Entupindo de porra minha mãe 1 (parte 2)

Mônica é uma mulher da idade da minha mãe, de um status social alto igual ao nosso, também chefe numa empresa, do departamento de Marketing. A tia é uma gostosa, morena, cabelo na altura dos ombros, olhos castanhos bem claros, com um corpo miúdo igual ao da minha mãe, mesma altura, acho, uma rabeta de infarto e uns peitões generosos. Conheço ela há muito tempo, já que vem sempre com o marido em casa e são amigos dos meus pais, já fomos todos jantar e almoçar em restaurantes bons e eles têm uma relação próxima, principalmente, como já falei, com a minha mãe. Tô comendo ela faz 3 meses, sempre na casa dela, quando o marido não tá, porque ele, ao contrário do meu pai que é um banana, tem um trabalho como chefe de Recursos Humanos numa empresa diferente e, por várias reuniões, tem que viajar bastante, saindo de casa direto, algo que aproveito pra encher a buceta da mulherzinha dele de pica.

Às 12:08, Lúcia abre a porta, ouve o filho dela gritando, como se tivesse discutindo, se aproxima pelo corredor pra ver de onde vem a voz.

— Assim, Promiscuous, engole mais, mais!!! Plaaaaaaaaaassssss!!! — Era a voz do filho dela, com certeza com outra mina, mas se sabia que hoje ela chegava às 12:00 como toda quinta-feira — Pensa.

Lúcia se aproxima mais, parece que tão dentro do quarto, a porta tá entreaberta, o que Lúcia vê, ela não acredita. Tá o filho dela sentado na cama dele, com as pernas abertas e, entre elas… A amiga dela! A amiga íntima, Mônica.

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Mônica tava com o vestido da Lúcia levantado até a cintura, com uma calcinha branca e com os peitos pra fora, balançando e sem sutiã, chupando o pau do filho dela, enquanto ele dava umas palmadas fortes nela, tratando como uma porca vulgar, a amiga dela, uma chefe de Marketing, com um status... Alto nível social, uma mulher fiel e casada, ajoelhada entre as pernas do filho de 18 anos, tentando engolir aquela pica descomunal sem conseguir, com as mãos amarradas nas costas, subindo e descendo a cabeça enquanto é xingada pelo filho.

— Vergonha tu devia ter, porca! Plaaaaaaasssss! Com o filho de 18 anos da sua amiga, vaca! Plaaaaaaasssss! — Dizia pra Mônica enquanto dava tapas na bunda dela, enquanto Lúcia observava como ela só conseguia engolir metade da pica, que batia na garganta dela enquanto Richi dava estocadas com a cintura pra cima, tentando enfiar a vara de carne ainda mais fundo no esôfago dela, curtindo a agonia que Mônica tava passando, tossindo com o pau entalado na garganta, acompanhando a tosse com bolhas de saliva espumosa que saíam pelo canto dos lábios e do nariz dela, escorrendo pela rola de Richi, por onde começavam a deslizar em fios grossos que iam descendo pelo tronco até as bolas, que descansavam na colcha da cama dos pais dele.

— Podia ser teu filho, porca! Plaaaaaaasssss! Cê gosta de chupar a pica do filho da sua melhor amiga na cama dele, puta? — Perguntou o filho dela.

— …iiiii! — Tentou responder com uma sílaba incompreensível e borbulhante por causa da quantidade de saliva acumulada na boca e no nariz.

— Fala direito, gostosa! Que bonitinho quando você levanta a voz pra impor suas exigências pros seus funcionários, vaca! Plaaaaaaasssss! — Dizia o filho pra amiga dela, dando tapas com as mãos na bunda branca dela enquanto o filho se levantou e puxou a calcinha dela pra baixo do cu pra deixar a bunda toda à disposição dele pra poder ser esbofeteada. As mãos enormes dele marcavam as cachas lindas dela, e Lúcia via como o filho dela era capaz de tratar uma mulher com aquela segurança, aquela autoridade, tão dominante e firme nas ordens e exigências, não era o filho que ela conhecia, nem parecia com o pai, aquele jeito dominador parece que tinha a amiga dela fora de si, aos pés de um garoto que podia ser filho dela, que era o filho da amiga dela.

—¡¡¡…iii…iiii…!!! —Mônica respondia de novo, com mais força, berrando do fundo da garganta castigada.

—¡Você gosta de fazer cuck no seu marido, porca?!

—…

—¡Paaaaaahhhh! ¡Responde pro seu macho, marrana! —disse meu filho, dando um tapa sonoro na nádega direita —¡Agora não vem se fazer de digna, que você tá entre as pernas de um moleque de 18 anos chupando pica e babando igual uma porca! ¡Agora tapa o nariz e me responde assim! ¡Paaaaaahhhh! —Richi falava, com domínio absoluto da situação e sobre a amiga, dando palmadas à vontade e com total liberdade.

—¡…mmmm…iiiiiiiii…gggg! —tentava dizer a amiga da Lúcia, enquanto ela via a cara da amiga completamente vermelha de congestão.

Lúcia vê o filho levantar e pegar Mônica pelo cabelo.

—¡Levanta, puta, de quatro na beira da cama! —falou, levantando Mônica e colocando ela de quatro, com a bunda toda oferecida igual uma porca vulgar, de calcinha arriada e o vestido da Lúcia na cintura, com os peitões balançando.

O contraste do corpo miúdo da Mônica, praticamente igual ao da Lúcia, dava uma imagem morbosa e excitante. Richi pegou uma das fitas azuis que a Lúcia usava pra fazer os rabos de cavalo elegantes, e amarrou as mãos dela nas costas, deixando Mônica com a cara enfiada no colchão da cama e a bunda empinada, olhando pro teto. Richi também pegou um tubo que servia de capa pra um charuto do pai dele, que ganharam num casamento, e enfiou na buceta da Mônica, enquanto dava palmadas que faziam vibrar as nádegas expostas, estampando as mãos contra elas.

—¡Marrana, vou deixar seu cu bem aberto, pra você não conseguir nem sentar junto do cuck! ¡Paaaaaahhhh! —dizia o filho dela pra Mônica, dando palmadas enquanto enfiava dois dedos na bunda, derramando uma cusparada generosa sobre o rabo da amiga, que começava a escorrer em direção ao cu dela para garantir a lubrificação certa e ser penetrado sem piedade, tudo em meio aos gemidos da Mônica, que até parecia estar gostando do tratamento que levava do moleque.

