Yuli olhou pra mamãe de novo e depois abriu as próprias nádegas com as duas mãos — assim, papai, assim como a mamãe, você quer que eu abra também? Sim, assim, sua putinha. Papai colocou o pau de novo e foi entrando devagar em Yuli, enquanto eu segurava mamãe pelo cabelo e montava nela. Dona Martina gritava: "Quero seu pau, Rodri, quero seu pau mais fundo, dá pra mamãe, pau!", ela dizia. De repente, um grito ecoou pela sala toda: "Você tá rasgando toda a minha buceta!", gritou Yuli. Papai segurava Yuli pela cintura e comia ela com toda força. Nós dois montávamos naquele par de putas. Mamãe se aproximou de Yuli pra beijar ela, enquanto Yuli, com os olhos virados, só uivava: "Aí, aí, aí, aí... aí minha bundinha, aí minha bundinha...". Papai gozou várias vezes dentro de Yuli, mas nunca tirou o pau. No final, ele sentou no sofá e Yuli ficou jogada no chão tentando recuperar o fôlego. Peguei mamãe pelo cabelo com força e meti com tudo. "Assim, assim, assim, me come duro, me come duro!", dizia mamãe. De repente, soltei toda a porra dentro dela. A bunda enorme dela estava toda cheia de porra, escorrendo pelas pernas e nádegas. E eu, igual ao papai, sentei no sofá enquanto mamãe lambia todo o meu pau pra limpar. Depois de um tempo, papai pegou Yuli no colo e levou ela pro quarto. "Deixa a gente sozinho", disse o velho enquanto ia embora, enquanto mamãe beijava meu pau. Naquela noite, Yuli gemeu a noite inteira. No quarto dela, ouviam-se gritos, uivos e muitos gemidos, como se fosse uma puta no cio. Era claro que papai tava fazendo ela totalmente dele. Yuli seria mais uma puta da família. Enquanto isso, mamãe e eu fomos pro quarto dela. Ela saiu recém-banhada, usando uma tanga vermelha fio dental que tinha comprado naquele dia especialmente pra mim. Totalmente empinada e só de tanga, ela abriu as nádegas de par em par, mostrando toda a bunda, e disse: "Vai, filhinho, mete tudo em mim, que toda a minha bunda é sua e só sua esta noite." Na hora, subi em cima dela como se fosse minha gostosa. Monte, eu por cima dela e ela de quatro, totalmente à minha disposição. Meti nela, e enquanto meu pau ia entrando, ela começou a gemer e se molhar toda. Foi depois da terceira estocada que ela começou a me pedir pra puxar o cabelo dela e bater na bunda dela. "Rodri, castiga sua mamãe putinha, quero ser castigada." Comecei a dar tapas na bunda dela enquanto enfiava, ela gemia sem parar. A bunda quente dela apertava meu pau com força, quase gozei dentro dela, mas ela não deixou. Ela se deitou de bruços na cama, meu gozo saiu e espalhou nas costas dela. Eu, jogado e exausto, me deitei do lado dela enquanto ela pegava o gozo com os dedos e levava à boca pra chupar. "Mamãe adora gozo quente, Rodri", ela dizia enquanto chupava. Fiquei um tempo deitado, e minha mãe deitada do meu lado, com a mão no meu pau, acariciando com cuidado. Pensei na Yuli de novo e perguntei se ela tava bem. Mamãe respondeu: "Hoje seu pai e a Yuli não vão sair daquele quarto, filho." Perguntei quanto tempo iam demorar pra sair, e Martina, minha mãe, respondeu: "Com a Berenice, sua outra irmã, demorou três dias, mas a pequena Yuli é mais safada e mais porca, só essa noite basta." Os gemidos da minha irmãzinha voltaram a ser ouvidos, e Dona Martina disse: "Escuta ela, a putinha parece que adora ser toda arrombada." Depois disso, mamãe começou a chupar meu pau de novo. "Dá mais gozo, filho", e enquanto engolia tudo, começou a lamber e beijar minhas bolas. Me deixei levar