Autor: COMEDOR DE BUCETA
Espero que vocês gostem dessa segunda continuação, porque só vai ter mais um capítulo, a princípio, dependendo do sucesso que fizer. Espero que rolem muitas punhetas masculinas e femininas, aproveitem. Um abraço pra todo mundo. Valeu por todos os comentários. Como sempre falo… aceito sugestões, todas são levadas em conta. Abraço pra vocês, homens e mulheres.
—Mexe essa bunda, puta! Páááááááááááá! Não presta pra mais nada além de usar teus buracos, porca! Páááááááááááá! Tinha que te envergonhar, ficar andando de quatro feito uma vagabunda com a roupa da minha mãe! Páááááááááááááá! — dizia pra Mônica enquanto a tirava andando pelo corredor a tapas na bunda, me deliciando com o balanço das nádegas dela a cada impacto das minhas mãos.
Parei e me abaixei pra dar um puxão no vestido caro da minha mãe que a Mônica tava usando, peguei o vestido pelo decote e dei um puxão forte, arrebentando os botões e soltando as tetas dela, agarrando pelos bicos e puxando pra fora, dando uma visão espetacular: uma mulher madura, de quatro, com os peitos balançando, a bunda nua e os buracos oferecidos pra serem usados do jeito que um moleque de 18 anos quisesse, que bem podia ser filho dela — e já é da melhor amiga dela — sendo levada e tratada como uma porca vulgar, enquanto o marido tinha dela a opinião de esposa exemplar, fiel, responsável, trabalhadora e recatada, hahahaha, sem saber que todo dia ele beijava ela depois que aquela boquinha tinha engolido um monte de porra e todos os buracos dela bem abertos e bem fodidos.
Ouvi minha mãe se dirigindo para a sala, bem devagar. Com certeza ela devia estar envergonhada, se perguntando como isso podia estar acontecendo com ela, por que essa humilhação, essa maldade, essa sede de vingança sem sentido, já que ela sempre foi uma excelente mãe, esposa e trabalhadora, uma mulher com reputação e status que não podiam se dar ao luxo de serem manchados por nenhum escândalo.
Peguei meu celular e tive a ideia de filmar a amiguinha dela, a Mônica, sendo humilhada. Então me coloquei na frente dela, vendo como ela andava, mas de repente reparei no espelho da entrada, onde dava pra ver perfeitamente refletida metade do rosto da minha mãe espiando pela porta da sala de jantar. Aí apontei pro espelho, sem que minha mãe percebesse.
—Quem é o corno da sua casa, puta? Plaaaaaaaaaassssss! —Perguntei enquanto gravava o espelho onde dava pra ver a Mônica e a minha mãe de um lado.
-Aaaaaiiiii! Meu…marido… -respondeu Mônica.
—Quem é teu macho, porca? Plaaaaaaaasssss!
-Aaaaaiiiiiiiii! Você…
- Quem é que arrebenta tua buceta enquanto o corno trabalha? Plaaaaaaaaaasssss!
-Aaaaaaaaiiiiiii! Seu...
-O que é minha mãe? Plaaaaaaaaaaaasssss!
-Aaaaiiiii! Uma…cachorraaa…
—Como você gosta que seu macho te trate? Tchaaaaaaaapaaaaa! Tchaaaaaaaaaaaapaaaaa! —Ela repetia dando fortes palmadas enquanto a cara dela estava colada no chão.
-Aaaaaiiiii! Do jeito que você…quiser…
-Vou te foder o cu na frente do corno, enquanto ele dorme. Vou te colocar de quatro na beirada da cama e arrebentar sua bunda na presença dele. O que você acha, puta? Plaaaaaaaaaasssss! -Ele falava na frente da minha mãe, que continuava ouvindo, já fora do meu campo de visão.
— Cê gosta que eu te vista igual à puta da minha mãe com a roupa dela, enquanto te como que nem uma porca? Plaaaaaaaaaassssss!
-Sss…siimm…eu gosto…muito…
—Então você vai se vestir assim pra sempre, porca, as vacas têm que andar todas iguais, putas! Plaaaaaaaaaassssss!
De repente ouvi a porta da rua, então deduzi que minha mãe tinha saído de casa na surdina.
—Já cansei, porca, se veste e vai com o corno, te chamo quando quiser arrebentar essa buceta, mas a calcinha tu deixa, e nem pense em limpar a cara, quero que todo mundo saiba que tu tá com o esperma do teu macho na cara e no cabelo! —Falei sem remorso nenhum do jeito que tratava ela.
—Mas… Richard… meu marido… —Ela me disse com um olhar preocupado e suplicante.
—Não tô nem aí, seu marido é um puto corno manso, um viadinho, e você uma piranha que vem aqui pra ser fodida que nem as putas — respondi com firmeza — e você vai me dar 300 euros, quero comprar um PS4, porca — exigi.
-Eeehhhh…sim…claro… -Ela disse, revirando a bolsa e tirando 3 notas de 100 euros -toma, Richard… -Falou, me oferecendo o dinheiro.
Eu a tinha totalmente viciada nas minhas fodas duras, era o macho dela e ela me daria de todas as formas o que eu pedisse, até dinheiro, então eu abusava da minha dominação e submissão sobre ela sem piedade.
—Cai fora agora… —ordenei.
Mônica se vestiu no quarto e saiu 5 minutos depois, toda elegante com a roupa dela, os óculos e todos os respingos de porra na cara e no cabelo, exatamente como eu tinha mandado. Cheguei perto dela e, quando ela achou que eu ia beijá-la, fechou os olhos esperando um beijo carinhoso — e eu cuspi um baita cusparada no vidro esquerdo dos óculos dela, que cobriu a lente inteira, escorrendo pela bochecha dela, como se fosse uma lágrima gigantesca, branca e grossa.
—Isso também, nem pense em tirar — avisei, agarrando sua camisa elegante e dando um puxão nos botões para arrebentá-los e abri-la até o meio do peito, deixando seus seios à mostra — quero que saia da minha casa feita uma porca, igual é tratada quando te como. E quando chegar em casa, quero uma foto pra ver que você chegou toda cheia de porra e com a cusparada na cara, sua puta — falei com arrogância e prepotência.
Ela só obedeceu às ordens e saiu de casa vestida desse jeito, toda assim, kkkkkkk.
Meu objetivo…era a minha mãe.
O dia passou dando um rolê com meus amigos, até chegar a hora de comer, quando cheguei em casa, onde meu pai e minha mãe já tinham chegado.
Enquanto meu pai tomava banho, liguei pra minha mãe.
—Olhadinha! —Gritei, com um berro que ecoou pela casa toda.
—Vou, Richard! —respondeu minha mãe da cozinha rapidamente, evitando que ele repetisse.
Minha mãe apareceu toda elegante, com um conjunto de saia curta branca na altura da coxa, igual à camisa, com o botão de cima desabotoado, deixando adivinhar um belo par de peitos por baixo da roupa. Tudo isso completado com um penteado bonito e um rabo de cavalo elegante, além dos seus lindos óculos. Seus dentes brancos eram a cereja do bolo de uma mulher gostosa do nível dela.
—Lava minha cueca! —falei, dobrando bem elas e dando um nó meia-boca pra segurar bem todo o sêmen lá dentro, vendo até como a porra escorria pelos lados.
Toma, pega!" — falei, jogando eles no ar com força.
Minha mãe foi pegar com as mãos, mas não conseguiu, então os jatos acertaram em cheio no rosto dela e se soltaram, fazendo todo o esperma explodir na cara dela, de uma vez, enchendo o cabelo e os óculos dela com uma camada grossa e abundante de porra, assim como a blusa elegante e o decote. Escorria porra do queixo dela até o decote, foi uma gozada bem grossa e abundante.
Minha mãe ficou de boca aberta com a situação inesperada, igual quando você leva um balde de água fria no meio da soneca e fica em choque.
—Sua porca! —Falei com cara séria.
-Mas... Como...? -Gaguejou minha mãe.
—Não bastava me ver gozar no teu quarto, você queria provar, né? — falei pra ela.
-Mas… eu…
-Já que era isso que você queria, de agora em diante vou te dar um banho bem gostoso.
-Mas que… Você não pode fazer isso! Eu sou sua… sou sua… mãe…! - Disse ela tentando dar ênfase às palavras.
- Ah, é? Tá bom, papai, papai! — Falei chamando a atenção do meu pai, que tava no banheiro.
—Mas… o que cê tá fazendo, filho… pelo amor… não… xiiiiiiii…! —Ela disse tentando me calar.
—Vou contar tudo pro papai e de quebra mostrar o vídeo da sua amiguinha Mônica enquanto você fica espiando pela porta da sala — falei.
—Mas… Richard… —Ela disse, arregalando os olhos.
- Papai!
—Tá bom… tá bom… o que você quiser… mas por favor… —Ela disse se aproximando de mim.
—Quero que se ofereça pra eu cobrir sua cara de porra quando eu quiser —falei com malícia.
—Mas… Richard…
—Papai…! —Gritei de novo diante da hesitação dele.
—Sim… sim… vale… —Ela respondeu.
—Como assim, vale? Se oferece logo, porca! — falei pra ela.
-Eu… eu… pode… me encher de… por… porra… quando… qui… quiser… -Disse com tom derrotado, sem dignidade.
—Vai ficar à minha disposição, porca?
-S…sim…
—Vem aqui —falei, aproveitando o estado de vulnerabilidade dela.
Ela se aproximou devagar com minha cueca na mão, humilhada, coberta pelo sêmen do próprio filho. Os passos dela eram curtos, indecisos, essa hesitação contrastava forte com o jeito dela se vestir, sabendo que dentro de uma hora essa mãe fiel e responsável, humilhada, teria que estar na frente de um departamento inteiro, dando ordens e impondo respeito e autoridade que, nesse caso, era eu quem impunha nela.
—Te agradeço, “xereta”, que quando eu era pequeno você me amamentasse, me desse seu leite saindo dessas tetas que hoje você usa pra enfeitiçar com suas roupas — falei cinicamente. — Agora, vou ser eu quem vai te dar leite, então espero que saiba me agradecer do mesmo jeito que acabei de fazer com você — falei, aprofundando a vil humilhação dela.
Ela continuava de pé, com os óculos cheios de porra, igualzinho o cabelo dela, me encarando nos olhos, mas sem expressão, um olhar vazio, oco.
—Papai tá saindo do banheiro… você que sabe, se ele te pegar desse jeito… hahahaha —falei rindo.
-Eu… obri… -Ela começou a falar.
- Espera! - Interrompi ele pegando meu celular.
Desbloqueei meu celular, liguei a câmera pra gravar e ofereci pra ela.
-Você vai falar isso olhando pra câmera, se grava aí mesmo, "xereta", hahahahaha -Falei pra ela.
Coloquei o celular na mão dela, faltando só apertar o botão de gravação.
—Quero que você mesma aperte o botão pra gravar, não esquece de olhar bem pra câmera — falei, me ajeitando no sofá, curtindo a humilhação da minha pobre mãe.
Minha mãe, com a mão trêmula, começou a olhar pra câmera.
-Melhor… fica de joelhos, e quando começar a gravar, quero que enfie minha cueca na sua boca no meu sinal. Entendeu, “porca”? hahahahaha.
—Eu… sim… seu pai… nos vê… —disse ela preocupada.
—Então vamos! Que porra você tá esperando, sua boba do caralho? —Falei com autoridade.
