Euge, a cliente gostosa (repost)

Outras vezes escrevi alguns relatos que são reais, dessa vez trago uma fantasia. Pra ser sincero, não mudei um nome sequer, porque se ela ler isso e ficar com tesão, quero que venha até o local e me coma de verdade. Euge, tô te esperando.

Ela entrou pela porta do local, estava linda demais. O rostinho jovem, o corpo formado e maravilhoso. Uns 1,70, peitos firmes, nem grandes nem pequenos, no ponto certo, lindos como ela. Quadris meio largos, mas na proporção exata com o corpo. Os olhos dela me hipnotizaram junto com o corpo. Nunca pensei de forma safada em nenhuma cliente que entrou, mas ela tomou conta dos meus pensamentos. Será que é o tempo que tô sem ficar com uma mulher?

Lá estava ela, com seus 30 anos. Eu olhava besta pra ela e nem percebi quando começou a falar comigo.

Euge: — Oi, tudo bem? (alegre e animada)
Eu: — Oi... oi... Oi.
Ela deu um sorrisinho entre safado e nervoso. Eu tava realmente... hipnotizado.

Euge: — Trouxe o pen drive pra ver se você consegue fazer alguma coisa. A máquina não tá lendo e tenho um monte de coisas no Word.
Eu: — Beleza, deixa comigo que vejo o que dá. Vou pegar seus dados pra te avisar qualquer novidade. (foi mais pra poder pesquisar sobre ela do que outra coisa. Sei que ela tem namorado, mas queria ver que tipo de relação é)

A gente se despediu, tranquei a porta e a primeira coisa que fiz foi procurar sobre ela na web. Achei o Facebook dela, mas nada indicava que ela tinha um relacionamento muito sério com o namorado, porque quase não tinha fotos dos dois juntos. O pen drive não tem conserto, percebi assim que conectei no computador, mas resolvi esperar até o dia seguinte pra ligar pra ela e mandar ela vir buscar.

Cheguei cedo no local, limpei um pouco. Dava uma sensação de que hoje não seria um dia normal.

A manhã passou normal, um ou outro cliente, mas nada demais. Mas à tarde... cheguei antes do horário de entrada. Tava excitado, ansioso, e assim que fechei a porta... Ela chegou, estava uma gostosa. Vinha com uma regata esportiva de lycra bem colada no corpo, que destacava os peitos lindos dela, e dava pra ver que não estava de sutiã. Por baixo, um shorts colado que não deixava nada pra imaginação — sinceramente, aquilo e nada era a mesma coisa, até parecia que ela não tava de calcinha porque dava pra ver os lábios da buceta.

Ela entrou e, atrás dela, tranquei a porta com chave e deixei o cartaz de fechado, não sei se por esquecimento ou de propósito.

Eu: — Oi, Euge, como cê tá? Desculpa, não consegui fazer nada com o pen drive, mas o chip de memória queimou. (o tempo todo ela com um olhar entre safado e de menina, que me deixava de pau duro)

Euge: — (com uma voz bem sedutora) Sem problemas, imaginei que não dava pra fazer nada. Não sei o que vou fazer, vou ter que refazer tudo.

Eu: — Ah, que pena. Espera aí que vou pegar, tá lá atrás.

Fui pra oficina buscar o pen e senti que ela vinha atrás de mim. Ainda tava tudo apagado porque não deu tempo de abrir o local direito. Me virei e ela tava quase colada nas minhas costas, então quando virei, fiquei cara a cara com ela. Ela me pegou pelo pescoço e, com a boca quase encostada na minha e uma voz bem de putinha, disse:

Euge: — E comigo, o que cê pode fazer?

