Quando abri os olhos de novo já era dia, o sol tentava entrar pela janela, mas era barrado pelas persianas. Tava sozinha, pelada e com as pernas abertas, sentia a garganta meio dormente, além de uma leve dor na minha buceta. Olhei ao redor e não tinha nenhum vestígio do meu parceiro da noite passada, minha roupa de banho tava no chão e, provavelmente, meu orgulho também. Não queria encarar a realidade até chegar em casa, mas estando numa casa alheia, ia ter que fazer isso, talvez mais rápido do que esperava.
Estiquei o corpo devagar e me levantei, tava meio fraca. Como consegui, peguei minha roupa e me vesti, esfreguei os olhos e saí do quarto. Tentei lembrar onde ficava o banheiro e, quando encontrei, entrei. Me vi no espelho e a maquiagem do meu rosto tava toda borrada, além do cabelo parecer ter sofrido os efeitos de um gerador de Van de Graaff. Molhei as mãos e, como pude, arrumei ele, limpei o rosto e tomei um pouco de água fria. Já mais ou menos apresentável, saí do banheiro. Foi aí que ouvi barulhos vindo do andar de baixo. Fui até a escada e comecei a descer, os barulhos ficavam mais claros, definitivamente era um homem gemendo. Ao chegar no final da escada, tava entre a cozinha à esquerda e uma sala de estar à direita, com a porta da frente bem na minha frente. Os gemidos continuavam mais fortes e vinham da minha direita.
Não precisei dar mais nenhum passo, só virar a cabeça pra aquele lado, pra ver Fernando de pé, pelado, com um corpo feminino de cabelo cor de chocolate na frente dele, de joelhos e mexendo a cabeça. Como se fosse sincronizado, nossos olhares se cruzaram, ele soltou um gemido forte e eu vi a cabeça da mulher se afastar, olhei pra ele e pude ver a chuva de porra que ele deu.
— Ah, tranquilo — comentei, ficando parada no lugar.
— Bom dia — me disse o dono da casa.
— Emm... — a mulher se virou e eu pude reconhecer Que era a Mariela, ela ficou segurando a pica e me olhando com a cara pintada de porra do Fernando.
—Continua com o que vocês tão fazendo, não quero atrapalhar — sorri olhando pra eles e fui pra cozinha.
Tinha prato descartável, garrafa de todo tipo de álcool e resto de comida pra todo lado. Fui me abrindo espaço e abri a geladeira, peguei uma garrafa de água gelada e sentei num banco alto. Dava pra ver pelo jardim o cemitério de cadeiras, mas nenhum corpo. Será que a gente era as únicas três pessoas que ainda estavam na casa? Cadê todo mundo? E a Laura? Como é que eu ia voltar pra minha casa?
Passaram uns dez minutos e a Mariela apareceu. Ela tinha vestido uma camiseta preta bem comprida pro corpo dela, que cobria até os joelhos. Tava com o rosto limpo e o cabelo arrumado.
—Desculpa, a gente pensou que já tava sozinho, todo mundo foi embora — ela falou me olhando e se aproximando.
—Tranquilo, de boa... qual é a dessa história? Vocês são namorados ou foi só uma rola? — sorri e puxei uma cadeira pra ela sentar do meu lado.
—Faz dois meses que a gente começou a sair, tamo vendo no que dá — ela disse enquanto sentava.
—Dois meses e ele já te faz uns batismo profundo na cara — eu ri.
—E você, qual é a sua? Cadê você tava? — ela perguntou.
—Acabei dormindo lá em cima num dos quartos — preferi evitar dar detalhes sobre minha companhia da noite — A Laura foi embora?
—Foi sim, todo mundo foi, por quê?
—Ah... era meu jeito de voltar pra casa — confessei.
—Visto alguma coisa e te levo, quer? — ela se ofereceu na hora.
—Não quer ficar com seu namorado? — falei.
—Já gozei, e não vou ficar aqui mais três horas esperando ele funcionar de novo — ela ria.
—Beleza então, aceito — olhei pra ela e sorri.
Levantei e fui pegar minha roupa com a bolsa e a carteira, me vesti igual tinha chegado na noite anterior e me encontrei com a Mariela na porta. Ela já tava um pouco mais vestida, calçada e tinha colocado uns óculos escuros. Entramos no carro e começamos a viagem de volta. O sol tava... A plenitude dela e me cegava os olhos, baixei o espelho que estava sobre minha cabeça e isso ajudou um pouco.
— Cê tá estudando alguma coisa? — comecei uma conversa.
