[Segunda parte aqui]Por Arthur.
Na época do colégio, eu tinha uma amiga que era lésbica, 100% feminina e gostava de mulheres femininas. Uma morena gostosa, peitos médios, cintura fina e uma bunda linda... As mãos sempre bem cuidadas, vivia passando creme, e a pele do rosto também. Cabelo comprido até a cintura, 1,65 de altura. Eu loiro, 1,75, pau normal de 16 cm (sempre com os pelos bem aparados e as bolas depiladas).
Naquela época, éramos muito amigos, não éramos colegas, mas quase sempre estávamos juntos. Ela tinha me contado, como um segredo de estado, que gostava de garotas, e eu sempre (típico punheteiro) brincava que a gente devia fazer um menage com alguma amiguinha dela, ela só ria.
Nossa relação era estranha... éramos amigos, mas qualquer um podia pensar que éramos namorados, porque ela era muito carinhosa comigo: me abraçava, fazia massagem no meu pescoço, essas coisas típicas do colégio... Por exemplo, quando eu treinava pesado na academia e no outro dia meus braços doíam, ela me fazia massagem (nas horas vagas no colégio, na casa dela, na minha, ou em qualquer lugar).
Era foda porque a gente falava das minas do colégio e das conhecidas, de quem tinha a melhor bunda, os melhores peitos... Falávamos de garotas como se fôssemos dois amigos comentando sobre as gostosas. Eu achava que em algum momento podia ter chance com ela, mas um dia, conversando sobre mulheres, sexo e essas paradas, ela me disse que pensar em um pau dava nojo, que tinha ficado com um cara de quem gostava bastante, e num momento ele pegou a mão dela e colocou no pau dele, e ela ali mesmo se cortou.
Mesmo assim, eu sabia que ela sentia algo por mim, pelo menos um pouquinho. Muitas vezes tivemos momentos bem quentes: olhares, carícias (sem chegar a ser íntimas), abraços, e outros gestos. Até que um dia, quando estávamos sozinhos na casa dela:
- Todo mundo no colégio acha que você é minha namorada, e você é uma baita de uma sapatão
- (me bate) ... não me chama assim, idiota!
- Faz tempo que Não tenho namorada, cê sabe... e tô com saudade dos carinhos.
- Mas eu sempre te mimo (chega mais perto e deita no meu ombro, passando a mão na minha coxa. Eu pego no cabelo dela, devagar, fazendo ela me olhar — ela adorava quando eu puxava assim).
- Sim, mas eu tô falando de outra coisa (aproximo meus lábios dos dela, fico a uns 3 cm de distância. Ela morde o lábio e me encara, e naquele instante eu beijei ela).
É, só beijei mesmo. A gente era pivete... De vez em quando a gente se beijava, mas não na frente dos outros. Nossa situação era estranha... éramos namorados, mas não éramos... continuávamos falando de outras minas. Eu sabia que ela saía com outras pessoas e ela sabia que eu saía com outras. Tipo um relacionamento aberto.
Um dia ela me deixou louco de tesão. Eu tinha treinado perna na academia e tava moído no dia seguinte... Ela foi lá em casa, me viu andando estranho, perguntou o que foi e eu contei.
- Ai, coitado do meu neném... vem cá, vou te fazer uma massagem.
- Ok (massagem nas coxas, naquela idade... affff... já subiu a pica na hora que ela falou isso).
Me ajeitei disfarçado e sentei no sofá. Ela sentou na minha frente, numa cadeira baixinha, segurou minha cintura e me puxou pra mais perto, de um jeito que minhas coxas ficassem bem na altura dela... Eu tava de short curto, daqueles que amarram com cordão. Ela começou a passar a mão nas minhas pernas, enquanto a gente falava de qualquer merda.
Depois de uns minutos, bateu um silêncio. Eu tava de olho fechado, já sabia que dava pra ver a ereção. Abri um pouco os olhos e vi ela olhando pra minha pica. Pela cara dela, dava pra ver que tava excitada. Por uns segundos, fiquei pensando qual seria meu próximo passo.
- Adoro suas massagens... é uma delícia.
- É? Hmmm (soltou um gemidinho)... Não quer que eu desamarre? (falou pegando no cordão, que tava bem perto da minha pica).
- Mm... pode ser...
