Esta é a parte sete, para as anteriores, coloquem o nome do conto no buscador. Não quero mais ficar colocando todos os capítulos anteriores, porque ocupam muito espaço à toa.
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Depois da sessão que contei no capítulo anterior, a gente deitou e dormiu um pouco. Levantamos, fomos pra praia, eu juntei um pouco de lenha pra cozinhar os hambúrgueres na grelha. Jantamos e deitamos na praia pra olhar as estrelas. Estávamos os dois pelados, não tínhamos nos vestido de novo desde que chegamos, nos tocamos, mas não transamos, ficamos lá um tempo e fomos pra cama. Aí nos beijamos e transamos sem muito detalhe e fomos dormir. O dia tinha sido longo e estávamos cansados.
Lá pelas oito da manhã, Belén, que tinha acordado primeiro, se deparou com minha ereção matinal. Começou a me punhetar bem devagar, eu fui acordando com aquela sensação espetacular no pau. Só quando abri os olhos, ela começou a acelerar o processo. Começou a me fazer uma punheta furiosa com as duas mãos. Me fez gozar em poucos minutos, sujando nós dois no processo. Quando terminou, ela deitou e abriu bem as pernas, pedindo reciprocidade. Me ajeitei e comecei a procurar o clitóris dela com os dedos. Já tava molhada, então comecei a meter com vontade. Me ajeitei um pouco mais e enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a meter com vigor, apertando o ponto G. Belu gemia com força, mais uns dois minutos e ela gozou gostoso. Ficamos um momento na cama, mas os dois precisavam ir ao banheiro. Cada um foi pro seu lado e nos encontramos na praia, entramos na água e nadamos um pouco.
Café da manhã com umas frutas que eu tinha levado na caixa térmica e ficamos deitados no sol. O barco ia nos buscar à tarde daquele mesmo dia. A gente tava descansando, quando ouvimos o motor de uma lancha. Levantamos e vimos uma lancha passando a uns quatrocentos metros da praia, seguindo pra outro lugar. Achamos estranho, porque no dia anterior não tínhamos visto ninguém. A lancha diminuiu a velocidade e virou, apontando pra praia. Foi se aproximando devagar até que, quando chegou a uns poucos metros da costa, desligou o motor e ancorou. Não estavam na nossa frente, estavam uns cem metros à nossa esquerda. A gente supôs que não tinham nos visto. Desceram quatro pessoas, dois caras e duas minas, trazendo um bote inflável pequeno com algumas coisas em cima. Vimos eles esticarem lonas e deitarem na areia. Belén quis ir vestir o biquíni e eu fui junto.
Quando nos viram, de longe acenaram e não fizeram mais nada. Quis me matar, eles tinham cagado o lugar. Agora com certeza a Belu não ia querer dar uma trepada fora da cabana. Quando ela terminou de se vestir, tava meio bolada, porque não tinha trazido outro biquíni além da micro biquíni e era muito micro. Falei pra ela não fazer drama, que ficava bem nela (era verdade, a rabeta que ela tem é uma delícia).
A gente voltou pra água e, enquanto fazia snorkel, percebemos que um dos casais tava nadando perto da gente. Saímos da água e a mulher saiu atrás da gente, seguida um pouco depois pelo cara. Ela nos cumprimentou num inglês que não soube reconhecer de onde era e perguntou se a gente tava em propriedade privada. Belén respondeu que não, que tava de boa. A mulher se chamava Anna e era da Suécia. Devia ter uns trinta e poucos, corpo bom, mas não era uma gostosona, tinha umas curvas bonitas. O cara vinha atrás, disse que se chamava Carl e devia ter a mesma idade que a mulher. Os dois estavam branquíssimos. Enquanto a Belu conversava com a Anna, o cara se aproximou de mim e disse que tinham vindo passar a manhã e que não sabiam que tinha mais alguém, e que a ideia era ficar sem roupa. Falei pra ele não fazer drama e que pra gente tava de boa. Foram e a Belu me perguntou o que eu tinha falado com o Carl. Contei pra ela e ela disse que a Anna tinha falado que, se fosse problema, podiam ir mais longe, mas que ela tinha dito que não tinha problema.
