Minha timidez e as mulheres da minha família 36
RELATO ANTERIOR:
Minha timideze as mulheres da minha família 35
http://www.poringa.net/posts/relatos/3129463/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-35.html
Minha timidez e responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.
Assim que começamos a comer, o vinho do Juan, o pai das gêmeas, era verdade sim, ele era bem mais velho que a Elisa, e mesmo a foto disfarçando, dava pra ver que era jovial. Depois de me apresentar, ele sentou do lado da Elisa e começou a me perguntar de tudo: estudos, minha família, etc. Ficou feliz em saber que eu era sobrinho da Júlia, ele era cliente assíduo do restaurante e a conhecia bem. Terminamos de comer tarde, as meninas queriam continuar a brincadeira no jardim, mas o Juan não se afastava da gente. No fim, elas desistiram e decidiram voltar pra cidade.
No caminho, quase não conversávamos, o plano delas tinha dado errado. Mas de repente, a Mónica deu uma guinada e entrou numa estrada de terra. No final, tinha uma mansão antiga, agora abandonada. Um portão enorme fechava a passagem, mas dois salgueiros enormes pendiam os galhos sobre a estrada.
Com muita habilidade, ela estacionou o carro entre as duas árvores grandes. Os galhos caíam até o chão e, com a brisa fraca, mal se mexiam, parecendo cortinas de folhas enormes.
A Mónica mal desligou o motor, saiu, dobrou o banco e sentou com a gente, nós três. Estávamos bem apertados, mas com um pouco de dificuldade ela puxou a calça pra baixo e disse:
- Manu, não vou pra casa sem você chupar minha buceta.
As outras três meninas imitaram na hora. As quatro ficaram sem calcinha, com as bucetas de fora, esperando a vez. Eu me levantei, e a Andrea também passou pro banco de trás, ocupando meu lugar. Eu avancei ao máximo os bancos da frente, dobrei eles pra frente e me acomodei como pude na frente das quatro bucetas.
A Mónica exigiu ser a primeira. Abriu o vidro da janela e esticou uma perna pra fora, a outra deixou em cima das outras meninas. Mesmo no aperto, minha cabeça cabia perfeitamente entre as coxas da Mónica. Com as mãos nos peitos dela, eu coloquei a boca de uma virilha à outra. Ela se contorcia procurando minha língua, mas eu evitava. A menina levantava a bunda quase um palmo do banco me oferecendo os lábios dela até que eu lambi toda a racha dela de baixo pra cima, quando toquei o clitóris dela ela se largou no banco e só se mexeu quando, entre suspiros e soluços, gozou na minha boca, o clitóris dela tava tão sensível que ela fechou as pernas se dando por vencida e satisfeita, passei pra próxima, era a Elena, ela já me conhecia e se deixou fazer, tava entregue desde o primeiro momento, meus dedos não tocaram nos peitos dela, mas entraram na buceta dela enquanto minha língua lambia o botão brilhante, primeiro foi um dedo e ela reclamou, no segundo agradeceu, no terceiro já se remexia gemendo e quando enfiei o quarto no cu já lubrificado dela ela começou a gritar descontrolada, não dava pra entender nada mas ela explodiu abraçando as amigas, meus dedos não largaram ela até ela quase dormir.
Ainda não tinha terminado com a Elena quando a Andrea já tinha se posicionado, uma perna nas minas da direita dela e outra na da esquerda, os braços segurando no encosto de cabeça do banco e completamente pelada, ela tinha tirado a roupa pra sentir todo o prazer que eu pudesse dar, beijei ela dos tornozelos até a virilha, aí inesperadamente pra ela chupei os peitos dela, os bicos doíam mas ela continuava pedindo mais e mais, quando eu mordia os peitos dela meu pau passeava pelos lábios abertos de tudo que é jeito, mas não enfiei, ela gritava, me xingava, mas quando teve o orgasmo se largou dobrada no banco.