Mordendo o lábio de baixo, ela desamarrou o cordão. E quando foi afrouxar o elástico, roçou a cabeça da pica com os dedos. Soltei um gemido e dei um pulo involuntário. levemente todo o corpo. Ela me olha e sorri...
- Desculpa... te machuquei?
- Não... muito pelo contrário
- Gostou?
- Muito
- Quer que...
Mordendo os lábios, olhando pro meu pau, passa um dedo pelo volume marcado.
- Quer que eu continue fazendo massagem? (passando o dedo no meu pau por cima do short, de cima pra baixo)
- Sim, neguinha, por favor... você não imagina o quanto eu tô gostando
- E eu... (agora com a palma da mão inteira acariciando meu pau, enquanto com a outra mão passa as unhas nas minhas coxas, começando do joelho quase até o meu pau, uma e outra vez)
- Não era que você não curtia pau? Que te dava nojinho?
- Sim, mas não sei o que tá rolando comigo... talvez seja curiosidade, talvez seja porque te conheço, talvez seja porque você me atrai... não quero, mas quero (falava sem tirar os olhos do meu pau)
Eu até aquele dia só tinha apalpado a bunda dela. Aí me ajeitei um pouco e, sem falar nada, comecei a desabotoar a camisa dela. Ela fechou os olhos e se ajustou pra me facilitar. Quando desabotoei o último botão, ela não me deixou tirar a camisa... Então, enquanto ela continuava acariciando meu pau por cima do short, eu comecei a acariciar os bicos dos peitos dela. O primeiro toque dos meus dedos nos bicos fez ela soltar um gemido delicioso, e depois parece que se tocou e ficou com vergonha. Percebi que ela se encolheu, então beijei ela primeiro de leve e depois aumentei a intensidade do beijo. Desci pro pescoço, um dos pontos fracos dela, e depois de uns segundos passando a língua, tentei tirar a camisa dela e ela não resistiu. Mais que isso, quando terminei de tirar, ela desabotoou o sutiã e tirou, deixando à mostra uns peitos normais, meio grandinhos.
Ela tava com vergonha de ficar de peitos de fora, percebi, então beijei ela de novo, passei a mão nas costas, na cintura, no cabelo, acariciei de leve os bicos, estiquei eles bem devagar, peguei os peitos dela com as duas mãos, apertei um Um pouquinho, ela gemia. Sem tirar meus lábios dos dela, eu passava da boquinha dela pro pescoço e depois voltava pra boca dela. Não queria ir pros peitos dela pra não assustar, e ao mesmo tempo queria que ela desejasse isso.
Depois de uns 5 minutos nos beijando assim, eu me recostei no sofá de novo e ela esfregava mais forte minha rola.
- Quero ver ela
Eu sorrindo levanto a pelve e ela abaixa meu short. Eu seguro minha rola com as duas mãos, tapando, e depois de alguns segundos solto, mostrando...
- Hum... gostei
Ela pega bem devagar e começa a me bater uma bem tímida. A cabecinha já tava molhada de tão excitado que eu tava. Com o polegar ela brinca com minha cabecinha molhada, sem tirar os olhos da minha rola. Ela me bate uma por uns minutos, não falamos nada. Bate uma devagar, e depois com a outra mão pega minhas bolas, acaricia. Eu gemia baixinho de vez em quando, até que ela me olha
- Tá gostando?
- Você não faz ideia.
- Não goza.
- Não vou, tô curtindo demais pra acabar agora
Eu sabia controlar minha gozada, anos de punheta me deram essa habilidade (haha). Passaram uns 15 minutos dela brincando com minha rola, me batendo uma forte, depois devagar, rápido, lento, acariciando minhas bolas. Aos poucos foi se aproximando da minha rola, se ajeitando, apoiando a cabeça na minha coxa direita, me batendo uma com a mão direita e com a esquerda tocando minhas bolas. Quando percebi, vi ela passar a língua nos lábios, sutilmente, molhando os lábios (era algo que ela sempre fazia).
- Não dói se eu fizer isso? (ela pergunta abaixando minha rola, com a cabecinha perto do rosto dela)
- Hum... não, não dói, adoro
Minha cabecinha tava a dois cm da bochecha dela... Aff aí sim tive que me segurar pra não gozar. Me pareceu que ela tava com vontade de chupar, mas decidi não fazer nada pra não cortar o momento. Até que ela diz
- Me pede pra chupar
Não liguei pra ela. Ela continuou com a punheta. Eu me sentei, peguei ela pelos cabelos, ela Ela soltou um gemido, me aproximei da boca dela e dei um beijo bem intenso, com muita língua, enquanto com a outra mão apertava os peitos dela.
