Te deixo os links da história toda:http://www.poringa.net/posts/relatos/2984753/Victor-el-futuro-medico---1-parte.html
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2992000/Victor-el-futuro-medico---10-parte.html
Domingo de manhã, lá pelas onze, o telefone toca e eu atendo. Alguém pergunta por mim, e quando me identifico, ouço:
- “E aí, Eduardo? É o Victor.”
Qual é, por que cê tá me ligando tão cedo?
- "Cedo? São dez e meia da manhã.
- "Me desculpa, acabei de acordar. Por que você me ligou? Não vai querer mudar alguma coisa do nosso encontro de amanhã?
Não, de jeito nenhum. Tô te convidando pra vir jantar aqui em casa no sábado, 7 de outubro. Já coloca na agenda aí.
Tá maluco?
- “Bom… Sim… Você me deixa louco. Contei pra minha tia Marta sobre a gente e ela quer te conhecer, e me pediu pra te convidar pra jantar no próximo sábado.”
- "O nosso? Você mesmo sempre me diz que a gente tá se conhecendo. Além disso, se a gente vai se ver amanhã, pra que me ligou hoje?
- "Justamente pra tu não se comprometer com outra atividade, cê vem?
- "Com certeza vou. Te ligo de novo e confirmo. Ah, e espero que me ajude a segurar uma mentirinha.
- “Qual?”
— "Quando você ligou no outro dia e minha mãe atendeu, eu falei pra ela que você era um colega da faculdade. Na verdade, ela acha que na sexta a gente tava treinando pra matéria de Atletismo.
Será que não treinamos beijos? Não fizemos uma porrada de séries? Kkkk...
Não ri de mim. Você vai me ajudar?
Fica tranquilo. Vou ser sua parceira do corpo docente. Aguardo sua resposta. Beijos.
- “Tchau.”Durante o almoço, aviso meus pais que não vou jantar em casa no próximo sábado. Que vou estudar na casa do Víctor e que a tia dele me convidou pra jantar. Meus pais, estranhando, perguntam pelos pais do Víctor. Respondo que o Víctor é órfão e mora com a tia e a prima dele. Eles não colocam objeções, mas perguntam que horas vou voltar, lembrando como é perigoso andar de madrugada na rua desde que começou a ditadura. Tranquilizo eles, dizendo que qualquer coisa ligo pra eles. No fim do almoço, ligo pro Víctor e uma voz feminina atende.
- "Alô? Quem é?
- "Sou Eduardo. O Victor tá aí?
- "Ele está tirando uma soneca. Eu sou a tia Marta dele. Quer deixar algum recado?
- "Não enche o saco dele se ele estiver descansando. Só queria avisar que aceito o convite sim e vou jantar no próximo sábado.
Valeu por avisar. Então é você que tá fazendo meu sobrinho feliz?
- "Não sei o que o Víctor pode ter contado pra ela. Somos bons amigos.
Que safado você é! Mentir desse jeito pra uma senhora de idade. Kkkk... Então te esperamos sábado que vem. Até sábado.
- “Tchau.”Ligo pro Andrés e conto sobre o convite. Dou minha opinião sobre achar que o Víctor tá se apaixonando por mim. Falo do medo que essa situação me dá. Ele tenta me acalmar, lembrando do poder que eu tinha há uns anos e da quantidade de minas apaixonadas que eu tinha no clube.
- "Não me fode. Você mesmo tá me falando isso. Bucetinhas… Bucetinhas… Víctor é um cara. Não entende a diferença?