de novo e enfiei várias vezes na boca dela. Meu pau batia na garganta dela, e toda vez ela engasgava e depois tirava da boca e cuspia. Gozei nela várias vezes, e ela bebia meu gozo toda sedenta. Fizemos isso até dormir. Na manhã seguinte, quando acordei, vi mamãe deitada com o rosto na altura do meu pau, toda cheia de sêmen. A noite inteira ela ficou me ordenhando. Levantei pra ir no banheiro e depois saí no corredor, fui no quarto da Yuli, também tava toda cheia de porra e completamente pelada na cama dela. Voltei pro quarto dos meus pais pra pegar minha roupa, de repente a porta abriu, era a Yuli. Ela andou e deitou do lado da minha mãe, olhando nos meus olhos e falou: "Rodri, ontem o papai me fez de tudo, me arrebentou a bunda e eu comi muito leite igual uma putinha, Rodri, agora sou a putinha dele", falou como se tivesse traumatizada. Fiquei chocado com o que ela disse. Deixei ela descansar e me arrumei pra ir trabalhar. Quando tava no trampo, recebi uma ligação da minha irmã Berenice, ela disse que precisava vir em casa resolver uns papéis do trabalho e que ia ficar o fim de semana com a gente. De tardinha, quando cheguei em casa, a mamãe e a Yuli estavam super animadas, a Berenice também tinha falado com elas e elas já sabiam da visita. Papai disse que ia convidar o tio Luis e a esposa dele pra fazer um churrasco e surpreender a Berenice com uma festa surpresa. Era sexta e a Berenice chegava sábado de manhã. Depois do jantar, papai foi pra sala ver TV, mas antes mandou a Yuli sentar com ele pra ver o jornal. O comentário dele me chamou a atenção. Fui pro meu quarto trabalhar numa coisa que tava pendente, porque queria ter o sábado todo livre pra curtir com a Berenice. Depois de umas duas horas, saí do quarto e passei pela sala. A Yuli tava pelada, pulando no pau do papai enquanto ele via o jornal. Ao mesmo tempo, mamãe tava sentada no outro sofá olhando pra eles e enfiando um pepino inteiro na buceta. A Yuli me viu passar e sorriu, mas eu segui em frente. Ouvi a Yuli terminar com um gemido forte e depois a mamãe fazer o mesmo mais tarde. Quando saí, os três tavam dormindo na sala. Tinham virado a noite anterior e não aguentaram, terminaram cedo. Como eu tinha que buscar a Berenice na rodoviária, preferi ir dormir cedo. No dia seguinte, fui buscar a Berenice na rodoviária. Nos cumprimentamos com um abraço forte, ela continuava tão gostosa como sempre, aquelas cadeiras largas, o peito firme e o cabelão comprido continuavam do mesmo jeito. Fomos pra casa, fomos recebidos pelo resto da família, mais meu tio Luís e a esposa dele, a tia Branca. Minhas primas Viridiana e Vanessa não tinham conseguido ir naquele dia, porque estavam com o tio Jorge. "Conejita!", gritou papai ao ver a Berenice dando um abraço nele, mesma coisa com minha mãe e a Yuli. Meu tio Luís também abraçou ela e depois disse: "Berenice, você continua uma gostosa, sobrinha". E a tia Branca deu um presente pra ela: "Comprei uma coisinha pra você, Berenice, espero que goste". Tava todo mundo na sala, alguém perguntou desde quando a gente não se via e eu comentei que desde a ida pro sítio do vô Marcos. Berenice disse: "É verdade, aquela reunião foi uma das minhas favoritas". Aí o tio Luís perguntou: "Yuli, já tá pronta pra esse ano?". Meu pai respondeu: "Sim, já. Eu e o Rodri temos preparado ela e vocês vão ter uma surpresa linda no próximo verão". A tia Branca interrompeu: "Por falar nisso, por que você não abre seu presente, Berenice?". Ela respondeu