Sete por sete (188): Colegialinha, colegialinha… (I)




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Compêndio ISempre foi um assunto de discussão o relacionamento que eu tinha com a Karen.
A Marisol me questionava por que eu não tentava comer ela ou pelo menos "fazer alguma coisa", já que, segundo minha esposa, "não seria ruim provar um pastinho mais verde..." — comentário que me parecia curioso, já que a Marisol tem, no máximo, uns 6 anos de diferença pra Karen.

No entanto, pra mim, a Karen era a mistura perfeita entre uma enteada, uma irmã mais nova e o tabu de uma estudante gostosa.
De certa forma, a pequena safada tinha aquele olhar de mulher que sabe aproveitar bem o sexo, apesar dos seus dezessete anos, embora ao mesmo tempo conseguisse disfarçar com certa discrição a sua promiscuidade.

Ela tem olhos azuis, sorridentes e suaves, com aquele toque de arrogância e invencibilidade que a adolescência dá; cabelos cacheados e curtos, na altura dos ombros, num tom castanho claro puxando pro loiro, que sugerem, pela maneira bagunçada de se espalhar, o estilo de vida doido que ela leva, junto com um certo ar de ternura; um rosto redondo e simpático; lábios carnudos e rosados, que prometem uma amante apaixonada e furiosa, e prazeres maiores escondidos na máscara da juventude; maçãs do rosto finas e coradas; um nariz comprido, com uma leve levantada na ponta, dando um toque árabe, e por fim, um espacinho entre os dentes da frente, eterno lembrete da pouca idade dela.

Sobre o corpo dela, até o começo do ano passado, não tinha muito o que dizer: pernas longas e finas eram o que mais chamava atenção; a bunda, embora moderada e redonda, não tinha volume tentador o suficiente pra apertar, mas dava pra acariciar com calma.

Mas o maior desenvolvimento físico dela aconteceu durante o último inverno, nos peitos, que, mesmo sem chegar ao volume dos da minha esposa, começaram a encher de repente, ficando mais chamativos em comparação com o resto do corpo. colegas.
Não havia dúvida de que o desenvolvimento e as curvas do corpo dela eram fruto da quantidade de amantes e clientes que tinha, já que vivia dando pra todo mundo. Mas o que mais me chamava a atenção era um certo ar de misandria nas relações dela.

Nunca me falou de se sentir apaixonada. Pra ela, as relações sexuais tinham um sentido mais vantajoso do que afetivo, já que com isso mantinha a imagem impecável de filha decente que a mãe enxergava, embora, na real, não só parte do corpo docente e os vizinhos já tinham passado entre as pernas dela, como também tinha feito isso na própria casa dela.

Sobre a mãe, não tinha muito o que dizer, já que trabalhava em dois turnos, "como enfermeira ou algo assim..." (parafraseando um pouco as palavras dela), então se viam muito pouco à tarde, mas em empregos decentes, com a única motivação de que Karen se saísse bem na sociedade. E sobre o pai, ela nunca conheceu, motivo pelo qual acho que revive constantemente o complexo de Electra, dependendo do amante da vez.

Em várias ocasiões, tive que ouvir com uma frieza de arrepiar como ela tinha seduzido garotinhos de escolas vizinhas (Karen frequentava uma espécie de internato elegante ou "boarding school" católico de moças, mas ainda morava na casa dela), enganando eles e fazendo eles se apaixonarem, até que perdessem a virgindade, e depois disso não demorava muito pra ela descartar eles, já que eles queriam aprofundar a relação.

Tudo isso "a entediava" e, sem nenhum pingo de crueldade ou empatia, dizia pros mais sortudos que simplesmente não amava eles ou que eram amantes ruins (o que me parecia um golpe brutal pra eles, já que ela era o primeiro amor deles) ou então, era sincera e deixava claro que eles eram só mais um entre muitos que curtiam o corpo dela, o que não era menos devastador.

Mas entre as "travessuras favoritas" dela, estava o fato de que, na hora de receber a eucaristia, ficava por último, pra recebê-la do tímido e jovem padre, que ela intimidava sem o menor pudor.
Ela adorava se ajoelhar na frente do homem de fé, fingindo arrependimento e submissão, mas em vez de pegar a hóstia com a mão, usava só a boca, puxando-a e lambendo também parte dos dedos dele com uma sensualidade que perturbava o jovem e divertia bastante as colegas dela. Em pelo menos 4 ocasiões, ela conseguiu “sequestrar” o padre para dar a ele o prazer pecaminoso na masculinidade dele, usando bem a boca.

Mas outro cliente frequente dela era o diretor da escola. Ela o descrevia como um homem corpulento, careca, robusto, de sobrancelhas grossas, uns 55 anos, que não hesitava em se aproveitar da má reputação da Karen para submeter ela às fantasias mais sádicas dele.