- "Se ela se apaixonar e não rolar pra você, dá um pé nela igual você deu em tantas outras. Ou será que o cara também tá te pegando, hein?Desliguei. Esse era meu medo. Tava com sentimentos confusos. Morria de receio de estar gostando de um cara. Ele beijava tão bem que deixava minha pica dura muito antes do que rolava com as minas. Chupava maravilhosamente e engolia a porra toda sem frescura nem enrolação, diferente do que já tinha passado tantas vezes. Tinha o pressentimento de que ele não tava mentindo, que ia ter que esperar ele se decidir, mas que uma hora ele ia me entregar aquele rabo. Isso com as gatinhas não acontecia, eu sacava na hora quem prometia transar e sabia que ia rolar, e quem tava mentindo e nunca ia se entregar pra mim. Enfim. O problema é que não conseguia tirar o Victor da cabeça, e minha pica vivia meia dura o tempo todo.
Na segunda-feira, antes da uma da tarde, fui pro lugar combinado, mas resolvi entrar pelo Jardim Botânico pra já ir sondando possíveis cantos onde pudéssemos ficar sem muito incomodo. Descobri duas áreas. Uma perto da Escola de Jardinagem, com bastante mato fechado, e outra com a vegetação da selva missioneira, na mesma esquina onde a gente ia se encontrar. Essa esquina tem um portão que fica fechado durante a semana, então era um lugar ideal, já que ninguém passava por ali. Saí pelo portão lateral da rua Malabia (hoje República Árabe Síria) e encontrei o Victor na esquina, no horário marcado. A gente se cumprimentou com um beijo no rosto, contei sobre o lugar que tinha descoberto, entramos no Botânico e seguimos na direção combinada. Sentamos num banco de uma trilha bem deserta, onde a vegetação não deixava ver nem a rua nem a avenida. Comecei a interrogá-lo enquanto ele guardava o jaleco.
- “Quando você se formar médico, que especialidade vai seguir?”
- "Urologia. Assim vou poder me deliciar com milhares de picas durante toda a minha vida e ainda curá-las pra ficarem bem saudáveis. He, he, he...
- "E aí, vai curar elas com remédio ou com beijinhos? Porque eu tô adorando o tratamento de cura que você tá fazendo no meu pau.
- "Já que a gente tá falando do teu pau, você fez cirurgia de fimose?
- "Sim, com 8 anos. O prepúcio não retraía e doía pra caralho toda vez que eu mijava.Tiro meu pau semiereto ao ar livre, mostro pra ela e provoco:
- "Minha rola ficou boa depois da cirurgia? O que o senhor acha, doutor, precisa de algum tratamento especial?
Deixe eu ver e, por favor, solta ela agora mesmo, porque aqui quem manda sou eu, o especialista.Peguei ela com a mão direita e ela começou a me masturbar enquanto os lábios e a língua dela tomavam conta da minha boca. Mal deu tempo de retribuir uns beijos, porque na hora ela se jogou de boca no meu pau e começou a chupar como se fosse um bezerro faminto agarrado no peito da vaca, esperando a dose de leite. Em cinco minutos, o Victor conseguiu o que tanto queria. Uma porrada de leite quente e grosso, que ela engoliu tudo e continuou chupando minha pica até deixar limpinha e brilhando. Seguindo o jogo, pergunto:
— "E aí, doutor, tá tudo certo?
Fizeram um trabalho excelente nela. Deixaram pele suficiente pra que a punheta seja eficaz e, como a glande ficou totalmente livre, ela incha direitinho na hora da gozada.
— “Mais alguma coisa, doutor?”
- "Por enquanto não. O recomendado é um novo 'tratamento' daqui a uma hora.Guardi meu pau e rimos um bom tempo pela ideia de continuar o "tratamento" durante a tarde. Contei sobre o que conversei por telefone com a tia Marta e que no sábado estaria jantando na casa dela. Perguntei o que ela tinha contado pra tia sobre nós.
- "Contei pra ela como a gente se dá bem. Do quanto você me respeita. Que você não quer me comer na hora. Que tá disposto a esperar.
- "É sobre isso que quero falar com você. Sobre foder. Eu tô disposto a esperar você se decidir, mas vai perceber que uma coisa é a gente se beijar ou você brincar com meu pau escondido de olhares indiscretos em lugares como esse, e outra bem diferente é foder.
