This morning I woke up in a bad mood, and I don't really know why. After showering and having breakfast, I went out for a walk. I didn't plan to go far, but I needed to think. Wandering aimlessly, I ended up at a park near home. At that hour, there weren't many people, but you could already feel the buzz of life. I sat down on a bench and got lost in thought, trying to figure out the reason for my unease. I reviewed everything since I was back in the village. I was a happy kid back then, with no clear goals yet, easily entertained by the simplest things. The itch for girls hadn't fully awakened in me yet—in fact, my sexual experience was almost nonexistent. It was only the arrival of my cousins and family that made me change, spurred on especially by the challenge posed by two girls like me, but from the city, in the pejorative sense of the word. They were spoiled and lived in a bubble of luxury, or so it seemed to me. Later, when I came to study in the city, they took me into their home. That's when I was the one who changed. They taught me to see things from another angle, and my aunt and uncle—well, mostly my aunt—contributed to that. To put it one way, they launched me into life. I was also lucky enough to have wonderful people cross my path who shaped me as a person, especially on a sexual level. Now I had reached a rather delicate stage. On one hand, I was treated at home like another son, and also like a brother, of course. But my family was very open in every sense, including when it came to sex. With my cousins, after the initial awkwardness and getting to know each other better, we built such trust among us that we became inseparable. We had no secrets, to the point where we even connected sexually. The three of us could be together, or any combination of us, and there were no issues at all. Even when my aunt gradually gave me her trust, we became accomplices in bed as well. My horizons expanded until I met someone... Beleza de vizinha, me encheu de atenção também, mas agora chegou a hora que a gente se juntou quase todo mundo, meus tios, minha vizinha e eu. Depois de um jantar maravilhoso, a gente fez uma festinha íntima que, aliás, saiu muito boa. Mas nesse momento eu percebi o problema que eu carrego. Meus tios, depois do jantar, sugeriram pras minhas primas que nos deixassem sozinhos. Elas, mesmo já desconfiando, toparam, mas não sem relutância — e olha que elas me fizeram pagar por isso, e eu paguei com gosto, tudo tem que ser dito. Mas me sinto mal porque não tratamos elas como elas merecem, e eu não devia ter deixado isso acontecer. Decidi me reconciliar com minhas primas e comigo mesmo.
Antes de voltar pra casa, passei numa livraria. Fiquei olhando a vitrine, nunca tinha reparado, mas eles também tinham livros didáticos. Entrei por curiosidade e, perguntando pra atendente, ela me orientou na estante onde eu podia achar algo. Tava interessado em algum assunto sobre o que eu tava estudando pra não perder o ritmo. Fui até o fundo do lugar, dava pra ver que o tema não vendia muito. Curiosamente, tinha vários livros interessantes. Comecei a folhear pra ver qual focava mais no que eu queria. Atrás da estante, ouvia um murmúrio. Tava num canto e não conseguia ver nada, mas a curiosidade fez eu afastar alguns livros da estante. Consegui ver a cabeça, pelo visto de uma garota. Ela usava uma peruca loira longa de rabo de cavalo e falava sozinha. Estranhei e continuei tirando mais livros, dessa vez os de baixo. Conforme ia descobrindo, vi que a garota tava sentada e tinha um computador na frente. Tirei mais alguns livros até ver a tela. Fiquei chocado: na frente dela aparecia a cabecinha de uma rola sendo agitada por uma mão anônima. Não dava pra ouvir nada porque ela tava de fones. Ela digitava, conversando com aquela rola — ou melhor, com o dono dela. Abri um dos livros e me ajoelhei na altura da garota. Ela só mexia a cabeça, às vezes colocando a língua pra fora. como se tivesse lambendo a piroca ou abrindo a boca como se tivesse chupando ela, o cara além de mostrar a piroca também queria ver alguma coisa, eu deduzi porque a mina virou pra trás, nas costas dela um corredor comprido de estantes cheias de livros e vazio naquele horário, ela abriu a gola do suéter e mostrou um ombro e a alça do sutiã rosa que tava usando, o cara apressou ela pra mostrar mais mas o suéter não dava mais de si, ela forçou mais pra conseguir tirar o braço mas não cedia nada, por fim resolveu mostrar algo a mais mesmo não estando muito segura. Ela levantou e desabotoou a calça e puxando o suéter tirou ele, sentou de novo e o cara apertava ela com a piroca na mão, ela foi subindo a roupa devagar mal apareceu a parte de baixo do sutiã, o cara acelerou os movimentos da piroca, ela se animou e mostrou um pouco mais até a metade da taça só, mas o cara já conseguia ver o vale e já pegava a piroca pela base e balançava devagar, ela olhava fixo pra tela, tirou uma alça pela manga e abaixou a taça só até insinuar o bico, o cara desesperado incentivava ela com a mão livre, ela esticou o peito e tirou ele do sutiã, a tela vibrava do outro lado imagino pelos movimentos na piroca que o cara dava, fiquei olhando e só de perfil consegui admirar o peito que a mina tinha, pendia um pouco, fazia uma dobrinha debaixo do peito de quase um dedo mas era por causa do peso que tinha. Ela beliscava o bico esticando ele, a excitação do cara dava pra notar, porque aproximou a câmera quase encostando, pois a piroca toda enchia a tela, a loira com os fones de ouvido tava isolada do mundo, pra ela só existia a piroca, cada vez custava mais pra digitar, a mão livre dela tinha passado pela calça e se enfiava