A Lúcia via o filho subir na cama, deixando o cu da amiga apoiado na perna dele, e começava a apontar aquele pauzão veiudo pro cu dela, enquanto a amiga ficava com a cara esmagada contra a própria cama, de quatro, com o vestido todo arregaçado. Tudo isso enquanto o marido pobre dela tava no trabalho, acreditando cegamente na fidelidade da mulher, prestes a ser comida no cu pelo filho, com uma rola de 22 cm apontada pra ela.

A Lúcia viu o filho começar a pressionar a cabeça da piroca no cu já lubrificado, e começou a entrar sem resistência, enquanto a Mônica gemia. O filho apertava com a mão a cabeça da amiga contra o colchão e começava a bombar devagar o pau de touro no cu dela, vendo ele sair até a cabecinha pra, lentamente, meter de novo até mais da metade, repetindo a manobra, se deliciando com o prazer de ter a amiga da mãe de quatro, fazendo o que queria com ela como uma puta qualquer.

— Você é uma porca igualzinha à minha mãe! Vocês têm a mesma cara de vagabunda! — Quando o Richi falou isso, a Lúcia ficou de pupilas dilatadas, paralisada ao ver o nome dela sendo sujado na frente de uma trepada violenta na amiga. — Assim que eu gosto, vestida com a roupa da vaca da minha mãe! Plaaaaaaasssss! Plaaaaaaasssss! — Ele dizia enquanto dava tapas na cara e palmadas na bunda, naquela que já tinha virado uma foda bruta no cu.

O pau entrava e saía com facilidade, com a bituca do charuto do pai enfiada na buceta melada dela, enquanto o cu dela era penetrado sem dó. contemplações pelo filho dela.

—Diz que minha mãe é uma puta! —Ele dizia durante as penetrações violentas que dava nela.

—Aaaaaaahhhhhhh! Aaaaaaahhhhhhh! Sua... mãeeeeee... éééé... uuuuuma... vaaaaadiaaaa...! —Respondia Mônica sob o olhar da "espiã Lúcia". —Tinha que ter vocês duas aqui, de quatro, sendo tratadas como o que vocês são, umas cachorras! Plaaaaaaasssss! —Lúcia não acreditava nas atrocidades que saíam da boca do próprio filho, de como ele fazia a amiga dela testemunha dos desejos pervertidos que ele ia realizar comigo. —Aaaaaaahhhhhhh! Vou gozar, putaaaa! Aaaaaaahhhhhhh! —O filho dela começou a gritar, agarrando a amiga e virando ela, arrastando-a até deixar a cabeça dela pendurada na borda da cama, olhando pra cima.

—Vou encher sua barriga de porra, vou transformar você num depósito de esperma, porca! —Ele disse pra Mônica, enquanto apontava o pauzão pra boca dela, que já estava aberta esperando, e começou a enfiar devagar na garganta dela até bater no fundo, mantendo ali até ela ter ânsias fortes, os olhos começando a ficar vermelhos e o pescoço inchando de tanto esforço pra dar espaço pra aquela pica invasora, que meu filho começou a tirar de dentro da garganta entre fios viscosos de saliva e meleca, até colocar na frente dos olhos dela pra molhar a cara dela com os fios de cuspe, que começaram a escorrer pelos olhos dela criando uma máscara grossa pra, em seguida, enfiar de novo, dessa vez tampando o nariz dela com os dedos e metendo o pauzão até o fundo, sem piedade. —Tinham que ver seus funcionários a puta da chefe deles, com o pauzão de um moleque enfiado até a garganta, pedaço de vaca! —Dizia Richi fodendo a boca da Diretora de Marketing, tão recatada, tão culta e organizada, tão... bem comida.

—...iiiiigggggghhhhhh! Aaaaaagggggggghhhhh! Uuuuugggggghhhh! —Eram os sons que a garganta da Mônica fazia enquanto ela tentava respirar. salivando pela boca até gozar com toda a baba escorrendo pelo nariz dela, impedindo o ar de entrar pelas narinas, então o único fio de ar que ela tentava pegar era pelos pequenos espaços que sobravam na boca, totalmente ocupada pelo pauzão daquele jovem garanhão, que metia tampando o nariz dela e submetendo ela à vontade dele, com toda a virilidade enfiada até o esôfago, fazendo ela cuspir torrentes de saliva produzidas pela tosse e ânsia ao tentar respirar. De repente, o filho dela fechou os olhos com força e olhou pro teto, soltando um urro.

— Aaaaaaaaaaaahhhhhhhhh! Uuuuuuuuffffffffff! Toooo gooozandooooooo! — Gritou, tensionando todos os músculos, com a barra de carne inteira dentro da garganta da amiga dele, enquanto o sêmen começava a sair sob pressão pelo canto dos lábios dela e pelas narinas que Richi tinha liberado antes, escorrendo tudo em direção à carinha de senhora recatada, uma grande bagunça de uma mistura de saliva grossa, meleca e porra, tudo entre ânsias violentas, diante das quais Richi ficou impassível, até se esvaziar completamente, momento em que, aos poucos e sem pressa, começou a tirar o membro da boca dela, trazendo junto uma massa viscosa formada por fios grossos e espessos que arrastou durante a retirada, que começaram a cair no rosto dela, até cobrir tudo, deixando ela irreconhecível.

Richard pegou a calça que Mônica estava usando quando chegou e passou no rosto dela, mais pra sujar a roupa toda do que pra limpar, pra ela ter que andar na rua toda cheia de borrões de porra, enquanto ela ainda ficava desorientada e tentando respirar.

Naqueles momentos em que Lúcia continuava olhando pela fresta da porta, percebeu que o filho dela estava com os olhos fixos nos dela… através do espelho na parede, momento em que Lúcia se tocou disso. mas já era tarde. Naqueles momentos, observei pelo espelho minha mãe, olhando pela fresta da porta entreaberta, os olhos dela encontraram os meus, nossos olhares se cruzaram e…

— Levanta, foxy, fica de quatro que vou te passear pela casa toda, pra você desfilar com o vestido da minha mãe, feito uma puta! — Falei pra Mônica, e ela se ajoelhou de quatro, com a cara toda lambuzada de porra e baba, começando a andar de quatro, com a calcinha abaixada, na minha frente, balançando aquela bunda maravilhosa e castigada.

