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https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWL?si=DsG2I-MlTyWuypVKPFDnrwAdmito que nunca fui um bom pai, pois quando engravidei a mãe dele, botei terra no meio, aterrorizado com a opressão que a responsabilidade não planejada me causava, sendo pais tão jovens quanto nós. Não pretendo me justificar, mas nós dois éramos só uns adolescentes.
A mãe dele e eu nos conhecemos passando as férias num camping, saindo com nossas respectivas galeras. Os caras de um lado e as minas do outro. Como rebanhos que se enfrentam, que se aproximavam, se paqueravam, às vezes se tratavam com desdém, depois se separavam e recomeçavam numa espécie de cortejo eterno que se repetia em ciclos entre risadinhas e cochichos.
O caso é que a mãe dele deu um jeito de me levar pra um canto e sentarmos na grama a sós. Ali prometemos amor eterno e nos beijamos. Tudo muito infantil, tudo muito idílico.
Pra fingir, continuávamos saindo com as galeras, mas durante a noite a gente se despistava e secretamente se amava. A gente se pegava, como se diz vulgarmente pra beijar e acariciar ou tocar e apalpar, dependendo do quão refinado você quer ser.
Nós dois éramos inexperientes nas artes do sexo. No começo nos tocávamos com desajeito, nem sabíamos beijar direito, mas nessa idade a vontade supre qualquer falta. Rapidamente aprendemos por instinto, nos deixando levar pelo frenesi dos nossos desejos.
Assim chegou a última noite que passaríamos juntos. De tanto nos beijarmos, tínhamos os lábios vermelhos e inchados pelo atrito e pelo roçar apaixonado, a ponto de doerem.
Enquanto a gente se pegava, metíamos a mão um no outro como desesperados. Eu achava ela terrivelmente molhada lá embaixo e ela me achava terrivelmente excitado, com a cabecinha bem lubrificada enquanto eu a movia pra cima e pra baixo.
Decidimos que não aguentávamos mais e, tirando nossas poucas roupas na escuridão daquela noite, deitamos na frescura da grama sob um céu estrelado.
Me joguei por cima dela, cobrindo-a com uma vontade enorme de gozar. Ela me recebeu bem. aberta, exalando exageradamente quando sentiu o peso do meu corpo pressionando o mais íntimo dela, expectante diante do que ia acontecer.
Eu sabia que ela era virgem, pois ela mesma tinha me contado, e eu também era, então para nós dois era a primeira vez. Ela agarrou minha bunda nua e, cravando as unhas, me convidou a entrar. Sentir a penetração foi uma sensação indescritível, algo que a gente acha que nunca vai esquecer, mas que, infelizmente, esquece. Ela suspirou bem fundo e reclamou da dor que eu causei.
Comecei a me mover com vontade de amá-la, pois não havia coisa que eu desejasse mais na vida naquele momento mágico.
Com a inexperiência que eu tinha, não demorei muito para gozar e cair exausto em cima do corpo nu e lindo dela, enquanto respirávamos bem acelerados, mais pelos nervos que nos consumiam do que pelo ato em si.
E, abandonando o abraço quente dos quadris dela, caí deitado ao lado, ofegante. Mas ela não demorou a reagir e decidiu voltar à carga sem me deixar nem recuperar o fôlego. Ela se sentou e montou em mim com uma agilidade inesperada, cravando de novo minha ereção que ainda se mantinha.
Não há nada como a juventude, não tinha baixado nem um milímetro, e embora doesse, a natureza seguiu seu curso e numa nova cavalgada ela gozou enquanto se esfregava o clitóris e se movia ao mesmo tempo.
Ela caiu pesada sobre meu peito nu, me fazendo sentir o calor doce dos seios brancos e perolados dela. Senti o hálito suave no meu ouvido, e isso me deu arrepios. Eram tantas as vontades de que aquele momento chegasse que ficamos assim por um bom tempo, nos recusando a abandonar um ao outro, pois sabíamos que aquela transa excitante, no fundo, tinha gosto de despedida…
No dia seguinte, ela foi embora do camping e eu também, cada um voltou para a sua família e nem sequer nos despedimos. Acho que bastou o que aconteceu na noite anterior, onde nossos corpos falaram e expressaram o desejo mais íntimo, se fundindo como só as almas sabem fazer. apaixonadas podem fazer isso.
