Não tem duas sem três.

Fala galera, hoje vim contar o que rolou no sábado, 6 de maio de 2017.
Como vocês sabem, com a minha mulher a gente experimentou fazer um ménage, e tudo morreu ali quando nosso convidado começou a sair com uma gatinha, que vamos chamar de: "a vaca".

Saímos pra tomar um café com a minha mulher às 16:30 e, já na mesa, meio que sem querer, mandei uma mensagem pro Enrique, o tal do cortado, perguntando como ele tava, e ele respondeu que tava mal.
Eu: _O que foi, parça, coisa séria?
Ele: _É, tudo errado, minha namorada me traiu com um cara, e o cara me mandou mensagem, como eu não acreditei, ele me mandou fotos.
Eu: _Pô, foda isso, mano, não sei o que te dizer.
Ele: _E ainda não falei com ela.
Eu: _Mas cê tem as fotos?

Ele disse que sim, falei onde a gente tava e ele veio...
Quando chegou, me mostrou as fotos e eu vi. A verdade é que a gatinha pelada não me deu tesão, sei lá, depois de tudo o que ela fez, ainda tirei um sarro.

Minha mulher pediu desculpas pra ele, já que foi ela quem apresentou os dois, e ele não ficou puto. Devem ter passado uns 10 minutos e a "vaca" ligou pra ele, mas ele não atendeu. Deu 17:30 e a gente foi embora. Passamos numa galeria pra comprar o vidro temperado do meu celular e tinha uma sex shop. Peguei e falei: _Vai, otário, compra um vibrador e tira foto enfiando no cu, hahaha, fala que agora é gay. Mas ele não curtiu a brincadeira. Eu, que sou de boa com tudo, não esquentei.

Já em casa, eles começaram a discutir por mensagem, e ele não falava onde tava. Pela raiva que ele tava, me disse que queria fazer a mesma coisa com ela...
...isso foi um tiro que eu aproveitei.
Eu: _Então bora sair à noite e seja o que for, quem sabe você pega uma mina.

E foi assim que saímos, mas esse idiota não tirava a cara de bunda.
Eu: _Pô, cara, muda essa cara...

Assim, com cara de bunda a noite toda, até dar 4 da manhã. Aí saímos e minha mulher foi falar com uma moça do ponto de táxi, e quase acabamos na porrada porque um babaca do ponto passou dos limites com a minha mulher. E aí... que o trem não vinha pra pão. Minha mulher disse pra viajarmos mesmo assim, já que era o único remis que tinha, então fomos nós três atrás, a Vane no meio e o Enrique do lado da porta esquerda, olhando pela janela como num videoclipe de música lenta (puta maluco). Mas ó, tem que estar naquele lugar. Minha mulher veio me beijando, me olhou e riu, começou a me tocar por cima da calça e na hora eu fiquei duro, e no meu ouvido ela disse: — Já sei como isso vai acabar, né? Eu ri e falei que sim, se ela quisesse, ia acabar do jeito que ela bem entendesse. Foi só uma mão que ela colocou na pica do Enrique, que já tava durasso, e é que eu imaginei que ele ia aceitar, já tem confiança. A Vane começou a fazer um boquete nele até ele gozar na boca dela, mas ela não engoliu, cuspiu tudo dentro do carro do motorista kkkkk foi pro caralho. Já em casa, tiramos a roupa e começamos a foder: de quatro, boquete pra mim, ele metia nela e a gente trocava de posição toda hora. 6:25, tava só na triscada e a namorada dele liga: — Cadê você? — ele respondeu que tava longe, e ela mandou uma foto de um encontro com o cara que deu o golpe nele. Na hora, a Vane colocou uma máscara e um gorro de lã pra não ser reconhecida, e com a câmera em preto e branco, comecei a tirar fotos dela com a pica do Enrique na boca... transando de quatro, todo tipo de posição, só os dois... a melhor foi a do Enrique gozando nos peitos da Vane, tudo como se estivessem sozinhos, e até mandamos um vídeo onde a Vane dizia: — Toma, corna, que gostoso teu namorado me come, que gostoso ele goza dentro de mim. Mais do que a situação, eu acho que o que deve ter quebrado a "safada" foi ver a bunda imponente da minha mulher de quatro, levando umas pirocadas que até eu doía de ver, e os gemidos da Vane, que não sabia se era teatro ou não, pedindo mais e mais. Acho que foi o estopim pra "safada" ligar pedindo desculpas e dizendo que tava arrependida. Voltamos a fazer ménage e já larguei a câmera porque tava muito tarada... aí até umas sete a gente foi dormir, umas onze acordei e vi a Vane banhadinha, trocada com uma calcinha que eu amo e peguei ela de novo, o Enrique acordou e a gente ficou assim o domingo inteiro até ele ir embora. Antes de ir, falei pro Enrique: "Você volta com aquela trouxa e a gente não se fala mais..."
Não contei tanto detalhe do que rolou na cama porque acho que não precisa, mas a moral é: Não faça o que você não gosta que façam com você, porque se você trair seu namorado, ele pode te trair com uma mina muito mais gostosa que você e você vai acabar ligando chorando pedindo perdão...
Combinamos com a Vane de chamar ela de "a vaca" e não "a foxy", porque a puta, o título, é da Vane, e esse otário do Enrique me deve uma 😉

3 comentários - Não tem duas sem três.

buen relato, van puntos y te invitamos a pasar por nuestros post, tal vez te guste alguno, saludos!!