Depois das experiências anteriores que, apesar de não terem sido ruins sexualmente, não eram o que eu buscava naquele momento, decidi fazer outra coisa e talvez começar a testar o tal do "touch and go". Pra isso, voltei a um velho vício: retomar a noite e fazer o que eu gostava, que era trabalhar como segurança numa balada. Entrei em contato com uns contatos antigos e consegui um trampo como chefe de segurança numa balada do centro. Meu primeiro dia de serviço foi numa sexta à noite. Pra ser sincero, eu não conhecia a balada, porque fazia muito tempo que tinha largado a noite. Antes da abertura, conversei com meus colegas pra organizar o serviço e posicionar cada um nos lugares certos. Como sempre fiz, fui pra porta: primeiro, pra mostrar minha autoridade, e segundo, porque na porta você já sente como vai ser a noite — tranquila ou não.
Assim que abriram a porta, como sempre, as primeiras 30 a 50 pessoas da fila eram mulheres e, claro, todas dando em cima de quem tava na porta pra entrar mais rápido. Sinceramente, nenhuma das que estavam na frente me chamou a atenção, então já dei a noite como perdida. Lá pelas três da manhã, todo mundo já tinha entrado e parecia que não ia entrar mais ninguém. Tava conversando com meus colegas, de costas pra porta, quando sinto alguém tocando minhas costas bem de leve. Quando virei, me deparei com uma morenaça impressionante, olhos cor de mel, uns peitos lindos, grandes e durinhos, e depois percebi a raba maravilhosa que acompanhava essa mulher. Ela tava vestindo uma regata branca bem colada no corpo, acho que sem sutiã, e uma calça jeans quase que pintada no corpo. Me perguntou, com uma voz de puta no cio, se ainda dava pra entrar na balada, porque tava com mais três amigas e não tinham pra onde ir. Enquanto falava, passava a mão no meu peito de um jeito bem sensual. Óbvio que deixei elas entrarem, e das quatro, só duas pagaram. Depois que passaram pela catraca, as duas... que pagavam, ela ficou até o final e antes de entrar me disse: "espero te encontrar lá dentro, você é muito lindo" e me deu um beijo no canto dos lábios e entrou rebolando a bunda pra caralho.
Como chefe de segurança, posso me dar certas liberdades, então esperei um tempo prudente pra chamar um colega que me substituísse e entrar pra procurar aquela puta, mas também não entrei desesperado atrás dela. Dei uma volta pela balada como se estivesse fazendo meu trabalho. Naquele dia estava lotado, parei num canto e procurei ela com o olhar até que a vi no canto oposto ao meu. Ela estava dançando com um cara, mas me deu a impressão de que não tava muito à vontade porque de vez em quando o afastava. Naquele momento tava tocando uma sequência de reggaeton. Me aproximei um pouco como pra tirar o chato de cima dela, e quando ela me viu, veio na minha direção e começou a dançar e a rebolando em mim. Primeiro passou a mão nos meus peitos e depois encostou a bunda na minha pica e ficava mexendo. Minha pica já tava pulando dentro da calça. De costas como estava, ela se grudou em mim e foi descendo até que o rosto ficou na altura da minha pica, e depois, bem devagar, foi subindo enquanto esfregava os peitos em mim, até que ficamos cara a cara e ela me comeu a boca, e eu não me fiz de rogado. Uma das minhas mãos pegou na nuca dela e a outra foi direto pra bunda. Ela, por sua vez, colocou uma das mãos no meu rosto e a outra foi direto na minha pica. Nossas línguas não demoraram pra se enroscar numa guerra apaixonada. Minha mão passou da bunda dela pra buceta, sempre por cima da calça jeans, mas a umidade já dava pra sentir.
A gente tava naquela situação quase no meio da pista, mas não dava mais pra continuar ali, então eu disse no ouvido dela se queria esperar até a balada fechar ou me acompanhar até o escritório pra terminar o que a gente começou. Ela respondeu apertando mais minha pica. Então aproveitei de novo meu cargo de chefe de segurança, peguei na mão dela e fomos pra um escritório que tem na balada, quase preparado. pra esses casos.
Abri a porta com minha chave e entramos, o escritório é na verdade um quarto de… dois por dois, só com uma poltrona de mobiliário, quase não deu tempo de trancar a porta pra não sermos incomodados, ela desabotoou minha calça e puxou pra baixo junto com a cueca e meu pau pulou como se tivesse uma mola, e na ponta já dava pra ver uma gotinha brilhante, ela olhou pra ela e acariciou enquanto me encarava nos olhos e passava a língua nos lábios, como pedindo permissão, então peguei a cabeça dela com a mão, ela só abriu a boca e engoliu, literalmente, meu pau inteiro sem tirar da boca, esticava a língua por baixo e chupava a base, as mãos dela acariciavam minhas coxas, e ela começou a meter na própria boca, tirava ele completamente da boca e enfiava de novo até o fundo, e de vez em quando tirava e me batia uma punheta enquanto com a língua chupava minhas bolas, sempre me olhando nos olhos com uma carinha de puta que tava me deixando louco.
