordava bem cedo pra se maquiar e preparar os cafés da manhã da família, mas agora a luz do amanhecer mal entrava pela janela.
- Oi, dorminhoco, não era hoje que você ia comigo na loja?
- Sim, tia, mas que horas são? Tá amanhecendo!
- Bom, sim, hoje acordei um pouco mais cedo, tava ansiosa pra te ver. Me dá uma ajeitada aí?
- Claro, entra aqui, você vai pegar um resfriado com essa camisola.
- Gostou? Se eu não tirar, é a mesma coisa, vou tirar.
- E o tio? Ele não vai demorar pra levantar.
- Fica tranquilo, ele ainda vai demorar mais de uma hora. Ontem à noite eu esgotei ele bem, ele veio quente. Me contou que vocês almoçaram com as meninas e que experimentaram os uniformes. Gostou?
- Muito, todo mundo gostou muito, muito bonitos.
- Não sofre, não precisa me contar os detalhes.
- Obrigado, Ana, você é uma mulher encantadora.
- Eu sei, e você também, e bem acordado pelo que tô vendo.
Ela passou a mão morna por baixo do elástico da calça do pijama e pegou na minha rola. Normalmente de manhã ela já ficava bem dura, mas com o toque da minha tia, que sabia muito bem como tratar da minha rola pra armar a barraca rapidinho, foi ainda mais. O calor que irradiava da pele da Ana se espalhava da cabeça até as pernas, que ela entrelaçava com as minhas. Enquanto me acariciava o cabelo, foi subindo pelo meu lado, primeiro um peito e depois o outro esmagou meu peito. Ela puxou a calça do pijama com o pé até tirar pelos meus pés, depois passou a perna por cima de mim até ficar deitada ao longo do meu corpo. Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou na boca. Quando a língua dela entrou entre meus lábios, a rola que descansava na minha barriga subiu. A Ana sentiu ela entre as pernas e se espremeu até me beijar. Meus peitos, entre as bundas dela, minha pica tava dobrada ao contrário apontando pros meus pés, quando ela subiu de novo em cima de mim, a pica foi deslizando pela racha da bunda dela até apontar pra buceta dela, ela abriu as pernas igual um sapo prestes a pular e afundou a cabeça, uma batida da minha cintura enterrou de vez. Um gemido saiu perto do meu ouvido enquanto ela me beijava no pescoço, ela se levantou o suficiente pra deixar os peitos pendurados e eu poder pegar neles, com as duas mãos eu separei eles pros lados e ela se deitou de novo em cima de mim, os bicos apareciam entre nós dois de cada lado, com os dedos fiquei rodeando eles e esticando mais do que já estavam. - Juan, quero que você me faça gozar antes de sair pra rua, preciso da sua porra pra começar o dia bem. - Fica tranquila, você vai ter; uma coisa… você não usa mais o vibrador que me mostrou? - Hahaha, claro sobrinho, não percebeu?, tô com ele enfiado no cu agora, troquei de lugar pra sentir só a sua pica, essa noite tava com ele na buceta, seu tio preferiu meu cu e eu dei, claro. - Ah!, tava estranhando não sentir ele. - Nós temos um acordo, eu e o Antonio, nenhum de nós dois vai tirar, até ver quem desiste primeiro. - Mas funciona pra vocês? - Claro, é incrível, quando vibra quase gozo na hora, mesmo que não deve funcionar direito porque de vez em quando dispara sozinho, com seu tio é a mesma coisa, domingo depois do almoço começaram a vibrar sozinhos, tivemos que ir pra cama e foder como loucos. - Então aquilo de que você não tava bem? - Claro idiota, porque eu tava melhor na cama com o Antonio dentro, hahaha. - Pois ficamos preocupados nós três. - Sim claro por isso vocês ficaram parados atrás da porta do meu quarto ouvindo, vi o reflexo dos pés de vocês por baixo da porta. - Puxa Ana, nada escapa de você, até transando você percebe tudo, hahaha. - E eu não apostaria nada que sei no que vocês se ocuparam. Essa tarde, nós três, hahaha.
— Bom, Ana, vamos falar de outra coisa, hahaha.
— Melhor não dar detalhes, seu safado. Minha tia tinha levantado meus braços acima da minha cabeça e me beijava das mãos até as axilas, mais que beijos eram lambidas, e na buceta dela rolava uma batalha, minha glande pulsando igual um telégrafo Morse e os músculos da vagina respondendo ao chamado. De repente, ela se levantou e sentou no meu pau.
— Me fala sincero, Juan, você gosta dos meus peitos?
— Me deixam louco, Ana, você sabe disso.
— E você não ia gostar mais deles maiores e mais durinhos?
— Você tem uns peitos lindos, quantas mulheres jovens não queriam ter uns assim.
— Valeu, Juan, mas é que tô pensando em operar, ia colocar eles com os bicos apontando pro teto.
— Hahaha, Ana, você não tá bem, se eles são durinhos, altos, com os bicos hipersensíveis, o que mais cê quer?
— Sei lá, vi uns peitos que me encantaram, e olha que eles tão recém-operados e ainda não pegaram a forma final.
— Acho que não superam os seus naturais, adoraria comparar.
— Bom, talvez seja possível…
— Então eu vou operar o meu pau, hahaha.
— Você? Nem pense, quer me torturar mais com ele? Sinto ele quase cravado no meu estômago, hahaha.
— Adoraria ter ele pelo menos igual ao do seu marido.
— Hahaha, não é ruim, hein! Mas vou te contar um segredo, e se você contar, eu nego: com o seu pau eu gozo mais rápido do que com o do Antonio, você não faz ideia do quanto me faz gozar, ele é grande, grosso, macio, quentinho e você aguenta pra caralho, quando me enche de porra você me faz derreter. E vou te contar outro segredo, a vizinha de baixo tá apaixonada por ele, ela me disse outro dia, tá se dedando toda esperando ter ele dentro dela.
— Tia, você tem o dom de me deixar com tesão só de falar, mas não é mérito meu, você merece toda atenção e carinho que der pra fazer, você é gostosa, inteligente, fogosa, adora foder, sabe foder e fode como ninguém. Los Angeles, você tem um corpo espetacular no geral e por partes, se quiser eu dou nota, mas seus peitos, sua bunda, seus lábios — e tô falando dos da buceta —, o clitóris é outra história, é gostoso e dá prazer chupar ele, fica mais que o dobro do tamanho que é, e a bunda... é pra se perder dentro e fora dela.
- Cala a boca, Juan, vou gozar só de ouvir você, mesmo sabendo que tá exagerando, só fode a razão numa coisa: sou fogosa e gosto de foder, mas também tenho bom gosto e você é meu homem favorito.