Deitei de novo no sofá e, olhando nos olhos dela:
- Chupa minha pica, negra...
Ela soltou um gemido, esticou a língua e começou a lamber de olhos fechados. Passava a língua pelos lados, depois das bolas até a cabeça... brincava com o freio e então enfiou a cabeça na boca, enquanto com a outra mão me batia uma punheta. Segurei o cabelo dela, sem violência nem muita força, e comecei a pressionar pra ela enfiar mais fundo. Quando sentiu minha mão na cabeça dela, soltou um gemido como se tivesse enfiado tudo... De novo tive que me segurar pra não gozar. Ela enfiou metade da pica na boca e começou a subir e descer... Soltei o cabelo dela e ela continuava subindo e descendo, babando toda a pica, engolindo cada vez um pouco mais. De repente, parou.
- Não goza na minha boca.
- Tô muito perto de gozar, como você quer que eu goze?
- Nãooo, não quero, sei lá...
- Não me deixa assim.
- Ah, sim, coitadinho... (olhando pra minha pica e segurando ela, começou a me bater uma punheta)...
- Como você quer que eu goze? (perguntei de novo)
- Mmm... goza assim, enquanto eu te masturbo (olhando pra minha pica e batendo mais forte e rápido).
- Tô quase.
- Sim, quero ver como sai.
- Quando começar a sair o leite, não para de me bater uma. Depois de um tempo, quando sentir que eu relaxar, diminui a intensidade (instruí entre gemidos).
Ela me masturbava com a pica bem dura, e quando comecei a gozar, saíram três jatos que caíram no braço dela, na minha pica e outro na minha barriga. O resto do esperma que continuou saindo escorreu da cabeça direto nos dedos dela, uma quantidade enorme de porra.
Quando sentiu que eu relaxei, diminuiu a intensidade aos poucos, até ficar me masturbando beeem devagar e gostoso, com a pica ainda meio dura...
- Com o que eu me limpo?
- Com a língua.
- Awwww, não seja porco!
- Ufff, tá bom, me espera uns segundos que eu me recupero e trago algo pra você se limpar.
Passaram uns... 10 segundos e quando eu ia me levantar, ela leva um dos dedos encharcados de porra até a boca, cheira, e depois de alguns segundos passa a pontinha da língua no dedo, provando meu gozo... ... ... Primeiro a cara dela foi de "eeca"... mas logo provou de novo, depois deu uma lambida maior... e aí começou a curtir.
- Uffffff, meu amorrrr, adoro ver isso
- Sério que isso te excita? (terminando de limpar a mão)
- Me excita pra caralho... Olha, aqui faltou um pouco (falo mostrando o braço dela, onde tinha um belo jato)
- Mmm... é gostoso, eu gosto, não sei por que algumas dizem que é ruim
Ela falava enquanto lambia meu gozo do braço dela.
- Se isso te agradou, espero que curta ainda mais isso
Ela fala e vai devagar em direção ao meu pau, começa a lamber o sêmen que tinha na minha barriga, nas minhas bolas, e finalmente enfia na boca meu pau que ainda estava bem durinho. Ela lambe e chupa tudo, limpando ele direitinho.
Fiz ela se levantar, e quando tentei desabotoar o jeans dela, ela fala:
- Para! O que cê tá fazendo?
- Vou retribuir o favor
- Não, não, não, não, não... Nunca...
Insisti mas ela não quis. Uns dias depois, conversando sobre o que rolou, ela disse que gostava do meu pau, que a excitava, mas não tinha certeza se queria transar, e que definitivamente só curtia o meu, que era uma espécie de exceção, porque se sentia 100% lésbica...
Isso foi uns 15 anos atrás... Mais pra frente talvez conte outras coisas que rolaram... Hoje ainda somos amigos e ela continua 100% lésbica.
