Te deixo os links da história toda:http://www.poringa.net/posts/relatos/2984753/Victor-el-futuro-medico---1-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2984758/Victor-el-futuro-medico---2-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2984778/Victor-el-futuro-medico---3-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2984800/Victor-el-futuro-medico---4-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2986744/Victor-el-futuro-medico---5-parte.html
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2987786/Victor-el-futuro-medico---8-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2991976/Victor-el-futuro-medico---9-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2992000/Victor-el-futuro-medico---10-parte.html
Quando o Víctor acordou lá pelas onze da manhã, a primeira coisa que fez foi me ligar.- "Oi, Eduardo? Você foi embora sem se despedir
- "Não queria que te acordassem.
Vamos nos ver amanhã no Jardim Botânico?
- "Tô vendo que você gostou do lugar. Sim. Te espero à uma na esquina do outro dia?
Não. Melhor me esperar no banco onde a gente estava da última vez.
- “Tá bom. Vou estar lá.”
Temos muita coisa pra conversar.
— "Algum problema?
- "Quase nada. Minha prima Susana e você, ou você acha que eu não percebi o tesão que você tava por ela.
- "E você não tava comigo? Melhor a gente conversar pessoalmente. Sim…?
Tá bom, amanhã à uma a gente se fala.Depois do almoço em família e do interrogatório dos meus pais sobre o jantar de ontem à noite, se me trataram bem, o que me deram de comer, e todos esses etcéteras, fiquei pensando no que rolou na noite passada. Sabia que a qualquer momento ia estar comendo a Susana e, pra ser sincero, a ideia de ter ela como namorada me atraía. Nunca tinha tido uma que, sem tanto rodeio e tanta história, me chupasse a pica logo depois de nos conhecermos e ainda me pedisse pra eu comer ela o quanto antes.
Também percebi que, se começasse um namoro com ela, e considerando que ela não tinha problema em me dividir com o Víctor, ele não demoraria pra me entregar o cu. Então decidi apostar forte. Ia propor ao Víctor, quando estivéssemos juntos, formar um relacionamento a três.
Na segunda-feira, acordei às sete da manhã, como quase sempre, e depois do café da manhã minha mãe me pediu se eu podia fazer umas compras na padaria e no mercado. Pra não discutir logo cedo, fui pra lá. Quando voltei, minha mãe me disse:- "Acabou de ligar uma tal de Susana e disse pra você falar com ela urgente. Quem é?
- "É uma colega do corpo docente do turno da tarde., mais outra mentira pra minha coroa.E aí, o que você tem a ver com ela, se você estuda em outro turno?
- "É que o professor de Anatomia Aplicada montou um grupo de estudo, e como dá aula nos dois turnos, ele deixou cada um entrar no grupo que conseguisse., cada vez as mentiras eram maiores, mas ainda assim acreditáveis.
Liguei pra ela e ela me lembrou que às segundas não trabalhava e que ficaria sozinha em casa até o Victor voltar do plantão.- "Se quer me foder, agora é a melhor hora.
- "Tem razão. Eu tinha esquecido da reunião. Fala pros caras e pras minas que me desculpem, já tô indo pra lá., disfarçando na frente da minha mãe pra continuar sustentando as mentiras.
Avisei minha mãe que só voltaria à noite. Que tinha esquecido da reunião na casa dela com o grupo de estudo. Que a gente ia ficar estudando até a hora de ir pra faculdade. Que comeria qualquer coisa por lá. Que ela não precisava se preocupar comigo.
Às nove em ponto cheguei. Susana me manda entrar e a gente troca um beijo interminável, depois ela pergunta:O que você quis dizer com essa história de reunião e pedir desculpas pros caras? Não entendi porra nenhuma.
Era uma desculpinha pra poder vir pra cá. Você seria uma colega do professorado e, junto com outros colegas, a gente tá estudando aqui.
— "Você quer que eu sustente a sua mentira?
- "Sim, senão estaria na minha casa agora.
- "Mas eu não quero ser sua parceira. Eu quero ser sua namorada.
- "Você é minha namorada.E a gente se beijou de novo, sentados no sofá onde eu tinha dormido por várias horas. Num certo momento, afastei ela e contei sobre meu encontro naquela mesma tarde com o Víctor e o que eu tava pensando em propor pra calar as reclamações dele. A Susana achou o mais sensato, dadas as circunstâncias. Ela me prometeu ajudar a convencer ele. Voltamos pros nossos beijos e carícias pelo corpo todo. A putaria dos dois crescia a cada instante. Já tinha desabotoado a blusa toda que ela tava vestindo e beijava os peitos dela, tentando tirar o sutiã. Ela tinha tirado minha camiseta e as mãos dela procuravam meu pau por baixo da calça de moletom. Vendo a situação complicada, a gente se levantou e, sem parar de se beijar, foi pro quarto dela.