Eram outros tempos, conversamos por telefone algumas vezes, mas mal sabíamos do que falar. Cada um tinha sua vida, seus amigos, e a distância apagou o que o verão acendeu.
Mas por carta ela me contou as consequências da nossa noite de amor. Eu, apavorado, parei de escrever pra ela e, com o tempo, ela parou de me mandar aquelas cartas onde contava as brigas com os pais ou como estava ficando gorda por causa da gravidez.
Eu sei, fui um idiota e um covarde. A culpa sempre me acompanhou desde então e às vezes eu ainda me lembrava dela, pensando se teria sido um menino ou uma menina.
Mas o destino, sempre caprichoso e traiçoeiro, quis levar a mãe muitos anos depois e, de repente, um dia uma carta nova chegou na minha porta. Era dela, mas não da mãe, e sim da minha filha.
Foi aí que soube da desgraça: a mãe tinha morrido e ela queria me conhecer. Ela me perguntava se eu queria vê-la, e eu, naquele momento, mais maduro e sensato, quis vê-la...
Quando ela desceu do ônibus em que veio, não tive dificuldade nenhuma em reconhecê-la, porque era a cara da mãe quando nos conhecemos naquele camping. Que surpresa!
— Filha? — perguntei, enquanto a emoção me tomava.
— Pai? — respondeu ela, tão emocionada quanto eu.
— Você é a cara da sua mãe! — falei assim que nos soltamos.
— Vindo de você, isso é um elogio — riu a jovem gostosa.
Nos dias seguintes, fui conhecendo ela e ela foi se acostumando com meu apartamento. Porque eu morava sozinho e, embora tenha me casado, me divorciei da minha parceira e não tive filhos. Conheci outras, mas em nenhuma encontrei o que procurava, então melhor sozinho do que mal acompanhado.
A convivência não foi fácil no começo. Porque na real éramos dois estranhos convivendo, até que os laços se formassem, teve algum atrito aqui e ali. Mas finalmente fomos nos dando bem, de um jeito que uma noite ela me contou o segredo dela.
— Olha, pai, mamãe antes de morrer me deu o diário dela, aquele que ela escreveu no verão em que vocês se... —Vocês se conheceram —me disse ela, me mostrando um caderno que literalmente se desfazia folha por folha, guardado cuidadosamente numa pasta.
Ali havia anotações ao longo de dias, que ela percorria com o capricho de um livreiro até chegar às páginas que procurava…
—Aqui está, os dias que vocês passaram juntos. Já devo ter lido umas cem vezes, pai —me disse ela com o coração apertado.
—Sério, filha? E o que ela dizia de mim? —perguntei, com um certo medo do que ela pudesse ter deixado escrito sobre a nossa relação.
—Ela dizia que você era muito romântico, que a fazia rir e que você parecia um cara muito sincero. Foi por isso que ela se apaixonou por você. Aqui está tudo descrito em detalhes, desde o primeiro beijo até a noite antes da partida dela…
Aquilo me abalou, a noite antes da partida. Naquela noite só aconteceu uma coisa, um acontecimento que, com o passar do tempo, eu já duvidava se tinha sido sonho ou realidade. Não quis dizer nada, mais por pudor, já que era minha filha quem tinha lido aquilo.
—Ela descreveu como você fez amor com ela, a paixão, os beijos, a ternura… Pai, foi tão lindo que eu fiquei recriando na minha mente durante semanas —confessou ela, com uma saudade que eu já tinha perdido.
—Bem, filha, foi lindo, sim. Nossa primeira e última vez, infelizmente eu me assustei quando ela me disse que estava grávida de você e parei de escrever pra ela. Me desculpa muito, filha!
