Já faziam duas semanas daquela sexta-feira que eu tinha conhecido o Cholo. Continuei indo pros meus treinos, mas não vi ele por lá de novo. Comecei a ficar noiada com aquilo, pensando que talvez ele não tivesse gostado de ficar comigo e que queria me evitar. Pensei um monte de coisas, mas não tive coragem de perguntar no clube se sabiam algo dele, porque ninguém sabia que eu podia conhecê-lo. Mesmo morando numa cidade pequena, a gente não se conhece todo mundo e vive em bairros diferentes, então não sabia como achar ele. Os jogos dos times de cima não tinham coincidido mais com meus treinos, então achei que era por isso que não via ele. Decidi esperar uma semana antes de começar a caçar ele por outro meio. Eu queria ver ele porque tinha gostado de ficar com ele, além de ter sido, mesmo intenso, muito curto. Também não queria meter a Mariana no meio da minha procura porque não queria que ela pudesse complicar o Cholo na vida familiar dele. Quem sabe o que a Mariana é capaz de fazer, talvez ela ache ele e dê em cima, e aí ferra eu e a família do Cholo. Além disso, era uma parada minha e não queria ninguém se metendo.
Então tive a ideia de perguntar no clube por que não tinha mais jogos do time de cima no nosso campo, e o porteiro do clube me disse que tinham suspendido o campo por um mês e que os jogadores treinavam e jogavam no campo do clube Comercial. Aí perguntei até quando era essa suspensão e ele disse que faltava mais uma semana. Pensei, já aguentei duas semanas, posso esperar mais uma. Mas não, depois do fim de semana, na primeira vez que fui na academia, perguntei ao porteiro se ele conhecia os jogadores do time de cima, e ele disse que sim. Então perguntei: tem um senhor que chamam de Cholo, conhece? Sim, claro, ele disse. Sabe onde ele trabalha? Sim, na loja de ferragens que fica no centro (e me deu o endereço). E ele então me perguntou: você conhece ele? E eu disse que ele tinha me emprestado uma coisa que eu precisava devolver. E ficou por isso. No outro dia de manhã... Passei pela ferragem e vi ele lá fora. Parei meio perto da porta e ele me viu. Não tava atendendo ninguém e saiu na rua na hora. Me disse: "Oi, como cê tá? Faz dias que não te vejo." "Sim", falei, "perguntei pro porteiro do clube e ele me disse que você trabalhava aqui." "Ele não perguntou nada?" "Falei que tinha que te devolver uma coisa que você me emprestou. Se ele perguntar alguma coisa, diz que me emprestou uma caneleira e pronto." Ele me diz: "Sabe, tenho que voltar a trabalhar, mas daqui meia hora eu descanso e posso sair pra gente conversar uns minutos, tá bom?" "Sim", falei, "vou dar uma volta por aqui, talvez naquela esquina ali." "Ok", ele disse, "a gente se vê daqui a pouco." Fui pra esquina louco de alegria porque vi que ele me recebeu super bem.
Daí a pouco ele saiu na rua, olhou e me viu na esquina e foi na hora pra lá. "Que bom que você perguntou onde eu trabalho, não fazia ideia de como te achar, a não ser pelo clube, mas como não fui mais lá desde que suspenderam a quadra e nem sei seu nome, não consegui te localizar. Me conta, como cê tá?" "Bem", falei, "e você? Como tem passado?" "Mais ou menos", ele disse, "me machuquei e não posso jogar por mais quinze dias. Tô fazendo recuperação numa academia particular. Fazem fisioterapia e depois uns banhos de imersão, e assim vou levando." "Onde?", perguntei. "No Comercial?" "Não", ele disse, "lá não tem esses serviços. Vou no Porvenir, que tem." "Olha que legal, então até você se curar a gente não se vê mais?", falei. "Nãão", ele disse, "tô com vontade de te ver. Dá pra ir no Porvenir umas 5 da tarde? Nesse horário fico sozinho na sala dos banhos, ninguém me incomoda e a gente pode se ver. O que acha?" Falei: "Não vai dar problema?" "Não, fica tranquilo. Quando termino a fisioterapia, vou pro banho e tranco a porta. Faz o seguinte: vai umas 5 menos 5 e pergunta por mim na entrada. Vão te mandar pra sala de fisioterapia, e eu te apresento como parente. Depois a gente vai junto pro banho." "Fechou", falei, "eu também tava com vontade de te ver." "Ok", ele disse, "às 5 menos 5 te espero. Espera. Chau, e ele voltou pra ferreteria.