Ela olhou de novo pra câmera, vendo como ele engolia seco, com a cara e os óculos cheios de porra, enquanto o filho dela, eu, continuava sentado no sofá, com minhas bolas enormes e meu pau meio duro pra fora da calça de moletom, curtindo o cenário. Minha mãe encheu os pulmões de ar, pronta pra começar.
Se oferece pro teu filho, fala que tu se oferece pra ele te encher de porra sempre que ele quiser" - eu indiquei.
-Eu… me… ofereço… pra… pra você… me encher… de… de… sêmen… sempre que… qui… quiser… -Ela disse arrastando as palavras, olhando com medo pra câmera.
—Você não vai me agradecer por eu te encher de porra? — perguntei, olhando pra ela sem expressão.
Ela olhou nos meus olhos, o olhar dela era de ódio, indignação e humilhação, tudo junto, estar de joelhos e querer sair daquela situação correndo, mas não poder, estar presa por não ter sabido reagir a tempo, quando ainda era possível, ter agido como uma adolescente quando era uma mãe na frente do filho, visto agora nessa situação com certeza teria sido, embora constrangedor, muito mais coerente, no entanto, por não querer morder o filhote… o filhote mordeu a mãe, sem piedade. Algo com solução fácil… já não tem mais.
-Obrigada…obrigada…por…querer…me…encher…de…porra…
-Ela terminou de dizer estoicamente sem parar de olhar pra câmera.
-Agora enfia a cuequinha do seu filho na sua boquinha kkkkkk, mas antes passa ela na sua carinha toda -Falei com um sorriso no rosto.
Olhando fixamente pra mim, levanto o braço esquerdo com a cueca na mão, devagar, como se pesasse 10 quilos, e lentamente comecei a passar ela pelo rosto dele, as bochechas, a testa, os oizinhos de óculos e o nariz. Bem no nariz, agarrei a cueca com minha mão e apertei forte contra ele.
—Aspira o cheiro de bosta do rabo do teu filho, porca! —dizia enquanto apertava com força contra o nariz dela, esfregando com raiva.
Minha mãe, enquanto tentava aspirar tudo que podia, o cheiro de porra e rabo inundava as narinas dela.
—Você vai pro trabalho cheirando o macho do seu filho, em vez do viadinho do seu marido! — dizia eu, olhando pra ela de cima e dando tapinhas nas bochechas dela, tudo isso sem parar de gravar. — Agora já pode enfiar a cueca do seu filhão na sua boca de porca — falei, soltando ela, deixando que pegasse ar.
Minha mãe levou alguns segundos, me olhando. Em seguida, entreabriu a boca e colocou um pouquinho da cueca, deixando ela pendurada.
—Mais um, piranha, quero todos na boca! — ordenei — e olha bem pra câmera, não quero perder nem um segundo da putaria que a minha mãe é! — falei de forma imperativa.
Ela me olhou por três segundos e, voltando a olhar pra câmera, enfiou mais um pouquinho.
—Eu disse que todos, porra! —Falei me levantando e indo em direção à minha mãe com o pau já bem duro e minhas bolas balançando.
Peguei a cueca com minha mão e enfiei nela à força, metendo meus três dedos até o fundo da garganta dela, enfiando a cueca bem lá dentro.
—Assim, porca! —Eu dizia com fúria, apertando os dentes e forçando a garganta dela, enquanto com a outra mão segurava firme o rabo de cavalo dela —Aaaassiiim, bem fundo…! —Eu dizia enquanto minha mãe tentava segurar minha mão, agarrando-a com a dela.
As ânsias começaram a invadir a garganta dela, fazendo ela salivar pra caralho, formando nos olhos dela umas lágrimas enormes que começaram a escorrer pelas bochechas.
—Mmmmmmmmm… mmmmmmm… mmmmmmm…! —Era a única coisa inteligível, acompanhada de babas que se acumulavam nos cantos da boca dela, pelos poucos espaços que a cueca e meus dedos deixavam, descendo pelo lábio inferior até o queixo, começando a escorrer em fio até a saia elegante dela, grossos cordões de saliva esbranquiçada, espumosa.
—Engole, mamãe, engole bem fundo, sua puta! —Eu dizia com raiva, enfiando ainda mais a cueca com meus dedos.
Não sei o que dava em mim, mas sentia uma vontade de ser cruel com minha boa mãe, humilhar ela, ver ela aos meus pés.
De repente, o celular dela tocou. Enquanto ela continuava de joelhos com a boca cheia da minha cueca. Era meu pai.
- Sim? - Falei atendendo o telefone pro meu pai, enquanto minha mãe continuava de joelhos com a boca cheia.
—Richard, sua mãe tá aí? —Ele respondeu.
—Bom… sim, bem aqui, de boca cheia —respondi pro meu pai enquanto olhava pra minha mãe com um meio sorriso.
— Tá comendo? — Disse meu pai.
-Siiim...bem...mais ou menos... Quer que eu passe pra você? -Eu disse.
Sim, filho, te agradeço" — ela me respondeu.
Olhei pra minha mãe e entreguei o telefone pra ela falar com ele, com aquele olhar submisso, humilhado, de calcinha do próprio filho e a cara toda lambuzada de porra, colheita do próprio filho.
-Hhhhiiii….iii… -Ela tentou vocalizar com a saliva escorrendo pela boca.
—Lucia? Tô te ouvindo meio mal — dizia meu pai.
—Você foi no banco sacar o dinheiro? —continuava meu pai.
-ôoo…ôooaaiiaaa…ôooo…! – Dizia minha mãe forçando a voz, vendo as veias do pescoço dela incharem de tanto esforço.
- O quê?
- Eeeee... oooaaaiiiaaa... oooo! - Minha mãe tentava gritar mais alto, sem conseguir pronunciar uma sílaba sequer.
-Espera, mãe, vou te ajudar -falei sorrindo.
Cheguei nela e segurei com os dedos as pontas dos lábios dela, esticando pra os lados, ridicularizando a cara dela, aproveitando pra cuspir uma cusparada grossa que foi parar dentro da boca dela. Com os lábios abertos pelos meus dedos e,
tudo isso enquanto ela continuava se gravando com o celular, eu falei…
Responde agora, mamãe kkkkk, responde pro papai" – falei enquanto ela me olhava humilhada e toda vermelha.
_eee…oo…iii…oo… -Você abriu.
—Espera, agora tu vai ver como sim —Falei, tirando devagar as cuecas da boca dela, cheias de fios de baba que ficaram grudados na boca dela, quase impossíveis de quebrar de tão grossos.
Minha mãe deu três baforadas de ar que encheram os pulmões e recuperaram o fôlego. Peguei minha cueca toda babada e esfreguei na cara dela, deixando fileiras grudadas nas bochechas, fileiras esbranquiçadas e viscosas, que deram à minha mãe um aspecto de porca.
Meu rabo tinha ficado no tamanho máximo, com certeza se agora eu tentasse enfiar na boquinha da minha mãe, não caberia nem um quarto da barra.
Deixei o celular no chão, debaixo dela.
—Já pode falar com você, pai, ela já engoliu — falei pro meu pai enquanto olhava pra minha mãe, piscando um olho e dando um sorriso.
Querida?" — Meu pai dizia pra minha mãe — "Já pode falar?
—Ehh… sim… já consigo… —disse ela, sem pressa.
—Bom, eu tava dizendo se você foi ao banco — repetiu meu pai.
—Bem… ainda não consegui… — Respondeu minha mãe, sob meu olhar atento.
—Pergunta pra galera do banco em quantas parcelas a gente poderia colocar o empréstimo e qual seria a taxa de juros —disse meu pai, esperando uma resposta da minha mãe.
-Abre a boca e mostra a língua, sua putinha bisbilhoteira, vou te tratar como você merece e nem pense em tirar a câmera da sua carinha – sussurrei no ouvido dela, enquanto com uma mão apertava as bochechas dela e enfiava três dos meus dedos até o fundo da garganta dela, sem avisar.
- Uuuuuuaaaaagggghhhhhh! Aaaaaaaaaaaaggggggggghhhhh! – Minha mãe soltava, com uns gorgolejos enormes causados pela própria saliva, enquanto meu pobre pai do outro lado da linha ainda esperava pela resposta.
—Lucia? O que cê tá fazendo agora? Não tô entendendo nada —respondia meu pai.
-Aaaaaaaaaaaaaaaggggggggggghhhhhhhhhhhh! Uuuuuuuuaaaaaaaaggghhhhhhhhh! – Minha mãe se debatia entre a vergonha e os ânsias de vômito, que provocavam grandes fios de saliva começando a cair sobre o celular de onde meu pai esperava resposta.
Não satisfeito com isso, resolvi enfiar mais um dedo na garganta dela, então coloquei um quarto dedo e comecei a foder a boca dela, enquanto minha mãe tossia e engasgava, mas ainda com a língua para fora, exatamente como eu havia ordenado, o que me permitia ir mais fundo na cavidade dela e aumentar o sofrimento dela. Ela sabia muito bem que, se não obedecesse, isso poderia ter consequências, já que aquilo tinha virado uma bola de neve que começou com ela querendo evitar uma situação constrangedora por uma simples punheta, e acabou com ela de joelhos na frente do filho, ao telefone com o marido, enquanto o filho a dominava e humilhava a níveis que ela nunca imaginou.
—Papai tá com uma tosse que não passa, não tem jeito. Vou dar uns tapinhas nas costas dele pra ver se ele desengasga — falei pro meu pai.
—Sim, filho, vai ver aí, porque no fim tô gastando móvel e não troquei quatro palavras seguidas com ela —Disse meu pai, que já tava perdendo a paciência.
Peguei na calça social branca bem elegante dele e dei um puxão, e minha mãe tentou colocar a mão pra impedir que eu abaixasse.
—Ei… pai — falei pro meu pai.
—Sim, filho, me fala.
—Vou te mandar um vídeo… —falei enquanto olhava pra minha mãe tirando meus dedos da garganta dela.
—Nãooooo! Pelo amor de Deus! —Minha mãe implorou, com o rosto vermelho de congestionamento, limpando a baba da boca com as costas da mão enquanto abaixava o celular com que estava se gravando, mas sem interromper a gravação, então estaria filmando o teto, mas nossa conversa daria pra ouvir perfeitamente.
—O quê? —Respondi —Acho que sim… —Falei com uma cara impassível.
—Não… por favor, te imploro como sua mãe que sou… por favor… — Ela me disse com a voz trêmula.
-Isso não vale porra nenhuma, tenho muito material, muito valioso… seu e da sua amiguinha… hahahaha –Falei pra minha mãe sem piedade nem compaixão.
—Eu… Richard… vou fazer o que você quiser… mas não… por favor… — Ela me disse desesperada.
O que você quiser? Kkkkkk Tá vendo como você é uma porca? — Falei baixinho pra que meu pai não percebesse nada.
Peguei o celular e comecei a falar com meu pai, sob o olhar da minha mãe, que não entendia nada. Fui até o sofá e chamei minha mãe com o dedo.
— Olha, pai, a mamãe foi ao banheiro, não tá muito bem, então fala comigo que eu passo pra ela depois — falei pro meu pai enquanto me ajeitava.
Nu da cintura pra baixo, abri as pernas e botei a bunda pra fora do sofá, deixando meu rabo totalmente exposto, com minhas bolas enormes penduradas e meu pau de touro colado na barriga, todo melado de líquido pré-gozo. Fiz um sinal pra minha mãe com o dedo apontando pra minha bunda, mostrando bem claro o que eu queria.