Pra falar a verdade, tava há muito tempo em abstinência sexual, então avisei que se continuasse assim não ia aguentar muito, aí ela só acelerou a chupada, perguntei onde ela queria porque já tava gozando, então ela continuou chupando, então deduzi que queria na boca e não me fiz de rogado, a porra escapava pelo canto dos lábios dela e ela só colocava a mão embaixo pra não cair na roupa, me deixou o pau impecável, engoliu toda a porra até a que tava na mão dela, com o gole que tinha enxaguou a boca e a gente voltou a se beijar de boca, mas meu pau continuava duro.
Quando ela se levantou, tirei a regata dela e me deparei com uns peitos espetaculares, uns mamilos marrons, duros e bem empinados, não aguentei a tentação e levei eles pra boca, com uma mão acariciava um peito e com a boca chupava o outro, ela começou a tirar a calça e eu aproveitei pra levar uma mão até a buceta dela sem parar de cuidar dos peitos.
Empurrei ela pra poltrona, ela se deitou e eu fiquei por cima, meu pau ficou apoiada entre os lábios da pussy, então enquanto eu continuava chupando os peitos dela, eu esfregava a pussy dela com a cock. Comecei a descer com meus beijos, minha língua deixava um fio de baba na pele dela, enquanto eu ia descendo, ela pegou nos próprios peitos e começou a massageá-los, beliscava os mamilos e não parava de gemer, mas ali não importava porque o barulho da balada não deixava ninguém ouvir o que rolava lá dentro. Cheguei com minha boca na pussy dela, era tão linda quanto os peitos dela, toda depiladinha, super molhada, já aberta de tesão, minha língua não teve dificuldade nenhuma pra penetrar, tinha um gostinho meio salgadinho, tasty, quentinha, procurei o clitóris com a língua enquanto meus dedos exploravam o interior da pussy dela procurando o ponto G, aquela paredinha rugosa que pouca gente consegue achar, quando você encontra, percebe porque as paredes internas se contraem, a barriga fica tensa e elas soltam um gritinho de prazer.
Ela parou de apertar os próprios peitos pra segurar as pernas e levantá-las mais, ficando ainda mais exposta pra minha boca, agora eu não tinha só a vulva dela à disposição, mas também o cu perfeito dela. Comecei a passar minha língua de baixo pra cima, brincando com o furinho dela, e depois voltava a brincar com o clitóris enquanto meus dedos penetravam ela, agora um na bunda e três na vulva. Ela tinha as mãos na minha cock e de vez em quando acariciava, de vez em quando cuspia na mão e me batia uma punheta. Entre suspiros e gemidos, ela me pedia pra comer ela, pra meter a cock onde eu quisesse, mas queria sentir ela dentro, então não esperei mais e me coloquei na frente dela, com a cabeça da cock esfregando a pussy dela, ela me abraçou com as pernas e com força me puxou pra perto, e minha cock entrou direto na bunda dela, ela não esperava por isso, então a expressão dela foi de dor e prazer ao mesmo tempo, a penetração foi funda e comecei a me mexer, primeiro devagar e depois mais forte, ela pedia por isso, com as pernas me marcava o ritmo, e me arranhava as costas enquanto minha boca chupava e mordia aqueles pezões duros e quentes. Os gemidos dela viraram gritos, as costas começaram a arquear, e da buceta dela saíam fluxos que lubrificavam meu pau entrando na rabeta dela.
Ela teve um, dois, e até três orgasmos seguidos, tirei o pau da rabeta e enfiei de uma vez na buceta dela, e ela teve o quarto orgasmo. Tava muito molhado e quente, nossas bocas eram uma, nossos corpos eram um. Ela começou a ter espasmos, o corpo tremia sem parar, os olhos viraram, todos os músculos se tensionaram e depois relaxaram completamente. A respiração dela ficou mais lenta, e ela voltou a gemer enquanto eu não parava de me mexer. Agora eu queria gozar. Levantei e coloquei ela de quatro, enfiei de uma vez na buceta dela, enquanto comia ela, com uma mão puxava o cabelo e com a outra dava tapas na bunda. Ela gemia de prazer e entre os gemidos pediu pra eu encher a buceta dela de porra. Esse pedido, esse tom de voz, fez minha porra jorrar dentro da buceta dela, transbordando, enchendo. Agora nós dois estávamos relaxados.