—Ela entendeu perfeitamente, pai. Vocês eram só uns adolescentes, você não podia assumir algo que era grande demais pra vocês dois —confessou ela—. Ela também escreveu sobre isso, sobre como decidiu parar de te mandar cartas e deixar você seguir sua vida, mas ela nunca te esqueceu, pai.
O sentimento de culpa me dominou naquele momento, eu não conseguia articular nem uma palavra coerente.
—Bem, filha, isso é passado. O que importa agora é que você está aqui, comigo —falei, segurando a mão dela.
—Sim, pai, finalmente nos conhecemos.
E ali ficou a confissão dela naquela noite. Escovamos os dentes e fomos dormir.
Na nossa convivência também surgiu algum atrito inesperado em forma de descuido, ela saiu do banho com uma toalha enrolada no corpo e eu entrei logo em seguida. Ao sair, passei pelo quarto dela e ela não tinha fechado a porta completamente, então pela fresta vi como ela tirou a toalha e, com a naturalidade de alguém que fosse nudista, vi como ela se olhava no espelho, pegava nas próprias tetinhas e admirava a pele branca dela, fazendo alguma pose sugestiva. O horror quis que ela descobrisse que eu estava olhando e na hora se cobriu com a mão e o braço. Eu fugi na direção do meu quarto e me escondi. Não falamos mais sobre o assunto, porque eu estava com muita vergonha. Mas depois do jantar…
— Às vezes me pergunto se um dia vou conhecer um cara que me ame tanto quanto você amou a mamãe — ela me disse enquanto assistíamos TV distraidamente.
— Não fala bobagem! Claro que você vai encontrar alguém! — eu disse, dando como certo —. Você é tão gostosa quanto a sua mãe! — falei pra animar ela.
— Sério? Você acha que eu sou bonita?
— Claro, filha! Você é lindíssima! — eu disse rindo.
E ela se animou com meu comentário.
— Você toma uma taça de vinho comigo, pai?
— Claro, por que não? — eu disse servindo duas taças de sangue de touro.
— Pela mamãe! — ela disse levantando a taça.
Brindei com ela pela mãe dela, foi meio triste, mas depois ela quase virou a taça de uma vez.
— Calma, filha, isso dá tontura — avisei, enchendo de novo.
— Você dançaria comigo, pai? — ela disse enquanto no filme que passava na TV tocava uma música romântica e os protagonistas dançavam.
Tentei recusar, mas ela me obrigou a dançar só um pouquinho. Ela se agarrou no meu pescoço e eu passei as mãos na cintura dela. Ela era tão gostosa quanto a mãe e me sorria. Os peitos dela se juntavam num decote charmoso e, embora eu tentasse não olhar, não ver era impossível.
— Você me acha bonita, pai? — ela perguntou sensual.
— Claro que sim, filha! — eu disse enquanto dançávamos.
— Antes eu te vi me olhando pela fresta da porta. Eu estava me olhando no espelho, às vezes eu faço — confessou-me com melancolia.
— Foi um acidente, filha, eu saía do chuveiro e como não sabia o que você fazia, fiquei curioso, só isso e nada mais — falei, ficando vermelho.
— Gostei que você me olhasse, pai, não sei quantas vezes li como você fez amor com a mamãe e o que ela sentiu. Sabe que eu também sou virgem? — confessou, me deixando completamente desnorteado.
— Ah, filha! Isso é muito íntimo, sério que sua mãe escreveu isso no diário dela?
— Sim, cada detalhe! Ao reler uma e outra vez, não consigo evitar me sentir atraída por aquele momento — acrescentou, pra piorar.
Para minha surpresa, ela se afastou de mim e baixou as alças do vestido, deixando-o cair no chão, mostrando seu corpo esguio, esbelto e nu. Só estava de calcinha fio dental preta, pois seus seios eretos eram perfeitos e não precisavam de nenhum suporte extra.
Imediatamente me abaixei e peguei o vestido dela pra tentar cobri-la, mas ela me impediu.
