Isso sim é interracial, isso sim é foda, isso sim é um macho e eu sim sou uma puta, e adoro.
Tudo começou numa dessas reuniões chatas de trabalho do meu marido, vou contar pra vocês; ele é um empresário, dono e diretor de uma empresa que vende roupas e calçados aqui em Guadalajara, México; eu, a amada e linda esposa dele, sou uma executiva de alto nível, Gerente Administrativa dessa empresa que é propriedade do meu marido.
Embora não queira ser copiona de outros relatos desse tipo, acho que vocês gostam de descrições, então vou fazer uma. Me chamo Miranda, 30 anos, formada em Administração de Empresas pela universidade mais prestigiada daqui de Guadalajara (não vou dizer qual nem meu sobrenome, por razões óbvias, não quero que algum conhecido me reconheça). Altura média, pele clara, cabelo castanho claro, olhos castanhos quase cor de mel e grandes hahaha, fazendo jus aos olhos das tapatias. E, embora não seja magra, sou bem distribuída hahaha, cintura fina, tento malhar, mas o que os homens mais gostam, acho, são meus peitos tamanho 36 D. Já me chamaram de tanta coisa, e a verdade é que adoro ouvir isso. Minha mãe me herdou um par lindo de bucetas que adoro exibir.
Bom, como eu comentei, a gente tava numa dessas reuniões de negócio do meu marido, onde todo mundo é empresário, tem negócios enormes, investimentos pesados, família estudando no exterior, todo mundo é benfeitor da sociedade e blá-blá-blá, coisas que na maioria são mentira, mas, enfim, essas reuniões são assim. Meu marido, que é muito inteligente e bom de lábia nos negócios, consegue captar capital de investimento pra empresa dele, mas eu, aff, detesto porque morro de tédio e ainda tenho que fazer cara de feliz e de que tô super se divertindo. E pra piorar, ainda tenho que aguentar os amigos do meu marido, uns velhos sem vergonha, tarados, me enchendo de cantada, elogios, e alguns até com propostas indecentes. Mas meu marido atura tudo isso porque depois consegue garantir os interesses dele no negócio. Tô cansadíssima disso.
Enfim, naquele dia, na reunião do Clube dos Industriais, já tava de saco cheio como sempre, a banda que tava animando o evento começou a tocar uma música que eu e meu marido adorávamos dos Novios. Pedi pra ele me levar pra dançar, mas ele recusou porque tava conversando sobre os índices de vendas do negócio dele com um possível investidor. Aí, puta da vida, levantei da mesa e fui andando em direção à saída do lugar, na verdade esperando que ele me alcançasse, pedisse desculpas e me levasse pra dançar. Mas grande surpresa, kkkkk, ele nem se mexeu, continuou na dele tentando convencer o possível sócio, kkkkkk, simplesmente me ignorou. Então decidi que ia vazar mesmo da reunião, pedi a caminhonete pro manobrista e fui embora do Elegante Clube dos Industriais, deixando meu marido a pé, kkkkkkk. Dirigi um pouco sem rumo, liguei o rádio e peguei uma música romântica. Era sexta à noite, umas 10:30 da noite. Enquanto seguia pela avenida, via aqueles lugares onde os jovens vão dançar, beber e tal. Via as minas de casalzinho e lembrei da época em que seu namorado te leva pra sair, abre a porta pra você, te apalpa um pouco, e já de madrugada, com uns copos a mais, passa da mão e termina num motel. Ai, que saudade daqueles tempos! Quando, de repente, me toquei: tava parada num semáforo vermelho, com a blusa meio desabotoada na frente e uma das mãos acariciando minhas pernas. A saia que eu tava usando era bem curta — meu marido adora quando uso assim, hahaha, talvez pra chamar a atenção dos sócios dele. Ai, fiquei meio taradinha com as lembranças e curti estar assim, no meio da rua. Ninguém me via, porque com a blusa aberta dava pra ver meu par de peitões grandes, só presos pelo meu sutiã azul caro. Mas aí, TOC TOC TOC, batem no meu vidro e eu pulo de susto. Um maldito vendedor de flores me oferecendo os buquês pra eu comprar. Maldito, que susto me deu! Só fiz um gesto de "não, valeu". não queria e liguei minha caminhonete de luxo.
Depois de andar um quarteirão, percebi: ahhh, aquele vendedor de flores me viu assim, com a saia quase subindo até a cintura, a blusa toda aberta e eu mordendo os lábios de tão tesuda hahahahaha, me deu uma risada. Também, ao lembrar do momento, notei que aquele homem era um cara Horrendo, feio, super super moreno, magro, baixinho, cabelo arrepiado, cabelo duro, um indígena completo, estava todo suado, não sei por quê (depois descobri), já que estava frio, talvez estivesse bêbado, não com a intenção de menosprezar essa gente, mas o cara era bem feio; saber que ele tinha me visto assim me excitou ainda mais, saber que um cara daquele tipo talvez nunca na vida pudesse ver na vida real uma mulher como eu, ummmmmm adorei a ideia de dar esse prazer a ele; pensei: total, não perco nada hehehehehe, então virei e voltei para o cruzamento, compraria um dos buquês de flores dele e, enquanto ele me atende, deixaria ele ver meus peitos só de sutiã e minhas pernas por completo.