A Lisa tava quieta de olhos bem abertos vendo as amigas, outras vezes tão briguentas e agora exaustas, quando cheguei na frente dela ela fechou os olhos como me dando liberdade total, já tava começando a me conhecer, guardei um tratamento especial pra ela, passei as mãos pelos peitos dela, ela olhando pro teto se concentrava em sentir meu toque, dediquei um bom tempo em cada um dos peitos, tanto os globos quanto os bicos tavam duros de tesão, desci pela barriga dela até o púbis, minha língua percorreu tudo até entrar no canal Seus lábios, milímetro por milímetro, fui vibrando com a língua todas as suas dobras como a bunda de uma cascavel. Lisa apertava as mãos e a boca, não queria gritar nem gemer. Ao passar pelo clitóris, quase quebrou o propósito, só abriu a boca como se faltasse ar. Ao chegar na buceta e abrir os lábios escuros e meter a língua o mais fundo que podia, senti ela me apertando com os músculos para me sugar para dentro. Com a língua encharcada de saliva e sucos, lambi o buraco rugoso e moreno, que estava pulsando e se abrindo e fechando como uma flor. Voltei a subir para os peitos dela e meu pau se pressionou no cu dela, enquanto eu mordia um mamilo e beliscava o outro, e enfiava a glande no cu dela. Ela quis gritar, mas não saiu nenhum som, só abraçou minha cabeça e disse…
- Que filho da puta você é, Manu, mas não ouse tirar agora, mete até o fundo, mesmo que rache meu cu.
Não obedeci completamente, fui enfiando devagar, mas sem parar, até encostar nas nádegas dela. Mônica já tinha se recuperado e nos olhava hipnotizada, espiando a bunda de Lisa sem acreditar no que via. Sacudiu a Andrea, que já tinha voltado ao normal, para ver também. Elena começou a se mexer e se juntou ao espetáculo. Lisa não prestava atenção nelas. Quando começou sua agonia orgásmica, agarrou as mãos das amigas, mal conseguiam segurá-las. Quando se acalmou, disse…
- Vocês não sabem o que perderam, estou no céu.
Quando tirei o pau do cu de Lisa, ainda saiu um fiozinho de porra. Elisa não tinha me esvaziado completamente.
Quando chegamos em casa, Lisa agarrada no meu braço, subimos para o apartamento. Ela me contou, sentada na cama…
- Juan é um dos homens mais ricos da região e sempre viveu de rendas. Tinha uma secretária lindíssima, Elisa. Não se sabe quem começou primeiro, mas o fato é que ele a engravidou com 18 anos. Casaram, vieram as gêmeas e… Elisa viveu como uma rainha. O Juan, que não curte esse tipo de ambiente, montou a concessionária de carros só pra ter uma desculpa pra não ver certas coisas da Elisa. Comentavam que ela era louca por picas jovens. Você não comeu ela, né?
- Não, foi ela quem me comeu, e não uma, mas duas vezes.
- Porra, Manu, você é incorrigível.
Dei de ombros com cara de bobo.
Continua.
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Minha timideze as mulheres da minha família 35
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Minha timidez e responsabilidade guiaram minha juventude, até que minhas tias, minha mãe, minha prima e outras minas me fizeram acordar, mas as circunstâncias abriram meus horizontes.
Assim que começamos a comer, o vinho do Juan, o pai das gêmeas, era verdade sim, ele era bem mais velho que a Elisa, e mesmo a foto disfarçando, dava pra ver que era jovial. Depois de me apresentar, ele sentou do lado da Elisa e começou a me perguntar de tudo: estudos, minha família, etc. Ficou feliz em saber que eu era sobrinho da Júlia, ele era cliente assíduo do restaurante e a conhecia bem. Terminamos de comer tarde, as meninas queriam continuar a brincadeira no jardim, mas o Juan não se afastava da gente. No fim, elas desistiram e decidiram voltar pra cidade.
No caminho, quase não conversávamos, o plano delas tinha dado errado. Mas de repente, a Mónica deu uma guinada e entrou numa estrada de terra. No final, tinha uma mansão antiga, agora abandonada. Um portão enorme fechava a passagem, mas dois salgueiros enormes pendiam os galhos sobre a estrada.
Com muita habilidade, ela estacionou o carro entre as duas árvores grandes. Os galhos caíam até o chão e, com a brisa fraca, mal se mexiam, parecendo cortinas de folhas enormes.
A Mónica mal desligou o motor, saiu, dobrou o banco e sentou com a gente, nós três. Estávamos bem apertados, mas com um pouco de dificuldade ela puxou a calça pra baixo e disse:
- Manu, não vou pra casa sem você chupar minha buceta.
As outras três meninas imitaram na hora. As quatro ficaram sem calcinha, com as bucetas de fora, esperando a vez. Eu me levantei, e a Andrea também passou pro banco de trás, ocupando meu lugar. Eu avancei ao máximo os bancos da frente, dobrei eles pra frente e me acomodei como pude na frente das quatro bucetas.
