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Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Meus primos me ameaçaram de me cortar o papo se eu demorasse mais pra postar o próximo capítulo. Sim, eu sei que eles também tão de olho pra ver se eu atualizo, então aqui vou eu contar o que rolou no dia seguinte.
De algum jeito, eu consegui dormir junto com a Rocío. A gente tinha terminado exausto daquela sessão de sexo na noite anterior, mas quando acordamos, sem precisar falar nada, os dois tínhamos o mesmo pensamento na cabeça: como será que a Yolanda e o Enrique acordaram? Eles eram irmãos, e, bom, naquela noite, de alguma forma, tinham acabado na mesma cama, fodendo como se não houvesse amanhã.
E, de fato, de manhã na mesa do café, dava pra cortar a tensão com uma faca. Rocío e eu estávamos de boa, claro, mas nossos primos... bom, nem conseguiam se olhar na cara. Quando as mãos deles se encontraram pra pegar a manteiga, os dois puxaram de volta, como se tivessem medo de se queimar. Pra mim, parecia ridículo, mas não tava sacando como falar isso sem que eles quisessem me matar.
Mas a Rocío, que sempre foi (e ainda é) mais ousada que eu, sugeriu que eu fosse pra praia com o Enrique, que ela precisava conversar numa boa com a Yolanda. Ele topou, mas em vez de ir pra areia, a gente caminhou pela cidade. Não falamos nada por um bom tempo, até que meu primo explodiu:
"Tô maluco... sou um doente, e a culpa é de vocês..."
"Nossa?"
"Da Rocío e sua. Se vocês tivessem bebido mais cerveja, a Yolanda e eu não teríamos bebido tanto... e aí não teríamos ido pra cama e agora não estaríamos assim... sou um monstro."
"Se você não tivesse afim, a cerveja também não teria feito vocês irem pra cama", lembrei. Ele me lançou um olhar de matar. "Mas, vamos lá... onde é que tá o problema?"
Eu me surpreendi falando aquilo, mas era verdade. Talvez porque ver eles tinha me excitado, ou depois de ter transado com a Yolanda e a Rocío, o que eles fizeram sendo irmãos Também não achei que fosse tudo isso.
"Em que ela é minha irmã, obviamente"
"Tá, e minha prima. E isso não te incomodou quando eu transei com ela"
"Não é a mesma coisa".
"Então você tem um problema. Acho que se você realmente ama sua irmãzinha, precisa conversar com calma com ela e agir como se nada tivesse acontecido".
"Mas…"
Acho que foi a primeira vez na vida que vi meu primo destruído pela vergonha. Ele estava vermelho, e o pior, triste. Ia chorar. Fiquei alarmado.
"É que eu curti muito… não é à toa que você repetiu com a Yoli. Sou um porco, não deveria gostar, e mesmo assim, olha pra mim. Não consigo superar. Preciso que ela me odeie, que me xingue, que me humilhe".
"Cara, cara, para. Por acaso você já falou com ela? Sabe como ela se sente?"
"Claro que sim. Humilhada, envergonhada, enojada de ter um irmão monstro tarado como eu…"
"Isso é tudo na sua cabeça. Mas você não falou com ela. Então, por favor…"
O Enrique demorou um pouco pra se acalmar. Mas consegui que ele me ouvisse, e quando se recompôs, voltamos pra casa. Entramos, e lá estavam elas. As duas deusas que tenho como primas, tranquilas no sofá conversando.
Quando as viu, o Enroque perdeu a compostura de novo. Ele se jogou aos pés da irmã e começou a implorar perdão.
"Me desculpa… me desculpa, Yoli, não devia ter feito isso… por favor, não quero que você me odeie… mesmo eu sendo o pior…"
Ele não conseguiu terminar a frase sem que a Yolanda deslizasse do sofá e acabasse no chão, abraçando o irmão.
"Não tem nada pra perdoar… Aconteceu, simplesmente, mas não tem problema".
Mesmo que não tivesse problema, os dois tiveram que chorar. A Rocío sugeriu que eu fosse com ela pra piscina pra deixá-los sozinhos um pouco. Entrei na piscina, e minha prima me seguiu. Nadou atrás de mim e senti ela puxar minha sunga pra baixo. Mergulhou entre minhas pernas e ficou na minha frente.
"Você fez bem em falar com o Enrique", ela disse. "A Yoli também achava que tinha agido errado e tudo mais". Por sorte, consegui convencê-la a não sofrer pelo que fez. Aqui, a parada dos laços familiares já não é desculpa pra não transar.
"Então quer dizer que vão fazer de novo?"