Quando voltei, estacionei depois daquele semáforo — pra quem conhece Guadalajara, Avenida Améyummy esquina com Jesus Garcia, passando o sinal. Estacionei, fiz sinal, mas ele não me via. Enquanto observava um pouco mais, vi que era um cara feio pra caralho, tipo uns 1,50m de altura, bem magrelo, moreno retinto, cabelo arrepiado igual escova. Também percebi que nos jardins do canteiro da avenida tinha uma mulher, provavelmente a esposa dele, bem gorda pra cacete, da mesma altura, morena escura, feia, e uns 5 moleques correndo entre os carros pedindo dinheiro. Pobreza, que vida miserável. Mas isso só me deu mais vontade de dar esse gostinho pra esse índio, hahahahaha, desculpa chamar ele assim. Mais ainda, pensei: eu tava com meu casaco elegante, longo, na caminhonete. Ia receber ele assim pra comprar as flores dele. Tirei tudo — sutiã, calcinha, saia, blusa — fiquei completamente pelada, só vesti o casaco longo preto elegante, aberto na frente, e meus saltos altos. Já estando assim, buzinеi pra ele da caminhonete. Quando me viu, veio correndo oferecer as flores. Maldito cara horrível, hoje era o dia de sorte dele pra ver quase nua uma mulher alta, executiva, e do tipo de mulher que ele jamais veria ao vivo de novo. No fim das contas, o que ia me acontecer? Só ia abaixar um pouco o vidro pra fazer a compra e mostrar meus peitos, abrir um pouco as pernas e, se ele visse minha buceta, não ia dar em nada. Ele ia adorar, já que eu gosto de estar toda depilada, completinha por todos os lados, kkkkk. E foi assim, o cara se aproximou, eu abaixei um pouco o vidro e pedi umas flores, perguntei quanto custavam. Ele falava alguma coisa, mas eu não conseguia entender, por mais que ele repetisse, não captava nada. Aí me desesperei e abaixei o vidro todo, e foi quando percebi que o idiota falava num dialeto, nunca ia entender. Mas com o vidro todo aberto, quando menos esperei, o maldito índio já estava passando a mão nos meus peitos. Bom, não era passar a mão, era agarrar, esfregar, apertar com aquelas mãos ásperas e calejadas. Maldito, a cena me excitou pra caralho, então deixei ele me apalpar mais, hummmmmmm, e decidi dar um pouco mais. Abri completamente meu casaco e minhas pernas, deixando bem à mostra minha buceta toda depilada. Ufffffff, ele só me contemplou por uns segundos que pareceram uma eternidade, até que jogou todas as flores no chão e com a outra mão tentou me tocar, mas por causa da altura dele não alcançava, hahahaha. Eu perguntava: "O que você quer???" Ele falava alguma coisa, mas eu não entendia porque era no dialeto dele. Então decidi deixar ele me tocar. Mudei pro banco do passageiro e abri a porta do lado da calçada. Ele correu contornando a caminhonete, eu abri a porta pra ele e me virei, abrindo as pernas, dizendo: "Vai então, me toca, é isso que você quer, não é???
O desgraçado, sem nenhuma delicadeza, meteu a mão na minha entreperna, apalpando toda a minha buceta, enquanto com a outra continuava apertando meus peitos, uiiiiii que sensação mais gostosa, me senti uma verdadeira vagabunda nas mãos de um sujeito horrível no meio da rua. A avenida nessa hora está bem tranquila, e naquela esquina tem uma rua chamada Arista, aquele quarteirão é bem vazio e escuro, o lugar permitia; porra, já estava ali, então deixaria ele avançar um pouco mais. que eu descesse da caminhonete, kkkkkkkkkk quando fiquei de pé ao lado dele, segurando meus sapatos de salto alto, percebi que ele era bem baixinho. Tirei o casaco, que era a única coisa que eu vestia, então estava na calçada, completamente nua, só com os sapatos na mão de um Cabrão Índio horroroso. Me inclinei um pouco na direção dele e falei: "vai, me beija". Não sei se ele me entendia, porque ele não parava de falar coisas que eu nunca entendi, mas ele me beijou. Bom, colou os lábios dele nos meus, me mordia, lambia, apertava e não parava de falar as coisas dele. Mas o Cabrão era bem habilidoso, porque não parava de apalpar meus peitos e naquele momento percebi que ele já tinha dois dedos dentro da minha buceta. Maldito, me deixou tão molhadinha que ele tava enfiando os dedos fácil. Então eu pensei: "aproveita, Cabrão, porque você nunca mais vai ter isso". Não sei se ele me entendeu, mas se jogou ainda mais em cima do meu corpo, tirou a camisa toda suja e surrada, e baixou a calça. Eu vi, só por um segundo, o corpo dele todo magro, ossudo, completamente liso, moreno escuro, todo suado, mas uau, com um Super Penesotee que nunca tinha visto, comprido, acho que uns 23 cm, não muito grosso, mas com uma cabeçona tremenda que parecia deformada e umas bolas enormes, hummmmmmm. Ele se grudou completamente em mim, me apalpando por todos os lados, parecia um polvo, o desgraçado. Era muito bruto, grosseiro, agressivo; em vez de me acariciar, me apertava e machucava, mas a verdade é que eu estava encantada. Quando senti o hálito nojento dele, percebi que estava drogado, por isso agia com tanta desesperação e suava tanto. Me segurou nos braços, esfregando o corpo horrível dele no meu, me babando toda, enfiando as mãos sujas e os dedos imundos na minha buceta, maldito filho da puta. Mas já não dava mais pra parar, e além disso eu estava super com tesão com a situação. Aquele idiota (que de idiota não tinha nada) naquela noite ia fazer o que bem entendesse comigo, e eu ia deixar. O tesão que o contraste da pele escura dele com a claridade e brancura do meu corpo gerava, a diferença de altura, a diferença de modos (meus modos refinados contra a grosseria e brutalidade dele) e a diferença de status social e econômico me deixavam louca de excitação.
O filho da puta se esfregava em mim e me apalpava pra todo lado como se fosse um polvo, nem deixava eu acariciar ele ou pegar no pau dele, ele se esfregava que nem um bicho, completamente sem sossego, mas muito forte, e eu não conseguia me soltar dos braços dele. Então, do jeito que dava, comecei a me virar no meio daquelas mãos todas até ficar de costas pra ele. Aí falei: "vai, papai, assim fica mais fácil pra você, seu filho da puta, você tá me machucandooooo", gritei. Ele atrás de mim, com toda facilidade, me apalpava tudo, meus peitos, enfiava a mão na minha entreperna sem nenhum cuidado. Eu tava super molhadinha, então os dedos dele entravam na minha buceta com maior facilidade. Aí percebi que ele tentava me penetrar com força, mas por causa da altura dele não alcançava, mas ele não parava de se mexer, igual um cachorro (que depois eu descobriria que era um animal em todos os sentidos da palavra), querendo comer a putinha dele e não acertava, os movimentos eram bem desengonçados, mas fortes, e eu tirei uma onda com ele (zoeira que ia me custar caro). Então, toda inocente, me inclinei o suficiente pra sentir as investidas dele, já com as pernas dobradas, e sem esperar: Bummmmmmm, seu desgraçado, me penetrou de uma vez só. Ayyyyyyyyyyyy, gritei com aquela pica enorme lá dentro, sim, os 23 cm completos de uma só estocada, seu cachorro, me machucou, mas ele não ligou nem um pouco. Então continuou com os movimentos fortes, segurando minha cintura, meu quadril com tanta força que me machucava pra caralho, mas porra, eu tava perdidamente fascinada. Então em questão de instantes, eu já tava completamente doida e pedindo mais — Mais, mais massssss eu gritava, me fode, seu filho da puta, você é um Cachorrooooo, siiim, maldito Cachorro, aqui está sua puta, me fode, seu Corno, não sei de onde tirei tanta coisa, mas ele me deixava louca.