Ao entrar, aproveitei pra tirar de vez o sutiã dela e me joguei nos bicos dos peitos como um bebê faminto. Ela começou a puxar minha calça e a cueca, me empurrando pra cima da cama dela e montando na minha pélvis, fazendo meu pau esfregar na calcinha encharcada de sucos dela. Ela pede pra eu não me mexer, tira a saia e joga a calcinha num canto. Os dois pelados, ela monta em mim de novo. A buceta dela, melada de sucos, começou a esfregar no tronco do meu pau e, por fim, ela se deitou em cima do meu corpo. Comecei a chupar os bicos dos peitos dela, e quanto mais eu chupava, mais meu pau ficava molhado, regado por uma xota que parecia uma fonte sem fim de sucos. Pedi pra ela deixar eu pegar uma camisinha na minha mochila, e ela disse pra eu não me preocupar porque tava nos dias inférteis dela.
Virei ela, ficando eu por cima. Beijei ela fundo e meti de uma vez só. A xota dela tava tão molhada que meu pau deslizava com muita facilidade lá dentro. Ficamos uns cinco minutos gloriosos, onde nossas cadeiras se encaixaram perfeitamente, buscando o ritmo mais gostoso pra continuar a foda. Ela me mostrou, com beijos, e abraços fortes no primeiro orgasmo que eu já tinha tido e aproveitado. O ritmo continuou crescendo até que, finalmente, jorrei três potentes esguichos de porra no fundo da buceta dela, enquanto ela tinha o segundo e último orgasmo. Deitei ao lado dela sem tirar meu pau de dentro, e nos beijamos até que finalmente meu pau saiu do esconderijo.- "Que delícia que você me comeu! Me fez gozar duas vezes. Tô muito tesuda. Quero mais!
Dá uns minutinhos e a gente recomeça.Ela se jogou na minha pica e começou a chupar com o objetivo de "revivê-la". Conseguiu quase na hora. Eu proponho:Fica em cima de mim.Ela montou em cima de mim e pude ver como Susana, sentando na ponta da minha pica, ia fazendo ela sumir aos poucos dentro da buceta dela, toda melada. Quando meus 16 cm estavam totalmente dentro dela, começou uma "cavalgada" que foi acelerando o ritmo. Dava pra ver o corpo inteiro de Susana, com aquelas tetas lindas balançando no ritmo que ela dava nessa nova trepada. Agarrei elas com minhas mãos e comecei a brincar com os dedos nos bicos dos peitos, que estavam durinhos e enormes. Cada carinho que eu fazia, Susana gemia igual uma gata no cio. Abracei ela com força e, puxando pra perto de mim, consegui enfiar o bico direito na minha boca. Ficava alternando de um peito pro outro, beijando, chupando, mordiscando. Os gemidos já eram gritinhos e nosso ritmo foi aumentando. Senti minha pica toda molhada quando ela gozou fundo, por causa da minha língua brincando com os bicos dela. Avisei que tô quase gozando, e aí, tirando minha pica de dentro dela, ela fala:Dá tudo na minha boca. E chupa minha buceta que tô quase gozando de novo.Montamos um sessenta e nove foda. Ela por cima do meu corpo, chupando minha pica e ainda lambendo o fluxo dela que escorria pelo tronco, enquanto eu tentava não me afogar numa buceta que era um mar de sucos. Nós dois gozamos quase ao mesmo tempo. Eu soltei duas porradas fortes dentro da garganta dela, e Susana engoliu tudo sem desperdiçar nada, e enquanto minhas bolas esvaziavam, ela teve um orgasmo violento que inundou minha boca e molhou minha cara toda e parte do meu pescoço. Ela continuou chupando minha pica até deixar limpa e eu fiquei duro de novo. Percebi que ela queria beber mais um pouco da porra que ainda pudesse ter sobrado nas minhas bolas e eu parei:Não seja egoísta. Deixa um pouco pro teu primo, que com certeza hoje à tarde vai querer uma porra quentinha.
— "Ele chupa sua buceta em lugares públicos? Não é perigoso? Por que vocês não vêm pra cá?