— Tô sim, tô estudando pra ser aeromoça — ela me dizia, dava pra sentir uma alegria por trás das palavras dela.
— Ah, que legal — sorri — tem várias vantagens e benefícios, né?
— Muitos — ela ria — e você?
— Tô como secretária num escritório de advogados — contei.
— Lá também deve ter vantagens e benefícios — ela sorria — nunca ouvi ninguém nesse lugar falar que passava mal.
— De jeito nenhum, tô me dando super bem por enquanto.
A gente seguiu um tempinho colocando o papo em dia e um tempo depois chegamos no destino, descemos as duas e ela me ajudou com as coisas. Nos despedimos com um beijo na bochecha e ela foi embora. Eu, como pude, subi no elevador. Cheguei no meu andar e procurei as chaves na bolsa, abri a porta e ouvi outra se abrir. Dois segundos depois, a Delfina saiu do apartamento dela.
— Que hora e jeito lindo de chegar, hein vizinha? — ela me dizia rindo. Tava com uma legging rosa, camiseta azul e uns óculos pequenos de leitura, tava descalça e com o cabelo preso.
— Por que você tá dizendo isso? — perguntei e olhei pro relógio na parede dentro do apartamento, marcava 13h25 — ah... — falei sem completar.
— Você vai fazer umas coisas pra mim, vai arrumar as malas que trouxe, vai abrir as persianas da sua casa, deixar a porta sem chave e vai se pelar, e eu em 15 minutos vou entrar e te fazer massagem — ela falou sem hesitar.
— Hã? Pera, por quê? — olhei pra ela sem entender.
— Faz o que eu tô mandando que o tempo tá passando — disse e entrou na casa dela fechando a porta atrás.
Seguindo as instruções que a vizinha me deu, coloquei as malas pra dentro, pus o biquíni pra lavar e abri as persianas, tirei a roupa e lembrando do estado corporal que eu tava, decidi pelo menos me limpar um pouco no vaso, fui e me assei com a água que saía. ali. Molhei o cabelo de novo e passei um pente, agora tava bem melhor do que quando acordei.
—Pronta? — pulei de susto com a surpresa que ela me deu, tinha entrado e agora tava na porta me olhando pelos espelhos, toda pelada. Vi que tinha um par de algemas numa mão e um maço de notas na outra.
—E isso?... Sim, pronta — falei, me virei e olhei pra ela.
—Vamo pra cama — ela me deu espaço e eu saí.
Fomos pro meu quarto e eu entrei primeiro. Sentei no meio da cama e olhei pra ela. Tava parada do meu lado. Guardou a grana no criado-mudo e me olhou nos olhos.
—Deita e segura com as duas mãos na cabeceira da cama — ela ordenou.
—Precisa mesmo? — perguntei.
—Muito — ela disse, decidida.
Fiz isso e segundos depois ela me algemou na cabeceira, agora não podia sair nem se quisesse, tava na mão dela.
Ela me agarrou pela cintura, deitada do meu lado na cama, e começou a beijar minha barriga, enquanto massageava minha cintura. Suspirei e fechei os olhos, me entreguei à vontade dela e deixei rolar. Continuou com os beijos na minha barriga e agora massageava minhas coxas, com uma pressão leve mas gostosa, me fez abrir as pernas e seguiu com os carinhos, os beijos desceram até minha entreperna, senti o contato da língua dela com minha buceta e me arrepiei. Ela chupava cada vez mais rápido conforme os segundos passavam, meus gemidos ficavam mais fundos e minha lubrificação aumentava. Parou de massagear minhas pernas e agora usava os dedos pra abrir espaço na minha buceta pra língua dela, que entrava em mim com uma maestria foda. Me olhou sem parar o que tava fazendo e meteu, sem avisar, dois dedos na minha boca, esfregando minha língua e molhando eles. Meus mamilos começaram a endurecer cada vez mais enquanto sentia o prazer que tava sendo dado à minha buceta. Tiro os dedos da minha boca e ela abriu mais minhas pernas. Passo a mão superficialmente no clitóris e, na mesma hora, enfiei os dedos lá dentro. Isso me fez soltar um gemido profundo, misturado com prazer. Ela parou de me chupar e agora me olhava direto, tinha se apoiado suavemente em cima de mim e estávamos cara a cara, ela não parava de me masturbar.
— Tá gostando? — Ela perguntou, sem tirar o olho de mim nem parar de mexer os dedos na minha buceta.
— Muito, mm — respondi, tentando controlar meus gemidos. Minhas pernas já estavam perdendo o controle de si mesmas.
— Você comeu ontem à noite, não nega — ela perguntou sem parar de me dar prazer.
