Tava saindo de viagem pra praia, decidi passar um fim de semana longe de toda a cidade grande. Peguei minha mochila, as chaves do carro e fui dirigindo rumo ao meu destino. Já tava no meio da cidade quando, de repente, meu celular tocou. Era uma amiga minha, chorando que nem uma louca. Não entendi nada, então parei o carro e falei com ela pra se acalmar. Perguntei o que tinha acontecido e, como conseguiu, ela me pediu pra buscá-la na casa dela, que precisava de alguém pra conversar. Puta merda, tava atrasando minha viagem, mas fazer o quê? Amigo é pra essas horas, né.
Cheguei na casa dela, bati na porta e quase na hora ela abriu e me abraçou chorando. "O que foi?" perguntei. Ela: "É que meu namorado terminou comigo". Puta merda, pensei. Foi pra isso que ela me chamou? Só porque o namorado largou ela? Que saco. Bom, já que tô aqui, não tenho outra escolha a não ser falar que vou viajar, dar uma acalmada nela e seguir pra praia. E foi isso, só que quando eu disse que ia viajar, ela falou: "Posso ir com você? Por favor, por favor!!" quase implorando pra levar ela. Aí eu topei, e ela disse: "Só deixa eu pegar umas roupas e a gente vai". Depois de uns minutos, ela saiu de novo, e eu não tinha reparado como ela tava vestida. Vou descrever pra você.
Ela é branca, de altura média, corpo voluptuoso, rosto bonito, com tatuagens nos pulsos. Tem uma juba com mechas prateadas e naquele dia usava óculos azuis translúcidos estilo aviador, que faziam seus lábios carnudos cor-de-rosa se destacarem. Vestia uma blusa azul-marinho leve e um pouco folgada, ou pelo menos parecia, porque os peitões dela levantavam a blusa, deixando o umbigo à mostra. Uma calça branca justa no quadril, revelando um par de pernas torneadas de matar e, na frente, um Y bem marcado, muito yummy. Mas a melhor parte era a traseira: uma bunda ufff, de infarto, redonda, yummy, sustentada por aquela calça branca deliciosa. Quase morri quando abri a porta do carro pra ela entrar e fiquei olhando praquele rabão, e ela, pelo vidro, me viu e só me deu um sorriso.
No carro, tudo ia bem. A gente conversou sobre tudo, menos sobre o que tinha acontecido com o ex dela, isso pra ela se distrair e pensar em outras coisas. De repente, ela me pergunta: "cê gosta de mim? Acha que sou bonita?" Como um verdadeiro cavalheiro, eu disse que sim, que ela era linda e que, sobre gostar dela, bom, quem não ia gostar de uma mina sexy e gostosa? Eu falava isso enquanto ela trocava de música, sem nem olhar pra mim. A segunda pergunta que ela fez me deixou gelado, ou melhor, de pau duro: "do que você gosta mais? Das minhas tetas ou da minha bunda? Ou melhor, do meu rabão?" Ela perguntou, rindo safadamente. Eu não sabia se respondia friamente ou se amenizava as perguntas. Aí, sem pensar, respondi: "da sua raba" e fiquei calado, porque tava pensando com o pau e não com a cabeça. Fiquei com vergonha e não falei nada. O silêncio era enorme, mas rapidinho ela respondeu: "mas também tenho umas tetas lindas, quer ver?" Ela perguntou quase na mesma hora e, sem perder tempo, levantou a blusa e mostrou umas tetas enormes, seguras por um sutiã preto de renda, bem sexy. "E o que eu gosto muito é que tenho as auréolas e o bico rosinha, olha!" Imediatamente, ela deixou as tetonas à mostra. "Verdade que são bonitas?" Ela dizia enquanto eu tentava não perder o controle do carro, porque já estávamos na estrada. Eu olhava e eram umas tetas muito gostosas. De repente, um caminhão de carga de material encostou do nosso lado, com três caras na cabine. O que tava com a cabeça pra fora da janela apreciou de boa aquele par de tetonas de fora, comentando com os colegas o que tava vendo no carro do lado. O segundo se espichou e só fez uma cara de cachorro ao ver aqueles melões enormes. Minha amiga pegou minha mão e colocou nas tetas dela, dizendo: "amassa elas pra esses caras verem o que eles não podem tocar." Minha amiga tava uma puta, não sei o que tinha dado nela depois que entrou no carro. Eu soltei as tetas porque a gente tava numa curva e só consegui ver de relance ela chupando o dedo anelar e levando o resto de saliva. no peitinho dela e ficava acariciando em círculos, os caras tavam pedindo pra ela abaixar o vidro do carro, provavelmente pra encher o saco da minha amiga. não tive outra escolha a não ser acelerar e vazar, mas antes disso minha amiga mandou um beijo soprado pra eles, levantando as tetas pra deixar esses caras com uma boa lembrança daquele par de peitões enormes.