— Assim, porca! Plaaaaaaasssss! Vou deixar teu cu bem quente! Plaaaaaaasssss! Que teu corno veja! Plaaaaaaasssss! — Gritei pra ela, enquanto começava a dar palmadas na bunda dela enquanto caminhava atrás — Sai do quarto, desfila pelo corredor, puta! Plaaaaaaasssss!

Naquela hora, minha mãe sumiu da porta… mas ainda estava em casa… Continua…

Olá, pessoal. Meu nome é Richard, embora todo mundo me conheça como "o Richi", e vou contar pra vocês o que vem rolando há um ano. Moro em Madri, nasci numa família bem de vida, tenho 18 anos, quase fazendo 19. Larguei os estudos aos 16 — embora alguns leitores possam não ligar pra esses detalhes, sinceramente, tô pouco me lixando, porque é minha experiência e conto do jeito que sai dos meus grandes e depilados culhões —, desde então, vivo sem estudar nem trabalhar, já que dinheiro em casa não falta. Desculpa, vou me descrever, porque adoro fazer isso, sou narcisista e me acho um putão gostoso, me curto, sou um cara de 1,81m de altura, magro mas definido, sem ser musculoso, que sem malhar já seria foda, mas sou preguiçoso pra isso. Meu tempo livre passo mais com amigos, vendo filme pornô no meu quarto ou no dos meus pais, que têm um computador com uma tela enorme, ou com as vadias que eu como. Tenho cabelo castanho claro, olhos verdes escuros, um pauzão de 22 centímetros e uns culhões grandes, sempre depilado. No entanto, minha mãe é uma mulher jovem de 36 anos, se chama Lucía, me teve aos 18 anos e ocupa um cargo de chefia no departamento de administração de uma empresa importante. Ela tem cabelo castanho, mas pinta de loiro, com olhos iguais aos meus, verdes escuros, pele branca e lisa, uma mulher muito elegante e de bom gosto, cuida muito da aparência, geralmente usando tailleurs de calça social ou vestidos elegantes, porque no trabalho e no cargo dela, é muito importante cuidar da imagem, dado o status que ocupa na empresa. Quando chega em casa, já é mais casual, veste pijama e roupão, camisola, ou até camisas do meu pai ou camisetas compridas, até algumas minhas.

Ela tem um corpo pequeno, mede 1,65m, com uma cinturinha fina e uma bunda que até eu sempre reparei, isso faz com que as calças sempre caiam nela de um jeito invejável. Ela tem uns peitos lindos, uns melões naturais de tamanho 100, nada de silicone, odeio silicone. Já meu pai é um homem de 44 anos, com bastante calvície no topo da cabeça e muitas entradas, está ficando careca, que era o que faltava, com a cara que ele tem. Ele tem uma boa barriga de cerveja, mole, não sei o que minha mãe viu nele, mas é um bom marido e qualquer garoto gostaria de ter um pai como o meu, embora eu nunca dê muita atenção a ele. Ele ocupa um cargo administrativo na empresa onde minha mãe trabalha, acho que foi ela que o colocou lá, mas enfim… Ela no trabalho tem um caráter rígido, é exigente, organizada, perfeccionista e meticulosa. Em casa, no entanto, no que diz respeito a mim, tem um jeito doce e paciente, acho que porque sou filho único, tendo paciência comigo mesmo eu sendo de caráter difícil, atrevido, mal-educado e rebelde.

Sempre fui discreto em relação às minhas paradas sexuais, mas comecei a deixar de ser… tudo tem um começo, um fim e um motivo para isso… acho, embora Também não me importo, contanto que eu consiga o que quero, podem me chamar do que quiserem. Eu sempre batia uma punheta discretamente, quando não tava comendo alguma vaca, até que, um dia, estando sozinho em casa, comecei a praticar meu melhor hobby, tocar uma bronha no quarto dos meus pais. Coloquei no computador deles uma cena de pornô pesado, com o som alto, já que não esperava ninguém, meus pais só chegariam daqui a umas três horas, podia dar vazão à minha testosterona.