O desgraçado me tinha completamente no poder dele. Eu, que tinha visto aquele cara com pena, e pensei: coitado. Quem era agora a pobre que tinha que aguentar ele? Em cima de mim, me penetrando por completo, o filho da puta com uma força que não sei de onde tirava, me segurava pelos quadris e pela cintura pra eu não escapar daquele lugar, me comendo como um louco, com uma velocidade que eu não podia acreditar, com uma força em cada estocada, igualzinho um animal, um cachorro desesperado pra engravidar a sua puta, e era isso que eu era naquele momento, uma puta no sentido mais completo da palavra. Me entreguei a ele sem pensar, desejando e deixando ele fazer o que quisesse comigo, completamente à mercê dele. Gritei de tudo: "Me come, filho da puta, me come, essa é a sua puta, faz o que quiser comigo, maldito, destrói minha buceta, filho da puta, me engravida (não sabia o que tava falando), engravida a sua puta, maldito!" Não sei se ele me entendia (depois descobri que sim, mas ele tava tão drogado que mal conseguia falar), mas ele sentia o que eu tentava explicar. O filho da puta tava me machucando, me segurava com uma força que eu não conseguia suportar, e me penetrava com aquela velocidade e força que eu nunca tinha visto, maldito. Além disso, por estar com as pernas dobradas pra ele me alcançar, eu já tava completamente exausta, mas não conseguia me soltar nem me endireitar, porque ele me segurava firme. Então não me restava outra opção a não ser aguentar até ele gozar, mas quanto tempo ia demorar? Já tinham se passado uns 20 minutos e o filho da puta não parava, pelo contrário, cada vez mais forte. Eu dizia: "Jáááá, patinho, jáááá, papai, goza, goza, goza onde quiser, não aguento mais!" Agora era eu que tava completamente banhada em suor, ele também, então quando nossos corpos se chocavam, só se ouvia aquele som quando tem muito líquido. Nisso, ele tirou um dos braços, pensei que ia me soltar, mas com o outro já era suficiente pra me manter à mercê dele, e de repente... Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy, Cabrããããããooooooo
Gritaaaa, o desgraçado enterrou as unhas nas minhas costas e arranhou tudo, me deixando marcada pra vida toda como se marca uma puta que é propriedade dele, Filho da puta da sua mãe gritei enquanto começava a gozar, Cabrão, maldito me fez gozar de um jeito incrível, de um jeito que meu marido nunca tinha feito, não sei se ele me entendeu, provavelmente não, mas acho que sentiu a força da expressão, porque me puxou o cabelo, com força, porra, me deixou numa posição totalmente submissa, aí só soltei na cara, Filho da puta da sua mãe, siiiim, sou sua puta, sou uma puta, me come maaaais, cabrãããããããããããããão, nisso ele me pegou de novo pelas cadeiras e pela cintura com os dois braços igual forte, porra, eu pensava quando é que esse caralho vai gozar??? Quando ele desceu uma das mãos na minha buceta, completamente aberta e cheia daquela pica enorme, aquela pica que desde que ele meteu eu nunca mais vi, porque ele sempre me manteve penetrada, pensei que ia acariciar meu clitóris enquanto me comia, hahahaha mas aaaah que ingênua sou, o desgraçado abriu mais minha buceta e meteu 2 dedos junto com o pau dele, aiiii maldito doía, mas eu gostei, e de repente Uyyyyyyyyyyyyyyyy desgraçado, meteu mais dois dedos, o Cabrão me deixou bem cheia com aquele pica enorme, mais os quatro dedos dele siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Gritei e gozei gostoso pra caralhooooo pela segunda vez, Cabrão, a partir daquele momento, minha buceta nunca mais seria a mesma, aquele Cachorro deixou ela mais larga, nisso finalmente, siiiim finalmente, senti ele me apertar mais contra ele e siiiiiiiiiiiiiiiiii começou a gozar, siiii gritei siiii, goza, pussy, goza dentro de miiiii, sim meu cachorro, aqui está sua puta, goza pra mim, goza tudo, quero tudo, tudo tudo, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, porra, aproveitei tanto sentir ele gozando e inundando todo o meu interior, dava pra sentir aqueles jatos e aqueles esguichos Isso sim que era um macho de verdade. Não sei se foi porque ele enfiou os quatro dedos, se porque minha buceta já não era a mesma, já que estava bem aberta, ou porque era muito sêmen, mas escorria muito pelas minhas pernas. Mmmmm, que sensação gostosa, saber que eu, uma Mulher profissional, Empresária, Alta Executiva, esposa de um dos empresários mais conhecidos de Guadalajara, Gostosa e Bonita (desculpa me gabar, mas sei que sou), me sentia a puta desse homem, me sentia a puta desse filho da puta, me sentia a outra, a amante, aquela que sempre deixa o macho fazer o que quiser sem nenhum limite, que faça comigo o que a esposa feia, horrorosa, baixinha e gorda não deixa ele fazer, e saber que ela é mais respeitada do que eu, isso me excita ainda mais.