entre as pernas, com a outra apertava o bico e tentava levar ele até a boca, eu com a piroca dura de joelhos parecia que tava ali oração, já tinha parado de fingir com o livro quando estiquei o pescoço pra ver se ela já tinha abaixado a calça. Quando me tocaram no ombro, quase morri, me virei esperando o pior, e era isso mesmo, a balconista estava atrás de mim com cara de poucos amigos e mãos na cintura, como quem pede explicações, com um monte de livros jogados aos meus pés. Não soube que desculpa dar, tava pego, só apontei pro buraco na estante e me afastei. A menina, intrigada, se abaixou do meu lado. Sabia que tinha uma garota no wi-fi, mas já fazia um tempão e achei que ela já tivesse ido embora. Acho que ela nem percebeu a teta que tava mais perto, só viu a pica bem iluminada brilhando no monitor, nem se virou, só foi tirando mais alguns livros. Já dava pra cabeça dela passar pelo buraco dos livros. A loira tinha se levantado e abaixado a calça, ficou só de calcinha fúcsia, igual ao sutiã, e sentou de novo. Ela puxou a calcinha de lado e mostrou pra câmera um pouco do pelo crespo que saía dela, era castanho. O cara tava se masturbando, trocando de mão direto e cuspindo na pica. A balconista não se mexia, continuava com metade do corpo dentro da estante quase vazia. A loira tirou o suéter de vez e soltou o sutiã, as duas tetas já estavam pra fora, quase penduradas. A balconista apertou meu braço pra eu olhar, eu olhei junto com ela, as duas cabeças coladas no buraco. Eu ouvia a respiração ofegante da balconista. Apontei com o olhar pro monitor e ela fechou os olhos, suspirando. Quando a loira puxou a calcinha de vez, mostrou os lábios molhados, abriu eles e esticou as pernas, a buceta peluda tava inchada. A balconista, instintivamente, apertou uma teta, ficou rodeando com a mão, beliscando o mamilo com certeza. Como tava apoiada num braço, cansava e trocava de mão. Quando ela começou a acariciar a teta do meu lado, coloquei minha mão sobre a dela. e apertei ela de leve, ela me olhou e tirou a mão deslizando por baixo da minha, eu pensei que ia descansar, mas ela levantou os joelhos do chão pra soltar a saia, tava pisando na barra e passou a mão entre as dobras. Não tinha tanto peito quanto a loira, mas, de cócoras, pendia na minha mão, mal segura pelo sutiã, ela usava um com aros de aço que encaixava o peito, mas meus dedos passaram por baixo do aro e, puxando pra frente, soltou a teta que ficou pendurada literalmente, a mina reclamou, tava desconfortável, lembrei que normalmente os aros furavam quando tava mal colocado e, passando a mão pelas costas, soltei o fecho. A peça parou de apertar e as duas tetas ficaram no meu poder, ela fechava os olhos quando eu apertava, a mão dela também devia estar fazendo das dela entre as pernas porque mexia a bunda sem parar. Eu olhava pelo corredor pra ver se aparecia alguém, embora a campainha da porta tivesse avisado, mas não queria deixar ela numa saia justa. Os joelhos doíam pra caralho, tive que largar as tetas da vendedora e fiquei de pé, da mina só dava pra ver da cintura pra trás, devagar levantei a saia dela por trás, as coxas brancas destacavam com a saia azul-marinho, a calcinha da mina, estampada juvenil, cobria a bunda quase toda, só dava pra ver os nós dos dedos dela cutucando entre as coxas, me abaixei e molhei dois dedos com saliva, passei por cima da calcinha, ela, com os nós dos dedos, sentiu a umidade dos meus dedos e afastou eles, molhei os dedos de novo e, dessa vez, afastando um pouco o elástico da calcinha, passei pela virilha depilada até chegar no pelo crespo, ela arqueou a cintura levantando a bunda um pouco, peguei a calcinha dela com dois dedos dos lados e fui descendo pelas nádegas, eram brancas como neve, mas entre elas a moita de pelo destacava, cuspi entre as nádegas e sumiu entre elas, vi como brilhava o pelo na entrada da buceta. A buceta dela. Olhei entre os livros, a loira tinha tirado a calcinha e, de pernas abertas, tava se dedando, enfiando dois dedos na buceta. Na tela, o pau pulava todo desfocado. Levantei a blusa da vendedora, as costas brilhavam de suor. Tirei o pau pra fora, lambuzei de saliva e me agachei atrás dela. Com as mãos, peguei os dois peitos dela ao mesmo tempo, tavam durinhos. Ela mal se mexeu quando sentiu minhas mãos neles, parecia que já sabia o próximo capítulo. Porque quando sentiu o calor do meu pau na buceta dela, se abaixou ainda mais. Meu pau entrou quase na vertical, sem esforço nenhum, enquanto eu puxava os dois peitos dela contra mim. Meu pau foi entrando nela até o fundo. A loira do outro lado tinha tirado o fone de ouvido pra se mastigar melhor, gemia sem medo ao ver o amigo prestes a gozar. A vendedora, por outro lado, mal soltava uns suspiros bem baixinho. A sorte tava do nosso lado. A loira gozou quando viu a tela borrar, o cara tinha cegado a câmera com o próprio gozo. A vendedora apertou a buceta dela, grunhindo também debaixo de um orgasmo bruto. Eu só me apoiei na bunda dela, já não aguentava mais ficar agachado, e me livrei de todo o gozo que tinha acumulado. A vendedora esperou eu conseguir levantar, mas quando viu a loira desligar o computador e se levantar pra vestir a calcinha e o resto da roupa, ela se levantou, me deixando com o pau ainda duro. Enfiou os peitos no sutiã, vestiu a calcinha e abaixou a saia. As duas se cruzaram na saída dos corredores, a loira deu tchau e saiu. Eu, com um livro na mão, entreguei pra ela pagar. A vendedora abriu, olhou o preço, arrancou a etiqueta e jogou no lixo, e disse:
— Fica tranquilo, cortesia da casa. Depois arrumo os livros do corredor.
— Valeu pelo livro, volto pra pegar mais.
— Vou esperar ansiosa.