— Não me cubra, me olha e me diz de novo que me acha gostosa! — disse.
— Ah, filha, acho que o vinho te pegou forte demais! — falei, tentando buscar alguma explicação racional.
Ela puxou minhas mãos e me fez levantar, depois as colocou sobre os seios nus dela. Senti o calor suave da pele nacarada e o toque delicado dos mamilos eretos e duros. Os mesmos que já se marcavam através do tecido fino do vestido enquanto dançávamos.
— Você gosta dos meus peitos? São como os da mamãe? — ousou me perguntar.
— Ah, filha, não sei aonde você quer chegar! — falei, um pouco assustado.
— Não se assusta, papai! Só quero que você os beije, como fez com os da mamãe — disse e, puxando meu pescoço, colocou um peito na minha boca.
Estupefato, beijei o mamilo dela, a auréola, e chupei docemente. Mas rapidamente me afastei, não entendia nada…
— Filha, isso não está certo — falei, me sentindo culpado.
— Por quê? Você não sabe o quanto desejei que esse momento chegasse, estar na sua frente, nua e tesuda. Vamos, pai, faz comigo como fez com a mamãe aquela última noite!
Eu estava muito atordoado, quase tonto pensando que aquele vinho também tinha subido à minha cabeça. Era uma loucura!
A mão dela agarrou minha ereção e me descobriu na minha excitação escondida até aquele momento.
— Você gostou! — disse ela, apontando para mim com o dedo indicador.
— Não, não é isso, filha... isso "vai sozinho"! — falei como desculpa —. Faz meses que não fico com ninguém, só isso — acrescentei para me justificar.
— Eu também nunca fiquei com ninguém, nunca, pai. Por isso quero que hoje você me coma, como fez com a mamãe — disse ela tão segura de si que dava um baita vertigem.
Ela se agachou na minha frente e puxou meu cinto tentando tirá-lo. Eu recusei, a gente se debateu e ela acabou com os dentes cravados na minha braguilha, aquele ato sutilmente selvagem me excitou de um jeito que eu não podia acreditar.
Então ela se jogou para trás e abaixou a calcinha fio dental preta, deixando-a de lado, sentou no sofá e abriu as pernas me mostrando a buceta nua e especialmente depilada para a ocasião. Levantou as pernas e apoiou os calcanhares dos dois lados do sofá, ficando bem exposta na minha frente, abriu a rachinha rosada e ela estava tão lubrificada e sensual que parecia um morango maduro.
— Olha, pai! Estou tão tesuda que, se você só roçar no meu clitóris, acho que eu gozo — disse ela enquanto se massageava ali mesmo.
— Mas, filha, o que você quer que eu faça? — perguntei sentindo que minha ereção já estava total.
— Quero que você tire a calça e me foda agora, como fez com a mamãe naquela noite — disse com uma segurança que dava medo.
Eu sentia minha ereção tão dura que, por instinto, levei a mão até ela e a ajustei enquanto pressionava a cueca por baixo da calça.
— Vem, pai. Você vai me deixar assim toda molhada? — disse ela se insinuando enquanto não parava de se masturbar no clitóris.
Pensei numa saída, pensei que talvez se eu provocasse um orgasmo nela, saciaria a sede de sexo dela, ou talvez que se eu me jogasse por cima dela, ela se assustasse e duvidasse de continuar aquela loucura.
Me ajoelhei Diante dela, posicionei minha mão sobre sua virilha raspada, sua pele macia se juntava num sulco perfeito.
Separei seus lábios e com um dedo percorri a onda de seus fluidos, que jorravam em abundância. A mãe dela também era muito gostosa nesse aspecto, algo que me transportou por um momento àquela noite e que sem dúvida ela herdou. Acariciei seu clitóris depois de deslizar por suas dobras, e ela gemeu com força.