que sim. A Bere pegou a sacola do presente e abriu, tirando uma tanga branca e uma orelhinha de coelho, junto com uns pezinhos muito pequenos. "Que lindo, tia!", disse minha irmã. "Vai, Berenice, experimenta. Melhor, vou te ajudar a vestir". Levantaram Berenice, minha mãe e a tia, e a Yuli não teve escolha senão ir junto também. O tio Luís disse: "Com certeza essas aí já vão putear". E era verdade: pouco tempo depois saiu a tia Branca, Berenice, Yuli e mãe, todas de tanga, com os peitos totalmente de fora. Só Berenice tava com os pezinhos e a tiara de orelha de coelho. Mãe, igual a Berenice, tava de tanga branca. O tio Luís tava babando vendo aquelas gostosas, e meu pai se sentia orgulhoso de ter essas mulheres na família. Mãe se virou e mostrou a raba pra gente, Yuli deu uma voltinha e mãe abriu as nádegas dela pra gente ver a buceta toda. "Falta você, Branca". Meu pai disse pra tia: "Claro, Roberto". A tia começou a rebolar, e aquela bunda imensa da tia branca e aqueles peitos enormes balançavam de um lado pro outro. A tanga amarela dela não cobria os pelos crespos que saíam da virilha. O tio Luís se levantou e começou a acariciar a Yuli: "Quero comer essa novinha". "Come ela, Luís", meu pai disse pro meu tio. "Eu vou comer a coelhinha. E você, Rodri?", me perguntaram. Na hora, meu tio Luís respondeu: "Ué, que ele coma a Branca e a Martina, afinal ele é novo e aguenta essas duas porcas carnudas". "Sim, filhinho, me come logo, porque já quero pica desde de manhã", disse minha mãe. A tia Branca pegou na mão dela e a levou pro sofá: "Ajoelha, comadre, e mostra essa rabuda que você tem". A tia Branca abriu as nádegas da minha mãe e disse: "Olha, sobrinho, a rabuda da sua mãe. Não é à toa que essa foxy nunca se farta de pica". Papai se aproximou e deu um tapa na bunda dela: "Porra, foxy, não tem vergonha de ser a primeira a mostrar a raba pra todo mundo?" O tio Luís disse pra Yuli: "Ajoelha você também, minha filha, ali do lado da sua mãe". Yuli se ajoelhou do lado da mamãe. A bunda dela era fechadinha e rosada. A tia passou um dedo no cu dela, dizendo: "Esse rabo é novo mesmo. Não te arrombaram ainda, filhinha?" Yuli respondeu: "Sim, tia, meu pai arrombou". "Como fez comigo quando eu morava aqui", disse Berenice. "Ajoelha do lado da mamãe, irmãzinha", falei pra Berenice. Ela, toda obediente, se ajoelhou e me perguntou: "Assim, o meu parece gostoso?" enquanto rebolava devagar pros lados. A tia Branca já não cabia no sofá pra ficar de quatro, mas se ajoelhou no chão. O tio Luís ordenou: "Você fica aqui. Branca, você só chupa pica e mais nada". Depois, o tio Luís ficou atrás da Yuli, papai atrás da Berenice, e eu atrás da mamãe. Nós enfiamos. Ouviu-se o gemido das três quase em uníssono. "Que delíciaaaa", gritou minha mãe. Yuli disse: "Não, tio, não tão forte". E Berenice gritou: "Papaiiiii, mmmmmgggh". O tio Luís era bruto com a Yuli, mesmo ela tendo a bunda fechadinha. Enfiava com muita força, sua putinha, enfia todo o meu pau, eu sei que você gosta, e Yuli respondia: "sim, tio, sim, me dá, me arrebenta como uma puta". Papai segurava Berenice pelos cabelos e comia ela com a mesma força: "vai, sua coelhinha, enfia como você sabe, eu sei que você lembra como comer esse pau". Berenice rebolava sem parar e reclamava como uma puta no cio. Eu enfiava de novo naquele cuzão imenso da Martina, que também se enfiava sozinha, gostava de tirar tudo e depois meter de novo inteiro. O tio Luis tirou o pau da Yuli pra tia Branca