Não paramos de nos beijar, eu continuei tocando e acariciando os peitos dela. Senti que a música do rolê tinha parado e falei que a gente tinha que ir. Então nos vestimos e quando saímos do escritório, todo mundo já tinha ido embora, só tinha o pessoal da limpeza que nem nos viu sair. As amigas dela tinham ido embora, então levei ela até em casa, mas isso é outra história.
Espero que tenham gostado, apesar de ter ficado longo pra caralho.
Não esqueçam de comentar pra eu continuar escrevendo e de deixar pontos.
Assim que abriram a porta, como sempre, as primeiras 30 a 50 pessoas da fila eram mulheres e, claro, todas dando em cima de quem tava na porta pra entrar mais rápido. Sinceramente, nenhuma das que estavam na frente me chamou a atenção, então já dei a noite como perdida. Lá pelas três da manhã, todo mundo já tinha entrado e parecia que não ia entrar mais ninguém. Tava conversando com meus colegas, de costas pra porta, quando sinto alguém tocando minhas costas bem de leve. Quando virei, me deparei com uma morenaça impressionante, olhos cor de mel, uns peitos lindos, grandes e durinhos, e depois percebi a raba maravilhosa que acompanhava essa mulher. Ela tava vestindo uma regata branca bem colada no corpo, acho que sem sutiã, e uma calça jeans quase que pintada no corpo. Me perguntou, com uma voz de puta no cio, se ainda dava pra entrar na balada, porque tava com mais três amigas e não tinham pra onde ir. Enquanto falava, passava a mão no meu peito de um jeito bem sensual. Óbvio que deixei elas entrarem, e das quatro, só duas pagaram. Depois que passaram pela catraca, as duas... que pagavam, ela ficou até o final e antes de entrar me disse: "espero te encontrar lá dentro, você é muito lindo" e me deu um beijo no canto dos lábios e entrou rebolando a bunda pra caralho.
Como chefe de segurança, posso me dar certas liberdades, então esperei um tempo prudente pra chamar um colega que me substituísse e entrar pra procurar aquela puta, mas também não entrei desesperado atrás dela. Dei uma volta pela balada como se estivesse fazendo meu trabalho. Naquele dia estava lotado, parei num canto e procurei ela com o olhar até que a vi no canto oposto ao meu. Ela estava dançando com um cara, mas me deu a impressão de que não tava muito à vontade porque de vez em quando o afastava. Naquele momento tava tocando uma sequência de reggaeton. Me aproximei um pouco como pra tirar o chato de cima dela, e quando ela me viu, veio na minha direção e começou a dançar e a rebolando em mim. Primeiro passou a mão nos meus peitos e depois encostou a bunda na minha pica e ficava mexendo. Minha pica já tava pulando dentro da calça. De costas como estava, ela se grudou em mim e foi descendo até que o rosto ficou na altura da minha pica, e depois, bem devagar, foi subindo enquanto esfregava os peitos em mim, até que ficamos cara a cara e ela me comeu a boca, e eu não me fiz de rogado. Uma das minhas mãos pegou na nuca dela e a outra foi direto pra bunda. Ela, por sua vez, colocou uma das mãos no meu rosto e a outra foi direto na minha pica. Nossas línguas não demoraram pra se enroscar numa guerra apaixonada. Minha mão passou da bunda dela pra buceta, sempre por cima da calça jeans, mas a umidade já dava pra sentir.
A gente tava naquela situação quase no meio da pista, mas não dava mais pra continuar ali, então eu disse no ouvido dela se queria esperar até a balada fechar ou me acompanhar até o escritório pra terminar o que a gente começou. Ela respondeu apertando mais minha pica. Então aproveitei de novo meu cargo de chefe de segurança, peguei na mão dela e fomos pra um escritório que tem na balada, quase preparado. pra esses casos.
Abri a porta com minha chave e entramos, o escritório é na verdade um quarto de… dois por dois, só com uma poltrona de mobiliário, quase não deu tempo de trancar a porta pra não sermos incomodados, ela desabotoou minha calça e puxou pra baixo junto com a cueca e meu pau pulou como se tivesse uma mola, e na ponta já dava pra ver uma gotinha brilhante, ela olhou pra ela e acariciou enquanto me encarava nos olhos e passava a língua nos lábios, como pedindo permissão, então peguei a cabeça dela com a mão, ela só abriu a boca e engoliu, literalmente, meu pau inteiro sem tirar da boca, esticava a língua por baixo e chupava a base, as mãos dela acariciavam minhas coxas, e ela começou a meter na própria boca, tirava ele completamente da boca e enfiava de novo até o fundo, e de vez em quando tirava e me batia uma punheta enquanto com a língua chupava minhas bolas, sempre me olhando nos olhos com uma carinha de puta que tava me deixando louco.
