A terceira no sofá

Desde a noite do gloryhole, algo na Agus mudou pra sempre. A desenvoltura com que ela se movia, o brilho nos olhos e aquela segurança nova apareciam em cada detalhe do dia a dia, mas onde realmente se sentia o curto-circuito era na cama.
Não tinha mais filtro. Ela tinha ficado sem-vergonha, voraz e completamente viciada na tensão do proibido. Adorava reviver aquela noite no momento mais quente: enquanto a gente tava transando, ela procurava meu olhar, me apertava com gosto e começava a sussurrar no meu ouvido os detalhes do que tinha sentido lá, sentindo eu ficar cada vez mais duro ao ouvir ela.
Não demorou pra dar o próximo passo. No meio do sexo, com a respiração cortada e a pele queimando, ela começou a jogar a ideia: já não era só lembrar do que tinha acontecido, era a vontade de levar aquilo mais longe. Ela me dizia no ouvido, sem rodeios, o quanto a excitava a ideia de somar um terceiro, de deixar outro cara agarrar ela enquanto eu olhava, de me transformar no espectador do próprio prazer dela. E essa cumplicidade, longe de nos afastar, virou o combustível de tudo que veio depois.
Ela chegou da academia com a pele ainda quente, a respiração ofegante e aquela vibe elétrica que andava trazendo ultimamente. Atravessou a porta de casa se sentindo a rainha do mundo, com o suor da academia ainda fresquinho no pescoço e aquela caminhada decidida que me enlouquecia. Não deu tempo nem de largar a bolsa no chão: ela veio pra cima de mim direto, me agarrou pela nuca e me deu um beijo profundo, com gosto de pele quente, mordendo meus lábios com uma agressividade que me incendiou na hora.
A gente foi se despindo aos trancos no caminho até a cama. A roupa acabou espalhada pelo corredor enquanto as mãos não paravam de se percorrer. Ela procurava minha boca uma vez atrás da outra, ofegando sobre meus lábios, arranhando minhas costas com as unhas. Tava solta. Ela me empurrou na cama, ficou de quatro no colchão e me olhou por cima do ombro com os olhos acesos, me pedindo aos gritos pra não tivesse piedade.
Quando entrei na buceta dela, a fricção foi brutal. Ela se agarrou com força nos lençóis, arqueando as costas e soltando um gemido abafado que ecoou no quarto. Cada estocada nossa marcava um ritmo pesado, molhado, com o calor do corpo dela me apertando cada vez mais forte.
E bem ali, quando o prazer a tinha à beira do colapso, com a pele ardendo e a respiração completamente quebrada, ela virou só o rosto pra me procurar com o olhar. Com a voz tremendo de tesão do momento, me jogou a frase bem devagar, saboreando cada palavra:
— Tem um cara na academia... se chama Mati... você não faz ideia de como eu me imagino sendo agarrada assim tão forte por ele enquanto você fica do lado nos olhando...
Ouvir o nome do Mati sair da boca dela naquele momento foi como um choque elétrico. Senti um aperto de ciúme no peito, uma pontada de nervosismo misturada com a incerteza de que aquilo já não era só uma fantasia sem rosto, mas um cara de carne e osso. Mas longe de me apagar, essa mistura incendiou meu cérebro. O ritmo das estocadas ficou mais duro, mais descontrolado, impulsionado por aquela maré de sensações conflitantes.
Agus sentiu a mudança na hora. Sentiu como meu pau ficou duro como pedra dentro dela e isso a despirocou de vez. Longe de frear, ela usou essa reação pra pressionar ainda mais, voando de tesão enquanto se agarrava nos lençóis:
— Isso, meu amor... adoro sentir como você fica quando eu falo dele — sussurrou com a voz quebrada, entregue demais —. Quero que ele me veja chegar assim, toda puta... que tire minha roupa devagar, que me agarre com aquelas mãos gigantes que ele tem e me coma inteira enquanto você tá ali sentado, olhando cada detalhe, vendo como ele me faz dele...
Ver ela completamente alucinada na própria fantasia, sentindo a pressão gelada do ciúme misturada com a devoção absoluta de vê-la gozar, me atropelou. A imagem mental dela com outro cara, somada ao jeito que a buceta dela me apertava a cada segundo, foi demais. Não aguentei mais. Me agarrei firme na cintura dela, afundei até o fundo e explodi dentro dela com um gozo selvagem, enquanto os gemidos dela terminavam de encher o quarto.