Quando cheguei na porta de casa, ouvi me chamarem. Me virei e vi a Emi, da janela do quarto dela. Chamei, atravessei a rua e, quando me aproximava da porta dela, a garota abriu, espiando um pouco a cabeça, me fez entrar rápido. Ela estava coberta com um roupão, segurando-o fechado com a mão.
— Oi, Juan, quanto tempo sem te ver, tava com saudade de saber de você, como é que cê tá?
Beijei ela nas bochechas, ela me correspondeu com um beijinho nos lábios, segurando meu rosto com as mãos. O roupão abriu de cima a baixo e o peito esquerdo escapou. Fiquei surpreso, como sempre que via eles, eram perfeitos. Ela me convidou pra sentar no sofá, eu insinuei que tava com um pouco de pressa, mas ela segurou meu braço, quis saber como eu tava depois da festa. Falei que muito bem, que tinha adorado. Ela reparou na minha braguilha…
— Ei! Que que cê tem aí? Olha só o Juan, se só escapou um pouco do meu peito!
— Pra mim já é o suficiente, adoro seus peitos, sou louco neles, não tem jeito.
— E eu, sabe o que mais gosto em você? Gosto das suas mãos.
Ela pegou minha mão e beijou, e abrindo os lábios, enfiou o dedo do meio na boca.
— Ai, meu Juan, acho que tô desconfiada de uma coisa, deixa eu ver.
Ela me empurrou no assento do sofá e, com muita habilidade, abaixou o zíper da minha calça e, enfiando a mão, tirou minha piroca com dificuldade. Colocou na boca e senti ela passando a língua em volta, saboreou e me disse com cara de falso desagrado:
— Olha, olha, então é assim que cê já meteu a piroca numa buceta a essa hora da manhã! Porque tem gosto de fluxo de mulher quente, e seus dedos também.
— Pô, Emi, que paladar bom que cê tem! É que não tive tempo de tomar banho, acabei de passar por um caso que só se vê em filme pornô.
— Só com você mesmo essas coisas.
Contei em detalhes a visita à livraria. Emi me escutava atenta e sorrindo. Quando terminei, ela pegou minha mão e, puxando, me levou pro chuveiro.
— Vem, vamos tomar banho. Justamente ia fazer o mesmo quando te vi. Se nem todas as mulheres da sua... Em casa, vão sentir seu cheiro assim que você entrar. Eu me despi enquanto ela regulava a temperatura da água, ela simplesmente abriu o roupão e entrou debaixo do chuveiro, de dentro me estendeu a mão pra eu acompanhá-la. Mesmo o box sendo espaçoso, a gente ficou colado. Emi ensaboou meu corpo, quando chegava perto da minha pica dura, ela desviava. Depois me deu a esponja e disse…
- A pica é sua, porque você não vai se contentar que eu lave.
Eu puxei o prepúcio e lavei a pica com cuidado, depois enxaguei a esponja e Emi tirou todo o sabão de mim. Quando terminou, ela se virou, colocou gel na esponja e me deu…
- Agora é sua vez, me ensaboa bem.
Cobri ela de espuma da nuca até os tornozelos, entre as nádegas passei a esponja até tirar a mão na frente. Quando ela se virou, levantou os braços e pude esfregar os peitos e a barriga dela até chegar no púbis, e ela tirou a esponja de mim.
- Espera, hoje isso é meu, senão você se empolga e a gente termina como começou.
Ela só deixou que, enquanto ela lavava a buceta, eu massageasse os mamilos. Ao sair, ela enrolou uma toalha na cabeça e com umas grandes a gente se secou. Quando me vesti, ainda não tinha baixado a ereção.
- Ah! Sabe?, tenho coisas pra te contar, não te falaram nada?
- Então não, não sei de nada, tem novidade?
- Por enquanto não posso te contar nada, mas acho que seus tios estão planejando algo, eles vão te contar.
- Valeu, então vou pra casa, obrigado pelo banho e por ter me saboreado.
Emi caiu na risada com aquelas gargalhadas que me apaixonavam. Quando atravessei a rua, mal dava pra ver a cabeça dela enrolada na toalha. Ao entrar em casa, só se ouvia o barulho de panelas na cozinha, lá em cima nos quartos das minhas primas também dava pra ouvir as vozes delas. Quando entrei na cozinha, o cheiro de peixe me invadiu, minha tia estava preparando um aperitivo de mexilhões e disse…
- Oi Juan, não te ouvi entrar, quer um mexilhão e uma cervejinha?
- Eu adoro. Os mexilhões e, principalmente, o teu, você já sabe. Falei no ouvido dela enquanto passava a mão por baixo do avental e apertava a buceta dela.
- Shhh, quieto, fera! Que suas primas estão em casa e vão nos pegar, mas é verdade que você gosta tanto do meu mexilhão?
- Duvida? Comeria agora mesmo, olha como já tô de pau duro.
- Que barbaridade, parece que você tá há um mês sem foder.
- Quase – menti – e enfiava agora mesmo aqui. Peguei ela pela cintura e apertei a bunda dela com meu pau duro, ela se esquivou depois de dar uma rebolada em cima dele.
- Não se preocupa, não vamos demorar pra brincar. Ah! Tenho que te contar uma coisa, seu tio preparou um jantar pra nós dois e depois disse que vamos a uma casa liberal, um amigo deu um convite VIP pra ele e ele quer que a gente vá sábado que vem.
- Muito bem, fico feliz, vejo que o Antonio rejuvenesceu em pouco tempo, e você, o que acha?
- Bom, tô curiosa, não sei bem como vai ser, mas queria experimentar.
- Perfeito, mas me conta tudo, hein?
- Claro, com todos os detalhes, pena não poder ir com você. Ela espiou pra sala e, vendo que não tinha ninguém, apertou meu pau com a mão toda fechada. Quando saí da cozinha, minha prima Maite cruzou comigo e só disse…
- Oi, primo, hummm, que cheiro bom, parece até gel feminino.