Sim, claro, mas não tô entendendo onde você quer chegar.
- "Se alguém nos visse quando você tá me chupando a pica, a gente teria que sair vazado pra não ser denunciado, isso significa que se já é arriscado, imagina o que seria ser pego transando em lugar público. Acabaríamos os dois presos. Ir pra um motel é fora de cogitação, porque só aceitam casal homem/mulher. O que sobra é sua casa ou a minha. Na minha é quase impossível porque minha mãe é dona de casa e fica o dia inteiro lá, e meu irmão mais novo, que ainda tá no ensino fundamental, passa a maior parte do dia em casa. Além disso, já pensou no que a gente vai fazer no dia que chover? Nenhum lugar ao ar livre serviria pra gente ficar junto. Tem alguma chance na sua?
E por que você acha que eu tô te convidando pra jantar? Pra te conhecerem e talvez, em algum momento, eu me decida e você possa me desvirgar. Elas sabem que eu curto homens e, se você cair nas graças delas, acho que não vão criar muito problema.Nós nos fundimos num beijo suave, lábios contra lábios. Nos separamos, ficamos um tempão enfeitiçados nos olhando, com minha mão direita segurando a mão esquerda dele, e ficamos vários minutos em silêncio, ouvindo o som dos passarinhos e o barulho da folhagem que a brisa da primavera fazia. Nos beijamos de novo com paixão e descansamos mais uma vez de mãos dadas, tentando escutar os sons do lugar. E assim os minutos foram passando, e as primeiras duas horas, beijos e pausas, pausas e beijos. Uma das particularidades do Jardim Botânico é a quantidade de gatos abandonados. Alguns chegaram perto de onde a gente estava, e eu falo pro Victor:
- "Vamos trocar de lugar.
Por quê? Se esse lugar é uma delícia.
Eu sei porque tô te falando. Quando a gente chegou não tinha uma puta sequer e já juntaram mais de quinze, sabe o que isso significa?
— “Não.”
Que a qualquer momento vai aparecer uma velhinha com comida pra eles, e que com certeza todo santo dia ela dá de comer pra eles nesse mesmo lugar.
E como você tem tanta certeza disso?
— "Porque ao longo dos anos, eu vi várias velhinhas em diferentes horários e lugares do Jardim Botânico, alimentando eles todos os dias. E quando fecha, já vi elas de noite deixando comida pra eles através da grade do perímetro.Não me enganei. Vimos aparecer uma velhinha com duas sacolas de compras, cheias de comida. Mando a gente sair dali e começamos a andar pelo terreno todo. O Víctor conseguiu ver, em outro lugar uns cem metros mais pra frente, outra velhinha dando de comer pra uns trinta gatos. Por fim, perto do portão que dá na Plaza Italia, uma terceira velhinha cercada de gatos igual as duas primeiras. Ele me pergunta:
- "O que a gente faz, vamo embora?
— "Não. Vamos voltar. A velhinha já deve ter ido embora. Depois que dão comida, as velhinhas vão embora, e os gatos também.Chegamos no mesmo banco. Realmente não tinha ninguém, nem os gatos. Ela se apressa pra me falar:
- "Hora do tratamento, senhor. Permita-me realizá-lo como deve ser.Ela abaixa parte do meu short de academia e da cueca e começa a me punhetar devagar. Assim por minutos intermináveis. Aviso ela:
- "Tô quase gozando. Não vai chupar pra beber meu leite?
