Amigos do Poringa, isso aqui é um remake da minha primeira história no meu blog, "Quatro Dias", espero que vocês gostem. Viver numa família que você só via uma vez por ano é algo muito estranho, mas ao mesmo tempo excitante, ainda mais se a mãe é madura mas tem cara de jovem, igual a filha mais velha dela. Quando comecei a morar com uma amiga da família, pensei que ia ser divertido estar num ambiente diferente, e foi mesmo, a gente morou um tempo em Querétaro. Eu tava voltando de uma aula do meu último semestre do ensino médio, pronto pra faculdade e pras férias, minha madrasta Micaela, ou como eu chamo, Mica, e a filha mais velha dela, Mônica, estavam na estrada no meio de um pôr do sol. Chegamos em Querétaro de noite, fiquei surpreso de ver como a cidade cresceu, parecia muito linda iluminada com todas aquelas luzes dos prédios. A Mica tinha se divorciado fazia um ano, o marido dela ganhou a guarda da filha mais nova, desde então ela não sabe de ninguém. A Mônica, por outro lado, tava há um ano com o namorado da faculdade, e talvez casasse mais tarde. Chegando em casa, uma casa muito bonita e luxuosa numa parte alta da cidade, entramos no estacionamento, mas antes de eu descer, a Mica falou: -Antes de você descer do carro, tem que tirar a roupa, deixa aqui dentro que eu recolho depois.- Estranhei um pouco, mas fiz. A Mica e a Mônica desceram do carro e subiram enquanto eu tirava a roupa, fechei o carro, subi as escadas e entrei em casa, uma casa muito bonita, espaçosa, luxuosa, gostei pra caralho. A Mica tava na cozinha e a Mônica na sala. A Mica espiou as escadas e chamou a Mônica pro corredor, as duas mulheres não conseguiram evitar de olhar pro meu pau. -Bom, as regras são que... você pode fazer o que quiser, se quiser beber álcool, fica à vontade, faz o que quiser, mas... eu entendo que você tá numa fase de desenvolvimento, e que você faz umas coisas que são difíceis de explicar, eu não tenho problema, só se for fazer aqui embaixo, ou na cama, no banheiro ou na nossa frente, só não Pode espirrar à vontade, tá bom?"
"Isso me agradou muito. A propósito, não temos muita água pra tomar banho, então você e a Mónica vão ter que dividir o chuveiro, e você não pode usar roupa. Você hesita muito, e não tem água suficiente pra lavar. Mas fique à vontade pra ficar pelado nesta casa; agora você mora aqui. Pra você não se sentir mal, a Mónica também vai ficar seminua, e eu também."
A Mónica tem 20 anos, um ano mais velha que eu. A Mica tem 49, mas parece ter 36 com aquele corpo escultural. Me excitava um pouco. Chegando no quarto, vi que era uma cama de casal onde dormi aquela noite com a Mónica.
O primeiro dia foi estranho. Acordei tarde e a Mônica tava no banheiro, que é um banheiro dentro do quarto, grandão. Ela tava escovando os dentes, só de camiseta, mas a camiseta era muito curta, a bunda dela fazia a camiseta subir ainda mais. Ela virou pra me olhar com a escova na boca e viu meu pau por um segundo, que já tava duro. Eu cobri com o lençol. Aí ela virou pro espelho, enxaguou a boca e saiu, falando: "Como você dormiu?" "Bem, mas não sei por que tô cansado..." Ela puxou o lençol e disse: "Eu sei como você vai se livrar desse cansaço, mas primeiro você tem que mijar." Entramos no chuveiro e ela tirou a camiseta, mostrando os peitões enormes, meio caídos, a buceta peluda e a bunda grande. "Mija agora." Ela ficou na minha frente, e eu comecei a mijar nela. Ela se virou pra eu molhar a bunda e as costas dela. Quando terminei, ela passou a mão na barriga dela e lambeu. Abriu a torneira e tomamos banho juntos. Eu ainda tava duro, batendo uma punheta. Ela me olhava e fazia eu apalpar os peitos e a bunda dela. Gozei em menos de 5 minutos. Saindo de lá, descemos pra tomar café. Ela vestiu só um moletom, deixando a bunda de novo de fora, e eu só de cueca box e um moletom também. A Mica tava de regata branca, short jeans e cabelo preso. "Como vocês amanheceram?" Respondemos que bem. Ela foi pegar nossos cafés, e a Mônica começou a me beijar sem freio. Eu punha as mãos nos peitos dela e na buceta dela. Ela passava a língua nos meus lábios e eu nos dela. Aí a Mica chegou e a gente se acalmou. O resto do dia fiquei pelado o tempo todo. A Mônica ficava na sala no celular ou na cozinha. Eu batia punheta com as calcinhas dela e gozava nelas. A Mônica me limpava com a mão, com as calcinhas dela ou com as da Mica. A Mica tinha saído desde meio-dia e só voltou de noite.