Faltando 5 pras 5, eu tava lá entrando e uma moça me acompanhou até a sala de fisioterapia. O Cholo tava conversando com um cara e eu fiquei de lado olhando. Terminaram de falar e o Cholo me chamou, me apresentou como sobrinho dele e fomos pro lugar dos banhos. Entramos e ele fechou a porta com chave. Era um lugar pequeno, com um chuveiro num canto, uma espécie de jacuzzi no outro, uns armários pra roupa, um banco e uma mesa de massagem. Num dos cantos tinha um vaso. Mal entramos, ele começou a me beijar por todo lado e disse: "vamos logo, que senti muito a sua falta". Eu falei pra ele esperar, que ia lavar a buceta primeiro, e fui pro vaso. Dei uns jatos de água até achar que tava tudo limpinho. Saí e ele tava no chuveiro com o pau duro. Peguei com a mão e me inclinei pra chupar. Dei umas boas chupadas e ele tava louco de prazer. Depois nos ensaboamos e tomamos banho juntos. Ele sentou no banco e me chamou pra ir com ele. Cheguei e ele me deitou de bruços nas pernas dele, começou a acariciar minhas nádegas e a dilatar minha buceta com os dedos. Enquanto fazia isso, com o pau dele dava batidinhas na minha barriga. Eu tava muito tesuda e pronta, então me apoiei no banco com a bunda pra cima e ele me penetrou e me bombou divinamente. Depois me mandou deitar de barriga pra cima na mesa de massagem, levantou minhas pernas e levou minha buceta até a borda da mesa e me penetrou de novo, bombando. Eu gemia porque não tinha coragem de gritar de prazer. Dessa vez durou mais tempo que a outra, e de repente ele começou a gozar e eu sentia o leite quente dele me inundando. Na hora comecei a gozar também e caiu tudo na minha barriga. Ele tirou o pau e me deu pra eu beijar. Chupei o leite que ainda tinha dentro e demos um beijinho, e depois entramos no jacuzzi. Que boa transa que o Cholo me deu, que bem que ele fez minha buceta. Mesmo tendo me lavado bem, ficou um pouco do leite dele na minha buceta, me dei. conta que, quando saí de lá andando,
senti umas gotinhas de algo escorrendo pela minha perna.
Eu levei um laptop e coloquei numa poltrona e filmei tudo o que aconteceu, e daí
tirei umas fotos, outras o Cholo tirou com o celular e eu passei pro computador.
Eu gostava de ter alguma lembrança daquele encontro.
Pra Mariana não posso contar que repeti com alguém porque ela vai ficar brava, ela
acha que se eu repito é porque o cara tá me agradando. Ela não se importa que eu
seja bissexual, mas se importa se eu fico sempre com o mesmo. Então
dessa vez não conto nada e pronto. Vamos ver se continuo me vendo com o Cholo ou não.
Então tive a ideia de perguntar no clube por que não tinha mais jogos do time de cima no nosso campo, e o porteiro do clube me disse que tinham suspendido o campo por um mês e que os jogadores treinavam e jogavam no campo do clube Comercial. Aí perguntei até quando era essa suspensão e ele disse que faltava mais uma semana. Pensei, já aguentei duas semanas, posso esperar mais uma. Mas não, depois do fim de semana, na primeira vez que fui na academia, perguntei ao porteiro se ele conhecia os jogadores do time de cima, e ele disse que sim. Então perguntei: tem um senhor que chamam de Cholo, conhece? Sim, claro, ele disse. Sabe onde ele trabalha? Sim, na loja de ferragens que fica no centro (e me deu o endereço). E ele então me perguntou: você conhece ele? E eu disse que ele tinha me emprestado uma coisa que eu precisava devolver. E ficou por isso. No outro dia de manhã... Passei pela ferragem e vi ele lá fora. Parei meio perto da porta e ele me viu. Não tava atendendo ninguém e saiu na rua na hora. Me disse: "Oi, como cê tá? Faz dias que não te vejo." "Sim", falei, "perguntei pro porteiro do clube e ele me disse que você trabalhava aqui." "Ele não perguntou nada?" "Falei que tinha que te devolver uma coisa que você me emprestou. Se ele perguntar alguma coisa, diz que me emprestou uma caneleira e pronto." Ele me diz: "Sabe, tenho que voltar a trabalhar, mas daqui meia hora eu descanso e posso sair pra gente conversar uns minutos, tá bom?" "Sim", falei, "vou dar uma volta por aqui, talvez naquela esquina ali." "Ok", ele disse, "a gente se vê daqui a pouco." Fui pra esquina louco de alegria porque vi que ele me recebeu super bem.