- "Quem é o profissional, você ou eu? Preciso verificar a potência dos jatos de porra pra determinar a eficácia deles em inundar cuzinhos quentes como o meu.Diante de um argumento desses, preferi ficar calado e só curtir o momento. Quando o Victor percebeu que eu tava perto de gozar, ele apontou minha rolha pra esquerda pra nenhum de nós dois se sujar. Saíram três tiros. O primeiro, bem forte e bem longo, acertou bem no meio do caminho, a um metro do banco. O segundo, mais curto, caiu do lado do banco. Aí o Victor apertou o tronco da minha rolha com força pra segurar o terceiro. Não falei nada e deixei ele fazer. Eu sentia que minha humanidade queria escapar pela ponta da minha rolha, mas ele, sabiamente, começou a aliviar a pressão devagar pra porra escorrer suave pela glande. Com os lábios, ele foi sugando a porra na base da glande e acabou bebendo tudo que saiu. Por fim, enfiou minha rolha inteira na boca e não parou de chupar até garantir que não saísse mais porra nenhuma. Como um verdadeiro profissional, ele me dá o diagnóstico:
- "Potência excelente e uma porra muito gostosa. Tem um sabor entre salgado e doce que me fascina. Tô virando um viciado na sua porra. Falando em sabor, que dieta você tá fazendo?
Não tô fazendo dieta nenhuma, não preciso emagrecer. O ritmo da faculdade deixou meu corpo durinho e em forma.
- "Você não entendeu. Tô falando do tipo de comida que você come. A abundância de frutas e verduras é o que dá aquele gostinho adocicado no sêmen, já a abundância de carne vermelha e fritura deixa um gosto mais salgado. Não muda sua dieta não, eu gosto do gosto da sua porra.Me ajeitei a roupa e a gente só tinha mais uma hora juntos. Sugeri de novo fazer uma punheta pra ele, mas ele disse que não, que por enquanto preferia bater uma em casa com a lembrança do que rolou. Me contou sobre a bronha que bateu na sexta quando chegou no quarto dele e imagina uma melhor hoje. Chegou a hora de ir, e aí a gente foi andando devagar, como se esticasse o momento, até o portão que dava na Plaza Italia. Eu tava pronto pra pegar o busão ali, mas continuei andando junto com ele e acabei pegando no Pacífico, perto da casa dele.
(Continua em: "Víctor, o futuro médico - 4ª parte")Se você gostou, deixa um comentário...
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Domingo de manhã, lá pelas onze, o telefone toca e eu atendo. Alguém pergunta por mim, e quando me identifico, ouço:
- “E aí, Eduardo? É o Victor.”
Qual é, por que cê tá me ligando tão cedo?
- "Cedo? São dez e meia da manhã.
- "Me desculpa, acabei de acordar. Por que você me ligou? Não vai querer mudar alguma coisa do nosso encontro de amanhã?
Não, de jeito nenhum. Tô te convidando pra vir jantar aqui em casa no sábado, 7 de outubro. Já coloca na agenda aí.
Tá maluco?
- “Bom… Sim… Você me deixa louco. Contei pra minha tia Marta sobre a gente e ela quer te conhecer, e me pediu pra te convidar pra jantar no próximo sábado.”
- "O nosso? Você mesmo sempre me diz que a gente tá se conhecendo. Além disso, se a gente vai se ver amanhã, pra que me ligou hoje?
- "Justamente pra tu não se comprometer com outra atividade, cê vem?
- "Com certeza vou. Te ligo de novo e confirmo. Ah, e espero que me ajude a segurar uma mentirinha.
- “Qual?”
— "Quando você ligou no outro dia e minha mãe atendeu, eu falei pra ela que você era um colega da faculdade. Na verdade, ela acha que na sexta a gente tava treinando pra matéria de Atletismo.
Será que não treinamos beijos? Não fizemos uma porrada de séries? Kkkk...
Não ri de mim. Você vai me ajudar?
Fica tranquilo. Vou ser sua parceira do corpo docente. Aguardo sua resposta. Beijos.
