Gloryhole - Viagem Extraordinária

Sai de viagem pra praia, decidi passar um fim de semana longe da cidade toda. Peguei minha mochila, as chave do carro e fui dirigindo pro meu destino. Já tava no meio da cidade quando de repente toca meu celular, era uma amiga chorando igual uma desesperada. Não tava entendendo nada, então parei o carro e falei com ela pra se acalmar. Perguntei o que tinha acontecido e ela, como conseguiu, me pediu pra buscá-la na casa dela, que precisava de alguém pra conversar. Caralho, tava atrasando minha viagem, mas fazer o quê, amigos servem pra isso, né, principalmente numa hora dessas.
Cheguei na casa dela, bati na porta e quase na hora ela abriu e me abraçou chorando. "O que foi?", perguntei. Ela: "É que meu namorado terminou comigo". Puta merda, pensei, pra isso que ela me fez vir? Só porque o namorado largou ela? Que saco. Bom, já que tô aqui, não tenho escolha a não ser falar que vou viajar, dar uma consolada nela e seguir pra praia. E foi isso, só que quando eu falei que ia viajar, ela disse: "Posso ir com você? Por favor, por favor!!" Quase implorando pra levar ela. Falei que sim, e ela: "Só deixa eu pegar umas roupas e a gente vai". Depois de uns minutos, ela saiu de novo e eu não tinha reparado como ela tava vestida. Vou descrever pra você.
Ela é branca, altura média, corpo voluptuoso, rosto bonito, com tatuagens nos pulsos. Tem uma juba com mechas prateadas e naquele dia usava óculos azuis translúcidos estilo aviador, que faziam seus lábios carnudos cor-de-rosa se destacarem. Vestia uma blusa azul-marinho leve e um pouco folgada, ou pelo menos parecia, porque os peitões dela levantavam a blusa, deixando o umbigo à mostra. Uma calça branca justa na cintura, revelando um par de pernas torneadas de matar e, na frente, um "Y" bem marcado, muito yummy. Mas a melhor parte era a traseira: uma bunda ufff, de infarto, redonda, yummy, sustentada por aquela calça branca deliciosa. Quase morri quando abri a porta do carro pra ela entrar e fiquei olhando pra aquele rabão enorme, e ela, pelo vidro, me viu e só me deu um sorriso.
No carro, tudo ia bem. A gente conversou sobre tudo, menos sobre o que tinha acontecido com o ex dela, pra ela se distrair e pensar em outras coisas. De repente, ela me pergunta: "Cê gosta de mim? Acha que sou bonita?" Como um verdadeiro cavalheiro, eu disse que sim, que ela era linda e que, sobre gostar dela, quem não gostaria de uma mina sexy e gostosa? Falei isso enquanto ela trocava a música sem olhar pra mim. A segunda pergunta que ela fez me deixou gelado, ou melhor, de pau duro: "Do que você gosta mais? Das minhas tetas ou da minha bunda? Ou melhor, do meu bundão?" Ela perguntou rindo de um jeito safado. Eu não sabia se respondia friamente ou se levava na esportiva. Aí, sem pensar, respondi: "Do seu rabão." E fiquei calado, porque tava pensando com a cabeça de baixo e não com a de cima. Fiquei com vergonha e não falei mais nada. O silêncio foi enorme, mas rapidinho ela respondeu: "Mas também tenho umas tetas lindas. Quer ver?" Ela perguntou quase na mesma hora e, sem perder tempo, levantou a blusa e mostrou umas tetas enormes seguras por um sutiã preto de renda, bem sexy. "E o que eu mais gosto é que minhas auréolas e meus bicos são rosadinhos. Olha!" Na mesma hora, deixou as tetonas à mostra. "Verdade que são bonitas?" Ela dizia enquanto eu tentava não perder o controle do carro, porque já estávamos na estrada. Eu olhava e eram umas tetas muito gostosas. De repente, um caminhão de carga com três caras na cabine encostou do nosso lado. O que estava com a cabeça pra fora da janela viu aquele par de tetonas de fora e adorou, comentando com os colegas o que tava vendo no carro do lado. O segundo se inclinou e só fez cara de cachorro ao ver aqueles melões enormes. Minha amiga pegou minha mão e colocou nas tetas dela, dizendo: "Amassa elas pra esses caras verem o que eles não podem tocar." Minha amiga tava uma verdadeira puta. Não sei o que tinha acontecido com ela depois que entrou no carro. Soltei as tetas porque a gente tava numa curva e só consegui ver de relance ela chupando o dedo anelar e levando o resto de sal. no mamilo dela e o acariciava em círculos, os caras pediam pra ela abaixar o vidro do carro pra provavelmente encher a minha amiga de gracinha, não fiz outra coisa senão acelerar e vazar, mas não sem antes minha amiga dar um beijinho soprado pra eles, levantando as tetas pra que ficassem com uma boa lembrança daquele par de peitões enormes.