Fiquei imóvel por um momento, ainda com ele me segurando firme, com o pau dentro de mim e os quatro dedos também, e de repente me soltou sem nenhum cuidado, filho da puta, maldito índio desgraçado. Quando vi o pau dele, percebi que, já dentro de mim, ele cresceu ainda mais e engrossou também. Que gostoso que tava, me inclinei um pouco pra acariciar, ainda tava duro, passei a mão nas bolas dele, grandes e pesadas, caralho, que homem, que pau gostoso, quando de repente ele se afastou, vestiu a calça e foi embora sem olhar pra trás; igual um cachorro que come a puta dele na rua, termina e vaza. Ao me ver sozinha, de madrugada, pelada no meio da rua, subi na minha caminhonete do jeito que tava e dirigi rápido pra casa. No caminho, percebi que minha buceta tava completamente aberta, minhas pernas doíam de ficar na mesma posição por quase uma hora, tava toda suada, cheirando a índio, minhas costas todas arranhadas e não parava de sair porra da minha buceta. Esse preto filho da puta devia estar há semanas sem transar, porque tinha um monte de porra guardada e fez questão de deixar tudo dentro de mim.
Cheguei em casa, meu marido ainda não tinha chegado, então entrei no banho pra tomar uma ducha, finalmente limpa, e tentei lavar minha buceta com cuidado, porque tava ardendo de tanto ter ficado aberta. Quando, por um momento, minha mente clareou de novo e eu me perguntei: o que você fez? Aquele desconhecido me comeu do jeito que quis, sem piedade, sem proteção, sem saber se podia me passar alguma doença, e o idiota gozou dentro de mim sem se importar nem um pouco se podia me deixar grávida. E eu, naquele momento, não tava tomando nada. Upsssssss. Passaram-se vários dias e não deixei meu marido me tocar, usando como desculpa minha raiva daquela reunião, mas na verdade eu queria me recuperar um pouco dos maus-tratos daquele índio filho da puta, porque meu corpo todo doía, minha buceta ardia pra caralho e os arranhões nas minhas costas estavam bem visíveis.
Em um par de semanas, me olhei no espelho de costas e os arranhões praticamente tinham sumido, mas ainda ficaram uns. marcas que nunca sumiram, minha buceta parou de incomodar, mas nunca mais voltou a ser tão apertadinha como antes. Finalmente estava recuperada e podia voltar a ficar com meu marido (já ia pensar no que dizer sobre as marcas nas minhas costas e o quanto minha buceta estava larga), que tinha viajado a negócios por 3 semanas e estava quase voltando. Mas aquele homem sempre estava na minha mente, aquele índio horrível e desgraçado que me comeu do jeito que ele quis e desejou, sem eu oferecer nenhuma resistência, pior ainda, me entregando de corpo e alma às suas safadezas. Aquele vendedor de flores que nunca vou esquecer, porque na terceira semana percebi que minha menstruação não desceu. Esperei mais 3 dias e nada. UPSSSSSSSSSSSSSSSSS, decidi fazer um teste de gravidez, ………………………. Sim, Positivo…………………………… Esse idiota me engravidou, isso mesmo que você ouviu, esse maldito índio, cara, filho da puta, idiota, imprudente, grosso, bruto, horrível, esse sujeito que na cama (embora nem precise de cama, hahaha) é mil vezes melhor que meu elegante e refinado marido empresário, e ao me engravidar, enfiei uns chifres enormes nele e o transformei num baita corno, e a mim numa puta, mmmmmmm, adorei isso. Numa ocasião, já perto dos seis meses e meio, fui naquele cruzeiro, parei, chamei ele e quando chegou perto falei: - Lembra de mim??? Aí ele falou no dialeto dele e eu não entendi nada. Então abri minha blusa e mostrei minha barriga já inchada de gravidez e falei: — Olha o que você me fez, seu desgraçado. — Aí ele soltou uma gargalhada forte, apontando pra minha barriga grande, e foi embora sem olhar pra trás, sem conseguir segurar as risadas debochadas. Quem tava tirando sarro agora??? Lembrei de quando eu zoei a altura dele, e a minha piada me custou caro. Acho que ela sempre entendeu o que eu dizia e, se falava espanhol, sempre fingia que só falava o dialeto dela pra me confundir. E também acho que a intenção dela sempre foi me engravidar, por isso nunca me soltou, pra ter certeza de que o sêmen dela ia ficar bem fundo dentro de mim. Acho mais ainda que ela sabe perfeitamente que é muito fértil, por isso tem 5 filhos com aquela esposa feia e gorda, e daqui a 10 semanas vai ter mais um filho, mas comigo. Pelos ecossonogramas, sei que vai ser um menininho.
Fui mais umas duas vezes no cruzeiro e vejo ele de longe, é um indiano, que se droga todo dia, vende flores, tem uma esposa feia pra caralho, baixinha e gorda, e eu fui a putinha dele, ele me engravidou e me largou…………..
Meu marido não sabe disso que aconteceu, ele aceitou bem a gravidez e tá todo empolgado, falei pra ele que talvez por causa da gravidez minha buceta tá maior e mais aberta (hahaha se ele soubesse na real por que tá assim, e quem deixou ela desse jeito), minha preocupação é quando o bebê nascer, que traços ele vai ter??? Cor da pele??? Etc, se sair ao pai dele (aquele índio feio), meu marido vai ficar desconfiado e não sei o que vai acontecer………………….. Mas ainda me excita tanto o fato de que eu fui a puta daquele Cara Horrível, ele me engravidou e me descartou, me dá tanto tesão que, com prazer, se eu encontrar ele de novo, me entrego de novo a ele sem limites, sem medidas, aceitando tudo o que ele quiser fazer comigo.
Gostaria que vocês me mandassem seus comentários (mirandaejecutiva@hotmail.com), me mandem e-mails, adoro ler tudo que vocês dizem, sem nenhum respeito, falem o que pensam, sentem, adoro que me chamem de puta que fui, quanto mais sem-vergonha forem, mais me excitam, foi assim que aquele desgraçado do Índio me fez ser...
Tudo começou numa dessas reuniões chatas de trabalho do meu marido, vou contar pra vocês; ele é um empresário, dono e diretor de uma empresa que vende roupas e calçados aqui em Guadalajara, México; eu, a amada e linda esposa dele, sou uma executiva de alto nível, Gerente Administrativa dessa empresa que é propriedade do meu marido.
