Ela não parava de berrar e de se chamar de porca, nunca tinha visto minha irmã tão gostosa e tão fora de si, e nem preciso falar da minha esposa, minha mãe, que não parava de rebolar aquela bunda gigante em círculos e de enfiar sozinha no meu pau. Papai já não aguentava mais com aquela puta tremenda e gozou dentro da Bere. Eu peguei a Martina pelo cabelo e meti com força, foram umas metidas tão violentas que joguei ela no chão, mas mesmo caído em cima dela eu continuava enfiando. "Assim, Rodrigo, bate forte na mamãe, ela gosta forte!!", gritava a Martina gemendo e gozando sem controle. Finalmente gozei dentro dela, depois tirei e joguei o resto da minha porra na bunda dela, que a Berenice correu pra lamber na hora. Aquilo tinha sido totalmente perverso e doentio, virei pra ver a cara da minha irmã Berenice e o olhar dela estava completamente perdido. Deitada ao lado dela, minha mãe Martina olhava pro teto do quarto como se estivesse meditando sobre tudo que tinha acontecido. O vô Marcos interrompeu o silêncio: "Bravo!!! Vamos dar uma salva de palmas pro meu neto Rodrigo!" — exclamou com entusiasmo. Imediatamente todos aplaudiram como se tudo que tivesse acontecido fosse um grande espetáculo. "Que continue a festa!" — gritou o vô de novo. Foi aí que a verdadeira orgia finalmente começou. Aquilo era coisa de louco: bebida, comida e sexo sem vergonha era o que tinha pela casa toda. Lembro como o tio Luís, meu padrinho, e o irmão mais velho do meu pai, o tio Jorge, levantaram minha mãe que ainda estava caída no chão e, enquanto um segurava pelos pés, o outro segurava pelos braços pra levar pra outro quarto. Eles, segundo me disseram, iam brincar com minha mãe. Enquanto isso, a Bere perseguia meu pai pelos corredores todos, mas ele não parecia muito interessado na filha dele, tava mais preocupado em encontrar outra pessoa, sei lá quem. E eu, sentado num sofá, observava na minha frente o vô Marcos com as duas netas de 19 anos, Viri e Vanesa, sentadas no colo dele enquanto as Passava a mão nelas e "pedia" pra elas se beijarem, minhas primas não demoraram pra ficar excitadas, percebi quando os mamilos delas ficaram durinhos de novo e a Vanesa começou a lamber o pau, tava na cara que queria deixar o vô Marcos duro na hora. Meu pau reagiu ao ver o frenesi que a Vanesa tava lambendo, ia meter com ela quando as tias Laura e Sara apareceram sei lá de onde, na hora olharam pra minha virilha e falaram que bom que você já se recuperou, sobrinho, vem pra cá que aqui tá muito barulho. Me pegando pelo braço, me puxaram até os quartos mais no fundo onde não se ouvia mais barulho nenhum, passei por um quarto que tava com a porta aberta e achei que vi minha mãe sendo comida pelos meus dois tios, mas na verdade não consegui ver direito por causa da pressa. Finalmente encontramos um quarto com uma cama sozinha e, mesmo sendo meio pequena, era o que tinha. Minhas tias me deitaram no meio delas, mal cabíamos nós três, mas não me incomodava a ideia de sentir o corpo das duas mulheres completamente colado no meu, eu gostava. Como já falei, as duas eram baixinhas, mal tinham um metro e meio, mas eram bem caderudas e, mesmo não tendo os mesmos peitos que minha mãe ou a tia Branca, isso não me importava. As duas tinham mãos pequenas, então cada uma usava as duas mãos pra puxar meu pau e as línguas lambiam meu peito e minhas costas, isso quando não fuçavam na minha boca. Comecei a enfiar os dedos na minha tia Sara enquanto beijava minha tia Laura, e depois ao contrário, enquanto beijava a tia Sara enfiava os dedos na Laura. Como as duas senhoras escorriam, parecia que eram o que chamam de multiorgásmicas, porque não paravam de jorrar e gemer. "Mete logo em nós, Rodri", falou a tia Laura, e antes que eu pudesse dizer algo, a tia Sara se levantou. Pensei que ela fosse se ajeitar primeiro pra sentar em mim, mas não foi assim. A