Sentado na cadeira do quarto dos meus pais, na minha frente, o computador da minha mãe e, ao lado, em cima da escrivaninha, a roupa de trabalho dela, recém-lavada e passada, enquanto eu, escarrapachado na cadeira, com minha calça e cueca nos tornozelos, com meu pau de 22 centímetros apontando pro teto e minhas bolas penduradas como duas bolas de tênis, enquanto minha mão subia e descia ao longo do meu pauzão, com a cabeça vermelha e brilhante, toda lubrificada pela minha própria saliva, com o olhar fixo na tela do computador, onde rolavam os sons fortes e palmadas da foda que eu tava assistindo, enquanto minha mão esquerda começou a agarrar minhas duas bolas pra estimulá-las, minha mão direita subia até a ponta da cabeça, onde fazia força friccionando pra depois descer de novo ao longo de todo o tronco, venoso e musculoso, até a base dos meus ovos pesados, pra repetir a operação com meus olhos hipnotizados pela cena, onde uma milf era fodida, sodomizada e levava palmadas, por um cara jovem de uns 25 anos. Todos os meus sentidos estavam entregues a me auto-satisfazer, a bater uma punheta e me limpar com o rolo de papel higiênico que tinha deixado em cima da roupinha dobrada da minha mãe. Meu prazer tava chegando ao auge, minha mão já deslizava aumentando a velocidade e a pressão no meu pauzão, se refletindo na cor arroxeada da ameixa que tenho como cabeça, pela pressão que eu fazia nela, onde meus líquidos pré-seminais anunciavam uma gozada abundante e potente. Minha língua passava pelos meus lábios secos de excitação, e meus gemidos acompanhavam as contrações do diafragma. E é nesse exato momento, quando vou esticar o braço para pegar o rolo de papel, que meu ouvido me alerta para uma presença na porta, que lentamente começa a se abrir. Meu orgasmo não para de se aproximar a toda velocidade por dentro do tronco da minha pica. Dirijo meu olhar para a porta e, lá estática, não sei desde quando, ou se acabou de chegar naquele milésimo de segundo, minha mãe, de olhos arregalados, dirige o olhar para os meus olhos e, por um segundo, para a minha pica, onde eu aperto com força para evitar a gozada enquanto aperto os dentes com força, não conseguindo meu objetivo, começando a cuspir jatos fortes de porra sob o olhar da minha mãe. Os jatos saem com potência, em alta velocidade, atingindo a tela do computador, e continuam saindo até chegar na roupa dobrada da minha mãe, que eu encho de porra sem controle, o teclado do computador, a escrivaninha e toda a minha mão, por onde o sêmen escorre pelos meus dedos até deslizar até minhas bolas, onde goteja até o chão, formando uma pequena poça. Minha mãe sai voando para o corredor, nunca esperava ter se deparado com uma situação daquelas, achava que eu faria isso no banheiro, ou escondido, mas nunca daquele jeito, no quarto dela, com o pau completamente duro, em todo o seu esplendor, ela que não via meu pau desde os 12 anos, para constatar que o filho dela não era só um viciado em pornô, mas que acabava de descobrir o grande membro e as bolas enormes que o filho tinha entre as pernas. Espero alguns segundos recuperando o fôlego depois da forte gozada, que me deixou meio atordoado, e tento pensar em como reagir quando sair, em como olhar para minha mãe. O melhor vai ser fazer de indignado, me sentindo com a privacidade invadida... é isso que vou fazer. Me Levanto sem limpar absolutamente nada, deixo a porra no chão e na roupa, por todo lado, tudo enfeitado com meu sêmen. Me preparo psicologicamente pra encarar minha mãe de forma feroz. Subo a calça e, ao me levantar, percebo que minha gozada também encharcou todo o estofado da cadeira, onde meu cu tava apoiado… Que se foda, foda-se! Se ela se incomodar, que limpe ela! Então vou saindo do quarto, e encontro ela no corredor. Ela tá vestida com calça branca de pregas, uma blusa branca de seda, muito elegante, e o cabelo preso num rabo de cavalo chique. Minha mãe me olha de soslaio, com insegurança e vergonha, e não é pra menos, depois de ver o filho batendo uma punheta e vendo sair aqueles jorros enormes, grossos e espessos de sêmen enquanto, com cara de surpresa, nós dois nos encaramos. Vendo a reação dela de se esquivar, eu podia tentar passar despercebido e me mandar ou, pelo contrário, meter o peito e fingir que tava puto, indignado, fazendo minha mãe se sentir culpada, senão eu ia ficar como um punheteiro que esconde a cara, um moleque, um pirralho, algo que eu não tava disposto a aceitar, antes morto do que rotulado. Então fixo meu olhar furioso nela, e paro ali, intimidador e confiante.

— Então, conseguiu o que queria! Queria me pegar desprevenido pra me ridicularizar! Cê acha certo ficar vendo como o filho bate punheta, é?! — Falei direto e sem tremer a voz, deixando ela de boca aberta com um comentário tão inesperado, então era hora de não me acovardar e continuar — Se queria saber se eu bato punheta, podia ter perguntado, eu contava numa boa! — O rosto dela empalideceu, o olhar dela se cravou nos meus olhos furiosos, ela tentou falar, mas nada saiu da boca, só uma tentativa frustrada.

— Eeeeh… — Foi como um suspiro, nada mais. Nem uma palavra.
—Agora a gente não fala nada, hein? Fica calada feito uma “slut” (expressão já batida, mas incluindo aquela palavra que nunca tinha usado com ela, acabava de passar um risco vermelho)!
—Richard… querido… eu… não… — Ela disse, tropeçando nas palavras que saíam da boca dela, seca de nervosismo, linda demais, com aquela carinha de quem não quebra um prato, com aquela roupa elegante, com aquela exigência com que cuidava do apartamento dela extinta pelo pior momento da vida dela, pelo momento…
—Por sua culpa, deixei tudo uma zona!
—Não… não… se… preocupa… amor… — Ela disse, tentando tirar a importância e a gravidade da situação. Ela só precisava de um segundo de respiro pra pensar, mas claro que eu não ia dar.
—Só faltava eu ter que me preocupar! Você vem me espionar e, ainda por cima, quer que eu agradeça! Certeza que me espiona direto! — Joguei pra ela, sem esperar resposta por causa da situação violenta.
Virei de costas e deixei ela com a palavra na boca, eu tinha dominado a situação, tinha assumido o controle, ela ficou na dúvida, tinha ficado feito uma… bisbilhoteira? Será que o filho dela ia achar que ela era uma voyeur? Com certeza na mente dela eu devia ter plantado a dúvida se isso ia vazar. Será que ia contar algo disso pro meu pai? A cabeça dela devia ser um jardim de dúvidas e sentimentos de culpa.
Fui pra sala e, pelo vidro da porta, vi minha mãe pegar um pano na cozinha e ir pro quarto dela limpar toda a minha gozada e, agora que me tocava, nem tinha fechado a cena pornô no computador com a pressa, então ela não ia só encontrar a tela do computador cheia de jatos de porra, mas também ia ter que ver o tipo de cena com que o filho dela ordenha o pau. Depois de 15 minutos, ela saiu do quarto… mas… Porra…! Tinha trocado a blusa que tava usando e colocado a que tinha enchido de leite, e eu percebi que na parte de trás da blusa que ela tinha vestido, ainda estava toda a mancha de porra, ela não teria percebido, e eu não ia contar... hahahaha.
Uma vez pegou a bolsa de mão, veio pra sala se despedir.
— Richard... meu bem... tô indo — Ela me disse da porta, com um sorrisinho leve.
— Pois muito bem — Respondi indiferente — E não vem me dar um beijo? — Falei com um olhar malicioso.
— Sim... claro que sim, querido — Respondeu, se aproximando com um jeito mais aliviado.
Ela chegou perto de mim e me deu um beijo na bochecha, mas eu não reagi, mantendo minha cara de indiferença, só soltei:
— Você limpou todos os jatos de porra do seu quarto? — Falei, deixando minha mãe desconfortável de novo.
— Aaah... sim... hmm... tá tudo limpo... — Respondeu como se tivesse algo preso na garganta.
— Muito bem, mãe! Também sujei minha cueca, deixei no meu quarto, no chão, toda pingando de porra. Você vai lavar pra mim, né? — Perguntei com a maior cara de pau.
— Sim... claro, querido... eu pego pra você... — Respondeu com um jeito obediente.
— Beleza! Plaaaaaaaaaassssss! — Assim que ela se virou, dei um tapa forte na bunda dela, que fez ela dar um pulo, me olhando de lado por cima do ombro, esfregando a bunda esquerda, que devia ter ficado marcada com a minha mãozona, mas ela ficou calada depois de tudo que aconteceu.
Ela foi pro meu quarto e pegou minha cueca pra lavar.
— Pronto, Richard, então tô indo... — Isso soou mais como pergunta do que afirmação.
— Ei, uma coisa! — Falei, vendo o pescoço da minha mãe tenso.
— O filme pornô que eu deixei passando, antes de descobrir que você tava me vendo gozar, você tirou? — Perguntei, olhando bem nos olhos dela com a maior sem-vergonhice.
— Sssim... claro... sim... tá tudo... limpo.
— Então depois vou colocar de novo, já que você me deixou de mal jeito, espero que dessa vez não venha me vigiar, porque já tô avisando que vou ordenhar meu pau no seu quarto — Falei de forma cortante — Tá Parece ruim, ou o quê?
—Não… não… — Ela respondeu, engolindo seco.
—Então fala logo, piranha! Diz que tá tudo bem pra caralho! — Falei, levantando a voz.
—…Tá… tu…do…
—Não, melhor ainda! Diz que por favor eu bata uma punheta no teu quarto! Isso… é isso…! — Tava arriscando tudo… mas era tudo ou nada. O tempo de resposta pareceu uma eternidade, pensei que ia acabar ali, que a brincadeira tinha chegado ao fim, que ela ia mostrar o lado dela e pronto.
—Mas… Richard… faz o que quiser… — Ela respondeu com uma voz derrotada, tava com a guarda baixa, tudo isso devia estar afetando ela pra caralho, a cabeça dela devia ser uma bagunça.
—Não! Vamos ver, já que antes eu tive que fazer com plateia incluída, agora tu vai me pedir pra, por favor, bater uma punheta no teu quarto! — Falei com uma convicção total e absoluta.