"Não, acho que não. Só vão normalizar o que aconteceu pra não afetar ninguém. E hoje à noite ela pediu pra dormir com você de novo."
"Bom, e... você tá de boa com isso?"
"Sim, sabe que não me importo de dividir você com ela. Bom, e com quem mais for."
"Não quero que você se machuque."
Senti a boca dela pressionando a minha. Ela se grudou em mim, e meu pau foi crescendo, deslizando pela buceta coberta da minha prima. Perigosamente, entrou por baixo do tecido do biquíni dela, e pude sentir na minha cabecinha a parte macia dela.
"Na verdade, eu quero que você me machuque... de outro jeito."
Ela agarrou meu pau, e fui imaginando o que ela queria dizer. Senti de novo nos meus lábios o beijo apaixonado dela. Com certeza ela tinha que me amar. Começava a acreditar nisso. E admito pra vocês, eu sentia algo diferente em mim. Tava começando a sentir coisas, e se não tivesse tanto sangue na pica naquele momento, teria refletido.
Mas tudo que existia naquele momento era Rocío deixando cair a parte de cima do biquíni, e enfiando minha ereção entre os peitos dela. Ela começou a massagear minha pica, e que gostoso que era. Principalmente pela proximidade da minha cabecinha da boca dela... e ela também tinha percebido, e deixou um pouco de saliva cair no meu pau pra lubrificar.
"Tá gostoso, primo? Cê gosta de ter o pau entre meus peitinhos?"
"Muito. É muito excitante", respondi.
"Então espero que você goste mais disso... se o Enrique vier, me avisa pra parar. E se a Yoli vier, que morra de inveja."
Ela soltou meu pau por uns momentos, só pra prender ele com a boca. Chupou e lambeu com vontade. O mais excitante foi sentir como ela sugava. Minha prima era uma expert em sexo oral, sem dúvida. Tava com tesão e tava me mostrando ali, no meio do jardim. Se alguém tivesse Espiando por cima da cerca, ele teria ficado de boca aberta.
"Rocío, vou gozar... vou gozar..."
Avisei por costume, mas minha prima não parou quando eu gozei. Engoliu cada gota que jorrou do meu pau, rapidinho, porque minha carga foi bem generosa (e isso que na noite anterior a gente tinha transado pra caralho). Ela limpou uma gota do canto dos lábios e sorriu pra mim.
"Valeu por avisar."
"E mesmo assim você..."
"Bom, se eu tô preparada, não fico puta." Na hora, não sabia que ela tava mentindo. "Quer fazer mais um pouco?"
Podia ter aparecido a polícia, já que a gente trocou de lugar. Ela sentou na borda e me ofereceu a bunda deliciosa dela pra eu me divertir. Mas não caí na tentação fácil, e em vez de meter, quando tirei a calcinha fio dental do biquíni, comecei a lamber a bocetinha rosada dela. Um sabor realmente gostoso. Os gemidos dela encheram o ar. Ela gritava como se fosse uma atriz pornô.
Os gemidos dela me excitaram pra caralho. Parei um pouco o trabalho da língua e soltei um bom jato de cuspe no cu dela. Voltei a me dedicar à bocetinha dela, enquanto meus dedos começavam a dilatar o rabo dela. Porque da posição dela, ia ser o próximo passo.
Ela me avisou que ia gozar, e eu não parei. O que fiz foi começar a me masturbar, pra garantir que ia estar pronto na hora que ela terminasse. Um gemido muito mais agudo e a tensão no corpo dela anunciaram o clímax.
"Não se segura... continua", ela implorou.
Aí meti no cu dela com vontade. Talvez tenha sido meio bruto, mas a Rocío não ligou. Não queria que eu parasse, e comecei a foder a bunda dela. Tão apertada... E, modéstia à parte, tão bem lubrificada graças a mim. Rocío continuava gemendo, e tava dando um verdadeiro show com aqueles sons tão eróticos.
"Me cala, primo... tapa minha boca..."
Fiquei com um pouco de medo de aceitar um pedido que me deixaria numa posição de poder quase total, mas mesmo assim, levei uma mão à A boca dela, e consegui abafar um pouco os barulhos dela. O pior é que minha prima brincalhona me excitou ainda mais quando decidiu lamber os dedos da mão com que eu tapava a boca dela.
"Safada", falei, e sem perceber o que tava fazendo, dei um tapa na bunda dela. Aquilo me assustou, mas Rocío soltou um gritinho de prazer. Tentando ver se ela tinha gostado mesmo, descobri um pouco a boca dela, e bati de novo. Sem dúvida, ela gemia de tesão. Então continuei metendo por trás, e de vez em quando, minha mão batia na bunda dela. Não demorei muito depois disso pra gozar, deixando o cu dela cheio do meu esperma.