Voltamos pra nossa praiazinha e deitamos de novo na areia. A gente tava a uns cinquenta metros de onde eles estavam. Quando a Anna e o Carl chegaram no grupo, todo mundo começou a tirar as sungas e, mesmo de longe, dava pra ver alguma coisa, mas não dava pra distinguir muitos detalhes. Minha cabeça tava a mil. Já tava imaginando uma suruba na praia. Comentei com a Belu e ela disse que nem fodendo ia começar a transar com quatro pessoas que nem conhecia. Também não quis tirar a sunga. Eu já tava começando a ficar de saco cheio. Passamos a manhã nadando e caminhando pela praia, de sunga. Quando o meio-dia tava chegando, fomos pra cabana ver o que íamos comer. A Belu ouviu alguém chamando e saiu. Lá fora tava a Anna (de sunga) e ela nos convidou pra comer com eles. A Belu não tava muito a fim, mas eu convenci ela e fomos mesmo assim. A Anna perguntou de novo se tinha algum problema de alguns estarem pelados e eu me apressei em dizer que não, que tava tudo bem.
Quando chegamos, encontramos o outro casal, Suzanna e Nikolai, um pouco mais novos e totalmente pelados. Eles não fizeram muito drama e a gente também não. Assim que chegamos, a Anna tirou a sunga e ficou nua.
Eles tinham uma geladeira a bateria e umas saladas meio estranhas mas gostosas. Sentamos com eles na areia e começamos a comer. Batemos um papo e perguntei pra Belu, em português, se ela não se sentia mal com eles pelados, porque eu tava me sentindo meio sem graça. Nem os caras eram dois Adônis, nem as minas eram duas modelos, era gente normal. A Belu me olhou e tirou a parte de cima primeiro e a de baixo depois. Eu levantei e tirei minha sunga. Agora todo mundo tava pelado. Continuamos conversando e, verdade seja dita, eu tava meio nervoso. pensando que a qualquer momento a pica ia subir e eu ia ficar feito um babaca, mas a conversa fluiu natural e não aconteceu nada.
Um dos caras, Nikolai, tava de olho na Belu, que percebeu e sentou atrás de mim, talvez pra se esconder um pouco. Mas assim que ela começou a roçar as tetas nas minhas costas, a pica começou a subir. Falei pra Belu sair, mas em vez disso, ela passou a mão na frente e começou a me punhetar devagar, fazendo a pica endurecer de novo. Anna falou algo em sueco (acho), apontando pra pica ou pra mão da Belu, não sei, e começou a rir.
Quando pensei que iam ficar de bobeira, Anna se vira e dá um beijo no Carl, que aproveita pra amassar um pouco as tetas dela. Entre a punheta que a Belu tava me dando e o show na minha frente, eu tava ficando bem tarado. Pensei que ia rolar a suruba… mas não. A parada era todo mundo junto, mas cada um com seu par, sem trocar nada. Eles deixaram claro quando Nikolai e Suzanna começaram a se pegar.
Virei a Belu no chão e abri as pernas dela. Belu tava de bruços, levantei a bundinha dela pra poder chupar a buceta. Anna tava chupando a pica do Carl e a Suzanna a do Nikolai. A buceta da Belu tava linda, mas não chupei por muito tempo, enfiei uns dedos e fui pro cuzinho dela, chupei com mais vontade. Anna e Carl tinham trocado, e agora ele tava chupando a buceta dela, e o Nikolai tava enfiando a pica na garganta da Suzanna, fazendo ela engasgar.