Embora não queira ser copiona de outros relatos desse tipo, acho que vocês gostam de descrições, então vou fazer uma. Me chamo Miranda, 30 anos, formada em Administração de Empresas pela universidade mais prestigiada daqui de Guadalajara (não vou dizer qual nem meu sobrenome, por razões óbvias, não quero que algum conhecido me reconheça). Altura média, pele clara, cabelo castanho claro, olhos castanhos quase cor de mel e grandes hahaha, fazendo jus aos olhos das tapatias. E, embora não seja magra, sou bem distribuída hahaha, cintura fina, tento malhar, mas o que os homens mais gostam, acho, são meus peitos tamanho 36 D. Já me chamaram de tanta coisa, e a verdade é que adoro ouvir isso. Minha mãe me herdou um par lindo de bucetas que adoro exibir.

Bom, como eu comentei, a gente tava numa dessas reuniões de negócio do meu marido, onde todo mundo é empresário, tem negócios enormes, investimentos pesados, família estudando no exterior, todo mundo é benfeitor da sociedade e blá-blá-blá, coisas que na maioria são mentira, mas, enfim, essas reuniões são assim. Meu marido, que é muito inteligente e bom de lábia nos negócios, consegue captar capital de investimento pra empresa dele, mas eu, aff, detesto porque morro de tédio e ainda tenho que fazer cara de feliz e de que tô super se divertindo. E pra piorar, ainda tenho que aguentar os amigos do meu marido, uns velhos sem vergonha, tarados, me enchendo de cantada, elogios, e alguns até com propostas indecentes. Mas meu marido atura tudo isso porque depois consegue garantir os interesses dele no negócio. Tô cansadíssima disso.
Enfim, naquele dia, na reunião do Clube dos Industriais, já tava de saco cheio como sempre, a banda que tava animando o evento começou a tocar uma música que eu e meu marido adorávamos dos Novios. Pedi pra ele me levar pra dançar, mas ele recusou porque tava conversando sobre os índices de vendas do negócio dele com um possível investidor. Aí, puta da vida, levantei da mesa e fui andando em direção à saída do lugar, na verdade esperando que ele me alcançasse, pedisse desculpas e me levasse pra dançar. Mas grande surpresa, kkkkk, ele nem se mexeu, continuou na dele tentando convencer o possível sócio, kkkkkk, simplesmente me ignorou. Então decidi que ia vazar mesmo da reunião, pedi a caminhonete pro manobrista e fui embora do Elegante Clube dos Industriais, deixando meu marido a pé, kkkkkkk. Dirigi um pouco sem rumo, liguei o rádio e peguei uma música romântica. Era sexta à noite, umas 10:30 da noite. Enquanto seguia pela avenida, via aqueles lugares onde os jovens vão dançar, beber e tal. Via as minas de casalzinho e lembrei da época em que seu namorado te leva pra sair, abre a porta pra você, te apalpa um pouco, e já de madrugada, com uns copos a mais, passa da mão e termina num motel. Ai, que saudade daqueles tempos! Quando, de repente, me toquei: tava parada num semáforo vermelho, com a blusa meio desabotoada na frente e uma das mãos acariciando minhas pernas. A saia que eu tava usando era bem curta — meu marido adora quando uso assim, hahaha, talvez pra chamar a atenção dos sócios dele. Ai, fiquei meio taradinha com as lembranças e curti estar assim, no meio da rua. Ninguém me via, porque com a blusa aberta dava pra ver meu par de peitões grandes, só presos pelo meu sutiã azul caro. Mas aí, TOC TOC TOC, batem no meu vidro e eu pulo de susto. Um maldito vendedor de flores me oferecendo os buquês pra eu comprar. Maldito, que susto me deu! Só fiz um gesto de "não, valeu". não queria e liguei minha caminhonete de luxo.
Depois de andar um quarteirão, percebi: ahhh, aquele vendedor de flores me viu assim, com a saia quase subindo até a cintura, a blusa toda aberta e eu mordendo os lábios de tão tesuda hahahahaha, me deu uma risada. Também, ao lembrar do momento, notei que aquele homem era um cara Horrendo, feio, super super moreno, magro, baixinho, cabelo arrepiado, cabelo duro, um indígena completo, estava todo suado, não sei por quê (depois descobri), já que estava frio, talvez estivesse bêbado, não com a intenção de menosprezar essa gente, mas o cara era bem feio; saber que ele tinha me visto assim me excitou ainda mais, saber que um cara daquele tipo talvez nunca na vida pudesse ver na vida real uma mulher como eu, ummmmmm adorei a ideia de dar esse prazer a ele; pensei: total, não perco nada hehehehehe, então virei e voltei para o cruzamento, compraria um dos buquês de flores dele e, enquanto ele me atende, deixaria ele ver meus peitos só de sutiã e minhas pernas por completo.