safada colocou a bunda na minha cara e começou a esfregar, com as nádegas apertando meu nariz, mal conseguia respirar, mas ela não tava nem aí. Pelo contrário, ela me dizia: "Lamba, filho da puta, lamba a bunda da sua tia!! Lambe toda a bucetinha dela até ficar bem limpinha!!" Não sei por que obedeci, mas do jeito que pude, coloquei minha língua pra fora enquanto ela esfregava a bunda na minha cara. Eu sentia meu pau crescendo mais e mais a cada momento, pensei que ia explodir ou algo assim. Depois, com voz firme, a tia Sara disse pra tia Laura: "Olha só, sua puta já tá com o pau bem duro e grosso, do jeito que você gosta, pra você chupar." A tia Laura montou em mim e começou a cavalgar meu pau e gemer igual uma louca: "Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai", ela dizia sem parar, uma e outra vez. Depois, os sucos dela começaram a escorrer pelas minhas pernas, eu sentia a buceta dela queimando. "Você não passa de uma puta safada", a tia Sara dizia pra tia Laura, e dava um tapa nela pra depois beijá-la. "Quero ver o que você tá comendo", ela disse pra tia Laura de novo, e esta levantou os quadris. Eu pude ver meu pau saindo, todo melado dos sucos dela, e a tia Sara se abaixar pra chupar ele. "Vou deixar bem limpinho pra você, sobrinho." Que jeito de mamar daquelas senhoras! Ela sugava e chupava como se quisesse espremer até minha alma. Não consegui evitar de gozar, e mesmo assim ela continuou chupando, bebeu todo o meu leite, não desperdiçou nem uma gota. "Agora vou limpar você, irmãzinha", e empurrando a tia Laura na cama, começou a lamber a buceta dela. "Sua puta, de novo já tá cheia de pelos, assim vou demorar mais pra deixar ela limpinha", ela reclamou pra irmã. A tia Sara tava de quatro na minha frente, lambendo a buceta da irmã, e a buceta dela, toda babada por mim, tava bem aberta. Com meu pé, comecei a esfregar a rachinha dela, e tentava enfiar o dedão do pé na buceta dela, mas ela se afastava, só queria que eu esfregasse por fora. A tia Laura não demorou pra gemer de novo igual uma louca: "Ai, ai, ai, já deixei limpa, Sara, já Sara, vou gozar, para, para, aghhhh." Ouvir ela gritar deixou meu pau duro de novo, e não aguentei, meti na tia Sara. Que rabo que a tia Sara tinha! As nalgas quicavam e os gritos da tia Laura me deixavam mais e mais duro. Gozei naquelas nalgas enormes, e depois fiquei largado, quase desmaiado na frente daquelas putas insaciáveis. No dia seguinte, acordei e as tias já não estavam na minha cama. Não sei o que tinha bebido depois, mas não lembrava de vê-las sair do quarto na noite anterior. Levantei devagar e no chão estava minha irmã Berenice, completamente nua, e minha mãe ao lado dela, vestida de colegial. Encontrei o pai na cozinha beijando a tia Branca. O velho Roberto era insaciável como as irmãs dele, queria continuar trepando. "Vem se despedir da sua tia", ele me disse. "Não vamos vê-la até o ano que vem, e acredite, você vai sentir falta dela depois." Eu já estava mais que satisfeito, a única coisa que queria era tomar um banho e descansar. No fim das contas, sabia que em casa podia pegar minha mãe ou a Berenice, minha irmã. A tia não me dava mais tesão, pelo menos por enquanto. Naquele dia, tomamos café da manhã todos juntos, até com os mais novos, já que era o último dia que íamos ficar na fazenda do vô. A Yulisa não parava de me perguntar o que a gente tinha feito. "Beber e dançar", foi a única coisa que me ocorreu dizer na hora. Depois do meio-dia, cada um voltou pra sua casa. Logo antes de entrar no carro pra ir embora, o pai chegou perto de mim e, com um sorriso, disse: "O vô pediu pra te parabenizar e pra dizer que ele tinha certeza de que nós dois, juntos, prepararíamos muito bem sua irmãzinha Yulisa pra iniciação dela." Fomos todos no carro, mas antes de chegar em casa, tivemos que deixar a Berenice no aeroporto. Ela tinha que voltar