Ficamos jogados na cama, ainda enroscados, sentindo os batimentos do coração colados no peito e a pele pegajosa de suor. O quarto estava em silêncio, interrompido só pela nossa respiração tentando voltar ao ritmo. Mas a cabeça não parava: o nome do Mati continuava ecoando no ar como uma marca que não dava pra apagar.
A Agus se acomodou de lado, apoiando o queixo no meu peito. Me olhava de baixo com um sorriso torto, entre safado e satisfeito, sabendo perfeitamente o curto-circuito que tinha me causado. Passou os dedos devagar pelo meu pescoço, roçando minha pele.
— Você adorou, né? — falou quase num sussurro, aproveitando cada segundo do meu silêncio.
Ela não esperou eu responder. Esticou o braço até a mesa de cabeceira, pegou o celular e a tela iluminou a penumbra do quarto. Voltou pro meu lado, deslizou o dedo na tela umas duas vezes e colocou na minha frente.
— Olha... é ele — me falou no ouvido, enquanto na foto do Instagram aparecia um cara grandão, marcado pela academia, com uma cara de metido que me fez apertar os dentes de novo—. Ele vai no mesmo horário que eu. Outro dia veio puxar conversa e você não sabe como ele me olhava... Na hora eu não falei nada, mas percebi na hora que ele topa o jogo. Cê acha que eu mando mensagem?
A tela brilhava entre nós dois e a pergunta ficou pairando, deixando claro que a partir daquele segundo a fantasia deixava de ser um diálogo interno pra virar um plano em andamento.
Olhar a foto daquele cara na tela foi como um soco direto no estômago. Dava pra ver de longe a cara de confiante, daqueles que sabem o que querem, e só de me imaginar ele perto da Agus meu estômago virou. coração. O peito encheu de uma tensão fria, uma mistura fodida de nervosismo e ciúme puro que me dava câimbra nas tripas. Mas a cabeça vai pra um lado e a tesão vai pra outro. Agus sentiu meu silêncio e desceu a mão devagar pela minha barriga até roçar entre as minhas pernas. Ao sentir o calor dos dedos dela, a reação foi instantânea, quase violenta: a pica, que mal tava descansando da transa selvagem que a gente tinha tido, começou a juntar sangue de novo, ficando dura que nem pedra debaixo da palma dela. Ela sentiu o pulso e soltou uma risadinha abafada, apertando com suavidade, saboreando o poder que tinha sobre mim. — Olha como você fica... você morre de vontade e ao mesmo tempo fica em pânico — ela sussurrou, colando os lábios na minha orelha e roçando com a ponta da língua —. Me diz que sim, meu amor... Deixa eu mandar uma mensagem pra ele agora mesmo. Você vai ver como a gente vai se divertir bem os dois. Engoli seco, sentindo a boca ressecada. A combinação de vê-la assim, toda pilhada, a imagem do Mati na tela e a dor gostosa da minha pica pulsando entre os dedos dela acabaram de esmagar qualquer tentativa de resistência. — Manda pra ele... — falei com a voz rouca, semicerrindo os olhos enquanto apertava os lençóis —. Manda e fala pra ele vir. Agus não perdeu nem um segundo. Se acomodou de costas contra a cabeceira da cama, se abrindo sem nenhum pudor. Na mão direita segurava o celular, com a tela iluminando a cara cheia de safadeza, e com a mão esquerda desceu até envolver minha pica de novo. O contraste era brutal. Enquanto com o polegar abria o chat do Mati e começava a digitar, os dedos apertavam a pele do meu pau, subindo e descendo num ritmo lento, pesado, quase torturante. Eu tava totalmente à mercê dela. Não conseguia tirar os olhos do movimento da mão dela nem das letras que iam aparecendo na tela. — Você vai ver como eu vou vender bem essa ideia... — murmurou sem me olhar, concentrada na tela enquanto a mão aumentava apenas a pressão, arrancando-me um gemido abafado.
Cada notificação, cada pulsar da minha rola apertada pelos dedos dela me humilhava e me excitava em partes iguais. Fiquei ali, submisso, apoiando a cabeça perto das pernas dela, sentindo o cheiro fresco de sexo que ainda ficava entre nós dois, vendo como ela redigia a mensagem como se eu fosse apenas um espectador convidado para o próprio jogo dela:Oi Mati... fiquei pensando naquilo que a gente conversou na academia. Hoje à noite eu tô livre com meu namorado e a gente quer te chamar pra tomar uma aqui em casa... pra curtir bem. Me fala se você topa.—Olha como eu mando, meu amor... pra ele entender de uma vez —disse ela, roçando o dedão na minha glande bem antes de tocar na setinha de enviar.