Quando voltei, estacionei depois daquele semáforo — pra quem conhece Guadalajara, Avenida Améyummy esquina com Jesus Garcia, passando o sinal. Estacionei, fiz sinal, mas ele não me via. Enquanto observava um pouco mais, vi que era um cara feio pra caralho, tipo uns 1,50m de altura, bem magrelo, moreno retinto, cabelo arrepiado igual escova. Também percebi que nos jardins do canteiro da avenida tinha uma mulher, provavelmente a esposa dele, bem gorda pra cacete, da mesma altura, morena escura, feia, e uns 5 moleques correndo entre os carros pedindo dinheiro. Pobreza, que vida miserável. Mas isso só me deu mais vontade de dar esse gostinho pra esse índio, hahahahaha, desculpa chamar ele assim. Mais ainda, pensei: eu tava com meu casaco elegante, longo, na caminhonete. Ia receber ele assim pra comprar as flores dele. Tirei tudo — sutiã, calcinha, saia, blusa — fiquei completamente pelada, só vesti o casaco longo preto elegante, aberto na frente, e meus saltos altos. Já estando assim, buzinеi pra ele da caminhonete. Quando me viu, veio correndo oferecer as flores. Maldito cara horrível, hoje era o dia de sorte dele pra ver quase nua uma mulher alta, executiva, e do tipo de mulher que ele jamais veria ao vivo de novo. No fim das contas, o que ia me acontecer? Só ia abaixar um pouco o vidro pra fazer a compra e mostrar meus peitos, abrir um pouco as pernas e, se ele visse minha buceta, não ia dar em nada. Ele ia adorar, já que eu gosto de estar toda depilada, completinha por todos os lados, kkkkk. E foi assim, o cara se aproximou, eu abaixei um pouco o vidro e pedi umas flores, perguntei quanto custavam. Ele falava alguma coisa, mas eu não conseguia entender, por mais que ele repetisse, não captava nada. Aí me desesperei e abaixei o vidro todo, e foi quando percebi que o idiota falava num dialeto, nunca ia entender. Mas com o vidro todo aberto, quando menos esperei, o maldito índio já estava passando a mão nos meus peitos. Bom, não era passar a mão, era agarrar, esfregar, apertar com aquelas mãos ásperas e calejadas. Maldito, a cena me excitou pra caralho, então deixei ele me apalpar mais, hummmmmmm, e decidi dar um pouco mais. Abri completamente meu casaco e minhas pernas, deixando bem à mostra minha buceta toda depilada. Ufffffff, ele só me contemplou por uns segundos que pareceram uma eternidade, até que jogou todas as flores no chão e com a outra mão tentou me tocar, mas por causa da altura dele não alcançava, hahahaha. Eu perguntava: "O que você quer???" Ele falava alguma coisa, mas eu não entendia porque era no dialeto dele. Então decidi deixar ele me tocar. Mudei pro banco do passageiro e abri a porta do lado da calçada. Ele correu contornando a caminhonete, eu abri a porta pra ele e me virei, abrindo as pernas, dizendo: "Vai então, me toca, é isso que você quer, não é???
O desgraçado, sem nenhuma delicadeza, meteu a mão na minha entreperna, apalpando toda a minha buceta, enquanto com a outra continuava apertando meus peitos, uiiiiii que sensação mais gostosa, me senti uma verdadeira vagabunda nas mãos de um sujeito horrível no meio da rua. A avenida nessa hora está bem tranquila, e naquela esquina tem uma rua chamada Arista, aquele quarteirão é bem vazio e escuro, o lugar permitia; porra, já estava ali, então deixaria ele avançar um pouco mais. que eu descesse da caminhonete, kkkkkkkkkk quando fiquei de pé ao lado dele, segurando meus sapatos de salto alto, percebi que ele era bem baixinho. Tirei o casaco, que era a única coisa que eu vestia, então estava na calçada, completamente nua, só com os sapatos na mão de um Cabrão Índio horroroso. Me inclinei um pouco na direção dele e falei: "vai, me beija". Não sei se ele me entendia, porque ele não parava de falar coisas que eu nunca entendi, mas ele me beijou. Bom, colou os lábios dele nos meus, me mordia, lambia, apertava e não parava de falar as coisas dele. Mas o Cabrão era bem habilidoso, porque não parava de apalpar meus peitos e naquele momento percebi que ele já tinha dois dedos dentro da minha buceta. Maldito, me deixou tão molhadinha que ele tava enfiando os dedos fácil. Então eu pensei: "aproveita, Cabrão, porque você nunca mais vai ter isso". Não sei se ele me entendeu, mas se jogou ainda mais em cima do meu corpo, tirou a camisa toda suja e surrada, e baixou a calça. Eu vi, só por um segundo, o corpo dele todo magro, ossudo, completamente liso, moreno escuro, todo suado, mas uau, com um Super Penesotee que nunca tinha visto, comprido, acho que uns 23 cm, não muito grosso, mas com uma cabeçona tremenda que parecia deformada e umas bolas enormes, hummmmmmm. Ele se grudou completamente em mim, me apalpando por todos os lados, parecia um polvo, o desgraçado. Era muito bruto, grosseiro, agressivo; em vez de me acariciar, me apertava e machucava, mas a verdade é que eu estava encantada. Quando senti o hálito nojento dele, percebi que estava drogado, por isso agia com tanta desesperação e suava tanto. Me segurou nos braços, esfregando o corpo horrível dele no meu, me babando toda, enfiando as mãos sujas e os dedos imundos na minha buceta, maldito filho da puta. Mas já não dava mais pra parar, e além disso eu estava super com tesão com a situação. Aquele idiota (que de idiota não tinha nada) naquela noite ia fazer o que bem entendesse comigo, e eu ia deixar. O tesão que o contraste da pele escura dele com a claridade e brancura do meu corpo gerava, a diferença de altura, a diferença de modos (meus modos refinados contra a grosseria e brutalidade dele) e a diferença de status social e econômico me deixavam louca de excitação.
O filho da puta se esfregava em mim e me apalpava pra todo lado como se fosse um polvo, nem deixava eu acariciar ele ou pegar no pau dele, ele se esfregava que nem um bicho, completamente sem sossego, mas muito forte, e eu não conseguia me soltar dos braços dele. Então, do jeito que dava, comecei a me virar no meio daquelas mãos todas até ficar de costas pra ele. Aí falei: "vai, papai, assim fica mais fácil pra você, seu filho da puta, você tá me machucandooooo", gritei. Ele atrás de mim, com toda facilidade, me apalpava tudo, meus peitos, enfiava a mão na minha entreperna sem nenhum cuidado. Eu tava super molhadinha, então os dedos dele entravam na minha buceta com maior facilidade. Aí percebi que ele tentava me penetrar com força, mas por causa da altura dele não alcançava, mas ele não parava de se mexer, igual um cachorro (que depois eu descobriria que era um animal em todos os sentidos da palavra), querendo comer a putinha dele e não acertava, os movimentos eram bem desengonçados, mas fortes, e eu tirei uma onda com ele (zoeira que ia me custar caro). Então, toda inocente, me inclinei o suficiente pra sentir as investidas dele, já com as pernas dobradas, e sem esperar: Bummmmmmm, seu desgraçado, me penetrou de uma vez só. Ayyyyyyyyyyyy, gritei com aquela pica enorme lá dentro, sim, os 23 cm completos de uma só estocada, seu cachorro, me machucou, mas ele não ligou nem um pouco. Então continuou com os movimentos fortes, segurando minha cintura, meu quadril com tanta força que me machucava pra caralho, mas porra, eu tava perdidamente fascinada. Então em questão de instantes, eu já tava completamente doida e pedindo mais — Mais, mais massssss eu gritava, me fode, seu filho da puta, você é um Cachorrooooo, siiim, maldito Cachorro, aqui está sua puta, me fode, seu Corno, não sei de onde tirei tanta coisa, mas ele me deixava louca.