— Sim, comi, me comeram muito — confessei na hora.
Ela me deu um tapa leve na minha buceta com a mão toda aberta, me estremeci e levantei o corpo, me apoiando nas pernas. Ela voltou a me masturbar e agora fazia com mais força, adicionou mordidinhas pelo meu corpo e seguiu com o que tava fazendo. Eu tava muito acalorada, meu corpo fervia de prazer e só esperava o momento de me soltar. Ela continuou assim por vários minutos, até que senti que meu orgasmo era inevitável e avisei.
— Vou gozar, não aguento mais — falei descontrolada.
— Vai, goza, molha meus dedos — ela dizia me olhando.
Pouco depois eu gozei, descarreguei tudo nos dedos dela e meu corpo ficou descontrolado, já não respondia mais. Tava incrivelmente acalorada e relaxada. Ela pegou os dedos que eu tinha molhado e limpou com a própria língua. Fechei os olhos e suspirei, ela me agarrou pela cintura e sentou em cima de mim. Olhei pra ela e ela soltou as algemas devagar. Não eram de sex shop, eram de verdade, por isso que quando ela tirou, acariciei devagar meus pulsos, a pressão tinha me machucado um pouco. Apoiei minhas mãos na cintura dela e ficamos assim, eu deitada na cama e ela em cima de mim, me beijou e me olhou. No silêncio e na calma dos nossos corpos, perguntei:
— E agora? — falei enquanto olhava pra ela. olhos.
— Gostou de mim? — ela me perguntou.
— Sim, valeu, mas não foi bem uma massagem, foi outra coisa — falei sorrindo.
— É verdade, e a cereja do bolo é ainda menos um bolo — ela me olhava misteriosamente.
— O que você quer dizer? — perguntei sem entender.
— Espero que não fique muito puto comigo — ela disse e começou a mijar em cima de mim. Fazia isso enquanto gemia baixinho e me encarava.
Sentia o líquido quente, e eu não reagia, só olhava e deixava rolar. Quando pareceu terminar, ela se levantou, limpou a buceta com a ponta do lençol da cama e se aproximou de mim, eu ainda estava paralisado, olhei pra ela e a gente se beijou fundo, entrelaçando as línguas numa dança intensa. Foi um beijo bem molhado e cheio de energia. Depois do que pra mim pareceu uma eternidade gostosa, o beijo acabou, ela se levantou e saiu do quarto. Segundos depois, ouvi a porta da frente abrir e fechar. Eu continuei imóvel.
Estiquei o corpo devagar e me levantei, tava meio fraca. Como consegui, peguei minha roupa e me vesti, esfreguei os olhos e saí do quarto. Tentei lembrar onde ficava o banheiro e, quando encontrei, entrei. Me vi no espelho e a maquiagem do meu rosto tava toda borrada, além do cabelo parecer ter sofrido os efeitos de um gerador de Van de Graaff. Molhei as mãos e, como pude, arrumei ele, limpei o rosto e tomei um pouco de água fria. Já mais ou menos apresentável, saí do banheiro. Foi aí que ouvi barulhos vindo do andar de baixo. Fui até a escada e comecei a descer, os barulhos ficavam mais claros, definitivamente era um homem gemendo. Ao chegar no final da escada, tava entre a cozinha à esquerda e uma sala de estar à direita, com a porta da frente bem na minha frente. Os gemidos continuavam mais fortes e vinham da minha direita.
Não precisei dar mais nenhum passo, só virar a cabeça pra aquele lado, pra ver Fernando de pé, pelado, com um corpo feminino de cabelo cor de chocolate na frente dele, de joelhos e mexendo a cabeça. Como se fosse sincronizado, nossos olhares se cruzaram, ele soltou um gemido forte e eu vi a cabeça da mulher se afastar, olhei pra ele e pude ver a chuva de porra que ele deu.
— Ah, tranquilo — comentei, ficando parada no lugar.
— Bom dia — me disse o dono da casa.
— Emm... — a mulher se virou e eu pude reconhecer Que era a Mariela, ela ficou segurando a pica e me olhando com a cara pintada de porra do Fernando.
—Continua com o que vocês tão fazendo, não quero atrapalhar — sorri olhando pra eles e fui pra cozinha.
Tinha prato descartável, garrafa de todo tipo de álcool e resto de comida pra todo lado. Fui me abrindo espaço e abri a geladeira, peguei uma garrafa de água gelada e sentei num banco alto. Dava pra ver pelo jardim o cemitério de cadeiras, mas nenhum corpo. Será que a gente era as únicas três pessoas que ainda estavam na casa? Cadê todo mundo? E a Laura? Como é que eu ia voltar pra minha casa?