Se alguma lésbica ler isso, poderia me contar se já passou por algo parecido? (por mensagem privada ou direto nos comentários também)[Segunda parte aqui]
Na época do colégio, eu tinha uma amiga que era lésbica, 100% feminina e gostava de mulheres femininas. Uma morena gostosa, peitos médios, cintura fina e uma bunda linda... As mãos sempre bem cuidadas, vivia passando creme, e a pele do rosto também. Cabelo comprido até a cintura, 1,65 de altura. Eu loiro, 1,75, pau normal de 16 cm (sempre com os pelos bem aparados e as bolas depiladas).
Naquela época, éramos muito amigos, não éramos colegas, mas quase sempre estávamos juntos. Ela tinha me contado, como um segredo de estado, que gostava de garotas, e eu sempre (típico punheteiro) brincava que a gente devia fazer um menage com alguma amiguinha dela, ela só ria.
Nossa relação era estranha... éramos amigos, mas qualquer um podia pensar que éramos namorados, porque ela era muito carinhosa comigo: me abraçava, fazia massagem no meu pescoço, essas coisas típicas do colégio... Por exemplo, quando eu treinava pesado na academia e no outro dia meus braços doíam, ela me fazia massagem (nas horas vagas no colégio, na casa dela, na minha, ou em qualquer lugar).
Era foda porque a gente falava das minas do colégio e das conhecidas, de quem tinha a melhor bunda, os melhores peitos... Falávamos de garotas como se fôssemos dois amigos comentando sobre as gostosas. Eu achava que em algum momento podia ter chance com ela, mas um dia, conversando sobre mulheres, sexo e essas paradas, ela me disse que pensar em um pau dava nojo, que tinha ficado com um cara de quem gostava bastante, e num momento ele pegou a mão dela e colocou no pau dele, e ela ali mesmo se cortou.
Mesmo assim, eu sabia que ela sentia algo por mim, pelo menos um pouquinho. Muitas vezes tivemos momentos bem quentes: olhares, carícias (sem chegar a ser íntimas), abraços, e outros gestos. Até que um dia, quando estávamos sozinhos na casa dela:
- Todo mundo no colégio acha que você é minha namorada, e você é uma baita de uma sapatão
- (me bate) ... não me chama assim, idiota!
- Faz tempo que Não tenho namorada, cê sabe... e tô com saudade dos carinhos.
- Mas eu sempre te mimo (chega mais perto e deita no meu ombro, passando a mão na minha coxa. Eu pego no cabelo dela, devagar, fazendo ela me olhar — ela adorava quando eu puxava assim).
- Sim, mas eu tô falando de outra coisa (aproximo meus lábios dos dela, fico a uns 3 cm de distância. Ela morde o lábio e me encara, e naquele instante eu beijei ela).
É, só beijei mesmo. A gente era pivete... De vez em quando a gente se beijava, mas não na frente dos outros. Nossa situação era estranha... éramos namorados, mas não éramos... continuávamos falando de outras minas. Eu sabia que ela saía com outras pessoas e ela sabia que eu saía com outras. Tipo um relacionamento aberto.
Um dia ela me deixou louco de tesão. Eu tinha treinado perna na academia e tava moído no dia seguinte... Ela foi lá em casa, me viu andando estranho, perguntou o que foi e eu contei.
- Ai, coitado do meu neném... vem cá, vou te fazer uma massagem.
- Ok (massagem nas coxas, naquela idade... affff... já subiu a pica na hora que ela falou isso).
Me ajeitei disfarçado e sentei no sofá. Ela sentou na minha frente, numa cadeira baixinha, segurou minha cintura e me puxou pra mais perto, de um jeito que minhas coxas ficassem bem na altura dela... Eu tava de short curto, daqueles que amarram com cordão. Ela começou a passar a mão nas minhas pernas, enquanto a gente falava de qualquer merda.
Depois de uns minutos, bateu um silêncio. Eu tava de olho fechado, já sabia que dava pra ver a ereção. Abri um pouco os olhos e vi ela olhando pra minha pica. Pela cara dela, dava pra ver que tava excitada. Por uns segundos, fiquei pensando qual seria meu próximo passo.
- Adoro suas massagens... é uma delícia.
- É? Hmmm (soltou um gemidinho)... Não quer que eu desamarre? (falou pegando no cordão, que tava bem perto da minha pica).
- Mm... pode ser...
Mordendo o lábio de baixo, ela desamarrou o cordão. E quando foi afrouxar o elástico, roçou a cabeça da pica com os dedos. Soltei um gemido e dei um pulo involuntário. levemente todo o corpo. Ela me olha e sorri...