Acordei e a primeira coisa que vi foram uns peitos cobertos por um sutiã apertado, me esperando com uma xícara de café. Não tomamos banho naquele dia, porque a água não saía tão limpa. Levantei e ela me deu a xícara de café. — Tá com vontade de mijar? — disse ela, tocando no meu pau. Levantei e entrei no banheiro com ela. Mijei e depois nos beijamos. Eu apertava os peitos dela e ela puxava minha rola. Descemos pra tomar café da manhã. Foi um dia normal. Não bati uma naquele dia, não lembro por quê. À noite, a Mica quis que a gente visse um filme. Ela tava com a mesma roupa de ontem. Preparou a pipoca e a gente começou a ver uma comédia romântica. A Mica tava no outro sofá, um mais perto da TV. Eu tava com a Mônica. Ela trouxe um cobertor pra nós. No meio do filme, comecei a ficar excitado do lado dela. Ela percebeu. Lembro que naquele dia ela ficou completamente nua, igual a mim. Enfiou a mão debaixo do cobertor e começou a me masturbar. — Tá durão, você não bateu uma? — perguntou bem baixinho no meu ouvido, e eu neguei. — Me abraça. — Ela colocou meu braço em volta do pescoço dela e se encostou em mim. Eu acariciava um peito dela, ela me masturbava devagar. A gente tava curtindo. Ela me beijava. Eu sentia tanto calor que não aguentava mais o cobertor nas pernas. Ela acelerava um pouco. Eu ficava mais excitado com o cheiro dos peitos e das axilas dela. Tava quase gozando, quando a Mica levantou e foi pra cozinha. A gente se cobriu de novo, fingiu que nada tinha acontecido, mas a Mica me chamou na cozinha. — Já vai dormir, amanhã você tem aula cedo. — Era sexta-feira e eu tinha aula de inglês sábado de manhã. Antes de ir, esfreguei meu pau ainda duro na bunda da Mica. Ela não falou nada, só me olhava de canto. Eu sentia o calor do corpo dela. Ela ficou parada. Eu subia as mãos até os ombros dela, e ela colocava as mãos na ponta do meu pau, descendo até embaixo. Ela me puxava devagar. Beijei ela devagar. Ela virou de frente pra mim e deixou eu apalpar os peitos, mas depois me parou. — Já vai dormir. - Hora de dormir, amanhã a gente conversa sobre isso. - Ele me beijou de novo, um beijo mais longo. - Te amo. - Um dia sem poder gozar, me despedi da Mônica com outro beijo, sem a Mica ver.
No dia seguinte, bem cedo, saí de casa e fui pra minha escola. Peguei a estrada pra chegar na Cidade do México, fui com umas amigas. Na volta, encontrei outras amigas, umas gostosas do caralho, principalmente. Eu queria que uma delas fosse minha mina. Saí do carro e entrei em casa, parecia que não tinha ninguém. Tirei a roupa, fui pegar um copo d'água na cozinha, e ouvi alguém descendo as escadas. Era a Mônica, e de novo ela tava completamente pelada. A gente se cumprimentou com um beijo, eu sentia o calor do corpo dela no meu. Dessa vez ela tomou banho, mas ela adorava o meu cheiro de suor.