"Poderia me acostumar com isso, primo", disse depois de um tempo. Eu tava sentado na borda da piscina com os pés na água, e ela apoiava a cabeça no meu pau. "Adoro transar com você. Devia ter proposto isso bem antes".
"Mesmo... se for só algo físico?", perguntei, embora as vozes na minha cabeça dissessem que era mentira.
"Se você fica me lembrando disso esperando que eu me afaste pra não me machucar, não vai conseguir assim... machucada eu já fiquei esses meses sem te falar o que realmente sinto. Agora tou me sentindo ótima".
Ela começou a beijar minhas pernas, e pensei que aquilo podia virar mais sexo. Eu teria adorado, mas consegui pensar que não queria que nossa relação fosse só na base da putaria. Amava muito a Rocío, então simplificar tanto a parada me parecia obsceno.
"Posso abusar da sua confiança pedindo outro favor?"
"Fala"
Em vez de falar, ela agiu. Subiu em cima de mim, e me beijou. Um daqueles beijos limpos, sem um pingo de luxúria. Me abraçou. Tive que fazer o mesmo. Meus lábios dançaram com os dela.
"Eu te amo..."
Por um momento fiquei tentado a responder. Mas...
"Não entendo por que vocês não podem ficar juntos e ser felizes", disse Yolanda.
Tinha aparecido sem a gente perceber, e tava sentada, nos olhando com carinho. Rocío sorriu. E se levantou… de um jeito que me deu um close maravilhoso da bucetinha dela.
“Você sabe muito bem por quê. Já podemos entrar?”
“Sim. Tá tudo certo com o Enrique.”
Ela também se levantou e se virou. Fiquei de pé e, enquanto fazia isso, percebi um detalhe.Algoesbranquiçado escorria entre as pernas da Yolanda. E não fui o único a perceber, porque a Rocío fez questão de mostrar uma total falta de discrição.
“Vocês transaram de novo?”
“Bom, não era a intenção, mas… ouvindo aalguémGemendo como se estivesse tendo vários orgasmos ao mesmo tempo, ficamos com tesão e combinamos de fazer pela segunda e última vez."
"Mas tomando precauções?", perguntei alarmado.
"Sim, fica tranquilo. Mas não gozei dentro da camisinha, e sim em cima de mim... E vejo que não me limpei direito, desculpa."
Ela entrou no banheiro pra terminar de se arrumar direito. Nem eu nem Rocío estávamos a fim de julgar. Enrique, que estava na cozinha, já tinha vestido a sunga e estava cozinhando com o avental.
"Oi, priminho", cumprimentou minha prima como se nada fosse.
"Oi, galera." Ele deixou as almôndegas na panela e olhou pra gente. "Quero agradecer vocês. Sem vocês, eu nunca teria resolvido isso com ela."
"É pra isso que servimos. Então tá tudo certo?", perguntei.
"Sim. Depois do que a gente fez, combinamos que não vai se repetir. Então vocês façam o que quiserem sem que eu saiba ou veja, e eu não vou fazer mais nada com ela."
Assenti. Era o melhor, egoísta, principalmente pra mim. Mantinha uma espécie de exclusividade sobre a Yolanda, e podia continuar com a Rocío quando ela não estivesse com ele. E se desse jeito tudo ficasse em paz, melhor.
Yolanda voltou com um biquíni bonito, e deixamos o Enrique terminando de preparar a comida. Minhas duas primas sentaram no sofá, e aproveitei pra dar uma escapada pra buscar o pão... E refletir um pouco.
O que estava acontecendo comigo? Sem dúvida, eu estava me divertindo com minhas primas, mas tinha algo errado. E não me refiro ao tabu do incesto, nem nada disso. Era que a confissão da minha prima tinha despertado meu coração.Quando ela te disse que te ama, você quase mandou um "também te amo" pra ela., me repreendi. E era verdade. Não queria que o nosso rolo se resumisse só ao sexo, mas se eu realmente começasse a sentir algo mais profundo, isso também não me agradava.Porque não é a única.E era verdade. E claro que não estava me referindo à Alicia. Mas sim à Yolanda. Minha doce priminha também estava despertando algo no meu coração. E isso sim ia ser complicado.
Quando cheguei com o pão, nos preparamos pra comer. O Enrique tinha caprichado, e consegui por um tempo me concentrar no sabor da comida… e na mão da minha prima Yolanda brincando comigo por baixo da mesa. Sinceramente, agradeci. Com aquele clima em casa, eu tava no tesão e ser estimulado um pouco aliviava minha tensão.