Ele aparecia entre uma e duas vezes por semana na casa dela e, pelo visto, Karen curtia pra caralho como aquele energúmeno metia nela com violência, uma vez atrás da outra, chamando ela de “slut, suja” e outras delicadezas, beliscando a ponto de deixar marcas nos peitos jovens dela, batendo na bunda dela até ficar vermelha de palmadas e quase deslocando a mandíbula dela nas mamadas ferozes que ele obrigava ela a dar, em troca de apagar as inúmeras transgressões semanais dela.

O que mais me deixava gelado era que o cara gozava dentro dela sem camisinha e, se não fosse porque ela às vezes tomava a pílula, a vida da Karen estava a um passo de desandar de vez.

Em duas ocasiões, chegaram mensagens pra mim num clima de pânico, onde ela me avisava que a menstruação não tinha vindo (porque, além disso, o ciclo menstrual dela era o mais irregular possível), e depois descartava isso com fotos de testes de gravidez negativos, que eu nunca pedi.

E é que cada problema parecia que ela cobria com outra atrocidade maior. Vale dizer que, por exemplo, pra “calar os vizinhos”, ela convencia eles pelo menos uma vez por mês, fosse com sexo, suborno, e pros mais vigiados pelas esposas, com umas mamadas esporádicas.
O sino, pra conseguir mais grana (porque, pelo visto, a grana da prostituição não tava dando conta), também vendia droga, o que fazia com que a escória de amigos com quem ela se cercava nem sempre fosse a mais saudável.
Por isso, as esposas do bairro odiavam ela, e se não fosse pelos turnos exaustivos da mãe dela, que deixavam a mulher acabada no fim de semana, a ilusão de "filha exemplar" teria desmoronado rapidinho.
Ela já tinha participado de surubas e orgias, e até já tinha perdido a virgindade anal tão novinha, mas ainda não tinha experimentado com outras mulheres.

O que mais me perturbava ao conversar com ela era que a grande maioria não se preocupava em usar camisinha. Sei que, provavelmente, não tô em posição moral pra julgar, mas, embora eu tenha usado pouco, as mulheres com quem me envolvi têm parceiros fixos ou simplesmente ficaram solteiras por muito tempo, e tanto pela minha segurança quanto pela da minha esposa, eu me controlava regularmente (algo que vou aprofundar mais nos próximos capítulos) pra prevenir qualquer doença venérea.
Mas como mencionei antes, a única parceira relativamente estável que ela teve foi o professor de matemática, com quem se envolvia entre 3 e 5 vezes por semana.

Pra ela, era um verdadeiro prazer curtir a loucura reprimida do coitado, que não hesitava em prestar homenagens à sua buceta molhada e muito usada, com umas chupadas bem apaixonadas.
Particularmente, ela adorava humilhar ele, fazendo com que lambesse as gozadas que outros caras tinham deixado antes, o que parecia excitar ainda mais o professor perturbado — e eu falei "coitado" porque, assim que a masculinidade dele subia ao máximo, Karen tratava de montar nele 2 vezes seguidas, sem tirar a camisinha, e, não satisfeita com isso, ainda fazia ele gozar pelo menos mais 2 vezes usando a boca dela.

Por alguma razão idiota, eu percebia que Karen se Sentia ciúmes da esposa grávida do mestre dela e tratava de drenar ele completamente do tesão dele, algo que, embora de certa forma ele agradecesse (o apetite sexual da esposa tinha diminuído consideravelmente na condição dela), também fazia ele desconfiar dos constantes atrasos do marido na hora de voltar pra casa.
Mas acho que durante aquele tempo, fui o único amigo homem dela.
A gente vivia brigando quando eu saía pra correr e a gente se encontrava, porque, apesar de eu não mostrar muito interesse nos encantos dela, ela aparecia no começo sem calcinha por baixo, então eu obrigava ela a manter uma distância de 15 passos.
As únicas 2 vezes que ela quebrou essa regra foram completamente devastadoras pra mim, porque, em vez de me recuperar da minha corrida de 3 quilômetros, eu me levantava de novo e corria de volta pra casa, com os pulmões queimando, sem trocar uma palavra com ela.
Quando ela entendeu que aquilo me incomodava e começou a usar calcinha, eu deixei ela chegar até os 8 passos, porque ela também tinha o hábito de fumar cigarro e maconha. Embora o primeiro fosse tolerável, eu não achava prudente ela fazer isso tão perto de mim, já que meus pulmões estavam se oxigenando ao máximo.
E como também mencionei no começo, eu tratava ela como minha irmã mais nova ou como minha filha, o que irritava ela pra caralho.
Ela vivia tentando se passar por adulta, mas o temperamento, a volubilidade e a motivação das ações dela mostravam a imaturidade.
Mas nossa relação não se limitava só ao breve intervalo das quintas-feiras, quando eu corria pra me manter em forma (e, na verdade, minha simpatia por ela fez com que eu prolongasse isso, porque, além da minha rotina de corrida, adicionei sessões de abdominal e flexão do lado dela). Também rolava pelo WhatsApp, e minha esposa adorava ler o diálogo que a gente trocava.
Entre um dos mais memoráveis, estava este:
• Oi, tô sozinha. Mamãe tá trabalhando e Tô pensando em você. Sabe onde enfiei o dedo?
- No nariz? … sorte sua que faz isso sozinha.
• Idiota! Isso é nojento!
- Pois é bem nojento você pensar em mim quando enfia o dedo.