—Quer terminar o que a gente começou ontem à noite? — ela me perguntou com desejo. Eu disse que sim, mas coloquei minhas mãos sobre os lábios dela até enfiá-los na boca dela. Então ela me levou até o quarto e começou a me beijar, depois me disse: — Me espera, não demoro. — Foi ao banheiro e saiu em cinco minutos. Eu estava parado na frente da cama. Ela me acariciou primeiro e depois a gente se beijou devagar. Ela foi descendo pelo meu corpo todo, beijando até chegar no meu pau, que também beijava. Me excitava mais, lambia a ponta e depois enfiou tudo na boca. Sabia como fazer. Eu tocava os peitos dela, arrumava o cabelo dela. Foi só meia hora até eu sentir que minha porra tava chegando. Aí me desesperei, arrumei o cabelo dela, bati uma mais rápido. Ela só abriu a boca e eu gozei três jorros longos e grossos, seguidos de mais dois jorros líquidos que cobriram a cara dela e o cabelo. Depois enfiei meu pau de novo na boca dela e gozei de novo. Suspirei fundo, vi a boca dela escorrendo porra. Ela foi ao banheiro se limpar, eu me deitei na cama um pouco. Dez minutos depois, Mônica saiu com uma toalha se secando o rosto, deitou em cima de mim e me disse.
- Te amo. - Ela me deu um beijo. - A gente precisa fazer isso mais vezes, e quem sabe algo mais... - Ela tocava no meu pau e colocava perto da buceta dela, a gente se deu um beijo longo, eu abracei ela e depois a gente dormiu.
Na manhã seguinte, acordei antes da Mônica, desci pra cozinha e encontrei a Mica semi-nua, só de tanguinha. —Oi, amor! Como você amanheceu? — respondi que bem e me aproximei dela, ajeitando o cabelo dela pra trás. —Olha, o que rolou outro dia... eu tinha falado que a gente ia comentar, e a verdade é que eu gosto de como você me acaricia, me faz sentir segura, e... sentir seu pau atrás de mim me excita muito. Vamos fazer assim: vou deixar você me beijar e gozar em cima de mim, mas não vai contar pra sua irmã, ok? — a gente se beijou e ela abaixou a tanguinha, me masturbava roçando a ponta do meu pau na buceta dela depilada, eu já ia gozar quando ouvi a Mônica descendo. Ela desceu totalmente pelada, me deu um beijo e outro na Mica, e subimos pra tomar banho. Lá, gozei duas vezes e a gente se beijava; eu tinha duas putas a meu favor e nenhuma sabia, até depois. Mais tarde naquele mesmo dia, eu e a Mônica saímos pra uma farmácia perto de onde a gente mora. Enquanto ela tava num Oxxo, eu comprei camisinhas. Chegando em casa, a Mica já não tava. Subi rápido, tirei a roupa na sala enquanto a Mônica subia, peguei o pacote de camisinhas, e ela se surpreendeu ao me ver. Deixou as coisas na cozinha e tirou os bermudões que tava usando. —Então você quer fazer assim, de repente? — eu beijei ela e ela me masturbou, se ajoelhou e me chupou até o fundo. Dei uma camisinha pra ela abrir, fiquei apalpando os peitos dela por baixo de uma camiseta largona que ela tava usando. Ela colocou a camisinha em mim, se deitou em cima de uma mesinha na cozinha, chupei a buceta dela levemente suada, e ela começou a gemer.
Naquela hora, enfio tudo de uma vez só. A dor foi tanta que achei que ela fosse chorar, mas ela só gritava e gemia. Eu apertava os peitos dela enquanto filmava rápido e fundo, ela gemia mais forte até eu gozar dentro. Eu suava, e ela também.