pro colégio, infelizmente. Mas quando chegamos em casa, as coisas continuaram normais, só que a Martina, minha mãe, ficou mais sem vergonha do que antes. Andava pela casa com roupas minúsculas, o que me deixava com muito tesão, mas eu não me atrevia a fazer nada. Era normal ouvir ela gemer e gritar de prazer a qualquer hora do dia. O pai não parava de foder ela todo dia. Ela só disfarçava um pouco na frente dos yulisa, minha irmãzinha, que vivia focada nos estudos e nos treinos de atletismo. Um dia, meu pai levou a yulisa pra comprar umas coisas pra escola. Já tinha passado quase um mês desde a viagem pra casa do vô, e eu tava no meu quarto jogando um shooter online, quando a porta do meu quarto abriu. Minha mãe entrou, vestindo um vestido amarelo curtíssimo e sandálias. "De novo perdendo tempo, rodri? Olha só como tá teu quarto, tudo jogado. Tinha ido com teu pai em vez de perder tempo." Depois disso, ela começou a catar as coisas que eu tinha espalhado pelo quarto. A sem-vergonha não tava usando calcinha por baixo do vestido. Fingi que não vi, mas ela se abaixou na minha frente, e foi impossível não olhar pra aquela bunda. "Que isso, filho, gostou do meu vestido?" — disse ela, se inclinando pra me mostrar a buceta peluda. "Desde que fomos na casa do vô, você não me dá bola. Já não me ama mais?" Eu tava mudo, pasmo com aquele rabão imenso que balançava de um lado pro outro na minha frente. "Teu pai disse pra não te incomodar, pra esperar você pedir, mas eu não aguento mais. A mamãe precisa que você meta esse pau nela. Quer que eu te implore de joelhos? É isso, verdade?" Martina se virou na minha frente e se ajoelhou. Eu ainda segurava o controle do videogame, mas ela tirou ele da minha mão, puxou o vestido pra baixo, e os peitos dela saltaram pra fora. Depois, baixou minha calça e puxou meu pau pra fora. "Rodri," — ela disse, me olhando nos olhos — "deixa eu chupar esse pau, sim? A mamãe precisa chupar teu pau. Sente saudade." Fechei os olhos e me joguei pra trás na cama, enquanto sentia a língua da martina percorrer minhas bolas e a volta do meu pau. Ela segurava minhas pernas com as mãos, eu não conseguia me mexer, nem queria. Era o melhor boquete que eu já tinha levado. Ela pegava meu pau e batia nas próprias bochechas. "Agora você vai meter bem fundo em mim, né, rodri?" — dizia a putinha. Gozei nos peitos dela, mas ainda tava duro. "Ensina a mamãe a brincar," — ela disse. enquanto ela se sentava no meu pau, me levantei um pouco só pra olhar no espelho do lado e ver minha mãe rebolando enquanto segurava o controle do videogame. "mamãe tá indo bem, joga direitinho", ela dizia, enquanto engolia meu pau todo. "isso, isso, big booty, continua assim, você tá mandando bem". enfiei minha mão na boca dela e comecei a meter com tudo. ela não largava o controle, e o barulho da bunda dela batendo na minha pelve ecoava pela casa toda. a putinha gozou antes de mim. "que delícia, que delícia", ela gritava e gemia. senti que não aguentava mais, "vou gozar", avisei, e ela respondeu: "goza dentro, goza dentro". enchi ela de porra, e ela ficou um tempinho em cima de mim, como se descansasse da minha gozada. depois se levantou, e vi a porra escorrendo pelas pernas dela. ela se virou, me deu um beijo e foi tomar banho. mais tarde, meu pai chegou, mas sem a Yulisa; ele tinha deixado ela ficar na casa da amiga Clara. minha mãe já tinha tomado banho e preparado o jantar. ajudei a pôr a mesa, e durante o jantar, minha mãe não parava de sorrir. meu pai percebeu e perguntou: "o que foi, Martina? Tô te vendo muito contente". "nada, Roberto, é que hoje seu filho finalmente me ensinou a jogar". meu pai, meio confuso, respondeu: "entendo". e continuou: "já que todos estão de bom humor, precisamos falar sobre a Yulisa. como vocês sabem, ela vai fazer 18 anos logo, e precisa estar preparada pra quando formos visitar o avô