- "É perigoso e excitante ao mesmo tempo. Até agora ninguém nos viu. Já combinamos de nos encontrar no Jardim Botânico.Ao perceber a bagunça que a gente tinha feito nos lençóis e o quanto estávamos suados e grudados, pedi pra tomar um banho. Susana topou e me emprestou uma toalha. Depois, ela também tomou banho. De uma coisa e outra, já passava das onze da manhã. A gente teve uma longa sessão de beijos e carícias no sofá e, perto do meio-dia, ela me convida pra ir com ela até a cozinha preparar uns sanduíches com os frios que tinha na geladeira. Almoçamos tomando refrigerante e nos "devorávamos" com o olhar. Claramente, aceitamos a realidade de que éramos namorados, ou amigovios, ou como quiséssemos chamar. Decidimos que por enquanto não íamos falar nada, mas Susana me avisa que mais cedo ou mais tarde vai ter que contar pra mãe dela. Combinamos que eu ficaria até meio-dia e meia. Continuamos nos "matando" de beijos e apalpadelas mútuas.
Me despedi da minha namorada Susana com um beijo de língua bem gostoso e fui em direção ao Jardim Botânico. À uma em ponto, já estava sentado no banco da outra vez. Dez minutos depois, Víctor chega. A gente se dá um beijo na boca e ele me diz:- "Parece que você gosta muito da minha prima. Vi direitinho como você chupava os peitos dela enquanto eu cuidava da sua pica.
- "Vai me fazer uma cena? A conversa vai ser só de reclamação? Foi você quem, no final, teve sua dose de porra...
- "Sim, mas assim que puder, você vai querer comer ela.Contra-atacei dizendo pra ela:Ela parece bem mais disposta a dar a buceta do que você.
— "Você é muito cruel. Ela já não é virgem há pelo menos três anos. Você sabe que eu ainda não me decidi a tomar a decisão final.
- "Eu não te apresso. Tô tentando respeitar teu tempo.
Sim, mas com certeza você vai comer ela assim que puder.
— "Você quer que eu finja de idiota com ela? Que deixe passar a oportunidade que ela tá me dando? Já falei pra vocês dois na outra noite que gosto de ambos. Queria ser o 'namorado' das duas, o que você acha?
— "Não sei. A Susana é quase como uma irmã pra mim. Dividir você com ela seria muito mais fácil do que com outra. Entendo perfeitamente que você goste de mulheres e não me incomoda que seja a Susana quem te agrada, mas tenho medo de não aguentar e sentir ciúmes de vocês dois.
- "Você devia ter ciúmes de eu estar com 'outro', não de eu estar com 'outra'. Sei lá, pensa nisso e quando tiver decidido, me avisa.Ficamos em silêncio por um bom tempo, ouvindo o murmúrio das folhas balançando pela brisa da primavera e alguns pássaros cantando. Coloco meu braço direito sobre os ombros dela e, com um movimento, a puxo para perto de mim. Ela me olha, e ficamos nos explorando, cada um no olhar do outro, vendo quanto de verdade havia no que cada um dizia. Ela me oferece a boca e nos beijamos apaixonadamente. Como uma desesperada, ela procura meu pau por dentro da calça de ginástica, encontra e o liberta. Por vários minutos, continuamos nos beijando enquanto ela acariciava meu pau.
Ela decide chupar meu pau, mas dessa vez me surpreendeu. Nunca o colocou inteiro dentro da boca. Lábios e língua percorreram toda a superfície da glande e do tronco por minutos intermináveis, enquanto meu pau não parava de crescer e endurecer. Nós dois percebemos que mais duro não ia ficar. Imaginei que ela fosse engolir, mas não, me enganei. Ouvindo meus gemidos, ela começou a brincar com a língua no freio da glande. Naquele momento, soube que não demoraria muito para eu derramar meu leite, e foi o que aconteceu. Duas gozadas violentas saíram disparadas para o outro lado da trilha. Foi nessa hora que ela enfiou o pau na boca para sorver a última gota de porra.
Percebi que não teria mais descargas naquele dia. Verdadeiramente, entre Susana e Victor, tinham me esvaziado. Victor continuava chupando, tentando fazer meu pau recuperar o vigor, mas era uma tarefa quase impossível naquele momento. Ele pergunta:- "Tá acontecendo alguma coisa? O que houve com teu pau que não consigo fazer ele crescer de novo?
