Trago a penúltima da série.
A Julieta me escreveu cedo, disse que tinha um monte de coisas pra fazer, que ontem tava com vontade de me levar pra casa dela, mas também queria que o marido participasse de algum jeito.
Não sei se contei pra vocês, mas o marido é taxista, por isso a brincadeira de ele aparecer a qualquer momento enquanto a gente transava, porque ele tira uns intervalos durante o dia.
O negócio é que ela me chamou pra encontrar às 18:30 na Tacuari e Avenida de Mayo, o marido dela sempre rodava por ali.
Assim que vi ela, comecei a pensar em tudo que queria fazer com ela. A gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e ficou conversando na beira da calçada. Ela me contava como queria me comer hoje, como queria chupar meu pau naquele instante, "só que é dia e tem tanta gente". Eu já não aguentava mais de tesão e ficava acariciando a barriga dela, chegando a enfiar o mindinho por baixo da calcinha, mas ela não deixava.
De repente, vejo ela se aproximar da rua e chamar um táxi, o motorista freou mesmo ela chamando bem perto, era o marido dela.
Nós dois entramos no banco de trás "pra praça Flores, por favor", ela disse. Na mesma hora, ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar, eu já não aguentava mais, então respondi do mesmo jeito, a gente se beijou e se apalpou todinho como se fosse a última vez.
Num momento, enfiei a mão por baixo da calcinha dela e comecei a acariciar, enquanto chupava os peitos dela. Ela se deixou fazer, já tava escorrendo. Isso me deixava louco, dava pra sentir como ela ficava com tesão naquela situação. Numa hora, olhei pro marido, ele tava se tocando por cima da calça enquanto nos olhava. Mas não parava, nunca parou. Devia ser o acordo, pensei. E continuei tocando a Juli.
- Isso, gato, continua que você vai me fazer gozar. Cê gosta, Victor?
- Adoro, Juli, sempre quis te ver assim - ele respondeu.
Eu já não aguentava mais e, enquanto ela gozava, eu já tava desabotoando a calça e oferecendo o pau bem duro pra ela chupar. Ela nem esperou terminar direito e começou a lamber com uma vontade... Me deixava louco. Enfiava na boca dela enquanto olhava pro marido, que já tava morrendo de tesão.
— Goza, gostoso, que já já a gente chega — a Juli me disse, e eu não aguentei mais e enchi a boca dela. Ela continuava subindo e descendo enquanto engolia. Eu sentia meu leite todo passando pela garganta dela, ela curtia e me fez saber disso.
A Julieta me escreveu cedo, disse que tinha um monte de coisas pra fazer, que ontem tava com vontade de me levar pra casa dela, mas também queria que o marido participasse de algum jeito.
Não sei se contei pra vocês, mas o marido é taxista, por isso a brincadeira de ele aparecer a qualquer momento enquanto a gente transava, porque ele tira uns intervalos durante o dia.
O negócio é que ela me chamou pra encontrar às 18:30 na Tacuari e Avenida de Mayo, o marido dela sempre rodava por ali.
Assim que vi ela, comecei a pensar em tudo que queria fazer com ela. A gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e ficou conversando na beira da calçada. Ela me contava como queria me comer hoje, como queria chupar meu pau naquele instante, "só que é dia e tem tanta gente". Eu já não aguentava mais de tesão e ficava acariciando a barriga dela, chegando a enfiar o mindinho por baixo da calcinha, mas ela não deixava.
De repente, vejo ela se aproximar da rua e chamar um táxi, o motorista freou mesmo ela chamando bem perto, era o marido dela.
Nós dois entramos no banco de trás "pra praça Flores, por favor", ela disse. Na mesma hora, ela se jogou em cima de mim e começou a me beijar, eu já não aguentava mais, então respondi do mesmo jeito, a gente se beijou e se apalpou todinho como se fosse a última vez.
Num momento, enfiei a mão por baixo da calcinha dela e comecei a acariciar, enquanto chupava os peitos dela. Ela se deixou fazer, já tava escorrendo. Isso me deixava louco, dava pra sentir como ela ficava com tesão naquela situação. Numa hora, olhei pro marido, ele tava se tocando por cima da calça enquanto nos olhava. Mas não parava, nunca parou. Devia ser o acordo, pensei. E continuei tocando a Juli.
- Isso, gato, continua que você vai me fazer gozar. Cê gosta, Victor?
- Adoro, Juli, sempre quis te ver assim - ele respondeu.
Eu já não aguentava mais e, enquanto ela gozava, eu já tava desabotoando a calça e oferecendo o pau bem duro pra ela chupar. Ela nem esperou terminar direito e começou a lamber com uma vontade... Me deixava louco. Enfiava na boca dela enquanto olhava pro marido, que já tava morrendo de tesão.
— Goza, gostoso, que já já a gente chega — a Juli me disse, e eu não aguentei mais e enchi a boca dela. Ela continuava subindo e descendo enquanto engolia. Eu sentia meu leite todo passando pela garganta dela, ela curtia e me fez saber disso.
0 comentários - Roleta 4 Gostosa