Tirei meu pau fora e tirei a camisinha, ainda tava excitado, a camisinha tava cheia. Mônica se levanta com uma dor na buceta que mal deixava ela andar, limpa meu pau do sêmen que sobrou com a mão dela, abre outra camisinha e coloca em mim. Ela vira de costas e começo a comer ela de pé, estilo doggy de pé. Ela tirou a camiseta e colocou minha mão nos peitos dela. Ela geme de novo, e grita. Quando ela fez isso, me fez comer ela mais rápido e forte, até gozar de novo, e ela também. Da buceta dela saiu muito líquido que molhou o chão, as pernas dela tremiam. Tirei meu pau, tirei a camisinha e já ia abrir outra, mas ela pegou na minha mão e me levou pro nosso quarto. Ela ficou de quatro, já estávamos suando pra caralho. Meti e nunca tinha sentido com meu pau uma bunda tão perfeita e macia. Eu comia ela mais rápido, ela gemia um pouco mais baixo, aí ela virou, de papo pra cima, cinco minutos até eu gozar com dois jatos longos.
Ficamos exaustos, dormi no peito dela depois de beijá-la e lamber os lábios dela, enquanto ela acariciava meu cabelo. — Te amo! A gente tem que fazer isso direto; minha prima também vai gostar, ela é meio metida, não se masturba, mas adora beijar vários caras, talvez você consiga mudar a... atitude dela... — Acordamos só quando ouvimos a Mica chegar em casa. À noite... CONTINUA...
"Isso me agradou muito. A propósito, não temos muita água pra tomar banho, então você e a Mónica vão ter que dividir o chuveiro, e você não pode usar roupa. Você hesita muito, e não tem água suficiente pra lavar. Mas fique à vontade pra ficar pelado nesta casa; agora você mora aqui. Pra você não se sentir mal, a Mónica também vai ficar seminua, e eu também."
A Mónica tem 20 anos, um ano mais velha que eu. A Mica tem 49, mas parece ter 36 com aquele corpo escultural. Me excitava um pouco. Chegando no quarto, vi que era uma cama de casal onde dormi aquela noite com a Mónica.
O primeiro dia foi estranho. Acordei tarde e a Mônica tava no banheiro, que é um banheiro dentro do quarto, grandão. Ela tava escovando os dentes, só de camiseta, mas a camiseta era muito curta, a bunda dela fazia a camiseta subir ainda mais. Ela virou pra me olhar com a escova na boca e viu meu pau por um segundo, que já tava duro. Eu cobri com o lençol. Aí ela virou pro espelho, enxaguou a boca e saiu, falando: "Como você dormiu?" "Bem, mas não sei por que tô cansado..." Ela puxou o lençol e disse: "Eu sei como você vai se livrar desse cansaço, mas primeiro você tem que mijar." Entramos no chuveiro e ela tirou a camiseta, mostrando os peitões enormes, meio caídos, a buceta peluda e a bunda grande. "Mija agora." Ela ficou na minha frente, e eu comecei a mijar nela. Ela se virou pra eu molhar a bunda e as costas dela. Quando terminei, ela passou a mão na barriga dela e lambeu. Abriu a torneira e tomamos banho juntos. Eu ainda tava duro, batendo uma punheta. Ela me olhava e fazia eu apalpar os peitos e a bunda dela. Gozei em menos de 5 minutos. Saindo de lá, descemos pra tomar café. Ela vestiu só um moletom, deixando a bunda de novo de fora, e eu só de cueca box e um moletom também. A Mica tava de regata branca, short jeans e cabelo preso. "Como vocês amanheceram?" Respondemos que bem. Ela foi pegar nossos cafés, e a Mônica começou a me beijar sem freio. Eu punha as mãos nos peitos dela e na buceta dela. Ela passava a língua nos meus lábios e eu nos dela. Aí a Mica chegou e a gente se acalmou. O resto do dia fiquei pelado o tempo todo. A Mônica ficava na sala no celular ou na cozinha. Eu batia punheta com as calcinhas dela e gozava nelas. A Mônica me limpava com a mão, com as calcinhas dela ou com as da Mica. A Mica tinha saído desde meio-dia e só voltou de noite.