Ana se inclinou sobre mim, pensei que fosse me beijar, mas colocou os peitos ao alcance da minha boca, os mamilos balançavam sobre mim, lambi eles de passagem e o primeiro que ficou duro eu peguei e chupei, ela se deixou cair sobre mim segurando minha cabeça pra eu chupar melhor, quando soltei parecia que a aréola tinha dobrado de largura do vermelho que eu deixei. Eu a fiz rolar, deixando ela por baixo, com as mãos ela pegou as pernas e dobrou sobre si mesma, na minha frente as coxas terminando nas nádegas e entre elas os lábios molhados e a bunda com a antena do vibrador aparecendo. Ela me perguntou se eu preferia a bunda dela, tirava o vibrador, mas eu disse que não, que a buceta dela era mais sensível, as dobras internas pulsavam no anel da minha glande. Tive uma ideia, quando me deixei cair sobre ela a pica entrou direto, ela tinha parido duas vezes e dava pra notar, as filhas dela tinham a vagina muito mais apertada, mas meu celular acabou de receber uma mensagem e a tela acendeu, provavelmente era propaganda, mas eu olhei e abri o app do vibrador, tomei cuidado pra não apertar o do meu tio que devia estar roncando ainda, mas já tava dentro da Ana e comecei a meter minha pica nela, ela gemia baixinho quando sentia eu no fundo, mas quando senti o vibrador do lado da minha cabecinha, entendi o efeito que ia causar nela. Ela soltou as pernas e deixou esticadas, mas abertas ao máximo, teve um ataque epiléptico sentindo o vibrador zumbir descontrolado enquanto minha pica costurava ela a golpes. uma mão esfregava o clitóris dela e a outra apertava um mamilo. Não consegui calcular quanto tempo durou o orgasmo dela, eu já tinha gozado dentro dela quando ainda tremia toda, os olhos virados, com as mãos e as pernas estiradas na cama. – Juan, não conta isso pra ninguém, foi o orgasmo mais brutal que já tive, obrigada. – Fico feliz, Ana, eu também curti, principalmente te vendo gozar. Ainda demorou um pouco pra conseguir se levantar, mas quando levantou, o lençol tava molhado de suor, gozo e porra. Ainda levou quase uma hora até eu ouvir meu tio entrar no banheiro, o barbeador elétrico depois do banho e ele saindo pra sala, o cheiro de torrada vinha da cozinha. Tomei banho e fui me vestindo, quando descia pra sala, a sombra de uma das minhas primas cruzou o corredor, não dava pra saber quem era, tinha uma toalha enrolada no cabelo e outra no corpo. Ana já tava arrumada, maquiada, penteada, só faltava vestir a roupa, o roupão que ela usava marcava na frente o sutiã de renda, por trás dava pra ver a ponta da antena no cu dela. O casal se deu um beijinho na boca quando meu tio foi embora, ele ainda ia tomar o café de sempre no bar da esquina da loja enquanto folheava o jornal. Tomei café, guardei tudo e deixei na lava-louças, ainda tinha dois lugares na mesa pras minhas primas. Quando Ana saiu batendo o salto, parecia uma deusa, eu tava do lado dela orgulhoso e ela se agarrou no meu braço, no ponto de ônibus todo mundo olhava pra gente. O primeiro que passou nem parou, tava lotado de gente, ficamos todos frustrados, principalmente quem tinha que ir trabalhar, a gente... como ela era a chefe kkkk, mas não tinha pressa, a vendedora tinha a chave e a faxineira já devia estar terminando. O próximo ônibus que chegou também veio cheio, mas o motorista teve pena e abriu a porta, se desceram três pessoas, subiram quinze, no meio de empurrões, cotoveladas e resmungos conseguimos ficar colados na janela, eu me coloquei Na frente da Ana, tentando protegê-la dos empurrões e balançadas, o ar-condicionado não dava conta do calor que fazia ali. Na parada seguinte, as portas também abriram. Já não achamos tão bom, mas mais dez entraram — aquilo estava sufocante. Numa freada brusca, fui esmagado contra minha tia, senti os peitos dela afundando no meu peito. Ela fez de tudo pra me dar espaço, mas era impossível; não recuperei o que tinha perdido e tive que continuar colado nela. A boca dela estava a dois centímetros da minha, eu sentia ela respirar, sentia o perfume, até o ar dos cílios dela. Não era dono do meu corpo. Ana abriu os olhos completamente, estava sentindo meu pau crescer entre as coxas dela. Me desculpei com o olhar, mas ela fechou os olhos devagar, me mostrando que adorava. Eu tava meio tenso com medo de o ônibus esvaziar de repente e me verem de pau duro colado numa mulherão. Minha tia fez a única coisa que podia: mexia as coxas rodeando meu pau, tava curtindo meu aperto. Se movia esfregando os peitos em mim, sentia os bicos duros e ela cada vez mais se esfregava que nem uma cobra. A cueca me torturava, segurando minha ereção, até que meu pau venceu e escapou pra baixo. Aí a expressão da minha tia mudou: minha cabecinha pressionava direto no púbis dela, sentia o acolchoado que tinha ali. E então fui eu quem começou a se mexer, sentia as virgens se juntando entre as coxas dela e eu insistia ali. Na minha barriga, sentia os espasmos que tomavam conta da Ana. Ela apoiou a cabeça no meu ombro quando gozou. O beijo que dei no pescoço dela foi o golpe final. Nessa hora, o ônibus parou — era em frente a uma estação de metrô. Metade dos passageiros que pegariam o trem desceu. Fiquei sozinho colado na Ana e tentei me afastar, mas minha tia me abraçou pela cintura e não me deixou mexer. Ela provavelmente teria caído, as pernas não aguentavam. Quando parou em frente à loja, desci e dei a mão pra Ana ajudar. Ela desceu com dificuldade. E logo em seguida pegou no meu braço e me implorou pra gente andar devagar até a loja. Chegamos bem na hora que a vendedora estava levantando a persiana, me distraí olhando ela subindo enrolando e quando olhei pra frente levei uma surpresa gostosa, na minha frente uma mina mais de dez centímetros mais alta que eu, toda maquiada, olhos, rosto, lábios, linda e com um corpo... calculei que não tinha nem trinta anos. Mesmo com a farda dava pra ver o corpão que ela tinha, ombros largos cintura fina, quadril largo e umas coxas torneadas, dos peitos melhor nem falar, altos, duros, inchados, quando pensei nisso lembrei do comentário da minha tia sobre cirurgias de peito, provavelmente tava falando desse par de melões. Minha tia me apresentou - Bom dia Alicia. - Bom dia Ana, dormiu bem? - Sim claro, por quê? - Te vejo meio pálida. - É que passei mal no ônibus, mas já tô bem, te apresento meu sobrinho Juan, hoje ele vai ficar com a gente pra ver como é o trabalho na loja. - Prazer Juan, eu me chamo Alicia. - Claro, já ouvi minha tia falar, prazer em te conhecer, ela não tinha me dito nada de como você é gostosa. - Kkkkk, olha o garotão! Sabe tratar as minas, te vejo um futuro promissor. - Meu sobrinho vai ser um sedutor nato, kkkk. - Entrem enquanto acendo as luzes. Na hora a loja toda se iluminou, era totalmente diferente da do Antonio, com espelhos grandes que deixavam tudo mais espaçoso, uns bancos compridos na parede, com mesinhas baixas pra experimentar os sapatos confortavelmente, minha tia me mostrou o depósito, as prateleiras modernas com uma escada quase até o teto, um escritório amplo com um sofá de três lugares, o computador de design, e a cadeira de executivo bem confortável. Ana ficou revisando o caixa do dia anterior, tinha sido um bom dia de vendas, Alicia saiu um momento pro banco pra depositar o dinheiro do caixa, minha tia se virou pra mim se aproximou enquanto olhava os defeitos na vitrine.
- Você é incorrigível, Juan, me fez correr atrás do ônibus, não te perdoo, vou me vingar quando puder. Hahaha.
- Se eu fosse você, reclamava pra empresa de ônibus, hahaha, mas eu quase te segui, mais duas paradas e a gente ia ficar com uma mancha na roupa.
- O que achou da Alicia?
- Ela é uma gostosa, podia ter me avisado, quase fiquei besta.
- Fiz de propósito, queria ver sua cara de menino bonzinho.
- Que malvada você é, tia, merece o do ônibus e mais.
- Mais? Então já estamos com uma boa manhã hoje!
- Ainda dava pra melhorar mais!
- Tá falando da Alicia? Hahaha.
- Mmm, garota esperta, Ana.
- Uma curiosidade, reparou nos peitos dela?
- Claro, quase a primeira coisa, bom, não foi a primeira, hahaha.
- Então, ela acabou de operar eles.
- Desconfiei, e o interesse que você tem nos seus.
- Me vê com uns peitos daqueles?
- Não, Ana, te vejo com os seus, e os da Alicia eram tão ruins assim?
- Nem pensar, ela fez porque o marido gosta de peitos maiores, ela tinha um tamanho cem.
- Que loucura, um cem e natural, já fico de água na boca.
- Safado, sempre pensando na mesma coisa, não sei de quem você puxou, hahaha.
- Não seria mais parecido com você se fosse seu filho?
- Bem que eu queria.
- E… você trepava comigo do mesmo jeito?
- Bem… se soubesse como você faz, com certeza.