Passaram uns dez minutos e a Mariela apareceu. Ela tinha vestido uma camiseta preta bem comprida pro corpo dela, que cobria até os joelhos. Tava com o rosto limpo e o cabelo arrumado.
—Desculpa, a gente pensou que já tava sozinho, todo mundo foi embora — ela falou me olhando e se aproximando.
—Tranquilo, de boa... qual é a dessa história? Vocês são namorados ou foi só uma rola? — sorri e puxei uma cadeira pra ela sentar do meu lado.
—Faz dois meses que a gente começou a sair, tamo vendo no que dá — ela disse enquanto sentava.
—Dois meses e ele já te faz uns batismo profundo na cara — eu ri.
—E você, qual é a sua? Cadê você tava? — ela perguntou.
—Acabei dormindo lá em cima num dos quartos — preferi evitar dar detalhes sobre minha companhia da noite — A Laura foi embora?
—Foi sim, todo mundo foi, por quê?
—Ah... era meu jeito de voltar pra casa — confessei.
—Visto alguma coisa e te levo, quer? — ela se ofereceu na hora.
—Não quer ficar com seu namorado? — falei.
—Já gozei, e não vou ficar aqui mais três horas esperando ele funcionar de novo — ela ria.
—Beleza então, aceito — olhei pra ela e sorri.
Levantei e fui pegar minha roupa com a bolsa e a carteira, me vesti igual tinha chegado na noite anterior e me encontrei com a Mariela na porta. Ela já tava um pouco mais vestida, calçada e tinha colocado uns óculos escuros. Entramos no carro e começamos a viagem de volta. O sol tava... A plenitude dela e me cegava os olhos, baixei o espelho que estava sobre minha cabeça e isso ajudou um pouco.
— Cê tá estudando alguma coisa? — comecei uma conversa.
— Tô sim, tô estudando pra ser aeromoça — ela me dizia, dava pra sentir uma alegria por trás das palavras dela.
— Ah, que legal — sorri — tem várias vantagens e benefícios, né?
— Muitos — ela ria — e você?
— Tô como secretária num escritório de advogados — contei.
— Lá também deve ter vantagens e benefícios — ela sorria — nunca ouvi ninguém nesse lugar falar que passava mal.
— De jeito nenhum, tô me dando super bem por enquanto.
A gente seguiu um tempinho colocando o papo em dia e um tempo depois chegamos no destino, descemos as duas e ela me ajudou com as coisas. Nos despedimos com um beijo na bochecha e ela foi embora. Eu, como pude, subi no elevador. Cheguei no meu andar e procurei as chaves na bolsa, abri a porta e ouvi outra se abrir. Dois segundos depois, a Delfina saiu do apartamento dela.
— Que hora e jeito lindo de chegar, hein vizinha? — ela me dizia rindo. Tava com uma legging rosa, camiseta azul e uns óculos pequenos de leitura, tava descalça e com o cabelo preso.
— Por que você tá dizendo isso? — perguntei e olhei pro relógio na parede dentro do apartamento, marcava 13h25 — ah... — falei sem completar.
— Você vai fazer umas coisas pra mim, vai arrumar as malas que trouxe, vai abrir as persianas da sua casa, deixar a porta sem chave e vai se pelar, e eu em 15 minutos vou entrar e te fazer massagem — ela falou sem hesitar.
— Hã? Pera, por quê? — olhei pra ela sem entender.
— Faz o que eu tô mandando que o tempo tá passando — disse e entrou na casa dela fechando a porta atrás.
Seguindo as instruções que a vizinha me deu, coloquei as malas pra dentro, pus o biquíni pra lavar e abri as persianas, tirei a roupa e lembrando do estado corporal que eu tava, decidi pelo menos me limpar um pouco no vaso, fui e me assei com a água que saía. ali. Molhei o cabelo de novo e passei um pente, agora tava bem melhor do que quando acordei.
—Pronta? — pulei de susto com a surpresa que ela me deu, tinha entrado e agora tava na porta me olhando pelos espelhos, toda pelada. Vi que tinha um par de algemas numa mão e um maço de notas na outra.
—E isso?... Sim, pronta — falei, me virei e olhei pra ela.
—Vamo pra cama — ela me deu espaço e eu saí.
Fomos pro meu quarto e eu entrei primeiro. Sentei no meio da cama e olhei pra ela. Tava parada do meu lado. Guardou a grana no criado-mudo e me olhou nos olhos.
