Beleza, o post que vou contar é totalmente real e aconteceu comigo uns meses atrás. Eu sou um cara de 17 anos, alto, magro e meu pau é normal, sou apaixonado por peitos. Minha casa tem sala de jantar com porta pra cozinha e um corredor que dá pra três quartos e um banheiro. Tudo começou no aniversário da minha mãe, terminando os preparativos em casa, o pessoal começou a chegar, incluindo o grupo de amigas da minha mãe, a maioria casada. Eu cumprimentei todo mundo educadamente como sempre, porque com minha família sou bem tímido, mas notei algo estranho no jeito que a Cláudia (amiga da minha mãe) me cumprimentou. Ela tava com uma calça jeans bem justa que marcava a bunda e aquelas pernas de uma mulher de 35 anos, e em cima uma blusa bem decotada que deixava todo mundo de queixo caído, porque ela tinha uns peitos maravilhosos (que eu olhei sem disfarçar). O beijo dela não foi de rosto, foi na bochecha, o que me deixou super excitado e fez eu ir no banheiro ajeitar o pau pra não aparecer. Tava tudo tranquilo até que num momento vou pro meu quarto e sinto alguém abrindo a porta, quando entro era a Cláudia, mas não liguei porque pensei que ela queria guardar alguma jaqueta. Mas o que ela fez me surpreendeu: ela sentou do meu lado e começou a falar comigo super bem, até que tocou no assunto de namorada. Quando eu disse que não tinha, vi um sorriso no rosto dela. Ela levantou, fingiu que pegou algo do chão, mostrando toda aquela bunda, e saiu do meu quarto com um olhar safado. Eu não podia acreditar naquilo e fui atrás dela. Quando estávamos na sala de jantar, nos separamos. Ela dançava e me olhava toda hora, e eu ficava mais excitado a cada minuto. Chegou a hora do bolo e me pediram pra ir na cozinha pegar colheres. Quando entrei, ela tava lá se preparando um fernet, então rapidamente fechei a porta, meio que por reflexo. Pedi licença pra pegar as colheres e ela disse "deixa que eu te passo". Quando foi me dar, "sem querer" derramou fernet em mim, mas como eu tava de camiseta... A negra não dava pra notar muito, então ela pegou uns guardanapos e, de uma certa distância, começou a me secar, descendo a mão aos poucos até chegar no meu pau, quase se ajoelhando e deixando o decote na minha cara. Ela se levantou, deu uma risada bem safada e foi pra porta. Eu, vendo ela caminhar, não sei de onde tirei coragem, mas agarrei ela por trás e apoiei, enquanto com a mão direita tocava a buceta dela e com a esquerda um peito, e beijei o pescoço dela (com o marido dela na sala de jantar e todo mundo esperando a gente). Ela me olhou de canto e disse: "O que cê tá fazendo?" E eu me caguei todo, achando que tinha estragado tudo, mas já que tava ali, não podia recuar e respondi: "O que você procurou a noite toda." Senti a mão dela pegar na minha porra e falei: "Fala que não quer ele dentro, que não quer que a gente foda a noite toda." Aí ela respondeu: "Tava esperando você falar isso." Então já sabia que aquela mulher era minha. Me afastei, peguei as colheres e ela o fernet que a gente tinha deixado na pia, e fomos pra sala de jantar. Passou o bolo e começaram a dançar. Ela dançava com o marido, mas não parava de me olhar. Quando vi que todo mundo tava bêbado, fiz um sinal pra ela e fui pro meu quarto. Daqui a pouco ela entrou e eu beijei ela apaixonadamente. Por sorte, ela não tava com os lábios pintados, então nada ia aparecer. Enquanto a gente se apalpava, coloquei ela de costas, igual antes na cozinha, e falei: "Não aguento a vontade de te foder, mas se a gente fizer aqui, vão nos descobrir e matar nós dois." Ela disse: "Não tô nem aí, tô apaixonada por você há dois anos e você é estudioso. Vou me separar, termina o colégio e a gente se muda junto." Isso me surpreendeu pra caralho, mas nem