Naquele momento, a Alicia apareceu, deixou o comprovante no caixa e começou a arrumar a vitrine. Eu, do lado dela, perguntava como colocar os sapatos, ela me explicava os truques pra deixá-los atraentes da rua e pra não tampar a luz uns dos outros. Me ensinou a marcar os preços e colocá-los direitinho, estava agachada com o corpo dentro da vitrine, a bunda dela sobressaía e eu fiquei olhando. De dentro da loja, minha tia bateu num espelho com o salto de um sapato, me virei e a vi rindo. Ana, a Disse pra Alicia que eu ajudaria ela a tirar as faltas do depósito e ela adorou, enquanto ia contando que na loja do meu tio, a Elena tinha me ensinado a reconhecer as referências.
- Já sabia, ela me contou que você é um aluno bem avançado.
- Você conhece ela?
- Claro, somos amigas, foi ela que conseguiu esse emprego pra mim aqui.
- A Elena é uma gata.
- Só faltou dizer… e competente.
- Claro, desculpa, os neurônios…
- Se é isso, os seus devem estar bem bagunçados, hahaha.
A Alicia tava com uma lista dos modelos que precisava repor e subiu na escada, tava olhando as referências e me passando as que encontrava. O uniforme que ela usava não tinha nada a ver com o da Elena e da Pepita, dava pra ver o gosto melhor da Ana: saia larga na altura do joelho e uma blusa com uma estampa bem miúda. Eu ia empilhando as caixas aos meus pés, quando virei pra menina esperando uma caixa nova, ela levantou os braços pra pegar as mais altas, a saia subiu quase um palmo e eu fiquei besta. As pernas eram perfeitas, mas da altura dos joelhos pra cima eram colunas de mármore, lindas e morenas, não se juntavam, e a calcinha branca fazia a ponte entre elas. Me toquei quando ela disse:
- Tá gostando do que vê?
O rubor tomou conta do meu rosto enquanto ela descia com duas caixas na mão.
- Você é um moleque, Juan, não precisa ficar vermelho pelo que eu falei, só tava perguntando se você gosta do que tem debaixo da minha saia.
Uma nova onda de vergonha me queimou a cara, eu não sabia pra onde olhar, mas a própria Alicia me tirou da enrascada que ela mesma tinha me metido.
- Vai, Juan, sobe você agora, pega as mais altas, vamos ver o que você aprendeu no outro dia.
Subi rápido, queria que fosse uma escada de bombeiro pra sumir dali. Quando cheguei quase no teto, fingi que não achava a caixa pra passar o calorão.
- Como é que tão as vistas daí de cima, Juan?
- Muito boas, Alicia, tô de boa. procurando. — Bem, daqui dá pra ver bem melhor. Alicia tinha subido dois degraus e estava de frente pra minha braguilha. Ela colocou a mão no meu tornozelo e foi subindo devagar. No começo, achei que ela queria se apoiar e apontar a caixa que procurava, mas quando a mão passou por dentro da minha coxa, comecei a ficar nervoso. A mão subia, subia, até parar na minha virilha. Ela manteve ali, parada, até a calça começar a inchar bem perto da mão dela. Meu pau tava endurecendo igual pipa. — Juan, acho que você não é tão criança quanto eu pensava. Me enganei. — Desculpa, Alicia, foi sem querer, eu… Senti uma vibração na braguilha, ouvi um zíper, um frio na glande e a pressão da mão da Alicia tirando meu pau pra fora. Não ousei olhar pra baixo, não queria ver o olhar dela, mas quando baixei o meu, só vi a cabeleira cacheada dela. O rosto dela tava colado na minha calça. Também não vi meu pau, talvez porque já tava na boca da Alicia. Não ousei me mexer, agarrado na escada, tava gelado, só tinha o pau quente entre os lábios da garota. Quando meu bicho já tava começando a dar sinal de gozo, a Alicia tirou ele e me olhou. — Desculpa, Juan. Retiro o que disse. Você não é criança, tem um pau grande e grosso, ideal pra foder. Ela desceu da escada e esperou eu fazer o mesmo. Peguei as caixas do chão e entreguei pra ela. Ela recebeu, mas apertou os peitos nas minhas mãos. Riu ao ver minha expressão. Tavam duras como pedra, e os bicos marcavam, voltando ao normal quando ela se afastou de mim. Só consegui dizer: — Obrigado, Alicia. Quando saí do depósito atrás da vendedora, já tinha guardado o pau de qualquer jeito. Minha tia não perdeu o detalhe e olhou pra nós dois. Elas sorriram com ironia. Lá pelo meio da manhã, na rua, começou o vai e vem de transeuntes, compradores em potencial que paravam pra olhar. Alicia tava atendendo uma senhora idosa com vários sapatos no chão. Entrou uma senhora. Com um carrinho de bebê, na contraluz da rua não deu pra reparar direito, ela devia ter uns trinta e poucos anos e estava muito elegante, uma jaqueta, camisa e saia de pregas. O carrinho de bebê dava pra ver que era de qualidade, com certeza caríssimo. Minha tia naquele momento estava ocupada no telefone e fez um sinal pra eu atender ela. Engoli seco e me aproximei perguntando o que ela desejava. A senhora sentou e pediu um modelo da vitrine. Eu estava na escada do depósito quando comecei a ouvir o bebê chorar. Quando saí, a mãe estava balançando o carrinho tentando acalmar a menina. Minha tia tinha se aproximado pra consolar a criança, mas ela chorava cada vez mais. A mãe, toda apressada, disse pra Ana:
— Desculpe a intromissão, mas a senhora me deixaria dar de mamar pra menina? É que em muitos lugares não deixam porque acham desagradável.
Eu pulei sem perceber e respondi:
— Como assim desagradável? Se é a coisa mais linda que se pode ver, uma mãe amamentando o bebê dela.
Minha tia me olhou surpresa, assim como a mãe. Não esperavam que um rapaz novo tivesse uma opinião tão firme.
— Como diz meu sobrinho João, pode dar de mamar pra sua filha o tempo que quiser. João, acompanha a senhora até o escritório, ela vai ficar mais confortável e tranquila.
— Já vou, tia. A senhora me acompanha? Eu levo o carrinho.
— Muito obrigada, nem sabe o quanto sinto por incomodar.
— Não é incômodo, adoro ver um bebê mamar.
— Então não vá, por mim não tem problema. Você é muito gentil e me emocionou com sua defesa de dar de mamar livremente pras crianças.
— Não podia ser diferente, mas não quero atrapalhar. A senhora vai ficar mais tranquila.
— Não me deixe sozinha. A menina demora bastante, quase não tem apetite e me deixa os peitos quase cheios.
— Bom, se a senhora diz...
— Obrigada. É sempre emocionante ver um homem — porque você já é um homem — defender as mães.
— Deve ser porque eu fui criado com mamadeira.
— Kkkkk, que ideia. Então se Criou muito bem, pode crer.
- Valeu, imagina se me criam no peito, hahaha.
- Principalmente se tiverem tanto leite quanto os meus.
- Que inveja que tenho da menina, como ela chama?
- Ela chama Aída, e não precisa ter inveja, é que ela nunca provou leite materno?
- Nunca, e admito que sempre tive curiosidade, deve ser bem macio, morno e docinho.
- A mãe já tinha desabotoado a camisa depois de tirar o casaco, pegou a menina que não parava de chorar e sentou no sofá, eu de pé na frente dela olhando como ela procurava dentro do sutiã, mal conseguia segurar aquela teta cheia de leite, soltou a alça do ombro e abaixou a taça, vi o mamilo maior que já tinha visto, a auréola era do tamanho da palma da mão, escura, cor de café, a mãe me olhou e apertou o mamilo.
- Olha, Juan, já tá saindo o leite. Dois jatos finos saíam em direções diferentes mudando conforme ela apertava o mamilo, a menina com seu instinto buscou com a boquinha e engoliu, a mãe fez uma careta de dor.
- O que foi, tá doendo?
- Um pouco, como tá tão cheia, a menina morde um pouco e eu tô muito sensível.
- Imagino, ela tá mamando como se fosse acabar o leite, que delícia ver ela, adoro.
