Crônica de um Incesto Anunciado: Irmão-Irmã Parte 2

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Comentários e pontos são bem-vindos..Saímos sem problemas, rumo a Cabo. Um par de horas depois, estávamos todos lá na melhor vibe. Meus pais se vestiram pra ocasião, roupas casuais de verão e óculos escuros. Eu estava usando um shortinho e uma blusa larga, minha bunda e minhas pernas estavam lindas, e eu sabia disso pelo jeito que me olhavam no lobby do hotel. Meu irmão, como qualquer moleque na praia, de bermuda e camiseta... haha... a verdade é que isso me enternecia, e até agora eu o achava gato e sexy. Naquela ocasião, minha mãe pegou na mão dele como se ainda fosse um menino. Ele, com seu jeito de "bad boy", olhava em volta, pras garotas e, claro, pra mim. Quando olhei pra ele, vi que até olhava pro decote da mamãe. A verdade é que parecia que ele não se importava de quem fossem, haha, só queria olhar. Mas enfim, os quartos estavam prontos e nós quatro nos separamos em casais pra deixar as malas e depois descer pro almoço. Mais tarde, a tarde diria o que fazer, esse era o plano...

Meu irmão abriu a porta do quarto e o carregador colocou a bagagem. Como uma boa garota, eu levei uma mala pra um mês, vocês sabem, a gente nunca sabe. Meu irmão brincou com o carregador sobre isso e depois ele foi embora. O quarto tinha uma pequena sala de estar e depois o quarto. Quando peguei minha mala pra ir pra cama, surpresa!!! No quarto não tinha duas camas, só uma king size. Na hora, chamei meu irmão e falei, irritada: "Que porra é essa?". Ele, sem fazer muito caso, comentou que era só uma cama e que, se não tivesse jeito, teríamos que dividir. Tudo isso me parecia obra do acaso, mas tudo bem, eu teria que tentar. Óbvio, com todas as ideias na cabeça, não queria imaginar o corpo do meu irmão ali, semi-nu, e eu na mesma situação, separados por um lençol fino...