—Ah, papai, issooo! Continua... por favoooor...! —ela grunhiu enquanto segurava as pernas abertas com as duas mãos.
https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWL?si=DsG2I-MlTyWuypVKPFDnrwAdmito que nunca fui um bom pai, pois quando engravidei a mãe dele, botei terra no meio, aterrorizado com a opressão que a responsabilidade não planejada me causava, sendo pais tão jovens quanto nós. Não pretendo me justificar, mas nós dois éramos só uns adolescentes.
A mãe dele e eu nos conhecemos passando as férias num camping, saindo com nossas respectivas galeras. Os caras de um lado e as minas do outro. Como rebanhos que se enfrentam, que se aproximavam, se paqueravam, às vezes se tratavam com desdém, depois se separavam e recomeçavam numa espécie de cortejo eterno que se repetia em ciclos entre risadinhas e cochichos.
O caso é que a mãe dele deu um jeito de me levar pra um canto e sentarmos na grama a sós. Ali prometemos amor eterno e nos beijamos. Tudo muito infantil, tudo muito idílico.
Pra fingir, continuávamos saindo com as galeras, mas durante a noite a gente se despistava e secretamente se amava. A gente se pegava, como se diz vulgarmente pra beijar e acariciar ou tocar e apalpar, dependendo do quão refinado você quer ser.
Nós dois éramos inexperientes nas artes do sexo. No começo nos tocávamos com desajeito, nem sabíamos beijar direito, mas nessa idade a vontade supre qualquer falta. Rapidamente aprendemos por instinto, nos deixando levar pelo frenesi dos nossos desejos.
Assim chegou a última noite que passaríamos juntos. De tanto nos beijarmos, tínhamos os lábios vermelhos e inchados pelo atrito e pelo roçar apaixonado, a ponto de doerem.
Enquanto a gente se pegava, metíamos a mão um no outro como desesperados. Eu achava ela terrivelmente molhada lá embaixo e ela me achava terrivelmente excitado, com a cabecinha bem lubrificada enquanto eu a movia pra cima e pra baixo.
Decidimos que não aguentávamos mais e, tirando nossas poucas roupas na escuridão daquela noite, deitamos na frescura da grama sob um céu estrelado.
Me joguei por cima dela, cobrindo-a com uma vontade enorme de gozar. Ela me recebeu bem. aberta, exalando exageradamente quando sentiu o peso do meu corpo pressionando o mais íntimo dela, expectante diante do que ia acontecer.
Eu sabia que ela era virgem, pois ela mesma tinha me contado, e eu também era, então para nós dois era a primeira vez. Ela agarrou minha bunda nua e, cravando as unhas, me convidou a entrar. Sentir a penetração foi uma sensação indescritível, algo que a gente acha que nunca vai esquecer, mas que, infelizmente, esquece. Ela suspirou bem fundo e reclamou da dor que eu causei.
Comecei a me mover com vontade de amá-la, pois não havia coisa que eu desejasse mais na vida naquele momento mágico.
Com a inexperiência que eu tinha, não demorei muito para gozar e cair exausto em cima do corpo nu e lindo dela, enquanto respirávamos bem acelerados, mais pelos nervos que nos consumiam do que pelo ato em si.
E, abandonando o abraço quente dos quadris dela, caí deitado ao lado, ofegante. Mas ela não demorou a reagir e decidiu voltar à carga sem me deixar nem recuperar o fôlego. Ela se sentou e montou em mim com uma agilidade inesperada, cravando de novo minha ereção que ainda se mantinha.
Não há nada como a juventude, não tinha baixado nem um milímetro, e embora doesse, a natureza seguiu seu curso e numa nova cavalgada ela gozou enquanto se esfregava o clitóris e se movia ao mesmo tempo.
Ela caiu pesada sobre meu peito nu, me fazendo sentir o calor doce dos seios brancos e perolados dela. Senti o hálito suave no meu ouvido, e isso me deu arrepios. Eram tantas as vontades de que aquele momento chegasse que ficamos assim por um bom tempo, nos recusando a abandonar um ao outro, pois sabíamos que aquela transa excitante, no fundo, tinha gosto de despedida…
No dia seguinte, ela foi embora do camping e eu também, cada um voltou para a sua família e nem sequer nos despedimos. Acho que bastou o que aconteceu na noite anterior, onde nossos corpos falaram e expressaram o desejo mais íntimo, se fundindo como só as almas sabem fazer. apaixonadas podem fazer isso.