Minha mãe continuava de joelhos, e já tinha limpado a carinha dela com os antebraços. Era uma gostosa, dava pra ver que era uma boa mulher, e eu ia me aproveitar disso. O rosto dela mostrava incredulidade, não conseguia acreditar no que o próprio filho tava mandando ela fazer, devia achar que eu era um desequilibrado, um doente. Uma boa mãe e esposa fiel, ajoelhada na frente da bunda do filho, seria rejeitada por toda a família e pelos conhecidos e amigos se isso viesse à tona… mas parecia que a única chance de eu deixar ela em paz era se ela topasse, apagasse todo aquele material imoral e doloroso.
Minha mãe engoliu seco e, tentando se apoiar no chão com os braços, começou a andar de quatro, devagar, como se o corpo dela pesasse 40 quilos a mais e fosse pesado. De gatinhas, foi se aproximando aos poucos, enquanto eu puxava conversa com meu pai pra prolongar a humilhação da minha mãe, tão gostosa, com seu rabinho de cavalo loiro natural e elegante, com aquela carinha branquinha e lisinha, aquele olhar sensual e bondoso.
Quando finalmente se plantou na minha frente, na altura da minha bunda, ficou olhando fixamente pra ela, engolindo o choro, alternando o olhar entre mim e minha raba, provavelmente na esperança de que eu me arrependesse a qualquer momento. Peguei meu pauzão com a mão direita enquanto continuava a conversa com meu pai, e comecei a bater uma lentamente, enquanto indicava de novo pra minha mãe com um sinal da língua que não deixava mais dúvidas sobre o que eu pretendia.
Minha mãe baixou a cabeça e começou a ter contato com minhas nádegas, senti o toque das bochechas dela, enquanto observava como, entre a humilhação e com certeza o nojo, por ter um viado como meu pai na cama que não passaria do papai-e-mamãe, ela tentava lamber o olho do meu cu.
A sensação era indescritível. Enquanto eu falava com meu pai, um corno manso, minha mãe chupava minha bunda. Minhas bolas ficavam por cima da testa dela. Era realmente doentio ver uma mulher daquele porte chupando a bunda do próprio filho de 25 anos, humilhando ela enquanto conversava com meu pai… não dava pra ficar mais excitado. Enquanto eu batia uma pra minha piroca enorme, sentia minhas bolas subindo e descendo, batendo na testa dela. Aproveitei pra pegar com a mão a gola da blusa dela e puxar de lado, fazendo os peitos dela saltarem pra fora. Ela deu um pulo, mas não ousou contrariar minha ação.
—Sim, papai, vou falar pra ele, a mamãe tá muito ocupada agora, cê sabe, dando uma de linguaruda… — falei olhando pra minha mãe com um sorriso e tesão.
— Tá falando com alguém? — perguntou meu pai, o bonachão.
-Bom… sim… você sabe… hahahaha
—Assim, mamãe passa o pano bem por ali aaaahhhh!… que delícia… — Dizia ela, enquanto meu pai ouvia tudo atento pelo celular — porra, pai, quantas coisas a mamãe consegue fazer ao mesmo tempo… e como ela faz bem…
-É verdade, sim. Diz pra ela, de quebra, lembrar de levar os documentos pra reunião, que ela é toda desligada... -Meu pai falava.
Minha mãe continuava passando a língua na minha bunda, embora com um certo receio.
-É verdade sim, pai, ela tem "muita coisa na cabeça…", mas cê sabe que ela gosta disso… -Falei pro meu pai.
-Hahahaha, sim filho, mas tudo que ela faz, ela faz muito bem…
-Aaaafff… sim, papai… já tô te falando que sim - Dizia pro corno do meu pai - Ó mãe, passa a língua de baixo pra cima, aaaaassssiiim… eu te ajudo, viu? - Falei pra minha mãe segurando a cabeça dela pra fazer ela lamber toda a rachadura desde meu cóccix até a bunda, apertando com força a cabeça dela.
- É que você já sabe, pai, quando ela tá com a boca ocupada e a cabeça em outra coisa… se distrai fácil… - Continuei falando com meu pai…
-Espera, pai… acho que a mamãe vai ficar… Aaaaaahhhhhh! Uuuuuufffffffff! Ooooooohhhhhhhhh! -Comecei a suspirar com a gozada iminente.
—Aconteceu alguma coisa, filho? — Meu pai me perguntou.
- Uuuufffffff! Um pequeno… câimbra… - Falei, esticando o braço pra pegar a pilha de documentos que tava à minha direita, que minha mãe tinha deixado prontos pra levar pra reunião, pra usar como recipiente pra minha gozada que já tava chegando, sem que minha boa mãe percebesse, ela que tava com os olhos grudados na minha bunda debaixo das minhas bolas, enquanto eu batia uma rapidão e segurava o celular no ombro.
-Fala pra sua mãe, filho… pede pra ela te dar uma massagem…" - Dizia meu parceiro de pai.
—Sim, papai… já estou nessa…! Uuuuufffffff! Porra, papai, que gostosa ela é…! Como ela manda bem…! Aaaaaaahhhhhhhhhh! Oooooooohhhhhh! —Enquanto guiava a cabeça dela com força pra intensificar a chupada de buceta, bem na hora que eu ia gozar, soltei a cabeça dela e coloquei os documentos em cima, apontando meu pau pra eles.
Agarrei com força meu pau e, apertando firme o tronco, sentindo a língua da minha mãe na minha bunda, um jorro abundante e grosso de porra explodiu com força caindo sobre os documentos dela, jatos e mais jatos continuavam saindo, escorrendo pelos lados para cair em grossos fios sobre a cabeça e testa dela, enchendo assim todo o cabelo dela até escorrer por ele até as bochechas.
A sensação era indescritível, uma moleza imensa me tomou por causa da gozada intensa, o que me fez perder as forças e deixar o celular cair no sofá com meu pai ainda do outro lado da linha.
Quando minha mãe finalmente tirou a cara da minha bunda, percebeu a besteira que tinha feito, achando que nada pior do que o que estava acontecendo poderia acontecer. Toda a documentação que ela precisava levar pra reunião que ela mesma tinha organizado estava completamente coberta de porra, tudo, enquanto eu continuava virando as folhas na cara dela, de onde ainda escorria porra que caía nos olhos e na boca dela, enquanto ela tentava pegá-las com o olhar, como se pudesse alcançá-las, sabendo que naqueles momentos tudo pra ela era inalcançável, ela estava numa posição moral e psicológica em que não tinha controle nenhum.
—Pai, como agradecimento pela massagem que fiz na mamãe, dei um copão de porra pra ela... E ela adorou! — falei, sabendo que meu pai ia se surpreender, já que minha mãe nunca gostou de porra.
Minha mãe me olhava com ódio, com rancor, com os olhos ardendo de raiva.
— Pois é, deve ser bem gostosa mesmo, porque sua mãe nunca curtiu gozar na boca — Me respondeu meu pai.
—Pois ela gostou muito, né, mãe? — perguntei pra minha mãe, que tinha agarrado meu coração e comido ele. — Responde pro papai! — falei, colocando o viva-voz na frente da boca dela.
Ela levou uns segundos antes de responder, alternando o olhar entre meus olhos e o chão. A humilhação dela era totalmente óbvia, estava psicologicamente arrasada, afinal, como não estaria, dominada e humilhada pelo próprio filho de 18 anos. Fez um esforço sobre-humano, ergueu o olhar para o celular.
-Sss…sim…mmm…me…a…gostei… -Disse minha mãe com um fiozinho de voz.
-Puxa… Lucía, quem diria, vai ver que seu filho descobriu como fazer você tomar porra kkkkkk -Dizia meu pobre pai, indo direto ao ponto com as palavras dele.
—Bom… não sei… Mãe! A partir de agora, quer que eu goze em você? Já que papai não sabe fazer direito… — falei pra minha mãe.
Ela olhou pra mim de novo e, fazendo um esforço sobre-humano…
-Sss…sim…-Ela disse sem dignidade.
-Kkkkkkk vou ver se vou entupir ela de porra agora… kkkkkkk -Falei pro meu pai, provocando mais uma vez a risada dos dois diante da presença humilhada da minha mãe, sem que meu pai desconfiasse de nada do que rolava com a sua preciosa e fiel esposa.
-Bom, pai… vou deixar você, tenho coisas pra fazer… -Falei cortando a conversa de forma brusca.
—Tá bom, filho, eu também tenho um monte de coisa pra fazer.
Desliguei o telefone e larguei minha mãe pra lá, sem mais, feito uma puta barata, uma vagabunda mal paga, vesti minha calça e fui pro meu quarto, troquei de roupa e, sem dar mais explicações, saí de casa, deixando ela com todos os documentos manchados de porra, igual a cara dela.
Mais uma vez cheguei na hora de comer, porque a única coisa que passava na minha cabeça no dia a dia era: comer, foder, sair com meus amigos, foder de novo e comer... e ser comida também, então voltei pra casa pra conseguir tudo isso.
Quando voltei, a mesa já estava posta e todo mundo sentou. Meu pai sentou na minha frente e, quando minha mãe ia sentar do meu lado direito…
—Mamãe, você aqui do meu lado… bem juntinho de mim —falei, arrastando a cadeira com uma mão onde ela estava sentada, na presença do meu pai.
Começamos a comer e, pegando na mão da minha mãe, coloquei ela no meu pau, já duro e enorme, fiz ela segurar sem que meu pai visse nada, ele prestava atenção na comida e na conversa que tentava manter com meu pai. Ela agarrou meu tronco musculoso, venoso e grosso, fazendo com minha mão subir e descer a dela, deixando cair uma cusparada no pau num dos momentos em que meu pai cortava o pão.
Assim consegui uma boa lubrificação pra uma masturbação gostosa e prazerosa, na presença do meu pai.
Minha mãe mudou completamente a expressão do rosto, ficando com os músculos tensos e duros, enquanto começava a me ordenhar sozinha. A mão dela deslizava da base daquele pauzão grosso lentamente até a ponta da cabecinha, bem devagar, pra repetir o movimento.
—E aí, como vai o trampo, Lucía? —Meu pai perguntou pra ela.
—Eehh… bem… bem… —Respondeu com rigidez no rosto.
—Com certeza um dia “muito duro”, né mãe? — perguntei pra minha mãe, que continuava ordenhando meu pau, tentando disfarçar o máximo possível.
-Sssiii…ssssiii…tá bom… -Respondeu nervosa.
—Com certeza o teu dia foi "bem longo", mas tu é foda e sabe "tirar o melhor de cada um" — falei, deixando a situação o mais desconfortável possível enquanto continuava batendo uma pro meu pai, ordenhando o próprio filho, tentando arrancar a porra dele na frente do corno, que não fazia ideia do que tava rolando.
—Sim, a verdade é que sua mãe tem um dom pra isso, é uma pessoa persistente e dedicada —disse meu pai.
-Isso é papai hahaha, não teria dito melhor hahaha -Falei pro meu pai olhando pra minha mãe.
Meus músculos começaram a se contrair e eu apertei os dentes, me preparando pra minha gozada. Minha mãe aumentou o ritmo e começou a meter mais rápido no pau, tentando seguir a conversa com meu pai de um jeito muito robótico, muito artificial, fingido.
Bem na hora em que meu pai começou a cortar a carne olhando pro prato, minha gozada saiu disparada com força pra cima, chegando na mesa onde estavam os pratos, depositando nele três jatos fortíssimos e grossos, sob o olhar apavorado da minha mãe. A mão dela ficou toda pegajosa e coberta de porra bem grossa, igual o estofado da cadeira, que ficou com uma poça debaixo das minhas bolas. Minha mãe tirou a mão e se limpou com o guardanapo, e tentou continuar comendo normalmente… também fingindo.