“Vou tirar um cochilo”, anunciou o Enrique quando terminamos de comer. “Sejam bonzinhos na minha ausência”.
Pensei que a Rocío fosse ficar, mas ela me pediu permissão pra tirar uma soneca também.
“É que você é quem mais dorme naquele quarto. Talvez não quisesse que…”
“Cê é boba? Dorme onde quiser”
Quando ela se virou pra sair, acho que disse algo como “se eu pudesse dormir onde realmente quero”, mas meu ouvido foi interrompido pela minha prima Yolanda, que subiu em cima de mim e me deu um beijo leve. Um “selinho”.
“Podemos brincar?”
“Não tá satisfeita? Essa manhã…”
“Não. Não tô. Porque o Enrique não é você”, ela disse, bem séria. “E eu me contentei com ele, mas com quem eu gosto de fazer não é com ele”.
“Yoli…”
“Vamos, priminho… A Rocío te teve duas noites e essa manhã. Não é justo”
Quando ela disse que não era justo, quis perguntar a que se referia. Mesmo assim, recusar me parecia uma idiotice. Com o gostoso que ela tava… Mas não queria ir direto ao ponto. Ela queria brincar no modo suave primeiro. Na verdade, ela desceu de cima de mim e se deitou no sofá. Tirou a roupa pra mim, e acariciou um peito enquanto com a outra mão brincava com a bucetinha dela.
“Vamos nos masturbar. Deixa eu te ver enquanto você me olha”, ela disse, piscando um olho.
Não podia recusar um pedido tão excitante… embora não soubesse quanto tempo levaria pra me jogar entre as pernas dela, porque vê-la assim tava me deixando realmente louco. Tirei a sunga, sentei na frente dela, e comecei a me masturbar pra ela. A verdade é que era muito excitante ver ela daquele jeito. Minha prima tinha uma aura inocente mesmo quando brincava com a bucetinha dela. Que imagem mais erótica.
Até hoje, vocês não sabem o quanto eu lamento que naquela época não fosse tão comum a tal da "selfie", porque hoje eu teria uma boa coleção de fotos putas das minhas primas. Mas nunca vou esquecer o corpinho delicado dela sendo submetido a muito prazer por um simples dedo.
Eu continuava me masturbando, e se continuasse assim, ia acabar gozando no corpo dela. Avisei ela, mas ela não parecia querer parar de brincar. Em vez disso, começou a me excitar ainda mais com frases putas.
"Me sinto genial quando você está por aqui… é uma delícia sentir seu pau quando ele entra em mim… tão gostoso… me faz gemer…", e ela gemeu de verdade. "Você vai aguentar muito mais?"
"Não…"
"Então vai… goza."
E foi o que eu fiz. Acelerei um pouco mais a punheta que eu tava tirando e gozei, encharcando o corpo da minha prima com meu esperma. Um verdadeiro banho que eu dei nela naquele momento, e ela só sorriu. Tirou uma camisinha de baixo do sofá e me entregou.
"Como você vê, preparei tudo pra nós esta tarde, priminho… então coloca e me dá o que é meu"
Não acreditava no quanto a Yolanda estava brincalhona, embora tivesse certeza de que era em parte por influência da Rocío. Voltei a me masturbar um pouco, mas não demorou muito pra ficar duro de novo. Coloquei a borrachinha, me aproximei dela e, sem esperar muito, meti.
Ela soltou um "mmmm" de prazer enquanto eu começava a foder ela. Coloquei as mãos na bunda dela pra me segurar bem e meti uma e outra vez, sem parar. Não lembrava como a buceta dela era apertada até aquele momento. Ela tentava segurar os gemidos, já que afinal nossos primos estavam tirando uma soneca, mas tava difícil.
"Continua assim, priminho… vou gozar logo"
Não quis confessar que eu também, e só continuei aproveitando aquele momento. Por algum impulso estranho, eu beijei ela e meus beijos não se desgrudaram dela até uns momentos antes de gozar.
“Yoli… vou gozar”
E naquele momento meu leite começou a encher a camisinha.Quero você…ele sussurrou pra mim de repente.Desculpa pela demora em publicar esse capítulo 😞E se vocês querem mais...