chupar: "vai, Branca, limpa ele que sua sobrinha quer tudo dentro, mas bem limpinho". A tia Branca chupava o pau do tio Luis e depois o do papai, e então se ajoelhou do meu lado: "vou limpar o seu, Rodri", disse abrindo a boca e colocando a língua pra fora. Enfiei até a metade e a putinha chupava como uma desvairada. Depois de chupar um pouco, eu enfiava de novo na mamãe, que reclamava muito, mas gozava quando meu pau duro entrava no cu dela de novo. Mamãe começou a berrar como uma puta: "assim, Rodri, me dá mais, me dá mais, arrebenta o cu da sua mamãe, arrebenta o cu dessa puta de rabão". Quase gozei, mas tirei antes, peguei a tia Branca pelo cabelo e forcei ela a engolir toda a porra. A tia estava sempre pronta pra lamber paus. Yuli gritou: "vou gozar, tio!", e o tio Luis encheu ela de porra, que eu vi escorrendo entre as pernas dela. Papai gozou dentro da Bere, que reclamava e curtia o pau do seu papai: "sua coelhinha puta já tá toda cheia de porra, papai, da sua porra gostosa, papai", dizia enquanto fechava os olhos e continuava se enfiando. Tirei o pau da garganta da minha tia e enfiei de novo entre as nádegas da mamãe, puxando o cabelo dela: "agora sim, dona puta, engole toda a minha porra igual às putas das suas filhas". Mamãe abriu as nádegas com as duas mãos enquanto eu metia: "filhas, tão arrebentando o cu todo da mamãe", gritava minha mãe. enquanto meu gozo jorrava dentro do cu dela, finalmente dona martina tinha me espremido por completo. o tio luis e o papai também tinham ficado exaustos. a tia branca juntava o gozo das virilhas das sobrinhas dela e depois enfiava a língua na buceta da mamãe, que delícia de foda que deram, putinha. eu também vou querer a mesma coisa.
Yuli olhou pra mamãe de novo e depois abriu as próprias nádegas com as duas mãos — assim, papai, assim como a mamãe, você quer que eu abra também? Sim, assim, sua putinha. Papai colocou o pau de novo e foi entrando devagar em Yuli, enquanto eu segurava mamãe pelo cabelo e montava nela. Dona Martina gritava: "Quero seu pau, Rodri, quero seu pau mais fundo, dá pra mamãe, pau!", ela dizia. De repente, um grito ecoou pela sala toda: "Você tá rasgando toda a minha buceta!", gritou Yuli. Papai segurava Yuli pela cintura e comia ela com toda força. Nós dois montávamos naquele par de putas. Mamãe se aproximou de Yuli pra beijar ela, enquanto Yuli, com os olhos virados, só uivava: "Aí, aí, aí, aí... aí minha bundinha, aí minha bundinha...". Papai gozou várias vezes dentro de Yuli, mas nunca tirou o pau. No final, ele sentou no sofá e Yuli ficou jogada no chão tentando recuperar o fôlego. Peguei mamãe pelo cabelo com força e meti com tudo. "Assim, assim, assim, me come duro, me come duro!", dizia mamãe. De repente, soltei toda a porra dentro dela. A bunda enorme dela estava toda cheia de porra, escorrendo pelas pernas e nádegas. E eu, igual ao papai, sentei no sofá enquanto mamãe lambia todo o meu pau pra limpar. Depois de um tempo, papai pegou Yuli no colo e levou ela pro quarto. "Deixa a gente sozinho", disse o velho enquanto ia embora, enquanto mamãe beijava meu pau. Naquela noite, Yuli gemeu a noite inteira. No quarto dela, ouviam-se gritos, uivos e muitos gemidos, como se fosse uma puta no cio. Era claro que papai tava fazendo ela totalmente dele. Yuli seria mais uma puta da família. Enquanto isso, mamãe e eu fomos pro quarto dela. Ela saiu recém-banhada, usando uma tanga vermelha fio dental que tinha comprado naquele dia especialmente pra