Mais adiante, paramos num posto pra abastecer e pra ela ir no banheiro e comprar umas coisas pra estrada. Descemos do carro e ela tava toda sorridente, se acabando de rir do que tinha rolado antes. Entramos no Oxxo, compramos o que precisávamos e perguntamos se o banheiro tava funcionando. Disseram que não, que tava fora de serviço. Ela soltou um suspiro e falou: "Vou no do posto, te vejo no carro!" Eu respondi que sim, que a gente se via lá, e ela saiu um pouco antes de mim. Quando saí, percebi que aqueles caminhoneiros que tinham visto os peitos dela estavam chegando. Eles tavam devorando ela com os olhos e falando um monte de besteira: "Mamacita, tu é muito gostosa, que rabão hein, nesse par de peitos eu me criei, que nalgota tu tem, loirinha, chupa minha pica, vou com você, com essa bunda quero morrer fedendo a peido" e por aí vai. Quando eu saí, os caras ficaram mudos e não entraram no Oxxo, só ficaram olhando o rebolado daquele rabão gigante, balançando de um lado pro outro. Era hipnótico aquele andar, minha amiga mexia mais a bunda, como se tivesse dando de presente pra eles. Ela parou, virou pra mim, pediu minha mão e disse: "Deixei eles bem loucos, né?" Eu só respondi: "Pois é, não é à toa, tu é muito gostosa e com essa roupa tá parecendo uma delícia." Minha amiga só sorriu e me pediu pra acompanhar ela no banheiro. Era daqueles banheiros de posto que você bota moeda pra entrar. Qual não foi nossa surpresa que só tinha banheiro masculino, nenhum feminino. Coloquei a moeda, abri a porta e falei: "Então, é só de homem. Quer ir ou segura?" Ela respondeu meio assustada: "Não, quero sim, mas me acompanha porque tenho medo deles entrarem.
Era um banheiro com mictório, igual todo mundo conhece, e tinha três cabines com vaso. As duas primeiras estavam imundas, sujas pra caralho, e a última era pra pessoas com deficiência (cadeirante), que era o dobro do tamanho das outras. Tinha um lavabo todo quebrado, mas, mesmo assim, era o mais limpo. A porta fechou sozinha, e eu decidi esperar por ela quando, de repente, entraram mais dois caras. Ela abriu a porta do banheiro, sentada, e só fez um sinal com a mão pra eu entrar. Entrei, fechei a porta e tossi um pouco pra eles saberem que a cabine tava ocupada. Pelas vozes, percebi que eram os dois caras pra quem ela tinha mostrado os peitos minutos antes. Um deles ficou no mictório, e o outro foi pra primeira cabine, dizendo: "Caralho, tá tudo cagado aqui". O outro só riu e respondeu: "Cagado eu quero que a puta que mostrou os peitos pra gente há pouco deixe o meu pau, aquela que tava no supermercado!" — falando da minha amiga. O outro entrou na cabine do meio e disse: "É, quero que ela me dê um boquete foda e um espanhol com essas tetonas enormes que a mina tem". Os dois riram. Minha amiga, sentada, sem dizer uma palavra, pegou minha mão e colocou no peito dela pra eu sentir o quanto ela tava assustada, e sussurrou bem baixinho: "Como é que a gente vai sair daqui?
Minha amiga se levanta, coloca as calcinhas fio-dental dela, umas pretinhas muito lindas que deixavam ver uma bucetinha gostosa na parte da frente. Ela sobe a calça, vira e comete o erro de dar descarga no vaso. Escuto a descarga e, quando ela vira, roça no meu pau, que já tava meio duro por causa da situação de vê-la sentada ali, assustada e ao mesmo tempo excitada. Quando roça no meu pau e ainda de costas, ela vira pra mim, sorri e fala baixinho: "Tá durão, né?" Tudo isso sussurrando. Eu só confirmo com a cabeça. Ela abaixa a tampa do vaso, senta de novo, o rosto dela fica na altura do zíper da minha calça. Eu abaixo, ela enfia a mão na minha calça, procura meu pau e, como consegue, tira ele pra fora. Nessa altura, eu já tava bem duro. Ela começa a esfregar meu pau devagar e a dar beijinhos na cabecinha, muito gostoso. Ficou assim uns minutos enquanto o cara do lado dá descarga no vaso dele e a gente escuta ele fechar a porta do banheiro, a água da pia, e os dois saem falando: "Tomara que a gente veja aquela puta de novo pra dar um tapão naquele rabão dela", rindo os dois. Escuto fecharem a porta e irem embora. Enquanto isso, minha amiga, já virada numa putona, fala: "Agora vou chupar esse pedaço de carne todinho até seus olhos virarem." E começa a chupar meu pau com força, enfiava tudo e tirava, lambendo o tronco inteiro até minhas bolas e me masturbando devagar. Ela pergunta: "Quer ver meus peitos? Hmm, quer ver minhas tetonas?" E vai tirando a blusa, abaixando o sutiã e deixando os peitos de fora. "Huumm, que pau gostoso você tem, hmm, vou comer ele todinho." Chupando sem parar meu pau grosso e veiudo, ela pegava e colocava a cabecinha nos mamilos dela, fazendo movimentos circulares, passando aqueles mamilos duros na minha cabeça. "Cê gosta? Cê gosta dessas tetonas grandonas? Hmm, quer um peitinho como eles falaram?" Se referindo aos caras. Eu só fico paralisado, vendo e sentindo o show que minha amiguinha tava me dando.