louco eu faria isso, então falei: "A gente não pode fazer isso. Tão todo mundo bêbado. Vou falar que vou na casa de um amigo, mas vou me esconder no armário. Você finge que tá bêbada e pede pra minha mãe se pode deitar, e vem pro meu quarto, assim ninguém desconfia de nada." A gente saiu do meu quarto. Comecei o plano, falei pro meu pai (super explodido) que ia embora, fui na porta, abri e fechei, e rapidamente fui pro meu quarto. Arrumei tudo, preparei os preservativos e me enfiei no guarda-roupa, deixando a porta do meu quarto e a do guarda-roupa entreabertas. Depois de 10 minutos, olhei pelo buraquinho que deixei e vi o marido trazendo a Claudia no colo e deitando ela. Ele queria comer ela, mas ela pediu pra ele não, por favor, que depois, quando chegassem em casa ou amanhã, depois da ressaca, mas que agora queria dormir e ia fechar a porta pra ninguém incomodar. Já que eu tinha ido embora e a festa ia até tarde. Quando vi que o marido foi embora, saí do guarda-roupa e tranquei a porta. Me virei e ela estava atrás de mim. Me beijou apaixonadamente e comecei a apertar a bunda dela e meter a mão dentro da calça pra acariciar a buceta dela. Eu, morrendo de vontade de chupar aqueles peitos, tirei a camiseta dela e comecei a apalpar por cima do sutiã. Virei ela, fazendo a mesma pose que já tinha repetido, mas dessa vez pra desafivelar o sutiã. Comecei a chupar aqueles peitos que eram e são os maiores que já vi pessoalmente. Ela ofegava e tocava no meu pau. Tirou minha camiseta e beijou meu peito até descer. Rapidamente tirei meus tênis e desafivelei minha calça jeans, batendo com meu pau na cara dela. Ela começou a chupar e parecia uma expert. Brincou com minha glande, minhas bolas, até engasgar quando enfiou tudo até o fundo. Levantou e me beijou de boca aberta, algo que nunca tinha feito depois de um boquete, mas não tava nem aí. Agarrei ela pela bunda e ela subiu as pernas. Levei ela pra minha cama, chupei os peitos dela e comecei a descer. Esfreguei meu pau na buceta dela e continuei descendo. Tirei as sandálias dela e desafivelei a calça jeans, tirando devagar. Comecei a beijar as pernas dela até chegar na buceta dela. Passei a língua por cima da calcinha fio dental e tirei ela rapidamente pra começar a chupar e masturbar aquela buceta depilada. Ela pedia pica aos berros, mas eu não sentia que tinha uma pica boa o suficiente pra satisfazer aquela mulher, então não parei de chupar até deitar e pedir pra ela colocar a pussy na minha cara. Fizemos um 69 até gozar os dois, ajoelhamos na cama e começamos a nos beijar. Ela ficou de quatro e eu comecei a chupar as nádegas dela, passando a língua no limite do buraquinho dela, fazendo ela tremer cada vez mais. Ela disse que não aguentava mais, que queria minha pica. Então virei ela, coloquei as pernas dela nos meus ombros e meti. Pelo tanto que estávamos lubrificados, entrou como se fosse nada e comecei a bombar. Não parávamos de gemer. Abaixei as pernas dela e coloquei ela de lado pra abrir o buraquinho dela de igual pra igual. Dei uns tapas na bunda e coloquei ela de quatro de novo. Comecei a cavalgar e me sentia no paraíso. Entre uma palmada e outra, enfiei um dedo no cu dela, e ela respondeu com um tapa na minha mão, afastando ela daquele cu perfeito. Eu não aguentava mais, deitei e ela subiu em cima de mim, se mexendo como uma louca enquanto me beijava, e eu tentava beijar os peitos dela. Eu não aguentava mais e, cuidadosamente, abaixei ela. Sentei na borda da cama e ela sentou em cima de mim de costas. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto ela subia e descia. Quando vi que ela levantou as mãos, em sinal do prazer que estava sentindo, falei que não ia aguentar e ia gozar. Ela disse: "Vamos acabar juntos". Ela começou a pular como uma louca e eu gozei, mas senti que ela tinha ficado super molhada. Ela disse: "Nunca aconteceu isso comigo, é squirting". Eu nem sabia o que dizer. Então ela desceu e começou a limpar minha pica com a boca. Levantou e começamos a nos beijar. Ela se deitou na cama e, naquele momento, percebi que não tínhamos usado camisinha. Queria me matar porque tinha gozado dentro dela. Rapidamente, fui pro banheiro sem ninguém me ver, já que o corredor estava escuro, e tomei banho rápido. Enquanto me lavava, senti alguém entrar. Fechei o chuveiro e peguei uma toalha rapidamente. E aí, era o marido da Cláudia com uma amiga da minha mãe, encostados na parede se beijando. Não podia acreditar. Na hora pensei que a Cláudia já desconfiava e me usou pra se vingar. Eu não sabia como sair dali, então fiquei olhando. Ela tava dizendo pra ele que era errado porque podiam ser pegos, mas que não aguentava ficar sem aquela rola dentro dela. Ele apoiou ela na pia, baixou a calça dela, cuspiu no cu dela, enfiou um dedo e depois meteu de uma vez. Ela, sei lá se tava sofrendo ou morrendo de prazer. Ele gozou e foram embora. Eu não podia acreditar no que tinha visto. Então, já que ela tinha me usado pra vingança, decidi foder o cu da Cláudia. Quando puxei a cortina, não percebi que a amiga da minha mãe, Jéssica (a que acabou de dar), tinha ficado dentro do banheiro. A gente se olhou e ficou paralisado. Depois do que eu tinha visto, eu tava de pau duro e pelado. Ela falou: "Por favor, não conta pra ninguém" e se aproximou de mim: "Faço o que você quiser". E sem eu abrir a boca, ela pegou na minha rola e começou a chupar. Ela pensou que eu tinha visto tudo e quis extorquir ela saindo pelado, mas não era isso. Quando ela enfiou meu pau na boca, eu falei: "Eu não ia falar nada, não sabia que você tinha ficado, não precisa fazer nada". E ela responde: "Já comecei, deixa eu provar seu gozo". Aí percebi que ela tava bêbada e super tarada. Gozei, ela limpou a boca e quando tava indo embora, segurei o braço dela pra puxar de volta. Ela disse: "Quer mais?" Mas eu respondi: "Ninguém pode saber disso, e menos ainda que eu tô aqui". Eu só pensava no cu da Cláudia. Então fui pro meu quarto, fechei a porta e quando olhei, a Cláudia tava no celular. Aí falei: "Essa é nossa fantasia, deixa eu terminar". Ela me beijou, eu coloquei ela de quatro e comecei a chupar o cu dela. Ela percebeu e falou: "Não, para" mas eu continuei até enfiar um dedo, que entrou fácil. Aí me ajoelhei do lado dela e, enquanto enfiava o dedo, falei que não. Consegui terminar isso sem aquela delícia, aí ela me respondeu: "É que eu sou virgem do cu". Falei: "Sempre tem uma primeira vez". Voltei pra trás e comecei a meter mais dedos e cuspir no buraco dela e no meu pau ao mesmo tempo, até que me decidi e apoiei a cabeça. Ela começou a gritar e eu fui metendo cada vez mais fundo até chegar no fundo. Falei: "Já entrou tudo, agora você vai se acostumar". Ela tava sentindo dor, até que depois de um tempo bombando, a gente se acostumou e não era mais só eu que me mexia. Gozei dentro dela e a gente deitou abraçado. Me troquei e fui pro refeitório, e não conseguia acreditar em tudo que tinha acontecido. Vi que o marido da Claudia foi buscar ela e trouxe ela no colo (ela fingia que tava bêbada, mas tava com o cu doendo). No outro dia, quando acordei, tinha centenas de mensagens, já que não tinha pegado o celular a noite toda, mas fiquei surpreso com as mensagens da Claudia e da Jésica. Nas duas tinham fotos delas pedindo pra gente se encontrar de novo. No próximo relato, conto quando fiz elas se encontrarem no meu primeiro TRIO. Espero que vocês gostem, leio os comentários e espero seus pontos.
10 comentários - Amigas de peito