Família 2

Família 2Ela não parava de berrar e se chamar de porca, nunca tinha visto minha irmã tão gostosa e tão fora de si, e nem preciso falar da minha esposa, minha mãe, que não parava de rebolar aquele cuzão gigante em círculos e se enfiar sozinha no meu pau. Papai já não aguentava mais com aquela puta tremenda e gozou dentro da Bere. Eu peguei a Martina pelo cabelo e meti com força, foram umas metidas tão violentas que joguei ela no chão, mas mesmo caído em cima dela continuei enfiando. "Assim, Rodrigo, dá duro na mamãe, ela gosta duro!!", gritava a Martina gemendo e gozando sem controle. Finalmente gozei dentro dela, depois tirei e joguei o resto da minha porra no cu dela, que a Berenice correu pra lambar na hora. Aquilo tinha sido totalmente perverso e doentio, virei pra ver a cara da minha irmã Berenice e o olhar dela estava totalmente perdido. Deitada do lado dela, minha mãe Martina olhava pro teto do quarto como se estivesse meditando sobre tudo que tinha acontecido. O vô Marcos quebrou o silêncio: "Bravo!!! Vamos dar uma salva de palmas pro meu neto Rodrigo!" — exclamou com entusiasmo. Na hora todos aplaudiram como se tudo que tivesse acontecido fosse um grande espetáculo. "Que a festa continue!" — gritou o vô de novo. Foi aí que a verdadeira orgia finalmente começou. Aquilo era coisa de louco: bebida, comida e sexo sem vergonha era o que tinha pela casa toda. Lembro como o tio Luís, meu padrinho, e o irmão mais velho do meu pai, o tio Jorge, levantaram minha mãe que ainda estava caída no chão, e enquanto um segurava pelos pés, o outro segurava pelos braços pra levar ela pra outro quarto. Eles, pelo que me falaram, iam brincar com minha mãe. Enquanto isso, a Bere perseguia meu pai pelos corredores todos, mas ele não parecia muito interessado na filha dele, tava mais preocupado em encontrar outra pessoa, sei lá quem. E eu, sentado num sofá, observava na minha frente o vô Marcos com as duas netas dele de 19 anos, Viri e Vanesa, sentadas no colo dele enquanto as Eu apalpava elas e "pedia" pra se beijarem entre si. Minhas primas não demoraram pra ficar excitadas, percebi quando os bicos dos peitos delas ficaram durinhos de novo e a Vanesa começou a lamber o pau. Tava na cara que ela queria deixar o vô Marcos duro na hora. Meu pau reagiu na hora ao ver o frenesi que a Vanesa tava, ia meter com ela quando as tias Laura e Sara apareceram sei lá de onde. Imediatamente olharam pra minha virilha e falaram: "Que bom que já se recuperou, sobrinho. Vem pra cá, aqui tá muito barulho." Me pegaram pelo braço e me puxaram até os quartos lá no fundo, onde não se ouvia mais barulho nenhum. Passei por um quarto que tava com a porta aberta e achei que vi minha mãe sendo fodida pelos meus dois tios, mas na verdade não consegui ver direito por causa da pressa. Finalmente encontramos um quarto com uma cama sozinha, e mesmo sendo meio pequena, era o que tinha. Minhas tias me deitaram no meio delas, mal cabíamos nós três, mas não me incomodava a ideia de sentir o corpo das duas mulheres completamente colado no meu, eu gostava. Como já disse, as duas eram baixinhas, mal mediam um metro e meio, mas eram bem caderudas. E mesmo não tendo os mesmos peitos que minha mãe ou a tia Branca, isso não me importava. As duas tinham mãos pequenas, então cada uma usava as duas mãos pra puxar meu pau, e as línguas delas lambiam meu peito e minhas costas, isso quando não fuçavam na minha boca. Comecei a meter os dedos na minha tia Sara enquanto beijava a tia Laura, e depois ao contrário: enquanto beijava a tia Sara, metia os dedos na Laura. Como as duas senhoras escorriam, parecia que eram o que chamam de multiorgásmicas, porque não paravam de jorrar e gemer. "Já mete logo, Rodri", disse a tia Laura. E antes que eu pudesse falar algo, a tia Sara se levantou. Pensei que ela ia se ajeitar primeiro pra sentar em mim, mas não foi assim. A safada colocou a bunda na minha cara e começou a esfregar. Com as nádegas, apertava meu nariz, mal conseguia respirar, mas ela não tava nem aí. Ao contrário, ela me dizia: "Lamba, filho da puta, lamba a bunda da sua tia! Lamba toda a bucetinha dela até ficar bem limpinha!" Não sei por que obedeci, mas como pude, coloquei minha língua pra fora enquanto ela esfregava a bunda na minha cara. Sentia meu pau crescendo mais e mais a cada momento, pensei que ia explodir ou algo assim. Depois, com voz firme, a tia Sara disse pra tia Laura: "Olha só, sua menina já tá com o pau bem duro e grosso, do jeito que você gosta, pra você chupar." A tia