Levantei a Belu e, assim mesmo, de quatro, enfiei a pica na buceta dela. Carl deitou no chão e Anna começou a cavalgar ele, primeiro devagar, mas em uns minutos já tava pulando sem parar em cima do cara. Inacreditavelmente, Nikolai continuava metendo na boca da Suzanna, o cara tinha um pau bom, nada demais, mas de médio pra cima, e a mina fazia um boquete profundo que tava me deixando louco. Anna saiu de cima do Carl. E ela ficou de quatro. O cara foi por trás e começou a meter nela com muita energia. A magrinha gritava como se estivesse sendo assassinada. Belu começou a esfregar o furinho do cu, molhava a mão com saliva e ficava esfregando. Eu passei a mão por baixo e comecei a massagear o clitóris dela. Em poucos segundos, ela já tava me pedindo pra enfiar na bunda. Enquanto tirava da buceta e começava a brincar com o cu dela, notei que ela tava com o olhar fixo na garganta profunda que a Suzanna tava fazendo no Nikolai. Enfiei devagar e comecei a me mexer dentro dela, bem devagarinho no começo, cuspindo saliva sempre que dava. Belu se masturbava a mil por hora, enfiando os dedos na buceta. Tava muito tesuda e eu já sentia o orgasmo chegando. Saí de dentro da Belu, ela se ajoelhou e abriu a boca. Enfiei o pau e ela começou a chupar com vontade, enquanto se tocava com a outra mão. Tava possessa, nunca tinha visto ela fazer um boquete com tanta sede. Segurei a cabeça dela e comecei a apertar, forçando ela a engolir mais pau, ela abria bem a boca e eu sentia a língua na base do meu pau, tava no pique. Ela, longe de resistir, fazia força pra meter mais pau na boca. Tava quase gozando e falei pra ela, ela não deixou eu tirar o pau e gozei com força dentro da boca dela. Ela tossiu um pouco e quando tirou o pau da boca, tava com os olhos lacrimejando e um fio de baba grossa ligando a boca dela ao meu pau. Todo mundo aplaudiu e nessa hora percebi que tavam nos olhando, já tinham terminado e eu nem tinha notado. Anna tava masturbando devagar o pau já mole do Carl e o Nikolai tava abraçando a Suzanna por trás, acariciando os lábios da buceta dela bem devagar.
Anna levantou e deu um high five na Belu, mas com três dedos levantados, a Suzanna fez o mesmo, sem se mexer de onde o Nikolai continuava masturbando ela. Levantou três dedos e a Cumprimentou. Como a gente não entendeu, a Anna disse que ela era a única que tinha passado pelos três buracos. A gente riu meio sem graça, pensando que talvez tudo isso fosse normal na Suécia.
Depois de alguns minutos, começaram a guardar as coisas e a se despedir. A Belu procurou a maiô dela, mas não vestiu. A gente se despediu e foi pra cabana. Quando chegamos, o barco já tinha sumido.
Quando a gente chegou, a Belu falou que os músculos da mandíbula tavam doendo um pouco.
— Então, suponho que não vai me chupar de novo assim.
A Belu me olhou e disse:
— Me deixou puta como aquela magra engoliu a cock do cara. Toda! Inteira! E quando o cara gozou, ela tava com tudo dentro, ele deve ter gozado direto no estômago dela.
A gente continuou andando, entramos na cabana, ela sentou na cama e falou:
— Mete na minha boca. Agora!!!
Lembrei ela que eu tinha gozado fazia só dez minutos. Então ela me chamou com o dedo, eu me aproximei e coloquei a cock bem perto da boca dela. Ela meteu na boca e começou a chupar devagar. Mas como a gente já não tem vinte anos, a coisa tava lenta, então ela fez eu subir uma perna na cama e, enquanto continuava me chupando, começou a acariciar minha Booty, procurando meu cu. Umas passadas de dedo e eu já tava começando a endurecer. Em menos de dois minutos tava pronto, ela se ajoelhou e pediu de novo pra eu foder a boca dela. Então entrelacei meus dedos atrás da nuca dela e comecei a pressionar com minha cock pra dentro e com a cabeça dela pra mim. Quando achei a posição, segurei firme e comecei a me mover devagar. Ela fazia um movimento circular com a mão, como pra avisar pra eu ir mais rápido. Aumentei a velocidade aos poucos, ela fazia barulho de ânsia com a boca, mas não reclamava, tossia um pouco de vez em quando.