- “Tchau.”Durante o almoço, aviso meus pais que não vou jantar em casa no próximo sábado. Que vou estudar na casa do Víctor e que a tia dele me convidou pra jantar. Meus pais, estranhando, perguntam pelos pais do Víctor. Respondo que o Víctor é órfão e mora com a tia e a prima dele. Eles não colocam objeções, mas perguntam que horas vou voltar, lembrando como é perigoso andar de madrugada na rua desde que começou a ditadura. Tranquilizo eles, dizendo que qualquer coisa ligo pra eles. No fim do almoço, ligo pro Víctor e uma voz feminina atende.
- "Alô? Quem é?
- "Sou Eduardo. O Victor tá aí?
- "Ele está tirando uma soneca. Eu sou a tia Marta dele. Quer deixar algum recado?
- "Não enche o saco dele se ele estiver descansando. Só queria avisar que aceito o convite sim e vou jantar no próximo sábado.
Valeu por avisar. Então é você que tá fazendo meu sobrinho feliz?
- "Não sei o que o Víctor pode ter contado pra ela. Somos bons amigos.
Que safado você é! Mentir desse jeito pra uma senhora de idade. Kkkk... Então te esperamos sábado que vem. Até sábado.
- “Tchau.”Ligo pro Andrés e conto sobre o convite. Dou minha opinião sobre achar que o Víctor tá se apaixonando por mim. Falo do medo que essa situação me dá. Ele tenta me acalmar, lembrando do poder que eu tinha há uns anos e da quantidade de minas apaixonadas que eu tinha no clube.
- "Não me fode. Você mesmo tá me falando isso. Bucetinhas… Bucetinhas… Víctor é um cara. Não entende a diferença?
- "Se ela se apaixonar e não rolar pra você, dá um pé nela igual você deu em tantas outras. Ou será que o cara também tá te pegando, hein?Desliguei. Esse era meu medo. Tava com sentimentos confusos. Morria de receio de estar gostando de um cara. Ele beijava tão bem que deixava minha pica dura muito antes do que rolava com as minas. Chupava maravilhosamente e engolia a porra toda sem frescura nem enrolação, diferente do que já tinha passado tantas vezes. Tinha o pressentimento de que ele não tava mentindo, que ia ter que esperar ele se decidir, mas que uma hora ele ia me entregar aquele rabo. Isso com as gatinhas não acontecia, eu sacava na hora quem prometia transar e sabia que ia rolar, e quem tava mentindo e nunca ia se entregar pra mim. Enfim. O problema é que não conseguia tirar o Victor da cabeça, e minha pica vivia meia dura o tempo todo.
Na segunda-feira, antes da uma da tarde, fui pro lugar combinado, mas resolvi entrar pelo Jardim Botânico pra já ir sondando possíveis cantos onde pudéssemos ficar sem muito incomodo. Descobri duas áreas. Uma perto da Escola de Jardinagem, com bastante mato fechado, e outra com a vegetação da selva missioneira, na mesma esquina onde a gente ia se encontrar. Essa esquina tem um portão que fica fechado durante a semana, então era um lugar ideal, já que ninguém passava por ali. Saí pelo portão lateral da rua Malabia (hoje República Árabe Síria) e encontrei o Victor na esquina, no horário marcado. A gente se cumprimentou com um beijo no rosto, contei sobre o lugar que tinha descoberto, entramos no Botânico e seguimos na direção combinada. Sentamos num banco de uma trilha bem deserta, onde a vegetação não deixava ver nem a rua nem a avenida. Comecei a interrogá-lo enquanto ele guardava o jaleco.
- “Quando você se formar médico, que especialidade vai seguir?”
- "Urologia. Assim vou poder me deliciar com milhares de picas durante toda a minha vida e ainda curá-las pra ficarem bem saudáveis. He, he, he...
- "E aí, vai curar elas com remédio ou com beijinhos? Porque eu tô adorando o tratamento de cura que você tá fazendo no meu pau.
- "Já que a gente tá falando do teu pau, você fez cirurgia de fimose?
