Minha timidez e as mulheres da minha família. (3)
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Minha timidez e as mulheres da minha família. (2)http://www.poringa.net/posts/relatos/3077434/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-2.html
A partir daí, a atitude da minha mãe mudou bastante. Ela já não me mandava fazer os recadinhos simples, comprar fruta ou pão. Agora contava comigo pra coisas mais importantes, me consultava, se interessava pela minha opinião, me fazia sentir mais importante.
Uns dias depois, minha tia Ana veio em casa. Tava linda pra caralho, tinha ido fazer compras e queria mostrar as novidades pra minha mãe. Quando se cumprimentaram, ela percebeu na hora o perfume que a minha mãe tava usando. Afastou ela um pouco e disse:
— Ei, tem alguma coisa especial pra me contar? Tá usando um perfume muito sexy. Foi presente de alguém muito especial?
Enquanto falava, cheirava ela de novo e piscava o olho. Minha mãe entrou na brincadeira por um momento, mas depois contou a verdade. Tinha sido eu. Foi um gesto muito bonito de um "jovem" — ela disse isso com uma certa intenção. Minha tia me olhou e, me mandando um beijinho no ar, disse:
— Já imaginava que era de um homem. A idade não importa.
Fiquei vermelho e saí pro meu quarto. Liguei o computador e fiquei na frente dele, sem saber o que fazer. Minha cabeça girava que nem um pião. Tentei abrir algum site pornô, mas não conseguia me concentrar em nada. Abri uns jogos, mas não acertava prestar atenção. Só ouvia as duas irmãs conversando e rindo na sala.
Levei um susto quando ouvi me chamarem. Quando cheguei, minha tia tava experimentando um vestido. Era estampado e caía nela uma maravilha. Não tive escolha senão elogiar. Ela se animou e quis que eu visse outra peça. Sem me dar tempo de piscar, ela levantou o vestido pela cabeça e ficou só de calcinha e sutiã. Era um conjunto preto de renda. Os bicos pareciam dois faróis de carro. Minha mãe reclamou de leve:
— Anaaa, o menino tá na frente!
— Ah! Não tem problema, é da família.
Meu pau começou a aparecer, então me escondi atrás de um sofá. De um pacote, ela tirou uma blusa e uma saia. A blusa era decotada e dava pra ver as alças do sutiã. Minha mãe tentou esconder, mas continuavam aparecendo. Ela tirou a blusa de novo e ficou procurando outra. pacote, ela tirou um sutiã branco sem alças e, sem piscar, tirou um e colocou o outro. Eu tentei desviar o olhar, minha mãe percebeu e sorriu satisfeita com minha discrição. A blusa da minha tia não ficava bem com o novo sutiã branco; irritada, ela tirou a blusa de novo e ficou olhando para o sutiã…
- Já vi, o sutiã está um pouco grande e deforma minha blusa. Em você ficaria ideal, você tem mais peito do que eu. Experimenta, vai.
Minha mãe ficou sem graça, não queria experimentar na minha frente, nem mandar eu sair, mas minha tia insistiu. Então ela virou de costas e tirou a camisa. O sutiã que ela usava era bem simples, de ficar em casa. De costas, era igual ao da Ana, mas quando ela se virou com o sutiã vestido, fiquei encantado. As taças eram do tipo meia-taça e cobriam até o bico, mas o que escondiam dava pra ver através da renda loira. Eram umas tetas no tamanho certo pra segurar com uma mão e deixar o bico escapar entre os dedos. Ana me olhou de soslaio, sabia o efeito que a cena teria em mim e imaginava como meu pau estaria escondido atrás do sofá.
Quando ela se virou pra minha mãe, sorriu maliciosamente…
- Fica maravilhoso em você. Te dou de presente, você vai usar melhor do que eu.
- Mmm, obrigada, Ana. Agradeço muito. Preciso renovar meu guarda-roupa. A partir de hoje, vou me modernizar. Você me ajuda?
- Claro, você vai ver como as coisas mudam.
As duas irmãs se abraçaram apertado. Eu só reparei que os peitos delas se juntaram e os quatro bicos se tocaram, cada um mais lindo que o outro.
- Ah! Ia esquecendo. Pensei em fazer algumas mudanças nos móveis e sozinha não consigo. Será que o Manuel poderia vir me ajudar um dia, quando puder? Não tenho pressa, é que quero surpreender meu marido quando ele voltar de viagem.