Tô meio cansado. Passei a manhã toda treinando., menti pela metade, porque transar também exige um esforço físico.
Os gatos apareceram e foi ele quem decidiu que a gente saísse daquele lugar. Era claro que ele tinha aprendido a lição dos gatos e das velhinhas que alimentam eles. Caminhamos pelo terreno todo e, sem perceber, chegamos na saída da Plaza Italia. Durante a caminhada, o Víctor ficou absorto nos pensamentos dele. De vez em quando, ele me olhava como se buscasse uma resposta nos meus olhos e depois continuava mergulhado nas reflexões dele. Supus que na cabeça dele devia estar girando a ideia de me dividir com a prima dele. Me toquei disso quando ele me propôs terminar a tarde na casa dele. O relógio da igreja na Av. Santa Fe e Uriarte tinha acabado de dar duas da tarde. Nós dois sabíamos que íamos encontrar a Susana.
Chegamos e rapidamente sentamos no sofá. A Susana estava na cozinha e, quando nos viu, ficou surpresa, não entendia nada do porquê a gente estar ali, mas preferiu ficar na dúvida. Ela sabia que eu passaria a tarde com o Víctor. Ela cumprimenta nós dois e diz:- "Bom, pra não atrapalhar, vou deixar vocês a sós. Vou pro meu quarto.Víctor, tomando as rédeas da situação, responde:Vem, senta com a gente que a gente precisa ter uma conversa longa, nós três.
- “Do que se trata?”enquanto se sentava numa das poltronas.
Ordenando que ele girasse a cadeira pra que nós três pudéssemos ver as caras um do outro, pediu que não interrompêssemos e começou um longo monólogo:- "Todo mundo sabe que eu gosto de homens e desde que conheci o Eduardo, ele me faz muito feliz.E continuou falando comigo:Tenho muito claro que você gosta de mulheres, seria muito egoísta da minha parte te obrigar a ficar comigo e só comigo. Pensei muito na sua proposta e acho que deveria aceitá-la. Não me incomodaria que você ficasse com outra mulher, desde que não me deixe. O problema é qual mulher. Com certeza você conhece um monte e, claro, quando chegar a hora, vai escolher quem achar melhor. Mas na outra noite percebi, e você até falou pra nós dois ouvirmos, que você gosta tanto da Susana quanto de mim. Se a Susana fosse sua escolha, eu ficaria muito feliz por você e por ela.Eu tava pronto pra responder, ela me manda calar a boca e continua falando, mas agora se dirigindo pra Susana:- "Você sabe que te quero como se fosse minha irmã. Não sou idiota pra não perceber que você tá apaixonada pelo Eduardo. Te conheço e sei que vai fazer o possível e o impossível pra fazer ele se apaixonar por você e você por ele. A única pessoa com quem eu estaria disposto a dividir meu afeto pelo Eduardo é com você.Se dirigindo a ambos:- "Então aviso pra vocês dois que tô aceitando o que você, Eduardo, me propôs. Tô disposto a ser seu namorado e aceito que a Susana também seja sua namorada. O que vocês acham?Me apresso a responder pra ela:Não sei o que a Susana vai dizer, mas na outra noite eu falei claramente pra vocês que gosto dos dois por igual. Adoro que você queira ser meu namorado, e seria maravilhoso se a Susana quisesse ser minha namorada, o que você me responde?, ambos homens viramos nosso olhar para ela.
Eu já sabia a resposta da Susana. Nosso encontro da manhã tinha selado o início do nosso namoro, mas queria ouvir de novo:- "Adoro a ideia. Claro que quero ser a noiva do Eduardo. E não se preocupa, primo, a gente divide ele e todo mundo tenta ser feliz.Nós três levantamos e nos abraçamos no meio da sala. O Víctor me deu um beijo suave nos lábios, e a Susana me surpreendeu — e também o Víctor — com um beijo de língua bem intenso. Sentamos no sofá, eu no meio, claro. A Susana na minha direita e o Víctor na minha esquerda. Eu beijava um e outro enquanto eles acariciavam meu corpo e, principalmente, minha rola por cima da calça. Eram quase quatro da tarde e sabíamos que a Marta podia chegar a qualquer momento. Decidi que era melhor eu ir embora pra não ter que dar explicações complicadas pra ela. Minha namorada e meu namorado disseram que iam dar um jeito de contar pra Marta sobre nosso relacionamento durante a semana.