O som da mensagem saindo ecoou no silêncio do quarto. Naquele exato instante, ela sentiu meu puxão, apertou a punheta um pouco mais forte e me obrigou a encarar a tela fixamente. Não tinha mais volta. Eu tava ali jogado, entregue por completo à vontade dela, esperando ver como o tique azul mudaria nossas vidas pra sempre.
O tique ficou lá, cinza, esperando pra se pintar de azul. A espera foi uma tortura. Enquanto a gente tava ali deitado, com ela ainda me masturbando num ritmo lento e a tela brilhando na escuridão, a tensão se esticou... até que o celular vibrou contra os dedos dela e meu coração parou. Dois tiques azuis. E a resposta do Mati que não demorou nem dez segundos:Oi... Que surpresa gostosa. Tô super dentro dessa proposta. Me passa o endereço e me diz a que horas eu chego.Agus soltou uma risadinha abafada, cheia de malícia, e apertou minha pica com vontade, arrancando um gemido direto da minha garganta.
—Viu que era fácil, meu amor... —sussurrou, me olhando nos olhos com uma intensidade que me fez tremer—. Hoje à noite ele vem. E você não faz ideia da pinta que eu vou vestir pra receber ele... Quero que você me veja vestida do jeito que te deixa louco, mas pra ele cravar o olhar em mim assim que abrir a porta.
Ela respondeu a hora e o endereço, fechando o trato. Faltavam só algumas horas. Ela se levantou devagar, me deixando ainda todo arrepiado em cima do colchão, e foi direto pro guarda-roupa.
Agus abriu as portas sem hesitar. Deslizou sobre a pele um vestido de látex, preto, absurdamente justo, que apertava a cintura e marcava o quadril como uma segunda pele brilhante. Cada movimento que ela fazia soltava um leve chiado de borracha que me deixava com os nervos à flor da pele. Ela se sentou na beirada da cama pra calçar as botas de verniz. Ouvir o zíper subindo pelas panturrilhas e ver o brilho espelhado refletindo a luz fraca do quarto me fritava a cabeça. Ela estava arrasadora, dominadora.
Terminou de se maquiar na frente do espelho, realçando os lábios com um vermelho vibrante. Se virou pra mim, cravando os saltos de verniz no chão.A terceira no sofá—Me olha bem... —murmurou, ajustando o decote do vestido high na minha frente, deixando o perfume me invadir—. Do jeito que você me vê, ele vai me ver quando abrir a porta. Quero que fique claro quem manda hoje.
Naquele exato instante, a campainha do andar de baixo ecoou pela casa toda. O som seco congelou nós dois. Mati já estava lá embaixo.
Ouvi o passo firme dos saltos de verniz marcando cada passo até a porta da frente. O couro sintético do vestido dela rangia com o balanço do quadril. Eu fiquei no sofá da sala, na penumbra, com o coração martelando as costelas e a pica prestes a explodir por baixo da calça.
Ela destravou a fechadura. O som metálico ressoou no silêncio do apartamento.
—Oi, Mati... que pontualidade —disse a voz da Agus, suave, felina, carregada de uma confiança que arrepiou os pelos da minha nuca.
—Boa noite... Impossível chegar atrasado com o convite que você mandou —a voz dele, grave, segura. Fez uma pausa gelada de uns segundos, aquela pausa em que você sabe que o cara ficou olhando ela de cima a baixo—. Caralho, Agus... que loucura de vestido. Ficou desenhado em você.
—Gostou? Escolhi especialmente pra hoje... Entra, vai.
Ouvi os passos dos dois entrando no apartamento. A porta bateu com um estalo seco. De repente, Mati dobrou a esquina do corredor pra sala, com a Agus colada nele. O cara era alto, de costas largas, de regata justa marcando os braços de academia. Quando os olhos dele cruzaram com os meus na escuridão do sofá, ele esboçou um sorriso maroto, entendendo perfeitamente qual era o lugar dele e qual era o meu.
Agus não perdeu um segundo. Se aproximou por trás do Mati, roçando as costas dele com o brilho preto do vestido high, e me olhou fixo nos olhos por cima do ombro dele.
—Mati, ele é meu namorado...