Mais pra frente paramos num posto pra abastecer e pra ela ir no banheiro e comprar umas coisas pra estrada. Descemos do carro e ela tava toda sorridente, se acabando de rir do que tinha rolado antes. Entramos no Oxxo, compramos o que precisávamos e perguntamos se o banheiro tava funcionando, mas falaram que não, tava fora de serviço. Ela soltou um suspiro e disse: "Vou no do posto, te vejo no carro!" Eu respondi que sim, que a gente se via lá, e ela saiu um pouco antes de mim. Quando saí, percebi que aqueles caminhoneiros que tinham visto os peitos dela estavam entrando. Eles tavam devorando ela com os olhos e falando um monte de besteira: "Mamacita, tu é muito gostosa, que rabão hein, nesses peitos eu me criei, que nalgota cê tem loirinha, chupa minha pica, vou com você, com essa bunda quero morrer fedendo a peido" e por aí vai. Quando eu saí, os caras ficaram mudos e não entraram no Oxxo, só ficaram olhando o caminhar daquele rabão enorme balançando de um lado pro outro, era hipnótico. Minha amiga mexia mais a bunda, como se tivesse dando de presente pra eles aquele movimento. Ela parou, virou pra mim, pediu minha mão e disse: "Deixei eles todos excitados, né?" Eu só respondi: "Pois é, não é pra menos, tu é muito gostosa e com essa roupa tá parecendo uma delícia." Minha amiga só sorriu e pediu pra eu acompanhar ela no banheiro. Era aquele tipo de banheiro de posto que você coloca dinheiro pra entrar. Qual não foi nossa surpresa que só tinha banheiro masculino, nenhum feminino. Coloquei a moeda, abri a porta e falei: "Então, é só de homem. Quer ir ou segura?" Ela respondeu meio assustada: "Não, quero sim, mas me acompanha porque tenho medo de alguém entrar.
Era um banheiro com mictório, igual todo mundo conhece, e tinha três cabines com vaso. As duas primeiras estavam imundas, sujas pra caralho, e a última era pra pessoas com deficiência (cadeira de rodas), o dobro do tamanho das outras. Tinha um lavatório todo quebrado, mas mesmo assim era o mais limpo. A porta fechou sozinha, e eu decidi esperar por ela quando, de repente, entraram mais dois caras. Ela abriu a porta do banheiro, sentada, e só fez sinal com a mão pra eu entrar. Entrei, fechei a porta e tossi um pouco pra eles saberem que a cabine tava ocupada. Pela voz, percebi que eram os dois caras pra quem ela tinha mostrado os peitos minutos antes. Um deles ficou no mictório e o outro foi pra primeira cabine, dizendo: "Porra, tá tudo cagado aqui". O outro só riu e respondeu: "Cagado eu quero que a puta que mostrou os peitos pra gente há pouco deixe o meu pau, aquela que tava no supermercado!", falando da minha amiga. O outro entrou na cabine do meio e disse: "É, quero que ela me dê um boquete foda e um espanhol com essas tetonas enormes que a mina tem". Os dois riram. Minha amiga, sentada sem dizer uma palavra, pegou minha mão e colocou no peito dela pra eu sentir o quanto ela tava assustada, e sussurrou bem baixinho: "Como é que a gente vai sair daqui?