O desgraçado me tinha completamente no poder dele. Eu, que tinha visto aquele cara com pena, e pensei: coitado. Quem era agora a pobre que tinha que aguentar ele? Em cima de mim, me penetrando por completo, o filho da puta com uma força que não sei de onde tirava, me segurava pelos quadris e pela cintura pra eu não escapar daquele lugar, me comendo como um louco, com uma velocidade que eu não podia acreditar, com uma força em cada estocada, igualzinho um animal, um cachorro desesperado pra engravidar a sua puta, e era isso que eu era naquele momento, uma puta no sentido mais completo da palavra. Me entreguei a ele sem pensar, desejando e deixando ele fazer o que quisesse comigo, completamente à mercê dele. Gritei de tudo: "Me come, filho da puta, me come, essa é a sua puta, faz o que quiser comigo, maldito, destrói minha buceta, filho da puta, me engravida (não sabia o que tava falando), engravida a sua puta, maldito!" Não sei se ele me entendia (depois descobri que sim, mas ele tava tão drogado que mal conseguia falar), mas ele sentia o que eu tentava explicar. O filho da puta tava me machucando, me segurava com uma força que eu não conseguia suportar, e me penetrava com aquela velocidade e força que eu nunca tinha visto, maldito. Além disso, por estar com as pernas dobradas pra ele me alcançar, eu já tava completamente exausta, mas não conseguia me soltar nem me endireitar, porque ele me segurava firme. Então não me restava outra opção a não ser aguentar até ele gozar, mas quanto tempo ia demorar? Já tinham se passado uns 20 minutos e o filho da puta não parava, pelo contrário, cada vez mais forte. Eu dizia: "Jáááá, patinho, jáááá, papai, goza, goza, goza onde quiser, não aguento mais!" Agora era eu que tava completamente banhada em suor, ele também, então quando nossos corpos se chocavam, só se ouvia aquele som quando tem muito líquido. Nisso, ele tirou um dos braços, pensei que ia me soltar, mas com o outro já era suficiente pra me manter à mercê dele, e de repente... Ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy, Cabrããããããooooooo
Gritaaaa, o desgraçado enterrou as unhas nas minhas costas e arranhou tudo, me deixando marcada pra vida toda como se marca uma puta que é propriedade dele, Filho da puta da sua mãe gritei enquanto começava a gozar, Cabrão, maldito me fez gozar de um jeito incrível, de um jeito que meu marido nunca tinha feito, não sei se ele me entendeu, provavelmente não, mas acho que sentiu a força da expressão, porque me puxou o cabelo, com força, porra, me deixou numa posição totalmente submissa, aí só soltei na cara, Filho da puta da sua mãe, siiiim, sou sua puta, sou uma puta, me come maaaais, cabrãããããããããããããão, nisso ele me pegou de novo pelas cadeiras e pela cintura com os dois braços igual forte, porra, eu pensava quando é que esse caralho vai gozar??? Quando ele desceu uma das mãos na minha buceta, completamente aberta e cheia daquela pica enorme, aquela pica que desde que ele meteu eu nunca mais vi, porque ele sempre me manteve penetrada, pensei que ia acariciar meu clitóris enquanto me comia, hahahaha mas aaaah que ingênua sou, o desgraçado abriu mais minha buceta e meteu 2 dedos junto com o pau dele, aiiii maldito doía, mas eu gostei, e de repente Uyyyyyyyyyyyyyyyy desgraçado, meteu mais dois dedos, o Cabrão me deixou bem cheia com aquele pica enorme, mais os quatro dedos dele siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Gritei e gozei gostoso pra caralhooooo pela segunda vez, Cabrão, a partir daquele momento, minha buceta nunca mais seria a mesma, aquele Cachorro deixou ela mais larga, nisso finalmente, siiiim finalmente, senti ele me apertar mais contra ele e siiiiiiiiiiiiiiiiii começou a gozar, siiii gritei siiii, goza, pussy, goza dentro de miiiii, sim meu cachorro, aqui está sua puta, goza pra mim, goza tudo, quero tudo, tudo tudo, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, porra, aproveitei tanto sentir ele gozando e inundando todo o meu interior, dava pra sentir aqueles jatos e aqueles esguichos Isso sim que era um macho de verdade. Não sei se foi porque ele enfiou os quatro dedos, se porque minha buceta já não era a mesma, já que estava bem aberta, ou porque era muito sêmen, mas escorria muito pelas minhas pernas. Mmmmm, que sensação gostosa, saber que eu, uma Mulher profissional, Empresária, Alta Executiva, esposa de um dos empresários mais conhecidos de Guadalajara, Gostosa e Bonita (desculpa me gabar, mas sei que sou), me sentia a puta desse homem, me sentia a puta desse filho da puta, me sentia a outra, a amante, aquela que sempre deixa o macho fazer o que quiser sem nenhum limite, que faça comigo o que a esposa feia, horrorosa, baixinha e gorda não deixa ele fazer, e saber que ela é mais respeitada do que eu, isso me excita ainda mais.