Depois do almoço, meu pai tirou a soneca como de costume, enquanto isso eu estava mexendo no tablet, de boa, vendo o vídeo pornô que a minha própria mãe gravou enquanto enfiava minhas cuecas na boca dela e se masturbava com meus dedos, meu passatempo favorito a partir de agora. Quando minha mãe voltou da cozinha, entrou na sala e foi aí que eu tirei o pau pra fora da calça e comecei a bater uma punheta diante do olhar horrorizado da minha mãe, que ficava de olho no meu pai tirando a soneca e a qualquer momento ele podia acordar. Foi aí que me veio uma ideia. Fui na direção da minha mãe.
—Fica do lado do corno do meu pai, porca! Pááááááááááá! —Falei pra minha mãe dando um tapa bem alto nela.
Sentei minha mãe ao lado do meu pai, apoiada com as mãos no encosto da poltrona, puxei a calça e a calcinha dela de uma vez até os joelhos e fiz ela empinar bem a bunda, aquelas nádegas maravilhosas, brancas e perfeitas, prontinhas pro filho de 25 anos.
—Quero que você olhe na cara do meu pai, vou esquentar essa sua bunda, vagabunda! — falei abrindo ela com as duas mãos — Páááááááááááá! Páááááááááááá! Páááááááááááá! — Minha mão começou a bater nas nádegas brancas dela, era um espetáculo ver como tremiam a cada palmada sonora, enquanto minha mãe se preocupava mais com meu pai acordar do que com as palmadas fortes.
Minhas mãozadas marcavam as nádegas dela, afundavam a cada tapa que acertava aquele rabo carnudo, enquanto meu pai dormia profundamente.
—Tinha que te dar vergonha, seu pedaço de puta, a Mônica e você são umas cachorras iguais! Plaaaaaaaaaaassss! — Dizia enquanto esquentava a bunda dela.
- Mmm… mmm… mmm… - Era só o que ela soltava, com medo de ser descoberta pelo marido. O que ele diria se a visse levando palmadas, com a calça e a calcinha arriadas até os joelhos, enquanto empinava a bunda pro filho de 18 anos esquentar ela?
—Vem aqui, Promíscua, você vai lamber minha bunda até deixar ela brilhando, e as bolas e o pau até passar sua fome pro dia inteiro — eu falei.
Ajoelhei aos pés do meu pai, de joelhos no sofá, com as mãos apoiadas no encosto, com a bunda empinada, ia fazer com que a humilhação fosse épica.
—Tira minha calça e minha cueca pra baixo — ordenei pra minha mãe.
—Richard… você tá louco… seu pai vai me… vai nos… matar… — Ela me disse escandalizada, com o rosto pálido e os olhos arregalados como pires.
—Deveria ter pensado antes de eu encher tua cara de porra… Vou te entupir de leite, mas bem! — falei sorrindo.
Você já sabe o que eu te falei" — falei ameaçador.
Ela lentamente olhando pro meu pai, se aproximou de mim, pegou com delicadeza o elástico da minha calça e puxou pra baixo até os meus joelhos.
—Quero que você encoste seu rosto na minha bunda por cima da cueca, sua porca, esfrega a cara e aspira o cheiro de macho do seu filho — eu disse.
A respiração dela tava ofegante, o coração batendo forte no peito, dava pra sentir até na têmpora. A vontade dela tinha perdido a batalha, a dignidade, a guerra.
Aos poucos, foi se aproximando da minha bunda, coberta pela minha cueca branca.
—Vamos, não se faz de difícil, vagabunda, você adora que seu filho te humilhe, com certeza nunca chupou o cu do corno… —Ele dizia.
O rosto dela encostou na minha bunda, se perdeu no meu rego, enquanto eu apoiava a cabeça e os braços no encosto, empinando a raba o máximo possível. Sentia o nariz dela tocar o olho do meu cu, fazendo o pau ficar bem duro, com meio palmo saindo pra fora da gola da cueca.
—Quero ouvir você aspirando, porca. Aspira o cheiro do cu e das bolas do seu filho! — ele dizia.
Minha mãe começou então a aspirar com força, eu ouvia perfeitamente, ela aspirava todo o cheiro do filho dela, o macho dela, aquele que ia substituir o corno do meu pai na cama dela.
—Chupa a bunda por cima da cueca, chupador de leite, porca! —continuava dizendo pra ela.
Minha mãe começou a passar a língua das bolas até o cóccix, por toda a fenda da bunda coberta pelo pano, enquanto isso eu tirei o pau da cueca e comecei a esfregar nele, batendo uma punheta.
—Abaixa minha cueca e chupa a racha do cu do teu filho, e é melhor tu caprichar, porque quanto melhor tu fizer, mais cedo eu vou gozar, tu que sabe, porque se papai acordar e te ver desse jeito… — falei aumentando a pressão na humilhação já consolidada dela.
Ela pegou a cueca olhando pro meu pai, devagar, como se tentasse fazer o máximo de silêncio possível e, se aproximou da minha bunda pra chupar ela.
—Cheira primeiro, cola o nariz e aspira! —Dizia ela sem rodeios.
Minha mãe aproximou o nariz até encostar na buceta e começou a cheirar. Minha boa mãe, com a calça e a calcinha abaixadas, de joelhos na frente do rabo do filho de 18 anos, que ficava de quatro aproveitando como a mãe cheirava a buceta dele, subjugando ela, humilhando ela, rebaixando ela.
—Agora é hora de chupar buceta, já pode botar a língua pra fora e fazer uma limpeza bem feita! — falei pra ela — tomara que você saiba mesmo dar brilho, hahahaha — falei tirando uma onda.
Minha mãe começou a passar a língua na minha racha do cu, sentia a umidade, meus pelos se arrepiaram de tesão, meu rabo tava prestes a explodir, não ia durar muito.
-Agora, pega no pau do teu filho por baixo e começa a me bater uma enquanto chupa minha bunda, porca, junto com teu maridinho hahahaha, olha como o merda dorme enquanto a mulher dele dá chifre nele com o próprio filho… -Dizia pra aumentar a humilhação dela.
Com a mãozinha dela, ela procurou entre minhas pernas e, tímida e suavemente, agarrou meu pauzão, que ela não conseguia segurar inteiro por causa da grossura, e começou a subir e descer a pele, de trás pra frente, enquanto com a língua percorria toda a fenda do meu cu, parando no meu rabo pra aumentar a excitação e assim terminar logo.
- Aaaaahhhhhhhhh! Ooooohhhhhhhh! Chupa as bolas do teu filho! Uuuuuuufffffff! - Ela dizia entre gemidos.
Ela passou a língua pela minha bunda, deslizando até minhas bolas penduradas, onde começou a chupá-las sem parar de me bater uma punheta. Juntei uma boa quantidade de cuspe e deixei cair no meu pau, venoso e inchado, prestes a estourar, escorrendo líquido pré-seminal, pra lubrificar e fazer a mão dela deslizar com mais facilidade, caindo tudo na mãozinha dela, enchendo ela por completo e escorrendo até cair no sofá. Os estalos da chupada de cu e bolas, junto com o barulho da saliva deslizando a mão dela no meu pau, era a única coisa que se ouvia na sala, e junto com meus gemidos, claro.
-Ôooooohhh! Quem é o macho que te dá porra, seu garanhão, porca? Uuuuffffff! -Ela perguntava entre gemidos.
-…uuuu… –Ele dizia com o rosto enfiado entre minhas nádegas.
—E quem sou eu? Aaaahhhhhhh! — ela continuava perguntando entre gemidos.
-…iii…hhiii…hhooooo…
—Quem é o corno da casa, puta? —Perguntei com toda a maldade.
-…
—Responde, buceta! —ordenei pra ela.
Ela olhou pro meu pai de canto de olho com pena.
-…uuu…aaaadreeee…-Essa última palavra fez meu esperma subir a toda velocidade. Minha mãe podia sentir, através da mão que segurava meu pau, a vibração que anunciava a iminente explosão de uma cascata de porra saindo pelo tronco da minha vara.
—Vou gozar, porca incestuosa! Mete a língua no cu, vaca de merda! —Falei alto, sabendo que meu pai tem um sono extremamente pesado que me deixava descuidado.
Consegui sentir como minha mãe forçou o olho do meu cu com a língua, começando a explodir uma quantidade desproporcional de porra dada a grande acumulação que minha excitação excessiva provocou, momento em que agarrei a cabeça dela com minha mão e esmaguei a cara dela contra o cu com força.
Meu rabo começou a jorrar esguichos enormes no sofá, que foram escorrendo até o assento, onde começou a formar uma grande poça de líquido esbranquiçado e grosso, tudo isso enquanto minha mãe não parava de ordenhar meu rabo com a língua enfiada na minha bunda.
- Aaaahhhhhhhhhhhhh! Uuuuuuuffffffffffff! Ooooooohhhhh! – Eu gritei, tomado por um orgasmo descomunal, apoiando a cabeça no encosto do sofá, tentando me recuperar.
Minha mãe se afastou devagar, com medo de que eu mandasse ela fazer o contrário ou alguma outra coisa humilhante ou degradante, enquanto eu descansava a cabeça apoiada nas mãos sobre a poltrona.
-Espera, mãe… -Falei pra minha mãe da minha posição -Passa sua cabecinha por baixo das minhas bolas -Falei sem dar mais explicações que fizessem ela desconfiar de algo.
Minha mãe abaixou a cabeça e passou entre minhas pernas, enquanto eu a segurava pela cabeça, na hora em que esfreguei ela contra o assento do sofá, naquela poça enorme de porra, passando a cara toda dela como se fosse um pano de chão.
—Mostra a língua, puta, adúltera, porca! —Falei enquanto comecei a dar palmadas nela, esfregando a cara toda no banco enquanto segurava ela pelo cabelo.
Ela mostrou a língua exatamente como eu tinha mandado e fiz ela servir de pano de chão, era minha recolhedora de porra.
Quando terminei, deixei ela ali, subi a cueca e me levantei, deixando ela cheia de porra.
-Se prepara essa noite, vagabunda, vou te tratar pior que sua amiguinha Mônica, vou arrebentar sua buceta na sua cama… junto do seu marido corno… -Falei, indo em direção à porta da sala de jantar.
Naquele momento em que minha mãe se levantava…
—Pai, pai, pai! —Comecei a cutucar o ombro dele pra acordar…
—Eeehhh…ss…sim…o que…o que foi… —Disse ela, entreabrindo os olhos.
-Já é hora de acordar, tá ficando tarde… -Falei, olhando de canto pra minha mãe, toda sorrindo, cheia de porra.
—Valeu… filho… —disse meu pai se levantando, foi quando ele viu minha mãe com a cara toda coberta de porra e o cabelo, e naquele instante o olhar dele cruzou com o dela —Mas… Lucía… O que aconteceu com você? —perguntou meu pai, surpreso, pra mamãe.
Eeehhhh… eu…" — ele gaguejou, empalidecendo até ficar da cor da parede.
—E seus documentos? O que aconteceu com eles? — perguntou meu pai, sem entender nada.
—Yoo… ehhh… cê viu… comprei um creme… novo e… eu… passei na cara… e… cê viu… tropecei e derramou tudo… é isso… derramou tudo e… ficou tudo… e eu…
Continua...
