Beleza, como é que vocês tão? Hoje vou contar uma experiência que rolou comigo uns anos atrás, umas 5. Eu morava em Hurlingham com meus pais antes de casar. E com a galera que a gente é amigo desde moleque, a gente sempre saía todo fim de semana. Quase sempre a gente acabava em Hurlingham por pura preguiça. Sempre tinha uma balada que existia antes, chamada Sham. Outra parada que lembro agora é que no colégio um colega de classe já tinha comido essa gostosa. Mais velha na época. A gente tinha 18 anos, ela, tipo, 30 naquela época. Eu sabia que ela era frequentadora do lugar ou saía por Hurlingham com as amigas. Sempre via ela de longe, mas nunca tive coragem de chegar ou falar. Sou o típico que tinha dificuldade de conversar com mina que não conhecia. Até em balada. Mas com o tempo desenvolvi o papo muito bem, graças a experiências com minas e tal. Saber o que falar pra uma mulher pra fazer ela se sentir bem e tudo mais. Adicionei ela no Facebook na esperança de engatar um papo. E ela aceitou na hora. Passaram uns meses e mandei mensagem, e a gente falava de tudo um pouco. De boa, pra ela ficar à vontade e tal. Já pegando o número dela, a gente continuava falando por ali, mas sempre ficava pendente um encontro numa dessas noites. Mas nunca dava certo. Até que uma noite tocou meu celular, era quase inverno, lembro pelo frio que tava. Pao — Alô, Juan? Eu — Sim? Quem fala? Pao — Pao, lembra? Liguei pra saber se cê tá fazendo algo hoje? A gente sempre combinava de sair e nunca dava certo... Eu — Ah, sim, como cê tá? Que pum que pam, a gente conversou um pouco e combinou de ir tomar algo em Hurlingham. Eu ansioso porque a gente nunca tinha saído. Seria a primeira vez depois de tanto papo. Cheguei, ela demorou uns 20 minutos, mais ou menos. Eu por dentro pensando que ela não ia vir e todas aquelas paradas que a gente pensa quando espera alguém. E ela chega, me cumprimenta, eu cumprimento ela. Como cê tá? E tudo mais. Fomos pra um bar na Avenida Roca. E entramos. Pedimos uma cerveja e enquanto a gente bebia, ela me disse — Me sinto meio desconfortável, tem um grupo de caras magrelos olhando pra gente. Falo: "E aí, se virem um cara jovem com uma coroa gostosa, é foda, né?" É impressionante... haha, continuamos conversando. Até que ela me diz que o ex tava mandando mensagem. Enquanto a gente tava sentado. Ela chama umas 3 vezes. Aí falei: "Atende." O cara liga falando que ia se matar, tava de moto e meio bêbado. E aí, ela me olha e fala que precisa ir. Nessa hora, eu já tava achando que a noite ia ser uma decepção pra mim. Falei: "Tudo bem, sem problemas. Vai tranquila. Te dou suporte até o cara chegar e vou embora." E foi isso. Ela foi com o ex de moto e eu voltei pra casa mais sozinho que o caralho. Depois de um tempo, parei de dar bola pra ela. Se a gente falava, era por acaso. Até que consegui pegar mais confiança de novo e, bem, fomos indo. Um dia ela fala: "Tô sozinha hoje" (ela tinha um filho na época, de 8 anos). Morava num apartamento em Ituzaingó e me diz: "Vem dormir comigo?" Nisso, eu tava namorando, ela sabia, e falei: "Beleza, bora." Peguei um reme até o apê. Fui o mais rápido possível. Cheguei lá umas 21h30. Ela me recebeu, a gente se cumprimentou de boa, beijinho na bochecha, e subimos. "Vou atrás de você", falei, só pra ver a raba dela subindo as escadas. Ela tava de legging justa e um bundão que marcava tudo. Entramos, era tipo um monoambiente separado por uma parede que ela tinha mandado fazer com uns