Marcos". eu já tinha esquecido completamente daquele comentário que meu pai tinha feito antes. "entendo", disse minha mãe. "precisamos nos apressar. em 15 dias é a formatura dela, e parece que ela quer ir estudar longe com a Berenice". "então, a primeira coisa é conversar com ela e parar de fingir. ela precisa perceber como a gente se diverte e ir se acostumando. sei que ela vai entender, é uma garota muito inteligente", completou minha mãe. eu só concordei com a cabeça e continuei comendo. terminei e fui pro meu quarto ver um filme, quando ouvi os gemidos de novo. Gritos de prazer da minha mãe Martina... "Sim, sim, sou uma puta, sou uma puta" — minha mãe gritava. Só que dessa vez os gritos não vinham do quarto dela. Fiquei curioso, saí no corredor, dei uns passos e vi minha mãe de quatro no sofá. Meu pai batia nela com o cinto, e ela adorava. "Fala de novo: hoje montei em outro pau porque sou muito puta." "O que você disse?" "Hoje montei em outro pau porque sou muito puta." Meu pai batia na bunda dela e a fodia sem controle. "Vem, filho, me ajuda a castigar essa puta." Me aproximei devagar. Vi lágrimas no rosto da Cristina, mas na cara dela tinha um sorriso de orelha a orelha. De novo, enfiei na boca dela enquanto meu pai a fodia, e ela me chupava. "Quer bater nela?" — meu pai perguntou, me oferecendo o cinto. Mas não quis. Tava tão extasiado com o boquete que ela tava me dando que era o que eu mais curtia nela. Como ela chupava! Quase virava meus olhos, e ela enfiava até a garganta. Tinha virado uma puta completa. Gozei na boca dela e joguei um pouco de porra no sofá, mas minha mãe limpou na hora com lambidas. Meu pai também já tinha gozado. Nós três sentamos no sofá. Meu pai levantou pra pegar uma garrafa d'água, e minha mãe segurou minha mão, como se agradecesse pelo que fizemos. "Você dorme com a gente hoje?" — ela perguntou. Não sei por que, falei que não e fui deitar.
Ela não parava de berrar e de se chamar de porca, nunca tinha visto minha irmã tão gostosa e tão fora de si, e nem preciso falar da minha esposa, minha mãe, que não parava de rebolar aquela bunda gigante em círculos e de enfiar sozinha no meu pau. Papai já não aguentava mais com aquela puta tremenda e gozou dentro da Bere. Eu peguei a Martina pelo cabelo e meti com força, foram umas metidas tão violentas que joguei ela no chão, mas mesmo caído em cima dela eu continuava enfiando. "Assim, Rodrigo, bate forte na mamãe, ela gosta forte!!", gritava a Martina gemendo e gozando sem controle. Finalmente gozei dentro dela, depois tirei e joguei o resto da minha porra na bunda dela, que a Berenice correu pra lamber na hora. Aquilo tinha sido totalmente perverso e doentio, virei pra ver a cara da minha irmã Berenice e o olhar dela estava completamente perdido. Deitada ao lado dela, minha mãe Martina olhava pro teto do quarto como se estivesse meditando sobre tudo que tinha acontecido. O vô Marcos interrompeu o silêncio: "Bravo!!! Vamos dar uma salva de palmas pro meu neto Rodrigo!" — exclamou com entusiasmo. Imediatamente todos aplaudiram como se tudo que tivesse acontecido fosse um grande espetáculo. "Que continue a festa!" — gritou o vô de novo. Foi aí que a verdadeira orgia finalmente começou. Aquilo era coisa de louco: bebida, comida e sexo sem vergonha era o que tinha pela casa toda. Lembro como o tio Luís, meu padrinho, e o irmão mais velho do meu pai, o tio Jorge, levantaram minha mãe que ainda estava caída no chão e, enquanto um segurava pelos pés, o outro segurava pelos braços pra levar pra outro quarto. Eles, segundo me disseram, iam brincar com minha mãe. Enquanto isso, a Bere perseguia meu pai pelos corredores todos, mas ele não parecia muito interessado na filha dele, tava mais preocupado em encontrar outra pessoa, sei lá quem. E eu, sentado num sofá, observava na minha frente o vô Marcos com as duas netas de 19 anos, Viri