Sara, namorada transexual(continuando)
AutoexperimentandoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Recebi ajuda da minha amiga especial.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Trio com casal amigoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Massagem com final mais que felizDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Às ordens da minha amiga trans.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Pó com a minha ex… e a minha minaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vestido pra minha namorada (transexual)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Viciado em pica de travestiDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quarteto bixsexual (ou algo parecido)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (I)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Fim de semana com os amigos (II)Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha(continuando)
A amiga da minha filha se declarou pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A escolha da amiga da minha filhaDesculpe, não há texto em espanhol fornecido para tradução. Por favor, compartilhe o conteúdo que deseja traduzir.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu
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Capítulo 7
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Meus primos me ameaçaram de me cortar o papo se eu demorasse mais pra postar o próximo capítulo. Sim, eu sei que eles também tão de olho pra ver se eu atualizo, então aqui vou eu contar o que rolou no dia seguinte.
De algum jeito, eu consegui dormir junto com a Rocío. A gente tinha terminado exausto daquela sessão de sexo na noite anterior, mas quando acordamos, sem precisar falar nada, os dois tínhamos o mesmo pensamento na cabeça: como será que a Yolanda e o Enrique acordaram? Eles eram irmãos, e, bom, naquela noite, de alguma forma, tinham acabado na mesma cama, fodendo como se não houvesse amanhã.
E, de fato, de manhã na mesa do café, dava pra cortar a tensão com uma faca. Rocío e eu estávamos de boa, claro, mas nossos primos... bom, nem conseguiam se olhar na cara. Quando as mãos deles se encontraram pra pegar a manteiga, os dois puxaram de volta, como se tivessem medo de se queimar. Pra mim, parecia ridículo, mas não tava sacando como falar isso sem que eles quisessem me matar.
Mas a Rocío, que sempre foi (e ainda é) mais ousada que eu, sugeriu que eu fosse pra praia com o Enrique, que ela precisava conversar numa boa com a Yolanda. Ele topou, mas em vez de ir pra areia, a gente caminhou pela cidade. Não falamos nada por um bom tempo, até que meu primo explodiu:
"Tô maluco... sou um doente, e a culpa é de vocês..."
"Nossa?"
"Da Rocío e sua. Se vocês tivessem bebido mais cerveja, a Yolanda e eu não teríamos bebido tanto... e aí não teríamos ido pra cama e agora não estaríamos assim... sou um monstro."
"Se você não tivesse afim, a cerveja também não teria feito vocês irem pra cama", lembrei. Ele me lançou um olhar de matar. "Mas, vamos lá... onde é que tá o problema?"
Eu me surpreendi falando aquilo, mas era verdade. Talvez porque ver eles tinha me excitado, ou depois de ter transado com a Yolanda e a Rocío, o que eles fizeram sendo irmãos Também não achei que fosse tudo isso.
"Em que ela é minha irmã, obviamente"
"Tá, e minha prima. E isso não te incomodou quando eu transei com ela"
"Não é a mesma coisa".
"Então você tem um problema. Acho que se você realmente ama sua irmãzinha, precisa conversar com calma com ela e agir como se nada tivesse acontecido".
"Mas…"
Acho que foi a primeira vez na vida que vi meu primo destruído pela vergonha. Ele estava vermelho, e o pior, triste. Ia chorar. Fiquei alarmado.
"É que eu curti muito… não é à toa que você repetiu com a Yoli. Sou um porco, não deveria gostar, e mesmo assim, olha pra mim. Não consigo superar. Preciso que ela me odeie, que me xingue, que me humilhe".
"Cara, cara, para. Por acaso você já falou com ela? Sabe como ela se sente?"
"Claro que sim. Humilhada, envergonhada, enojada de ter um irmão monstro tarado como eu…"
"Isso é tudo na sua cabeça. Mas você não falou com ela. Então, por favor…"
O Enrique demorou um pouco pra se acalmar. Mas consegui que ele me ouvisse, e quando se recompôs, voltamos pra casa. Entramos, e lá estavam elas. As duas deusas que tenho como primas, tranquilas no sofá conversando.
Quando as viu, o Enroque perdeu a compostura de novo. Ele se jogou aos pés da irmã e começou a implorar perdão.
"Me desculpa… me desculpa, Yoli, não devia ter feito isso… por favor, não quero que você me odeie… mesmo eu sendo o pior…"
Ele não conseguiu terminar a frase sem que a Yolanda deslizasse do sofá e acabasse no chão, abraçando o irmão.
"Não tem nada pra perdoar… Aconteceu, simplesmente, mas não tem problema".
Mesmo que não tivesse problema, os dois tiveram que chorar. A Rocío sugeriu que eu fosse com ela pra piscina pra deixá-los sozinhos um pouco. Entrei na piscina, e minha prima me seguiu. Nadou atrás de mim e senti ela puxar minha sunga pra baixo. Mergulhou entre minhas pernas e ficou na minha frente.