Minha amiga se levanta, coloca as tanguinhas dela, umas tanguinhas pretas muito lindas que deixavam ver uma bela bucetinha pela parte da frente, sobe a calça dela, vira e comete o erro de dar descarga no vaso. Escuto a descarga e quando ela vira, roça no meu pau, que já estava meio duro pela situação de vê-la sentada ali, assustada e ao mesmo tempo excitada. Quando roça no meu pau e ainda de costas, ela vira pra me olhar, sorri e fala baixinho: "Tá durinho, né?" Tudo isso em sussurros. Eu só afirmo com a cabeça. Ela abaixa a tampa do vaso, senta de novo, o rosto dela fica na altura do zíper da minha calça e eu abaixo. Ela mete a mão na minha calça, procura meu pau e, como consegue, tira ele pra fora. Nessa altura, eu já tava bem duro. Ela começa a esfregar meu pau suavemente e a dar beijinhos na cabecinha, muito gostoso. Ficou assim uns minutos enquanto o cara do lado dá descarga no vaso dele e escuto ele fechar a porta do banheiro, escuto a água da pia e os dois saem dizendo: "Tomara que a gente veja aquela puta de novo pra dar um tapa naquele rabão dela", rindo os dois. Escuto eles fecharem a porta e se afastarem. Enquanto isso, minha amiga, já virada numa putona, fala: "Agora vou chupar esse pedaço de carne todinho até seus olhos virarem." E começa a me mamar o pau vigorosamente. Enfiava tudo e tirava, lambendo o tronco inteiro até minhas bolas e me masturbando suavemente. Ela fala: "Quer ver meus peitos? Hmm, quer ver minhas tetonas?" E vai tirando a blusa, abaixando o sutiã e deixando os peitos de fora. "Hmm, que pau gostoso você tem, hmm, vou comer ele todinho." Chupando sem parar meu pau grosso e veiudo, ela pegava e colocava a cabeça do pau nos mamilos dela e fazia movimentos circulares, passando aqueles mamilos duros na minha cabecinha. "Cê gosta? Cê gosta dessas tetonas grandes? Quer um geladinho como eles falaram?" Se referindo aos caras. Eu só fico paralisado, inerte, vendo e sentindo o show que minha amiguinha tava me dando.
Se ouve a porta abrir, alguém bate no cubículo onde a gente tá e eu respondo "ocupado" com a voz meio cortada por causa da brocha violenta que minha amiga tava me dando. Percebi que o cara que bateu na porta entrou no cubículo ao lado, dava pra ver as botas pretas de trabalho dele cheias de lama. Depois de uns minutos de brocha e boquete da minha amiga, eu sentado no vaso com as pernas abertas e ela esfregando meu pau, a gente notou que o tal corrimão tinha deslizado pra baixo e sobrou um buraco por onde aparecia uma rola semi ereta esperando pra ser satisfeita. Minha amiga parou o ritmo de me masturbar e ficou olhando praquela rola como se fosse um doce, com uma cara de puta, e sem largar meu pau, pegou o pinto que tava aparecendo e começou a bater uma pra ele, devagar e suave, tanto no meu quanto no daquele sortudo.
Enquanto isso, eu amassava as tetonas dela, beliscando os biquinhos rosados no ritmo da punheta que aquele desconhecido tava dando nela. Com a mão direita, comecei a sentir o tecido molhado da calcinha fio dental na bucetinha dela e esfregava os lábios em círculo, enquanto ela gemia: "Humm, que gostoso!! Humm!!" Levantei ela, sentei no vaso, e ela, por inércia, se ajoelhou e começou a me dar um boquete foda, da cabeça até as bolas, me masturbando com a mão esquerda. Ela dizia: "Que pau gostoso você tem!! Humm, quero enfiar tudo na minha bucetinha" e, com a direita, esfregava o pau que saía do mictório ao lado. Ficou uns minutos assim, depois se levantou, virou de costas pra mim e foi abaixando a calça devagar, deixando cair. Em seguida, pegou as pontas da calcinha fio dental e foi descendo lentamente, sem dobrar as pernas, rebolando a bunda até deixar a calcinha preta cair nos tornozelos, mostrando uma bucetinha bem fechadinha e toda molhadinha. Se inclinou e perguntou: "Cê gosta da minha bucetinha? Quer me foder? Humm, eh, cê gosta do que vê?" Abriu as pernas e começou a se tocar, enfiando e tirando os dedos da bucetinha sem parar, que pedia um pau dentro dela aos gritos. Fez tudo isso me olhando por cima do ombro com uma cara de puta que não se aguentava, chupando o dedo indicador enquanto me encarava. Tirou o dedo da buceta, com as duas mãos tentou abrir os bundão e começou a enfiar o dedo no cuzinho apertado, que cada vez que ela fazia isso parecia que se machucava, mas tava fervendo, queria pau em qualquer buraco. Dizia: "Quer cu? Quer arrebentar meu cu!! Humm, eh, cê quer?" Eu tava a mil, durasso pra meter até partir aquela puta.