- "Sim, com 8 anos. O prepúcio não retraía e doía pra caralho toda vez que eu mijava.Tiro meu pau semiereto ao ar livre, mostro pra ela e provoco:
- "Minha rola ficou boa depois da cirurgia? O que o senhor acha, doutor, precisa de algum tratamento especial?
Deixe eu ver e, por favor, solta ela agora mesmo, porque aqui quem manda sou eu, o especialista.Peguei ela com a mão direita e ela começou a me masturbar enquanto os lábios e a língua dela tomavam conta da minha boca. Mal deu tempo de retribuir uns beijos, porque na hora ela se jogou de boca no meu pau e começou a chupar como se fosse um bezerro faminto agarrado no peito da vaca, esperando a dose de leite. Em cinco minutos, o Victor conseguiu o que tanto queria. Uma porrada de leite quente e grosso, que ela engoliu tudo e continuou chupando minha pica até deixar limpinha e brilhando. Seguindo o jogo, pergunto:
— "E aí, doutor, tá tudo certo?
Fizeram um trabalho excelente nela. Deixaram pele suficiente pra que a punheta seja eficaz e, como a glande ficou totalmente livre, ela incha direitinho na hora da gozada.
— “Mais alguma coisa, doutor?”
- "Por enquanto não. O recomendado é um novo 'tratamento' daqui a uma hora.Guardi meu pau e rimos um bom tempo pela ideia de continuar o "tratamento" durante a tarde. Contei sobre o que conversei por telefone com a tia Marta e que no sábado estaria jantando na casa dela. Perguntei o que ela tinha contado pra tia sobre nós.
- "Contei pra ela como a gente se dá bem. Do quanto você me respeita. Que você não quer me comer na hora. Que tá disposto a esperar.
- "É sobre isso que quero falar com você. Sobre foder. Eu tô disposto a esperar você se decidir, mas vai perceber que uma coisa é a gente se beijar ou você brincar com meu pau escondido de olhares indiscretos em lugares como esse, e outra bem diferente é foder.
Sim, claro, mas não tô entendendo onde você quer chegar.
- "Se alguém nos visse quando você tá me chupando a pica, a gente teria que sair vazado pra não ser denunciado, isso significa que se já é arriscado, imagina o que seria ser pego transando em lugar público. Acabaríamos os dois presos. Ir pra um motel é fora de cogitação, porque só aceitam casal homem/mulher. O que sobra é sua casa ou a minha. Na minha é quase impossível porque minha mãe é dona de casa e fica o dia inteiro lá, e meu irmão mais novo, que ainda tá no ensino fundamental, passa a maior parte do dia em casa. Além disso, já pensou no que a gente vai fazer no dia que chover? Nenhum lugar ao ar livre serviria pra gente ficar junto. Tem alguma chance na sua?
E por que você acha que eu tô te convidando pra jantar? Pra te conhecerem e talvez, em algum momento, eu me decida e você possa me desvirgar. Elas sabem que eu curto homens e, se você cair nas graças delas, acho que não vão criar muito problema.Nós nos fundimos num beijo suave, lábios contra lábios. Nos separamos, ficamos um tempão enfeitiçados nos olhando, com minha mão direita segurando a mão esquerda dele, e ficamos vários minutos em silêncio, ouvindo o som dos passarinhos e o barulho da folhagem que a brisa da primavera fazia. Nos beijamos de novo com paixão e descansamos mais uma vez de mãos dadas, tentando escutar os sons do lugar. E assim os minutos foram passando, e as primeiras duas horas, beijos e pausas, pausas e beijos. Uma das particularidades do Jardim Botânico é a quantidade de gatos abandonados. Alguns chegaram perto de onde a gente estava, e eu falo pro Victor:
- "Vamos trocar de lugar.
Por quê? Se esse lugar é uma delícia.
Eu sei porque tô te falando. Quando a gente chegou não tinha uma puta sequer e já juntaram mais de quinze, sabe o que isso significa?