Eram outros tempos, conversamos por telefone algumas vezes, mas mal sabíamos do que falar. Cada um tinha sua vida, seus amigos, e a distância apagou o que o verão acendeu.
Mas por carta ela me contou as consequências da nossa noite de amor. Eu, apavorado, parei de escrever pra ela e, com o tempo, ela parou de me mandar aquelas cartas onde contava as brigas com os pais ou como estava ficando gorda por causa da gravidez.
Eu sei, fui um idiota e um covarde. A culpa sempre me acompanhou desde então e às vezes eu ainda me lembrava dela, pensando se teria sido um menino ou uma menina.
Mas o destino, sempre caprichoso e traiçoeiro, quis levar a mãe muitos anos depois e, de repente, um dia uma carta nova chegou na minha porta. Era dela, mas não da mãe, e sim da minha filha.
Foi aí que soube da desgraça: a mãe tinha morrido e ela queria me conhecer. Ela me perguntava se eu queria vê-la, e eu, naquele momento, mais maduro e sensato, quis vê-la...
Quando ela desceu do ônibus em que veio, não tive dificuldade nenhuma em reconhecê-la, porque era a cara da mãe quando nos conhecemos naquele camping. Que surpresa!
— Filha? — perguntei, enquanto a emoção me tomava.
— Pai? — respondeu ela, tão emocionada quanto eu.
— Você é a cara da sua mãe! — falei assim que nos soltamos.
— Vindo de você, isso é um elogio — riu a jovem gostosa.
Nos dias seguintes, fui conhecendo ela e ela foi se acostumando com meu apartamento. Porque eu morava sozinho e, embora tenha me casado, me divorciei da minha parceira e não tive filhos. Conheci outras, mas em nenhuma encontrei o que procurava, então melhor sozinho do que mal acompanhado.
A convivência não foi fácil no começo. Porque na real éramos dois estranhos convivendo, até que os laços se formassem, teve algum atrito aqui e ali. Mas finalmente fomos nos dando bem, de um jeito que uma noite ela me contou o segredo dela.
— Olha, pai, mamãe antes de morrer me deu o diário dela, aquele que ela escreveu no verão em que vocês se... —Vocês se conheceram —me disse ela, me mostrando um caderno que literalmente se desfazia folha por folha, guardado cuidadosamente numa pasta.
Ali havia anotações ao longo de dias, que ela percorria com o capricho de um livreiro até chegar às páginas que procurava…
—Aqui está, os dias que vocês passaram juntos. Já devo ter lido umas cem vezes, pai —me disse ela com o coração apertado.
—Sério, filha? E o que ela dizia de mim? —perguntei, com um certo medo do que ela pudesse ter deixado escrito sobre a nossa relação.
—Ela dizia que você era muito romântico, que a fazia rir e que você parecia um cara muito sincero. Foi por isso que ela se apaixonou por você. Aqui está tudo descrito em detalhes, desde o primeiro beijo até a noite antes da partida dela…
Aquilo me abalou, a noite antes da partida. Naquela noite só aconteceu uma coisa, um acontecimento que, com o passar do tempo, eu já duvidava se tinha sido sonho ou realidade. Não quis dizer nada, mais por pudor, já que era minha filha quem tinha lido aquilo.
—Ela descreveu como você fez amor com ela, a paixão, os beijos, a ternura… Pai, foi tão lindo que eu fiquei recriando na minha mente durante semanas —confessou ela, com uma saudade que eu já tinha perdido.
—Bem, filha, foi lindo, sim. Nossa primeira e última vez, infelizmente eu me assustei quando ela me disse que estava grávida de você e parei de escrever pra ela. Me desculpa muito, filha!