e Vanesa, sentadas no colo dele enquanto as Passava a mão nelas e "pedia" pra elas se beijarem, minhas primas não demoraram pra ficar excitadas, percebi quando os mamilos delas ficaram durinhos de novo e a Vanesa começou a lamber o pau, tava na cara que queria deixar o vô Marcos duro na hora. Meu pau reagiu ao ver o frenesi que a Vanesa tava lambendo, ia meter com ela quando as tias Laura e Sara apareceram sei lá de onde, na hora olharam pra minha virilha e falaram que bom que você já se recuperou, sobrinho, vem pra cá que aqui tá muito barulho. Me pegando pelo braço, me puxaram até os quartos mais no fundo onde não se ouvia mais barulho nenhum, passei por um quarto que tava com a porta aberta e achei que vi minha mãe sendo comida pelos meus dois tios, mas na verdade não consegui ver direito por causa da pressa. Finalmente encontramos um quarto com uma cama sozinha e, mesmo sendo meio pequena, era o que tinha. Minhas tias me deitaram no meio delas, mal cabíamos nós três, mas não me incomodava a ideia de sentir o corpo das duas mulheres completamente colado no meu, eu gostava. Como já falei, as duas eram baixinhas, mal tinham um metro e meio, mas eram bem caderudas e, mesmo não tendo os mesmos peitos que minha mãe ou a tia Branca, isso não me importava. As duas tinham mãos pequenas, então cada uma usava as duas mãos pra puxar meu pau e as línguas lambiam meu peito e minhas costas, isso quando não fuçavam na minha boca. Comecei a enfiar os dedos na minha tia Sara enquanto beijava minha tia Laura, e depois ao contrário, enquanto beijava a tia Sara enfiava os dedos na Laura. Como as duas senhoras escorriam, parecia que eram o que chamam de multiorgásmicas, porque não paravam de jorrar e gemer. "Mete logo em nós, Rodri", falou a tia Laura, e antes que eu pudesse dizer algo, a tia Sara se levantou. Pensei que ela fosse se ajeitar primeiro pra sentar em mim, mas não foi assim. A safada colocou a bunda na minha cara e começou a esfregar, com as nádegas apertando meu nariz, mal conseguia respirar, mas ela não tava nem aí. Pelo contrário, ela me dizia: "Lamba, filho da puta, lamba a bunda da sua tia!! Lambe toda a bucetinha dela até ficar bem limpinha!!" Não sei por que obedeci, mas do jeito que pude, coloquei minha língua pra fora enquanto ela esfregava a bunda na minha cara. Eu sentia meu pau crescendo mais e mais a cada momento, pensei que ia explodir ou algo assim. Depois, com voz firme, a tia Sara disse pra tia Laura: "Olha só, sua puta já tá com o pau bem duro e grosso, do jeito que você gosta, pra você chupar." A tia Laura montou em mim e começou a cavalgar meu pau e gemer igual uma louca: "Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai", ela dizia sem parar, uma e outra vez. Depois, os sucos dela começaram a escorrer pelas minhas pernas, eu sentia a buceta dela queimando. "Você não passa de uma puta safada", a tia Sara dizia pra tia Laura, e dava um tapa nela pra depois beijá-la. "Quero ver o que você tá comendo", ela disse pra tia Laura de novo, e esta levantou os quadris. Eu pude ver meu pau saindo, todo melado dos sucos dela, e a tia Sara se abaixar pra chupar ele. "Vou deixar bem limpinho pra você, sobrinho." Que jeito de mamar daquelas senhoras! Ela sugava e chupava como se quisesse espremer até minha alma. Não consegui evitar de gozar, e mesmo assim ela continuou chupando, bebeu todo o meu leite, não desperdiçou nem uma gota. "Agora vou limpar você, irmãzinha", e empurrando a tia Laura na cama, começou a lamber a buceta dela. "Sua puta, de novo já tá cheia de pelos, assim vou demorar mais pra deixar ela limpinha", ela reclamou pra irmã. A tia Sara tava de quatro na minha frente, lambendo a buceta da irmã, e a buceta dela, toda babada por mim, tava bem aberta. Com meu pé, comecei a esfregar a rachinha dela, e tentava enfiar o dedão do pé na buceta dela, mas ela se afastava, só queria