Minutos depois, liguei pro papai e contei a situação. Ele disse que veria o que fazer, mas falou pra não fazer drama, que descêssemos e ele faria o possível. Disse: "É só uma cama, filha. Continuamos. Eu disse pra ele que ia me trocar e que ele precisava sair do quarto. Ele falou que ia fazer o mesmo e que não tinha problema: “já que vamos dividir o quarto, que diferença faz?”. Na sequência, bem na minha frente, ele tirou a camiseta, abriu a mala, pegou outra e um sungão. Eu fiquei olhando pasma. Tipo, não era uma santinha, mas ele tava se pelando, quase isso, na minha frente… Pra tentar disfarçar e mostrar que não tava incomodada — afinal, era esse o objetivo — comecei a tirar minha blusa. Achei que ele ia desistir, mas pra minha surpresa, ele parecia ainda mais ousado. “Viu só? Sem frescura, assim é mais rápido, Fer”, enquanto olhava pros meus peitos por cima do sutiã, ele começou a descer a bermuda. Pela primeira vez, eu via ele de cueca e ele não fazia o menor esforço pra se cobrir. Tava usando uma daquelas boxer coladinhas, não sei o nome. Olhei com atenção, mesmo tentando disfarçar, mas tava muito bonito. Dava pra ver o pau dele bem marcado por baixo do tecido. Ele colocou a mão lá e ajeitou bem na hora que eu tava olhando, e tenho certeza que ele me viu. Ele agia com toda calma. Depois de me deixar sentir desconfortável, abri minha mala e peguei um vestido curto lindo pra praia e meu biquíni prateado e azul. Queria ver qual seria a reação dele depois disso. Comecei devagar a desabotoar o short e deslizei ele sensual pelas minhas pernas, tirei ele completamente e soltei meus pés. Levantei o olhar e vi ele paralisado, me observando com a camiseta na mão. Eu tava usando uma tanga verde que combinava com o sutiã. Agora era eu quem, pela primeira vez, ficava de lingerie na frente dele. Só nós dois, a uns 2 metros de distância um do outro. Olhei pra ele desafiadora. Ele me olhou e desviou o olhar, corado. Um sorriso se formou no meu rosto. Ele vestiu a camiseta, mas agora parecia nervoso. Olhei pro meio das pernas dele e dava pra ver um volume. Eu tinha conseguido. Agora ele estava na minha mão e a situação sob meu controle. Continuei com o show. Coloquei o vestido — vale dizer que ele chega bem abaixo da minha Nádegas e é de um tecido bem leve que gruda no corpo, na verdade eu tava muito muito muito gostosa, chamo ele pelo nome e falo "que tal eu tô, Ro?" nessa hora viro devagar e ele fica pasmo, sem fôlego me olhando, falo entre risadas "vou interpretar por essa cara, o silêncio e o 'resto' que tô ótima, óbvio", e aí vem a parte mais ousada até agora, pego com as mãos a parte de baixo do biquíni, ou seja, não ia colocar por cima da fio-dental, olho nos olhos dele, ele continuava olhando enquanto umas gotas de suor começavam a escorrer na testa dele, eu tentando encarar a situação falo se ele se importa de parar de olhar hehe, porque preciso vestir o biquíni, na hora ele tenta desviar o olhar, enfio as mãos por baixo da saia e começo a deslizar a fio-dental pra baixo, foi questão de segundos mas notei como ele tava morrendo de vontade de virar, pego a peça do biquíni e me abaixo pra enfiar as pernas e começar a subir devagar, nessa hora minha buceta tava molhada, soube quando peguei a fio-dental e vi o líquido viscoso e brilhoso grudado, falei "isso a gente vai guardar aqui", enfiei a fio-dental e o resto na gaveta e indiquei que aquela seria minha exclusivamente... nessa hora ele tava impávido, sem reação, virei de costas e tirei o sutiã, pra fechar com chave de ouro, pedi pra ele me alcançar a parte de cima do biquíni, senti ele hesitante, mas devagar se aproximou e me entregou com a mão meio trêmula, dentro de mim pensava "coitado", mas fazer o quê, a situação pedia e não era todo dia que acontecia... terminei de me vestir, nos olhamos e falei que tava pronta, só ia no banheiro, ele disse "te espero na sala", quando entrei no banheiro, enfiei a mão no biquíni e toquei minha buceta, tava escorrendo, sentia arrepios só de deslizar o dedo pela fenda, meu dedo escorregava sem esforço pra dentro, fiquei me tocando uns minutos e cheguei ao clímax, as imagens do meu irmão com a sunga justa, imaginava o pau dele, o tronco dele Largo e duro, a cabecinha dele descendo e subindo… mmm ahh… voltei a mim ao ouvir a voz dele me chamando, me recomponho como pude e saí correndo, meio corada. Ele estava na porta, disse pra nos apressarmos antes que papai chamasse. Olhei pra entreperna dele, ainda dava pra ver o volume. Bem na hora, o telefone do quarto tocou. Saímos, peguei no braço dele e enrolei a cintura num abraço. Ele me olhou e não se abalou. No elevador, ele disse que tinha esquecido o celular no quarto, pra eu descer e ele me encontraria no restaurante do hotel. Enquanto descia no elevador, sentia minha buceta escorrendo os fluidos. Era a primeira vez que pensava nele como homem. Queria voltar pro quarto, empurrá-lo pro sofá, liberar o pau dele de pé, me ajoelhar no meio das pernas dele e enfiar devagar na boca. Poucos segundos depois, a porta do elevador abriu. Eu estava nervosa enquanto gente tentava subir. Sentia um calorão percorrer meu corpo, e não era só o clima…