—Ela entendeu perfeitamente, pai. Vocês eram só uns adolescentes, você não podia assumir algo que era grande demais pra vocês dois —confessou ela—. Ela também escreveu sobre isso, sobre como decidiu parar de te mandar cartas e deixar você seguir sua vida, mas ela nunca te esqueceu, pai.
O sentimento de culpa me dominou naquele momento, eu não conseguia articular nem uma palavra coerente.
—Bem, filha, isso é passado. O que importa agora é que você está aqui, comigo —falei, segurando a mão dela.
—Sim, pai, finalmente nos conhecemos.
E ali ficou a confissão dela naquela noite. Escovamos os dentes e fomos dormir.
Na nossa convivência também surgiu algum atrito inesperado em forma de descuido, ela saiu do banho com uma toalha enrolada no corpo e eu entrei logo em seguida. Ao sair, passei pelo quarto dela e ela não tinha fechado a porta completamente, então pela fresta vi como ela tirou a toalha e, com a naturalidade de alguém que fosse nudista, vi como ela se olhava no espelho, pegava nas próprias tetinhas e admirava a pele branca dela, fazendo alguma pose sugestiva. O horror quis que ela descobrisse que eu estava olhando e na hora se cobriu com a mão e o braço. Eu fugi na direção do meu quarto e me escondi. Não falamos mais sobre o assunto, porque eu estava com muita vergonha. Mas depois do jantar…
— Às vezes me pergunto se um dia vou conhecer um cara que me ame tanto quanto você amou a mamãe — ela me disse enquanto assistíamos TV distraidamente.
— Não fala bobagem! Claro que você vai encontrar alguém! — eu disse, dando como certo —. Você é tão gostosa quanto a sua mãe! — falei pra animar ela.
— Sério? Você acha que eu sou bonita?
— Claro, filha! Você é lindíssima! — eu disse rindo.
E ela se animou com meu comentário.
— Você toma uma taça de vinho comigo, pai?
— Claro, por que não? — eu disse servindo duas taças de sangue de touro.
— Pela mamãe! — ela disse levantando a taça.
Brindei com ela pela mãe dela, foi meio triste, mas depois ela quase virou a taça de uma vez.
— Calma, filha, isso dá tontura — avisei, enchendo de novo.
— Você dançaria comigo, pai? — ela disse enquanto no filme que passava na TV tocava uma música romântica e os protagonistas dançavam.
Tentei recusar, mas ela me obrigou a dançar só um pouquinho. Ela se agarrou no meu pescoço e eu passei as mãos na cintura dela. Ela era tão gostosa quanto a mãe e me sorria. Os peitos dela se juntavam num decote charmoso e, embora eu tentasse não olhar, não ver era impossível.
— Você me acha bonita, pai? — ela perguntou sensual.
— Claro que sim, filha! — eu disse enquanto dançávamos.
— Antes eu te vi me olhando pela fresta da porta. Eu estava me olhando no espelho, às vezes eu faço — confessou-me com melancolia.
— Foi um acidente, filha, eu saía do chuveiro e como não sabia o que você fazia, fiquei curioso, só isso e nada mais — falei, ficando vermelho.
— Gostei que você me olhasse, pai, não sei quantas vezes li como você fez amor com a mamãe e o que ela sentiu. Sabe que eu também sou virgem? — confessou, me deixando completamente desnorteado.
— Ah, filha! Isso é muito íntimo, sério que sua mãe escreveu isso no diário dela?
— Sim, cada detalhe! Ao reler uma e outra vez, não consigo evitar me sentir atraída por aquele momento — acrescentou, pra piorar.
Para minha surpresa, ela se afastou de mim e baixou as alças do vestido, deixando-o cair no chão, mostrando seu corpo esguio, esbelto e nu. Só estava de calcinha fio dental preta, pois seus seios eretos eram perfeitos e não precisavam de nenhum suporte extra.
Imediatamente me abaixei e peguei o vestido dela pra tentar cobri-la, mas ela me impediu.