Minha mãe me encarou, me olhava como se tentasse encontrar nos meus olhos algum vestígio do filho dela, aquele garoto que, mesmo tendo personalidade, nunca agiu assim. Parecia que ela tinha outra pessoa na frente, humilhando ela e criando argumentos que faziam ela parecer uma voyeur, uma qualquer, e que até ela mesma tinha se convencido disso, se sentindo envergonhada, culpada e em dívida comigo por tudo isso. Finalmente os lábios dela começaram a se abrir, parecia que ela tinha pensado.
—Por… favor… ba… bate… uma… punheta… no… meu… quarto… — Ela disse com um fio de voz, arrastando as palavras timidamente, como se pesassem uma tonelada, tendo que dividir em sílabas.
—Bom, espero que tu esteja orgulhosa de pedir pro teu filho bater uma punheta no teu quarto! Já pode vir logo limpar, porque se o pai chegar antes, vai encontrar tudo perdido.
—Sim… tá… bom… não… se preocupa… querido — Ela disse num tom que tentou soar maternal.
—Então vamos, tchau, “voyeur”! — Falei, batizando ela com o novo nome — porque, não acha ruim que, a partir de agora, eu te chame de voyeur depois de tudo isso, né?! — Falei com maldade e deboche ao mesmo tempo.
—Mas… Richard… eu sou… Sua mãe… —Ela me disse suplicante —foi tudo um mal-entendido… eu não… —Disse tentando se justificar.
—Perdão?! Um mal-entendido?! Um mal-entendido, “xereta”, é quando você chega em casa e ouve o volume no talo de um filme pornô, fácil de reconhecer, principalmente pelos gemidos, e que eles vêm do seu quarto, sabendo muito bem que estou em casa, porque minhas chaves estão na entrada, junto com as suas que você deixou ali, e você deduz de cara o que seu filho de 18 anos está fazendo no seu quarto — não acho que seja jogando cartas — e, pelo menos, você me chama aos gritos pra eu parar o que estou fazendo e não ser pego de surpresa. Desse jeito, acho que nada teria acontecido, e se mesmo assim não fosse suficiente, poderia ter sido considerado um mal-entendido. E, ainda assim, no caso de você ser obrigada a abrir a porta, pelo menos batesse com os nós dos dedos e não ficasse de olhos arregalados vendo seu filho de 18 anos se masturbar enquanto a própria mãe fica olhando pro pau dele, porque eu vi você olhando, e viu como meu cacete começou a jorrar porra —A cara dela era um poema, completamente desmontada, KO, fora de jogo.
—Já… eu…
—Só quero que você me diga, que te chame de “xereta”, porque é o que você é! —Falei com firmeza.
—Eu… —A luta interna dela devia ser brutal —me… cha…ma… de… xe…re…ta… —Disse olhando pro nada —mas… por favor… na frente do… papai… não… —Suplicava.
—Terminamos de falar, tchau! —Cortei a conversa e passei por ela, não sem antes dar mais um tapa forte na bunda dela que ecoou pela casa toda —Poooooorrrrrraaaa!!! Acorda, piranha, que você ficou besta, pra olhar pro meu pau você tava esperta, “xereta”! —Falei, enquanto entrava no corredor em direção ao banheiro, ouvindo em seguida a porta de casa se fechar.
Lá pelas 20:00 da noite, minha mãe chegou, enquanto eu estava tranquilo na sala, vendo TV, normal.
—Oi, Richard —Disse minha mãe com um sorrisinho leve.
—Oi, mirona" — respondi com indiferença, vendo que o olhar dela já não era daquela mãe com autoridade, não havia sinal disso no olhar dela.
Automaticamente ela foi pro quarto dela, trocar de roupa e limpar o que tinha pra limpar lá, porque durante a tarde, como avisei, não foi que eu fiquei uma vez só tirando leite do meu pau, não — fiz isso umas 3 vezes, derramando uma porrada de porra no computador, no terno com saia que ela tinha separado pra vestir amanhã e, algo que me veio na cabeça, no travesseiro dela.