Agus deu um passo à frente, quebrando o espaço entre eles com o salto das botas de verniz contra o chão. Sem tirar os olhos de mim. dos olhos fixos, esticou uma mão e apoiou as unhas suavemente no peito de Mati, fazendo-as descer devagar pela camiseta até a borda da calça.
— Quero que você fique aí sentado, sem se mexer — me ordenou Agus com um tom gelado, carregado de uma autoridade que me fez engolir seco—. Olha e curte, porque é isso que você queria.
Mati nem se abalou. Tinha os braços caídos ao lado do corpo, deixando ela tomar a frente. Agus colou o corpo no dele. O vestido de látex preto rangeu ao se apertar contra o torso dele. Ela levantou os dois braços, se pendurou no pescoço de Mati e se ergueu nas saltos de verniz para roçar os lábios com o batom vermelho. Não beijou de cara; só passou o hálito pela boca dele.
— Olha como seu namorado tá tremendo, Agus... — murmurou Mati em voz baixa, virando só a cabeça na direção do sofá, com um sorriso debochado.
— Que trema à vontade... hoje ele não decide nada — respondeu ela.
Naquele segundo, Agus desceu a mão direita e, sem nenhum filtro, agarrou o volume de Mati por cima da calça jeans. Apertou com força, apalpando o tamanho e a firmeza, enquanto soltava um gemido leve direto no ouvido dele. A imagem da minha mulher passando a mão em outro cara a dois metros de mim, vestida de borracha e verniz, me destruiu a cabeça. A pica ficou dura dentro da calça, preso entre a impotência e o tesão mais selvagem.
Ela sentia meu olhar cravado, sentia a tensão no ar e decidiu pisar no acelerador. Não tirou a mão de cima. Continuou massageando a virilha de Mati até sentir o cara ficar completamente duro.
Mati soltou uma respiração pesada, cravando os dedos nas cadeiras de Agus, apertando o vestido de látex contra as palmas. O som da borracha amassando pela pressão das mãos ecoou pela sala toda.
— Você tá uma gostosa, Agus... vai me deixar maluco — disse ele, baixando a cabeça pra procurar o pescoço dela.
Ela inclinou a cabeça devagar, dando a ele acesso livre, mas mantendo os olhos fixos em mim, curtindo ver eu me contorcendo no sofá. Sentiu os lábios do Mati percorrendo a pele do pescoço dela, deixando uma marca molhada. A Agus soltou um suspiro fundo, semicerrando os olhos por causa do tesão, mas sem perder o controle.
— Espera... — murmurou ela, freando ele só com um toque no peito, mas sem soltar o volume dele —. Antes de continuar, quero que você me ajude com uma coisa.
A Agus se virou devagar, ficando de costas pro Mati e de frente pra mim. O decote das costas do vestido high deixava à mostra o zíper metálico que descia até a cintura. Ela prendeu o cabelo com uma mão, deixando a nuca brilhando de suor por causa da excitação.
— Abre pra mim... devagar — ordenou pro Mati.
O Mati pegou o puxador metálico. O som do zíper abrindo ao longo das costas dela foi um tiro direto na minha cabeça. Eu tava ali, afundado no sofá da minha própria sala, vendo os dedos do Mati deslizarem a borracha preta pra baixo, deixando a pele nua da Agus à mostra.
Ela não tirava os olhos de mim. O olhar dela era gelado, dominador. Senti a pica batendo com violência dentro da calça.
— Olha bem como ele me despe, meu amor... — falou a Agus, com a voz embargada pelo tesão enquanto o vestido caía até a cintura, deixando o sutiã preto à mostra.
O vestido high cedeu de vez e caiu amontoado na cintura dela, expondo as costas e a alça do sutiã. O contraste da pele da Agus com o brilho preto da borracha e as botas de verniz era de tirar o fôlego. Eu tava cravado no sofá, com o coração a mil.
O Mati não esperou mais. Deslizou as mãos pelos ombros nus dela e colou o peito nas costas, apertando ela contra o corpo dele. O rangido da borracha contra a camiseta dele ecoou nos meus ouvidos. A Agus soltou um gemido baixinho, mas sem perder aquele olhar frio fixo em mim.
— Olha como ele tá nos olhando... — murmurou o Mati, cravando os lábios no pescoço dela. Agus enquanto as mãos desciam até agarrar a bunda dela por cima da saia curta.
—Que olhe tudo o que quiser. É pra isso que ela tá aqui... —respondeu ela, inclinando a cabeça pra trás, se entregando ao toque, mas deixando bem claro que o espetáculo era às custas da minha submissão.