Espero que vocês gostem dessa segunda continuação, porque só vai ter mais um capítulo, a princípio, dependendo do sucesso que fizer. Espero que rolem muitas punhetas masculinas e femininas, aproveitem. Um abraço pra todo mundo. Valeu por todos os comentários. Como sempre falo… aceito sugestões, todas são levadas em conta. Abraço pra vocês, homens e mulheres.
—Mexe essa bunda, puta! Páááááááááááá! Não presta pra mais nada além de usar teus buracos, porca! Páááááááááááá! Tinha que te envergonhar, ficar andando de quatro feito uma vagabunda com a roupa da minha mãe! Páááááááááááááá! — dizia pra Mônica enquanto a tirava andando pelo corredor a tapas na bunda, me deliciando com o balanço das nádegas dela a cada impacto das minhas mãos.
Parei e me abaixei pra dar um puxão no vestido caro da minha mãe que a Mônica tava usando, peguei o vestido pelo decote e dei um puxão forte, arrebentando os botões e soltando as tetas dela, agarrando pelos bicos e puxando pra fora, dando uma visão espetacular: uma mulher madura, de quatro, com os peitos balançando, a bunda nua e os buracos oferecidos pra serem usados do jeito que um moleque de 18 anos quisesse, que bem podia ser filho dela — e já é da melhor amiga dela — sendo levada e tratada como uma porca vulgar, enquanto o marido tinha dela a opinião de esposa exemplar, fiel, responsável, trabalhadora e recatada, hahahaha, sem saber que todo dia ele beijava ela depois que aquela boquinha tinha engolido um monte de porra e todos os buracos dela bem abertos e bem fodidos.
Ouvi minha mãe se dirigindo para a sala, bem devagar. Com certeza ela devia estar envergonhada, se perguntando como isso podia estar acontecendo com ela, por que essa humilhação, essa maldade, essa sede de vingança sem sentido, já que ela sempre foi uma excelente mãe, esposa e trabalhadora, uma mulher com reputação e status que não podiam se dar ao luxo de serem manchados por nenhum escândalo.
Peguei meu celular e tive a ideia de filmar a amiguinha dela, a Mônica, sendo humilhada. Então me coloquei na frente dela, vendo como ela andava, mas de repente reparei no espelho da entrada, onde dava pra ver perfeitamente refletida metade do rosto da minha mãe espiando pela porta da sala de jantar. Aí apontei pro espelho, sem que minha mãe percebesse.
—Quem é o corno da sua casa, puta? Plaaaaaaaaaassssss! —Perguntei enquanto gravava o espelho onde dava pra ver a Mônica e a minha mãe de um lado.
-Aaaaaiiiii! Meu…marido… -respondeu Mônica.
—Quem é teu macho, porca? Plaaaaaaaasssss!
-Aaaaaiiiiiiiii! Você…
- Quem é que arrebenta tua buceta enquanto o corno trabalha? Plaaaaaaaaaasssss!
-Aaaaaaaaiiiiiii! Seu...
-O que é minha mãe? Plaaaaaaaaaaaasssss!
-Aaaaiiiii! Uma…cachorraaa…
—Como você gosta que seu macho te trate? Tchaaaaaaaapaaaaa! Tchaaaaaaaaaaaapaaaaa! —Ela repetia dando fortes palmadas enquanto a cara dela estava colada no chão.
-Aaaaaiiiii! Do jeito que você…quiser…
-Vou te foder o cu na frente do corno, enquanto ele dorme. Vou te colocar de quatro na beirada da cama e arrebentar sua bunda na presença dele. O que você acha, puta? Plaaaaaaaaaasssss! -Ele falava na frente da minha mãe, que continuava ouvindo, já fora do meu campo de visão.
— Cê gosta que eu te vista igual à puta da minha mãe com a roupa dela, enquanto te como que nem uma porca? Plaaaaaaaaaassssss!
-Sss…siimm…eu gosto…muito…
—Então você vai se vestir assim pra sempre, porca, as vacas têm que andar todas iguais, putas! Plaaaaaaaaaassssss!
De repente ouvi a porta da rua, então deduzi que minha mãe tinha saído de casa na surdina.
—Já cansei, porca, se veste e vai com o corno, te chamo quando quiser arrebentar essa buceta, mas a calcinha tu deixa, e nem pense em limpar a cara, quero que todo mundo saiba que tu tá com o esperma do teu macho na cara e no cabelo! —Falei sem remorso nenhum do jeito que tratava ela.
—Mas… Richard… meu marido… —Ela me disse com um olhar preocupado e suplicante.
—Não tô nem aí, seu marido é um puto corno manso, um viadinho, e você uma piranha que vem aqui pra ser fodida que nem as putas — respondi com firmeza — e você vai me dar 300 euros, quero comprar um PS4, porca — exigi.
-Eeehhhh…sim…claro… -Ela disse, revirando a bolsa e tirando 3 notas de 100 euros -toma, Richard… -Falou, me oferecendo o dinheiro.
Eu a tinha totalmente viciada nas minhas fodas duras, era o macho dela e ela me daria de todas as formas o que eu pedisse, até dinheiro, então eu abusava da minha dominação e submissão sobre ela sem piedade.
—Cai fora agora… —ordenei.
Mônica se vestiu no quarto e saiu 5 minutos depois, toda elegante com a roupa dela, os óculos e todos os respingos de porra na cara e no cabelo, exatamente como eu tinha mandado. Cheguei perto dela e, quando ela achou que eu ia beijá-la, fechou os olhos esperando um beijo carinhoso — e eu cuspi um baita cusparada no vidro esquerdo dos óculos dela, que cobriu a lente inteira, escorrendo pela bochecha dela, como se fosse uma lágrima gigantesca, branca e grossa.
—Isso também, nem pense em tirar — avisei, agarrando sua camisa elegante e dando um puxão nos botões para arrebentá-los e abri-la até o meio do peito, deixando seus seios à mostra — quero que saia da minha casa feita uma porca, igual é tratada quando te como. E quando chegar em casa, quero uma foto pra ver que você chegou toda cheia de porra e com a cusparada na cara, sua puta — falei com arrogância e prepotência.
Ela só obedeceu às ordens e saiu de casa vestida desse jeito, toda assim, kkkkkkk.
Meu objetivo…era a minha mãe.
O dia passou dando um rolê com meus amigos, até chegar a hora de comer, quando cheguei em casa, onde meu pai e minha mãe já tinham chegado.
Enquanto meu pai tomava banho, liguei pra minha mãe.
—Olhadinha! —Gritei, com um berro que ecoou pela casa toda.
—Vou, Richard! —respondeu minha mãe da cozinha rapidamente, evitando que ele repetisse.
Minha mãe apareceu toda elegante, com um conjunto de saia curta branca na altura da coxa, igual à camisa, com o botão de cima desabotoado, deixando adivinhar um belo par de peitos por baixo da roupa. Tudo isso completado com um penteado bonito e um rabo de cavalo elegante, além dos seus lindos óculos. Seus dentes brancos eram a cereja do bolo de uma mulher gostosa do nível dela.
—Lava minha cueca! —falei, dobrando bem elas e dando um nó meia-boca pra segurar bem todo o sêmen lá dentro, vendo até como a porra escorria pelos lados.
Toma, pega!" — falei, jogando eles no ar com força.
Minha mãe foi pegar com as mãos, mas não conseguiu, então os jatos acertaram em cheio no rosto dela e se soltaram, fazendo todo o esperma explodir na cara dela, de uma vez, enchendo o cabelo e os óculos dela com uma camada grossa e abundante de porra, assim como a blusa elegante e o decote. Escorria porra do queixo dela até o decote, foi uma gozada bem grossa e abundante.
Minha mãe ficou de boca aberta com a situação inesperada, igual quando você leva um balde de água fria no meio da soneca e fica em choque.
—Sua porca! —Falei com cara séria.
-Mas... Como...? -Gaguejou minha mãe.
—Não bastava me ver gozar no teu quarto, você queria provar, né? — falei pra ela.
-Mas… eu…
-Já que era isso que você queria, de agora em diante vou te dar um banho bem gostoso.
-Mas que… Você não pode fazer isso! Eu sou sua… sou sua… mãe…! - Disse ela tentando dar ênfase às palavras.
- Ah, é? Tá bom, papai, papai! — Falei chamando a atenção do meu pai, que tava no banheiro.
—Mas… o que cê tá fazendo, filho… pelo amor… não… xiiiiiiii…! —Ela disse tentando me calar.
—Vou contar tudo pro papai e de quebra mostrar o vídeo da sua amiguinha Mônica enquanto você fica espiando pela porta da sala — falei.
—Mas… Richard… —Ela disse, arregalando os olhos.
- Papai!
—Tá bom… tá bom… o que você quiser… mas por favor… —Ela disse se aproximando de mim.
—Quero que se ofereça pra eu cobrir sua cara de porra quando eu quiser —falei com malícia.
—Mas… Richard…
—Papai…! —Gritei de novo diante da hesitação dele.
—Sim… sim… vale… —Ela respondeu.
—Como assim, vale? Se oferece logo, porca! — falei pra ela.
-Eu… eu… pode… me encher de… por… porra… quando… qui… quiser… -Disse com tom derrotado, sem dignidade.
—Vai ficar à minha disposição, porca?
-S…sim…
—Vem aqui —falei, aproveitando o estado de vulnerabilidade dela.
Ela se aproximou devagar com minha cueca na mão, humilhada, coberta pelo sêmen do próprio filho. Os passos dela eram curtos, indecisos, essa hesitação contrastava forte com o jeito dela se vestir, sabendo que dentro de uma hora essa mãe fiel e responsável, humilhada, teria que estar na frente de um departamento inteiro, dando ordens e impondo respeito e autoridade que, nesse caso, era eu quem impunha nela.
—Te agradeço, “xereta”, que quando eu era pequeno você me amamentasse, me desse seu leite saindo dessas tetas que hoje você usa pra enfeitiçar com suas roupas — falei cinicamente. — Agora, vou ser eu quem vai te dar leite, então espero que saiba me agradecer do mesmo jeito que acabei de fazer com você — falei, aprofundando a vil humilhação dela.
Ela continuava de pé, com os óculos cheios de porra, igualzinho o cabelo dela, me encarando nos olhos, mas sem expressão, um olhar vazio, oco.
—Papai tá saindo do banheiro… você que sabe, se ele te pegar desse jeito… hahahaha —falei rindo.
-Eu… obri… -Ela começou a falar.
- Espera! - Interrompi ele pegando meu celular.
Desbloqueei meu celular, liguei a câmera pra gravar e ofereci pra ela.
-Você vai falar isso olhando pra câmera, se grava aí mesmo, "xereta", hahahahaha -Falei pra ela.
Coloquei o celular na mão dela, faltando só apertar o botão de gravação.
—Quero que você mesma aperte o botão pra gravar, não esquece de olhar bem pra câmera — falei, me ajeitando no sofá, curtindo a humilhação da minha pobre mãe.
Minha mãe, com a mão trêmula, começou a olhar pra câmera.
-Melhor… fica de joelhos, e quando começar a gravar, quero que enfie minha cueca na sua boca no meu sinal. Entendeu, “porca”? hahahahaha.
—Eu… sim… seu pai… nos vê… —disse ela preocupada.
—Então vamos! Que porra você tá esperando, sua boba do caralho? —Falei com autoridade.
