Minha sogra incestuosa gostosa 2

Depois de deixar o Dom Frank na cama pra ele continuar dormindo de tão bêbado que tava, desci as escadas rápido e fui procurar a Olga. Encontrei ela na cozinha, pensando no que tinha rolado no carro comigo. Fui abraçar ela por trás com força e senti meu pau duro entre as bundas gostosas dela.

— Não... Pedro, me soltaaa... isso é uma loucura que não pode ser... Não sei o que deu em mim no carro... Mas não pode se repetir nunca mais?

De novo, os lábios dela diziam que não, mas ela não fazia nada pra me impedir quando minhas mãos tocavam os peitos dela por cima do vestido vermelho — que foi o que me motivou a ver ela totalmente diferente das outras vezes que fui na casa dela, porque destacava os encantos de mulher madura. E se assim ela tava vestida, com certeza sem ele seria muito melhor.

Eu não dizia nada enquanto a Olga continuava falando que não, várias vezes, pra eu pensar na Cláudia, que não podíamos fazer isso com ela e um monte de outras coisas. Mas o corpo dela me dizia tudo ao contrário, ao sentir minhas mãos percorrerem os peitos e quadris dela, e esfregar meu pau naquelas bundonas. Só aí percebi que minha futura sogra era uma mulher muito carente de um pau bom que fizesse ela aproveitar aquele momento. E se eu era esse homem sortudo, não ia deixar a oportunidade passar.

As alças do vestido eu coloquei de lado nos ombros dela e abaixei o zíper bem devagar pra tirar o vestido vermelho, que caiu aos pés dela, deixando ela só de calcinha e sutiã da mesma cor. Nunca imaginei que, nas vezes que vi ela em casa — e foram várias oportunidades em que ela descia com aquela roupa discreta, conservadora e largona que sempre usava — dava pra esconder um corpaço desses.

— Pedro, não continua... pelo amorrr... depois a gente vai se arrepender... Não...

Eu beijava o pescoço e as orelhas dela, não ia parar por vários motivos. Primeiro porque, como falei antes, tava sem transar desde que a Cláudia foi pro estágio e meu corpo tava muito carente. E segundo porque, depois de descobrir como a dona Olga tava reagindo aos meus carinhos no corpo dela... Eu tava igual um vulcão, muito tempo inativo, mas agora tinha entrado em erupção e, se não fosse eu, talvez outro fosse quem, mais cedo ou mais tarde, faria aquilo.

O fecho do sutiã arrebentou por causa da minha ansiedade e desespero. Eu tava totalmente excitado e virei ela, ficando de frente. Olga baixou o olhar, envergonhada, mas já era tarde pra esse sentimento entre nós dois. Levantei o rosto dela e beijei. No começo, a boca dela tava fechada, e minha língua brincava com os lábios dela. Aos poucos, ela abriu a boca e correspondeu ao meu beijo, e nossas línguas pareciam duas cobras se encontrando.

— Ahh, Pedrooo... ohh...

Minha estratégia era não falar nada, só acariciar ela e deixar que se entregasse ao momento. Meus dedos brincavam com aqueles pezões duros, que depois eu curtia com a boca. Os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes quando minha mão tocou a calcinha fio dental dela. Tava molhada. Meus dedos procuraram a buceta dela e estimulei, e ela pirou de tão tesuda que tava.

— Ahhh... ahh... ahhh... Não aguento mais, Pedroo... quero ser penetrada, sentir você dentro de mim... ahhh...

Eram as palavras mágicas que eu queria ouvir: ela pedindo. E no fim consegui. Sem parar de nos beijar, levei ela pra sala e tirei a calcinha fio dental. Queria retribuir o boquete foda que ela fez no meu carro, mas ela não quis e disse pra eu sentar no sofá. Aí Olga sentou em cima de mim, com a mão segurando o pau e colocou na entrada da buceta dela... e zás... até o fundo.

E começou a se mexer, no começo bem devagar, e aos poucos os movimentos de quadril foram aumentando. Minha sogrinha tava totalmente solta, já não era mais aquela senhora tão doce e educada que sempre me recebia quando eu chegava na casa dela. Agora era uma mulher que pedia e gozava com o meu pau.

— Ohhh, Deus, que gostosoo... ohh... é tão bom... tão duro e grande...

Que jeito de se mexer da minha sogra. Tava muito feliz chupando o pau do futuro genro, enquanto o corno do marido dela tava dormindo no segundo andar da casa. E não dava pra culpar a bebida, porque não tinha tomado nada. Muito e eu menos, tudo era resultado da falta de sexo em ambos. Ela porque o marido tava mais preocupado com o trabalho e com a cachaça, e eu porque a filha dela não tava aqui pra cumprir como minha mulher, que é daqui. Então agora era ela quem tava fazendo isso.
— Ahhh... ohhh... Pedritooo... olha como você me deixou
Fiz ela se ajoelhar no tapete e comi ela na posição que a filha dela e eu mais gostamos. Os quadris dela são mais largos que os da Cláudia, e nessa pose dava pra ver uma rabuda grande e muito apetitosa, que eu seria o primeiro sortudo a aproveitar.
— Aggg... Que delíciaaa... ohh sinto tudinho
Ela tava tão lubrificada que rapidamente enfiei o que ela tanto pedia: uma pica bem dura. E eu, que desejava aquela noite inteira desde que vi aquela rabuda, agora tava segurando firme os quadris largos dela e comecei a meter na minha sogrinha. De certa forma, tava cumprindo o que a filha dela pediu: trouxe os pais dela sãos e salvos pra casa, e também disse que cuidaria deles. E era isso que eu tava fazendo com a mãe, cuidando pra que ela ficasse bem atendida e satisfeita, do jeito que o pai dela não fazia, porque não é bom uma mulher ficar assim por muito tempo.
As nádegas dela pulavam a cada estocada que recebia, fazendo ela gemer bem alto. A gente tava tão na pica que, se o marido dela tivesse acordado e nos visto, já não importava mais. Com certeza tudo iria pro caralho na casa deles, mas a Olga conhecia bem o marido: aquele ali não levanta nem se a casa cair ao redor.
A dona Olga, aos 49 anos, ainda precisa de uma pica bem metida, e não tavam fazendo isso. Então eu, a partir de agora, ia fazer, porque depois de ter ela assim, comendo tão gostoso, seria um imbecil se não voltasse a fazer.
— Ahhh ahhh que delíciaaa. Continua, não para, assim, assim, mais forte... Aiiii, vou gozaaar
E a mãe também gostava da mesma posição de quatro, igual à filha. Do jeito que a pica entrava e saía da buceta quente e suculenta dela, ela teve um orgasmo que fez o corpo inteiro tremer como se... tivesse um ataque de epilepsia, mas eu continuei metendo forte até que também cheguei ao clímax do prazer depois de muito tempo dentro de uma mulher e explodi e gozei dentro da minha sogra e não consegui mais evitar ficar em silêncio e gritei quando deixei todo o meu leite dentro dela e ela teve outro orgasmo de novo e a buceta dela parecia espremer meu pau querendo até a última gota quando se contraía e abria as paredes vaginais era algo que eu experimentava pela primeira vez..
— Ahhh Deus Olga você é única...
(continua...)

5 comentários - Minha sogra incestuosa gostosa 2

enri74
Grande maestro. Mandame un par de fotos de tu suegra
muy bueno...!! ahora la va a tener que reemplazar a la hija, por lo menos, hasta que vuelva...ja!
Muy pero muy caliente,se puso dura como enano de yeso, van 10 puntos y la próxima pone una foto