— “Não.”
Que a qualquer momento vai aparecer uma velhinha com comida pra eles, e que com certeza todo santo dia ela dá de comer pra eles nesse mesmo lugar.
E como você tem tanta certeza disso?
— "Porque ao longo dos anos, eu vi várias velhinhas em diferentes horários e lugares do Jardim Botânico, alimentando eles todos os dias. E quando fecha, já vi elas de noite deixando comida pra eles através da grade do perímetro.Não me enganei. Vimos aparecer uma velhinha com duas sacolas de compras, cheias de comida. Mando a gente sair dali e começamos a andar pelo terreno todo. O Víctor conseguiu ver, em outro lugar uns cem metros mais pra frente, outra velhinha dando de comer pra uns trinta gatos. Por fim, perto do portão que dá na Plaza Italia, uma terceira velhinha cercada de gatos igual as duas primeiras. Ele me pergunta:
- "O que a gente faz, vamo embora?
— "Não. Vamos voltar. A velhinha já deve ter ido embora. Depois que dão comida, as velhinhas vão embora, e os gatos também.Chegamos no mesmo banco. Realmente não tinha ninguém, nem os gatos. Ela se apressa pra me falar:
- "Hora do tratamento, senhor. Permita-me realizá-lo como deve ser.Ela abaixa parte do meu short de academia e da cueca e começa a me punhetar devagar. Assim por minutos intermináveis. Aviso ela:
- "Tô quase gozando. Não vai chupar pra beber meu leite?
- "Quem é o profissional, você ou eu? Preciso verificar a potência dos jatos de porra pra determinar a eficácia deles em inundar cuzinhos quentes como o meu.Diante de um argumento desses, preferi ficar calado e só curtir o momento. Quando o Victor percebeu que eu tava perto de gozar, ele apontou minha rolha pra esquerda pra nenhum de nós dois se sujar. Saíram três tiros. O primeiro, bem forte e bem longo, acertou bem no meio do caminho, a um metro do banco. O segundo, mais curto, caiu do lado do banco. Aí o Victor apertou o tronco da minha rolha com força pra segurar o terceiro. Não falei nada e deixei ele fazer. Eu sentia que minha humanidade queria escapar pela ponta da minha rolha, mas ele, sabiamente, começou a aliviar a pressão devagar pra porra escorrer suave pela glande. Com os lábios, ele foi sugando a porra na base da glande e acabou bebendo tudo que saiu. Por fim, enfiou minha rolha inteira na boca e não parou de chupar até garantir que não saísse mais porra nenhuma. Como um verdadeiro profissional, ele me dá o diagnóstico:
- "Potência excelente e uma porra muito gostosa. Tem um sabor entre salgado e doce que me fascina. Tô virando um viciado na sua porra. Falando em sabor, que dieta você tá fazendo?
Não tô fazendo dieta nenhuma, não preciso emagrecer. O ritmo da faculdade deixou meu corpo durinho e em forma.
- "Você não entendeu. Tô falando do tipo de comida que você come. A abundância de frutas e verduras é o que dá aquele gostinho adocicado no sêmen, já a abundância de carne vermelha e fritura deixa um gosto mais salgado. Não muda sua dieta não, eu gosto do gosto da sua porra.Me ajeitei a roupa e a gente só tinha mais uma hora juntos. Sugeri de novo fazer uma punheta pra ele, mas ele disse que não, que por enquanto preferia bater uma em casa com a lembrança do que rolou. Me contou sobre a bronha que bateu na sexta quando chegou no quarto dele e imagina uma melhor hoje. Chegou a hora de ir, e aí a gente foi andando devagar, como se esticasse o momento, até o portão que dava na Plaza Italia. Eu tava pronto pra pegar o busão ali, mas continuei andando junto com ele e acabei pegando no Pacífico, perto da casa dele.
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