No sábado seguinte, meu tio tava mesmo radiante, só tinha atenções pra minha tia. Quando saíram pra jantar, ele tava elegante, mas minha tia, além de bonita, tava gostosa de verdade: um vestido justo e um decote de tirar o fôlego, saltos altíssimos que a deixavam mais alta que meu tio. Minhas primas e eu comemos pizza, ficamos brincando o tempo todo sobre as brincadeiras de vingança que elas tinham me dado. Quando terminamos, guardamos tudo e sentamos no sofá os três. Elas tiraram os sapatos e ficaram de pernas cruzadas, começaram a me fazer cócegas e a me provocar, até que a Maria se levantou e disse…
— Vou pra cama, aqui não dá pra ficar, vocês vêm comigo?
Maite me pegou pelo braço e a seguimos. Ela abriu a porta de par em par e, tirando a roupa, abriu a cama. Disse pra irmã:
— Maite, você primeiro, depois o Juan e eu.
Não nos deu opção de opinar. Maite tirou a pouca roupa que tinha e subiu na cama. Eu fiz o mesmo, fiquei só de cueca. Maria me pegou pelo braço e, com os olhos, me mandou tirar. Obedeci. Ela entrou e puxou o lençol sobre nós. Estávamos meio apertados, e minhas primas pegaram meus braços e colocaram atrás dos ombros delas, enquanto viravam de lado pra mim. A maciez da pele das garotas roçava em mim, e o calor dos corpos delas me deixava louco. Maria perguntou:
— Juan, você sabe pra onde meus pais foram hoje?
— Foram jantar, sua mãe me disse.
— E depois, iam pra algum lugar? — disse Maite.
— É que eu ouvi eles cochichando que meu pai ia levar ela pra algum lugar especial, segundo ele.
— Então não sei exatamente, mas acho que era um lugar de casais liberais, mas não me levem muito a sério.
— É, algo assim eu ouvi, era essa palavra que não me vinha. E você acha que eles vão gostar?
— Sei lá, seu pai tava muito animado e sua mãe também não tava achando ruim.
— Não sei, não vejo meu pai dividindo minha mãe, imagino ele balançando o pedaço de pau que tem enquanto outro come minha mãe.
— E como você sabe o tamanho do pau do papai, Maria?
— Bom… porque eu vi.
Maite sentou de repente.
— E não me contou, Maria? Puta que pariu, irmã, conta como você viu.
— Tá bom, eu era bem novinha, tinha uns treze anos, mais ou menos, acho. A gente tava na casa da praia, mamãe tava tomando sol e você tirando soneca. Papai deitou depois de ter bebido quase uma sangria sozinho. Quando eu também ia tirar uma soneca, passei pelo quarto dele. Ele roncava igual um veado, então eu me aproximei. Eu tava na beira da cama, de lado, e pela braguilha mal fechada do short tava aparecendo um pouco da pica. Me chamou atenção como ela era preta. Sentei no chão na frente dela e, com dois dedos, puxei. Saiu um pouco mais, mas ainda dava pra ver que tava bem dura pra sair. Soltei o botão da cintura e afrouxei o short, com a mão estiquei a pica. Tava mole e saiu feito uma cobra. Quando já tava esticada em cima do lençol, fui atrás das bolas. Elas tavam grudadas no final da pica, entre as coxas. Cheirei minha mão e senti um cheiro forte. Me aproximei e cheirei também a ponta da cabecinha. Vi que tinha a pele cobrindo ela e puxei pra trás. O pau começou a crescer, mas não só de comprido, de grosso também. Eu tava apressada, não conseguia parar aquilo. Não parava de crescer e crescer. Quando parou de crescer, já não tava mais apoiado no lençol, tava duro, olhando pra mim. Na ponta tinha saído uma gota grossa. Com a língua, provei. Era salgado. Lambi a cabecinha, também era salgado, mas além disso me surpreendi como tava quente. Passei a língua em volta. Tava duro e a pele brilhava de tão inchada que tava. Abri a boca e tentei enfiar dentro, mas não cabia. Só consegui lamber. Quando tava com a ponta só na boca, o pai virou de repente. Me enfiei debaixo da cama, o coração tava a mil. Escutei e não ouvi nada. Quando saí, ele tava de barriga pra cima com os braços no rosto e a pica apontando pro teto. Demorei pra me decidir, mas no final peguei nela. Tive que fazer com as duas mãos, porque não dava pra segurar inteira. Fui mexendo pra cima e pra baixo, gostava de percorrer o tronco todo. Medi e só dava pra cobrir com três punhos. Quando começou a pulsar, o pai se mexeu. Tive medo que acordasse e me visse com a pica na mão. Tirei a calcinha quando já sentia pelas veias que ele ia gozar. Coloquei minha calcinha por cima e apertei. Quando tirei, tava molhada de porra quente. O cheiro era muito forte. Limpei o máximo que pude, até que Dando um grunhido, ele virou pro outro lado, não me deu tempo de abotoar a calça dele de novo.
- Que barbaridade, que corajosa, eu não teria coragem, mas também já vi a dele uma vez.
- Anda com a Maite, e sem falar nada, conta agora você.
Enquanto as garotas contavam com todos os detalhes a pica do pai delas, uma massageava a minha, enquanto a outra amassava minhas bolas. De vez em quando trocavam, eu percebia porque a Maite pegava minha pica com a mão toda e, fazendo um giro de pulso, seguia o formato da pica. Já a Maria se dedicava mais a esfregar a cabeça, como se estivesse espremendo uma laranja, e envolvia com a mão fechada.