- Desculpa... te machuquei?
- Não... muito pelo contrário
- Gostou?
- Muito
- Quer que...
Mordendo os lábios, olhando pro meu pau, passa um dedo pelo volume marcado.
- Quer que eu continue fazendo massagem? (passando o dedo no meu pau por cima do short, de cima pra baixo)
- Sim, neguinha, por favor... você não imagina o quanto eu tô gostando
- E eu... (agora com a palma da mão inteira acariciando meu pau, enquanto com a outra mão passa as unhas nas minhas coxas, começando do joelho quase até o meu pau, uma e outra vez)
- Não era que você não curtia pau? Que te dava nojinho?
- Sim, mas não sei o que tá rolando comigo... talvez seja curiosidade, talvez seja porque te conheço, talvez seja porque você me atrai... não quero, mas quero (falava sem tirar os olhos do meu pau)
Eu até aquele dia só tinha apalpado a bunda dela. Aí me ajeitei um pouco e, sem falar nada, comecei a desabotoar a camisa dela. Ela fechou os olhos e se ajustou pra me facilitar. Quando desabotoei o último botão, ela não me deixou tirar a camisa... Então, enquanto ela continuava acariciando meu pau por cima do short, eu comecei a acariciar os bicos dos peitos dela. O primeiro toque dos meus dedos nos bicos fez ela soltar um gemido delicioso, e depois parece que se tocou e ficou com vergonha. Percebi que ela se encolheu, então beijei ela primeiro de leve e depois aumentei a intensidade do beijo. Desci pro pescoço, um dos pontos fracos dela, e depois de uns segundos passando a língua, tentei tirar a camisa dela e ela não resistiu. Mais que isso, quando terminei de tirar, ela desabotoou o sutiã e tirou, deixando à mostra uns peitos normais, meio grandinhos.
Ela tava com vergonha de ficar de peitos de fora, percebi, então beijei ela de novo, passei a mão nas costas, na cintura, no cabelo, acariciei de leve os bicos, estiquei eles bem devagar, peguei os peitos dela com as duas mãos, apertei um Um pouquinho, ela gemia. Sem tirar meus lábios dos dela, eu passava da boquinha dela pro pescoço e depois voltava pra boca dela. Não queria ir pros peitos dela pra não assustar, e ao mesmo tempo queria que ela desejasse isso.
Depois de uns 5 minutos nos beijando assim, eu me recostei no sofá de novo e ela esfregava mais forte minha rola.
- Quero ver ela
Eu sorrindo levanto a pelve e ela abaixa meu short. Eu seguro minha rola com as duas mãos, tapando, e depois de alguns segundos solto, mostrando...
- Hum... gostei
Ela pega bem devagar e começa a me bater uma bem tímida. A cabecinha já tava molhada de tão excitado que eu tava. Com o polegar ela brinca com minha cabecinha molhada, sem tirar os olhos da minha rola. Ela me bate uma por uns minutos, não falamos nada. Bate uma devagar, e depois com a outra mão pega minhas bolas, acaricia. Eu gemia baixinho de vez em quando, até que ela me olha
- Tá gostando?
- Você não faz ideia.
- Não goza.
- Não vou, tô curtindo demais pra acabar agora
Eu sabia controlar minha gozada, anos de punheta me deram essa habilidade (haha). Passaram uns 15 minutos dela brincando com minha rola, me batendo uma forte, depois devagar, rápido, lento, acariciando minhas bolas. Aos poucos foi se aproximando da minha rola, se ajeitando, apoiando a cabeça na minha coxa direita, me batendo uma com a mão direita e com a esquerda tocando minhas bolas. Quando percebi, vi ela passar a língua nos lábios, sutilmente, molhando os lábios (era algo que ela sempre fazia).
- Não dói se eu fizer isso? (ela pergunta abaixando minha rola, com a cabecinha perto do rosto dela)
- Hum... não, não dói, adoro
Minha cabecinha tava a dois cm da bochecha dela... Aff aí sim tive que me segurar pra não gozar. Me pareceu que ela tava com vontade de chupar, mas decidi não fazer nada pra não cortar o momento. Até que ela diz
- Me pede pra chupar
Não liguei pra ela. Ela continuou com a punheta. Eu me sentei, peguei ela pelos cabelos, ela Ela soltou um gemido, me aproximei da boca dela e dei um beijo bem intenso, com muita língua, enquanto com a outra mão apertava os peitos dela.