- Já meu marido tem nojo do cheiro do leite.
- Não acredito, se cheira a inocência, a vida.
- Pois ele tem nojo, já me perguntou até quando vou ter que dar e fiquei muito chateada.
- Lógico, eu no lugar dele estaria grudado em você pra mamar o que sobrasse da menina.
- Hahaha, pois ia se engasgar porque aqui tem leite pra caramba, aliás, tenho que tirar.
- E como você tira?
- Com um aparelho que levo na bolsa do carrinho, me alcança ele. Procurei no carrinho e a única coisa que encontrei entre as roupinhas era um frasco com uma ventosa.
- É isso aqui?
- Sim, claro, com essa ventosa aspira e provoca a saída como se fosse a boca da menina, quer experimentar no outro? peito? Se não vai estourar.
— Mas a menina vai precisar!
— Qual o quê, ela já se satisfaz rápido, é de boa qualidade, o resto é pra você.
Soltou a outra alça e puxou o outro peito por cima da taça, o mamilo gêmeo do primeiro, apertou um pouco e os jorros saíram dele escorrendo peito abaixo.
— Rápido, coloca o aparelho, que vou me molhar toda.
— Me apressei, sem querer tocar na pele dela, coloquei o funil de vidro grudado na aréola, mas não saía nada.
— Não, assim não, tem que sugar com a ventosa e apertar o peito, assim, viu?
A mãe apertava o peito como se fosse uma esponja, mas o fato é que saía leite e em abundância.
— Já vai aprendendo, continua, continua assim.
Sentado ao lado da mãe, tentava apertar o peito, a ventosa, o funil no mamilo, uma bagunça e o leite acabava escorrendo pra fora.
— Nessa posição é difícil, João, por que não fazemos uma coisa… a menina já não quer mais, vou deixar ela no carrinho, dormiu satisfeita, por que não fazemos um favor um pro outro? Você tira o leite que sobra e eu satisfaço sua curiosidade, o que acha?
— Acho muito gentil da sua parte, mas acho que seria abusar demais.
— Pelo contrário, eu aproveito sua boca e me alívio desse inchaço.
— Valeu, vamos fazer assim, mas se eu te machucar, me avisa.
— Não se preocupa, deita no sofá e apoia a cabeça nas minhas pernas, eu coloco o mamilo ao seu alcance.
No meu ouvido, sentia o calor da coxa da mãe, mal tinha me acomodado e já tinha o mamilo tentando entrar na minha boca, abri os lábios, não sabia como mamar, até agora as tetas que eu tinha chupado eram pra dar prazer e tanto lambia quanto chupava ou mordia, agora era chupar e chupar.
— Já tá, João, agora chupa, chupa sem medo, se me machucar, eu falo.
— É que nunca mamei, é a primeira vez.
— Mas você já chupou as tetas de alguma garota, não?
— Bem… sim, mas eu lambia e até mordia. mordia. - Então faz o mesmo, só não morde muito forte… A mãe pegou na minha cabeça logo nas primeiras chupadas de verdade, enfiava quase toda a aréola na minha boca enquanto eu sugava, e ela passava os dedos no meu cabelo me puxando pra perto. Mal dava pra respirar pelo nariz, que também afundava na teta, mas os jatos de leite enchiam minha boca. Não era doce, eu tinha me enganado, era igual leite de vaca desnatado, bem clarinho, mas delicioso, e sabendo de onde vinha… mais. Olhei pra cima, a mãe estava de olhos fechados, mordendo os lábios cada vez que eu dava uma chupada forte. Não sabia quanto leite ela tinha, mas tava decidido a esvaziar o meu e o que a menina tivesse deixado na outra. Ela acariciava minha cabeça, passando os dedos nas minhas sobrancelhas com carinho, pegou minha mão e levou até a outra teta, colocou debaixo da dela e começou a acariciar os bicos. Quando eu acompanhei os movimentos dela, ela me soltou, e meus dedos apertaram primeiro o bico e depois a teta inteira. Já não ligava se o leite sujasse o vestido dela, só suspirava com o toque da minha mão e da minha boca. Eu não me cansava de chupar e chupar, tava confortável, fazendo o que mais gostava. Já sentia as tetas perdendo a firmeza quando notei a mão da mãe passando pelo meu peito. Ela foi abrindo minha camisa e puxando pra fora da calça. Já tava aberta quando ela passou a mão nos pelos do meu peito. Não tenho muito, mas a sensação dela fazendo carinho neles deixou meu pau mais duro do que já tava enquanto eu mamava. Quis trocar pra outra teta e ela disse: - Sabe de uma coisa, Juan? Eu também fui criada com mamadeira. Me deixa provar? Foi um segundo até eu entender. No começo, achei que ela queria chupar os próprios bicos, mas quando ela enfiou a mão por baixo do cinto da minha calça, não tive mais dúvida. Levantei a cabeça e ela se espremeu do sofá, ficou de joelhos do meu lado. Eu apoiei a cabeça no encosto, deitado, e pela minha cara escorria o porra que eu não tinha engolido. A mulher abriu devagar a braguilha e separou a calça, puxou ela junto com a cueca e meu pau saltou quase na vertical, vi ela com as mãos abertas como se estivesse adorando e sem mais delongas engoliu ele inteiro. Ela sim estava faminta, engolia meu pau até os lábios dela encostarem nas minhas bolas, a garganta dela inchava na passagem da minha cabeça, com as duas mãos segurava o tronco e as bolas, a cabeça dela martelava puxando carne e engolindo, eu olhava pro teto, as luzes meio que giravam, olhei pra porta, vi as duas cabeças da Ana e da Alicia, os rostos delas sorrindo pra mim, olhei pro relógio de parede que tinha no escritório, já fazia meia hora que tinham fechado a loja e estavam ali olhando, esperando pacientemente o fim. O fim não demorou muito, não me deu chance de avisar, quando gozei ela engasgou, os jatos de porra não eram como os dela, eram sob pressão, grossa e quente, e o gosto de sêmen requentado. Ela tossiu e engoliu, até saiu pelo nariz, mas não parou até me deixar seco. Algum respingo tinha caído nos mamilos dela, ela pegou os peitos e esticou até conseguir alcançar com a língua, lambeu e sorriu pra mim. Quando se levantou, guardou os peitos no sutiã molhado e arrumou o vestido, a menina continuava dormindo. Ao sair pra loja, estranhou a hora, as duas mulheres estavam disfarçando, ela disse que voltaria com mais tempo e pediu desculpas pras duas e foi embora. A Alicia e minha tia me cercaram. - E aí, sobrinho? É bonita a amamentação, né? - Não ia te contar, mas tô grávida de três meses, já te aviso quando tiver que amamentar. - Sério, Alicia? Fico muito feliz, parabéns. Minha tia beijou ela parabenizando, a Alicia pegou minha mão e levou até a barriga dela, já dava pra notar um pouco, acariciei com esperança. Continua. Aguardo os comentários de vocês. Obrigado.
— Como foi o teu dia, Juan?
— Muito bom, aprendi pra caralho e comemos muito bem.
— Principalmente comer, hahaha. Cê acha que as minas tão felizes com os uniformes novos?
— Acho que sim, mas elas passaram mais tempo sem eles do que com eles.
— Se a gente contasse, ninguém ia acreditar.
— Acho que não, mas de qualquer forma, eu não ia contar.
— Relaxa, pra sua tia eu já contei na primeira vez que meti na Pepita. A mina era virgem e eu fiquei de pau duro na hora. Foi difícil convencer ela, no começo ela só queria me acalmar com uma punheta, mas a coisa escapou do controle e no fim acabei tirando a virgindade dela, e ela teve o primeiro orgasmo de verdade da vida dela.
— Ela é meio tímida, ainda bem que a Elena convenceu ela. É uma mina especial.
— É verdade, nunca tinha reparado nela direito, e ela é uma gostosa.
— Uns olhos e uns lábios muito lindos.