Continuei metendo e quando consegui ver ela direito, vi que ela tinha uma mão na pussy e a outra na bunda. Meti um pouco mais na boca dela e ela fez força pra sair, não deixei, forcei ela a continuar. chupando, fazendo força atrás da cabeça dela. Ela tentou de novo e eu afrouxei um pouco. Esperei ela dar umas duas baforadas de ar e enfiei a pica na boca dela de novo, forçando. Ela tava de olhos fechados, mas as lágrimas eram visíveis no rosto dela. Dei mais um pouco e deixei ela respirar de novo. A Belu tava ofegante, mas me olhava e nos olhos dela vi tesão, então enfiei de novo, dessa vez com mais força e mais velocidade. Ela não resistia tanto, tava relaxada, mas continuava tossindo bastante.
Parei porque já tava me sentindo meio mal, mas a Belu tava extasiada e assim que conseguiu recuperar um pouco o fôlego, me disse:
— Adorei. Agora me come com muita força — ela fez uma pausa e me olhou, meio com vergonha — me maltrata um pouco.
Coloquei ela de quatro na cama e enfiei com força. A Belu tava encharcada. Comecei a meter forte e ela pedia mais forte, então peguei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra trás. Comecei a meter bem forte e ela gritava, dizia que tava quase gozando, então soltei o cabelo dela e agarrei firme na cintura e meti por uns quinze segundos como se fosse a última vez que eu fosse transar na vida. Ela gozou aos berros e eu um pouco depois, enchi as costas dela de porra.
Ficamos na cama sem ar, távamos no limite, eu não conseguia me mexer, tinha gozado muito forte e ela tava com a cara no travesseiro e continuava gemendo.
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Depois da sessão que contei no capítulo anterior, a gente deitou e dormiu um pouco. Levantamos, fomos pra praia, eu juntei um pouco de lenha pra cozinhar os hambúrgueres na grelha. Jantamos e deitamos na praia pra olhar as estrelas. Estávamos os dois pelados, não tínhamos nos vestido de novo desde que chegamos, nos tocamos, mas não transamos, ficamos lá um tempo e fomos pra cama. Aí nos beijamos e transamos sem muito detalhe e fomos dormir. O dia tinha sido longo e estávamos cansados.
Lá pelas oito da manhã, Belén, que tinha acordado primeiro, se deparou com minha ereção matinal. Começou a me punhetar bem devagar, eu fui acordando com aquela sensação espetacular no pau. Só quando abri os olhos, ela começou a acelerar o processo. Começou a me fazer uma punheta furiosa com as duas mãos. Me fez gozar em poucos minutos, sujando nós dois no processo. Quando terminou, ela deitou e abriu bem as pernas, pedindo reciprocidade. Me ajeitei e comecei a procurar o clitóris dela com os dedos. Já tava molhada, então comecei a meter com vontade. Me ajeitei um pouco mais e enfiei dois dedos na buceta dela e comecei a meter com vigor, apertando o ponto G. Belu gemia com força, mais uns dois minutos e ela gozou gostoso. Ficamos um momento na cama, mas os dois precisavam ir ao banheiro. Cada um foi pro seu lado e nos encontramos na praia, entramos na água e nadamos um pouco.