Ela olhou de novo pra câmera, vendo como ele engolia seco, com a cara e os óculos cheios de porra, enquanto o filho dela, eu, continuava sentado no sofá, com minhas bolas enormes e meu pau meio duro pra fora da calça de moletom, curtindo o cenário. Minha mãe encheu os pulmões de ar, pronta pra começar.
Se oferece pro teu filho, fala que tu se oferece pra ele te encher de porra sempre que ele quiser" - eu indiquei.
-Eu… me… ofereço… pra… pra você… me encher… de… de… sêmen… sempre que… qui… quiser… -Ela disse arrastando as palavras, olhando com medo pra câmera.
—Você não vai me agradecer por eu te encher de porra? — perguntei, olhando pra ela sem expressão.
Ela olhou nos meus olhos, o olhar dela era de ódio, indignação e humilhação, tudo junto, estar de joelhos e querer sair daquela situação correndo, mas não poder, estar presa por não ter sabido reagir a tempo, quando ainda era possível, ter agido como uma adolescente quando era uma mãe na frente do filho, visto agora nessa situação com certeza teria sido, embora constrangedor, muito mais coerente, no entanto, por não querer morder o filhote… o filhote mordeu a mãe, sem piedade. Algo com solução fácil… já não tem mais.
-Obrigada…obrigada…por…querer…me…encher…de…porra…
-Ela terminou de dizer estoicamente sem parar de olhar pra câmera.
-Agora enfia a cuequinha do seu filho na sua boquinha kkkkkk, mas antes passa ela na sua carinha toda -Falei com um sorriso no rosto.
Olhando fixamente pra mim, levanto o braço esquerdo com a cueca na mão, devagar, como se pesasse 10 quilos, e lentamente comecei a passar ela pelo rosto dele, as bochechas, a testa, os oizinhos de óculos e o nariz. Bem no nariz, agarrei a cueca com minha mão e apertei forte contra ele.
—Aspira o cheiro de bosta do rabo do teu filho, porca! —dizia enquanto apertava com força contra o nariz dela, esfregando com raiva.
Minha mãe, enquanto tentava aspirar tudo que podia, o cheiro de porra e rabo inundava as narinas dela.
—Você vai pro trabalho cheirando o macho do seu filho, em vez do viadinho do seu marido! — dizia eu, olhando pra ela de cima e dando tapinhas nas bochechas dela, tudo isso sem parar de gravar. — Agora já pode enfiar a cueca do seu filhão na sua boca de porca — falei, soltando ela, deixando que pegasse ar.
Minha mãe levou alguns segundos, me olhando. Em seguida, entreabriu a boca e colocou um pouquinho da cueca, deixando ela pendurada.
—Mais um, piranha, quero todos na boca! — ordenei — e olha bem pra câmera, não quero perder nem um segundo da putaria que a minha mãe é! — falei de forma imperativa.
Ela me olhou por três segundos e, voltando a olhar pra câmera, enfiou mais um pouquinho.
—Eu disse que todos, porra! —Falei me levantando e indo em direção à minha mãe com o pau já bem duro e minhas bolas balançando.
Peguei a cueca com minha mão e enfiei nela à força, metendo meus três dedos até o fundo da garganta dela, enfiando a cueca bem lá dentro.
—Assim, porca! —Eu dizia com fúria, apertando os dentes e forçando a garganta dela, enquanto com a outra mão segurava firme o rabo de cavalo dela —Aaaassiiim, bem fundo…! —Eu dizia enquanto minha mãe tentava segurar minha mão, agarrando-a com a dela.
As ânsias começaram a invadir a garganta dela, fazendo ela salivar pra caralho, formando nos olhos dela umas lágrimas enormes que começaram a escorrer pelas bochechas.
—Mmmmmmmmm… mmmmmmm… mmmmmmm…! —Era a única coisa inteligível, acompanhada de babas que se acumulavam nos cantos da boca dela, pelos poucos espaços que a cueca e meus dedos deixavam, descendo pelo lábio inferior até o queixo, começando a escorrer em fio até a saia elegante dela, grossos cordões de saliva esbranquiçada, espumosa.
—Engole, mamãe, engole bem fundo, sua puta! —Eu dizia com raiva, enfiando ainda mais a cueca com meus dedos.
Não sei o que dava em mim, mas sentia uma vontade de ser cruel com minha boa mãe, humilhar ela, ver ela aos meus pés.
De repente, o celular dela tocou. Enquanto ela continuava de joelhos com a boca cheia da minha cueca. Era meu pai.
- Sim? - Falei atendendo o telefone pro meu pai, enquanto minha mãe continuava de joelhos com a boca cheia.
—Richard, sua mãe tá aí? —Ele respondeu.
—Bom… sim, bem aqui, de boca cheia —respondi pro meu pai enquanto olhava pra minha mãe com um meio sorriso.
— Tá comendo? — Disse meu pai.
-Siiim...bem...mais ou menos... Quer que eu passe pra você? -Eu disse.
Sim, filho, te agradeço" — ela me respondeu.
Olhei pra minha mãe e entreguei o telefone pra ela falar com ele, com aquele olhar submisso, humilhado, de calcinha do próprio filho e a cara toda lambuzada de porra, colheita do próprio filho.
-Hhhhiiii….iii… -Ela tentou vocalizar com a saliva escorrendo pela boca.
—Lucia? Tô te ouvindo meio mal — dizia meu pai.
—Você foi no banco sacar o dinheiro? —continuava meu pai.
-ôoo…ôooaaiiaaa…ôooo…! – Dizia minha mãe forçando a voz, vendo as veias do pescoço dela incharem de tanto esforço.
- O quê?
- Eeeee... oooaaaiiiaaa... oooo! - Minha mãe tentava gritar mais alto, sem conseguir pronunciar uma sílaba sequer.
-Espera, mãe, vou te ajudar -falei sorrindo.
Cheguei nela e segurei com os dedos as pontas dos lábios dela, esticando pra os lados, ridicularizando a cara dela, aproveitando pra cuspir uma cusparada grossa que foi parar dentro da boca dela. Com os lábios abertos pelos meus dedos e,
tudo isso enquanto ela continuava se gravando com o celular, eu falei…
Responde agora, mamãe kkkkk, responde pro papai" – falei enquanto ela me olhava humilhada e toda vermelha.
_eee…oo…iii…oo… -Você abriu.
—Espera, agora tu vai ver como sim —Falei, tirando devagar as cuecas da boca dela, cheias de fios de baba que ficaram grudados na boca dela, quase impossíveis de quebrar de tão grossos.
Minha mãe deu três baforadas de ar que encheram os pulmões e recuperaram o fôlego. Peguei minha cueca toda babada e esfreguei na cara dela, deixando fileiras grudadas nas bochechas, fileiras esbranquiçadas e viscosas, que deram à minha mãe um aspecto de porca.
Meu rabo tinha ficado no tamanho máximo, com certeza se agora eu tentasse enfiar na boquinha da minha mãe, não caberia nem um quarto da barra.
Deixei o celular no chão, debaixo dela.
—Já pode falar com você, pai, ela já engoliu — falei pro meu pai enquanto olhava pra minha mãe, piscando um olho e dando um sorriso.
Querida?" — Meu pai dizia pra minha mãe — "Já pode falar?
—Ehh… sim… já consigo… —disse ela, sem pressa.
—Bom, eu tava dizendo se você foi ao banco — repetiu meu pai.
—Bem… ainda não consegui… — Respondeu minha mãe, sob meu olhar atento.
—Pergunta pra galera do banco em quantas parcelas a gente poderia colocar o empréstimo e qual seria a taxa de juros —disse meu pai, esperando uma resposta da minha mãe.
-Abre a boca e mostra a língua, sua putinha bisbilhoteira, vou te tratar como você merece e nem pense em tirar a câmera da sua carinha – sussurrei no ouvido dela, enquanto com uma mão apertava as bochechas dela e enfiava três dos meus dedos até o fundo da garganta dela, sem avisar.
- Uuuuuuaaaaagggghhhhhh! Aaaaaaaaaaaaggggggggghhhhh! – Minha mãe soltava, com uns gorgolejos enormes causados pela própria saliva, enquanto meu pobre pai do outro lado da linha ainda esperava pela resposta.
—Lucia? O que cê tá fazendo agora? Não tô entendendo nada —respondia meu pai.
-Aaaaaaaaaaaaaaaggggggggggghhhhhhhhhhhh! Uuuuuuuuaaaaaaaaggghhhhhhhhh! – Minha mãe se debatia entre a vergonha e os ânsias de vômito, que provocavam grandes fios de saliva começando a cair sobre o celular de onde meu pai esperava resposta.
Não satisfeito com isso, resolvi enfiar mais um dedo na garganta dela, então coloquei um quarto dedo e comecei a foder a boca dela, enquanto minha mãe tossia e engasgava, mas ainda com a língua para fora, exatamente como eu havia ordenado, o que me permitia ir mais fundo na cavidade dela e aumentar o sofrimento dela. Ela sabia muito bem que, se não obedecesse, isso poderia ter consequências, já que aquilo tinha virado uma bola de neve que começou com ela querendo evitar uma situação constrangedora por uma simples punheta, e acabou com ela de joelhos na frente do filho, ao telefone com o marido, enquanto o filho a dominava e humilhava a níveis que ela nunca imaginou.
—Papai tá com uma tosse que não passa, não tem jeito. Vou dar uns tapinhas nas costas dele pra ver se ele desengasga — falei pro meu pai.
—Sim, filho, vai ver aí, porque no fim tô gastando móvel e não troquei quatro palavras seguidas com ela —Disse meu pai, que já tava perdendo a paciência.
Peguei na calça social branca bem elegante dele e dei um puxão, e minha mãe tentou colocar a mão pra impedir que eu abaixasse.
—Ei… pai — falei pro meu pai.
—Sim, filho, me fala.
—Vou te mandar um vídeo… —falei enquanto olhava pra minha mãe tirando meus dedos da garganta dela.
—Nãooooo! Pelo amor de Deus! —Minha mãe implorou, com o rosto vermelho de congestionamento, limpando a baba da boca com as costas da mão enquanto abaixava o celular com que estava se gravando, mas sem interromper a gravação, então estaria filmando o teto, mas nossa conversa daria pra ouvir perfeitamente.
—O quê? —Respondi —Acho que sim… —Falei com uma cara impassível.
—Não… por favor, te imploro como sua mãe que sou… por favor… — Ela me disse com a voz trêmula.
-Isso não vale porra nenhuma, tenho muito material, muito valioso… seu e da sua amiguinha… hahahaha –Falei pra minha mãe sem piedade nem compaixão.
—Eu… Richard… vou fazer o que você quiser… mas não… por favor… — Ela me disse desesperada.
O que você quiser? Kkkkkk Tá vendo como você é uma porca? — Falei baixinho pra que meu pai não percebesse nada.
Peguei o celular e comecei a falar com meu pai, sob o olhar da minha mãe, que não entendia nada. Fui até o sofá e chamei minha mãe com o dedo.
— Olha, pai, a mamãe foi ao banheiro, não tá muito bem, então fala comigo que eu passo pra ela depois — falei pro meu pai enquanto me ajeitava.
Nu da cintura pra baixo, abri as pernas e botei a bunda pra fora do sofá, deixando meu rabo totalmente exposto, com minhas bolas enormes penduradas e meu pau de touro colado na barriga, todo melado de líquido pré-gozo. Fiz um sinal pra minha mãe com o dedo apontando pra minha bunda, mostrando bem claro o que eu queria.