"Você fez bem em falar com o Enrique", ela disse. "A Yoli também achava que tinha agido errado e tudo mais". Por sorte, consegui convencê-la a não sofrer pelo que fez. Aqui, a parada dos laços familiares já não é desculpa pra não transar.
"Então quer dizer que vão fazer de novo?"
"Não, acho que não. Só vão normalizar o que aconteceu pra não afetar ninguém. E hoje à noite ela pediu pra dormir com você de novo."
"Bom, e... você tá de boa com isso?"
"Sim, sabe que não me importo de dividir você com ela. Bom, e com quem mais for."
"Não quero que você se machuque."
Senti a boca dela pressionando a minha. Ela se grudou em mim, e meu pau foi crescendo, deslizando pela buceta coberta da minha prima. Perigosamente, entrou por baixo do tecido do biquíni dela, e pude sentir na minha cabecinha a parte macia dela.
"Na verdade, eu quero que você me machuque... de outro jeito."
Ela agarrou meu pau, e fui imaginando o que ela queria dizer. Senti de novo nos meus lábios o beijo apaixonado dela. Com certeza ela tinha que me amar. Começava a acreditar nisso. E admito pra vocês, eu sentia algo diferente em mim. Tava começando a sentir coisas, e se não tivesse tanto sangue na pica naquele momento, teria refletido.
Mas tudo que existia naquele momento era Rocío deixando cair a parte de cima do biquíni, e enfiando minha ereção entre os peitos dela. Ela começou a massagear minha pica, e que gostoso que era. Principalmente pela proximidade da minha cabecinha da boca dela... e ela também tinha percebido, e deixou um pouco de saliva cair no meu pau pra lubrificar.
"Tá gostoso, primo? Cê gosta de ter o pau entre meus peitinhos?"
"Muito. É muito excitante", respondi.
"Então espero que você goste mais disso... se o Enrique vier, me avisa pra parar. E se a Yoli vier, que morra de inveja."
Ela soltou meu pau por uns momentos, só pra prender ele com a boca. Chupou e lambeu com vontade. O mais excitante foi sentir como ela sugava. Minha prima era uma expert em sexo oral, sem dúvida. Tava com tesão e tava me mostrando ali, no meio do jardim. Se alguém tivesse Espiando por cima da cerca, ele teria ficado de boca aberta.
"Rocío, vou gozar... vou gozar..."
Avisei por costume, mas minha prima não parou quando eu gozei. Engoliu cada gota que jorrou do meu pau, rapidinho, porque minha carga foi bem generosa (e isso que na noite anterior a gente tinha transado pra caralho). Ela limpou uma gota do canto dos lábios e sorriu pra mim.
"Valeu por avisar."
"E mesmo assim você..."
"Bom, se eu tô preparada, não fico puta." Na hora, não sabia que ela tava mentindo. "Quer fazer mais um pouco?"
Podia ter aparecido a polícia, já que a gente trocou de lugar. Ela sentou na borda e me ofereceu a bunda deliciosa dela pra eu me divertir. Mas não caí na tentação fácil, e em vez de meter, quando tirei a calcinha fio dental do biquíni, comecei a lamber a bocetinha rosada dela. Um sabor realmente gostoso. Os gemidos dela encheram o ar. Ela gritava como se fosse uma atriz pornô.
Os gemidos dela me excitaram pra caralho. Parei um pouco o trabalho da língua e soltei um bom jato de cuspe no cu dela. Voltei a me dedicar à bocetinha dela, enquanto meus dedos começavam a dilatar o rabo dela. Porque da posição dela, ia ser o próximo passo.
Ela me avisou que ia gozar, e eu não parei. O que fiz foi começar a me masturbar, pra garantir que ia estar pronto na hora que ela terminasse. Um gemido muito mais agudo e a tensão no corpo dela anunciaram o clímax.
"Não se segura... continua", ela implorou.
Aí meti no cu dela com vontade. Talvez tenha sido meio bruto, mas a Rocío não ligou. Não queria que eu parasse, e comecei a foder a bunda dela. Tão apertada... E, modéstia à parte, tão bem lubrificada graças a mim. Rocío continuava gemendo, e tava dando um verdadeiro show com aqueles sons tão eróticos.
"Me cala, primo... tapa minha boca..."
Fiquei com um pouco de medo de aceitar um pedido que me deixaria numa posição de poder quase total, mas mesmo assim, levei uma mão à A boca dela, e consegui abafar um pouco os barulhos dela. O pior é que minha prima brincalhona me excitou ainda mais quando decidiu lamber os dedos da mão com que eu tapava a boca dela.