Se ouve a porta se abrindo, alguém bate no cubículo onde a gente tá e eu respondo "ocupado" com a voz meio cortada por causa da puta broxa que a minha amiga tava me dando. Percebi que o cara que bateu na porta entrou no cubículo ao lado, dava pra ver as botas pretas de trabalho dele cheias de lama. Depois de uns minutos de broxa e boquete da minha amiga, eu sentado no vaso com as pernas abertas e ela esfregando meu pau, a gente notou que o tal corrimão tinha deslizado pra baixo e sobrou um buraco por onde saía uma rola semi ereta esperando ser satisfeita. Minha amiga parou o ritmo de me masturbar e ficou olhando praquela rola como se fosse um doce, com uma cara de puta, e sem largar meu pau, pegou o pênis que tava aparecendo e começou a bater uma punheta nele, devagar e suave, tanto no meu quanto no daquele sortudo.
Enquanto isso, eu amassava aquelas tetonas enormes dela, beliscando os biquinhos rosados no ritmo da punheta que aquele desconhecido tava dando nela. Com a mão direita, comecei a sentir o tecido molhado da calcinha fio-dental na bucetinha dela e friccionava os lábios em círculo, enquanto ela gemia: "Humm, que gostoso!! Humm!!" Levantei ela, sentei no vaso, e ela, por inércia, se ajoelhou e começou a me dar um boquete da cabeça até as bolas, me masturbando com a mão esquerda enquanto dizia: "Que pau gostoso você tem!! Humm, quero enfiar tudo na minha bucetinha!" E com a direita, ela esfregava o pau que saía do mictório ao lado. Ficou uns minutos assim, depois se levantou, virou de costas pra mim e foi abaixando a calça devagar, deixando cair. Em seguida, pegou as pontas da calcinha fio-dental e foi descendo lentamente, sem dobrar as pernas, rebolando a raba até deixar aquela calcinha preta cair nos tornozelos, mostrando uma bucetinha fechadinha e bem molhadinha. Ela se inclinou e perguntou: "Cê gosta da minha bucetinha? Quer me comer? Humm, eh, cê gosta do que tá vendo?" Abriu as pernas e começou a se tocar, enfiando e tirando os dedos da bucetinha uma e outra vez, enquanto pedia um pau dentro dela aos berros. Tudo isso enquanto me olhava por cima do ombro com uma cara de puta que não se aguentava, chupando o dedo indicador enquanto me encarava. Tirou o dedo da buceta, com as duas mãos tentou abrir aqueles bundão enorme e começou a enfiar o dedo no cuzinho apertado, que cada vez que ela fazia, parecia que se machucava, mas tava fervendo, queria pau de qualquer jeito. Dizia: "Quer cu? Quer arrebentar meu cu!! Humm, eh, cê quer?" Eu tava a mil, durasso pra meter até lascar aquela puta.
Ela se sentou, pegou minha pica e, como se fosse uma bruxa com sua vassoura, encaixou entre as pernas sem deixar que eu penetrasse, e deixou cair aquela bunda enorme nas minhas pernas. Ela, de lado, de frente pro pau daquele desconhecido, disse: "agora é sua vez". Pegou a pica, começou a bater uma punheta e, com um dedo, começou a espalhar na cabeça o pré-gozo que saía da pica. Depois, começou a chupar suavemente a glande daquele cara enquanto rebolava a bunda como uma ostra com limão, me dando uma esfregada da racha dela na minha pica que foi espetacular. Ela mexia os quadris pra caralho e, se inclinando pra frente pra chupar toda a pica do cara, deixava ver, entre tanta carne de cu, um pequeno furinho anal que eu não consegui resistir em cutucar com o dedo mindinho. Enquanto ela rebolava espetacularmente a bunda esfregando minha pica na racha dela e gemia de boca cheia de pica, só se ouvia "hum! hum! huuuuummmmm!!" Eu sabia que ela tava adorando o que tava rolando naquele banheiro.
Ela se levantou um pouco sem soltar a rola do estranho e, com a outra mão, colocou a cabeça da minha rola, já bem molhada pelos sucos dos dois, na entrada da bucetinha dela e foi descendo devagar no meu pau, dizendo: "Aiii sim!! Papai, aiii sim, mete elaaa, ahhh que rola você tem, ahhh que ferro grosso você tem, abre minha bucetinha, abre ela, pussy uhhh!! sim sim sim ahh sim sim assim siiim siiim pussy, que entre até os ovos ahhh!!..." Ela falava isso a cada vez que minha rola percorria a vagina dela. Subiu mais algumas vezes e relaxou tudo isso sem tirar meu dedo indicador do cuzinho apertado dela. Dava pra sentir como ela apertava o cu a cada sentada na rola, muito gostoso aquele par de bundas à minha mercê, uff... Ela continuou com a rola do estranho, dando pequenas lambidas na cabeça enquanto, com minha rola dentro, se movia de forma elíptica e selvagem, como se quisesse arrancar meu pau fora com um movimento só.