Ela se virou no lugar, fazendo os saltos de verniz estalarem contra o piso de madeira, e encarou o Mati de frente. Com uma mão, agarrou a nuca dele e o puxou pra perto, estampando um beijo selvagem, profundo, de língua, daqueles que me enlouqueciam. Ver minha mulher comendo a boca de outro cara a dois metros, sentindo o cheiro do perfume dela misturado com a excitação no ar, me destruiu a cabeça.
No meio do beijo, a Agus desceu a mão até o cinto do Mati. Ouvi o estalo metálico da fivela abrindo e o som do zíper descendo. Ela desabotoou sem pressa, mantendo o beijo, até liberar a pica dele. O Mati tava com uma pica gigantesca, dura, apontando direto pra ela.
A Agus cortou o beijo devagar, limpou o batom borrado com as costas da mão e olhou pra pica do Mati. Depois se virou pro sofá, cravando em mim aquele sorriso debochado que me desmontava por completo.
—Vem cá... fica de joelhos do nosso lado —me ordenou com uma voz firme que não admitia discussão—. Quero que você sinta de perto como ele fica quando eu faço isso.
O estômago deu um nó gigante. A mistura de humilhação, ciúme destrutivo e um tesão incontrolável me dominou. Levantei do sofá como um autômato e fui me ajoelhar direto aos pés dela, do lado da bota de verniz.
Me ajoelhei do lado das botas dela, sentindo o aroma intenso de couro, perfume e excitação impregnado no ar. A textura gelada do piso me cravava a realidade na pele, mas nada doía mais do que ver a pica do Mati ereta a centímetros do meu rosto, imponente.
A Agus não olhou pra baixo. Manteve os olhos cravados nos do Mati, curtindo me ter ali, submisso aos pés dela, reduzido a nada. mesma. Deslizou os dedos pela pele dele com uma lentidão torturante, roçando a cabeça dele e começando a descer num ritmo suave que arrancou de Mati um grunhido grave.
— Olha que fina é a pele aqui... sente como ela fica — murmurou Agus. A ordem implícita era pra mim: ela me obrigava a testemunhar cada detalhe de como ela o excitava, a ouvir a respiração ofegante do cara e o jeito como ele procurava a cintura nua dela por cima do vestido high.
Mati cravou os dedos na carne do quadril dela, apertando a borracha preta contra a pele. Ele se inclinou pra ela e voltou a devorá-la de beijos, dessa vez mais agressivo, mais dominador. Eu ouvia o choque dos lábios, a saliva e o chiado sutil do vestido cada vez que ele a empurrava levemente contra a borda da mesa.
— Você tá um fogo, a buceta da sua mãe... — sussurrou Mati contra a boca dela, descendo uma mão pra apertar a raba dela com força por cima da saia justa.
Agus soltou um gemido agudo que atravessou minha cabeça. Aquela voz era a mesma que ela usava comigo, mas agora ecoava no quarto provocada pela mão de outro. Meu estômago se torceu num nó de ciúme cego, mas a imagem era tão selvagem que a pica pulsava na minha calça como se fosse estourar.
De repente, ela cortou o beijo, respirando agitada, e baixou o olhar pra mim. Apoiou o salto da bota de verniz direto na minha coxa, me fazendo sentir todo o peso da autoridade dela.
— Olha bem como ele me deixa... — disse com a voz ofegante, baixando o olhar pra cravar os olhos em mim—. E não sai daí.
Sem tirar o salto de cima de mim, ela se virou um pouco pra Mati e agarrou a pica dele com firmeza, guiando direto pra saia high. Com a outra mão, puxou o tecido pro lado, deixando a buceta exposta, brilhando de umidade.
Mati a agarrou com vontade pela cintura, levantando-a só alguns centímetros. O som da borracha esticando e o rangido do couro ecoaram pela sala toda. O cara não esperou nada: empurrou de uma vez para frente, afundando nela com uma única estocada.
Agus jogou a cabeça para trás e soltou um gemido abafado, longo. O salto da bota de verniz se cravou um pouco mais forte na minha perna com o impulso da entrada do Mati. Eu estava a centímetros da cena, vendo ao vivo e a cores como ele a montava pela primeira vez, sentindo o choque do corpo dele contra a borracha preta e o cheiro de sexo invadindo minha cabeça.