Me despedi com um beijo de cada um e fui mais cedo pra faculdade. Eu também precisava organizar minhas ideias, porque de repente eu não tinha só uma namorada, mas também um namorado, e como se não bastasse, eles eram primos de primeiro grau.
(Continua em: "Víctor, o futuro médico - 7ª parte")
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Quando o Víctor acordou lá pelas onze da manhã, a primeira coisa que fez foi me ligar.- "Oi, Eduardo? Você foi embora sem se despedir
- "Não queria que te acordassem.
Vamos nos ver amanhã no Jardim Botânico?
- "Tô vendo que você gostou do lugar. Sim. Te espero à uma na esquina do outro dia?
Não. Melhor me esperar no banco onde a gente estava da última vez.
- “Tá bom. Vou estar lá.”
Temos muita coisa pra conversar.
— "Algum problema?
- "Quase nada. Minha prima Susana e você, ou você acha que eu não percebi o tesão que você tava por ela.
- "E você não tava comigo? Melhor a gente conversar pessoalmente. Sim…?
Tá bom, amanhã à uma a gente se fala.Depois do almoço em família e do interrogatório dos meus pais sobre o jantar de ontem à noite, se me trataram bem, o que me deram de comer, e todos esses etcéteras, fiquei pensando no que rolou na noite passada. Sabia que a qualquer momento ia estar comendo a Susana e, pra ser sincero, a ideia de ter ela como namorada me atraía. Nunca tinha tido uma que, sem tanto rodeio e tanta história, me chupasse a pica logo depois de nos conhecermos e ainda me pedisse pra eu comer ela o quanto antes.
Também percebi que, se começasse um namoro com ela, e considerando que ela não tinha problema em me dividir com o Víctor, ele não demoraria pra me entregar o cu. Então decidi apostar forte. Ia propor ao Víctor, quando estivéssemos juntos, formar um relacionamento a três.
Na segunda-feira, acordei às sete da manhã, como quase sempre, e depois do café da manhã minha mãe me pediu se eu podia fazer umas compras na padaria e no mercado. Pra não discutir logo cedo, fui pra lá. Quando voltei, minha mãe me disse:- "Acabou de ligar uma tal de Susana e disse pra você falar com ela urgente. Quem é?
- "É uma colega do corpo docente do turno da tarde., mais outra mentira pra minha coroa.E aí, o que você tem a ver com ela, se você estuda em outro turno?
- "É que o professor de Anatomia Aplicada montou um grupo de estudo, e como dá aula nos dois turnos, ele deixou cada um entrar no grupo que conseguisse., cada vez as mentiras eram maiores, mas ainda assim acreditáveis.
Liguei pra ela e ela me lembrou que às segundas não trabalhava e que ficaria sozinha em casa até o Victor voltar do plantão.- "Se quer me foder, agora é a melhor hora.
- "Tem razão. Eu tinha esquecido da reunião. Fala pros caras e pras minas que me desculpem, já tô indo pra lá., disfarçando na frente da minha mãe pra continuar sustentando as mentiras.
Avisei minha mãe que só voltaria à noite. Que tinha esquecido da reunião na casa dela com o grupo de estudo. Que a gente ia ficar estudando até a hora de ir pra faculdade. Que comeria qualquer coisa por lá. Que ela não precisava se preocupar comigo.
Às nove em ponto cheguei. Susana me manda entrar e a gente troca um beijo interminável, depois ela pergunta:O que você quis dizer com essa história de reunião e pedir desculpas pros caras? Não entendi porra nenhuma.
Era uma desculpinha pra poder vir pra cá. Você seria uma colega do professorado e, junto com outros colegas, a gente tá estudando aqui.
— "Você quer que eu sustente a sua mentira?
- "Sim, senão estaria na minha casa agora.
- "Mas eu não quero ser sua parceira. Eu quero ser sua namorada.
- "Você é minha namorada.E a gente se beijou de novo, sentados no sofá onde eu tinha dormido por várias horas. Num certo momento, afastei ela e contei sobre meu encontro naquela mesma tarde com o Víctor e o que eu tava pensando em propor pra calar as reclamações dele. A Susana achou o mais sensato, dadas as circunstâncias. Ela me prometeu ajudar a convencer ele. Voltamos pros nossos beijos e carícias pelo corpo todo. A putaria dos dois crescia a cada instante. Já tinha desabotoado a blusa toda que ela tava vestindo e beijava os peitos dela, tentando tirar o sutiã. Ela tinha tirado minha camiseta e as mãos dela procuravam meu pau por baixo da calça de moletom. Vendo a situação complicada, a gente se levantou e, sem parar de se beijar, foi pro quarto dela.