Tiro minha mão do cu dela, enfiei dois dedos e ela gemia enquanto fazia isso. "Humm, que gostoso", dizia enquanto deu mais três estocadas no meu pau, se levantando e falando "agora é a vez dele", se referindo ao estranho. Ela se virou, se inclinou, deixando aquele par de bundão no ar, encaixou a cabeça do pau na entrada da buceta dela e se jogou pra trás, soltando um gritinho: "Ahhh, ahh! Que gostoso!" Os tremendo glúteos ficaram imóveis na divisória de madeira daquele banheiro, só dava pra ver eles tremendo por causa das estocadas violentas que o estranho do outro lado tava dando. Enquanto isso, ela pegou no meu pau e me chupou deliciosamente, só se ouvia ela engasgando com meu pau inteiro dentro. Não demorou muito pra gozar aquele sortudo que não conseguia ver os tremendo glúteos vibrando por causa da trepada violenta que ele deu nela.
cheia de porra se separou da divisão e me perguntou com cara de puta "você quer buceta cheia de porra ou quer o cuzinho?" na hora eu falei pra ela me dar o cuzinho que eu queria arrebentar ele, aí ela disse "você quer arrebentar ele? quer que eu cague no seu pau?" tava uma puta mesmo, sem mais ela sentou de costas pro vaso, se inclinou abraçando a caixa d'água da privada, apoiou as tetonas nela, arqueou a coluna e levantou a bunda o máximo que pôde, deixando ver uma bucetinha escorrendo porra na tampa do vaso, mas com tanta carne da bunda dela o cu não dava pra ver, era bunda demais pra arrebentar de uma vez só. ela rebolava a bunda pra cima e pra baixo estilo twerk, como me incentivando a meter o pau, e foi o que eu fiz, coloquei o pau na fenda daquela bunda enorme que abraçava meu pau e, como se fosse uma punheta, ela mexia fazendo meu pau ficar duro igual ferro. coloquei minha mão no cóccix dela e ela parou, com as duas mãos ela separou as duas bandas da bunda e me mostrou aquele cuzinho fechado que ela mexia provocando pra eu enfiar o pau. passei saliva na cabeça do meu pau várias vezes, coloquei a ponta na entrada do cu dela e foi quando ela disse "devagar, piranha, que meu cuzinho é virgem, trata ele bem". quando ela falou isso, minha cabeça explodiu, respondi "não se preocupa, puta, de hoje em diante você vai dar o cu quantas vezes quiser, você vai adorar".
Encaixa bem a cabeça na entrada do cu dela, cuspi um pouco de saliva e começo a empurrar devagar. Aquele cu tava apertadíssimo, não queria entrar. Falei: "Relaxa, não vai doer se você ficar relaxada", e comecei a empurrar lentamente. Só ouvia ela gemendo "hummm!!, hummm!!" e abrindo a boca dizendo "aaahh ahhh!!, huuff hhuuff!!". "Que pica enorme você tem, putinha, vai rasgar minha buceta. Dá pro seu rabo, huuff! Assim, assim, devagar." Tava entrando aos poucos, parava de empurrar pra não doer e deixar aquele cuzinho chupar minha cabeça. Começou a dilatar e apertar minha meia-cabeça que já tava dentro, enquanto ela, com as mãos, continuava abrindo as próprias nádegas.
Consegui enfiar a cabeça inteira, e ela soltou um gritinho: "ahhh, que gostoso, tá doendo!! ahhh, que gostoso, deixa aí, ahh, pipito, que cabeçuda você tem!" Eu também soltei um grito de vitória, tipo GRRRR...!! Ela apertou a argola, minha circuncisão ficou bem pressionada no meu pau, uff, era incrível, fazia tempo que não arrombava um cuzinho virgem, não lembrava como aquele buraquinho da glória era apertado. Ela só virava por cima do ombro pra ver minha cara de prazer, soltou as nádegas e, na hora, aqueles dois bundões abraçaram meu pau e ela começou a fazer Twerk, ufff! Era prazer puro. Ela, sem parar de virar e quicando aquela bundona no meu púbis, gritava: "aah ah ah ah!!" "Deus santo, que pau você tem, Deus, uhhh, sim, sim! Assim, pussy, arrebenta meu cuzinho!" Comecei a empurrar devagar, enfiando mais e mais meu pau. De repente, falei: "Deixa eu ver onde vai." Ela parou o movimento e separou as nádegas de novo, e eu já tinha mais da metade do meu pau dentro. Foi quando tentei tirar pra meter de novo, mas ela disse: "Não, não! Não tira, quero ele todo dentro, quero que esse filho da puta veja o que perdeu!" Se referindo ao ex-namorado que tinha largado ela. "Arrebenta esse cu que ele tanto pedia e eu não dei, agora eu te dou de presente, é seu pra sempre, pussy!" Dizia a putinha. Na hora, eu tirei e enfiei tudo de uma vez, fazendo ela gritar: "ahhh ahhhh!! Me come, assim, me come!! Tudo dentro, tudo, uhhh, fundo, arrebenta, esse cu é seu, uhhh!" Dizia ela enquanto eu furava forte o cu dela sem soltar a cintura. Fiquei assim, metendo na bunda dela até encher de porra. Deixei cair nas costas suadinhas dela sem tirar o pau e comecei a massagear os peitos dela. Quando, de repente, percebemos que um novo pau aparecia pelo buraco do banheiro ao lado. Minha amiga, cansada e derrotada, viu aquilo e mudou de cara, como se algo tivesse tomado conta dela. Quase me derrubou, se levantou, foi na direção daquele pau e começou a bater uma pra ele. tava feita uma puta...