- Na real, eu nunca vi de perto nem toquei, mas uma vez entrei no quarto quando eles estavam trepando. Eles não me viram porque estavam empolgados. Eu, aos pés da cama, via como a mãe estava por cima dele, enfiava a pica na buceta, no começo só um pouco, mas conforme esquentava, ia enfiando mais e mais até cravar quase toda. Teve um momento que ela pulava em cima dele e a pica saiu pra fora. Ela ficou parada, e o pai foi procurando a vagina até achar e enfiou sem usar as mãos, cravou até as bolas. A mãe gritou, mas depois sentou de uma vez e foi ela quem cravou até o fundo. A mãe gritava cada vez mais, tremeu, imagino que gozou, e depois o pai ficou um momento parado, deu duas ou três cravadas e começou a sair porra pra caralho em volta da pica enfiada. Eu saí voando de susto, eles não me viram.
A mão que segurava minha pica naquele momento, acho que era da Maria pelo tesão que ela tava, não parou quando avisei que ia gozar. A Maite separou o lençol que nos cobria e acariciou minhas bolas. Os jatos de porra que jorraram da minha pica subiram no ar e caíram nos corpos das três. Elas garantiram que não tinha sobrado nada dentro e se abaixaram sobre mim, chupando minha barriga, o peito. Estômago e umbigo cheios de porra, a piroca ficou brilhando, elas se limparam com os dedos e os chuparam, depois continuamos conversando. Continua.
Antes de voltar pra casa, passei numa livraria. Fiquei olhando a vitrine, nunca tinha reparado, mas eles também tinham livros didáticos. Entrei por curiosidade e, perguntando pra atendente, ela me orientou na estante onde eu podia achar algo. Tava interessado em algum assunto sobre o que eu tava estudando pra não perder o ritmo. Fui até o fundo do lugar, dava pra ver que o tema não vendia muito. Curiosamente, tinha vários livros interessantes. Comecei a folhear pra ver qual focava mais no que eu queria. Atrás da estante, ouvia um murmúrio. Tava num canto e não conseguia ver nada, mas a curiosidade fez eu afastar alguns livros da estante. Consegui ver a cabeça, pelo visto de uma garota. Ela usava uma peruca loira longa de rabo de cavalo e falava sozinha. Estranhei e continuei tirando mais livros, dessa vez os de baixo. Conforme ia descobrindo, vi que a garota tava sentada e tinha um computador na frente. Tirei mais alguns livros até ver a tela. Fiquei chocado: na frente dela aparecia a cabecinha de uma rola sendo agitada por uma mão anônima. Não dava pra ouvir nada porque ela tava de fones. Ela digitava, conversando com aquela rola — ou melhor, com o dono dela. Abri um dos livros e me ajoelhei na altura da garota. Ela só mexia a cabeça, às vezes colocando a língua pra fora. como se tivesse lambendo a piroca ou abrindo a boca como se tivesse chupando ela, o cara além de mostrar a piroca também queria ver alguma coisa, eu deduzi porque a mina virou pra trás, nas costas dela um corredor comprido de estantes cheias de livros e vazio naquele horário, ela abriu a gola do suéter e mostrou um ombro e a alça do sutiã rosa que tava usando, o cara apressou ela pra mostrar mais mas o suéter não dava mais de si, ela forçou mais pra conseguir tirar o braço mas não cedia nada, por fim resolveu mostrar algo a mais mesmo não estando muito segura. Ela levantou e desabotoou a calça e puxando o suéter tirou ele, sentou de novo e o cara apertava ela com a piroca na mão, ela foi subindo a roupa devagar mal apareceu a parte de baixo do sutiã, o cara acelerou os movimentos da piroca, ela se animou e mostrou um pouco mais até a metade da taça só, mas o cara já conseguia ver o vale e já pegava a piroca pela base e balançava devagar, ela olhava fixo pra tela, tirou uma alça pela manga e abaixou a taça só até insinuar o bico, o cara desesperado incentivava ela com a mão livre, ela esticou o peito e tirou ele do sutiã, a tela vibrava do outro lado imagino pelos movimentos na piroca que o cara dava, fiquei olhando e só de perfil consegui admirar o peito que a mina tinha, pendia um pouco, fazia uma dobrinha debaixo do peito de quase um dedo mas era por causa do peso que tinha. Ela beliscava o bico esticando ele, a excitação do cara dava pra notar, porque aproximou a câmera quase encostando, pois a piroca toda enchia a tela, a loira com os fones de ouvido tava isolada do mundo, pra ela só existia a piroca, cada vez custava mais pra digitar, a mão livre dela tinha passado pela calça e se enfiava entre as pernas, com a outra apertava o bico e tentava levar ele até a boca, eu com a piroca dura de joelhos parecia que tava ali oração, já tinha parado de fingir com o livro quando estiquei o pescoço pra ver se ela já tinha abaixado a calça. Quando me tocaram no ombro, quase morri, me virei esperando o pior, e era isso mesmo, a balconista estava atrás de mim com cara de poucos amigos e mãos na cintura, como quem pede explicações, com um monte de livros jogados aos meus pés. Não soube que desculpa dar, tava pego, só apontei pro buraco na estante e me afastei. A menina, intrigada, se abaixou do meu lado. Sabia que tinha uma garota no wi-fi, mas já fazia um tempão e achei que ela já tivesse ido embora. Acho que ela nem percebeu a teta que tava mais perto, só viu a pica bem iluminada brilhando no monitor, nem se virou, só foi tirando mais alguns livros. Já dava pra cabeça dela passar pelo buraco dos livros. A loira tinha se levantado e abaixado a calça, ficou só de calcinha fúcsia, igual ao sutiã, e sentou de novo. Ela puxou a calcinha de lado e mostrou pra câmera um pouco do pelo crespo que saía dela, era castanho. O cara tava se masturbando, trocando de mão direto e cuspindo na pica. A balconista