Me encontrei com meus pais no lobby. Como sempre, papai me criticou a roupa que eu tava usando, mamãe sempre apoiava. Ele perguntou onde meu irmão tinha ficado. Falei que ele tinha esquecido o celular e voltou pra pegar. Nós três fomos pro restaurante. No caminho, sentia os olhares dos outros se cravando no meu corpo. Verdade seja dita, eu curtia um pouco. Quando chegamos, perguntei a papai qual tinha sido o problema com o quarto. Ele disse que já tinha ido na recepção e falaram que não tinha mais quartos até sábado, talvez. Então estávamos falando de duas noites juntos na mesma cama. Quando meu pai disse essas palavras, senti na hora minha buceta se abrir e escorrer de novo. Minha mãe comentou que não sabia qual era o alvoroço, já que era meu irmãozinho e quando éramos menores dividíamos até a banheira. Esse comentário me fez corar e eu falei: “Mãe, a gente não tem mais 3 anos”, com um tom de tédio… enfim, a verdade é que por mais que tentasse negar a ideia na minha mente, me parecia Estupenda e, principalmente, começou a ficar com tesão. Minutos depois, meu irmão chegou. Olhei pra ele e dava pra ver que tava bem mais relaxado. Achei que tinha batido uma gostosa... Comemos sem frescura, cada um falando dos planos pra tarde. Minha mãe ia pra massagem, que sorte a do massagista — minha mãe é uma beleza e se mantém em forma incrível. Meu pai ia esperar no vapor e aproveitar pra malhar um pouco. De noite, planejavam sair pro centro da cidade pra jantar, só os dois, deixaram bem claro. Sobramos eu e meu irmãozinho querido. Eu tinha pensado em passar na piscina, pegar um sol e depois ir atrás de algo refrescante. Como opção pra noite, tinha a balada do hotel, que parecia modesta, mas como minha irmã não tava, teria que apelar pro meu irmão. Quando mencionei, ele tentou se fazer de desentendido, mas no fim topou. Sabia que tava morrendo de vontade de ir... Meus pais falaram pra gente ir, mas nada de beber e tal, só dançar e curtir. Agora minha irmã não tava, e ela sempre ficava de olho. Ela geralmente não bebia, mas dançava pra caralho, não parava um segundo na mesa quando os caras, na maioria gatos, desfilavam e até faziam fila pra dançar a próxima música... Enfim, terminamos ali e cada um foi pro seu lado, mas não sem antes meu pai comentar com meu irmão sobre dormir na mesma cama. Ele só balançou a cabeça, sem mais enrolação.

Peguei posição numa espreguiçadeira na piscina, umas 3 da tarde. Comecei a passar protetor quando meu irmão aparece, molhado, acabando de sair da piscina. Me olha e começa a me encher, jogando água. Falo, irritada, que pare ou vai ter que aguentar as consequências. Ele ignora, e eu levanto pra segurá-lo. Num instante, ele me pega pela cintura e, juntos abraçados, caímos na piscina. Me levanto e boio, ele olha e sorri. Tava de boa, começamos a brincar um pouco. Eu tentava alcançá-lo pela piscina, num momento tava em cima dele, ele virou pra ficar por cima. Me abracei a ele e enrolei minhas pernas na cintura dele, de repente já estávamos enroscados, um de frente pro outro, ele segurava minha cintura enquanto eu tentava enfiar a cara dele na água. Nessa hora, senti o pau dele pressionando contra minha bucetinha, que roçada gostosa, na real tava uma delícia. Senti as mãos dele pegarem no meu rabo na lata, não sabia se parava ou continuava com essa "brincadeira", mas tava adorando, sentia o pau duro dele querendo me furar. A gente parou de brincar de repente, mas eu ainda tinha ele preso com minhas pernas, falei pra ele me levar até a borda da piscina. Me abracei nele que nem um coala, nossos corpos estavam mais juntos do que nunca, ele debaixo d'água me segurava pela bunda enquanto caminhava, enfiando o pau ainda mais em mim, esfregava e batia, sentia um formigamento intenso. Quando chegamos na borda, soltei ele, ele sentou na beirada onde tinha um banquinho dentro da piscina. Me levantei e olhei nos olhos dele, ele tava nervoso e meio tenso, dava pra ver ele enfiar a mão dentro da sunga pra ajeitar o membro duro. Quis continuar um pouco mais, virei de costas pra ele e sentei bem em cima do pau dele, na hora senti como eu amassava ele com a bunda. Falei que precisava de uma massagem no pescoço, ele com as mãos meio duras começou a tocar minhas costas e o pescoço enquanto eu me mexia e me esfregava nele, ainda sem ser escancarado, mas era óbvio que os dois sentiam o que tava rolando. Depois de uns minutos, ele me soltou e disse que precisava urgentemente ir ao banheiro. Levantei e vi ele sair correndo, hehehe, coitadinho, deixei ele todo excitado, mas não era só ele não. Saí da piscina e me enxuguei com a toalha, comecei de novo a rotina do protetor solar...