- Claro, pode contar com o Manu quando quiser, né, Manu? Você não sabe como ele é prestativo.
- Tenho certeza disso. Se quiser, te Você vem amanhã pra comer.
- Tá bom, tia, amanhã eu vou. Espero fazer as coisas do jeito que você quer.
- Confio no seu tino, sobrinho.
Quando cheguei na casa da minha tia, já vinha instruído pela minha mãe. Ela me aconselhou a tratar bem a Ana, porque ela me queria muito bem, assim como o marido dela. Prometi.
Minha tia me esperava com a mesa posta. Vestia um vestido abotoado na frente, com um decote redondo bem recatado. Dei um beijo na bochecha dela e, enquanto puxava a cadeira da mesa, ela perguntou…
- A gente come antes ou depois?...
Não me sentei à mesa. Fui pro sofá que eu já conhecia, mas a Ana me pegou pela mão e puxou. Quando me encostou nela, disse…
- Vem, a gente vai ficar mais à vontade.
Ela me levou pro quarto dela, abriu a cama e sentou, abrindo os braços me convidando pra subir. Olhei em volta. O quarto da minha tia me impressionava: por um lado, era o quarto dela e do meu tio, e por outro, era o lugar ideal pra foder. Era tipo a minha estreia.
Tirei a roupa rápido. Minha tia esperava pacientemente sentada na cama. Quando só restava a cueca, pulei de uma vez. Ela se deitou do meu lado. O vestido abotoado chegava quase até os pés dela. Me ajoelhei ao lado dela e admirei o corpo dela, que parecia mais comprido do que antes. Desci até os pés dela, minhas mãos acariciaram subindo pelos tornozelos, pelas panturrilhas até chegar na barra do vestido. Quando encontrei o primeiro botão, abri com dificuldade. Minha tia olhava pro teto com os braços estendidos. Depois do segundo, veio o terceiro, e assim foram se revelando as coxas, depois a calcinha. Reconheci na hora. Já fui mais rápido. O umbigo e, depois da barriga, o sutiã. Era exatamente o mesmo conjunto que vi na minha casa. Simplesmente abri o vestido como um livro. No centro, o corpo macio da Ana. Não toquei. Desci de novo até os pés e, dessa vez, com a boca, fui subindo pelas pernas. Molhei a calcinha com saliva e contornei os lábios com a língua, molhei o umbigo e subi até o sutiã, só quando cheguei nos ombros mordi as alças e deslizei elas pros lados, com os dentes puxei as taças até a barriga deixando dois peitinhos quase imperceptíveis à mostra, com os bicos me acabei, com os dentes puxava eles até quase arrancar, sugava e com o ar frio eles endureciam ainda mais, com a língua apertava eles contra o céu da boca e Ana gemia de gosto, os braços abertos, se mexia sem parar, quando desci pra calcinha puxei ela até os tornozelos, conforme subia as coxas dela iam se abrindo sem querer, quando cheguei nos lábios dela quis lamber o clitóris, mal consegui porque ela segurou minha cabeça e me parou.
Ela sussurrou…
- Tenho que te dar uma má notícia.
Fiquei gelado, não sabia por onde ela ia continuar. Esperei ansioso, ela só separou devagar as pernas até o máximo e me olhou com cara de pena.
- Olha, presta atenção.
Desci até colocar minha cara entre as pernas dela, não vi nada, tudo estava tão deliciosamente apetitoso como no primeiro dia, os lábios abertos deixavam o clitóris ainda encapuzado aparecer, os lábios menores carnudos e escuros brilhavam, mas reparei que da buceta saía um cordãozinho, quase invisível, olhei pra ela e ela deu de ombros, me deitei do lado dela e me beijou na boca.
- Desculpa, não esperava, embora te confesse que tava impaciente, na primeira vez que você lambeu eu gozei tão rápido que não deu pra prever, mas não dava pra esperar pra ficar com você, se quiser vou fazer o melhor boquete que você já recebeu.
Desci de novo entre as pernas dela ainda abertas, fiquei beijando a barriga dela, aos poucos descia pro púbis, Ana se mexia devagar conforme eu me aproximava mas preparada caso eu passasse do limite, os pelos bem depilados me distraíram um tempo enquanto Ana levantava o quadril, o clitóris brilhava molhado quando com a ponta da língua tirei a pele que cobria ele, minha tia me pegou pelo cabelo puxando de leve, eu continuei entre as pernas dela, passei por cima a buceta fechada e me aproximei das nádegas, com minhas bochechas as separei o suficiente pra alcançar com a língua o círculo escuro e rodeá-lo de saliva.