Laura montou em mim e começou a cavalgar meu pau e gemer igual uma louca: "Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai", dizia sem parar, uma e outra vez. Depois, os sucos dela começaram a escorrer pelas minhas pernas, eu sentia a buceta dela queimando. "Você não passa de uma puta safada", a tia Sara dizia pra tia Laura, e dava tapas nela pra depois beijá-la. "Quero ver o que você tá comendo", disse pra tia Laura de novo, e ela levantou os quadris. Pude ver meu pau saindo, cheio de todos os sucos dela, e a tia Sara se abaixar pra chupar ele. "Vou deixar bem limpinho pra você, sobrinho." Que jeito de mamar daquelas senhoras! Ela sugava e chupava como se quisesse extrair até minha alma. Não consegui evitar de gozar, e mesmo assim ela continuou chupando, bebeu todo meu leite, não desperdiçou nem uma gota. "Agora vou limpar você, irmãzinha", e empurrando a tia Laura na cama, começou a lamber a buceta dela. "Sua safada, de novo já tá cheia de pelos, assim vou demorar mais pra deixar ela limpinha", reclamou pra irmã. A tia Sara tava de quatro na minha frente, lambendo a buceta da irmã, e a buceta dela, babada por mim, tava bem aberta. Com meu pé, comecei a esfregar a rachinha dela, e tentava enfiar o dedão do pé na buceta dela, mas ela se afastava, só queria que eu esfregasse por fora. A tia Laura não demorou a gemer de novo igual uma louca: "Ai, ai, ai, já tô com ela limpa, Sara, já Sara, vou gozar, para, para, aghhhh!" Ouvir ela gritar deixou meu pau duro de novo, e não aguentei, meti na tia Sara. Que rabo que a tia Sara tinha! As nádegas quicavam e os gritos da tia Laura me deixavam mais e mais duro. Gozei naquelas nádegas enormes, e depois fiquei largado, quase desmaiado diante daquelas putas insaciáveis. No dia seguinte, acordei e as tias já não estavam na minha cama. Não sei o que tinha bebido depois, mas não lembrava de vê-las sair do quarto na noite anterior. Levantei devagar e no chão estava minha irmã Berenice, completamente nua, e minha mãe ao lado dela, vestida de colegial. Encontrei o pai na cozinha beijando a tia Branca. O velho Roberto era insaciável como as irmãs dele, queria continuar fodendo. "Vem se despedir da sua tia", ele me disse. "Não vamos vê-la até o ano que vem, e acredite, você vai sentir falta dela depois." Eu já estava mais que satisfeito, a única coisa que queria era tomar um banho e descansar. No fim das contas, sabia que em casa podia contar com a minha mãe ou com a Berenice, minha irmã. A tia não me apetecia mais, pelo menos por enquanto. Naquele dia, tomamos café da manhã todos juntos, até com os mais novos, já que era o último dia que estaríamos na fazenda do avô. Yulisa não parava de me perguntar o que a gente tinha feito. "Beber e dançar", foi a única coisa que me ocorreu dizer na hora. Depois do meio-dia, cada um voltou pra sua casa. Logo antes de entrar no carro pra ir embora, o pai se aproximou de mim e, com um sorriso, disse: "O avô pediu pra te parabenizar e pra dizer que ele tinha certeza de que nós dois, juntos, prepararíamos muito bem a sua irmãzinha Yulisa pra iniciação dela." Fomos todos no carro, mas antes de chegar em casa, tivemos que deixar a Berenice no aeroporto. Ela tinha que voltar pro colégio, infelizmente. Mas, quando chegamos em casa, as coisas continuaram normais, só que a Martina, minha mãe, ficou mais sem-vergonha do que antes. Andava pela casa com roupas minúsculas, o que me esquentava bastante, mas eu não me atrevia a fazer nada. Era normal ouvir ela gemer e gritar de prazer a qualquer hora do dia. O pai não parava de foder ela todo dia. Ela só disfarçava um pouco na frente dos yulisa minha irmãzinha,, que vivia focada nos estudos e nos treinos de atletismo,, um dia meu pai levou yulisa pra comprar umas coisas pra escola,, tinha passado quase um mês desde a viagem pra casa do vovô,, e eu tava no meu quarto jogando um shooter online,, quando a porta do meu quarto abriu minha mãe entrou vestindo um vestido amarelo curtíssimo e sandálias,, de novo perdendo tempo rodri olha só como tá teu quarto todo bagunçado,, devia ter ido com seu pai em vez de perder tempo,, depois disso começou a pegar as coisas que eu tinha espalhado no meu quarto,, a sem vergonha não tava usando calcinha por baixo do vestido,, fingi que não vi mas ela se abaixou na minha frente e foi impossível não ver a bunda dela,, que filho você gostou do meu vestido disse enquanto se inclinava pra me mostrar a buceta peluda dela,, desde que fomos na casa do vovô você não me dá atenção já não me ama mais,, eu