Depois de um tempo, ele apareceu de novo, recuperado e trocado, falou que queria comer alguma coisa e perguntou se eu queria ir junto. Era estranho, porque ele sempre fazia essas coisas com minha irmã, na real ele e eu não costumávamos passar tanto tempo juntos, mas por causa da situação atual... aceitei. Antes disso, parei e comentei que tava precisando de protetor nas costas, ele precisava passar em mim. Deitei de barriga pra cima na espreguiçadeira e desabotoei o biquíni. Ele sentou na minha frente, e daquela posição minha bunda ficava só coberta pelo pareô e minhas costas totalmente de fora. Senti as mãos dele acariciando minhas costas com o creme, era muito erótico. Ele me tocava com delicadeza, mas ainda dava pra sentir as mãos nervosas dele. Ficava me perguntando o que passava na cabeça dele, com certeza tinha ido no banheiro se tocar, porque enquanto isso, falei pra ele pegar um pouco mais e passar nas pernas. Isso pareceu surpreender ele, e ele ficou parado por uns segundos. Virei pra ver o rosto dele, ele tava suando de novo, sorriu tímido e começou a passar bem devagar. O contato das pontas dos dedos dele me dava sensações na entreperna, os dedos dele brincando a poucos centímetros da minha buceta. Falei pra ele fazer com mais força, porque não queria ficar com manchas de creme. Ele começou a tocar as pernas com mais firmeza, subia até onde começa minha bunda. Mais de uma vez senti a mão dele passando desse limite e tocando minha nádega. Parecia que nunca ia acabar, então cortei o barato, haha. Pô, até que eu tava gostando, mas também não queria que o moleque gozasse naquela hora, haha. Além disso, achei que já tinha sido suficiente por aquele dia…

A comida no hotel foi sem graça. Só comentei o que ele tinha achado do hotel e tal, no meio dessas bobeiras a maior parte da conversa foi consumida, até que chegou a hora de falar sobre a saída à noite. Falei que ele ia ter que manter a compostura e tal, porque se ficasse bêbado não teria como ajudar. Ele não era de beber, só algumas vezes meus pais pegaram eles com bafo de álcool e as broncas eram tão grandes que ele quase nunca fazia, ou pelo menos era o que eu pensava. Além disso, falei que precisava de alguém pra me cuidar, caso algum cara quisesse se passar de esperto. Sabe como é, uma mina sozinha numa balada e todo mundo acha que pode. que é presa fácil ah bom enfim, só me escutava e disse no final "já vai ver como vou cuidar de você, Fer", sorriu, achei um bom gesto a atitude dele, além de toda a excitação e as situações do dia, no fim via que era meu irmãozinho de sempre...

Chegou a hora de sair, seria umas onze, meus pais estavam no jantar deles e meu irmão e eu nos preparávamos, eu estava no chuveiro tomando banho, lá fora não se ouvia nenhum som, meu irmão me falou que ia pegar uma bebida, então terminei de me lavar, coloquei uma linda lingerie no corpo, dessa vez um conjunto preto, top e tanguinha com lacinho... hehe perguntei por ele antes de sair e não recebi resposta, então coloquei a toalha no cabelo e saí com outra pequena nas mãos, só de calcinha e sutiã, comecei a passar creme e loção no corpo, de repente meu irmão aparece em cena com uma garrafa d'água na mão e os fones nos ouvidos, eu olho pra ele e por reflexo tento me cobrir, mas só tenho a toalha pequenininha, que não cobre nada, ele fica ali olhando e eu falo pra ele se virar entre estresse e vergonha, ele tenta levar na esportiva e diz "queria deitar um pouco, pensei que você ainda tava no chuveiro, além disso combinamos que seria essa dinâmica, não??, ou seja, sem problema e não perdemos tempo", meus sentidos voltaram, pensei comigo "que se dane", peguei a mini saia na cama e olhava pra ele, ele tentava focar a atenção em outras coisas mas olhava de soslaio, eu fingia não notar nada e até ficava mais tempo do que o necessário na frente do espelho pra ele olhar, falei "a que horas você vai tomar banho hein?", ele se levantou e tirou a camiseta e a bermuda na minha frente de novo, nessas horas ele se enchia de coragem ou sei lá e fazia esse tipo de coisa, olhei pra ele de novo só de cueca e minha entreperna voltava com aquele calor estranho, ele andou devagar até o banheiro enquanto eu seguia ele com o olhar, pensei em como ele vi ele nu, não consegui evitar começar a me tocar um pouco, tentei afastar os pensamentos da minha cabeça mas não conseguia, se ele já tinha me espionado com certeza várias vezes e ainda mais depois de vê-lo no meu quarto com minha calcinha na mão naquela ocasião, ele estava presente mas além disso agora sentia como minha atenção se focava nele, eu olhava com atenção e sabia claramente que ele se sentia atraído por mim, puta merda já que parecia que ele deixava de ser só meu irmão e eu também o via como uma possibilidade… ouvi o chuveiro cair, meus dedos começaram a brincar com minha bucetinha segundos depois, deslizava suave entre meus lábios molhados, sentia o calor percorrer minha entreperna até minhas nádegas, tocava leve e suavemente meus peitos, minha barriga, em poucos minutos me jogava na cama sentindo meu corpo tremer da ponta dos pés até minha cabeça, meus olhos estavam fechados com força, eu estava fora de mim e na minha mente só a imagem do meu irmão abrindo caminho entre minhas pernas para cravar o pau duro dentro de mim…