que eu esfregasse por fora. A tia Laura não demorou pra gemer de novo igual uma louca: "Ai, ai, ai, já deixei limpa, Sara, já Sara, vou gozar, para, para, aghhhh." Ouvir ela gritar deixou meu pau duro de novo, e não aguentei, meti na tia Sara. Que rabo que a tia Sara tinha! As nalgas quicavam e os gritos da tia Laura me deixavam mais e mais duro. Gozei naquelas nalgas enormes, e depois fiquei largado, quase desmaiado na frente daquelas putas insaciáveis. No dia seguinte, acordei e as tias já não estavam na minha cama. Não sei o que tinha bebido depois, mas não lembrava de vê-las sair do quarto na noite anterior. Levantei devagar e no chão estava minha irmã Berenice, completamente nua, e minha mãe ao lado dela, vestida de colegial. Encontrei o pai na cozinha beijando a tia Branca. O velho Roberto era insaciável como as irmãs dele, queria continuar trepando. "Vem se despedir da sua tia", ele me disse. "Não vamos vê-la até o ano que vem, e acredite, você vai sentir falta dela depois." Eu já estava mais que satisfeito, a única coisa que queria era tomar um banho e descansar. No fim das contas, sabia que em casa podia pegar minha mãe ou a Berenice, minha irmã. A tia não me dava mais tesão, pelo menos por enquanto. Naquele dia, tomamos café da manhã todos juntos, até com os mais novos, já que era o último dia que íamos ficar na fazenda do vô. A Yulisa não parava de me perguntar o que a gente tinha feito. "Beber e dançar", foi a única coisa que me ocorreu dizer na hora. Depois do meio-dia, cada um voltou pra sua casa. Logo antes de entrar no carro pra ir embora, o pai chegou perto de mim e, com um sorriso, disse: "O vô pediu pra te parabenizar e pra dizer que ele tinha certeza de que nós dois, juntos, prepararíamos muito bem sua irmãzinha Yulisa pra iniciação dela." Fomos todos no carro, mas antes de chegar em casa, tivemos que deixar a Berenice no aeroporto. Ela tinha que voltar pro colégio, infelizmente. Mas quando chegamos em casa, as coisas continuaram normais, só que a Martina, minha mãe, ficou mais sem vergonha do que antes. Andava pela casa com roupas minúsculas, o que me deixava com muito tesão, mas eu não me atrevia a fazer nada. Era normal ouvir ela gemer e gritar de prazer a qualquer hora do dia. O pai não parava de foder ela todo dia. Ela só disfarçava um pouco na frente dos yulisa, minha irmãzinha, que vivia focada nos estudos e nos treinos de atletismo. Um dia, meu pai levou a yulisa pra comprar umas coisas pra escola. Já tinha passado quase um mês desde a viagem pra casa do vô, e eu tava no meu quarto jogando um shooter online, quando a porta do meu quarto abriu. Minha mãe entrou, vestindo um vestido amarelo curtíssimo e sandálias. "De novo perdendo tempo, rodri? Olha só como tá teu quarto, tudo jogado. Tinha ido com teu pai em vez de perder tempo." Depois disso, ela começou a catar as coisas que eu tinha espalhado pelo quarto. A sem-vergonha não tava usando calcinha por baixo do vestido. Fingi que não vi, mas ela se abaixou na minha frente, e foi impossível não olhar pra aquela bunda. "Que isso, filho, gostou do meu vestido?" — disse ela, se inclinando pra me mostrar a buceta peluda. "Desde que fomos na casa do vô, você não me dá bola. Já não me ama mais?" Eu tava mudo, pasmo com aquele rabão imenso que balançava de um lado pro outro na minha frente. "Teu pai disse pra não te incomodar, pra esperar você pedir, mas eu não aguento mais. A mamãe precisa que você meta esse pau nela. Quer que eu te implore de joelhos? É isso, verdade?" Martina se virou na minha frente e se ajoelhou. Eu ainda segurava o controle do videogame, mas ela tirou ele da minha mão, puxou o vestido pra baixo, e os peitos dela saltaram pra fora. Depois, baixou minha calça e puxou meu pau pra fora. "Rodri," — ela disse, me olhando nos olhos — "deixa eu chupar esse pau, sim? A mamãe precisa chupar teu pau. Sente