não se mexia, continuava com metade do corpo dentro da estante quase vazia. A loira tirou o suéter de vez e soltou o sutiã, as duas tetas já estavam pra fora, quase penduradas. A balconista apertou meu braço pra eu olhar, eu olhei junto com ela, as duas cabeças coladas no buraco. Eu ouvia a respiração ofegante da balconista. Apontei com o olhar pro monitor e ela fechou os olhos, suspirando. Quando a loira puxou a calcinha de vez, mostrou os lábios molhados, abriu eles e esticou as pernas, a buceta peluda tava inchada. A balconista, instintivamente, apertou uma teta, ficou rodeando com a mão, beliscando o mamilo com certeza. Como tava apoiada num braço, cansava e trocava de mão. Quando ela começou a acariciar a teta do meu lado, coloquei minha mão sobre a dela. e apertei ela de leve, ela me olhou e tirou a mão deslizando por baixo da minha, eu pensei que ia descansar, mas ela levantou os joelhos do chão pra soltar a saia, tava pisando na barra e passou a mão entre as dobras. Não tinha tanto peito quanto a loira, mas, de cócoras, pendia na minha mão, mal segura pelo sutiã, ela usava um com aros de aço que encaixava o peito, mas meus dedos passaram por baixo do aro e, puxando pra frente, soltou a teta que ficou pendurada literalmente, a mina reclamou, tava desconfortável, lembrei que normalmente os aros furavam quando tava mal colocado e, passando a mão pelas costas, soltei o fecho. A peça parou de apertar e as duas tetas ficaram no meu poder, ela fechava os olhos quando eu apertava, a mão dela também devia estar fazendo das dela entre as pernas porque mexia a bunda sem parar. Eu olhava pelo corredor pra ver se aparecia alguém, embora a campainha da porta tivesse avisado, mas não queria deixar ela numa saia justa. Os joelhos doíam pra caralho, tive que largar as tetas da vendedora e fiquei de pé, da mina só dava pra ver da cintura pra trás, devagar levantei a saia dela por trás, as coxas brancas destacavam com a saia azul-marinho, a calcinha da mina, estampada juvenil, cobria a bunda quase toda, só dava pra ver os nós dos dedos dela cutucando entre as coxas, me abaixei e molhei dois dedos com saliva, passei por cima da calcinha, ela, com os nós dos dedos, sentiu a umidade dos meus dedos e afastou eles, molhei os dedos de novo e, dessa vez, afastando um pouco o elástico da calcinha, passei pela virilha depilada até chegar no pelo crespo, ela arqueou a cintura levantando a bunda um pouco, peguei a calcinha dela com dois dedos dos lados e fui descendo pelas nádegas, eram brancas como neve, mas entre elas a moita de pelo destacava, cuspi entre as nádegas e sumiu entre elas, vi como brilhava o pelo na entrada da buceta. A buceta dela. Olhei entre os livros, a loira tinha tirado a calcinha e, de pernas abertas, tava se dedando, enfiando dois dedos na buceta. Na tela, o pau pulava todo desfocado. Levantei a blusa da vendedora, as costas brilhavam de suor. Tirei o pau pra fora, lambuzei de saliva e me agachei atrás dela. Com as mãos, peguei os dois peitos dela ao mesmo tempo, tavam durinhos. Ela mal se mexeu quando sentiu minhas mãos neles, parecia que já sabia o próximo capítulo. Porque quando sentiu o calor do meu pau na buceta dela, se abaixou ainda mais. Meu pau entrou quase na vertical, sem esforço nenhum, enquanto eu puxava os dois peitos dela contra mim. Meu pau foi entrando nela até o fundo. A loira do outro lado tinha tirado o fone de ouvido pra se mastigar melhor, gemia sem medo ao ver o amigo prestes a gozar. A vendedora, por outro lado, mal soltava uns suspiros bem baixinho. A sorte tava do nosso lado. A loira gozou quando viu a tela borrar, o cara tinha cegado a câmera com o próprio gozo. A vendedora apertou a buceta dela, grunhindo também debaixo de um orgasmo bruto. Eu só me apoiei na bunda dela, já não aguentava mais ficar agachado, e me livrei de todo o gozo que tinha acumulado. A vendedora esperou eu conseguir levantar, mas quando viu a loira desligar o computador e se levantar pra vestir a calcinha e o resto da roupa, ela se levantou, me deixando com o pau ainda duro. Enfiou os peitos no sutiã, vestiu a calcinha e abaixou a saia. As duas se cruzaram na saída dos corredores, a loira deu tchau e saiu. Eu, com um livro na mão, entreguei pra ela pagar. A vendedora abriu, olhou o preço, arrancou a etiqueta e jogou no lixo, e disse:
— Fica tranquilo, cortesia da casa. Depois arrumo os livros do corredor.
— Valeu pelo livro, volto pra pegar mais.
— Vou esperar ansiosa.
Quando cheguei na porta de casa, ouvi me chamarem. Me virei e vi a Emi, da janela do quarto dela. Chamei, atravessei a rua e, quando me aproximava da porta dela, a garota abriu, espiando um pouco a cabeça, me fez entrar rápido. Ela estava coberta com um roupão, segurando-o fechado com a mão.
— Oi, Juan, quanto tempo sem te ver, tava com saudade de saber de você, como é que cê tá?
Beijei ela nas bochechas, ela me correspondeu com um beijinho nos lábios, segurando meu rosto com as mãos. O roupão abriu de cima a baixo e o peito esquerdo escapou. Fiquei surpreso, como sempre que via eles, eram perfeitos. Ela me convidou pra sentar no sofá, eu insinuei que tava com um pouco de pressa, mas ela segurou meu braço, quis saber como eu tava depois da festa. Falei que muito bem, que tinha adorado. Ela reparou na minha braguilha…
— Ei! Que que cê tem aí? Olha só o Juan, se só escapou um pouco do meu peito!
— Pra mim já é o suficiente, adoro seus peitos, sou louco neles, não tem jeito.
— E eu, sabe o que mais gosto em você? Gosto das suas mãos.
Ela pegou minha mão e beijou, e abrindo os lábios, enfiou o dedo do meio na boca.