Me levantei, subi minhas calças e saí daquele cubículo do banheiro, mas não sem antes dar uma olhada nela, que já estava sendo penetrada por aquela pica que saía do cubículo ao lado. Essa foi a última imagem que lembro daquela ocasião.
O resto não importa—
Cheguei na casa dela, bati na porta e quase na hora ela abriu e me abraçou chorando. "O que foi?" perguntei. Ela: "É que meu namorado terminou comigo". Puta merda, pensei. Foi pra isso que ela me chamou? Só porque o namorado largou ela? Que saco. Bom, já que tô aqui, não tenho outra escolha a não ser falar que vou viajar, dar uma acalmada nela e seguir pra praia. E foi isso, só que quando eu disse que ia viajar, ela falou: "Posso ir com você? Por favor, por favor!!" quase implorando pra levar ela. Aí eu topei, e ela disse: "Só deixa eu pegar umas roupas e a gente vai". Depois de uns minutos, ela saiu de novo, e eu não tinha reparado como ela tava vestida. Vou descrever pra você.
Ela é branca, de altura média, corpo voluptuoso, rosto bonito, com tatuagens nos pulsos. Tem uma juba com mechas prateadas e naquele dia usava óculos azuis translúcidos estilo aviador, que faziam seus lábios carnudos cor-de-rosa se destacarem. Vestia uma blusa azul-marinho leve e um pouco folgada, ou pelo menos parecia, porque os peitões dela levantavam a blusa, deixando o umbigo à mostra. Uma calça branca justa no quadril, revelando um par de pernas torneadas de matar e, na frente, um Y bem marcado, muito yummy. Mas a melhor parte era a traseira: uma bunda ufff, de infarto, redonda, yummy, sustentada por aquela calça branca deliciosa. Quase morri quando abri a porta do carro pra ela entrar e fiquei olhando praquele rabão, e ela, pelo vidro, me viu e só me deu um sorriso.
No carro, tudo ia bem. A gente conversou sobre tudo, menos sobre o que tinha acontecido com o ex dela, isso pra ela se distrair e pensar em outras coisas. De repente, ela me pergunta: "cê gosta de mim? Acha que sou bonita?" Como um verdadeiro cavalheiro, eu disse que sim, que ela era linda e que, sobre gostar dela, bom, quem não ia gostar de uma mina sexy e gostosa? Eu falava isso enquanto ela trocava de música, sem nem olhar pra mim. A segunda pergunta que ela fez me deixou gelado, ou melhor, de pau duro: "do que você gosta mais? Das minhas tetas ou da minha bunda? Ou melhor, do meu rabão?" Ela perguntou, rindo safadamente. Eu não sabia se respondia friamente ou se amenizava as perguntas. Aí, sem pensar, respondi: "da sua raba" e fiquei calado, porque tava pensando com o pau e não com a cabeça. Fiquei com vergonha e não falei nada. O silêncio era enorme, mas rapidinho ela respondeu: "mas também tenho umas tetas lindas, quer ver?" Ela perguntou quase na mesma hora e, sem perder tempo, levantou a blusa e mostrou umas tetas enormes, seguras por um sutiã preto de renda, bem sexy. "E o que eu gosto muito é que tenho as auréolas e o bico rosinha, olha!" Imediatamente, ela deixou as tetonas à mostra. "Verdade que são bonitas?" Ela dizia enquanto eu tentava não perder o controle do carro, porque já estávamos na estrada. Eu olhava e eram umas tetas muito gostosas. De repente, um caminhão de carga de material encostou do nosso lado, com três caras na cabine. O que tava com a cabeça pra fora da janela apreciou de boa aquele par de tetonas de fora, comentando com os colegas o que tava vendo no carro do lado. O segundo se espichou e só fez uma cara de cachorro ao ver aqueles melões enormes. Minha amiga pegou minha mão e colocou nas tetas dela, dizendo: "amassa elas pra esses caras verem o que eles não podem tocar." Minha amiga tava uma puta, não sei o que tinha dado nela depois que entrou no carro. Eu soltei as tetas porque a gente tava numa curva e só consegui ver de relance ela chupando o dedo anelar e levando o resto de saliva. no peitinho dela e ficava acariciando em círculos, os caras tavam pedindo pra ela abaixar o vidro do carro, provavelmente pra encher o saco da minha amiga. não tive outra escolha a não ser acelerar e vazar, mas antes disso minha amiga mandou um beijo soprado pra eles, levantando as tetas pra deixar esses caras com uma boa lembrança daquele par de peitões enormes.