Minha mãe continuava de joelhos, e já tinha limpado a carinha dela com os antebraços. Era uma gostosa, dava pra ver que era uma boa mulher, e eu ia me aproveitar disso. O rosto dela mostrava incredulidade, não conseguia acreditar no que o próprio filho tava mandando ela fazer, devia achar que eu era um desequilibrado, um doente. Uma boa mãe e esposa fiel, ajoelhada na frente da bunda do filho, seria rejeitada por toda a família e pelos conhecidos e amigos se isso viesse à tona… mas parecia que a única chance de eu deixar ela em paz era se ela topasse, apagasse todo aquele material imoral e doloroso.
Minha mãe engoliu seco e, tentando se apoiar no chão com os braços, começou a andar de quatro, devagar, como se o corpo dela pesasse 40 quilos a mais e fosse pesado. De gatinhas, foi se aproximando aos poucos, enquanto eu puxava conversa com meu pai pra prolongar a humilhação da minha mãe, tão gostosa, com seu rabinho de cavalo loiro natural e elegante, com aquela carinha branquinha e lisinha, aquele olhar sensual e bondoso.
Quando finalmente se plantou na minha frente, na altura da minha bunda, ficou olhando fixamente pra ela, engolindo o choro, alternando o olhar entre mim e minha raba, provavelmente na esperança de que eu me arrependesse a qualquer momento. Peguei meu pauzão com a mão direita enquanto continuava a conversa com meu pai, e comecei a bater uma lentamente, enquanto indicava de novo pra minha mãe com um sinal da língua que não deixava mais dúvidas sobre o que eu pretendia.
Minha mãe baixou a cabeça e começou a ter contato com minhas nádegas, senti o toque das bochechas dela, enquanto observava como, entre a humilhação e com certeza o nojo, por ter um viado como meu pai na cama que não passaria do papai-e-mamãe, ela tentava lamber o olho do meu cu.
A sensação era indescritível. Enquanto eu falava com meu pai, um corno manso, minha mãe chupava minha bunda. Minhas bolas ficavam por cima da testa dela. Era realmente doentio ver uma mulher daquele porte chupando a bunda do próprio filho de 25 anos, humilhando ela enquanto conversava com meu pai… não dava pra ficar mais excitado. Enquanto eu batia uma pra minha piroca enorme, sentia minhas bolas subindo e descendo, batendo na testa dela. Aproveitei pra pegar com a mão a gola da blusa dela e puxar de lado, fazendo os peitos dela saltarem pra fora. Ela deu um pulo, mas não ousou contrariar minha ação.
—Sim, papai, vou falar pra ele, a mamãe tá muito ocupada agora, cê sabe, dando uma de linguaruda… — falei olhando pra minha mãe com um sorriso e tesão.
— Tá falando com alguém? — perguntou meu pai, o bonachão.
-Bom… sim… você sabe… hahahaha
—Assim, mamãe passa o pano bem por ali aaaahhhh!… que delícia… — Dizia ela, enquanto meu pai ouvia tudo atento pelo celular — porra, pai, quantas coisas a mamãe consegue fazer ao mesmo tempo… e como ela faz bem…
-É verdade, sim. Diz pra ela, de quebra, lembrar de levar os documentos pra reunião, que ela é toda desligada... -Meu pai falava.
Minha mãe continuava passando a língua na minha bunda, embora com um certo receio.
-É verdade sim, pai, ela tem "muita coisa na cabeça…", mas cê sabe que ela gosta disso… -Falei pro meu pai.
-Hahahaha, sim filho, mas tudo que ela faz, ela faz muito bem…
-Aaaafff… sim, papai… já tô te falando que sim - Dizia pro corno do meu pai - Ó mãe, passa a língua de baixo pra cima, aaaaassssiiim… eu te ajudo, viu? - Falei pra minha mãe segurando a cabeça dela pra fazer ela lamber toda a rachadura desde meu cóccix até a bunda, apertando com força a cabeça dela.
- É que você já sabe, pai, quando ela tá com a boca ocupada e a cabeça em outra coisa… se distrai fácil… - Continuei falando com meu pai…
-Espera, pai… acho que a mamãe vai ficar… Aaaaaahhhhhh! Uuuuuufffffffff! Ooooooohhhhhhhhh! -Comecei a suspirar com a gozada iminente.
—Aconteceu alguma coisa, filho? — Meu pai me perguntou.
- Uuuufffffff! Um pequeno… câimbra… - Falei, esticando o braço pra pegar a pilha de documentos que tava à minha direita, que minha mãe tinha deixado prontos pra levar pra reunião, pra usar como recipiente pra minha gozada que já tava chegando, sem que minha boa mãe percebesse, ela que tava com os olhos grudados na minha bunda debaixo das minhas bolas, enquanto eu batia uma rapidão e segurava o celular no ombro.
-Fala pra sua mãe, filho… pede pra ela te dar uma massagem…" - Dizia meu parceiro de pai.
—Sim, papai… já estou nessa…! Uuuuufffffff! Porra, papai, que gostosa ela é…! Como ela manda bem…! Aaaaaaahhhhhhhhhh! Oooooooohhhhhh! —Enquanto guiava a cabeça dela com força pra intensificar a chupada de buceta, bem na hora que eu ia gozar, soltei a cabeça dela e coloquei os documentos em cima, apontando meu pau pra eles.
Agarrei com força meu pau e, apertando firme o tronco, sentindo a língua da minha mãe na minha bunda, um jorro abundante e grosso de porra explodiu com força caindo sobre os documentos dela, jatos e mais jatos continuavam saindo, escorrendo pelos lados para cair em grossos fios sobre a cabeça e testa dela, enchendo assim todo o cabelo dela até escorrer por ele até as bochechas.
A sensação era indescritível, uma moleza imensa me tomou por causa da gozada intensa, o que me fez perder as forças e deixar o celular cair no sofá com meu pai ainda do outro lado da linha.
Quando minha mãe finalmente tirou a cara da minha bunda, percebeu a besteira que tinha feito, achando que nada pior do que o que estava acontecendo poderia acontecer. Toda a documentação que ela precisava levar pra reunião que ela mesma tinha organizado estava completamente coberta de porra, tudo, enquanto eu continuava virando as folhas na cara dela, de onde ainda escorria porra que caía nos olhos e na boca dela, enquanto ela tentava pegá-las com o olhar, como se pudesse alcançá-las, sabendo que naqueles momentos tudo pra ela era inalcançável, ela estava numa posição moral e psicológica em que não tinha controle nenhum.
—Pai, como agradecimento pela massagem que fiz na mamãe, dei um copão de porra pra ela... E ela adorou! — falei, sabendo que meu pai ia se surpreender, já que minha mãe nunca gostou de porra.
Minha mãe me olhava com ódio, com rancor, com os olhos ardendo de raiva.
— Pois é, deve ser bem gostosa mesmo, porque sua mãe nunca curtiu gozar na boca — Me respondeu meu pai.
—Pois ela gostou muito, né, mãe? — perguntei pra minha mãe, que tinha agarrado meu coração e comido ele. — Responde pro papai! — falei, colocando o viva-voz na frente da boca dela.
Ela levou uns segundos antes de responder, alternando o olhar entre meus olhos e o chão. A humilhação dela era totalmente óbvia, estava psicologicamente arrasada, afinal, como não estaria, dominada e humilhada pelo próprio filho de 18 anos. Fez um esforço sobre-humano, ergueu o olhar para o celular.
-Sss…sim…mmm…me…a…gostei… -Disse minha mãe com um fiozinho de voz.
-Puxa… Lucía, quem diria, vai ver que seu filho descobriu como fazer você tomar porra kkkkkk -Dizia meu pobre pai, indo direto ao ponto com as palavras dele.
—Bom… não sei… Mãe! A partir de agora, quer que eu goze em você? Já que papai não sabe fazer direito… — falei pra minha mãe.
Ela olhou pra mim de novo e, fazendo um esforço sobre-humano…
-Sss…sim…-Ela disse sem dignidade.
-Kkkkkkk vou ver se vou entupir ela de porra agora… kkkkkkk -Falei pro meu pai, provocando mais uma vez a risada dos dois diante da presença humilhada da minha mãe, sem que meu pai desconfiasse de nada do que rolava com a sua preciosa e fiel esposa.
-Bom, pai… vou deixar você, tenho coisas pra fazer… -Falei cortando a conversa de forma brusca.
—Tá bom, filho, eu também tenho um monte de coisa pra fazer.
Desliguei o telefone e larguei minha mãe pra lá, sem mais, feito uma puta barata, uma vagabunda mal paga, vesti minha calça e fui pro meu quarto, troquei de roupa e, sem dar mais explicações, saí de casa, deixando ela com todos os documentos manchados de porra, igual a cara dela.
Mais uma vez cheguei na hora de comer, porque a única coisa que passava na minha cabeça no dia a dia era: comer, foder, sair com meus amigos, foder de novo e comer... e ser comida também, então voltei pra casa pra conseguir tudo isso.
Quando voltei, a mesa já estava posta e todo mundo sentou. Meu pai sentou na minha frente e, quando minha mãe ia sentar do meu lado direito…
—Mamãe, você aqui do meu lado… bem juntinho de mim —falei, arrastando a cadeira com uma mão onde ela estava sentada, na presença do meu pai.
Começamos a comer e, pegando na mão da minha mãe, coloquei ela no meu pau, já duro e enorme, fiz ela segurar sem que meu pai visse nada, ele prestava atenção na comida e na conversa que tentava manter com meu pai. Ela agarrou meu tronco musculoso, venoso e grosso, fazendo com minha mão subir e descer a dela, deixando cair uma cusparada no pau num dos momentos em que meu pai cortava o pão.
Assim consegui uma boa lubrificação pra uma masturbação gostosa e prazerosa, na presença do meu pai.
Minha mãe mudou completamente a expressão do rosto, ficando com os músculos tensos e duros, enquanto começava a me ordenhar sozinha. A mão dela deslizava da base daquele pauzão grosso lentamente até a ponta da cabecinha, bem devagar, pra repetir o movimento.
—E aí, como vai o trampo, Lucía? —Meu pai perguntou pra ela.
—Eehh… bem… bem… —Respondeu com rigidez no rosto.
—Com certeza um dia “muito duro”, né mãe? — perguntei pra minha mãe, que continuava ordenhando meu pau, tentando disfarçar o máximo possível.
-Sssiii…ssssiii…tá bom… -Respondeu nervosa.
—Com certeza o teu dia foi "bem longo", mas tu é foda e sabe "tirar o melhor de cada um" — falei, deixando a situação o mais desconfortável possível enquanto continuava batendo uma pro meu pai, ordenhando o próprio filho, tentando arrancar a porra dele na frente do corno, que não fazia ideia do que tava rolando.
—Sim, a verdade é que sua mãe tem um dom pra isso, é uma pessoa persistente e dedicada —disse meu pai.
-Isso é papai hahaha, não teria dito melhor hahaha -Falei pro meu pai olhando pra minha mãe.
Meus músculos começaram a se contrair e eu apertei os dentes, me preparando pra minha gozada. Minha mãe aumentou o ritmo e começou a meter mais rápido no pau, tentando seguir a conversa com meu pai de um jeito muito robótico, muito artificial, fingido.
Bem na hora em que meu pai começou a cortar a carne olhando pro prato, minha gozada saiu disparada com força pra cima, chegando na mesa onde estavam os pratos, depositando nele três jatos fortíssimos e grossos, sob o olhar apavorado da minha mãe. A mão dela ficou toda pegajosa e coberta de porra bem grossa, igual o estofado da cadeira, que ficou com uma poça debaixo das minhas bolas. Minha mãe tirou a mão e se limpou com o guardanapo, e tentou continuar comendo normalmente… também fingindo.