O impulso da primeira estocada as fez balançar só um pouco. Mati agarrou ela com força pela cintura e empurrou para trás, andando com passos pesados direto pro sofá da sala. Eu fui me arrastando pelo chão atrás deles, submisso.
Mati jogou ela de costas contra as almofadas. As pernas da Agus ficaram abertas de par em par, com a saia high corrida pro lado e as botas de verniz sobrando pra fora da borda do sofá, brilhando sob a luz fraca. Ele se meteu no meio dela sem perder um segundo, cravando os braços dos lados e voltando a afundar nela com um ritmo pesado, selvagem, que fazia o estofado inteiro ranger.
—Uff, Agus... que apertadinha que você é, sua puta do caralho... —rosnou Mati, metendo com vontade, arrancando um gemido agudo dela.
Ela arqueou as costas, cravando as mãos nos ombros dele, entregue por completo ao prazer enquanto o vestido de borracha amassava sob os corpos deles. Mas no meio do transe, ela baixou os olhos e me procurou no chão.
—Segura aí... aproveita seu lugar —disse ela com a respiração entrecortada.
Me aproximei da base do sofá e estiquei as mãos tremendo. Envolvi o tornozelo da Agus, sentindo a textura gelada, lisa e rígida do verniz da bota. Comecei a acariciar o couro brilhante subindo devagar pela canela enquanto ouvia os gemidos da minha mulher e o ofegar pesado do Mati a centímetros do meu rosto. Rozar aquele verniz rígido enquanto via ela sendo macetada acabou de fritar minha cabeça; a pica pulsava no limite dentro da calça. Os gemidos da Agus ecoavam pela sala inteira, marcando o ritmo selvagem. O Mati metia nela sem piedade, um impacto seco e pesado que fazia a estrutura do sofá estalar. O corpo dela tremia; o sutiã preto mal segurava os peitos ofegantes e o vestido high range crepitava e brilhava a cada movimento, encharcado no atrito dos dois.
O Mati segurava as coxas dela com força bruta, abrindo ela de pernas bem abertas. O som do sexo era explícito, molhado e ensurdecedor. Lá embaixo, afundado no carpete, encostei o rosto na lateral do sofá, bem na bota de verniz que se destacava da borda. Com as mãos tremendo de tesão, abracei o tornozelo rígido dela. Aproximei a boca e passei a língua ao longo do peito do pé, sentindo o gosto neutro do couro sintético e o brilho do verniz contra meus lábios.
A Agus sentiu minha língua na bota dela no meio do frenesi. Ela se inclinou um pouco pra frente e baixou o olhar pra mim. Os olhos dela estavam nublados de prazer, mas ao me ver ali jogado, adorando o calçado dela como um cachorro submisso, um sorriso perverso se desenhou no rosto dela.
—Isso... limpa ela bem com a língua enquanto esse cara me arrebenta a buceta — gemeu a Agus de cima, apoiando todo o peso daquela mesma bota contra minha bochecha, esmagando meu rosto contra o chão enquanto o Mati terminava de foder ela com estocadas.
Obedeci sem hesitar. Comecei a lamber a ponta e o salto de verniz com desespero, sentindo as vibrações de cada choque dos corpos deles ecoando direto na minha mandíbula. Eu tava completamente dominado.
O peso da bota dela no meu rosto sumiu de repente. A Agus parou o Mati por um segundo, segurando os braços dele com firmeza sobre o sofá, respirando ofegante. O Mati ficou congelado dentro dela, arfando, com as costas encharcadas de suor.
Ela baixou o olhar pra mim, com as bochechas coradas e os olhos completamente arregalados de tesão.
—Vem cá... —ela ordenou com um fio de voz, mas com a mesma autoridade de sempre.
Eu Me arrastei como pude pelo chão até ficar na altura do rosto dela na borda do sofá. A proximidade me deu um soco no peito: o cheiro de sexo concentrado, o perfume dela e a umidade acabaram de me destruir.
Agus se virou no sofá e ficou de quatro, apoiando os antebraços nos almofadões. A saia de borracha amontoada na cintura deixava a bunda dela toda à mostra, e as botas de verniz davam um toque incrível, firmes contra a borda do sofá.
Mati se posicionou em pé atrás dela, agarrou a cintura dela e enfiou de novo com tudo por trás. O impacto dos corpos ecoou na sala enquanto ela soltava um gemido longo, arqueando as costas.
Foi nesse momento que ela me procurou com o olhar por cima do ombro.
— Fica de frente — disse com a voz ofegante.