Mais adiante, paramos num posto pra abastecer e pra ela ir no banheiro e comprar umas coisas pra estrada. Descemos do carro e ela tava toda sorridente, se acabando de rir do que tinha rolado antes. Entramos no Oxxo, compramos o que precisávamos e perguntamos se o banheiro tava funcionando. Disseram que não, que tava fora de serviço. Ela soltou um suspiro e falou: "Vou no do posto, te vejo no carro!" Eu respondi que sim, que a gente se via lá, e ela saiu um pouco antes de mim. Quando saí, percebi que aqueles caminhoneiros que tinham visto os peitos dela estavam chegando. Eles tavam devorando ela com os olhos e falando um monte de besteira: "Mamacita, tu é muito gostosa, que rabão hein, nesse par de peitos eu me criei, que nalgota tu tem, loirinha, chupa minha pica, vou com você, com essa bunda quero morrer fedendo a peido" e por aí vai. Quando eu saí, os caras ficaram mudos e não entraram no Oxxo, só ficaram olhando o rebolado daquele rabão gigante, balançando de um lado pro outro. Era hipnótico aquele andar, minha amiga mexia mais a bunda, como se tivesse dando de presente pra eles. Ela parou, virou pra mim, pediu minha mão e disse: "Deixei eles bem loucos, né?" Eu só respondi: "Pois é, não é à toa, tu é muito gostosa e com essa roupa tá parecendo uma delícia." Minha amiga só sorriu e me pediu pra acompanhar ela no banheiro. Era daqueles banheiros de posto que você bota moeda pra entrar. Qual não foi nossa surpresa que só tinha banheiro masculino, nenhum feminino. Coloquei a moeda, abri a porta e falei: "Então, é só de homem. Quer ir ou segura?" Ela respondeu meio assustada: "Não, quero sim, mas me acompanha porque tenho medo deles entrarem.
Era um banheiro com mictório, igual todo mundo conhece, e tinha três cabines com vaso. As duas primeiras estavam imundas, sujas pra caralho, e a última era pra pessoas com deficiência (cadeirante), que era o dobro do tamanho das outras. Tinha um lavabo todo quebrado, mas, mesmo assim, era o mais limpo. A porta fechou sozinha, e eu decidi esperar por ela quando, de repente, entraram mais dois caras. Ela abriu a porta do banheiro, sentada, e só fez um sinal com a mão pra eu entrar. Entrei, fechei a porta e tossi um pouco pra eles saberem que a cabine tava ocupada. Pelas vozes, percebi que eram os dois caras pra quem ela tinha mostrado os peitos minutos antes. Um deles ficou no mictório, e o outro foi pra primeira cabine, dizendo: "Caralho, tá tudo cagado aqui". O outro só riu e respondeu: "Cagado eu quero que a puta que mostrou os peitos pra gente há pouco deixe o meu pau, aquela que tava no supermercado!" — falando da minha amiga. O outro entrou na cabine do meio e disse: "É, quero que ela me dê um boquete foda e um espanhol com essas tetonas enormes que a mina tem". Os dois riram. Minha amiga, sentada, sem dizer uma palavra, pegou minha mão e colocou no peito dela pra eu sentir o quanto ela tava assustada, e sussurrou bem baixinho: "Como é que a gente vai sair daqui?
Minha amiga se levanta, coloca as calcinhas fio-dental dela, umas pretinhas muito lindas que deixavam ver uma bucetinha gostosa na parte da frente. Ela sobe a calça, vira e comete o erro de dar descarga no vaso. Escuto a descarga e, quando ela vira, roça no meu pau, que já tava meio duro por causa da situação de vê-la sentada ali, assustada e ao mesmo tempo excitada. Quando roça no meu pau e ainda de costas, ela vira pra mim, sorri e fala baixinho: "Tá durão, né?" Tudo isso sussurrando. Eu só confirmo com a cabeça. Ela abaixa a tampa do vaso, senta de novo, o rosto dela fica na altura do zíper da minha calça. Eu abaixo, ela enfia a mão na minha calça, procura meu pau e, como consegue, tira ele pra fora. Nessa altura, eu já tava bem duro. Ela começa a esfregar meu pau devagar e a dar beijinhos na cabecinha, muito gostoso. Ficou assim uns minutos enquanto o cara do lado dá descarga no vaso dele e a gente escuta ele fechar a porta do banheiro, a água da pia, e os dois saem falando: "Tomara que a gente veja aquela puta de novo pra dar um tapão naquele rabão dela", rindo os dois. Escuto fecharem a porta e irem embora. Enquanto isso, minha amiga, já virada numa putona, fala: "Agora vou chupar esse pedaço de carne todinho até seus olhos virarem." E começa a chupar meu pau com força, enfiava tudo e tirava, lambendo o tronco inteiro até minhas bolas e me masturbando devagar. Ela pergunta: "Quer ver meus peitos? Hmm, quer ver minhas tetonas?" E vai tirando a blusa, abaixando o sutiã e deixando os peitos de fora. "Huumm, que pau gostoso você tem, hmm, vou comer ele todinho." Chupando sem parar meu pau grosso e veiudo, ela pegava e colocava a cabecinha nos mamilos dela, fazendo movimentos circulares, passando aqueles mamilos duros na minha cabeça. "Cê gosta? Cê gosta dessas tetonas grandonas? Hmm, quer um peitinho como eles falaram?" Se referindo aos caras. Eu só fico paralisado, vendo e sentindo o show que minha amiguinha tava me dando.
Se ouve a porta se abrindo, alguém bate no cubículo onde a gente tá e eu respondo "ocupado" com a voz meio cortada por causa da puta broxa que a minha amiga tava me dando. Percebi que o cara que bateu na porta entrou no cubículo ao lado, dava pra ver as botas pretas de trabalho dele cheias de lama. Depois de uns minutos de broxa e boquete da minha amiga, eu sentado no vaso com as pernas abertas e ela esfregando meu pau, a gente notou que o tal corrimão tinha deslizado pra baixo e sobrou um buraco por onde saía uma rola semi ereta esperando ser satisfeita. Minha amiga parou o ritmo de me masturbar e ficou olhando praquela rola como se fosse um doce, com uma cara de puta, e sem largar meu pau, pegou o pênis que tava aparecendo e começou a bater uma punheta nele, devagar e suave, tanto no meu quanto no daquele sortudo.