tava mudo pasmo com aquele rabão enorme que balançava de um lado pro outro na minha frente,, seu pai disse pra não te incomodar que esperasse você me pedir mas não aguento mais,, a mamãe tá precisando que você meta seu pau,, quer que eu te implore de joelhos é isso né,, martina se virou na minha frente pra se ajoelhar,, eu ainda segurava o controle do videogame mas ela colocou ele de lado tirando das minhas mãos,, puxou o vestido pra baixo e os peitos dela apareceram depois puxou minha calça pra baixo e tirou meu pau pra fora,, rodri ela falava me olhando nos olhos deixa eu chupar seu pau sim,, mamãe precisa chupar seu pau sente sua falta fechei os olhos e me deitei pra trás na cama, enquanto sentia a língua de martina percorrer minhas bolas e em volta do meu pau,, ela tinha as mãos segurando minhas pernas não conseguia me mexer nem queria,, era o melhor boquete que já tinham me dado,, ela pegava meu pau e batia nas próprias bochechas agora você vai meter bem forte em mim né rodri dizia a putinha,, gozei nos peitos dela mas ainda tava duro,, ensina a mamãe a jogar disse enquanto ela se sentava no meu pau, me levantei um pouco só pra olhar no espelho do lado e ver minha mãe mexer a cintura enquanto segurava o controle do videogame. "Mamãe tá indo bem, joga direitinho", ela dizia, enquanto engolia meu pau inteiro. "Isso, assim, assim, big booty, continua assim, você tá mandando bem." Enfiei minha mão na boca dela e comecei a meter com tudo. Ela não soltava o controle, e o som da bunda dela batendo na minha pelve ecoava pela casa toda. A putinha gozou antes de mim. "Que delícia, que delícia!", ela gritava e gemia. Senti que não aguentava mais. "Vou gozar", avisei, e ela respondeu: "Vem dentro, vem dentro." Enchi ela de porra, e ela ficou um tempinho em cima de mim, como se descansasse da minha gozada. Depois se levantou, e vi o leite escorrendo pelas pernas dela. Ela se virou, me deu um beijo e foi tomar banho. Mais tarde, meu pai chegou, mas sem a Yulisa — ele tinha deixado ela ficar na casa da amiga Clara. Minha mãe já tinha tomado banho e preparado o jantar. Eu ajudei a pôr a mesa, e durante a ceia, minha mãe não parava de sorrir. Meu pai percebeu e perguntou: "O que foi, Martina? Tô te vendo muito contente." "Nada, Roberto, é que hoje seu filho finalmente me ensinou a jogar." Meu pai, meio confuso, respondeu: "Entendi." E continuou: "Agora que vocês tão de bom humor, precisamos conversar sobre a Yulisa. Como sabem, ela vai fazer 18 anos logo e precisa estar preparada pra quando formos visitar o vovô Marcos." Eu já tinha esquecido completamente daquele comentário que meu pai tinha feito antes. "Entendo", disse minha mãe. "Precisamos nos apressar. Daqui a 15 dias é a formatura dela, e parece que ela quer ir estudar longe com a Berenice." "Então, a primeira coisa é conversar com ela e parar de fingir. Ela precisa ver como a gente se diverte e ir se acostumando. Sei que ela vai entender, é uma garota muito inteligente", completou minha mãe. Eu só concordei com a cabeça e continuei jantando. Terminei, fui pro meu quarto e tava vendo um filme quando ouvi os gemidos de novo. Gritos de prazer da minha mãe, Martina... "Sim, sim, sou uma puta, sou uma puta!" — ela gritava. Só que dessa vez os gritos não vinham do quarto dela. Fiquei curioso, saí no corredor, dei uns passos e vi minha mãe de quatro no sofá. Meu pai batia nela com o cinto, e ela adorava. "Fala de novo: hoje montei em outro pau porque sou uma puta." "O que você disse?" "Hoje montei em outro pau porque sou uma puta." Meu pai batia na bunda dela e a fodia sem controle. "Vem, filho, me ajuda a castigar essa puta." Me aproximei devagar. Vi lágrimas no rosto da Cristina, mas na cara dela tinha um sorriso de orelha a orelha. De novo, enfiei na boca dela enquanto meu pai a fodia — ela me chupava. "Quer bater nela você?" — meu pai perguntou, me oferecendo o cinto. Mas não quis. Tava tão extasiado com o boquete que ela tava me dando que era o que eu mais curtia nela. Como ela chupava! Quase virava meus olhos, e ela enfiava até a garganta. Tinha virado uma puta completa. Gozei na boca dela e joguei um pouco de porra no sofá, mas minha mãe limpou na hora com lambidas. Meu pai também já tinha gozado. Nós três sentamos no sofá. Meu pai levantou pra pegar uma garrafa d'água, e minha mãe segurou minha mão, como se agradecesse pelo que fizemos. "Você vai dormir com a gente hoje?" — ela perguntou. Não sei por que, falei que não e fui deitar.

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