Sem me deixar responder, ela me beijou de boca aberta, enquanto com uma mão segurava minha nuca e com a outra pegava na minha rola. Depois de me recuperar do susto, minhas mãos começaram a percorrer aquele corpo jovem e gostoso. Não demorou muito pra uma das minhas mãos chegar na bunda linda dela e perceber que, de fato, ela não tava de calcinha. Eu tava literalmente no sétimo céu, não acreditava no que tava acontecendo. Ela, com muita habilidade e sem que eu percebesse, tirou minha calça e minha cueca, deixando meu pau de fora. Não é um pau grande, pra falar a verdade, é mais que normal, um pouco grosso, isso sim, e totalmente depilado. Ela pegou ele com uma das mãos, parou de me beijar e se agachou pra começar a beijar ele, sem tirar os olhos dos meus. Primeiro eu dava beijos na cabeça dela, mas colocava um pouco a língua pra fora como se tivesse pegando ela, depois coloquei toda aquela língua linda e suculenta pra fora e, dos ovos até a cabeça, lambi de um lado e do outro, até que ela abriu a boca e fez ele desaparecer. Eu tava apoiado na mesa do escritório da oficina, segurando firme porque era até agora o melhor boquete da minha vida, meu pau entrava e saía daquela boca e cada vez mais brilhante, eu não ia conseguir aguentar muito mais, então peguei ela pelo braço e levantei, beijei a boca dela enquanto deslizava a calcinha pra baixo. Assim que a calcinha caiu no chão, fui na regata que não demorou pra sumir e deixar à mostra uns peitos lindos, firmes, macios e maiores do que eu tinha imaginado, uns biquinhos durinhos, pequenos, deliciosos. Minha língua foi pra um dos peitos e uma das minhas mãos foi pro outro, enquanto eu virava ela pra se apoiar na mesa. Comecei a brincar com os peitos dela, passava de um pro outro e ela soltou os primeiros gemidos. A mão dela não largava meu pau e eu não aguentava mais, então pra ela soltar, fui direto naquela buceta linda, toda depilada, não sei como descrever, mas me apaixonei, macia, molhada, já escorrendo uns líquidos dela. O perfume que saía dali me embriagava, era daquelas bucetinhas que não dá pra ver os lábios, que escondem tudo, mas quando você começa a abrir, encontra tudo rosadinho e quase parece virginal. Não demorei pra colocar minha língua enquanto com dois dedos da mão direita abria os lábios externos dela. Com a mão esquerda, não parava de acariciar e apertar aqueles peitos lindos. Da boca dela já não saíam gemidos abafados, eram gritinhos de prazer, que pra abafar um pouco coloquei música no computador, nem sei o que coloquei. O clitóris era normal, mas tava muito sensível e cada vez que eu passava a língua nele, ela apertava mais minha cabeça. Ela já tava sentada na borda da mesa com as pernas abertas, bem abertas. A mão que Eu estava nos peitos dela, descendo pra buceta dela, e enquanto minha língua brincava, dois dedos já estavam penetrando ela até que…
Euge: – Adri, por favor, me come, não aguento mais, preciso sentir teu pau bem dentro!!!!!!!!
Diante daquele pedido, não me fiz de rogado, parei de chupar aquela buceta linda, me levantei e, olhando nos olhos dela, comecei a penetrar bem devagar, deixando meu pau entrar centímetro por centímetro, e ela, sem desviar o olhar, com uma cara de puro prazer, me puxou pelo pescoço e me beijou de língua do jeito mais quente que eu já tinha sentido. Quando minhas bolas encostaram na pele dela, comecei um vai e vem lento, mas com um ritmo gostoso, sem parar, e ela gemia docemente, lambia meu pescoço, minha orelha, passava as unhas bem de leve nas minhas costas. Os gemidos foram virando gritos, e eu comecei a sentir no meu pau uma umidade e um calor muito excitantes, ela gemia e gritava no meu ouvido:
Euge: – Siimm assim adri, fazia tempo que não sentia assimmmmmm…..ahhhhhhh acho que você vai me fazer gozar.
Eu: – Euge, você é de outro mundo ahhhhhh, tá me deixando loucoooo e achoooo que eu também tô perto de gozar e não tenho camisinha ahhhhh
Euge: – não importa aahhhhhh eu me cuidoooo ahhhhh siimm assimmmmm gozo!!!!!! Me come forte que eu gozo toda no teu pau ahhhhhhhhh!!!!!!!!!!
Eu: – siiiim meu amor tomaaaaa ahhhhhh eu também tô gozandoooo vou encher tua bucetinha de porra ahhhhhhhh
Naquele momento, ela me abraçou com as pernas na cintura, se contraiu toda e gozou gritando de um jeito espetacular, eu fiz o mesmo, minhas pernas tremiam, já não conseguia mais ficar de pé e senti uns 3 ou 4 jatos de porra quente que foram pra dentro dela. Quando ela sentiu, gozou de novo.
Ela desceu da mesa, apoiou os joelhos no chão, pegou meu pau que ainda tava meio duro e começou a chupar pra deixar bem limpinho, mas aconteceu algo que eu não esperava, porque aos meus 42 anos, embora seja bem ativo, fazia tempo que não tinha duas ereções tão rápido, mas ela conseguiu. Consegui, e quando ela ficou bem dura de novo, apoiei as mãos na mesa, deixando a bunda empinada, e virando o rosto, com voz de menina mimada, ela me disse:
Euge: — Me come de novo que ainda quero sentir seu pau na minha buceta.