Ana deu um pulo, não esperava, mas depois do primeiro momento relaxou e me deixou continuar, a língua molhava completamente o períneo e o cu rugoso, as nádegas se separaram e minha língua chegava fácil, tentei enfiar a ponta da língua mas tava muito apertado, um dedo veio ajudar, Ana já não ficava parada, tinha tirado o vestido e soltado o sutiã que apertava ela, do peito dela só os bicos pretos apareciam.
Ana levantou as pernas por cima de mim e com as mãos segurou pelos joelhos, a bunda aberta era uma tentação grande demais pra mim, e a novidade me animava a explorar mais, a primeira falange do dedo foi uma impressão forte no começo, mas conforme o dedo ia entrando eu sentia o esfíncter relaxar e facilitar a entrada, ouvi um barulho de móvel e minha tia me estendeu um pote que ao abrir senti a maciez de um creme hidratante, o dedo com o creme foi um avanço definitivo e entrou até onde deu, me animei a enfiar dois dedos, o creme ajudou mesmo o diâmetro sendo o dobro, quando já tinham entrado os dois tentei enfiar o terceiro, a primeira falange entrou mas minha tia suspirava forte, entendi que tava chegando no limite dela, ao pegar minha pica com uma mão e apertar me indicou pra mudar de tática.
- Por favor Manu, não aguento mais.
Me virei e fiquei por cima dela, minha pica tava de frente pra buceta e pro cu ao mesmo tempo, pra mim foi uma decisão difícil, mas optei por virar ela, ela ficou de quatro, a bunda aberta e mais embaixo a cordinha pendurada da buceta. Me estendeu o pote de creme pra eu não esquecer, carreguei dois dedos cheios de creme e espalhei pelo cu e pelas nádegas, por dentro enchi também e minha pica foi forrada de creme.
Quando me aproximei de Ana o contato da minha pica fez ela hesitar, mas as mãos dela Se agarraram no lençol e ela se apertou contra mim, apontei a glande no ânus, parecia impossível que coubesse ali, não quis assustá-la e segurei seus quadris, com movimentos suaves fui apertando, ela respirava ofegante e calada, eu só esperava dar boas notícias, embora ela já devesse ter notado. Quando metade da glande já tinha sumido entre as nádegas dela, perguntei…
- Ana, como você está? Quer que eu pare?
- Nãaaaao, agora não, continua, mas bem devagar, por favor.
Ela falou com um fio de voz, mas estava decidida, percebi quando finalmente o anel da glande desapareceu dentro da Ana, um suspiro dela me confirmou. Pensei que a partir dali seria mais fácil, fui testando até encontrar o caminho do reto, a pica foi entrando até minhas bolas encostarem na buceta da Ana. Notei o corpo inteiro dela relaxar, apoiou a cabeça no lençol e deixou a bunda à minha disposição, meu pau foi saindo e entrando devagar, a cremosidade fazia o trabalho e permitia que minha rola sumisse até as bolas, minha tia suspirava e gemia, dessa vez de prazer, enquanto me procurava com a bunda, me implorou para não parar, para aguentar, queria gozar comigo dentro, conseguiu bem na hora que eu me esvaziava dentro do intestino dela, ondas de porra quente a encheram, ela desabou na cama me arrastando para cima dela, ainda consegui ficar dentro, passei as mãos por baixo até alcançar os mamilos dela e fiquei massageando durante os espasmos do orgasmo dela.
Quando saí, meu pau já mole fez um plop! Um fio de sêmen escorreu entre as nádegas dela até molhar a entrada da buceta, quando ela se virou, me puxou para perto e me abraçou apertado…
- Você me fez muito feliz, nunca tinham metido por ali, mas confiei em você, você é muito cuidadoso, obrigada. A partir de agora não vou mais ter medo de engravidar, junto com a lingerie comprei pílulas anticoncepcionais por sua causa. Você pode gozar dentro de mim sem Medo.
Depois de comer, minha tia me presenteou com um boquete impressionante, depois mudamos dois móveis de lugar pra justificar.
Com toda certeza, eu tinha muito trabalho pra fazer com minha tia Ana.
Continua...