Ela se sentou, pegou minha pica e, como se fosse uma bruxa com sua vassoura, encaixou entre as pernas sem deixar que eu penetrasse, e deixou cair aquela bunda enorme nas minhas pernas. Ela, de lado, de frente pro pau daquele desconhecido, disse: "Agora é sua vez". Pegou a pica, começou a bater uma punheta e, com um dedo, começou a passar na cabeça o pré-gozo que saía da pica. Depois, começou a chupar de leve a glande daquele cara enquanto rebolava a bunda como uma ostra com limão, me dando uma esfregada da racha dela na minha pica que foi espetacular. Ela mexia a cintura pra caralho e, se inclinando pra frente pra chupar toda a pica do cara, deixava ver, entre tanta carne de cu, um pequeno buraquinho anal que eu não consegui segurar a vontade de cutucar com o dedo mindinho. Enquanto ela rebolava a bunda de um jeito foda, esfregando minha pica na racha dela e gemendo de boca cheia de pica, só se ouvia: "Humm! Huum! Huuuuummmmm!!" Eu sabia que ela tava adorando o que tava rolando naquele banheiro.
Ela se levantou um pouco sem soltar o pau do estranho e com a outra mão colocou a cabeça do meu pau, já bem molhada pelos sucos dos dois, na entrada da bucetinha dela e foi descendo devagar no meu falo dizendo "aiii sim!! papai aiii me mete eleee aihhh que pau você tem aihhh que ferro grosso você tem me abre a bucetinha me abre essa ppk uhhh!! sim sim sim aih sim sim assim siii sim ppk que entre até os ovos aihhh!! . . . ." ela dizia a cada vez que meu pau percorria a vagina dela, subiu mais algumas vezes e relaxou tudo isso sem tirar meu dedo indicador do cuzinho apertado dela, sentia como ela apertava o cu a cada sentada no pau, muito gostoso aquele par de bundas à minha mercê uff . . . continuou com o pau do estranho dando pequenas lambidas na cabeça enquanto com meu pau dentro ela se movia elipticamente e selvagemente como se quisesse arrancar meu pau num movimento só.
Tiro minha mão do cu dela, enfiei dois dedos e ela gemeu enquanto fazia isso. "Humm, que gostoso", dizia enquanto deu mais três estocadas no meu pau, se levantando e falando "agora é a vez dele", se referindo ao estranho. Ela se virou, se inclinou, deixando aquele par de bundão no ar, encaixou a cabeça do pau na entrada da buceta dela e se jogou pra trás, soltando um gritinho: "Ahhh, ahh! Que gostoso!" Os tremendo cachecões ficaram imóveis na divisória de madeira daquele banheiro, só dava pra ver como eles tremiam com as estocadas violentas que o estranho do outro lado tava dando. Enquanto isso, ela pegou no meu pau e me chupou deliciosamente, só se ouvia ela engasgando com meu pau inteiro dentro da boca. Não demorou muito praquele sortudo gozar, que não conseguia ver os tremendo bundão vibrando com a puta foda que ele deu.