saudade." Fechei os olhos e me joguei pra trás na cama, enquanto sentia a língua da martina percorrer minhas bolas e a volta do meu pau. Ela segurava minhas pernas com as mãos, eu não conseguia me mexer, nem queria. Era o melhor boquete que eu já tinha levado. Ela pegava meu pau e batia nas próprias bochechas. "Agora você vai meter bem fundo em mim, né, rodri?" — dizia a putinha. Gozei nos peitos dela, mas ainda tava duro. "Ensina a mamãe a brincar," — ela disse. enquanto ela se sentava no meu pau, me levantei um pouco só pra olhar no espelho do lado e ver minha mãe rebolando enquanto segurava o controle do videogame. "mamãe tá indo bem, joga direitinho", ela dizia, enquanto engolia meu pau todo. "isso, isso, big booty, continua assim, você tá mandando bem". enfiei minha mão na boca dela e comecei a meter com tudo. ela não largava o controle, e o barulho da bunda dela batendo na minha pelve ecoava pela casa toda. a putinha gozou antes de mim. "que delícia, que delícia", ela gritava e gemia. senti que não aguentava mais, "vou gozar", avisei, e ela respondeu: "goza dentro, goza dentro". enchi ela de porra, e ela ficou um tempinho em cima de mim, como se descansasse da minha gozada. depois se levantou, e vi a porra escorrendo pelas pernas dela. ela se virou, me deu um beijo e foi tomar banho. mais tarde, meu pai chegou, mas sem a Yulisa; ele tinha deixado ela ficar na casa da amiga Clara. minha mãe já tinha tomado banho e preparado o jantar. ajudei a pôr a mesa, e durante o jantar, minha mãe não parava de sorrir. meu pai percebeu e perguntou: "o que foi, Martina? Tô te vendo muito contente". "nada, Roberto, é que hoje seu filho finalmente me ensinou a jogar". meu pai, meio confuso, respondeu: "entendo". e continuou: "já que todos estão de bom humor, precisamos falar sobre a Yulisa. como vocês sabem, ela vai fazer 18 anos logo, e precisa estar preparada pra quando formos visitar o avô Marcos". eu já tinha esquecido completamente daquele comentário que meu pai tinha feito antes. "entendo", disse minha mãe. "precisamos nos apressar. em 15 dias é a formatura dela, e parece que ela quer ir estudar longe com a Berenice". "então, a primeira coisa é conversar com ela e parar de fingir. ela precisa perceber como a gente se diverte e ir se acostumando. sei que ela vai entender, é uma garota muito inteligente", completou minha mãe. eu só concordei com a cabeça e continuei comendo. terminei e fui pro meu quarto ver um filme, quando ouvi os gemidos de novo. Gritos de prazer da minha mãe Martina... "Sim, sim, sou uma puta, sou uma puta" — minha mãe gritava. Só que dessa vez os gritos não vinham do quarto dela. Fiquei curioso, saí no corredor, dei uns passos e vi minha mãe de quatro no sofá. Meu pai batia nela com o cinto, e ela adorava. "Fala de novo: hoje montei em outro pau porque sou muito puta." "O que você disse?" "Hoje montei em outro pau porque sou muito puta." Meu pai batia na bunda dela e a fodia sem controle. "Vem, filho, me ajuda a castigar essa puta." Me aproximei devagar. Vi lágrimas no rosto da Cristina, mas na cara dela tinha um sorriso de orelha a orelha. De novo, enfiei na boca dela enquanto meu pai a fodia, e ela me chupava. "Quer bater nela?" — meu pai perguntou, me oferecendo o cinto. Mas não quis. Tava tão extasiado com o boquete que ela tava me dando que era o que eu mais curtia nela. Como ela chupava! Quase virava meus olhos, e ela enfiava até a garganta. Tinha virado uma puta completa. Gozei na boca dela e joguei um pouco de porra no sofá, mas minha mãe limpou na hora com lambidas. Meu pai também já tinha gozado. Nós três sentamos no sofá. Meu pai levantou pra pegar uma garrafa d'água, e minha mãe segurou minha mão, como se agradecesse pelo que fizemos. "Você dorme com a gente hoje?" — ela perguntou. Não sei por que, falei que não e fui deitar.
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