A Mónica exigiu ser a primeira. Abriu o vidro da janela e esticou uma perna pra fora, a outra deixou em cima das outras meninas. Mesmo no aperto, minha cabeça cabia perfeitamente entre as coxas da Mónica. Com as mãos nos peitos dela, eu coloquei a boca de uma virilha à outra. Ela se contorcia procurando minha língua, mas eu evitava. A menina levantava a bunda quase um palmo do banco me oferecendo os lábios dela até que eu lambi toda a racha dela de baixo pra cima, quando toquei o clitóris dela ela se largou no banco e só se mexeu quando, entre suspiros e soluços, gozou na minha boca, o clitóris dela tava tão sensível que ela fechou as pernas se dando por vencida e satisfeita, passei pra próxima, era a Elena, ela já me conhecia e se deixou fazer, tava entregue desde o primeiro momento, meus dedos não tocaram nos peitos dela, mas entraram na buceta dela enquanto minha língua lambia o botão brilhante, primeiro foi um dedo e ela reclamou, no segundo agradeceu, no terceiro já se remexia gemendo e quando enfiei o quarto no cu já lubrificado dela ela começou a gritar descontrolada, não dava pra entender nada mas ela explodiu abraçando as amigas, meus dedos não largaram ela até ela quase dormir.
Ainda não tinha terminado com a Elena quando a Andrea já tinha se posicionado, uma perna nas minas da direita dela e outra na da esquerda, os braços segurando no encosto de cabeça do banco e completamente pelada, ela tinha tirado a roupa pra sentir todo o prazer que eu pudesse dar, beijei ela dos tornozelos até a virilha, aí inesperadamente pra ela chupei os peitos dela, os bicos doíam mas ela continuava pedindo mais e mais, quando eu mordia os peitos dela meu pau passeava pelos lábios abertos de tudo que é jeito, mas não enfiei, ela gritava, me xingava, mas quando teve o orgasmo se largou dobrada no banco.
A Lisa tava quieta de olhos bem abertos vendo as amigas, outras vezes tão briguentas e agora exaustas, quando cheguei na frente dela ela fechou os olhos como me dando liberdade total, já tava começando a me conhecer, guardei um tratamento especial pra ela, passei as mãos pelos peitos dela, ela olhando pro teto se concentrava em sentir meu toque, dediquei um bom tempo em cada um dos peitos, tanto os globos quanto os bicos tavam duros de tesão, desci pela barriga dela até o púbis, minha língua percorreu tudo até entrar no canal Seus lábios, milímetro por milímetro, fui vibrando com a língua todas as suas dobras como a bunda de uma cascavel. Lisa apertava as mãos e a boca, não queria gritar nem gemer. Ao passar pelo clitóris, quase quebrou o propósito, só abriu a boca como se faltasse ar. Ao chegar na buceta e abrir os lábios escuros e meter a língua o mais fundo que podia, senti ela me apertando com os músculos para me sugar para dentro. Com a língua encharcada de saliva e sucos, lambi o buraco rugoso e moreno, que estava pulsando e se abrindo e fechando como uma flor. Voltei a subir para os peitos dela e meu pau se pressionou no cu dela, enquanto eu mordia um mamilo e beliscava o outro, e enfiava a glande no cu dela. Ela quis gritar, mas não saiu nenhum som, só abraçou minha cabeça e disse…
- Que filho da puta você é, Manu, mas não ouse tirar agora, mete até o fundo, mesmo que rache meu cu.
Não obedeci completamente, fui enfiando devagar, mas sem parar, até encostar nas nádegas dela. Mônica já tinha se recuperado e nos olhava hipnotizada, espiando a bunda de Lisa sem acreditar no que via. Sacudiu a Andrea, que já tinha voltado ao normal, para ver também. Elena começou a se mexer e se juntou ao espetáculo. Lisa não prestava atenção nelas. Quando começou sua agonia orgásmica, agarrou as mãos das amigas, mal conseguiam segurá-las. Quando se acalmou, disse…
- Vocês não sabem o que perderam, estou no céu.
Quando tirei o pau do cu de Lisa, ainda saiu um fiozinho de porra. Elisa não tinha me esvaziado completamente.
Quando chegamos em casa, Lisa agarrada no meu braço, subimos para o apartamento. Ela me contou, sentada na cama…
- Juan é um dos homens mais ricos da região e sempre viveu de rendas. Tinha uma secretária lindíssima, Elisa. Não se sabe quem começou primeiro, mas o fato é que ele a engravidou com 18 anos. Casaram, vieram as gêmeas e… Elisa viveu como uma rainha. O Juan, que não curte esse tipo de ambiente, montou a concessionária de carros só pra ter uma desculpa pra não ver certas coisas da Elisa. Comentavam que ela era louca por picas jovens. Você não comeu ela, né?
- Não, foi ela quem me comeu, e não uma, mas duas vezes.
- Porra, Manu, você é incorrigível.
Dei de ombros com cara de bobo.
Continua.
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