Quando chegamos em casa, minha tia ainda não tinha chegado, e o Antonio foi tomar um banho. Eu fiz o mesmo. A Ana, assim que chegou, já me perguntou o que eu achei do trabalho na loja. Falei que aprendi bastante mesmo, contei sobre o negócio das referências, que era a parte mais difícil, e a dificuldade em lidar com a registradora.
— Quando você vier na minha loja, vai ver a diferença. A do seu tio fica na parte antiga da cidade, tem um clima romântico, preserva a decoração de anos atrás. A clientela gosta de relembrar aquela época, e funciona bem, mas eu vivo tentando convencer ele a fazer uma reforma completa. Ele resiste, é muito sentimental. Minha loja fica na área mais comercial, é moderna e bem iluminada. Você vai gostar.
— Depois de amanhã vou com você, se quiser.
— Claro, vou adorar. A gente vai de bus, porque lá não dá pra estacionar. Ou, se preferir, a gente chama um taxi.
— Fica tranquila, tô acostumado a andar de bus, é o mais prático.
Quando minha tia se levantou, bateu com os nós dos dedos. No meu quarto, ele teve que repetir porque eu tava profundamente dormindo. Quando tentei abrir os olhos pra ver as horas, notei que a Ana tava do lado da minha cama, ela tinha acabado de levantar. Ela sempre acordava bem cedo pra se maquiar e preparar os cafés da manhã da família, mas agora a luz do amanhecer mal entrava pela janela.
- Oi, dorminhoco, não era hoje que você ia comigo na loja?
- Sim, tia, mas que horas são? Tá amanhecendo!
- Bom, sim, hoje acordei um pouco mais cedo, tava ansiosa pra te ver. Me dá uma ajeitada aí?
- Claro, entra aqui, você vai pegar um resfriado com essa camisola.
- Gostou? Se eu não tirar, é a mesma coisa, vou tirar.
- E o tio? Ele não vai demorar pra levantar.
- Fica tranquilo, ele ainda vai demorar mais de uma hora. Ontem à noite eu esgotei ele bem, ele veio quente. Me contou que vocês almoçaram com as meninas e que experimentaram os uniformes. Gostou?
- Muito, todo mundo gostou muito, muito bonitos.
- Não sofre, não precisa me contar os detalhes.
- Obrigado, Ana, você é uma mulher encantadora.
- Eu sei, e você também, e bem acordado pelo que tô vendo.
Ela passou a mão morna por baixo do elástico da calça do pijama e pegou na minha rola. Normalmente de manhã ela já ficava bem dura, mas com o toque da minha tia, que sabia muito bem como tratar da minha rola pra armar a barraca rapidinho, foi ainda mais. O calor que irradiava da pele da Ana se espalhava da cabeça até as pernas, que ela entrelaçava com as minhas. Enquanto me acariciava o cabelo, foi subindo pelo meu lado, primeiro um peito e depois o outro esmagou meu peito. Ela puxou a calça do pijama com o pé até tirar pelos meus pés, depois passou a perna por cima de mim até ficar deitada ao longo do meu corpo. Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou na boca. Quando a língua dela entrou entre meus lábios, a rola que descansava na minha barriga subiu. A Ana sentiu ela entre as pernas e se espremeu até me beijar. Meus peitos, entre as bundas dela, minha pica tava dobrada ao contrário apontando pros meus pés, quando ela subiu de novo em cima de mim, a pica foi deslizando pela racha da bunda dela até apontar pra buceta dela, ela abriu as pernas igual um sapo prestes a pular e afundou a cabeça, uma batida da minha cintura enterrou de vez. Um gemido saiu perto do meu ouvido enquanto ela me beijava no pescoço, ela se levantou o suficiente pra deixar os peitos pendurados e eu poder pegar neles, com as duas mãos eu separei eles pros lados e ela se deitou de novo em cima de mim, os bicos apareciam entre nós dois de cada lado, com os dedos fiquei rodeando eles e esticando mais do que já estavam. - Juan, quero que você me faça gozar antes de sair pra rua, preciso da sua porra pra começar o dia bem. - Fica tranquila, você vai ter; uma coisa… você não usa mais o vibrador que me mostrou? - Hahaha, claro sobrinho, não percebeu?, tô com ele enfiado no cu agora, troquei de lugar pra sentir só a sua pica, essa noite tava com ele na buceta, seu tio preferiu meu cu e eu dei, claro. - Ah!, tava estranhando não sentir ele. - Nós temos um acordo, eu e o Antonio, nenhum de nós dois vai tirar, até ver quem desiste primeiro. - Mas funciona pra vocês? - Claro, é incrível, quando vibra quase gozo na hora, mesmo que não deve funcionar direito porque de vez em quando dispara sozinho, com seu tio é a mesma coisa, domingo depois do almoço começaram a vibrar sozinhos, tivemos que ir pra cama e foder como loucos. - Então aquilo de que você não tava bem? - Claro idiota, porque eu tava melhor na cama com o Antonio dentro, hahaha. - Pois ficamos preocupados nós três. - Sim claro por isso vocês ficaram parados atrás da porta do meu quarto ouvindo, vi o reflexo dos pés de vocês por baixo da porta. - Puxa Ana, nada escapa de você, até transando você percebe tudo, hahaha. - E eu não apostaria nada que sei no que vocês se ocuparam. Essa tarde, nós três, hahaha.
— Bom, Ana, vamos falar de outra coisa, hahaha.
— Melhor não dar detalhes, seu safado. Minha tia tinha levantado meus braços acima da minha cabeça e me beijava das mãos até as axilas, mais que beijos eram lambidas, e na buceta dela rolava uma batalha, minha glande pulsando igual um telégrafo Morse e os músculos da vagina respondendo ao chamado. De repente, ela se levantou e sentou no meu pau.
— Me fala sincero, Juan, você gosta dos meus peitos?
— Me deixam louco, Ana, você sabe disso.
— E você não ia gostar mais deles maiores e mais durinhos?
— Você tem uns peitos lindos, quantas mulheres jovens não queriam ter uns assim.
— Valeu, Juan, mas é que tô pensando em operar, ia colocar eles com os bicos apontando pro teto.
— Hahaha, Ana, você não tá bem, se eles são durinhos, altos, com os bicos hipersensíveis, o que mais cê quer?
— Sei lá, vi uns peitos que me encantaram, e olha que eles tão recém-operados e ainda não pegaram a forma final.
— Acho que não superam os seus naturais, adoraria comparar.
— Bom, talvez seja possível…
— Então eu vou operar o meu pau, hahaha.
— Você? Nem pense, quer me torturar mais com ele? Sinto ele quase cravado no meu estômago, hahaha.
— Adoraria ter ele pelo menos igual ao do seu marido.
— Hahaha, não é ruim, hein! Mas vou te contar um segredo, e se você contar, eu nego: com o seu pau eu gozo mais rápido do que com o do Antonio, você não faz ideia do quanto me faz gozar, ele é grande, grosso, macio, quentinho e você aguenta pra caralho, quando me enche de porra você me faz derreter. E vou te contar outro segredo, a vizinha de baixo tá apaixonada por ele, ela me disse outro dia, tá se dedando toda esperando ter ele dentro dela.
— Tia, você tem o dom de me deixar com tesão só de falar, mas não é mérito meu, você merece toda atenção e carinho que der pra fazer, você é gostosa, inteligente, fogosa, adora foder, sabe foder e fode como ninguém. Los Angeles, você tem um corpo espetacular no geral e por partes, se quiser eu dou nota, mas seus peitos, sua bunda, seus lábios — e tô falando dos da buceta —, o clitóris é outra história, é gostoso e dá prazer chupar ele, fica mais que o dobro do tamanho que é, e a bunda... é pra se perder dentro e fora dela.
- Cala a boca, Juan, vou gozar só de ouvir você, mesmo sabendo que tá exagerando, só fode a razão numa coisa: sou fogosa e gosto de foder, mas também tenho bom gosto e você é meu homem favorito.