"Safada", falei, e sem perceber o que tava fazendo, dei um tapa na bunda dela. Aquilo me assustou, mas Rocío soltou um gritinho de prazer. Tentando ver se ela tinha gostado mesmo, descobri um pouco a boca dela, e bati de novo. Sem dúvida, ela gemia de tesão. Então continuei metendo por trás, e de vez em quando, minha mão batia na bunda dela. Não demorei muito depois disso pra gozar, deixando o cu dela cheio do meu esperma.
"Poderia me acostumar com isso, primo", disse depois de um tempo. Eu tava sentado na borda da piscina com os pés na água, e ela apoiava a cabeça no meu pau. "Adoro transar com você. Devia ter proposto isso bem antes".
"Mesmo... se for só algo físico?", perguntei, embora as vozes na minha cabeça dissessem que era mentira.
"Se você fica me lembrando disso esperando que eu me afaste pra não me machucar, não vai conseguir assim... machucada eu já fiquei esses meses sem te falar o que realmente sinto. Agora tou me sentindo ótima".
Ela começou a beijar minhas pernas, e pensei que aquilo podia virar mais sexo. Eu teria adorado, mas consegui pensar que não queria que nossa relação fosse só na base da putaria. Amava muito a Rocío, então simplificar tanto a parada me parecia obsceno.
"Posso abusar da sua confiança pedindo outro favor?"
"Fala"
Em vez de falar, ela agiu. Subiu em cima de mim, e me beijou. Um daqueles beijos limpos, sem um pingo de luxúria. Me abraçou. Tive que fazer o mesmo. Meus lábios dançaram com os dela.
"Eu te amo..."
Por um momento fiquei tentado a responder. Mas...
"Não entendo por que vocês não podem ficar juntos e ser felizes", disse Yolanda.
Tinha aparecido sem a gente perceber, e tava sentada, nos olhando com carinho. Rocío sorriu. E se levantou… de um jeito que me deu um close maravilhoso da bucetinha dela.
“Você sabe muito bem por quê. Já podemos entrar?”
“Sim. Tá tudo certo com o Enrique.”
Ela também se levantou e se virou. Fiquei de pé e, enquanto fazia isso, percebi um detalhe.Algoesbranquiçado escorria entre as pernas da Yolanda. E não fui o único a perceber, porque a Rocío fez questão de mostrar uma total falta de discrição.
“Vocês transaram de novo?”
“Bom, não era a intenção, mas… ouvindo aalguémGemendo como se estivesse tendo vários orgasmos ao mesmo tempo, ficamos com tesão e combinamos de fazer pela segunda e última vez."
"Mas tomando precauções?", perguntei alarmado.
"Sim, fica tranquilo. Mas não gozei dentro da camisinha, e sim em cima de mim... E vejo que não me limpei direito, desculpa."
Ela entrou no banheiro pra terminar de se arrumar direito. Nem eu nem Rocío estávamos a fim de julgar. Enrique, que estava na cozinha, já tinha vestido a sunga e estava cozinhando com o avental.
"Oi, priminho", cumprimentou minha prima como se nada fosse.
"Oi, galera." Ele deixou as almôndegas na panela e olhou pra gente. "Quero agradecer vocês. Sem vocês, eu nunca teria resolvido isso com ela."
"É pra isso que servimos. Então tá tudo certo?", perguntei.
"Sim. Depois do que a gente fez, combinamos que não vai se repetir. Então vocês façam o que quiserem sem que eu saiba ou veja, e eu não vou fazer mais nada com ela."
Assenti. Era o melhor, egoísta, principalmente pra mim. Mantinha uma espécie de exclusividade sobre a Yolanda, e podia continuar com a Rocío quando ela não estivesse com ele. E se desse jeito tudo ficasse em paz, melhor.
Yolanda voltou com um biquíni bonito, e deixamos o Enrique terminando de preparar a comida. Minhas duas primas sentaram no sofá, e aproveitei pra dar uma escapada pra buscar o pão... E refletir um pouco.
O que estava acontecendo comigo? Sem dúvida, eu estava me divertindo com minhas primas, mas tinha algo errado. E não me refiro ao tabu do incesto, nem nada disso. Era que a confissão da minha prima tinha despertado meu coração.Quando ela te disse que te ama, você quase mandou um "também te amo" pra ela., me repreendi. E era verdade. Não queria que o nosso rolo se resumisse só ao sexo, mas se eu realmente começasse a sentir algo mais profundo, isso também não me agradava.Porque não é a única.E era verdade. E claro que não estava me referindo à Alicia. Mas sim à Yolanda. Minha doce priminha também estava despertando algo no meu coração. E isso sim ia ser complicado.