Ao entrar, aproveitei pra tirar de vez o sutiã dela e me joguei nos bicos dos peitos como um bebê faminto. Ela começou a puxar minha calça e a cueca, me empurrando pra cima da cama dela e montando na minha pélvis, fazendo meu pau esfregar na calcinha encharcada de sucos dela. Ela pede pra eu não me mexer, tira a saia e joga a calcinha num canto. Os dois pelados, ela monta em mim de novo. A buceta dela, melada de sucos, começou a esfregar no tronco do meu pau e, por fim, ela se deitou em cima do meu corpo. Comecei a chupar os bicos dos peitos dela, e quanto mais eu chupava, mais meu pau ficava molhado, regado por uma xota que parecia uma fonte sem fim de sucos. Pedi pra ela deixar eu pegar uma camisinha na minha mochila, e ela disse pra eu não me preocupar porque tava nos dias inférteis dela.
Virei ela, ficando eu por cima. Beijei ela fundo e meti de uma vez só. A xota dela tava tão molhada que meu pau deslizava com muita facilidade lá dentro. Ficamos uns cinco minutos gloriosos, onde nossas cadeiras se encaixaram perfeitamente, buscando o ritmo mais gostoso pra continuar a foda. Ela me mostrou, com beijos, e abraços fortes no primeiro orgasmo que eu já tinha tido e aproveitado. O ritmo continuou crescendo até que, finalmente, jorrei três potentes esguichos de porra no fundo da buceta dela, enquanto ela tinha o segundo e último orgasmo. Deitei ao lado dela sem tirar meu pau de dentro, e nos beijamos até que finalmente meu pau saiu do esconderijo.- "Que delícia que você me comeu! Me fez gozar duas vezes. Tô muito tesuda. Quero mais!
Dá uns minutinhos e a gente recomeça.Ela se jogou na minha pica e começou a chupar com o objetivo de "revivê-la". Conseguiu quase na hora. Eu proponho:Fica em cima de mim.Ela montou em cima de mim e pude ver como Susana, sentando na ponta da minha pica, ia fazendo ela sumir aos poucos dentro da buceta dela, toda melada. Quando meus 16 cm estavam totalmente dentro dela, começou uma "cavalgada" que foi acelerando o ritmo. Dava pra ver o corpo inteiro de Susana, com aquelas tetas lindas balançando no ritmo que ela dava nessa nova trepada. Agarrei elas com minhas mãos e comecei a brincar com os dedos nos bicos dos peitos, que estavam durinhos e enormes. Cada carinho que eu fazia, Susana gemia igual uma gata no cio. Abracei ela com força e, puxando pra perto de mim, consegui enfiar o bico direito na minha boca. Ficava alternando de um peito pro outro, beijando, chupando, mordiscando. Os gemidos já eram gritinhos e nosso ritmo foi aumentando. Senti minha pica toda molhada quando ela gozou fundo, por causa da minha língua brincando com os bicos dela. Avisei que tô quase gozando, e aí, tirando minha pica de dentro dela, ela fala:Dá tudo na minha boca. E chupa minha buceta que tô quase gozando de novo.Montamos um sessenta e nove foda. Ela por cima do meu corpo, chupando minha pica e ainda lambendo o fluxo dela que escorria pelo tronco, enquanto eu tentava não me afogar numa buceta que era um mar de sucos. Nós dois gozamos quase ao mesmo tempo. Eu soltei duas porradas fortes dentro da garganta dela, e Susana engoliu tudo sem desperdiçar nada, e enquanto minhas bolas esvaziavam, ela teve um orgasmo violento que inundou minha boca e molhou minha cara toda e parte do meu pescoço. Ela continuou chupando minha pica até deixar limpa e eu fiquei duro de novo. Percebi que ela queria beber mais um pouco da porra que ainda pudesse ter sobrado nas minhas bolas e eu parei:Não seja egoísta. Deixa um pouco pro teu primo, que com certeza hoje à tarde vai querer uma porra quentinha.
— "Ele chupa sua buceta em lugares públicos? Não é perigoso? Por que vocês não vêm pra cá?