Ana se inclinou sobre mim, pensei que fosse me beijar, mas colocou os peitos ao alcance da minha boca, os mamilos balançavam sobre mim, lambi eles de passagem e o primeiro que ficou duro eu peguei e chupei, ela se deixou cair sobre mim segurando minha cabeça pra eu chupar melhor, quando soltei parecia que a aréola tinha dobrado de largura do vermelho que eu deixei. Eu a fiz rolar, deixando ela por baixo, com as mãos ela pegou as pernas e dobrou sobre si mesma, na minha frente as coxas terminando nas nádegas e entre elas os lábios molhados e a bunda com a antena do vibrador aparecendo. Ela me perguntou se eu preferia a bunda dela, tirava o vibrador, mas eu disse que não, que a buceta dela era mais sensível, as dobras internas pulsavam no anel da minha glande. Tive uma ideia, quando me deixei cair sobre ela a pica entrou direto, ela tinha parido duas vezes e dava pra notar, as filhas dela tinham a vagina muito mais apertada, mas meu celular acabou de receber uma mensagem e a tela acendeu, provavelmente era propaganda, mas eu olhei e abri o app do vibrador, tomei cuidado pra não apertar o do meu tio que devia estar roncando ainda, mas já tava dentro da Ana e comecei a meter minha pica nela, ela gemia baixinho quando sentia eu no fundo, mas quando senti o vibrador do lado da minha cabecinha, entendi o efeito que ia causar nela. Ela soltou as pernas e deixou esticadas, mas abertas ao máximo, teve um ataque epiléptico sentindo o vibrador zumbir descontrolado enquanto minha pica costurava ela a golpes. uma mão esfregava o clitóris dela e a outra apertava um mamilo. Não consegui calcular quanto tempo durou o orgasmo dela, eu já tinha gozado dentro dela quando ainda tremia toda, os olhos virados, com as mãos e as pernas estiradas na cama. – Juan, não conta isso pra ninguém, foi o orgasmo mais brutal que já tive, obrigada. – Fico feliz, Ana, eu também curti, principalmente te vendo gozar. Ainda demorou um pouco pra conseguir se levantar, mas quando levantou, o lençol tava molhado de suor, gozo e porra. Ainda levou quase uma hora até eu ouvir meu tio entrar no banheiro, o barbeador elétrico depois do banho e ele saindo pra sala, o cheiro de torrada vinha da cozinha. Tomei banho e fui me vestindo, quando descia pra sala, a sombra de uma das minhas primas cruzou o corredor, não dava pra saber quem era, tinha uma toalha enrolada no cabelo e outra no corpo. Ana já tava arrumada, maquiada, penteada, só faltava vestir a roupa, o roupão que ela usava marcava na frente o sutiã de renda, por trás dava pra ver a ponta da antena no cu dela. O casal se deu um beijinho na boca quando meu tio foi embora, ele ainda ia tomar o café de sempre no bar da esquina da loja enquanto folheava o jornal. Tomei café, guardei tudo e deixei na lava-louças, ainda tinha dois lugares na mesa pras minhas primas. Quando Ana saiu batendo o salto, parecia uma deusa, eu tava do lado dela orgulhoso e ela se agarrou no meu braço, no ponto de ônibus todo mundo olhava pra gente. O primeiro que passou nem parou, tava lotado de gente, ficamos todos frustrados, principalmente quem tinha que ir trabalhar, a gente... como ela era a chefe kkkk, mas não tinha pressa, a vendedora tinha a chave e a faxineira já devia estar terminando. O próximo ônibus que chegou também veio cheio, mas o motorista teve pena e abriu a porta, se desceram três pessoas, subiram quinze, no meio de empurrões, cotoveladas e resmungos conseguimos ficar colados na janela, eu me coloquei Na frente da Ana, tentando protegê-la dos empurrões e balançadas, o ar-condicionado não dava conta do calor que fazia ali. Na parada seguinte, as portas também abriram. Já não achamos tão bom, mas mais dez entraram — aquilo estava sufocante. Numa freada brusca, fui esmagado contra minha tia, senti os peitos dela afundando no meu peito. Ela fez de tudo pra me dar espaço, mas era impossível; não recuperei o que tinha perdido e tive que continuar colado nela. A boca dela estava a dois centímetros da minha, eu sentia ela respirar, sentia o perfume, até o ar dos cílios dela. Não era dono do meu corpo. Ana abriu os olhos completamente, estava sentindo meu pau crescer entre as coxas dela. Me desculpei com o olhar, mas ela fechou os olhos devagar, me mostrando que adorava. Eu tava meio tenso com medo de o ônibus esvaziar de repente e me verem de pau duro colado numa mulherão. Minha tia fez a única coisa que podia: mexia as coxas rodeando meu pau, tava curtindo meu aperto. Se movia esfregando os peitos em mim, sentia os bicos duros e ela cada vez mais se esfregava que nem uma cobra. A cueca me torturava, segurando minha ereção, até que meu pau venceu e escapou pra baixo. Aí a expressão da minha tia mudou: minha cabecinha pressionava direto no púbis dela, sentia o acolchoado que tinha ali. E então fui eu quem começou a se mexer, sentia as virgens se juntando entre as coxas dela e eu insistia ali. Na minha barriga, sentia os espasmos que tomavam conta da Ana. Ela apoiou a cabeça no meu ombro quando gozou. O beijo que dei no pescoço dela foi o golpe final. Nessa hora, o ônibus parou — era em frente a uma estação de metrô. Metade dos passageiros que pegariam o trem desceu. Fiquei sozinho colado na Ana e tentei me afastar, mas minha tia me abraçou pela cintura e não me deixou mexer. Ela provavelmente teria caído, as pernas não aguentavam. Quando parou em frente à loja, desci e dei a mão pra Ana ajudar. Ela desceu com dificuldade. E logo em seguida pegou no meu braço e me implorou pra gente andar devagar até a loja. Chegamos bem na hora que a vendedora estava levantando a persiana, me distraí olhando ela subindo enrolando e quando olhei pra frente levei uma surpresa gostosa, na minha frente uma mina mais de dez centímetros mais alta que eu, toda maquiada, olhos, rosto, lábios, linda e com um corpo... calculei que não tinha nem trinta anos. Mesmo com a farda dava pra ver o corpão que ela tinha, ombros largos cintura fina, quadril largo e umas coxas torneadas, dos peitos melhor nem falar, altos, duros, inchados, quando pensei nisso lembrei do comentário da minha tia sobre cirurgias de peito, provavelmente tava falando desse par de melões. Minha tia me apresentou - Bom dia Alicia. - Bom dia Ana, dormiu bem? - Sim claro, por quê? - Te vejo meio pálida. - É que passei mal no ônibus, mas já tô bem, te apresento meu sobrinho Juan, hoje ele vai ficar com a gente pra ver como é o trabalho na loja. - Prazer Juan, eu me chamo Alicia. - Claro, já ouvi minha tia falar, prazer em te conhecer, ela não tinha me dito nada de como você é gostosa. - Kkkkk, olha o garotão! Sabe tratar as minas, te vejo um futuro promissor. - Meu sobrinho vai ser um sedutor nato, kkkk. - Entrem enquanto acendo as luzes. Na hora a loja toda se iluminou, era totalmente diferente da do Antonio, com espelhos grandes que deixavam tudo mais espaçoso, uns bancos compridos na parede, com mesinhas baixas pra experimentar os sapatos confortavelmente, minha tia me mostrou o depósito, as prateleiras modernas com uma escada quase até o teto, um escritório amplo com um sofá de três lugares, o computador de design, e a cadeira de executivo bem confortável. Ana ficou revisando o caixa do dia anterior, tinha sido um bom dia de vendas, Alicia saiu um momento pro banco pra depositar o dinheiro do caixa, minha tia se virou pra mim se aproximou enquanto olhava os defeitos na vitrine.
- Você é incorrigível, Juan, me fez correr atrás do ônibus, não te perdoo, vou me vingar quando puder. Hahaha.
- Se eu fosse você, reclamava pra empresa de ônibus, hahaha, mas eu quase te segui, mais duas paradas e a gente ia ficar com uma mancha na roupa.
- O que achou da Alicia?
- Ela é uma gostosa, podia ter me avisado, quase fiquei besta.
- Fiz de propósito, queria ver sua cara de menino bonzinho.