Café da manhã com umas frutas que eu tinha levado na caixa térmica e ficamos deitados no sol. O barco ia nos buscar à tarde daquele mesmo dia. A gente tava descansando, quando ouvimos o motor de uma lancha. Levantamos e vimos uma lancha passando a uns quatrocentos metros da praia, seguindo pra outro lugar. Achamos estranho, porque no dia anterior não tínhamos visto ninguém. A lancha diminuiu a velocidade e virou, apontando pra praia. Foi se aproximando devagar até que, quando chegou a uns poucos metros da costa, desligou o motor e ancorou. Não estavam na nossa frente, estavam uns cem metros à nossa esquerda. A gente supôs que não tinham nos visto. Desceram quatro pessoas, dois caras e duas minas, trazendo um bote inflável pequeno com algumas coisas em cima. Vimos eles esticarem lonas e deitarem na areia. Belén quis ir vestir o biquíni e eu fui junto.
Quando nos viram, de longe acenaram e não fizeram mais nada. Quis me matar, eles tinham cagado o lugar. Agora com certeza a Belu não ia querer dar uma trepada fora da cabana. Quando ela terminou de se vestir, tava meio bolada, porque não tinha trazido outro biquíni além da micro biquíni e era muito micro. Falei pra ela não fazer drama, que ficava bem nela (era verdade, a rabeta que ela tem é uma delícia).
A gente voltou pra água e, enquanto fazia snorkel, percebemos que um dos casais tava nadando perto da gente. Saímos da água e a mulher saiu atrás da gente, seguida um pouco depois pelo cara. Ela nos cumprimentou num inglês que não soube reconhecer de onde era e perguntou se a gente tava em propriedade privada. Belén respondeu que não, que tava de boa. A mulher se chamava Anna e era da Suécia. Devia ter uns trinta e poucos, corpo bom, mas não era uma gostosona, tinha umas curvas bonitas. O cara vinha atrás, disse que se chamava Carl e devia ter a mesma idade que a mulher. Os dois estavam branquíssimos. Enquanto a Belu conversava com a Anna, o cara se aproximou de mim e disse que tinham vindo passar a manhã e que não sabiam que tinha mais alguém, e que a ideia era ficar sem roupa. Falei pra ele não fazer drama e que pra gente tava de boa. Foram e a Belu me perguntou o que eu tinha falado com o Carl. Contei pra ela e ela disse que a Anna tinha falado que, se fosse problema, podiam ir mais longe, mas que ela tinha dito que não tinha problema.
Voltamos pra nossa praiazinha e deitamos de novo na areia. A gente tava a uns cinquenta metros de onde eles estavam. Quando a Anna e o Carl chegaram no grupo, todo mundo começou a tirar as sungas e, mesmo de longe, dava pra ver alguma coisa, mas não dava pra distinguir muitos detalhes. Minha cabeça tava a mil. Já tava imaginando uma suruba na praia. Comentei com a Belu e ela disse que nem fodendo ia começar a transar com quatro pessoas que nem conhecia. Também não quis tirar a sunga. Eu já tava começando a ficar de saco cheio. Passamos a manhã nadando e caminhando pela praia, de sunga. Quando o meio-dia tava chegando, fomos pra cabana ver o que íamos comer. A Belu ouviu alguém chamando e saiu. Lá fora tava a Anna (de sunga) e ela nos convidou pra comer com eles. A Belu não tava muito a fim, mas eu convenci ela e fomos mesmo assim. A Anna perguntou de novo se tinha algum problema de alguns estarem pelados e eu me apressei em dizer que não, que tava tudo bem.
Quando chegamos, encontramos o outro casal, Suzanna e Nikolai, um pouco mais novos e totalmente pelados. Eles não fizeram muito drama e a gente também não. Assim que chegamos, a Anna tirou a sunga e ficou nua.
Eles tinham uma geladeira a bateria e umas saladas meio estranhas mas gostosas. Sentamos com eles na areia e começamos a comer. Batemos um papo e perguntei pra Belu, em português, se ela não se sentia mal com eles pelados, porque eu tava me sentindo meio sem graça. Nem os caras eram dois Adônis, nem as minas eram duas modelos, era gente normal. A Belu me olhou e tirou a parte de cima primeiro e a de baixo depois. Eu levantei e tirei minha sunga. Agora todo mundo tava pelado. Continuamos conversando e, verdade seja dita, eu tava meio nervoso. pensando que a qualquer momento a pica ia subir e eu ia ficar feito um babaca, mas a conversa fluiu natural e não aconteceu nada.