Pra falar a verdade, tava há muito tempo em abstinência sexual, então avisei que se continuasse assim não ia aguentar muito, aí ela só acelerou a chupada, perguntei onde ela queria porque já tava gozando, então ela continuou chupando, então deduzi que queria na boca e não me fiz de rogado, a porra escapava pelo canto dos lábios dela e ela só colocava a mão embaixo pra não cair na roupa, me deixou o pau impecável, engoliu toda a porra até a que tava na mão dela, com o gole que tinha enxaguou a boca e a gente voltou a se beijar de boca, mas meu pau continuava duro.
Quando ela se levantou, tirei a regata dela e me deparei com uns peitos espetaculares, uns mamilos marrons, duros e bem empinados, não aguentei a tentação e levei eles pra boca, com uma mão acariciava um peito e com a boca chupava o outro, ela começou a tirar a calça e eu aproveitei pra levar uma mão até a buceta dela sem parar de cuidar dos peitos.
Empurrei ela pra poltrona, ela se deitou e eu fiquei por cima, meu pau ficou apoiada entre os lábios da pussy, então enquanto eu continuava chupando os peitos dela, eu esfregava a pussy dela com a cock. Comecei a descer com meus beijos, minha língua deixava um fio de baba na pele dela, enquanto eu ia descendo, ela pegou nos próprios peitos e começou a massageá-los, beliscava os mamilos e não parava de gemer, mas ali não importava porque o barulho da balada não deixava ninguém ouvir o que rolava lá dentro. Cheguei com minha boca na pussy dela, era tão linda quanto os peitos dela, toda depiladinha, super molhada, já aberta de tesão, minha língua não teve dificuldade nenhuma pra penetrar, tinha um gostinho meio salgadinho, tasty, quentinha, procurei o clitóris com a língua enquanto meus dedos exploravam o interior da pussy dela procurando o ponto G, aquela paredinha rugosa que pouca gente consegue achar, quando você encontra, percebe porque as paredes internas se contraem, a barriga fica tensa e elas soltam um gritinho de prazer.
Ela parou de apertar os próprios peitos pra segurar as pernas e levantá-las mais, ficando ainda mais exposta pra minha boca, agora eu não tinha só a vulva dela à disposição, mas também o cu perfeito dela. Comecei a passar minha língua de baixo pra cima, brincando com o furinho dela, e depois voltava a brincar com o clitóris enquanto meus dedos penetravam ela, agora um na bunda e três na vulva. Ela tinha as mãos na minha cock e de vez em quando acariciava, de vez em quando cuspia na mão e me batia uma punheta. Entre suspiros e gemidos, ela me pedia pra comer ela, pra meter a cock onde eu quisesse, mas queria sentir ela dentro, então não esperei mais e me coloquei na frente dela, com a cabeça da cock esfregando a pussy dela, ela me abraçou com as pernas e com força me puxou pra perto, e minha cock entrou direto na bunda dela, ela não esperava por isso, então a expressão dela foi de dor e prazer ao mesmo tempo, a penetração foi funda e comecei a me mexer, primeiro devagar e depois mais forte, ela pedia por isso, com as pernas me marcava o ritmo, e me arranhava as costas enquanto minha boca chupava e mordia aqueles pezões duros e quentes. Os gemidos dela viraram gritos, as costas começaram a arquear, e da buceta dela saíam fluxos que lubrificavam meu pau entrando na rabeta dela.
Ela teve um, dois, e até três orgasmos seguidos, tirei o pau da rabeta e enfiei de uma vez na buceta dela, e ela teve o quarto orgasmo. Tava muito molhado e quente, nossas bocas eram uma, nossos corpos eram um. Ela começou a ter espasmos, o corpo tremia sem parar, os olhos viraram, todos os músculos se tensionaram e depois relaxaram completamente. A respiração dela ficou mais lenta, e ela voltou a gemer enquanto eu não parava de me mexer. Agora eu queria gozar. Levantei e coloquei ela de quatro, enfiei de uma vez na buceta dela, enquanto comia ela, com uma mão puxava o cabelo e com a outra dava tapas na bunda. Ela gemia de prazer e entre os gemidos pediu pra eu encher a buceta dela de porra. Esse pedido, esse tom de voz, fez minha porra jorrar dentro da buceta dela, transbordando, enchendo. Agora nós dois estávamos relaxados.
Não paramos de nos beijar, eu continuei tocando e acariciando os peitos dela. Senti que a música do rolê tinha parado e falei que a gente tinha que ir. Então nos vestimos e quando saímos do escritório, todo mundo já tinha ido embora, só tinha o pessoal da limpeza que nem nos viu sair. As amigas dela tinham ido embora, então levei ela até em casa, mas isso é outra história.
Espero que tenham gostado, apesar de ter ficado longo pra caralho.
Não esqueçam de comentar pra eu continuar escrevendo e de deixar pontos.
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