mim. Totalmente empinada e só de tanga, ela abriu as nádegas de par em par, mostrando toda a bunda, e disse: "Vai, filhinho, mete tudo em mim, que toda a minha bunda é sua e só sua esta noite." Na hora, subi em cima dela como se fosse minha gostosa. Monte, eu por cima dela e ela de quatro, totalmente à minha disposição. Meti nela, e enquanto meu pau ia entrando, ela começou a gemer e se molhar toda. Foi depois da terceira estocada que ela começou a me pedir pra puxar o cabelo dela e bater na bunda dela. "Rodri, castiga sua mamãe putinha, quero ser castigada." Comecei a dar tapas na bunda dela enquanto enfiava, ela gemia sem parar. A bunda quente dela apertava meu pau com força, quase gozei dentro dela, mas ela não deixou. Ela se deitou de bruços na cama, meu gozo saiu e espalhou nas costas dela. Eu, jogado e exausto, me deitei do lado dela enquanto ela pegava o gozo com os dedos e levava à boca pra chupar. "Mamãe adora gozo quente, Rodri", ela dizia enquanto chupava. Fiquei um tempo deitado, e minha mãe deitada do meu lado, com a mão no meu pau, acariciando com cuidado. Pensei na Yuli de novo e perguntei se ela tava bem. Mamãe respondeu: "Hoje seu pai e a Yuli não vão sair daquele quarto, filho." Perguntei quanto tempo iam demorar pra sair, e Martina, minha mãe, respondeu: "Com a Berenice, sua outra irmã, demorou três dias, mas a pequena Yuli é mais safada e mais porca, só essa noite basta." Os gemidos da minha irmãzinha voltaram a ser ouvidos, e Dona Martina disse: "Escuta ela, a putinha parece que adora ser toda arrombada." Depois disso, mamãe começou a chupar meu pau de novo. "Dá mais gozo, filho", e enquanto engolia tudo, começou a lamber e beijar minhas bolas. Me deixei levar de novo e enfiei várias vezes na boca dela. Meu pau batia na garganta dela, e toda vez ela engasgava e depois tirava da boca e cuspia. Gozei nela várias vezes, e ela bebia meu gozo toda sedenta. Fizemos isso até dormir. Na manhã seguinte, quando acordei, vi mamãe deitada com o rosto na altura do meu pau, toda cheia de sêmen. A noite inteira ela ficou me ordenhando. Levantei pra ir no banheiro e depois saí no corredor, fui no quarto da Yuli, também tava toda cheia de porra e completamente pelada na cama dela. Voltei pro quarto dos meus pais pra pegar minha roupa, de repente a porta abriu, era a Yuli. Ela andou e deitou do lado da minha mãe, olhando nos meus olhos e falou: "Rodri, ontem o papai me fez de tudo, me arrebentou a bunda e eu comi muito leite igual uma putinha, Rodri, agora sou a putinha dele", falou como se tivesse traumatizada. Fiquei chocado com o que ela disse. Deixei ela descansar e me arrumei pra ir trabalhar. Quando tava no trampo, recebi uma ligação da minha irmã Berenice, ela disse que precisava vir em casa resolver uns papéis do trabalho e que ia ficar o fim de semana com a gente. De tardinha, quando cheguei em casa, a mamãe e a Yuli estavam super animadas, a Berenice também tinha falado com elas e elas já sabiam da visita. Papai disse que ia convidar o tio Luis e a esposa dele pra fazer um churrasco e surpreender a Berenice com uma festa surpresa. Era sexta e a Berenice chegava sábado de manhã. Depois do jantar, papai foi pra sala ver TV, mas antes mandou a Yuli sentar com ele pra ver o jornal. O comentário dele me chamou a atenção. Fui pro meu quarto trabalhar numa coisa que tava pendente, porque queria ter o sábado todo livre pra curtir com a Berenice. Depois de umas duas horas, saí do quarto e passei pela sala. A