Um dos caras, Nikolai, tava de olho na Belu, que percebeu e sentou atrás de mim, talvez pra se esconder um pouco. Mas assim que ela começou a roçar as tetas nas minhas costas, a pica começou a subir. Falei pra Belu sair, mas em vez disso, ela passou a mão na frente e começou a me punhetar devagar, fazendo a pica endurecer de novo. Anna falou algo em sueco (acho), apontando pra pica ou pra mão da Belu, não sei, e começou a rir.
Quando pensei que iam ficar de bobeira, Anna se vira e dá um beijo no Carl, que aproveita pra amassar um pouco as tetas dela. Entre a punheta que a Belu tava me dando e o show na minha frente, eu tava ficando bem tarado. Pensei que ia rolar a suruba… mas não. A parada era todo mundo junto, mas cada um com seu par, sem trocar nada. Eles deixaram claro quando Nikolai e Suzanna começaram a se pegar.
Virei a Belu no chão e abri as pernas dela. Belu tava de bruços, levantei a bundinha dela pra poder chupar a buceta. Anna tava chupando a pica do Carl e a Suzanna a do Nikolai. A buceta da Belu tava linda, mas não chupei por muito tempo, enfiei uns dedos e fui pro cuzinho dela, chupei com mais vontade. Anna e Carl tinham trocado, e agora ele tava chupando a buceta dela, e o Nikolai tava enfiando a pica na garganta da Suzanna, fazendo ela engasgar.
Levantei a Belu e, assim mesmo, de quatro, enfiei a pica na buceta dela. Carl deitou no chão e Anna começou a cavalgar ele, primeiro devagar, mas em uns minutos já tava pulando sem parar em cima do cara. Inacreditavelmente, Nikolai continuava metendo na boca da Suzanna, o cara tinha um pau bom, nada demais, mas de médio pra cima, e a mina fazia um boquete profundo que tava me deixando louco. Anna saiu de cima do Carl. E ela ficou de quatro. O cara foi por trás e começou a meter nela com muita energia. A magrinha gritava como se estivesse sendo assassinada. Belu começou a esfregar o furinho do cu, molhava a mão com saliva e ficava esfregando. Eu passei a mão por baixo e comecei a massagear o clitóris dela. Em poucos segundos, ela já tava me pedindo pra enfiar na bunda. Enquanto tirava da buceta e começava a brincar com o cu dela, notei que ela tava com o olhar fixo na garganta profunda que a Suzanna tava fazendo no Nikolai. Enfiei devagar e comecei a me mexer dentro dela, bem devagarinho no começo, cuspindo saliva sempre que dava. Belu se masturbava a mil por hora, enfiando os dedos na buceta. Tava muito tesuda e eu já sentia o orgasmo chegando. Saí de dentro da Belu, ela se ajoelhou e abriu a boca. Enfiei o pau e ela começou a chupar com vontade, enquanto se tocava com a outra mão. Tava possessa, nunca tinha visto ela fazer um boquete com tanta sede. Segurei a cabeça dela e comecei a apertar, forçando ela a engolir mais pau, ela abria bem a boca e eu sentia a língua na base do meu pau, tava no pique. Ela, longe de resistir, fazia força pra meter mais pau na boca. Tava quase gozando e falei pra ela, ela não deixou eu tirar o pau e gozei com força dentro da boca dela. Ela tossiu um pouco e quando tirou o pau da boca, tava com os olhos lacrimejando e um fio de baba grossa ligando a boca dela ao meu pau. Todo mundo aplaudiu e nessa hora percebi que tavam nos olhando, já tinham terminado e eu nem tinha notado. Anna tava masturbando devagar o pau já mole do Carl e o Nikolai tava abraçando a Suzanna por trás, acariciando os lábios da buceta dela bem devagar.