E outra das nossas pérolas foi essa:
• Sabe? Comprei umas calcinhas e uns sutiãs, mas ficaram pequenos e tão apertados. Não queria ver e dar sua opinião?
- Acho que não precisa. Você tá obesa, porque fuma, bebe cerveja e nunca faz exercício.
• Seu imbecil!

Mas também tínhamos momentos amigáveis e tristes, geralmente ligados às noites de chuva (que em Adelaide eram muitas), quando ela ficava sozinha.
• Minha mãe teve que trabalhar de novo. Tô me sentindo sozinha. O que você vai ver hoje à noite?
E aí, a gente conversava sobre filmes ou o que tava passando na TV, na maioria das vezes zoando.

No entanto, a mudança mais radical dela aconteceu no meio do ano passado, quando numa festa envenenaram ela e ela me mandou uma mensagem de texto apavorante, pedindo ajuda.
Graças ao esforço combinado da minha esposa e do apoio da amiga mais leal da Karen, consegui impedir que estuprassem ela ou pelo menos se aproveitassem dela, e rapidamente levei ela pro hospital mais perto, onde confirmaram que ela tinha sido drogada, mas felizmente sem risco de vida.

Essa experiência mudou ela de forma sutil e quase imperceptível. Do dia pra noite (ou talvez por pura coincidência), ela me disse que tinha terminado com o professor dela, provavelmente porque o bebê já tinha nascido.
Também me surpreendeu num sábado à noite, quando descobri que ela tinha decidido ficar em casa e que tanto ela quanto a melhor amiga estavam dividindo umas pizzas e cervejas, aproveitando que a mãe dela tava de folga naquela noite, conversando sobre homens e realmente compartilhando, sendo que a Karen não perdia um sábado em festa.

E foi essa mudança que me motivou a visitar ela no Halloween do ano passado. Naquela noite, ela mandou no aleatório uma foto onde aparecia fantasiada de zumbi. Comentei que ela tava muito gostosa, mas ela não me respondeu.
Resolvi surpreendê-la e, depois de pedir pra Marisol, encher as cestas com doces e carregar minhas pequenas, que já tavam praticamente exaustas, fomos até a casa dela.
Ela não esperava me ver naquela noite fantasiado de Comandante da Marinha, nem minha esposa de anjo ou minhas pequenininhas, vestidas de gatinha e cordeirinho, ficando literalmente sem palavras.
Até tive que falar "doce ou travessura" pra forçar uma resposta, porque ela não parava de sorrir.
Acreditem, naquela noite ela tava tudo, menos sensual: cobria a pele com um creme pastoso e farinhento, com olheiras escuras e um batom rosado que marcava um pouco os lábios, vestindo um moletom com pingentes e uns bermudas ciano bem brilhantes, cuja única vantagem era mostrar as pernas lindas dela. Mas mesmo assim, despertou em mim o "instinto de velho safado"...
Marisol demorou pra reconhecer ela, mas eu perguntei como tinha sido a noite dela. Ela respondeu que nada de especial e que não esperava que eu aparecesse. Agradeci pelos caramelos e lembrei que se precisasse de mim, era só mandar uma mensagem que eu iria até ela...
Embora, pela primeira vez, eu tivesse disposto a fazer o que ela quisesse.
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4 comentários - Sete por sete (188): Colegialinha, colegialinha… (I)

Quiero la 2da parte!!
Muchas Gracias!!
Suerte
¡Allí está la segunda parte! ¡Siento la tardanza! Espero que sea de tu agrado. Saludos
@metalchono Ahora que lo leo, veo y tono imperativo en mis palabras. Disculpas y gracias por la segunda parte!!
@Gran_OSO ¡No está del todo mal! ¡Da a entender que te tomas muy serio el "Carpe Diem" o eso de disfrutar el día! ¡Más que todo, es ideal para empezar la semana con mucho entusiasmo! ¡Saludos y no cambies!
Muy buen relato...
¡Muchas gracias! Ahí está la segunda parte. Saludos y muchas gracias por comentar.
Que.bueno leerte amigo! Esperando la segunda parte, me tome días de guardar
¡Gracias por comentar! ¡Ahí está la segunda parte, amigo! ¡Un abrazo!