- "É perigoso e excitante ao mesmo tempo. Até agora ninguém nos viu. Já combinamos de nos encontrar no Jardim Botânico.Ao perceber a bagunça que a gente tinha feito nos lençóis e o quanto estávamos suados e grudados, pedi pra tomar um banho. Susana topou e me emprestou uma toalha. Depois, ela também tomou banho. De uma coisa e outra, já passava das onze da manhã. A gente teve uma longa sessão de beijos e carícias no sofá e, perto do meio-dia, ela me convida pra ir com ela até a cozinha preparar uns sanduíches com os frios que tinha na geladeira. Almoçamos tomando refrigerante e nos "devorávamos" com o olhar. Claramente, aceitamos a realidade de que éramos namorados, ou amigovios, ou como quiséssemos chamar. Decidimos que por enquanto não íamos falar nada, mas Susana me avisa que mais cedo ou mais tarde vai ter que contar pra mãe dela. Combinamos que eu ficaria até meio-dia e meia. Continuamos nos "matando" de beijos e apalpadelas mútuas.
Me despedi da minha namorada Susana com um beijo de língua bem gostoso e fui em direção ao Jardim Botânico. À uma em ponto, já estava sentado no banco da outra vez. Dez minutos depois, Víctor chega. A gente se dá um beijo na boca e ele me diz:- "Parece que você gosta muito da minha prima. Vi direitinho como você chupava os peitos dela enquanto eu cuidava da sua pica.
- "Vai me fazer uma cena? A conversa vai ser só de reclamação? Foi você quem, no final, teve sua dose de porra...
- "Sim, mas assim que puder, você vai querer comer ela.Contra-atacei dizendo pra ela:Ela parece bem mais disposta a dar a buceta do que você.
— "Você é muito cruel. Ela já não é virgem há pelo menos três anos. Você sabe que eu ainda não me decidi a tomar a decisão final.
- "Eu não te apresso. Tô tentando respeitar teu tempo.
Sim, mas com certeza você vai comer ela assim que puder.
— "Você quer que eu finja de idiota com ela? Que deixe passar a oportunidade que ela tá me dando? Já falei pra vocês dois na outra noite que gosto de ambos. Queria ser o 'namorado' das duas, o que você acha?
— "Não sei. A Susana é quase como uma irmã pra mim. Dividir você com ela seria muito mais fácil do que com outra. Entendo perfeitamente que você goste de mulheres e não me incomoda que seja a Susana quem te agrada, mas tenho medo de não aguentar e sentir ciúmes de vocês dois.
- "Você devia ter ciúmes de eu estar com 'outro', não de eu estar com 'outra'. Sei lá, pensa nisso e quando tiver decidido, me avisa.Ficamos em silêncio por um bom tempo, ouvindo o murmúrio das folhas balançando pela brisa da primavera e alguns pássaros cantando. Coloco meu braço direito sobre os ombros dela e, com um movimento, a puxo para perto de mim. Ela me olha, e ficamos nos explorando, cada um no olhar do outro, vendo quanto de verdade havia no que cada um dizia. Ela me oferece a boca e nos beijamos apaixonadamente. Como uma desesperada, ela procura meu pau por dentro da calça de ginástica, encontra e o liberta. Por vários minutos, continuamos nos beijando enquanto ela acariciava meu pau.
Ela decide chupar meu pau, mas dessa vez me surpreendeu. Nunca o colocou inteiro dentro da boca. Lábios e língua percorreram toda a superfície da glande e do tronco por minutos intermináveis, enquanto meu pau não parava de crescer e endurecer. Nós dois percebemos que mais duro não ia ficar. Imaginei que ela fosse engolir, mas não, me enganei. Ouvindo meus gemidos, ela começou a brincar com a língua no freio da glande. Naquele momento, soube que não demoraria muito para eu derramar meu leite, e foi o que aconteceu. Duas gozadas violentas saíram disparadas para o outro lado da trilha. Foi nessa hora que ela enfiou o pau na boca para sorver a última gota de porra.
Percebi que não teria mais descargas naquele dia. Verdadeiramente, entre Susana e Victor, tinham me esvaziado. Victor continuava chupando, tentando fazer meu pau recuperar o vigor, mas era uma tarefa quase impossível naquele momento. Ele pergunta:- "Tá acontecendo alguma coisa? O que houve com teu pau que não consigo fazer ele crescer de novo?
Tô meio cansado. Passei a manhã toda treinando., menti pela metade, porque transar também exige um esforço físico.