— Ai, meu Juan, acho que tô desconfiada de uma coisa, deixa eu ver.
Ela me empurrou no assento do sofá e, com muita habilidade, abaixou o zíper da minha calça e, enfiando a mão, tirou minha piroca com dificuldade. Colocou na boca e senti ela passando a língua em volta, saboreou e me disse com cara de falso desagrado:
— Olha, olha, então é assim que cê já meteu a piroca numa buceta a essa hora da manhã! Porque tem gosto de fluxo de mulher quente, e seus dedos também.
— Pô, Emi, que paladar bom que cê tem! É que não tive tempo de tomar banho, acabei de passar por um caso que só se vê em filme pornô.
— Só com você mesmo essas coisas.
Contei em detalhes a visita à livraria. Emi me escutava atenta e sorrindo. Quando terminei, ela pegou minha mão e, puxando, me levou pro chuveiro.
— Vem, vamos tomar banho. Justamente ia fazer o mesmo quando te vi. Se nem todas as mulheres da sua... Em casa, vão sentir seu cheiro assim que você entrar. Eu me despi enquanto ela regulava a temperatura da água, ela simplesmente abriu o roupão e entrou debaixo do chuveiro, de dentro me estendeu a mão pra eu acompanhá-la. Mesmo o box sendo espaçoso, a gente ficou colado. Emi ensaboou meu corpo, quando chegava perto da minha pica dura, ela desviava. Depois me deu a esponja e disse…
- A pica é sua, porque você não vai se contentar que eu lave.
Eu puxei o prepúcio e lavei a pica com cuidado, depois enxaguei a esponja e Emi tirou todo o sabão de mim. Quando terminou, ela se virou, colocou gel na esponja e me deu…
- Agora é sua vez, me ensaboa bem.
Cobri ela de espuma da nuca até os tornozelos, entre as nádegas passei a esponja até tirar a mão na frente. Quando ela se virou, levantou os braços e pude esfregar os peitos e a barriga dela até chegar no púbis, e ela tirou a esponja de mim.
- Espera, hoje isso é meu, senão você se empolga e a gente termina como começou.
Ela só deixou que, enquanto ela lavava a buceta, eu massageasse os mamilos. Ao sair, ela enrolou uma toalha na cabeça e com umas grandes a gente se secou. Quando me vesti, ainda não tinha baixado a ereção.
- Ah! Sabe?, tenho coisas pra te contar, não te falaram nada?
- Então não, não sei de nada, tem novidade?
- Por enquanto não posso te contar nada, mas acho que seus tios estão planejando algo, eles vão te contar.
- Valeu, então vou pra casa, obrigado pelo banho e por ter me saboreado.
Emi caiu na risada com aquelas gargalhadas que me apaixonavam. Quando atravessei a rua, mal dava pra ver a cabeça dela enrolada na toalha. Ao entrar em casa, só se ouvia o barulho de panelas na cozinha, lá em cima nos quartos das minhas primas também dava pra ouvir as vozes delas. Quando entrei na cozinha, o cheiro de peixe me invadiu, minha tia estava preparando um aperitivo de mexilhões e disse…
- Oi Juan, não te ouvi entrar, quer um mexilhão e uma cervejinha?
- Eu adoro. Os mexilhões e, principalmente, o teu, você já sabe. Falei no ouvido dela enquanto passava a mão por baixo do avental e apertava a buceta dela.
- Shhh, quieto, fera! Que suas primas estão em casa e vão nos pegar, mas é verdade que você gosta tanto do meu mexilhão?
- Duvida? Comeria agora mesmo, olha como já tô de pau duro.
- Que barbaridade, parece que você tá há um mês sem foder.
- Quase – menti – e enfiava agora mesmo aqui. Peguei ela pela cintura e apertei a bunda dela com meu pau duro, ela se esquivou depois de dar uma rebolada em cima dele.
- Não se preocupa, não vamos demorar pra brincar. Ah! Tenho que te contar uma coisa, seu tio preparou um jantar pra nós dois e depois disse que vamos a uma casa liberal, um amigo deu um convite VIP pra ele e ele quer que a gente vá sábado que vem.
- Muito bem, fico feliz, vejo que o Antonio rejuvenesceu em pouco tempo, e você, o que acha?
- Bom, tô curiosa, não sei bem como vai ser, mas queria experimentar.
- Perfeito, mas me conta tudo, hein?
- Claro, com todos os detalhes, pena não poder ir com você. Ela espiou pra sala e, vendo que não tinha ninguém, apertou meu pau com a mão toda fechada. Quando saí da cozinha, minha prima Maite cruzou comigo e só disse…
- Oi, primo, hummm, que cheiro bom, parece até gel feminino.
No sábado seguinte, meu tio tava mesmo radiante, só tinha atenções pra minha tia. Quando saíram pra jantar, ele tava elegante, mas minha tia, além de bonita, tava gostosa de verdade: um vestido justo e um decote de tirar o fôlego, saltos altíssimos que a deixavam mais alta que meu tio. Minhas primas e eu comemos pizza, ficamos brincando o tempo todo sobre as brincadeiras de vingança que elas tinham me dado. Quando terminamos, guardamos tudo e sentamos no sofá os três. Elas tiraram os sapatos e ficaram de pernas cruzadas, começaram a me fazer cócegas e a me provocar, até que a Maria se levantou e disse…
— Vou pra cama, aqui não dá pra ficar, vocês vêm comigo?
Maite me pegou pelo braço e a seguimos. Ela abriu a porta de par em par e, tirando a roupa, abriu a cama. Disse pra irmã:
— Maite, você primeiro, depois o Juan e eu.
