Reencontro com a Rita / as coisas boas da política

Como aquele que vai sem ser expulso, volta sem ser chamado, como era de esperar, Rita apareceu.. Pois é, a Rita que sempre chamo como contato desconhecido, ligou de novo. É como se tivesse uma conexão mental, penso nela, lembro e ela aparece... E então, retomamos nossas conversas quentes, fotos, chamadas bem hot... Até que combinamos de eu passar para buscá-la, meu velho Fiat já não é mais do meu clã, agora uso o 19 sem porta-malas, mais confortável pra essas paradas, enfim, passei para buscá-la numa quarta-feira ao meio-dia, destino incerto, sobe, falei. Arrancamos pro lado do acesso norte, nunca rolou de se esconder no parque Urquiza, a não ser ir pro motel Arenas, não dá, então acesso, tava calor, passei no posto e comprei duas águas, e segui, conversa, cobranças inocentes pelo sumiço mútuo, até que ela fala: — Aonde a gente vai? Você sempre pega por aqui e só fica dando voltas. — Tenho uma surpresa pra você! Não falei mais nada e rumei pro jardim botânico, o mesmo que fui no fim de semana anterior com minha mulher, os moleques e um casal amigo. Imaginem, árvores pra caralho, silêncio, ideal pra putaria. Rita é a típica coroa sem noção que tira foto com pose e frase... um saco a filha da puta, vive ligada no Facebook e leva as postagens como verdade absoluta, então falar sério com uma gostosa dessas fica complicado, questão é que foto vai, foto vem, sentamos num banco tipo praça e tomamos mate, fumei uns Chester, falamos merda, passando o tempo. Começamos nos amassos, e ela sentou no meu colo, tava de legging daquelas bem transparentes, que eu já tava de olho na bunda, e entre beijo e apalpada, o amigo começou a acordar, então como não tinha ninguém, comecei a meter a mão, enfiava por trás da legging e puxava a calcinha fio dental, já toda molhada, e acreditem, molhada mesmo, com um fluxo bem escorregadio, aí ela rebolava e eu enfiava um ou dois dedos de boa... E devagarzinho eu começou a baixar a braguilha com uma mão, e enfiou a outra massageando meu pau bem devagar, percorrendo todo o tronco que em duas passadas já ficou bem lubrificado com o pré-gozo que eu tava soltando! Levantei a camiseta e tirei os peitos dela do sutiã e me agarrei a lamber que nem um desesperado, queria comer ela, bombar aquela buceta toda molhada, mas não dava pra ser pego, então segurava a vontade de gozar e passava os dedos bem forte, ela começou a gemer, até que não aguentou e gozou! Eu continuava com tesão e continuei enfiando o dedo, e falei: — e eu faço o quê com isso, e ela olhou pro meu pau. — vamo... Pronto falei, juntamos as coisas e meu pau explodia dentro da calça jeans, ainda por cima elastizada... Chegamos no carro e lembrei que um amigo me falou do hotel San Carlos, lá na região do bairro La Milagrosa, então fui pelo acesso e senti o carro meio pesado, passaram uns carros e buzinavam pra mim, fodeu falei, um pneu furado. E aí passei por um posto que tem borracharia e três carros na minha frente, então esperar. Chegou minha vez e quando fui pegar a carteira, não tava lá! Buceta da lora! Revirei o carro e nada. Então Rita pagou o remendo e ficamos sem a transa...

1 comentários - Reencontro com a Rita / as coisas boas da política