Quando ela saiu do quarto, tava vestindo uma camisa comprida do meu pai, que batia até o meio da coxa dela.

O dia passou com uma normalidade relativa, porque umas 3 vezes eu bati na bunda nua dela por baixo da camisa que ela tava usando quando se abaixava — 2 dessas vezes na frente do meu pai, que não entendeu de onde veio aquele som, embora tenha olhado pra gente. Minha mãe disfarçou muito bem, com a bunda coberta só por uma calcinha que entrava no meio da racha do cu dela.

A noite caiu, e eu esperava aquele momento pra ficar a sós com a mamãe. O filme que eu tinha colocado era bem chato, então meu pai levantou do sofá, deixando minha mãe, que tinha caído no sono ali, e foi dormir depois de me dar boa noite, me deixando sozinho com ela. Quando senti que meu pai já devia ter dormido — porque ele não demora mais de 10 minutos — fui no meu quarto e peguei um filme pornô, botei no DVD e, com minha mãe ainda dormindo no sofá, tirei o pau e as bolas pra fora da calça do pijama, comecei a me estimular o pau com minhas bolas grandes balançando. Os gemidos da TV começaram a ficar mais evidentes. Na nossa frente tem um vidro que, com luz suficiente, como a da TV e mais ainda no escuro, faz efeito de reflexo, então eu via minha mãe perfeitamente deitada no sofá.