Acordei e a primeira coisa que vi foram uns peitos cobertos por um sutiã apertado, me esperando com uma xícara de café. Não tomamos banho naquele dia, porque a água não saía tão limpa. Levantei e ela me deu a xícara de café. — Tá com vontade de mijar? — disse ela, tocando no meu pau. Levantei e entrei no banheiro com ela. Mijei e depois nos beijamos. Eu apertava os peitos dela e ela puxava minha rola. Descemos pra tomar café da manhã. Foi um dia normal. Não bati uma naquele dia, não lembro por quê. À noite, a Mica quis que a gente visse um filme. Ela tava com a mesma roupa de ontem. Preparou a pipoca e a gente começou a ver uma comédia romântica. A Mica tava no outro sofá, um mais perto da TV. Eu tava com a Mônica. Ela trouxe um cobertor pra nós. No meio do filme, comecei a ficar excitado do lado dela. Ela percebeu. Lembro que naquele dia ela ficou completamente nua, igual a mim. Enfiou a mão debaixo do cobertor e começou a me masturbar. — Tá durão, você não bateu uma? — perguntou bem baixinho no meu ouvido, e eu neguei. — Me abraça. — Ela colocou meu braço em volta do pescoço dela e se encostou em mim. Eu acariciava um peito dela, ela me masturbava devagar. A gente tava curtindo. Ela me beijava. Eu sentia tanto calor que não aguentava mais o cobertor nas pernas. Ela acelerava um pouco. Eu ficava mais excitado com o cheiro dos peitos e das axilas dela. Tava quase gozando, quando a Mica levantou e foi pra cozinha. A gente se cobriu de novo, fingiu que nada tinha acontecido, mas a Mica me chamou na cozinha. — Já vai dormir, amanhã você tem aula cedo. — Era sexta-feira e eu tinha aula de inglês sábado de manhã. Antes de ir, esfreguei meu pau ainda duro na bunda da Mica. Ela não falou nada, só me olhava de canto. Eu sentia o calor do corpo dela. Ela ficou parada. Eu subia as mãos até os ombros dela, e ela colocava as mãos na ponta do meu pau, descendo até embaixo. Ela me puxava devagar. Beijei ela devagar. Ela virou de frente pra mim e deixou eu apalpar os peitos, mas depois me parou. — Já vai dormir. - Hora de dormir, amanhã a gente conversa sobre isso. - Ele me beijou de novo, um beijo mais longo. - Te amo. - Um dia sem poder gozar, me despedi da Mônica com outro beijo, sem a Mica ver.
No dia seguinte, bem cedo, saí de casa e fui pra minha escola. Peguei a estrada pra chegar na Cidade do México, fui com umas amigas. Na volta, encontrei outras amigas, umas gostosas do caralho, principalmente. Eu queria que uma delas fosse minha mina. Saí do carro e entrei em casa, parecia que não tinha ninguém. Tirei a roupa, fui pegar um copo d'água na cozinha, e ouvi alguém descendo as escadas. Era a Mônica, e de novo ela tava completamente pelada. A gente se cumprimentou com um beijo, eu sentia o calor do corpo dela no meu. Dessa vez ela tomou banho, mas ela adorava o meu cheiro de suor.
—Quer terminar o que a gente começou ontem à noite? — ela me perguntou com desejo. Eu disse que sim, mas coloquei minhas mãos sobre os lábios dela até enfiá-los na boca dela. Então ela me levou até o quarto e começou a me beijar, depois me disse: — Me espera, não demoro. — Foi ao banheiro e saiu em cinco minutos. Eu estava parado na frente da cama. Ela me acariciou primeiro e depois a gente se beijou devagar. Ela foi descendo pelo meu corpo todo, beijando até chegar no meu pau, que também beijava. Me excitava mais, lambia a ponta e depois enfiou tudo na boca. Sabia como fazer. Eu tocava os peitos dela, arrumava o cabelo dela. Foi só meia hora até eu sentir que minha porra tava chegando. Aí me desesperei, arrumei o cabelo dela, bati uma mais rápido. Ela só abriu a boca e eu gozei três jorros longos e grossos, seguidos de mais dois jorros líquidos que cobriram a cara dela e o cabelo. Depois enfiei meu pau de novo na boca dela e gozei de novo. Suspirei fundo, vi a boca dela escorrendo porra. Ela foi ao banheiro se limpar, eu me deitei na cama um pouco. Dez minutos depois, Mônica saiu com uma toalha se secando o rosto, deitou em cima de mim e me disse.