Enquanto isso, eu amassava aquelas tetonas enormes dela, beliscando os biquinhos rosados no ritmo da punheta que aquele desconhecido tava dando nela. Com a mão direita, comecei a sentir o tecido molhado da calcinha fio-dental na bucetinha dela e friccionava os lábios em círculo, enquanto ela gemia: "Humm, que gostoso!! Humm!!" Levantei ela, sentei no vaso, e ela, por inércia, se ajoelhou e começou a me dar um boquete da cabeça até as bolas, me masturbando com a mão esquerda enquanto dizia: "Que pau gostoso você tem!! Humm, quero enfiar tudo na minha bucetinha!" E com a direita, ela esfregava o pau que saía do mictório ao lado. Ficou uns minutos assim, depois se levantou, virou de costas pra mim e foi abaixando a calça devagar, deixando cair. Em seguida, pegou as pontas da calcinha fio-dental e foi descendo lentamente, sem dobrar as pernas, rebolando a raba até deixar aquela calcinha preta cair nos tornozelos, mostrando uma bucetinha fechadinha e bem molhadinha. Ela se inclinou e perguntou: "Cê gosta da minha bucetinha? Quer me comer? Humm, eh, cê gosta do que tá vendo?" Abriu as pernas e começou a se tocar, enfiando e tirando os dedos da bucetinha uma e outra vez, enquanto pedia um pau dentro dela aos berros. Tudo isso enquanto me olhava por cima do ombro com uma cara de puta que não se aguentava, chupando o dedo indicador enquanto me encarava. Tirou o dedo da buceta, com as duas mãos tentou abrir aqueles bundão enorme e começou a enfiar o dedo no cuzinho apertado, que cada vez que ela fazia, parecia que se machucava, mas tava fervendo, queria pau de qualquer jeito. Dizia: "Quer cu? Quer arrebentar meu cu!! Humm, eh, cê quer?" Eu tava a mil, durasso pra meter até lascar aquela puta.
Ela se sentou, pegou minha pica e, como se fosse uma bruxa com sua vassoura, encaixou entre as pernas sem deixar que eu penetrasse, e deixou cair aquela bunda enorme nas minhas pernas. Ela, de lado, de frente pro pau daquele desconhecido, disse: "agora é sua vez". Pegou a pica, começou a bater uma punheta e, com um dedo, começou a espalhar na cabeça o pré-gozo que saía da pica. Depois, começou a chupar suavemente a glande daquele cara enquanto rebolava a bunda como uma ostra com limão, me dando uma esfregada da racha dela na minha pica que foi espetacular. Ela mexia os quadris pra caralho e, se inclinando pra frente pra chupar toda a pica do cara, deixava ver, entre tanta carne de cu, um pequeno furinho anal que eu não consegui resistir em cutucar com o dedo mindinho. Enquanto ela rebolava espetacularmente a bunda esfregando minha pica na racha dela e gemia de boca cheia de pica, só se ouvia "hum! hum! huuuuummmmm!!" Eu sabia que ela tava adorando o que tava rolando naquele banheiro.
Ela se levantou um pouco sem soltar a rola do estranho e, com a outra mão, colocou a cabeça da minha rola, já bem molhada pelos sucos dos dois, na entrada da bucetinha dela e foi descendo devagar no meu pau, dizendo: "Aiii sim!! Papai, aiii sim, mete elaaa, ahhh que rola você tem, ahhh que ferro grosso você tem, abre minha bucetinha, abre ela, pussy uhhh!! sim sim sim ahh sim sim assim siiim siiim pussy, que entre até os ovos ahhh!!..." Ela falava isso a cada vez que minha rola percorria a vagina dela. Subiu mais algumas vezes e relaxou tudo isso sem tirar meu dedo indicador do cuzinho apertado dela. Dava pra sentir como ela apertava o cu a cada sentada na rola, muito gostoso aquele par de bundas à minha mercê, uff... Ela continuou com a rola do estranho, dando pequenas lambidas na cabeça enquanto, com minha rola dentro, se movia de forma elíptica e selvagem, como se quisesse arrancar meu pau fora com um movimento só.