Eu tava mais excitado por ter minha mãe do meu lado do que pela cena. então decidi desligar a tv e acender a luz da sala, pra continuar largado no sofá sem as calças e, completamente pelado, com a minha mãe do meu lado, comecei a bater uma pra pica, cuspindo um cuspe na cabeça dela pra deslizar por todo o tronco, espalhar pelo pau todo e ter a lubrificação suficiente pra passar a mão de cima a baixo, subindo devagar por todo o tronco venoso até chegar na cabeça, onde apertava pra sair o líquido pré-gozado, que escorria pela cabeça, era pego pela minha mão e servia de lubrificante também. Pude ver pelo reflexo do vidro que minha mãe levantou a cabeça de leve pra ver o que tava rolando, quase perdida de ter cochilado, vendo o filho ordenhar aquele instrumento enorme, de novo, do lado dela, então ela fingiu que continuava dormindo, era mais fácil do que encarar aquela situação difícil, não tinha força nem argumento pra isso depois de tudo que aconteceu naquele dia, onde tudo tinha virado de cabeça pra baixo, mas claro, ela não contava que o filho da puta do filho dela tinha pegado ela por um milésimo de segundo com o olho aberto. Então decidi levantar sem parar de bater uma pra pica, completamente nu da cintura pra baixo, com as bolas balançando, e fui até ela, sentei na cabeça dela com as pernas abertas, deixando a cabeça dela entre elas, com minhas bolas tocando o nariz dela. Sei que ela podia sentir o cheiro de macho das minhas bolas, cuspi outro cuspe grosso na ponta do pau e tirei a mão da vara, pra saliva escorrer livre e rápido até minhas bolas, e cair no rosto da minha mãe, mais especificamente entre o nariz e os lábios dela, onde escorreu pelas bochechas em direção à orelha. Podia sentir a respiração ofegante dela, minha mão pegou a pica e comecei a bater uma devagar, o que fazia subir e descer minhas bolas batendo no nariz e nos lábios dela, aumentando o ritmo da minha mão no pauzão. Dava pra ouvir o estalo da saliva causado pelo atrito da minha mão no cipote, vendo como as pálpebras dela mexiam levemente, dando pra perceber claramente que ela não tava dormindo, só fingindo que tava, isso me excitou ainda mais, sentindo minha gozada subindo por toda a uretra, dava pra sentir pela minha mão a vibração da corrente subindo a toda velocidade pelo tronco, olhando fixo pra carinha da minha mãe coberta pelas minhas bolas grandes e o buraco do meu cu encostando no queixo dela. Apertei com força a base da minha cabecinha e, apontando pra cara dela, comecei a descarregar uma enxurrada de porra, jatos potentes e grossos que se espatifaram no rosto dela, cobrindo tudo do queixo até a testa, 8 jatos fortes que acabaram deixando a cara dela igual uma lasanha, coberta de bechamel grosso, escorrendo pelos lados do rosto.
Apertei bem meu rabo pra esvaziar completamente as últimas gotas. Durante todo o tempo, minha mãe ficou completamente imóvel, “dormindo”.
Tendo me saciado por essa noite, decidi deixar ela ali daquele jeito e, depois de pegar minha roupa, fui pro meu quarto dormir bem sossegado.
No dia seguinte, meus pais já não estavam em casa quando acordei, como sempre, então tomei café da manhã tranquilo. Durante o café, meu celular toca.
—Alô? —Atendo.
—Sou eu, Mônica —Respondem do outro lado do telefone.
—Fala.
—Você vai vir na minha casa? Meu marido não tá.
—Mmmmm…Não!, você que vai vir na minha casa —Respondo.
—Na sua casa, você é louco?
—Não tem ninguém, tô sozinho, se quer pica já sabe onde tô, mas antes do meio-dia.
—Eeehh…bom…tá…beleza, sim, vou aí mais tarde —Ela responde.
—Até logo —Respondo, desligando o telefone.
Minha mãe não sabia de uma coisa: é que eu tava comendo a melhor amiga dela, Mônica, uma mulher da idade da minha mãe, de um status social alto igual ao dela. ostentamos, também chefe numa empresa, do departamento de Marketing. A tia é uma gostosa, morena, cabelo médio, olhos castanhos bem claros, com um corpo miúdo igual ao da minha mãe, mesma altura, acho, uma raba de infarto e uns peitos generosos, que conheço há muito tempo, já que vem sempre com o marido em casa e são amigos dos meus pais, já fomos todos jantar e almoçar em bons restaurantes e eles têm uma relação próxima, principalmente, como já disse, com a minha mãe. Tô comendo ela há 3 meses, sempre na casa dela, quando o marido não tá, porque ele, ao contrário do meu pai banana, tem um trabalho como chefe de Recursos Humanos numa empresa diferente e, por várias reuniões, tem que viajar bastante, saindo de casa com frequência, algo que aproveito pra encher de pica a mulherzinha dele.
Às 12:08 a Lucía abre a porta, ouve o filho gritando, como se tivesse discutindo, se aproxima pelo corredor pra ver de onde vem a voz.
—¡¡¡Assim Promiscuous, engole mais, mais!!! ¡¡¡Plaaaaaaaaaaassssss!!! —Era a voz do filho dela, provavelmente com outra garota, mas se ela sabia que hoje chegava às 12:00 como toda quinta —Pensa.
Lucía se aproxima mais, parece que tão dentro do quarto, têm a porta entreaberta, o que Lucía vê, não consegue acreditar. Tá o filho dela sentado na cama, com as pernas abertas e, entre elas…¡A amiga dela!, a amiga íntima, Mônica.
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Mônica tava com o vestido da Lucía levantado até a cintura, com uma calcinha branca e os peitos pra fora, balançando e sem sutiã, chupando o pau do filho dela, enquanto ele dava fortes palmadas nela, tratando como uma porca vulgar, a amiga dela, uma chefe de Marketing, com um status social alto, uma mulher fiel e casada, ajoelhada entre as pernas do filho dela de 18 anos. tentando engolir aquela pica descomunal sem conseguir, com as mãos amarradas nas costas, subindo e descendo a cabeça enquanto era xingada pelo filho dela.
—Vergonha tu devia ter, porca! Plaaaaaaasssss! Com o filho de 18 anos da sua amiga, vaca! Plaaaaaaasssss! —Ele dizia pra Mônica enquanto dava tapas na bunda dela, enquanto Lúcia observava como ela só conseguia engolir meio pau, que batia na garganta dela enquanto Richi dava estocadas com a cintura pra cima, tentando enfiar a vara de carne ainda mais fundo no esôfago dela, curtindo a agonia que Mônica tava passando, tossindo com o cacete entalado na garganta, soltando bolhas de cuspe espumoso que escorria pelo canto dos lábios e do nariz dela, indo parar na pica do Richi, por onde começavam a escorrer fios grossos que deslizavam pelo tronco até as bolas, que descansavam no lençol da cama dos pais dele.
—Podia ser teu filho, porca! Plaaaaaaasssss! Cê gosta de comer a pica do filho da sua melhor amiga na cama dela, puta? —Perguntou o filho dela.
—…iiiii! —Ela tentou responder com uma sílaba incompreensível e borbulhante por causa da quantidade de saliva acumulada na boca e no nariz.
—Articula, gostosa! Que bonitinho quando você levanta a voz pra impor suas exigências pros seus funcionários, porca! Plaaaaaaasssss! —O filho dela dizia pra amiga, batendo com as mãos na bunda branca dela enquanto ele se levantava e abaixava a calcinha dela até debaixo do rabo pra deixar as nádegas bem à disposição dele, pra poder dar mais tapas. As mãos grandes dele marcavam as cachas lindas dela, e Lúcia via como o filho dela era capaz de tratar uma mulher com aquela segurança, aquela autoridade, tão dominante e firme nas ordens e exigências dele, não era o filho que ela conhecia, nem parecia com o pai dele, aquele jeito dominante parecia deixar a amiga dela fora de si, aos pés de um garoto que podia ser filho dela, que era filho de amiga dela.
—¡…iii…iiii…!!! —Mônica respondia de novo, com mais força, berrando do fundo da garganta castigada.
—¡Cê gosta de fazer de corno o teu marido, porca?!
—…
—¡Paaaaaahhhh! Responde pro teu macho, vaca! —Falou meu filho, dando um tapa sonoro na bunda direita —Agora não vem se fazer de digna não, que cê tá entre as pernas de um moleque de 18 anos chupando pica e babando que nem uma porca! Agora tampa o nariz e me responde assim! ¡Paaaaaahhhh! —Richi falava, com total domínio da situação e da amiga, dando tapas na bunda dela à vontade e sem nenhuma cerimônia.