Os gatos apareceram e foi ele quem decidiu que a gente saísse daquele lugar. Era claro que ele tinha aprendido a lição dos gatos e das velhinhas que alimentam eles. Caminhamos pelo terreno todo e, sem perceber, chegamos na saída da Plaza Italia. Durante a caminhada, o Víctor ficou absorto nos pensamentos dele. De vez em quando, ele me olhava como se buscasse uma resposta nos meus olhos e depois continuava mergulhado nas reflexões dele. Supus que na cabeça dele devia estar girando a ideia de me dividir com a prima dele. Me toquei disso quando ele me propôs terminar a tarde na casa dele. O relógio da igreja na Av. Santa Fe e Uriarte tinha acabado de dar duas da tarde. Nós dois sabíamos que íamos encontrar a Susana.
Chegamos e rapidamente sentamos no sofá. A Susana estava na cozinha e, quando nos viu, ficou surpresa, não entendia nada do porquê a gente estar ali, mas preferiu ficar na dúvida. Ela sabia que eu passaria a tarde com o Víctor. Ela cumprimenta nós dois e diz:- "Bom, pra não atrapalhar, vou deixar vocês a sós. Vou pro meu quarto.Víctor, tomando as rédeas da situação, responde:Vem, senta com a gente que a gente precisa ter uma conversa longa, nós três.
- “Do que se trata?”enquanto se sentava numa das poltronas.
Ordenando que ele girasse a cadeira pra que nós três pudéssemos ver as caras um do outro, pediu que não interrompêssemos e começou um longo monólogo:- "Todo mundo sabe que eu gosto de homens e desde que conheci o Eduardo, ele me faz muito feliz.E continuou falando comigo:Tenho muito claro que você gosta de mulheres, seria muito egoísta da minha parte te obrigar a ficar comigo e só comigo. Pensei muito na sua proposta e acho que deveria aceitá-la. Não me incomodaria que você ficasse com outra mulher, desde que não me deixe. O problema é qual mulher. Com certeza você conhece um monte e, claro, quando chegar a hora, vai escolher quem achar melhor. Mas na outra noite percebi, e você até falou pra nós dois ouvirmos, que você gosta tanto da Susana quanto de mim. Se a Susana fosse sua escolha, eu ficaria muito feliz por você e por ela.Eu tava pronto pra responder, ela me manda calar a boca e continua falando, mas agora se dirigindo pra Susana:- "Você sabe que te quero como se fosse minha irmã. Não sou idiota pra não perceber que você tá apaixonada pelo Eduardo. Te conheço e sei que vai fazer o possível e o impossível pra fazer ele se apaixonar por você e você por ele. A única pessoa com quem eu estaria disposto a dividir meu afeto pelo Eduardo é com você.Se dirigindo a ambos:- "Então aviso pra vocês dois que tô aceitando o que você, Eduardo, me propôs. Tô disposto a ser seu namorado e aceito que a Susana também seja sua namorada. O que vocês acham?Me apresso a responder pra ela:Não sei o que a Susana vai dizer, mas na outra noite eu falei claramente pra vocês que gosto dos dois por igual. Adoro que você queira ser meu namorado, e seria maravilhoso se a Susana quisesse ser minha namorada, o que você me responde?, ambos homens viramos nosso olhar para ela.
Eu já sabia a resposta da Susana. Nosso encontro da manhã tinha selado o início do nosso namoro, mas queria ouvir de novo:- "Adoro a ideia. Claro que quero ser a noiva do Eduardo. E não se preocupa, primo, a gente divide ele e todo mundo tenta ser feliz.Nós três levantamos e nos abraçamos no meio da sala. O Víctor me deu um beijo suave nos lábios, e a Susana me surpreendeu — e também o Víctor — com um beijo de língua bem intenso. Sentamos no sofá, eu no meio, claro. A Susana na minha direita e o Víctor na minha esquerda. Eu beijava um e outro enquanto eles acariciavam meu corpo e, principalmente, minha rola por cima da calça. Eram quase quatro da tarde e sabíamos que a Marta podia chegar a qualquer momento. Decidi que era melhor eu ir embora pra não ter que dar explicações complicadas pra ela. Minha namorada e meu namorado disseram que iam dar um jeito de contar pra Marta sobre nosso relacionamento durante a semana.
Me despedi com um beijo de cada um e fui mais cedo pra faculdade. Eu também precisava organizar minhas ideias, porque de repente eu não tinha só uma namorada, mas também um namorado, e como se não bastasse, eles eram primos de primeiro grau.
(Continua em: "Víctor, o futuro médico - 7ª parte")
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3 comentários - Víctor, o futuro médico - 6ª parte