- Que malvada você é, tia, merece o do ônibus e mais.
- Mais? Então já estamos com uma boa manhã hoje!
- Ainda dava pra melhorar mais!
- Tá falando da Alicia? Hahaha.
- Mmm, garota esperta, Ana.
- Uma curiosidade, reparou nos peitos dela?
- Claro, quase a primeira coisa, bom, não foi a primeira, hahaha.
- Então, ela acabou de operar eles.
- Desconfiei, e o interesse que você tem nos seus.
- Me vê com uns peitos daqueles?
- Não, Ana, te vejo com os seus, e os da Alicia eram tão ruins assim?
- Nem pensar, ela fez porque o marido gosta de peitos maiores, ela tinha um tamanho cem.
- Que loucura, um cem e natural, já fico de água na boca.
- Safado, sempre pensando na mesma coisa, não sei de quem você puxou, hahaha.
- Não seria mais parecido com você se fosse seu filho?
- Bem que eu queria.
- E… você trepava comigo do mesmo jeito?
- Bem… se soubesse como você faz, com certeza.
Naquele momento, a Alicia apareceu, deixou o comprovante no caixa e começou a arrumar a vitrine. Eu, do lado dela, perguntava como colocar os sapatos, ela me explicava os truques pra deixá-los atraentes da rua e pra não tampar a luz uns dos outros. Me ensinou a marcar os preços e colocá-los direitinho, estava agachada com o corpo dentro da vitrine, a bunda dela sobressaía e eu fiquei olhando. De dentro da loja, minha tia bateu num espelho com o salto de um sapato, me virei e a vi rindo. Ana, a Disse pra Alicia que eu ajudaria ela a tirar as faltas do depósito e ela adorou, enquanto ia contando que na loja do meu tio, a Elena tinha me ensinado a reconhecer as referências.
- Já sabia, ela me contou que você é um aluno bem avançado.
- Você conhece ela?
- Claro, somos amigas, foi ela que conseguiu esse emprego pra mim aqui.
- A Elena é uma gata.
- Só faltou dizer… e competente.
- Claro, desculpa, os neurônios…
- Se é isso, os seus devem estar bem bagunçados, hahaha.
A Alicia tava com uma lista dos modelos que precisava repor e subiu na escada, tava olhando as referências e me passando as que encontrava. O uniforme que ela usava não tinha nada a ver com o da Elena e da Pepita, dava pra ver o gosto melhor da Ana: saia larga na altura do joelho e uma blusa com uma estampa bem miúda. Eu ia empilhando as caixas aos meus pés, quando virei pra menina esperando uma caixa nova, ela levantou os braços pra pegar as mais altas, a saia subiu quase um palmo e eu fiquei besta. As pernas eram perfeitas, mas da altura dos joelhos pra cima eram colunas de mármore, lindas e morenas, não se juntavam, e a calcinha branca fazia a ponte entre elas. Me toquei quando ela disse:
- Tá gostando do que vê?
O rubor tomou conta do meu rosto enquanto ela descia com duas caixas na mão.
- Você é um moleque, Juan, não precisa ficar vermelho pelo que eu falei, só tava perguntando se você gosta do que tem debaixo da minha saia.
Uma nova onda de vergonha me queimou a cara, eu não sabia pra onde olhar, mas a própria Alicia me tirou da enrascada que ela mesma tinha me metido.
- Vai, Juan, sobe você agora, pega as mais altas, vamos ver o que você aprendeu no outro dia.
Subi rápido, queria que fosse uma escada de bombeiro pra sumir dali. Quando cheguei quase no teto, fingi que não achava a caixa pra passar o calorão.
- Como é que tão as vistas daí de cima, Juan?
- Muito boas, Alicia, tô de boa. procurando. — Bem, daqui dá pra ver bem melhor. Alicia tinha subido dois degraus e estava de frente pra minha braguilha. Ela colocou a mão no meu tornozelo e foi subindo devagar. No começo, achei que ela queria se apoiar e apontar a caixa que procurava, mas quando a mão passou por dentro da minha coxa, comecei a ficar nervoso. A mão subia, subia, até parar na minha virilha. Ela manteve ali, parada, até a calça começar a inchar bem perto da mão dela. Meu pau tava endurecendo igual pipa. — Juan, acho que você não é tão criança quanto eu pensava. Me enganei. — Desculpa, Alicia, foi sem querer, eu… Senti uma vibração na braguilha, ouvi um zíper, um frio na glande e a pressão da mão da Alicia tirando meu pau pra fora. Não ousei olhar pra baixo, não queria ver o olhar dela, mas quando baixei o meu, só vi a cabeleira cacheada dela. O rosto dela tava colado na minha calça. Também não vi meu pau, talvez porque já tava na boca da Alicia. Não ousei me mexer, agarrado na escada, tava gelado, só tinha o pau quente entre os lábios da garota. Quando meu bicho já tava começando a dar sinal de gozo, a Alicia tirou ele e me olhou. — Desculpa, Juan. Retiro o que disse. Você não é criança, tem um pau grande e grosso, ideal pra foder. Ela desceu da escada e esperou eu fazer o mesmo. Peguei as caixas do chão e entreguei pra ela. Ela recebeu, mas apertou os peitos nas minhas mãos. Riu ao ver minha expressão. Tavam duras como pedra, e os bicos marcavam, voltando ao normal quando ela se afastou de mim. Só consegui dizer: — Obrigado, Alicia. Quando saí do depósito atrás da vendedora, já tinha guardado o pau de qualquer jeito. Minha tia não perdeu o detalhe e olhou pra nós dois. Elas sorriram com ironia. Lá pelo meio da manhã, na rua, começou o vai e vem de transeuntes, compradores em potencial que paravam pra olhar. Alicia tava atendendo uma senhora idosa com vários sapatos no chão. Entrou uma senhora. Com um carrinho de bebê, na contraluz da rua não deu pra reparar direito, ela devia ter uns trinta e poucos anos e estava muito elegante, uma jaqueta, camisa e saia de pregas. O carrinho de bebê dava pra ver que era de qualidade, com certeza caríssimo. Minha tia naquele momento estava ocupada no telefone e fez um sinal pra eu atender ela. Engoli seco e me aproximei perguntando o que ela desejava. A senhora sentou e pediu um modelo da vitrine. Eu estava na escada do depósito quando comecei a ouvir o bebê chorar. Quando saí, a mãe estava balançando o carrinho tentando acalmar a menina. Minha tia tinha se aproximado pra consolar a criança, mas ela chorava cada vez mais. A mãe, toda apressada, disse pra Ana:
— Desculpe a intromissão, mas a senhora me deixaria dar de mamar pra menina? É que em muitos lugares não deixam porque acham desagradável.
Eu pulei sem perceber e respondi:
— Como assim desagradável? Se é a coisa mais linda que se pode ver, uma mãe amamentando o bebê dela.
Minha tia me olhou surpresa, assim como a mãe. Não esperavam que um rapaz novo tivesse uma opinião tão firme.
— Como diz meu sobrinho João, pode dar de mamar pra sua filha o tempo que quiser. João, acompanha a senhora até o escritório, ela vai ficar mais confortável e tranquila.
— Já vou, tia. A senhora me acompanha? Eu levo o carrinho.
— Muito obrigada, nem sabe o quanto sinto por incomodar.
— Não é incômodo, adoro ver um bebê mamar.
— Então não vá, por mim não tem problema. Você é muito gentil e me emocionou com sua defesa de dar de mamar livremente pras crianças.
— Não podia ser diferente, mas não quero atrapalhar. A senhora vai ficar mais tranquila.
— Não me deixe sozinha. A menina demora bastante, quase não tem apetite e me deixa os peitos quase cheios.
— Bom, se a senhora diz...
— Obrigada. É sempre emocionante ver um homem — porque você já é um homem — defender as mães.
— Deve ser porque eu fui criado com mamadeira.
— Kkkkk, que ideia. Então se Criou muito bem, pode crer.
- Valeu, imagina se me criam no peito, hahaha.
- Principalmente se tiverem tanto leite quanto os meus.