—¡…mmmm…iiiiiiiii…gggg! —A amiga da Lucía tentava falar, enquanto ela via a cara da amiga completamente vermelha de congestionamento.
Lucía vê o filho levantar e pegar Mônica pelo cabelo.
—Levanta, puta, de quatro na beira da cama! —Falou, levantando Mônica e colocando ela de quatro com a bunda toda oferecida que nem uma porca vulgar, com a calcinha arriada e o vestido da Lucía na cintura, com os peitões balançando.
O contraste do corpo miúdo da Mônica, quase igual ao da Lucía, dava uma imagem doentia e excitante. Richi pegou uma das fitas azuis que a Lucía usava pra fazer os rabos de cavalo elegantes dela, amarrou as mãos dela nas costas, deixando Mônica com a cara enfiada no colchão da cama e a bunda empinada, olhando pro teto. Richi também pegou um tubo que servia de capa pra um charuto do pai dele que ganharam num casamento e enfiou na buceta da Mônica, enquanto dava tapas na bunda dela, fazendo as nádegas expostas vibrarem e estampando as mãos nelas.
—Porca, vou deixar teu cu bem arrombado, pra tu não conseguir nem sentar do lado do corno! ¡Paaaaaahhhh! —O filho dela falava pra Mônica, dando tapas na bunda enquanto enfiava dois dedos no cu dela, cuspindo um monte de saliva no rabo da amiga, que começava a escorrer pro buraquinho. cu pra que ela permitisse a lubrificação certa pra ser penetrada sem piedade, tudo em meio aos gemidos da Mônica que, até parecia curtir o tratamento que tava recebendo do moleque dela.
Lucía, via o filho dela subir na cama, deixando a bunda da amiga dela apoiada nas pernas dele e, começava a mirar com aquele tremendo pau venoso no cu dela, enquanto, a amiga dela ficava com a cara esmagada contra a própria cama, com a bunda empinada e o próprio vestido arregaçado, tudo isso, enquanto o pobre marido dela tava no trampo, acreditando cegamente na fidelidade da mulher dele, prestes a ser penetrada pelo filho dela no cu, com um membro de 22 cm apontando pra ela.
Lucía, viu como o filho dela, começou a pressionar com o pau no cu, já lubrificado e, começou a meter sem resistência em meio aos gemidos da Mônica, enquanto o filho dela pressionava com a mão a cabeça da amiga dela contra o colchão, começando a bombar devagar o rabo de touro no cu dela, vendo como ele tirava até a cabeça pra, devagar, meter de novo até mais da metade, e repetir a manobra se deliciando no prazer que sentia ao ter de quatro a amiga da mãe dele, fazendo com ela o que queria como uma vadia qualquer.
—Você é uma porca igualzinha minha mãe! Vocês têm a mesma cara de puta! —Ao falar isso Richi, a Lucía dilatou até as pupilas, ficou paralisada ao ver como ele sujava o nome dela na presença de uma fodida violenta na amiga dela —Assim que eu gosto, vestida com a roupa da vaca da minha mãe! Plaaaaaaasssss! Plaaaaaaasssss! —Falava enquanto dava tapas na cara e palmadas na bunda durante, o que já tinha virado, uma fodida brutal no cu.
O pau dele entrava e saía com facilidade, com a piteira do charuto do pai dele enfiada na buceta escorrendo, com o cu sendo penetrado sem dó pelo filho dela.
—Fala que minha mãe é uma puta! —Falava durante as metidas duras que dava nela. —Aaaaaaahhhhhhh! Aaaaaaahhhhhhh! Sua... puuuuutaaaaa... éééé... uuuuuma... vaaaagaaaabuundaaaaa! —Respondeu Mônica, sob o olhar da "voyeuse Lúcia".
—Tinha que ter vocês duas aqui, de quatro, sendo tratadas como o que são, umas putas! Plaaaaaaasssss! —Lúcia não acreditava nas atrocidades que saíam da boca do próprio filho, de como ele fazia sua amiga testemunha de seus desejos pervertidos a realizar. Comigo.
—Aaaaaaahhhhhhh! Vou gozar, putaaaa! Aaaaaaahhhhhhh! —O filho começou a gritar, agarrando a amiga e virando-a, arrastando-a até deixar a cabeça dela pendurada na borda da cama, olhando para cima.
—Vou encher seu estômago de porra, vou te transformar num depósito de sêmen, porca! —Disse ele a Mônica, enquanto apontava o pauzão para a boca dela, que já estava aberta esperando, e começou a encaixá-lo devagar na garganta dela até bater no fundo, mantendo-o ali até ela ter ânsias fortes, os olhos começando a ficar vermelhos e o pescoço inchando pelo esforço de dar espaço àquele rabo invasor, que meu filho começou a tirar de dentro da garganta entre fios viscosos de saliva e meleca, até colocá-lo na frente dos olhos dela para molhar o rosto dela com os fios de cuspe, que começaram a escorrer pelos olhos dela criando uma máscara grossa, para, em seguida, enfiá-lo de novo, dessa vez apertando o nariz dela com os dedos e enfiando o pauzão até o fundo, sem piedade.
—Seus funcionários tinham que ver a Promíscua da chefe deles, com o pauzão de um moleque enfiado até a garganta, pedaço de vaca! —Dizia Richi, sodomizando a boca da Chefe de Marketing, tão recatada, tão culta e organizada, tão... bem comida.
—...iiiiigggggghhhhhh! Aaaaaagggggggghhhhh! Uuuuugggggghhhh! —Eram os sons que a garganta de Mônica emitia ao tentar respirar, babando pela boca até gozar, com toda a saliva escorrendo até o nariz, impedindo o ar de entrar pelas narinas. então o único fio de ar que ela tentava puxar era através dos pequenos espaços que sobravam na boca dela, totalmente ocupada pelo pauzão daquele jovem garanhão, que investia tampando o nariz dela e submetendo ela à vontade dele, com toda a virilidade enfiada até o esôfago, fazendo ela cuspir torrentes de saliva causadas pela tosse e ânsia ao tentar respirar. De repente, o filho dela fechou os olhos com força e olhou pro teto, soltando um urro.
— Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh! Uuuuuuuuuuffffffffffffff! To gooozandooooooo! — Gritou, tensionando todos os músculos, com a barra de carne inteira dentro da garganta da amiga dele, enquanto o esperma começava a jorrar com pressão pelo canto dos lábios dela e pelas narinas que Richi tinha liberado antes, escorrendo tudo em direção à carinha de senhora recatada, um grande amontoado de uma mistura de saliva grossa, meleca e porra, tudo entre ânsias violentas, diante das quais Richi ficou impassível, até não se esvaziar completamente, momento em que, aos poucos e sem pressa, começou a tirar o membro da boca dela, trazendo junto uma massa viscosa formada por fios grossos e espessos que arrastou durante a retirada, que começaram a cair no rosto dela, até cobrir tudo, deixando irreconhecível.
Richard pegou a calça que Mônica estava usando quando chegou e passou no rosto dela, mais pra sujar toda a roupa do que pra limpar, fazendo ela ter que andar na rua toda cheia de borrões de porra, enquanto ela ainda ficava desorientada e recuperando o fôlego.
Naqueles momentos em que Lúcia continuava olhando pela fresta da porta, percebeu que o filho dela estava com os olhos fixos nos dela… através do espelho na parede, momento em que Lúcia notou isso, mas já era tarde.
Naquela hora, observei pelo espelho minha mãe, olhando pela fresta da porta entreaberta, os olhos dela. repararam nos meus, nossos olhares se cruzaram e…
—Levanta, foxy, fica de quatro que vou te levar pra passear pela casa toda, pra você desfilar com o vestido da minha mãe, feito uma puta! —Falei pra Mônica, e ela se ajoelhou de quatro, com a cara toda lambuzada de porra e baba, começando a andar de quatro, com a calcinha arriada, na minha frente, balançando aquela bunda maravilhosa e castigada.
—Isso, porca! Plaaaaaaasssss! Vou deixar sua bunda bem quente! Plaaaaaaasssss! Que o seu corno veja! Plaaaaaaasssss! —Gritei pra ela, enquanto começava a dar tapas na bunda dela, andando atrás —Sai do quarto, passeia pelo corredor, puta! Plaaaaaaasssss!
Nessa hora, minha mãe sumiu da porta…mas ainda estava em casa…
Continua…

1 comentários - Entupindo de porra minha mãe 1 (parte 2)

mrblow
excelente,faltan algunas fotos pero wow! que buenas putas