Quando cheguei com o pão, nos preparamos pra comer. O Enrique tinha caprichado, e consegui por um tempo me concentrar no sabor da comida… e na mão da minha prima Yolanda brincando comigo por baixo da mesa. Sinceramente, agradeci. Com aquele clima em casa, eu tava no tesão e ser estimulado um pouco aliviava minha tensão.
“Vou tirar um cochilo”, anunciou o Enrique quando terminamos de comer. “Sejam bonzinhos na minha ausência”.
Pensei que a Rocío fosse ficar, mas ela me pediu permissão pra tirar uma soneca também.
“É que você é quem mais dorme naquele quarto. Talvez não quisesse que…”
“Cê é boba? Dorme onde quiser”
Quando ela se virou pra sair, acho que disse algo como “se eu pudesse dormir onde realmente quero”, mas meu ouvido foi interrompido pela minha prima Yolanda, que subiu em cima de mim e me deu um beijo leve. Um “selinho”.
“Podemos brincar?”
“Não tá satisfeita? Essa manhã…”
“Não. Não tô. Porque o Enrique não é você”, ela disse, bem séria. “E eu me contentei com ele, mas com quem eu gosto de fazer não é com ele”.
“Yoli…”
“Vamos, priminho… A Rocío te teve duas noites e essa manhã. Não é justo”
Quando ela disse que não era justo, quis perguntar a que se referia. Mesmo assim, recusar me parecia uma idiotice. Com o gostoso que ela tava… Mas não queria ir direto ao ponto. Ela queria brincar no modo suave primeiro. Na verdade, ela desceu de cima de mim e se deitou no sofá. Tirou a roupa pra mim, e acariciou um peito enquanto com a outra mão brincava com a bucetinha dela.
“Vamos nos masturbar. Deixa eu te ver enquanto você me olha”, ela disse, piscando um olho.
Não podia recusar um pedido tão excitante… embora não soubesse quanto tempo levaria pra me jogar entre as pernas dela, porque vê-la assim tava me deixando realmente louco. Tirei a sunga, sentei na frente dela, e comecei a me masturbar pra ela. A verdade é que era muito excitante ver ela daquele jeito. Minha prima tinha uma aura inocente mesmo quando brincava com a bucetinha dela. Que imagem mais erótica.
Até hoje, vocês não sabem o quanto eu lamento que naquela época não fosse tão comum a tal da "selfie", porque hoje eu teria uma boa coleção de fotos putas das minhas primas. Mas nunca vou esquecer o corpinho delicado dela sendo submetido a muito prazer por um simples dedo.
Eu continuava me masturbando, e se continuasse assim, ia acabar gozando no corpo dela. Avisei ela, mas ela não parecia querer parar de brincar. Em vez disso, começou a me excitar ainda mais com frases putas.
"Me sinto genial quando você está por aqui… é uma delícia sentir seu pau quando ele entra em mim… tão gostoso… me faz gemer…", e ela gemeu de verdade. "Você vai aguentar muito mais?"
"Não…"
"Então vai… goza."
E foi o que eu fiz. Acelerei um pouco mais a punheta que eu tava tirando e gozei, encharcando o corpo da minha prima com meu esperma. Um verdadeiro banho que eu dei nela naquele momento, e ela só sorriu. Tirou uma camisinha de baixo do sofá e me entregou.
"Como você vê, preparei tudo pra nós esta tarde, priminho… então coloca e me dá o que é meu"
Não acreditava no quanto a Yolanda estava brincalhona, embora tivesse certeza de que era em parte por influência da Rocío. Voltei a me masturbar um pouco, mas não demorou muito pra ficar duro de novo. Coloquei a borrachinha, me aproximei dela e, sem esperar muito, meti.
Ela soltou um "mmmm" de prazer enquanto eu começava a foder ela. Coloquei as mãos na bunda dela pra me segurar bem e meti uma e outra vez, sem parar. Não lembrava como a buceta dela era apertada até aquele momento. Ela tentava segurar os gemidos, já que afinal nossos primos estavam tirando uma soneca, mas tava difícil.
"Continua assim, priminho… vou gozar logo"
Não quis confessar que eu também, e só continuei aproveitando aquele momento. Por algum impulso estranho, eu beijei ela e meus beijos não se desgrudaram dela até uns momentos antes de gozar.
“Yoli… vou gozar”
E naquele momento meu leite começou a encher a camisinha.Quero você…ele sussurrou pra mim de repente.Desculpa pela demora em publicar esse capítulo 😞E se vocês querem mais...
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