Não nos deu opção de opinar. Maite tirou a pouca roupa que tinha e subiu na cama. Eu fiz o mesmo, fiquei só de cueca. Maria me pegou pelo braço e, com os olhos, me mandou tirar. Obedeci. Ela entrou e puxou o lençol sobre nós. Estávamos meio apertados, e minhas primas pegaram meus braços e colocaram atrás dos ombros delas, enquanto viravam de lado pra mim. A maciez da pele das garotas roçava em mim, e o calor dos corpos delas me deixava louco. Maria perguntou:
— Juan, você sabe pra onde meus pais foram hoje?
— Foram jantar, sua mãe me disse.
— E depois, iam pra algum lugar? — disse Maite.
— É que eu ouvi eles cochichando que meu pai ia levar ela pra algum lugar especial, segundo ele.
— Então não sei exatamente, mas acho que era um lugar de casais liberais, mas não me levem muito a sério.
— É, algo assim eu ouvi, era essa palavra que não me vinha. E você acha que eles vão gostar?
— Sei lá, seu pai tava muito animado e sua mãe também não tava achando ruim.
— Não sei, não vejo meu pai dividindo minha mãe, imagino ele balançando o pedaço de pau que tem enquanto outro come minha mãe.
— E como você sabe o tamanho do pau do papai, Maria?
— Bom… porque eu vi.
Maite sentou de repente.
— E não me contou, Maria? Puta que pariu, irmã, conta como você viu.
— Tá bom, eu era bem novinha, tinha uns treze anos, mais ou menos, acho. A gente tava na casa da praia, mamãe tava tomando sol e você tirando soneca. Papai deitou depois de ter bebido quase uma sangria sozinho. Quando eu também ia tirar uma soneca, passei pelo quarto dele. Ele roncava igual um veado, então eu me aproximei. Eu tava na beira da cama, de lado, e pela braguilha mal fechada do short tava aparecendo um pouco da pica. Me chamou atenção como ela era preta. Sentei no chão na frente dela e, com dois dedos, puxei. Saiu um pouco mais, mas ainda dava pra ver que tava bem dura pra sair. Soltei o botão da cintura e afrouxei o short, com a mão estiquei a pica. Tava mole e saiu feito uma cobra. Quando já tava esticada em cima do lençol, fui atrás das bolas. Elas tavam grudadas no final da pica, entre as coxas. Cheirei minha mão e senti um cheiro forte. Me aproximei e cheirei também a ponta da cabecinha. Vi que tinha a pele cobrindo ela e puxei pra trás. O pau começou a crescer, mas não só de comprido, de grosso também. Eu tava apressada, não conseguia parar aquilo. Não parava de crescer e crescer. Quando parou de crescer, já não tava mais apoiado no lençol, tava duro, olhando pra mim. Na ponta tinha saído uma gota grossa. Com a língua, provei. Era salgado. Lambi a cabecinha, também era salgado, mas além disso me surpreendi como tava quente. Passei a língua em volta. Tava duro e a pele brilhava de tão inchada que tava. Abri a boca e tentei enfiar dentro, mas não cabia. Só consegui lamber. Quando tava com a ponta só na boca, o pai virou de repente. Me enfiei debaixo da cama, o coração tava a mil. Escutei e não ouvi nada. Quando saí, ele tava de barriga pra cima com os braços no rosto e a pica apontando pro teto. Demorei pra me decidir, mas no final peguei nela. Tive que fazer com as duas mãos, porque não dava pra segurar inteira. Fui mexendo pra cima e pra baixo, gostava de percorrer o tronco todo. Medi e só dava pra cobrir com três punhos. Quando começou a pulsar, o pai se mexeu. Tive medo que acordasse e me visse com a pica na mão. Tirei a calcinha quando já sentia pelas veias que ele ia gozar. Coloquei minha calcinha por cima e apertei. Quando tirei, tava molhada de porra quente. O cheiro era muito forte. Limpei o máximo que pude, até que Dando um grunhido, ele virou pro outro lado, não me deu tempo de abotoar a calça dele de novo.
- Que barbaridade, que corajosa, eu não teria coragem, mas também já vi a dele uma vez.
- Anda com a Maite, e sem falar nada, conta agora você.
Enquanto as garotas contavam com todos os detalhes a pica do pai delas, uma massageava a minha, enquanto a outra amassava minhas bolas. De vez em quando trocavam, eu percebia porque a Maite pegava minha pica com a mão toda e, fazendo um giro de pulso, seguia o formato da pica. Já a Maria se dedicava mais a esfregar a cabeça, como se estivesse espremendo uma laranja, e envolvia com a mão fechada.
- Na real, eu nunca vi de perto nem toquei, mas uma vez entrei no quarto quando eles estavam trepando. Eles não me viram porque estavam empolgados. Eu, aos pés da cama, via como a mãe estava por cima dele, enfiava a pica na buceta, no começo só um pouco, mas conforme esquentava, ia enfiando mais e mais até cravar quase toda. Teve um momento que ela pulava em cima dele e a pica saiu pra fora. Ela ficou parada, e o pai foi procurando a vagina até achar e enfiou sem usar as mãos, cravou até as bolas. A mãe gritou, mas depois sentou de uma vez e foi ela quem cravou até o fundo. A mãe gritava cada vez mais, tremeu, imagino que gozou, e depois o pai ficou um momento parado, deu duas ou três cravadas e começou a sair porra pra caralho em volta da pica enfiada. Eu saí voando de susto, eles não me viram.
A mão que segurava minha pica naquele momento, acho que era da Maria pelo tesão que ela tava, não parou quando avisei que ia gozar. A Maite separou o lençol que nos cobria e acariciou minhas bolas. Os jatos de porra que jorraram da minha pica subiram no ar e caíram nos corpos das três. Elas garantiram que não tinha sobrado nada dentro e se abaixaram sobre mim, chupando minha barriga, o peito. Estômago e umbigo cheios de porra, a piroca ficou brilhando, elas se limparam com os dedos e os chuparam, depois continuamos conversando. Continua.
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