— Não me cubra, me olha e me diz de novo que me acha gostosa! — disse.
— Ah, filha, acho que o vinho te pegou forte demais! — falei, tentando buscar alguma explicação racional.
Ela puxou minhas mãos e me fez levantar, depois as colocou sobre os seios nus dela. Senti o calor suave da pele nacarada e o toque delicado dos mamilos eretos e duros. Os mesmos que já se marcavam através do tecido fino do vestido enquanto dançávamos.
— Você gosta dos meus peitos? São como os da mamãe? — ousou me perguntar.
— Ah, filha, não sei aonde você quer chegar! — falei, um pouco assustado.
— Não se assusta, papai! Só quero que você os beije, como fez com os da mamãe — disse e, puxando meu pescoço, colocou um peito na minha boca.
Estupefato, beijei o mamilo dela, a auréola, e chupei docemente. Mas rapidamente me afastei, não entendia nada…
— Filha, isso não está certo — falei, me sentindo culpado.
— Por quê? Você não sabe o quanto desejei que esse momento chegasse, estar na sua frente, nua e tesuda. Vamos, pai, faz comigo como fez com a mamãe aquela última noite!
Eu estava muito atordoado, quase tonto pensando que aquele vinho também tinha subido à minha cabeça. Era uma loucura!
A mão dela agarrou minha ereção e me descobriu na minha excitação escondida até aquele momento.
— Você gostou! — disse ela, apontando para mim com o dedo indicador.
— Não, não é isso, filha... isso "vai sozinho"! — falei como desculpa —. Faz meses que não fico com ninguém, só isso — acrescentei para me justificar.
— Eu também nunca fiquei com ninguém, nunca, pai. Por isso quero que hoje você me coma, como fez com a mamãe — disse ela tão segura de si que dava um baita vertigem.
Ela se agachou na minha frente e puxou meu cinto tentando tirá-lo. Eu recusei, a gente se debateu e ela acabou com os dentes cravados na minha braguilha, aquele ato sutilmente selvagem me excitou de um jeito que eu não podia acreditar.
Então ela se jogou para trás e abaixou a calcinha fio dental preta, deixando-a de lado, sentou no sofá e abriu as pernas me mostrando a buceta nua e especialmente depilada para a ocasião. Levantou as pernas e apoiou os calcanhares dos dois lados do sofá, ficando bem exposta na minha frente, abriu a rachinha rosada e ela estava tão lubrificada e sensual que parecia um morango maduro.
— Olha, pai! Estou tão tesuda que, se você só roçar no meu clitóris, acho que eu gozo — disse ela enquanto se massageava ali mesmo.
— Mas, filha, o que você quer que eu faça? — perguntei sentindo que minha ereção já estava total.
— Quero que você tire a calça e me foda agora, como fez com a mamãe naquela noite — disse com uma segurança que dava medo.
Eu sentia minha ereção tão dura que, por instinto, levei a mão até ela e a ajustei enquanto pressionava a cueca por baixo da calça.
— Vem, pai. Você vai me deixar assim toda molhada? — disse ela se insinuando enquanto não parava de se masturbar no clitóris.
Pensei numa saída, pensei que talvez se eu provocasse um orgasmo nela, saciaria a sede de sexo dela, ou talvez que se eu me jogasse por cima dela, ela se assustasse e duvidasse de continuar aquela loucura.
Me ajoelhei Diante dela, posicionei minha mão sobre sua virilha raspada, sua pele macia se juntava num sulco perfeito.
Separei seus lábios e com um dedo percorri a onda de seus fluidos, que jorravam em abundância. A mãe dela também era muito gostosa nesse aspecto, algo que me transportou por um momento àquela noite e que sem dúvida ela herdou. Acariciei seu clitóris depois de deslizar por suas dobras, e ela gemeu com força.
—Ah, papai, issooo! Continua... por favoooor...! —ela grunhiu enquanto segurava as pernas abertas com as duas mãos.
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