—Deita e segura com as duas mãos na cabeceira da cama — ela ordenou.
—Precisa mesmo? — perguntei.
—Muito — ela disse, decidida.
Fiz isso e segundos depois ela me algemou na cabeceira, agora não podia sair nem se quisesse, tava na mão dela.
Ela me agarrou pela cintura, deitada do meu lado na cama, e começou a beijar minha barriga, enquanto massageava minha cintura. Suspirei e fechei os olhos, me entreguei à vontade dela e deixei rolar. Continuou com os beijos na minha barriga e agora massageava minhas coxas, com uma pressão leve mas gostosa, me fez abrir as pernas e seguiu com os carinhos, os beijos desceram até minha entreperna, senti o contato da língua dela com minha buceta e me arrepiei. Ela chupava cada vez mais rápido conforme os segundos passavam, meus gemidos ficavam mais fundos e minha lubrificação aumentava. Parou de massagear minhas pernas e agora usava os dedos pra abrir espaço na minha buceta pra língua dela, que entrava em mim com uma maestria foda. Me olhou sem parar o que tava fazendo e meteu, sem avisar, dois dedos na minha boca, esfregando minha língua e molhando eles. Meus mamilos começaram a endurecer cada vez mais enquanto sentia o prazer que tava sendo dado à minha buceta. Tiro os dedos da minha boca e ela abriu mais minhas pernas. Passo a mão superficialmente no clitóris e, na mesma hora, enfiei os dedos lá dentro. Isso me fez soltar um gemido profundo, misturado com prazer. Ela parou de me chupar e agora me olhava direto, tinha se apoiado suavemente em cima de mim e estávamos cara a cara, ela não parava de me masturbar.
— Tá gostando? — Ela perguntou, sem tirar o olho de mim nem parar de mexer os dedos na minha buceta.
— Muito, mm — respondi, tentando controlar meus gemidos. Minhas pernas já estavam perdendo o controle de si mesmas.
— Você comeu ontem à noite, não nega — ela perguntou sem parar de me dar prazer.
— Sim, comi, me comeram muito — confessei na hora.
Ela me deu um tapa leve na minha buceta com a mão toda aberta, me estremeci e levantei o corpo, me apoiando nas pernas. Ela voltou a me masturbar e agora fazia com mais força, adicionou mordidinhas pelo meu corpo e seguiu com o que tava fazendo. Eu tava muito acalorada, meu corpo fervia de prazer e só esperava o momento de me soltar. Ela continuou assim por vários minutos, até que senti que meu orgasmo era inevitável e avisei.
— Vou gozar, não aguento mais — falei descontrolada.
— Vai, goza, molha meus dedos — ela dizia me olhando.
Pouco depois eu gozei, descarreguei tudo nos dedos dela e meu corpo ficou descontrolado, já não respondia mais. Tava incrivelmente acalorada e relaxada. Ela pegou os dedos que eu tinha molhado e limpou com a própria língua. Fechei os olhos e suspirei, ela me agarrou pela cintura e sentou em cima de mim. Olhei pra ela e ela soltou as algemas devagar. Não eram de sex shop, eram de verdade, por isso que quando ela tirou, acariciei devagar meus pulsos, a pressão tinha me machucado um pouco. Apoiei minhas mãos na cintura dela e ficamos assim, eu deitada na cama e ela em cima de mim, me beijou e me olhou. No silêncio e na calma dos nossos corpos, perguntei:
— E agora? — falei enquanto olhava pra ela. olhos.
— Gostou de mim? — ela me perguntou.
— Sim, valeu, mas não foi bem uma massagem, foi outra coisa — falei sorrindo.
— É verdade, e a cereja do bolo é ainda menos um bolo — ela me olhava misteriosamente.
— O que você quer dizer? — perguntei sem entender.
— Espero que não fique muito puto comigo — ela disse e começou a mijar em cima de mim. Fazia isso enquanto gemia baixinho e me encarava.
Sentia o líquido quente, e eu não reagia, só olhava e deixava rolar. Quando pareceu terminar, ela se levantou, limpou a buceta com a ponta do lençol da cama e se aproximou de mim, eu ainda estava paralisado, olhei pra ela e a gente se beijou fundo, entrelaçando as línguas numa dança intensa. Foi um beijo bem molhado e cheio de energia. Depois do que pra mim pareceu uma eternidade gostosa, o beijo acabou, ela se levantou e saiu do quarto. Segundos depois, ouvi a porta da frente abrir e fechar. Eu continuei imóvel.
1 comentários - Minhas experiências como acompanhante (XIII)