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Minha timidez e as mulheres da minha família. (2)http://www.poringa.net/posts/relatos/3077434/Mi-timidez-y-las-mujeres-de-mi-familia-2.html
A partir daí, a atitude da minha mãe mudou bastante. Ela já não me mandava fazer os recadinhos simples, comprar fruta ou pão. Agora contava comigo pra coisas mais importantes, me consultava, se interessava pela minha opinião, me fazia sentir mais importante.
Uns dias depois, minha tia Ana veio em casa. Tava linda pra caralho, tinha ido fazer compras e queria mostrar as novidades pra minha mãe. Quando se cumprimentaram, ela percebeu na hora o perfume que a minha mãe tava usando. Afastou ela um pouco e disse:
— Ei, tem alguma coisa especial pra me contar? Tá usando um perfume muito sexy. Foi presente de alguém muito especial?
Enquanto falava, cheirava ela de novo e piscava o olho. Minha mãe entrou na brincadeira por um momento, mas depois contou a verdade. Tinha sido eu. Foi um gesto muito bonito de um "jovem" — ela disse isso com uma certa intenção. Minha tia me olhou e, me mandando um beijinho no ar, disse:
— Já imaginava que era de um homem. A idade não importa.
Fiquei vermelho e saí pro meu quarto. Liguei o computador e fiquei na frente dele, sem saber o que fazer. Minha cabeça girava que nem um pião. Tentei abrir algum site pornô, mas não conseguia me concentrar em nada. Abri uns jogos, mas não acertava prestar atenção. Só ouvia as duas irmãs conversando e rindo na sala.
Levei um susto quando ouvi me chamarem. Quando cheguei, minha tia tava experimentando um vestido. Era estampado e caía nela uma maravilha. Não tive escolha senão elogiar. Ela se animou e quis que eu visse outra peça. Sem me dar tempo de piscar, ela levantou o vestido pela cabeça e ficou só de calcinha e sutiã. Era um conjunto preto de renda. Os bicos pareciam dois faróis de carro. Minha mãe reclamou de leve:
— Anaaa, o menino tá na frente!
— Ah! Não tem problema, é da família.
Meu pau começou a aparecer, então me escondi atrás de um sofá. De um pacote, ela tirou uma blusa e uma saia. A blusa era decotada e dava pra ver as alças do sutiã. Minha mãe tentou esconder, mas continuavam aparecendo. Ela tirou a blusa de novo e ficou procurando outra. pacote, ela tirou um sutiã branco sem alças e, sem piscar, tirou um e colocou o outro. Eu tentei desviar o olhar, minha mãe percebeu e sorriu satisfeita com minha discrição. A blusa da minha tia não ficava bem com o novo sutiã branco; irritada, ela tirou a blusa de novo e ficou olhando para o sutiã…
- Já vi, o sutiã está um pouco grande e deforma minha blusa. Em você ficaria ideal, você tem mais peito do que eu. Experimenta, vai.
Minha mãe ficou sem graça, não queria experimentar na minha frente, nem mandar eu sair, mas minha tia insistiu. Então ela virou de costas e tirou a camisa. O sutiã que ela usava era bem simples, de ficar em casa. De costas, era igual ao da Ana, mas quando ela se virou com o sutiã vestido, fiquei encantado. As taças eram do tipo meia-taça e cobriam até o bico, mas o que escondiam dava pra ver através da renda loira. Eram umas tetas no tamanho certo pra segurar com uma mão e deixar o bico escapar entre os dedos. Ana me olhou de soslaio, sabia o efeito que a cena teria em mim e imaginava como meu pau estaria escondido atrás do sofá.
Quando ela se virou pra minha mãe, sorriu maliciosamente…
- Fica maravilhoso em você. Te dou de presente, você vai usar melhor do que eu.
- Mmm, obrigada, Ana. Agradeço muito. Preciso renovar meu guarda-roupa. A partir de hoje, vou me modernizar. Você me ajuda?
- Claro, você vai ver como as coisas mudam.
As duas irmãs se abraçaram apertado. Eu só reparei que os peitos delas se juntaram e os quatro bicos se tocaram, cada um mais lindo que o outro.
- Ah! Ia esquecendo. Pensei em fazer algumas mudanças nos móveis e sozinha não consigo. Será que o Manuel poderia vir me ajudar um dia, quando puder? Não tenho pressa, é que quero surpreender meu marido quando ele voltar de viagem.