Anna levantou e deu um high five na Belu, mas com três dedos levantados, a Suzanna fez o mesmo, sem se mexer de onde o Nikolai continuava masturbando ela. Levantou três dedos e a Cumprimentou. Como a gente não entendeu, a Anna disse que ela era a única que tinha passado pelos três buracos. A gente riu meio sem graça, pensando que talvez tudo isso fosse normal na Suécia.
Depois de alguns minutos, começaram a guardar as coisas e a se despedir. A Belu procurou a maiô dela, mas não vestiu. A gente se despediu e foi pra cabana. Quando chegamos, o barco já tinha sumido.
Quando a gente chegou, a Belu falou que os músculos da mandíbula tavam doendo um pouco.
— Então, suponho que não vai me chupar de novo assim.
A Belu me olhou e disse:
— Me deixou puta como aquela magra engoliu a cock do cara. Toda! Inteira! E quando o cara gozou, ela tava com tudo dentro, ele deve ter gozado direto no estômago dela.
A gente continuou andando, entramos na cabana, ela sentou na cama e falou:
— Mete na minha boca. Agora!!!
Lembrei ela que eu tinha gozado fazia só dez minutos. Então ela me chamou com o dedo, eu me aproximei e coloquei a cock bem perto da boca dela. Ela meteu na boca e começou a chupar devagar. Mas como a gente já não tem vinte anos, a coisa tava lenta, então ela fez eu subir uma perna na cama e, enquanto continuava me chupando, começou a acariciar minha Booty, procurando meu cu. Umas passadas de dedo e eu já tava começando a endurecer. Em menos de dois minutos tava pronto, ela se ajoelhou e pediu de novo pra eu foder a boca dela. Então entrelacei meus dedos atrás da nuca dela e comecei a pressionar com minha cock pra dentro e com a cabeça dela pra mim. Quando achei a posição, segurei firme e comecei a me mover devagar. Ela fazia um movimento circular com a mão, como pra avisar pra eu ir mais rápido. Aumentei a velocidade aos poucos, ela fazia barulho de ânsia com a boca, mas não reclamava, tossia um pouco de vez em quando.
Continuei metendo e quando consegui ver ela direito, vi que ela tinha uma mão na pussy e a outra na bunda. Meti um pouco mais na boca dela e ela fez força pra sair, não deixei, forcei ela a continuar. chupando, fazendo força atrás da cabeça dela. Ela tentou de novo e eu afrouxei um pouco. Esperei ela dar umas duas baforadas de ar e enfiei a pica na boca dela de novo, forçando. Ela tava de olhos fechados, mas as lágrimas eram visíveis no rosto dela. Dei mais um pouco e deixei ela respirar de novo. A Belu tava ofegante, mas me olhava e nos olhos dela vi tesão, então enfiei de novo, dessa vez com mais força e mais velocidade. Ela não resistia tanto, tava relaxada, mas continuava tossindo bastante.
Parei porque já tava me sentindo meio mal, mas a Belu tava extasiada e assim que conseguiu recuperar um pouco o fôlego, me disse:
— Adorei. Agora me come com muita força — ela fez uma pausa e me olhou, meio com vergonha — me maltrata um pouco.
Coloquei ela de quatro na cama e enfiei com força. A Belu tava encharcada. Comecei a meter forte e ela pedia mais forte, então peguei ela pelo cabelo e puxei a cabeça dela pra trás. Comecei a meter bem forte e ela gritava, dizia que tava quase gozando, então soltei o cabelo dela e agarrei firme na cintura e meti por uns quinze segundos como se fosse a última vez que eu fosse transar na vida. Ela gozou aos berros e eu um pouco depois, enchi as costas dela de porra.
Ficamos na cama sem ar, távamos no limite, eu não conseguia me mexer, tinha gozado muito forte e ela tava com a cara no travesseiro e continuava gemendo.
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