Por volta das 12 saímos do quarto, ele estava atraente, era alto então parecia maior, nunca teve problemas pra passar como maior de idade, meu caso era diferente, eu ainda parecia uma garota de 16 ou algo assim acho kkk, descemos de braço dado, ele parecia fresco e despreocupado, chegamos na entrada, o cara perguntou se éramos um casal, meu irmão na hora disse que sim, embora eu suponha que ele se referia a se estávamos juntos, ou não? pô depois de mostrar meu documento passamos juntos, o lugar estava meio cheio, estava legal, música de balada e luzes, na pista várias garotas e garotos, a maioria bonitos, enfim, nos deram uma mesa no canto, ao redor tinha um par de mesas a mais, uma com outro casal e outra com um grupo de caras, na hora senti como me olharam, eu só verifiquei se algum deles era pra chamar minha atenção, não eram muito meu tipo mas tinha um musculoso que era bonitinho, enfim, nos acomodamos na mesa, senti como a minha saia deixava minhas pernas lindas à mostra, meu irmão ficava de olho no salão sem perder de vista as gostosas que tinham por lá, fiz um comentário sobre isso, pô, tinha opção pra escolher, ele sorriu e parecia interessado, me disse “essa noite vou com você e nem pensar em te largar”, eu sorri, mas achei exagero porque também queria me divertir e dançar um pouco, não queria ele em cima de mim a noite toda… o garçom chegou na mesa, meu irmão pediu uma garrafa de vodka, eu falei que não ia dar conta de acabar com aquela bebida inteira, enfim, seriam umas duas horas e eu tava disposta a tomar uns copos e só…
A festa começou, levantei da mesa e peguei no braço dele, falei pra gente dançar um pouco, ele me seguiu até a pista, os movimentos dele não eram lá essas coisas, não era um dançarino, mas tentava, na pista uns caras ficaram de olho na gente, depois de algumas músicas voltamos pra mesa, tava muito calor e a quantidade de gente tinha aumentado pra caralho, o caminho ficou meio apertado e ao passar os corpos se esbarravam, ele vinha atrás de mim, várias vezes senti as “esfregadas” dele e como ele passava as mãos na minha barriga com a desculpa de passar junto, eu segurava as mãos dele e tentava guiar, chegamos na mesa, ele disse pra brindarmos à noite, achei estranho, mas beleza, a gente tava ali pra curtir, demos um gole longo no copo, nisso uns caras começaram a chegar na mesa, não sabia se deixava meu irmãozinho sozinho ali até ele falar que não tinha problema se eu quisesse dançar com algum deles, no terceiro eu aceitei, levantamos e fomos pra pista, o cara me perguntou meu nome e umas bobeiras, falei que meu acompanhante era um amigo e só, não soube na hora por que neguei que era meu irmão, mas pareceu certo por algum motivo, depois de umas duas músicas decidi voltar, tava muito suada e naquele momento a pista tava lotada, demorei ainda mais Uns minutos pra chegar na mesa, meu irmão só olhava pra pista. Quando me viu chegar, só perguntou "e aí, beleza?". Falei que a multidão já tava incomodando, mas fazer o que, era a balada... e perguntei como ele tava se divertindo. Ele levantou o copo, olhei pra garrafa e já tinha sumido um quarto. Cheguei perto e falei pra ele não beber demais, não queria ter que lidar com bêbados. Ele disse que tava ligado. O desfile de caras passou, dancei com mais uns dois e já tinha bebido um pouco além da conta. Meu irmão tava conversando e dançando com um americano, pareciam bem animados. Devia ser umas 2h30 da manhã, já queria ir embora, além de estar meio tonta, um cara tava enchendo o saco, insistindo. Meu irmão percebeu, chegou perto e perguntou se tava rolando algo. Sem cerimônia, falei que aquele cara tava me enchendo um pouco, mas que não tinha problema, eu dava conta, e que ele podia continuar na dele, já que parecia estar se divertindo com aquela mina. Ele voltou e em poucos minutos vi os dois se beijando, ele passando a mão no corpo dela e ela não fazia nada pra parar. Fazer o que, devia ser a fama dessas minas, mas confesso que me deu uma pontinha de ciúme. Levantei e fui pro banheiro, passei do lado dele, ele me olhou de canto. Uns passos adiante, o cara que tava me enchendo me interceptou, tentei desviar mas ele pegou meu braço. Vi meu irmão chegar e empurrar o cara com força. Mesmo sendo mais novo, era mais alto que o sujeito, e eles se encararam por uns minutos, sem mais. A segurança chegou e a confusão não passou disso, felizmente. Vi que meu irmão tava meio bêbado, então peguei no braço dele e fui andando pra saída.