pedreiros dois dias antes. Muito bonito, por sinal, mas bem pequeno. Deitamos na cama, ela vendo TV e fala: "Vou tomar um banho, já volto. Fica com o computador se quiser." E aí, enquanto ela tomava banho, eu pensava: "Será que vou no banheiro, falo que quero fazer xixi ou algo e aproveito a situação?" Mas nada. Fiquei na cama. Ela demorou um tempinho no banho. Talvez ela quisesse que eu fosse lá pra meter. Mas me segurei. Ela volta pra cama, e eu já tava cansado. Do trampo e tal, e ela fala: "Bora dormir?" E eu: "Beleza." Ela tava de calcinha fio dental e uma camiseta grandona. Fui de jeans e ela disse: "Veste o que tu veste sempre pra dormir, tá tudo bem..." Aí eu falei: "Beleza, vou ficar de cueca", e ela: "Eu durmo de conchinha". E sem pensar, já me encostei nela toda. Na hora, subi nela e começamos a nos beijar enquanto eu passava a mão na bunda dela toda durinha, malhada, e ela gemia no meu ouvido: "aiii, aaaaiii, aaaaaah". Aí tentei puxar a calcinha fio dental dela, eu já tava duro. Imaginem ter uma mina dessas na sua frente, eu com 19 anos e ela com 34. Ela me fala: "Para, para. Você e sua namorada, qual é a dessa história?" "Qual é a dessa história de quê?" eu falei. "Tipo, qual é a dessa história? Porque eu não faço isso, não gosto se você tá num relacionamento." "Já era," eu falei, "não importa agora. É essa situação: você aqui pelada e eu com o pau duro, olha." Peguei a mão dela e coloquei no meu pau. Ela começou a me bater uma punheta. "Mmmm, que grande e grosso que você tem, cara." "Sim, todo pra te dar agora, sua putinha gostosa." E naquela hora foi o sinal pra eu me soltar no corpo lindo dela. Entre beijos e beijos, eu chupava os peitos dela. Ela por cima de mim, se mexendo. Até que cortou o fio da calcinha e meteu assim, sem camisinha nem nada. Pra minha surpresa, ela tava toda molhada. Que gostoso foi sentir o calor da buceta dela no meu pau duro. Eu esperava um boquete foda, mas não rolou. Depois, com o tempo, percebi que usar a boca não era a praia dela. Ela começou a cavalgar em mim de um jeito... Uma das melhores reboladas da minha vida. Como aquela mulher mexia a bunda, meu Deus. Eu tava no paraíso. Cada rebolada que ela dava me fazia ver estrelas. Que gostoso que era. E eu bombando por baixo dela pra entrar com mais força e mais rápido. Ela se contorcia toda, igual uma putinha gostosa quando tão comendo ela do jeito que ela gosta... Eu já tava quase gozando, então segurei um pouco (é fácil pra mim controlar a gozada, gozo quando realmente quero, e assim duro o quanto quiser; o máximo que já demorei foram 2h45, isso é real, gente, uma das minhas ex não aguentava o ritmo). Aí falei: "Quero te ter de quatro aqui nessa cama onde você transava. A tua ex me olha, sorri e fica de quatro, feito uma putinha obediente. Ver aquilo me deixou de pau duro na hora. Comecei a bombar nela com tudo. Até de quatro eu metia, e ela gritava que nem gata no cio. Mandei ela deitar, mas de costas pra mim, e aí montei nela por trás, até que não demorou muito pra ela soltar toda a porra que tava guardada naquela noite. Enchi ela de verdade, tanto que ela falou: "Pega um papel na cozinha que vou sujar a cama". E ali eu apaguei. Dormimos, e no dia seguinte ela me levou de remo até Hurlingham. Ela tinha que ir trabalhar. E eu, pra casa dos meus pais. Tenho outra história dessa puta veterana. Recente, do ano passado... Vou contar todas depois. Saudações, galera!
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