Tiro minha mão do cu dela, enfiei dois dedos e ela gemia enquanto fazia isso. "Humm, que gostoso", dizia enquanto deu mais três estocadas no meu pau, se levantando e falando "agora é a vez dele", se referindo ao estranho. Ela se virou, se inclinou, deixando aquele par de bundão no ar, encaixou a cabeça do pau na entrada da buceta dela e se jogou pra trás, soltando um gritinho: "Ahhh, ahh! Que gostoso!" Os tremendo glúteos ficaram imóveis na divisória de madeira daquele banheiro, só dava pra ver eles tremendo por causa das estocadas violentas que o estranho do outro lado tava dando. Enquanto isso, ela pegou no meu pau e me chupou deliciosamente, só se ouvia ela engasgando com meu pau inteiro dentro. Não demorou muito pra gozar aquele sortudo que não conseguia ver os tremendo glúteos vibrando por causa da trepada violenta que ele deu nela.
cheia de porra se separou da divisão e me perguntou com cara de puta "você quer buceta cheia de porra ou quer o cuzinho?" na hora eu falei pra ela me dar o cuzinho que eu queria arrebentar ele, aí ela disse "você quer arrebentar ele? quer que eu cague no seu pau?" tava uma puta mesmo, sem mais ela sentou de costas pro vaso, se inclinou abraçando a caixa d'água da privada, apoiou as tetonas nela, arqueou a coluna e levantou a bunda o máximo que pôde, deixando ver uma bucetinha escorrendo porra na tampa do vaso, mas com tanta carne da bunda dela o cu não dava pra ver, era bunda demais pra arrebentar de uma vez só. ela rebolava a bunda pra cima e pra baixo estilo twerk, como me incentivando a meter o pau, e foi o que eu fiz, coloquei o pau na fenda daquela bunda enorme que abraçava meu pau e, como se fosse uma punheta, ela mexia fazendo meu pau ficar duro igual ferro. coloquei minha mão no cóccix dela e ela parou, com as duas mãos ela separou as duas bandas da bunda e me mostrou aquele cuzinho fechado que ela mexia provocando pra eu enfiar o pau. passei saliva na cabeça do meu pau várias vezes, coloquei a ponta na entrada do cu dela e foi quando ela disse "devagar, piranha, que meu cuzinho é virgem, trata ele bem". quando ela falou isso, minha cabeça explodiu, respondi "não se preocupa, puta, de hoje em diante você vai dar o cu quantas vezes quiser, você vai adorar".
Encaixa bem a cabeça na entrada do cu dela, cuspi um pouco de saliva e começo a empurrar devagar. Aquele cu tava apertadíssimo, não queria entrar. Falei: "Relaxa, não vai doer se você ficar relaxada", e comecei a empurrar lentamente. Só ouvia ela gemendo "hummm!!, hummm!!" e abrindo a boca dizendo "aaahh ahhh!!, huuff hhuuff!!". "Que pica enorme você tem, putinha, vai rasgar minha buceta. Dá pro seu rabo, huuff! Assim, assim, devagar." Tava entrando aos poucos, parava de empurrar pra não doer e deixar aquele cuzinho chupar minha cabeça. Começou a dilatar e apertar minha meia-cabeça que já tava dentro, enquanto ela, com as mãos, continuava abrindo as próprias nádegas.
Consegui enfiar a cabeça inteira, e ela soltou um gritinho: "ahhh, que gostoso, tá doendo!! ahhh, que gostoso, deixa aí, ahh, pipito, que cabeçuda você tem!" Eu também soltei um grito de vitória, tipo GRRRR...!! Ela apertou a argola, minha circuncisão ficou bem pressionada no meu pau, uff, era incrível, fazia tempo que não arrombava um cuzinho virgem, não lembrava como aquele buraquinho da glória era apertado. Ela só virava por cima do ombro pra ver minha cara de prazer, soltou as nádegas e, na hora, aqueles dois bundões abraçaram meu pau e ela começou a fazer Twerk, ufff! Era prazer puro. Ela, sem parar de virar e quicando aquela bundona no meu púbis, gritava: "aah ah ah ah!!" "Deus santo, que pau você tem, Deus, uhhh, sim, sim! Assim, pussy, arrebenta meu cuzinho!" Comecei a empurrar devagar, enfiando mais e mais meu pau. De repente, falei: "Deixa eu ver onde vai." Ela parou o movimento e separou as nádegas de novo, e eu já tinha mais da metade do meu pau dentro. Foi quando tentei tirar pra meter de novo, mas ela disse: "Não, não! Não tira, quero ele todo dentro, quero que esse filho da puta veja o que perdeu!" Se referindo ao ex-namorado que tinha largado ela. "Arrebenta esse cu que ele tanto pedia e eu não dei, agora eu te dou de presente, é seu pra sempre, pussy!" Dizia a putinha. Na hora, eu tirei e enfiei tudo de uma vez, fazendo ela gritar: "ahhh ahhhh!! Me come, assim, me come!! Tudo dentro, tudo, uhhh, fundo, arrebenta, esse cu é seu, uhhh!" Dizia ela enquanto eu furava forte o cu dela sem soltar a cintura. Fiquei assim, metendo na bunda dela até encher de porra. Deixei cair nas costas suadinhas dela sem tirar o pau e comecei a massagear os peitos dela. Quando, de repente, percebemos que um novo pau aparecia pelo buraco do banheiro ao lado. Minha amiga, cansada e derrotada, viu aquilo e mudou de cara, como se algo tivesse tomado conta dela. Quase me derrubou, se levantou, foi na direção daquele pau e começou a bater uma pra ele. tava feita uma puta...
Me levantei, subi minhas calças e saí daquele cubículo do banheiro, mas não sem antes dar uma olhada nela, que já estava sendo penetrada por aquela pica que saía do cubículo ao lado. Essa foi a última imagem que lembro daquela ocasião.
O resto não importa—
2 comentários - Gloryhole - Viagem Extraordinária
Saquen segunda parte