Deitei de novo no sofá e, olhando nos olhos dela:
- Chupa minha pica, negra...
Ela soltou um gemido, esticou a língua e começou a lamber de olhos fechados. Passava a língua pelos lados, depois das bolas até a cabeça... brincava com o freio e então enfiou a cabeça na boca, enquanto com a outra mão me batia uma punheta. Segurei o cabelo dela, sem violência nem muita força, e comecei a pressionar pra ela enfiar mais fundo. Quando sentiu minha mão na cabeça dela, soltou um gemido como se tivesse enfiado tudo... De novo tive que me segurar pra não gozar. Ela enfiou metade da pica na boca e começou a subir e descer... Soltei o cabelo dela e ela continuava subindo e descendo, babando toda a pica, engolindo cada vez um pouco mais. De repente, parou.
- Não goza na minha boca.
- Tô muito perto de gozar, como você quer que eu goze?
- Nãooo, não quero, sei lá...
- Não me deixa assim.
- Ah, sim, coitadinho... (olhando pra minha pica e segurando ela, começou a me bater uma punheta)...
- Como você quer que eu goze? (perguntei de novo)
- Mmm... goza assim, enquanto eu te masturbo (olhando pra minha pica e batendo mais forte e rápido).
- Tô quase.
- Sim, quero ver como sai.
- Quando começar a sair o leite, não para de me bater uma. Depois de um tempo, quando sentir que eu relaxar, diminui a intensidade (instruí entre gemidos).
Ela me masturbava com a pica bem dura, e quando comecei a gozar, saíram três jatos que caíram no braço dela, na minha pica e outro na minha barriga. O resto do esperma que continuou saindo escorreu da cabeça direto nos dedos dela, uma quantidade enorme de porra.
Quando sentiu que eu relaxei, diminuiu a intensidade aos poucos, até ficar me masturbando beeem devagar e gostoso, com a pica ainda meio dura...
- Com o que eu me limpo?
- Com a língua.
- Awwww, não seja porco!
- Ufff, tá bom, me espera uns segundos que eu me recupero e trago algo pra você se limpar.
Passaram uns... 10 segundos e quando eu ia me levantar, ela leva um dos dedos encharcados de porra até a boca, cheira, e depois de alguns segundos passa a pontinha da língua no dedo, provando meu gozo... ... ... Primeiro a cara dela foi de "eeca"... mas logo provou de novo, depois deu uma lambida maior... e aí começou a curtir.
- Uffffff, meu amorrrr, adoro ver isso
- Sério que isso te excita? (terminando de limpar a mão)
- Me excita pra caralho... Olha, aqui faltou um pouco (falo mostrando o braço dela, onde tinha um belo jato)
- Mmm... é gostoso, eu gosto, não sei por que algumas dizem que é ruim
Ela falava enquanto lambia meu gozo do braço dela.
- Se isso te agradou, espero que curta ainda mais isso
Ela fala e vai devagar em direção ao meu pau, começa a lamber o sêmen que tinha na minha barriga, nas minhas bolas, e finalmente enfia na boca meu pau que ainda estava bem durinho. Ela lambe e chupa tudo, limpando ele direitinho.
Fiz ela se levantar, e quando tentei desabotoar o jeans dela, ela fala:
- Para! O que cê tá fazendo?
- Vou retribuir o favor
- Não, não, não, não, não... Nunca...
Insisti mas ela não quis. Uns dias depois, conversando sobre o que rolou, ela disse que gostava do meu pau, que a excitava, mas não tinha certeza se queria transar, e que definitivamente só curtia o meu, que era uma espécie de exceção, porque se sentia 100% lésbica...
Isso foi uns 15 anos atrás... Mais pra frente talvez conte outras coisas que rolaram... Hoje ainda somos amigos e ela continua 100% lésbica.
Se alguma lésbica ler isso, poderia me contar se já passou por algo parecido? (por mensagem privada ou direto nos comentários também)[Segunda parte aqui]
10 comentários - Minha amiga lésbica se animou (boquete)
Hubiese sido genial que la hubieses volcado para que le gustasen los hombres, genial relato!