- Te amo. - Ela me deu um beijo. - A gente precisa fazer isso mais vezes, e quem sabe algo mais... - Ela tocava no meu pau e colocava perto da buceta dela, a gente se deu um beijo longo, eu abracei ela e depois a gente dormiu.
Na manhã seguinte, acordei antes da Mônica, desci pra cozinha e encontrei a Mica semi-nua, só de tanguinha. —Oi, amor! Como você amanheceu? — respondi que bem e me aproximei dela, ajeitando o cabelo dela pra trás. —Olha, o que rolou outro dia... eu tinha falado que a gente ia comentar, e a verdade é que eu gosto de como você me acaricia, me faz sentir segura, e... sentir seu pau atrás de mim me excita muito. Vamos fazer assim: vou deixar você me beijar e gozar em cima de mim, mas não vai contar pra sua irmã, ok? — a gente se beijou e ela abaixou a tanguinha, me masturbava roçando a ponta do meu pau na buceta dela depilada, eu já ia gozar quando ouvi a Mônica descendo. Ela desceu totalmente pelada, me deu um beijo e outro na Mica, e subimos pra tomar banho. Lá, gozei duas vezes e a gente se beijava; eu tinha duas putas a meu favor e nenhuma sabia, até depois. Mais tarde naquele mesmo dia, eu e a Mônica saímos pra uma farmácia perto de onde a gente mora. Enquanto ela tava num Oxxo, eu comprei camisinhas. Chegando em casa, a Mica já não tava. Subi rápido, tirei a roupa na sala enquanto a Mônica subia, peguei o pacote de camisinhas, e ela se surpreendeu ao me ver. Deixou as coisas na cozinha e tirou os bermudões que tava usando. —Então você quer fazer assim, de repente? — eu beijei ela e ela me masturbou, se ajoelhou e me chupou até o fundo. Dei uma camisinha pra ela abrir, fiquei apalpando os peitos dela por baixo de uma camiseta largona que ela tava usando. Ela colocou a camisinha em mim, se deitou em cima de uma mesinha na cozinha, chupei a buceta dela levemente suada, e ela começou a gemer.
Naquela hora, enfio tudo de uma vez só. A dor foi tanta que achei que ela fosse chorar, mas ela só gritava e gemia. Eu apertava os peitos dela enquanto filmava rápido e fundo, ela gemia mais forte até eu gozar dentro. Eu suava, e ela também.
Tirei meu pau fora e tirei a camisinha, ainda tava excitado, a camisinha tava cheia. Mônica se levanta com uma dor na buceta que mal deixava ela andar, limpa meu pau do sêmen que sobrou com a mão dela, abre outra camisinha e coloca em mim. Ela vira de costas e começo a comer ela de pé, estilo doggy de pé. Ela tirou a camiseta e colocou minha mão nos peitos dela. Ela geme de novo, e grita. Quando ela fez isso, me fez comer ela mais rápido e forte, até gozar de novo, e ela também. Da buceta dela saiu muito líquido que molhou o chão, as pernas dela tremiam. Tirei meu pau, tirei a camisinha e já ia abrir outra, mas ela pegou na minha mão e me levou pro nosso quarto. Ela ficou de quatro, já estávamos suando pra caralho. Meti e nunca tinha sentido com meu pau uma bunda tão perfeita e macia. Eu comia ela mais rápido, ela gemia um pouco mais baixo, aí ela virou, de papo pra cima, cinco minutos até eu gozar com dois jatos longos.
Ficamos exaustos, dormi no peito dela depois de beijá-la e lamber os lábios dela, enquanto ela acariciava meu cabelo. — Te amo! A gente tem que fazer isso direto; minha prima também vai gostar, ela é meio metida, não se masturba, mas adora beijar vários caras, talvez você consiga mudar a... atitude dela... — Acordamos só quando ouvimos a Mica chegar em casa. À noite... CONTINUA...
1 comentários - Días calurosos. (Mónica)