cheia de porra, ela se separou da divisão e me perguntou com cara de puta: "você quer buceta cheia de porra ou quer o cuzinho?" na hora eu falei pra ela me dar o cuzinho, que queria arrebentar ele, e ela respondeu: "quer arrebentar ele? quer que eu cague no seu pau?" tava uma puta completa. sem mais, ela sentou de costas pro vaso, se inclinou abraçando a caixa d'água, apoiou as tetonas nela, arqueou a coluna e empinou a bunda o máximo que podia, deixando ver uma bucetinha escorrendo porra na tampa do vaso. mas com tanta carne da bunda dela, o cu não dava pra ver direito — era bunda demais pra arrebentar de uma vez só. ela rebolava pra cima e pra baixo, estilo twerk, como se tivesse me chamando pra meter o pau, e foi o que eu fiz. coloquei o pau na fenda daquela bunda enorme, que abraçava meu pau, e ela mexia como se fosse uma punheta, fazendo meu pau ficar duro igual ferro. coloquei minha mão no cóccix dela, e ela parou. com as duas mãos, ela separou as duas bandas da bunda e me mostrou aquele cuzinho fechado, que ela mexia me provocando a enfiar o pau. lambi a cabeça do meu pau várias vezes, coloquei a ponta na entrada do cu dela, e foi quando ela disse: "devagar, piranha, que meu cuzinho é virgem, trata ele bem." quando ela falou isso, minha cabeça explodiu. respondi: "não se preocupa, puta, de hoje em diante você vai dar o cu quantas vezes quiser, você vai amar.
Acomodei bem a glande na entrada do cu dela, cuspi um pouco de baba e comecei a empurrar devagar. Aquele cu tava apertadíssimo, não queria entrar. Falei: "Relaxa, não vai doer se você ficar relaxada", e comecei a empurrar lentamente. Só ouvia ela gemendo "hummm!!, hummm!!" e abrindo a boca, dizendo "aaahh ahhh!!, huuff hhuuff!!"
"Que pica enorme você tem, putinha, vai rasgar meu cu. Vai, dá na sua puta pelo bum, huuff! Assim, assim, devagar."
Tava entrando aos poucos, parava de empurrar pra não doer e pra aquele cuzinho comer minha cabeça. Ele começou a dilatar e apertar minha meia-cabeça que já tava dentro, enquanto ela continuava com as mãos separando as próprias nádegas.

Consegui enfiar a glande inteira, e ela soltou um gritinho "ahhh que gostoso, tá doendo!! ahhh que gostoso, deixa aí, ahh pipito, que cabeçuda você tem". Eu também soltei um grito de vitória, GRRRR...!! Ela apertou a argola dela na minha circuncisão, uff, era incrível, fazia tempo que não arrebentava um aninho virgem, não lembrava como aquele buraquinho da glória era apertado. Ela só virava por cima do ombro pra ver minha cara de prazer, soltou as nádegas e na hora aqueles dois glúteos abraçaram meu falo e ela começou a fazer Twerk, ufff! Era puro prazer, ela sem parar de virar e quicando aquelas bundonas no meu púbis, gritava "aah ah ah ah!!" "Deus santo, que pau você tem, Deus uhhh sim, sim! Assim, buceta, arrebenta meu cuzinho". Comecei a empurrar devagar, enfiando mais e mais meu pau, até que falei "deixa eu ver onde vai". Ela parou o movimento e separou as nádegas de novo, já tinha mais da metade do meu pau dentro. Foi quando tentei tirar pra meter de novo, mas ela disse "não, não! Não tira, quero ele todo dentro, quero que esse filho da puta veja o que perdeu", se referindo ao ex-namorado que tinha largado ela. "Arrebenta esse cu que ele tanto pedia e eu não dei, agora eu te dou de presente, é seu pra sempre, buceta!" dizia a putinha, e na hora eu tirei e enfiei tudo de uma vez, fazendo ela gritar "ahhh ahhhh!! Me come, sim, me come assim!! Tudo dentro, tudo uhhh fundo, arrebenta, esse cu é seu uhhh" dizia enquanto eu furando forte o cu dela sem soltar a cintura. Fiquei assim metendo na bunda até encher ela de porra. Deixei cair nas costas suadinha dela sem tirar o pau e comecei a massagear os peitos dela, quando de repente percebemos que um novo pau aparecia pelo buraco do banheiro. Minha amiga, cansada e derrotada, viu e mudou de cara como se algo tivesse tomado conta dela. Quase me empurrou e se levantou, indo na direção daquele pau e começou a bater uma pra ele. Ela tava toda uma puta...
Me levantei, subi minhas calças e saí daquele cubículo do banheiro, não sem antes dar uma olhada nela, que já estava sendo penetrada por aquela pica que saía do cubículo ao lado. Essa foi a última imagem que lembro daquela ocasião.
O resto não importa.

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