- Claro, pode contar com o Manu quando quiser, né, Manu? Você não sabe como ele é prestativo.
- Tenho certeza disso. Se quiser, te Você vem amanhã pra comer.
- Tá bom, tia, amanhã eu vou. Espero fazer as coisas do jeito que você quer.
- Confio no seu tino, sobrinho.
Quando cheguei na casa da minha tia, já vinha instruído pela minha mãe. Ela me aconselhou a tratar bem a Ana, porque ela me queria muito bem, assim como o marido dela. Prometi.
Minha tia me esperava com a mesa posta. Vestia um vestido abotoado na frente, com um decote redondo bem recatado. Dei um beijo na bochecha dela e, enquanto puxava a cadeira da mesa, ela perguntou…
- A gente come antes ou depois?...
Não me sentei à mesa. Fui pro sofá que eu já conhecia, mas a Ana me pegou pela mão e puxou. Quando me encostou nela, disse…
- Vem, a gente vai ficar mais à vontade.
Ela me levou pro quarto dela, abriu a cama e sentou, abrindo os braços me convidando pra subir. Olhei em volta. O quarto da minha tia me impressionava: por um lado, era o quarto dela e do meu tio, e por outro, era o lugar ideal pra foder. Era tipo a minha estreia.
Tirei a roupa rápido. Minha tia esperava pacientemente sentada na cama. Quando só restava a cueca, pulei de uma vez. Ela se deitou do meu lado. O vestido abotoado chegava quase até os pés dela. Me ajoelhei ao lado dela e admirei o corpo dela, que parecia mais comprido do que antes. Desci até os pés dela, minhas mãos acariciaram subindo pelos tornozelos, pelas panturrilhas até chegar na barra do vestido. Quando encontrei o primeiro botão, abri com dificuldade. Minha tia olhava pro teto com os braços estendidos. Depois do segundo, veio o terceiro, e assim foram se revelando as coxas, depois a calcinha. Reconheci na hora. Já fui mais rápido. O umbigo e, depois da barriga, o sutiã. Era exatamente o mesmo conjunto que vi na minha casa. Simplesmente abri o vestido como um livro. No centro, o corpo macio da Ana. Não toquei. Desci de novo até os pés e, dessa vez, com a boca, fui subindo pelas pernas. Molhei a calcinha com saliva e contornei os lábios com a língua, molhei o umbigo e subi até o sutiã, só quando cheguei nos ombros mordi as alças e deslizei elas pros lados, com os dentes puxei as taças até a barriga deixando dois peitinhos quase imperceptíveis à mostra, com os bicos me acabei, com os dentes puxava eles até quase arrancar, sugava e com o ar frio eles endureciam ainda mais, com a língua apertava eles contra o céu da boca e Ana gemia de gosto, os braços abertos, se mexia sem parar, quando desci pra calcinha puxei ela até os tornozelos, conforme subia as coxas dela iam se abrindo sem querer, quando cheguei nos lábios dela quis lamber o clitóris, mal consegui porque ela segurou minha cabeça e me parou.
Ela sussurrou…
- Tenho que te dar uma má notícia.
Fiquei gelado, não sabia por onde ela ia continuar. Esperei ansioso, ela só separou devagar as pernas até o máximo e me olhou com cara de pena.
- Olha, presta atenção.
Desci até colocar minha cara entre as pernas dela, não vi nada, tudo estava tão deliciosamente apetitoso como no primeiro dia, os lábios abertos deixavam o clitóris ainda encapuzado aparecer, os lábios menores carnudos e escuros brilhavam, mas reparei que da buceta saía um cordãozinho, quase invisível, olhei pra ela e ela deu de ombros, me deitei do lado dela e me beijou na boca.
- Desculpa, não esperava, embora te confesse que tava impaciente, na primeira vez que você lambeu eu gozei tão rápido que não deu pra prever, mas não dava pra esperar pra ficar com você, se quiser vou fazer o melhor boquete que você já recebeu.
Desci de novo entre as pernas dela ainda abertas, fiquei beijando a barriga dela, aos poucos descia pro púbis, Ana se mexia devagar conforme eu me aproximava mas preparada caso eu passasse do limite, os pelos bem depilados me distraíram um tempo enquanto Ana levantava o quadril, o clitóris brilhava molhado quando com a ponta da língua tirei a pele que cobria ele, minha tia me pegou pelo cabelo puxando de leve, eu continuei entre as pernas dela, passei por cima a buceta fechada e me aproximei das nádegas, com minhas bochechas as separei o suficiente pra alcançar com a língua o círculo escuro e rodeá-lo de saliva.