Vocês, o que teriam feito? Bom, eu fiz. Enfiei o pau de uma vez na buceta dela, que ainda escorria uma mistura de porra minha e fluido dela. Peguei ela pela cintura e, dessa vez, meti forte. Minha pelve batia na bunda linda dela. Num momento, quis começar a dilatar o cuzinho dela, mas ela se virou e me disse:
Euge: — Dessa vez não, coração. Quero que me deixe bem satisfeita pela buceta. Na próxima, a gente se encontra em outro lugar e te fodo todo…

Então, não enchi mais o saco e comecei a meter mais forte. Ela gritava e pedia mais. Num momento, bati na bunda dela e pensei que tinha exagerado, mas parece que aquilo a soltou de vez. Agora, não só pedia mais forte, como também pedia para eu castigá-la por ser uma menina má… Ela acompanhava a fodida com a bunda, jogando para trás quando eu investia, ou então meio que mexia como se estivesse dançando reggaeton.

Senti que ia gozar de novo. Já fazia mais de 40 minutos que estávamos metendo, e minhas pernas começaram a cansar, mas senti que a porra estava prestes a sair. Quando falei isso, ela confessou que tinha tido mais três orgasmos e me disse algo que quase me fez gozar na hora:
Euge: — Quero que você goze na minha boca…

Sem pensar duas vezes, tirei o pau da buceta dela. Ela se ajoelhou de novo e se agarrou no pau como se fosse uma mamadeira, e assim me chupou. Às vezes, engolia tudo; outras, chupava minhas bolas e, de lá de baixo, subia com a língua até a ponta, onde sugava como se a vida dependesse disso. Quando não aguentei mais, segurei a cabeça dela e comecei a meter na boca dela. Foi aí que gozei toda a minha porra, o que me surpreendeu de novo, porque foram três ou quatro jorros bem carregados. Euge não deixou que nada escapasse da boca dela e, depois de limpar bem minha pica, mostrou a boca cheia de porra pra depois engolir tudo como uma boa menina. Foi pro banheiro, enxaguou a boca e voltou assim, ainda sem se vestir, e me beijou. Foi o beijo mais quente e lindo da minha vida, quase me fez ficar duro de novo. Enquanto se esfregava em mim, ela disse:
Euge: — Fazia tempo que não comia assim. Meu namorado, acho que tá me traindo ou já se acostumou, porque não me fode com tanta frequência como antes.
Eu: — Kkkkkkk, e com que frequência é isso pra você, bebê?
Euge: — Não ri, idiota. Antes a gente transava duas, até três vezes por dia. Agora, se for uma vez por semana, é muito. E eu sou muito fogosa, não aguento tanto tempo sem ser comida. E olha, não curto me masturbar sozinha, não.
Eu: — Ah, sim... olha, deu pra perceber que você é fogosa mesmo, e adorei pra caralho transar com você. Sabe que tô aqui pra te servir, e quando quiser, a gente combina de se ver em outro lugar.
Se aproximando de mim de um jeito gatinho:
Euge: — Meu bem, fica tranquilo que agora já sei que tenho um amante bom perto de casa. Quando eu quiser que você me arrume um pendrive, vou vir aqui ou a gente combina de você arrumar isso em outro lugar.
Dito isso, antes de sair da parte da oficina, a gente se comeu de novo de boca igual dois namorados, e ela foi embora deixando a porta aberta pra gente transar de novo.

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