Na Fazenda do Meu Pai 1

Na Fazenda do Meu Pai
Com o Selo de Prazer e Taras…

Olá, pessoal porradeiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… este, como todos os meus relatos, é feito para vocês, para o seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, são minhas; outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou; outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e que, no fim, consigo convencer a deixar eu publicar, claro, com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso é que não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna tudo mais interessante e faz a gente pensar. São muitas as histórias que tenho, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais, aproveitem.

Olá, tudo isso aconteceu há uns 4 anos, na fazenda do meu pai. Foi algo intenso e espero que gostem. Meu nome é Lorena e eu tinha acabado de fazer 23 anos na época. Pra comemorar, organizei uma festa na casa de fim de semana. Chegamos cedo com minhas amigas e preparamos toda a bagunça do fim de semana, já que temos piscina, cavalos e um salão de jogos pequeno pra deixar o momento mais gostoso.

Meu pai tem um funcionário chamado Lucas, um homem de uns 45 anos, muito bem apessoado e sempre de boa vontade pra ajudar a gente. Alto, forte, ombros largos, braços e pernas grandes e grossos, acostumado ao trabalho, com uma voz que quebrava pedra. Naquele dia do aniversário não foi diferente: ele foi super prestativo com todo mundo. Por isso, num certo momento, falei pra ele ir pra casa, que já tinha feito muito. Ele respondeu que tava muito cansado mesmo e foi embora. A gente continuou na festa. Depois de um tempo, fui procurá-lo porque já íamos embora e queria avisar ele. que tudo ficava por ali, mas quando entrei na casa dele, vi ele pelado dormindo na cama. Fiquei chocada, nunca tinha visto uma pica tão grossa, cabeçuda e cheia de veias. Não aguentei e fui embora sem falar nada. Quinze dias depois, eu tava sozinha em casa e o Lucas apareceu pela janela. Deixei ele entrar e, quando entrou, ele disse:
— Boa tarde, moça, trouxe seu presentinho.
— Ah, é? O que é? — perguntei na minha inocência.
Quando vi, ele já tava com a pica toda pra fora da calça. No começo, fiz a durona e tratei ele muito mal, falei:
— Mas o que cê tá pensando, seu merda? — e falei mais um monte, mas ele só sorriu.
— Te vi, putinha, quando foi lá em casa e ficou toda excitada. Com certeza o otário do teu namorado não tem uma desse tamanho! Vem chupar aqui que vou te fazer mulher de verdade, putinha!
Cada palavra me deixava mais tesuda, e só de pensar naquele homem bruto, mais ainda. Não aguentei, e quando peguei aquele pedaço de carne na mão, não me segurei e comecei a chupar aquela pica. Não consigo descrever o gosto, mas eu tava louca de tesão. O safado me levantou, me levou pro quarto dos meus pais e disse:
— Vem, putinha, vou te foder igual à sua mãe, pra ver qual das duas é mais puta.
— Como assim...?
Isso me fez pirar, não acreditei no que ele tava dizendo. Ver aquela pica cada vez mais grossa, a cabeça parecia uma bola de beisebol. Eu de bruços na cama e ele por cima, não aguentava mais. Falei:
— Aaai, não aguento mais... me fode, filho da puta, não aguento mais, pelo amor de Deus, mete logo, sou toda sua, me parte com essa pica enorme que você tem.
O pilantra meteu de uma vez, e eu não aguentei, soltei um grito que acordaria até os mortos. Igual uma gata, ele me partia ao meio e me bombava como uma fera, e toda hora dizia:
— Putinha, você é igual à puta da sua mãe, transam igual. — Isso me deixava com mais tesão ainda.
— Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, Aaaaaaaaaaaah, aaaah, ah, ah, ah, ah, ah. — Eu não parava de gemer, era... Que tesão tudo isso.
Tirei a pica dele, ele me virou de lado e metia e tirava igual um demônio, eu gozava igual uma louca, ninguém nunca tinha me comido daquele jeito.
— Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. — De repente ele parou e começou a chupar meu cu, eu gritei e falei:
— Não, não, nada disso… haaaaaa… nem pensa nessa pica, nem louca usa a palavra: buceta, tudo que quiser, mas no cu, nada. — Ele ria e dizia:
— Chega de choramingar, vadia, sua mãe falava a mesma coisa, até que experimentou e agora me pede pelo cu toda vez que pode. Vem, vadia, chupa minha pica e deixa bem lubrificada que vou arrombar esse cu lindo que você tem.
Todas as palavras dele me arrepiaram a pele, o filho da puta chupou meu cu por meia hora, verdade, eu tava louca, não aguentava mais. Ele me colocou de quatro e enfiou bem devagar aquele pedaço enorme de carne até entrar tudo.
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Não dava pra evitar de gritar.
Nunca tinha sentido tanta dor, prazer, tesão, tudo junto, tava louca e o desgraçado dizia:
— Igualzinho a mãe, seu velho nunca te comeu como eu, e vou arrombar seu cu, vadia, esse é meu presente pra vida toda, vadia.
— O presente é de quem? Seu ou meu? — Consegui falar, mas ele só ria às gargalhadas.
— É seu, amor.
Eu tava louca, não aguentava mais, pedia cada vez mais, já tinha gozado seis vezes. E o safado continuava, até que num momento ele disse:
— Se mexe sozinha que eu vou gozar e encher seu cu de porra, vadia. — Na hora ele gozou, eu senti o jorro quente dentro do meu cu.
Ele ficou uns minutos dentro de mim, eu deitada de bruços na cama, ele por cima com a pica ainda dura.
— Já, já, já não aguento mais, por favor tira. — Supliquei. Quando ele tirou, disse:
— Beleza, amor, amanhã te quero aqui de novo pro resto. Vou deixar você descansar até amanhã, mas se prepara bem. porque tô de folga hoje.
Ele foi embora, fiquei largada na cama, morta, sem fôlego e pensando no dia de amanhã. Isso sim seria uma loucura.
Continua…

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