Yuli tava pelada, pulando no pau do papai enquanto ele via o jornal. Ao mesmo tempo, mamãe tava sentada no outro sofá olhando pra eles e enfiando um pepino inteiro na buceta. A Yuli me viu passar e sorriu, mas eu segui em frente. Ouvi a Yuli terminar com um gemido forte e depois a mamãe fazer o mesmo mais tarde. Quando saí, os três tavam dormindo na sala. Tinham virado a noite anterior e não aguentaram, terminaram cedo. Como eu tinha que buscar a Berenice na rodoviária, preferi ir dormir cedo. No dia seguinte, fui buscar a Berenice na rodoviária. Nos cumprimentamos com um abraço forte, ela continuava tão gostosa como sempre, aquelas cadeiras largas, o peito firme e o cabelão comprido continuavam do mesmo jeito. Fomos pra casa, fomos recebidos pelo resto da família, mais meu tio Luís e a esposa dele, a tia Branca. Minhas primas Viridiana e Vanessa não tinham conseguido ir naquele dia, porque estavam com o tio Jorge. "Conejita!", gritou papai ao ver a Berenice dando um abraço nele, mesma coisa com minha mãe e a Yuli. Meu tio Luís também abraçou ela e depois disse: "Berenice, você continua uma gostosa, sobrinha". E a tia Branca deu um presente pra ela: "Comprei uma coisinha pra você, Berenice, espero que goste". Tava todo mundo na sala, alguém perguntou desde quando a gente não se via e eu comentei que desde a ida pro sítio do vô Marcos. Berenice disse: "É verdade, aquela reunião foi uma das minhas favoritas". Aí o tio Luís perguntou: "Yuli, já tá pronta pra esse ano?". Meu pai respondeu: "Sim, já. Eu e o Rodri temos preparado ela e vocês vão ter uma surpresa linda no próximo verão". A tia Branca interrompeu: "Por falar nisso, por que você não abre seu presente, Berenice?". Ela respondeu que sim. A Bere pegou a sacola do presente e abriu, tirando uma tanga branca e uma orelhinha de coelho, junto com uns pezinhos muito pequenos. "Que lindo, tia!", disse minha irmã. "Vai, Berenice, experimenta. Melhor, vou te ajudar a vestir". Levantaram Berenice, minha mãe e a tia, e a Yuli não teve escolha senão ir junto também. O tio Luís disse: "Com certeza essas aí já vão putear". E era verdade: pouco tempo depois saiu a tia Branca, Berenice, Yuli e mãe, todas de tanga, com os peitos totalmente de fora. Só Berenice tava com os pezinhos e a tiara de orelha de coelho. Mãe, igual a Berenice, tava de tanga branca. O tio Luís tava babando vendo aquelas gostosas, e meu pai se sentia orgulhoso de ter essas mulheres na família. Mãe se virou e mostrou a raba pra gente, Yuli deu uma voltinha e mãe abriu as nádegas dela pra gente ver a buceta toda. "Falta você, Branca". Meu pai disse pra tia: "Claro, Roberto". A tia começou a rebolar, e aquela bunda imensa da tia branca e aqueles peitos enormes balançavam de um lado pro outro. A tanga amarela dela não cobria os pelos crespos que saíam da virilha. O tio Luís se levantou e começou a acariciar a Yuli: "Quero comer essa novinha". "Come ela, Luís", meu pai disse pro meu tio. "Eu vou comer a coelhinha. E você, Rodri?", me perguntaram. Na hora, meu tio Luís respondeu: "Ué, que ele coma a Branca e a Martina, afinal ele é novo e aguenta essas duas porcas carnudas". "Sim, filhinho, me come logo, porque já quero pica desde de manhã", disse minha mãe. A tia Branca pegou na mão dela e a levou pro sofá: "Ajoelha, comadre, e mostra essa rabuda que você tem". A tia Branca abriu as nádegas da minha mãe e disse: "Olha, sobrinho, a rabuda da sua mãe. Não é à toa que essa foxy nunca se farta de pica". Papai