- Que inveja que tenho da menina, como ela chama?
- Ela chama Aída, e não precisa ter inveja, é que ela nunca provou leite materno?
- Nunca, e admito que sempre tive curiosidade, deve ser bem macio, morno e docinho.
- A mãe já tinha desabotoado a camisa depois de tirar o casaco, pegou a menina que não parava de chorar e sentou no sofá, eu de pé na frente dela olhando como ela procurava dentro do sutiã, mal conseguia segurar aquela teta cheia de leite, soltou a alça do ombro e abaixou a taça, vi o mamilo maior que já tinha visto, a auréola era do tamanho da palma da mão, escura, cor de café, a mãe me olhou e apertou o mamilo.
- Olha, Juan, já tá saindo o leite. Dois jatos finos saíam em direções diferentes mudando conforme ela apertava o mamilo, a menina com seu instinto buscou com a boquinha e engoliu, a mãe fez uma careta de dor.
- O que foi, tá doendo?
- Um pouco, como tá tão cheia, a menina morde um pouco e eu tô muito sensível.
- Imagino, ela tá mamando como se fosse acabar o leite, que delícia ver ela, adoro.
- Já meu marido tem nojo do cheiro do leite.
- Não acredito, se cheira a inocência, a vida.
- Pois ele tem nojo, já me perguntou até quando vou ter que dar e fiquei muito chateada.
- Lógico, eu no lugar dele estaria grudado em você pra mamar o que sobrasse da menina.
- Hahaha, pois ia se engasgar porque aqui tem leite pra caramba, aliás, tenho que tirar.
- E como você tira?
- Com um aparelho que levo na bolsa do carrinho, me alcança ele. Procurei no carrinho e a única coisa que encontrei entre as roupinhas era um frasco com uma ventosa.
- É isso aqui?
- Sim, claro, com essa ventosa aspira e provoca a saída como se fosse a boca da menina, quer experimentar no outro? peito? Se não vai estourar.
— Mas a menina vai precisar!
— Qual o quê, ela já se satisfaz rápido, é de boa qualidade, o resto é pra você.
Soltou a outra alça e puxou o outro peito por cima da taça, o mamilo gêmeo do primeiro, apertou um pouco e os jorros saíram dele escorrendo peito abaixo.
— Rápido, coloca o aparelho, que vou me molhar toda.
— Me apressei, sem querer tocar na pele dela, coloquei o funil de vidro grudado na aréola, mas não saía nada.
— Não, assim não, tem que sugar com a ventosa e apertar o peito, assim, viu?
A mãe apertava o peito como se fosse uma esponja, mas o fato é que saía leite e em abundância.
— Já vai aprendendo, continua, continua assim.
Sentado ao lado da mãe, tentava apertar o peito, a ventosa, o funil no mamilo, uma bagunça e o leite acabava escorrendo pra fora.
— Nessa posição é difícil, João, por que não fazemos uma coisa… a menina já não quer mais, vou deixar ela no carrinho, dormiu satisfeita, por que não fazemos um favor um pro outro? Você tira o leite que sobra e eu satisfaço sua curiosidade, o que acha?
— Acho muito gentil da sua parte, mas acho que seria abusar demais.
— Pelo contrário, eu aproveito sua boca e me alívio desse inchaço.
— Valeu, vamos fazer assim, mas se eu te machucar, me avisa.
— Não se preocupa, deita no sofá e apoia a cabeça nas minhas pernas, eu coloco o mamilo ao seu alcance.
No meu ouvido, sentia o calor da coxa da mãe, mal tinha me acomodado e já tinha o mamilo tentando entrar na minha boca, abri os lábios, não sabia como mamar, até agora as tetas que eu tinha chupado eram pra dar prazer e tanto lambia quanto chupava ou mordia, agora era chupar e chupar.
— Já tá, João, agora chupa, chupa sem medo, se me machucar, eu falo.
— É que nunca mamei, é a primeira vez.
— Mas você já chupou as tetas de alguma garota, não?
— Bem… sim, mas eu lambia e até mordia. mordia. - Então faz o mesmo, só não morde muito forte… A mãe pegou na minha cabeça logo nas primeiras chupadas de verdade, enfiava quase toda a aréola na minha boca enquanto eu sugava, e ela passava os dedos no meu cabelo me puxando pra perto. Mal dava pra respirar pelo nariz, que também afundava na teta, mas os jatos de leite enchiam minha boca. Não era doce, eu tinha me enganado, era igual leite de vaca desnatado, bem clarinho, mas delicioso, e sabendo de onde vinha… mais. Olhei pra cima, a mãe estava de olhos fechados, mordendo os lábios cada vez que eu dava uma chupada forte. Não sabia quanto leite ela tinha, mas tava decidido a esvaziar o meu e o que a menina tivesse deixado na outra. Ela acariciava minha cabeça, passando os dedos nas minhas sobrancelhas com carinho, pegou minha mão e levou até a outra teta, colocou debaixo da dela e começou a acariciar os bicos. Quando eu acompanhei os movimentos dela, ela me soltou, e meus dedos apertaram primeiro o bico e depois a teta inteira. Já não ligava se o leite sujasse o vestido dela, só suspirava com o toque da minha mão e da minha boca. Eu não me cansava de chupar e chupar, tava confortável, fazendo o que mais gostava. Já sentia as tetas perdendo a firmeza quando notei a mão da mãe passando pelo meu peito. Ela foi abrindo minha camisa e puxando pra fora da calça. Já tava aberta quando ela passou a mão nos pelos do meu peito. Não tenho muito, mas a sensação dela fazendo carinho neles deixou meu pau mais duro do que já tava enquanto eu mamava. Quis trocar pra outra teta e ela disse: - Sabe de uma coisa, Juan? Eu também fui criada com mamadeira. Me deixa provar? Foi um segundo até eu entender. No começo, achei que ela queria chupar os próprios bicos, mas quando ela enfiou a mão por baixo do cinto da minha calça, não tive mais dúvida. Levantei a cabeça e ela se espremeu do sofá, ficou de joelhos do meu lado. Eu apoiei a cabeça no encosto, deitado, e pela minha cara escorria o porra que eu não tinha engolido. A mulher abriu devagar a braguilha e separou a calça, puxou ela junto com a cueca e meu pau saltou quase na vertical, vi ela com as mãos abertas como se estivesse adorando e sem mais delongas engoliu ele inteiro. Ela sim estava faminta, engolia meu pau até os lábios dela encostarem nas minhas bolas, a garganta dela inchava na passagem da minha cabeça, com as duas mãos segurava o tronco e as bolas, a cabeça dela martelava puxando carne e engolindo, eu olhava pro teto, as luzes meio que giravam, olhei pra porta, vi as duas cabeças da Ana e da Alicia, os rostos delas sorrindo pra mim, olhei pro relógio de parede que tinha no escritório, já fazia meia hora que tinham fechado a loja e estavam ali olhando, esperando pacientemente o fim. O fim não demorou muito, não me deu chance de avisar, quando gozei ela engasgou, os jatos de porra não eram como os dela, eram sob pressão, grossa e quente, e o gosto de sêmen requentado. Ela tossiu e engoliu, até saiu pelo nariz, mas não parou até me deixar seco. Algum respingo tinha caído nos mamilos dela, ela pegou os peitos e esticou até conseguir alcançar com a língua, lambeu e sorriu pra mim. Quando se levantou, guardou os peitos no sutiã molhado e arrumou o vestido, a menina continuava dormindo. Ao sair pra loja, estranhou a hora, as duas mulheres estavam disfarçando, ela disse que voltaria com mais tempo e pediu desculpas pras duas e foi embora. A Alicia e minha tia me cercaram. - E aí, sobrinho? É bonita a amamentação, né? - Não ia te contar, mas tô grávida de três meses, já te aviso quando tiver que amamentar. - Sério, Alicia? Fico muito feliz, parabéns. Minha tia beijou ela parabenizando, a Alicia pegou minha mão e levou até a barriga dela, já dava pra notar um pouco, acariciei com esperança. Continua. Aguardo os comentários de vocês. Obrigado.
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