Subi no sofá ficando cara a cara com ela. Agus esticou as mãos, me desabotoou a calça e me soltou a pica, que pulsou na hora ao sentir o ar do quarto. Sem me dar respiro, ela me agarrou pela base e enfiou inteira na boca.
Eu de pé na frente no sofá recebendo o boquete dela, enquanto atrás, Mati dava estocadas profundas no ritmo das chupadas que ela me dava. O contraste era uma loucura: sentia o calor úmido da boca rítmica dela na minha pica, enquanto via o rosto dela se contorcendo de prazer pelo que Mati fazia por trás.
O ritmo ficou totalmente frenético. A sala era um forno: o som das investidas do Mati ecoava por trás, um choque constante e pesado contra a saia de cintura alta da Agus que estalava a cada segundo. O movimento sacudia o corpo inteiro dela, e o brilho das botas de verniz encaixadas na borda do sofá completava uma cena doentia, de dominação pura.
Ela estava entregue nas duas pontas. Tinha a cabeça jogada pra frente, engolindo minha pica com uma fome desesperada, se engasgando de propósito a cada chupada enquanto as pancadas de quadril do Mati faziam ela gemer contra a minha carne. O calor da boca dela era implacável; me apertava com a língua na base e subia e descia ritmicamente, me chupando com a mesma saliva com que antes tinha beijado ele.
—Mmmgh... —escapava um gemido abafado entre minhas pernas toda vez que o Mati enfiava até o fundo.
Eu tava segurando ela pelo cabelo, perdendo a cabeça por completo. Ver ela ali, de quatro no sofá, recebendo o Mati por trás enquanto me devorava de frente, era o pico de tesão e humilhação mais alto que eu já tinha sentido na vida. O ciúme acabou de se fundir com a excitação, virando uma adrenalina líquida que corria nas minhas veias.
A Agus se reacomodou de quatro sobre as almofadas do sofá, com a saia high totalmente levantada e o brilho das botas de verniz encaixadas nas bordas. O contraste da pele dela com a borracha preta e o couro rígido era uma loucura.
O Mati não hesitou um segundo. Abriu as bandas da bunda dela com as duas mãos, procurou a entrada e, com uma estocada seca e pesada, afundou de vez no cu dela.
O grito da Agus ecoou nas paredes da sala, um gemido agudo, mistura de dor e um tesão totalmente descontrolado. Ela arqueou as costas até o limite, fazendo o tecido do vestido estalar na cintura. O Mati segurou firme nos quadris dela e começou a meter num ritmo lento, duro, curtindo como a apertura do cu dela o espremia.
No meio daquele impacto, a Agus baixou a cabeça e me encarou, totalmente alucinada.
—Vem cá... fica embaixo de mim —ela ordenou com a voz cortada pelas estocadas—. Chupa minha buceta enquanto esse filho da puta arrebenta meu cu.
Eu me enfiei de frente entre as pernas dela, ajoelhado na borda do sofá. Enfiei a cara direto na entreperna exposta dela, sentindo o calor, a umidade escorrendo pelas coxas e o cheiro forte de sexo misturado com o perfume.
Cravei a língua de cheio no clitóris dela. A resposta foi instantânea: um tremor percorreu o corpo inteiro dela. corpo. Sentir como minha língua trabalhava a buceta encharcada enquanto lá de cima eu ouvia as batidas secas da pica do Mati afundando no cu dela terminou de fritar minha cabeça. Cada estocada que ele dava por trás empurrava ela direto contra minha boca, me obrigando a engolir todos os sucos dela enquanto o som do sexo anal e os gemidos dos dois estouravam meus ouvidos.
O ritmo no sofá ficou selvagem. As batidas secas do quadril do Mati ecoavam contra a raba da Agus, um impacto atrás do outro que fazia a estrutura de madeira vibrar. Com cada estocada anal que ele dava por trás, o corpo dela se projetava pra frente, afundando a buceta de cheio na minha cara.
Eu tava completamente soterrado na virilha dela, lambendo o clitóris com desespero, engolindo os sucos fervendo que escorriam pelo meu queixo. As botas de verniz davam uma firmeza incrível contra as almofadas; eu podia sentir a rigidez do couro das pernas dela envolvendo minha cabeça enquanto eu chupava a buceta com toda a força da minha respiração.
—Isso... assim, sua puta! —gritava a Agus contra o encosto do sofá, com a voz rouca de puro prazer—. Chupa gostoso enquanto me arrombam o cu!