Daí a pouco ele saiu na rua, olhou e me viu na esquina e foi na hora pra lá. "Que bom que você perguntou onde eu trabalho, não fazia ideia de como te achar, a não ser pelo clube, mas como não fui mais lá desde que suspenderam a quadra e nem sei seu nome, não consegui te localizar. Me conta, como cê tá?" "Bem", falei, "e você? Como tem passado?" "Mais ou menos", ele disse, "me machuquei e não posso jogar por mais quinze dias. Tô fazendo recuperação numa academia particular. Fazem fisioterapia e depois uns banhos de imersão, e assim vou levando." "Onde?", perguntei. "No Comercial?" "Não", ele disse, "lá não tem esses serviços. Vou no Porvenir, que tem." "Olha que legal, então até você se curar a gente não se vê mais?", falei. "Nãão", ele disse, "tô com vontade de te ver. Dá pra ir no Porvenir umas 5 da tarde? Nesse horário fico sozinho na sala dos banhos, ninguém me incomoda e a gente pode se ver. O que acha?" Falei: "Não vai dar problema?" "Não, fica tranquilo. Quando termino a fisioterapia, vou pro banho e tranco a porta. Faz o seguinte: vai umas 5 menos 5 e pergunta por mim na entrada. Vão te mandar pra sala de fisioterapia, e eu te apresento como parente. Depois a gente vai junto pro banho." "Fechou", falei, "eu também tava com vontade de te ver." "Ok", ele disse, "às 5 menos 5 te espero. Espera. Chau, e ele voltou pra ferreteria.
Faltando 5 pras 5, eu tava lá entrando e uma moça me acompanhou até a sala de fisioterapia. O Cholo tava conversando com um cara e eu fiquei de lado olhando. Terminaram de falar e o Cholo me chamou, me apresentou como sobrinho dele e fomos pro lugar dos banhos. Entramos e ele fechou a porta com chave. Era um lugar pequeno, com um chuveiro num canto, uma espécie de jacuzzi no outro, uns armários pra roupa, um banco e uma mesa de massagem. Num dos cantos tinha um vaso. Mal entramos, ele começou a me beijar por todo lado e disse: "vamos logo, que senti muito a sua falta". Eu falei pra ele esperar, que ia lavar a buceta primeiro, e fui pro vaso. Dei uns jatos de água até achar que tava tudo limpinho. Saí e ele tava no chuveiro com o pau duro. Peguei com a mão e me inclinei pra chupar. Dei umas boas chupadas e ele tava louco de prazer. Depois nos ensaboamos e tomamos banho juntos. Ele sentou no banco e me chamou pra ir com ele. Cheguei e ele me deitou de bruços nas pernas dele, começou a acariciar minhas nádegas e a dilatar minha buceta com os dedos. Enquanto fazia isso, com o pau dele dava batidinhas na minha barriga. Eu tava muito tesuda e pronta, então me apoiei no banco com a bunda pra cima e ele me penetrou e me bombou divinamente. Depois me mandou deitar de barriga pra cima na mesa de massagem, levantou minhas pernas e levou minha buceta até a borda da mesa e me penetrou de novo, bombando. Eu gemia porque não tinha coragem de gritar de prazer. Dessa vez durou mais tempo que a outra, e de repente ele começou a gozar e eu sentia o leite quente dele me inundando. Na hora comecei a gozar também e caiu tudo na minha barriga. Ele tirou o pau e me deu pra eu beijar. Chupei o leite que ainda tinha dentro e demos um beijinho, e depois entramos no jacuzzi. Que boa transa que o Cholo me deu, que bem que ele fez minha buceta. Mesmo tendo me lavado bem, ficou um pouco do leite dele na minha buceta, me dei. conta que, quando saí de lá andando,
senti umas gotinhas de algo escorrendo pela minha perna.
Eu levei um laptop e coloquei numa poltrona e filmei tudo o que aconteceu, e daí
tirei umas fotos, outras o Cholo tirou com o celular e eu passei pro computador.
Eu gostava de ter alguma lembrança daquele encontro.
Pra Mariana não posso contar que repeti com alguém porque ela vai ficar brava, ela
acha que se eu repito é porque o cara tá me agradando. Ela não se importa que eu
seja bissexual, mas se importa se eu fico sempre com o mesmo. Então
dessa vez não conto nada e pronto. Vamos ver se continuo me vendo com o Cholo ou não.
2 comentários - Meu amigo Cholo