Ana deu um pulo, não esperava, mas depois do primeiro momento relaxou e me deixou continuar, a língua molhava completamente o períneo e o cu rugoso, as nádegas se separaram e minha língua chegava fácil, tentei enfiar a ponta da língua mas tava muito apertado, um dedo veio ajudar, Ana já não ficava parada, tinha tirado o vestido e soltado o sutiã que apertava ela, do peito dela só os bicos pretos apareciam.
Ana levantou as pernas por cima de mim e com as mãos segurou pelos joelhos, a bunda aberta era uma tentação grande demais pra mim, e a novidade me animava a explorar mais, a primeira falange do dedo foi uma impressão forte no começo, mas conforme o dedo ia entrando eu sentia o esfíncter relaxar e facilitar a entrada, ouvi um barulho de móvel e minha tia me estendeu um pote que ao abrir senti a maciez de um creme hidratante, o dedo com o creme foi um avanço definitivo e entrou até onde deu, me animei a enfiar dois dedos, o creme ajudou mesmo o diâmetro sendo o dobro, quando já tinham entrado os dois tentei enfiar o terceiro, a primeira falange entrou mas minha tia suspirava forte, entendi que tava chegando no limite dela, ao pegar minha pica com uma mão e apertar me indicou pra mudar de tática.
- Por favor Manu, não aguento mais.
Me virei e fiquei por cima dela, minha pica tava de frente pra buceta e pro cu ao mesmo tempo, pra mim foi uma decisão difícil, mas optei por virar ela, ela ficou de quatro, a bunda aberta e mais embaixo a cordinha pendurada da buceta. Me estendeu o pote de creme pra eu não esquecer, carreguei dois dedos cheios de creme e espalhei pelo cu e pelas nádegas, por dentro enchi também e minha pica foi forrada de creme.
Quando me aproximei de Ana o contato da minha pica fez ela hesitar, mas as mãos dela Se agarraram no lençol e ela se apertou contra mim, apontei a glande no ânus, parecia impossível que coubesse ali, não quis assustá-la e segurei seus quadris, com movimentos suaves fui apertando, ela respirava ofegante e calada, eu só esperava dar boas notícias, embora ela já devesse ter notado. Quando metade da glande já tinha sumido entre as nádegas dela, perguntei…
- Ana, como você está? Quer que eu pare?
- Nãaaaao, agora não, continua, mas bem devagar, por favor.
Ela falou com um fio de voz, mas estava decidida, percebi quando finalmente o anel da glande desapareceu dentro da Ana, um suspiro dela me confirmou. Pensei que a partir dali seria mais fácil, fui testando até encontrar o caminho do reto, a pica foi entrando até minhas bolas encostarem na buceta da Ana. Notei o corpo inteiro dela relaxar, apoiou a cabeça no lençol e deixou a bunda à minha disposição, meu pau foi saindo e entrando devagar, a cremosidade fazia o trabalho e permitia que minha rola sumisse até as bolas, minha tia suspirava e gemia, dessa vez de prazer, enquanto me procurava com a bunda, me implorou para não parar, para aguentar, queria gozar comigo dentro, conseguiu bem na hora que eu me esvaziava dentro do intestino dela, ondas de porra quente a encheram, ela desabou na cama me arrastando para cima dela, ainda consegui ficar dentro, passei as mãos por baixo até alcançar os mamilos dela e fiquei massageando durante os espasmos do orgasmo dela.
Quando saí, meu pau já mole fez um plop! Um fio de sêmen escorreu entre as nádegas dela até molhar a entrada da buceta, quando ela se virou, me puxou para perto e me abraçou apertado…
- Você me fez muito feliz, nunca tinham metido por ali, mas confiei em você, você é muito cuidadoso, obrigada. A partir de agora não vou mais ter medo de engravidar, junto com a lingerie comprei pílulas anticoncepcionais por sua causa. Você pode gozar dentro de mim sem Medo.
Depois de comer, minha tia me presenteou com um boquete impressionante, depois mudamos dois móveis de lugar pra justificar.
Com toda certeza, eu tinha muito trabalho pra fazer com minha tia Ana.
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