O Mati agarrou o cabelo dela com uma mão pra puxar a cabeça dela pra trás, cravando a pica até o fundo de um jeito implacável. O som do sexo anal era sujo, explícito, ensurdecedor. Ver de tão baixo como a carne da minha mulher se abria e cedia diante do volume da pica do cara, sentindo o cheiro de sexo concentrado e o gosto da excitação dela na minha boca, me deixava à beira do colapso.
De repente, o corpo da Agus entrou num tremor violento. Senti a buceta se contraindo em cima da minha língua, soltando uma onda de calor e umidade que cobriu meus lábios. Ela tava tendo um orgasmo devastador.
—Tô gozando, tô gozando! —ela gritou, arqueando as costas até o limite.
O Mati sentiu a A pressão do cu da Agus apertando ele como uma prensa no auge do orgasmo e ele não aguentou mais. Deu duas estocadas brutais, profundas, e ficou cravado dentro dela com um grunhido grave que saiu do peito, enchendo o cu dela de porra enquanto o corpo dos dois se sacudia no meio da sala. Eu continuava lá embaixo, ajoelhado, lambendo ela sem parar, me afogando no prazer dela enquanto a cena me destruía e me excitava na mesma medida.
O Mati deu o último espasmo dentro dela e, soltando um suspiro pesado, foi se retirando devagar. O som da pele se descolando foi puro tesão. Assim que a cabeça da pica dele saiu do cu da Agus, uma cascata densa e morna de porra começou a escorrer entre as nádegas dela, caindo direto na entrada da buceta e gotejando bem na minha cara, onde eu continuava lambendo sem controle.
Engoli o líquido quente misturado com os sucos da minha mulher, completamente alucinado, sentindo o gosto da entrega total flutuando na minha boca.
A Agus, ainda tremendo do orgasmo e com a respiração destruída, não nos deu um segundo de trégua. Apoiou uma das botas de verniz no encosto do sofá pra se impulsionar e se virou no ar como uma pantera, ficando num 69 perfeito por cima de mim.
O brilho do verniz preto me cegou de perto enquanto ela apoiava todo o peso da virilha escorrendo direto no meu nariz e na minha boca, prendendo minha cabeça entre as coxas apertadas pela borracha do vestido.
Sem perder um segundo, esticou a mão, me agarrou a pica que pulsava no limite, prestes a estourar, e enfiou de uma vez até o fundo da garganta.
— Agora se ajoelha aqui... engole todo o meu gosto enquanto eu te chupo — murmurou de um jeito safado contra a minha virilha, afundando de novo o clitóris na minha língua.
Começou a me chupar num ritmo feroz, desesperado, me afogando com a boca quente enquanto eu sentia o couro gelado das botas apertando minhas orelhas e o peso do corpo dela. me esmagando contra as almofadas. O roçar da minha língua na buceta dela encharcada de porra alheia e a sucção violenta que ela fazia na minha pica provocaram um curto-circuito definitivo na minha cabeça.
Não aguentei mais de dez segundos. A humilhação, o fetiche do verniz e a porra escorrendo pela minha cara detonaram a bomba.
Puxei ela pelas cadeiras e gozei de um jeito brutal, disparando jato após jato direto no fundo da boca dela. A Agus não afrouxou nem um segundo: engoliu a porra inteira sem nojo, chupando até a última gota enquanto o som dos goles dela ecoava na sala, coroando a noite de dominação mais selvagem das nossas vidas.
Fiquei largado no sofá, completamente esvaziado, com a respiração destruída e a cabeça girando. A luz fraca da sala refletia os restos da noite: a bagunça, o cheiro de sexo denso pairando no ar e o brilho implacável do verniz.
A Agus se levantou devagar. Prendeu o cabelo pra trás com os dedos e me olhou de cima com um sorriso leve, de satisfação absoluta, se sabendo a dona e senhora de tudo que tinha acabado de rolar. Ela deu uma olhada no Mati, que estava abotoando a calça jeans num canto do ambiente, ainda agitado.
—Você foi incrível, meu amor... cumpriu à risca —ela me disse no ouvido, pulando do sofá.
O som dos saltos de verniz dela batendo no piso de madeira enquanto caminhava pra cozinha foi o selo final da noite. Fiquei ali, largado na escuridão, sabendo que depois desse nível de humilhação e prazer, essa noite nunca mais ia sair da minha cabeça.

1 comentários - A terceira no sofá