Caminhando pro quarto, trocamos uns comentários rápidos. Ele disse que se divertiu pra caralho. Falei que era óbvio e que ele foi um puta safado com aquela mina. Disse: "por um momento fiquei com ciúme, olha só meu irmãozinho pegando geral". No caminho pro elevador, ele segurou minha cintura e falou que me prefere a qualquer mina, e que Era a irmã favorita dele… entre aquele comentário e as doses, senti um calorzinho. As imagens dele passando a mão na bunda da garota me fizeram corar. Fomos pro quarto e ele comentou, rindo, que tava meio bêbado. Falei que eu também, mas que nada de contar pros nossos pais. Ficou claro, óbvio, ninguém queria se meter nessa merda…

A noite tava quente, e dentro do quarto parecia ainda mais. Sentia o suor escorrendo pelo meu pescoço e na minha buceta. A luz dos abajures acendeu, e ficamos na meia-luz. Falei que o lado direito era meu e que ele não “ousasse cruzar a linha… ok”. Ele concordou com a cabeça. A cama tinha uns lençóis, e meu irmão começou a tirar a roupa, ficando só de cueca colada no corpo. Por alguma razão estranha, não conseguia parar de olhar pra ele, e ele percebeu. Me perguntou se eu me importava dele dormir daquele jeito ou algo assim. No fundo, eu sabia que preferia assim, mas ainda tinha um pouco de vergonha. Falei que preferia que ele usasse algo a mais, pra não correr o risco de a gente se perder nos lençóis ou sei lá. Ele tirou uma camiseta da mala e vestiu. Eu procurei algo confortável pra dormir, peguei uma camiseta comprida que cobria bem debaixo da bunda. Nessa hora, ele já tava deitado na cama, com uma perna pra fora do lençol, e nem cobria direito o pau dele. Dava pra ver perfeitamente por baixo da cueca, marcando bonito e parecendo de bom tamanho. Apaguei a luz do meu lado, deixando só o abajur do lado dele. Enquanto eu tava em pé ao lado da cama, falei pra ele apagar de uma vez. Ele me olhou, me examinando de cima a baixo, os olhos dele percorrendo minhas pernas até meus peitos. Eu tinha tirado o sutiã e só tava de fio dental por baixo. Ele ficou olhando fixamente pros meus mamilos e, depois de alguns segundos, apagou a luz. Me enfiei nos lençóis, ainda sentindo uma tesão, mas o sono começou a vencer…continua...

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