se aproximou e deu um tapa na bunda dela: "Porra, foxy, não tem vergonha de ser a primeira a mostrar a raba pra todo mundo?" O tio Luís disse pra Yuli: "Ajoelha você também, minha filha, ali do lado da sua mãe". Yuli se ajoelhou do lado da mamãe. A bunda dela era fechadinha e rosada. A tia passou um dedo no cu dela, dizendo: "Esse rabo é novo mesmo. Não te arrombaram ainda, filhinha?" Yuli respondeu: "Sim, tia, meu pai arrombou". "Como fez comigo quando eu morava aqui", disse Berenice. "Ajoelha do lado da mamãe, irmãzinha", falei pra Berenice. Ela, toda obediente, se ajoelhou e me perguntou: "Assim, o meu parece gostoso?" enquanto rebolava devagar pros lados. A tia Branca já não cabia no sofá pra ficar de quatro, mas se ajoelhou no chão. O tio Luís ordenou: "Você fica aqui. Branca, você só chupa pica e mais nada". Depois, o tio Luís ficou atrás da Yuli, papai atrás da Berenice, e eu atrás da mamãe. Nós enfiamos. Ouviu-se o gemido das três quase em uníssono. "Que delíciaaaa", gritou minha mãe. Yuli disse: "Não, tio, não tão forte". E Berenice gritou: "Papaiiiii, mmmmmgggh". O tio Luís era bruto com a Yuli, mesmo ela tendo a bunda fechadinha. Enfiava com muita força, sua putinha, enfia todo o meu pau, eu sei que você gosta, e Yuli respondia: "sim, tio, sim, me dá, me arrebenta como uma puta". Papai segurava Berenice pelos cabelos e comia ela com a mesma força: "vai, sua coelhinha, enfia como você sabe, eu sei que você lembra como comer esse pau". Berenice rebolava sem parar e reclamava como uma puta no cio. Eu enfiava de novo naquele cuzão imenso da Martina, que também se enfiava sozinha, gostava de tirar tudo e depois meter de novo inteiro. O tio Luis tirou o pau da Yuli pra tia Branca chupar: "vai, Branca, limpa ele que sua sobrinha quer tudo dentro, mas bem limpinho". A tia Branca chupava o pau do tio Luis e depois o do papai, e então se ajoelhou do meu lado: "vou limpar o seu, Rodri", disse abrindo a boca e colocando a língua pra fora. Enfiei até a metade e a putinha chupava como uma desvairada. Depois de chupar um pouco, eu enfiava de novo na mamãe, que reclamava muito, mas gozava quando meu pau duro entrava no cu dela de novo. Mamãe começou a berrar como uma puta: "assim, Rodri, me dá mais, me dá mais, arrebenta o cu da sua mamãe, arrebenta o cu dessa puta de rabão". Quase gozei, mas tirei antes, peguei a tia Branca pelo cabelo e forcei ela a engolir toda a porra. A tia estava sempre pronta pra lamber paus. Yuli gritou: "vou gozar, tio!", e o tio Luis encheu ela de porra, que eu vi escorrendo entre as pernas dela. Papai gozou dentro da Bere, que reclamava e curtia o pau do seu papai: "sua coelhinha puta já tá toda cheia de porra, papai, da sua porra gostosa, papai", dizia enquanto fechava os olhos e continuava se enfiando. Tirei o pau da garganta da minha tia e enfiei de novo entre as nádegas da mamãe, puxando o cabelo dela: "agora sim, dona puta, engole toda a minha porra igual às putas das suas filhas". Mamãe abriu as nádegas com as duas mãos enquanto eu metia: "filhas, tão arrebentando o cu todo da mamãe", gritava minha mãe. enquanto meu gozo jorrava dentro do cu dela, finalmente dona martina tinha me espremido por completo. o tio luis e o papai também tinham ficado exaustos. a tia branca juntava o gozo das virilhas das sobrinhas dela e depois enfiava a língua na buceta da mamãe, que delícia de foda que deram, putinha. eu também vou querer a mesma coisa.
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