Fiquei imóvel por um momento, ainda com ele me segurando firme, com o pau dentro de mim e os quatro dedos também, e de repente me soltou sem nenhum cuidado, filho da puta, maldito índio desgraçado. Quando vi o pau dele, percebi que, já dentro de mim, ele cresceu ainda mais e engrossou também. Que gostoso que tava, me inclinei um pouco pra acariciar, ainda tava duro, passei a mão nas bolas dele, grandes e pesadas, caralho, que homem, que pau gostoso, quando de repente ele se afastou, vestiu a calça e foi embora sem olhar pra trás; igual um cachorro que come a puta dele na rua, termina e vaza. Ao me ver sozinha, de madrugada, pelada no meio da rua, subi na minha caminhonete do jeito que tava e dirigi rápido pra casa. No caminho, percebi que minha buceta tava completamente aberta, minhas pernas doíam de ficar na mesma posição por quase uma hora, tava toda suada, cheirando a índio, minhas costas todas arranhadas e não parava de sair porra da minha buceta. Esse preto filho da puta devia estar há semanas sem transar, porque tinha um monte de porra guardada e fez questão de deixar tudo dentro de mim.
Cheguei em casa, meu marido ainda não tinha chegado, então entrei no banho pra tomar uma ducha, finalmente limpa, e tentei lavar minha buceta com cuidado, porque tava ardendo de tanto ter ficado aberta. Quando, por um momento, minha mente clareou de novo e eu me perguntei: o que você fez? Aquele desconhecido me comeu do jeito que quis, sem piedade, sem proteção, sem saber se podia me passar alguma doença, e o idiota gozou dentro de mim sem se importar nem um pouco se podia me deixar grávida. E eu, naquele momento, não tava tomando nada. Upsssssss. Passaram-se vários dias e não deixei meu marido me tocar, usando como desculpa minha raiva daquela reunião, mas na verdade eu queria me recuperar um pouco dos maus-tratos daquele índio filho da puta, porque meu corpo todo doía, minha buceta ardia pra caralho e os arranhões nas minhas costas estavam bem visíveis.
Em um par de semanas, me olhei no espelho de costas e os arranhões praticamente tinham sumido, mas ainda ficaram uns. marcas que nunca sumiram, minha buceta parou de incomodar, mas nunca mais voltou a ser tão apertadinha como antes. Finalmente estava recuperada e podia voltar a ficar com meu marido (já ia pensar no que dizer sobre as marcas nas minhas costas e o quanto minha buceta estava larga), que tinha viajado a negócios por 3 semanas e estava quase voltando. Mas aquele homem sempre estava na minha mente, aquele índio horrível e desgraçado que me comeu do jeito que ele quis e desejou, sem eu oferecer nenhuma resistência, pior ainda, me entregando de corpo e alma às suas safadezas. Aquele vendedor de flores que nunca vou esquecer, porque na terceira semana percebi que minha menstruação não desceu. Esperei mais 3 dias e nada. UPSSSSSSSSSSSSSSSSS, decidi fazer um teste de gravidez, ………………………. Sim, Positivo…………………………… Esse idiota me engravidou, isso mesmo que você ouviu, esse maldito índio, cara, filho da puta, idiota, imprudente, grosso, bruto, horrível, esse sujeito que na cama (embora nem precise de cama, hahaha) é mil vezes melhor que meu elegante e refinado marido empresário, e ao me engravidar, enfiei uns chifres enormes nele e o transformei num baita corno, e a mim numa puta, mmmmmmm, adorei isso. Numa ocasião, já perto dos seis meses e meio, fui naquele cruzeiro, parei, chamei ele e quando chegou perto falei: - Lembra de mim??? Aí ele falou no dialeto dele e eu não entendi nada. Então abri minha blusa e mostrei minha barriga já inchada de gravidez e falei: — Olha o que você me fez, seu desgraçado. — Aí ele soltou uma gargalhada forte, apontando pra minha barriga grande, e foi embora sem olhar pra trás, sem conseguir segurar as risadas debochadas. Quem tava tirando sarro agora??? Lembrei de quando eu zoei a altura dele, e a minha piada me custou caro. Acho que ela sempre entendeu o que eu dizia e, se falava espanhol, sempre fingia que só falava o dialeto dela pra me confundir. E também acho que a intenção dela sempre foi me engravidar, por isso nunca me soltou, pra ter certeza de que o sêmen dela ia ficar bem fundo dentro de mim. Acho mais ainda que ela sabe perfeitamente que é muito fértil, por isso tem 5 filhos com aquela esposa feia e gorda, e daqui a 10 semanas vai ter mais um filho, mas comigo. Pelos ecossonogramas, sei que vai ser um menininho.
Fui mais umas duas vezes no cruzeiro e vejo ele de longe, é um indiano, que se droga todo dia, vende flores, tem uma esposa feia pra caralho, baixinha e gorda, e eu fui a putinha dele, ele me engravidou e me largou…………..
Meu marido não sabe disso que aconteceu, ele aceitou bem a gravidez e tá todo empolgado, falei pra ele que talvez por causa da gravidez minha buceta tá maior e mais aberta (hahaha se ele soubesse na real por que tá assim, e quem deixou ela desse jeito), minha preocupação é quando o bebê nascer, que traços ele vai ter??? Cor da pele??? Etc, se sair ao pai dele (aquele índio feio), meu marido vai ficar desconfiado e não sei o que vai acontecer………………….. Mas ainda me excita tanto o fato de que eu fui a puta daquele Cara Horrível, ele me engravidou e me descartou, me dá tanto tesão que, com prazer, se eu encontrar ele de novo, me entrego de novo a ele sem limites, sem medidas, aceitando tudo o que ele quiser fazer comigo.
Gostaria que vocês me mandassem seus comentários (mirandaejecutiva@hotmail.com), me mandem e-mails, adoro ler tudo que vocês dizem, sem nenhum respeito, falem o que pensam, sentem, adoro que me chamem de puta que fui, quanto mais sem-vergonha forem, mais me excitam, foi assim que aquele desgraçado do Índio me fez ser...
Comentarios Destacados
13 comentários - Interracial, Morboso, Monstro e, Divino...
Te pondría de espaldaa hacia mi y te penetraría ppr detrás, mientras al oido te digo que tus tetas son incribles y que eres mi exclava y estás a mi merced
Para pregintarte si aguantarías otra ronda, así que dime, crees aguantar?
Eres la puta de de los vende flores drogadictos de gdl, seguramente te entregas a cualquiera que le mida como la de un burro porque es lo que te gusta ofrecida lujuriosa, me gustaría verte para metertela
Ese fue mi comentario cachondeo jeje
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