Depois do almoço, meu pai tirou a soneca como de costume, enquanto isso eu estava mexendo no tablet, de boa, vendo o vídeo pornô que a minha própria mãe gravou enquanto enfiava minhas cuecas na boca dela e se masturbava com meus dedos, meu passatempo favorito a partir de agora. Quando minha mãe voltou da cozinha, entrou na sala e foi aí que eu tirei o pau pra fora da calça e comecei a bater uma punheta diante do olhar horrorizado da minha mãe, que ficava de olho no meu pai tirando a soneca e a qualquer momento ele podia acordar. Foi aí que me veio uma ideia. Fui na direção da minha mãe.
—Fica do lado do corno do meu pai, porca! Pááááááááááá! —Falei pra minha mãe dando um tapa bem alto nela.
Sentei minha mãe ao lado do meu pai, apoiada com as mãos no encosto da poltrona, puxei a calça e a calcinha dela de uma vez até os joelhos e fiz ela empinar bem a bunda, aquelas nádegas maravilhosas, brancas e perfeitas, prontinhas pro filho de 25 anos.
—Quero que você olhe na cara do meu pai, vou esquentar essa sua bunda, vagabunda! — falei abrindo ela com as duas mãos — Páááááááááááá! Páááááááááááá! Páááááááááááá! — Minha mão começou a bater nas nádegas brancas dela, era um espetáculo ver como tremiam a cada palmada sonora, enquanto minha mãe se preocupava mais com meu pai acordar do que com as palmadas fortes.
Minhas mãozadas marcavam as nádegas dela, afundavam a cada tapa que acertava aquele rabo carnudo, enquanto meu pai dormia profundamente.
—Tinha que te dar vergonha, seu pedaço de puta, a Mônica e você são umas cachorras iguais! Plaaaaaaaaaaassss! — Dizia enquanto esquentava a bunda dela.
- Mmm… mmm… mmm… - Era só o que ela soltava, com medo de ser descoberta pelo marido. O que ele diria se a visse levando palmadas, com a calça e a calcinha arriadas até os joelhos, enquanto empinava a bunda pro filho de 18 anos esquentar ela?
—Vem aqui, Promíscua, você vai lamber minha bunda até deixar ela brilhando, e as bolas e o pau até passar sua fome pro dia inteiro — eu falei.
Ajoelhei aos pés do meu pai, de joelhos no sofá, com as mãos apoiadas no encosto, com a bunda empinada, ia fazer com que a humilhação fosse épica.
—Tira minha calça e minha cueca pra baixo — ordenei pra minha mãe.
—Richard… você tá louco… seu pai vai me… vai nos… matar… — Ela me disse escandalizada, com o rosto pálido e os olhos arregalados como pires.
—Deveria ter pensado antes de eu encher tua cara de porra… Vou te entupir de leite, mas bem! — falei sorrindo.
Você já sabe o que eu te falei" — falei ameaçador.
Ela lentamente olhando pro meu pai, se aproximou de mim, pegou com delicadeza o elástico da minha calça e puxou pra baixo até os meus joelhos.
—Quero que você encoste seu rosto na minha bunda por cima da cueca, sua porca, esfrega a cara e aspira o cheiro de macho do seu filho — eu disse.
A respiração dela tava ofegante, o coração batendo forte no peito, dava pra sentir até na têmpora. A vontade dela tinha perdido a batalha, a dignidade, a guerra.
Aos poucos, foi se aproximando da minha bunda, coberta pela minha cueca branca.
—Vamos, não se faz de difícil, vagabunda, você adora que seu filho te humilhe, com certeza nunca chupou o cu do corno… —Ele dizia.
O rosto dela encostou na minha bunda, se perdeu no meu rego, enquanto eu apoiava a cabeça e os braços no encosto, empinando a raba o máximo possível. Sentia o nariz dela tocar o olho do meu cu, fazendo o pau ficar bem duro, com meio palmo saindo pra fora da gola da cueca.
—Quero ouvir você aspirando, porca. Aspira o cheiro do cu e das bolas do seu filho! — ele dizia.
Minha mãe começou então a aspirar com força, eu ouvia perfeitamente, ela aspirava todo o cheiro do filho dela, o macho dela, aquele que ia substituir o corno do meu pai na cama dela.
—Chupa a bunda por cima da cueca, chupador de leite, porca! —continuava dizendo pra ela.
Minha mãe começou a passar a língua das bolas até o cóccix, por toda a fenda da bunda coberta pelo pano, enquanto isso eu tirei o pau da cueca e comecei a esfregar nele, batendo uma punheta.
—Abaixa minha cueca e chupa a racha do cu do teu filho, e é melhor tu caprichar, porque quanto melhor tu fizer, mais cedo eu vou gozar, tu que sabe, porque se papai acordar e te ver desse jeito… — falei aumentando a pressão na humilhação já consolidada dela.
Ela pegou a cueca olhando pro meu pai, devagar, como se tentasse fazer o máximo de silêncio possível e, se aproximou da minha bunda pra chupar ela.
—Cheira primeiro, cola o nariz e aspira! —Dizia ela sem rodeios.
Minha mãe aproximou o nariz até encostar na buceta e começou a cheirar. Minha boa mãe, com a calça e a calcinha abaixadas, de joelhos na frente do rabo do filho de 18 anos, que ficava de quatro aproveitando como a mãe cheirava a buceta dele, subjugando ela, humilhando ela, rebaixando ela.
—Agora é hora de chupar buceta, já pode botar a língua pra fora e fazer uma limpeza bem feita! — falei pra ela — tomara que você saiba mesmo dar brilho, hahahaha — falei tirando uma onda.
Minha mãe começou a passar a língua na minha racha do cu, sentia a umidade, meus pelos se arrepiaram de tesão, meu rabo tava prestes a explodir, não ia durar muito.
-Agora, pega no pau do teu filho por baixo e começa a me bater uma enquanto chupa minha bunda, porca, junto com teu maridinho hahahaha, olha como o merda dorme enquanto a mulher dele dá chifre nele com o próprio filho… -Dizia pra aumentar a humilhação dela.
Com a mãozinha dela, ela procurou entre minhas pernas e, tímida e suavemente, agarrou meu pauzão, que ela não conseguia segurar inteiro por causa da grossura, e começou a subir e descer a pele, de trás pra frente, enquanto com a língua percorria toda a fenda do meu cu, parando no meu rabo pra aumentar a excitação e assim terminar logo.
- Aaaaahhhhhhhhh! Ooooohhhhhhhh! Chupa as bolas do teu filho! Uuuuuuufffffff! - Ela dizia entre gemidos.
Ela passou a língua pela minha bunda, deslizando até minhas bolas penduradas, onde começou a chupá-las sem parar de me bater uma punheta. Juntei uma boa quantidade de cuspe e deixei cair no meu pau, venoso e inchado, prestes a estourar, escorrendo líquido pré-seminal, pra lubrificar e fazer a mão dela deslizar com mais facilidade, caindo tudo na mãozinha dela, enchendo ela por completo e escorrendo até cair no sofá. Os estalos da chupada de cu e bolas, junto com o barulho da saliva deslizando a mão dela no meu pau, era a única coisa que se ouvia na sala, e junto com meus gemidos, claro.
-Ôooooohhh! Quem é o macho que te dá porra, seu garanhão, porca? Uuuuffffff! -Ela perguntava entre gemidos.
-…uuuu… –Ele dizia com o rosto enfiado entre minhas nádegas.
—E quem sou eu? Aaaahhhhhhh! — ela continuava perguntando entre gemidos.
-…iii…hhiii…hhooooo…
—Quem é o corno da casa, puta? —Perguntei com toda a maldade.
-…
—Responde, buceta! —ordenei pra ela.
Ela olhou pro meu pai de canto de olho com pena.
-…uuu…aaaadreeee…-Essa última palavra fez meu esperma subir a toda velocidade. Minha mãe podia sentir, através da mão que segurava meu pau, a vibração que anunciava a iminente explosão de uma cascata de porra saindo pelo tronco da minha vara.
—Vou gozar, porca incestuosa! Mete a língua no cu, vaca de merda! —Falei alto, sabendo que meu pai tem um sono extremamente pesado que me deixava descuidado.
Consegui sentir como minha mãe forçou o olho do meu cu com a língua, começando a explodir uma quantidade desproporcional de porra dada a grande acumulação que minha excitação excessiva provocou, momento em que agarrei a cabeça dela com minha mão e esmaguei a cara dela contra o cu com força.
Meu rabo começou a jorrar esguichos enormes no sofá, que foram escorrendo até o assento, onde começou a formar uma grande poça de líquido esbranquiçado e grosso, tudo isso enquanto minha mãe não parava de ordenhar meu rabo com a língua enfiada na minha bunda.
- Aaaahhhhhhhhhhhhh! Uuuuuuuffffffffffff! Ooooooohhhhh! – Eu gritei, tomado por um orgasmo descomunal, apoiando a cabeça no encosto do sofá, tentando me recuperar.
Minha mãe se afastou devagar, com medo de que eu mandasse ela fazer o contrário ou alguma outra coisa humilhante ou degradante, enquanto eu descansava a cabeça apoiada nas mãos sobre a poltrona.
-Espera, mãe… -Falei pra minha mãe da minha posição -Passa sua cabecinha por baixo das minhas bolas -Falei sem dar mais explicações que fizessem ela desconfiar de algo.
Minha mãe abaixou a cabeça e passou entre minhas pernas, enquanto eu a segurava pela cabeça, na hora em que esfreguei ela contra o assento do sofá, naquela poça enorme de porra, passando a cara toda dela como se fosse um pano de chão.
—Mostra a língua, puta, adúltera, porca! —Falei enquanto comecei a dar palmadas nela, esfregando a cara toda no banco enquanto segurava ela pelo cabelo.
Ela mostrou a língua exatamente como eu tinha mandado e fiz ela servir de pano de chão, era minha recolhedora de porra.
Quando terminei, deixei ela ali, subi a cueca e me levantei, deixando ela cheia de porra.
-Se prepara essa noite, vagabunda, vou te tratar pior que sua amiguinha Mônica, vou arrebentar sua buceta na sua cama… junto do seu marido corno… -Falei, indo em direção à porta da sala de jantar.
Naquele momento em que minha mãe se levantava…
—Pai, pai, pai! —Comecei a cutucar o ombro dele pra acordar…
—Eeehhh…ss…sim…o que…o que foi… —Disse ela, entreabrindo os olhos.
-Já é hora de acordar, tá ficando tarde… -Falei, olhando de canto pra minha mãe, toda sorrindo, cheia de porra.
—Valeu… filho… —disse meu pai se levantando, foi quando ele viu minha mãe com a cara toda coberta de porra e o cabelo, e naquele instante o olhar dele cruzou com o dela —Mas… Lucía… O que aconteceu com você? —perguntou meu pai, surpreso, pra mamãe.
Eeehhhh… eu…" — ele gaguejou, empalidecendo até ficar da cor da parede.
—E seus documentos? O que aconteceu com eles? — perguntou meu pai, sem entender nada.
—Yoo… ehhh… cê viu… comprei um creme… novo e… eu… passei na cara… e… cê viu… tropecei e derramou tudo… é isso… derramou tudo e… ficou tudo… e eu…
Continua...
0 comentários - Entupindo de porra na minha mãe 2