Grávida do Compadre
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá, pessoal porradeiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o prazer de vocês, mas preciso esclarecer algumas coisas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, outras são fantasias que eu tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencê-las a me deixar publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é minha ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Essa história é 100% real. Conta como uma relação sexual sem proteção termina em gravidez. Eu engravidei, sem querer, e o pior foi quem me deixou assim. Antes de continuar, quero fazer o que deve ser feito. Primeiro, me apresentar. Sou uma mulher de 34 anos. Meu nome é Irene, sou branca, meu cabelo é preto natural, bem cuidado, meus olhos são castanhos claros, tenho lábios sensuais que decoro com batom vermelho intenso. Gosto de me maquiar, embora não precise, porque apesar da idade ainda estou muito gostosa, sem dúvida graças a me cuidar. Tenho 1,72 de altura, um corpo em forma perfeita, abdômen liso e sexy, meus peitos são normais, ou seja, não são muito grandes como os de outras mulheres, minha bunda é bem provocante e chama atenção, especialmente quando uso saias justas, minhas pernas são bem torneadas e lindas. Sou uma mulher casada, mas que se cuida, como já notaram. Há cinco anos, e desse casamento… Tenho um filho. Não tô querendo me fazer de santinha, mas preciso deixar claro que até hoje nunca tinha traído meu marido. Além de ser uma mulher de princípios, também sou religiosa, então nunca imaginei que um dia ia cair em tentação. Também vou dizer que sou muito dedicada à minha família e ao meu trabalho — sou advogada, e tenho um bom emprego. Graças ao meu salário e ao do meu marido, posso me dar alguns luxos: frequento um salão de beleza de prestígio, vou à academia e adoro comprar sapatilhas e sandálias de grife. Na verdade, esse é meu hobby, porque mesmo que não use todo dia, vivo comprando sapatos de luxo. Sobre meu jeito de ser, sou uma mulher positiva, alegre e bem sorridente, embora às vezes fique meio histérica quando algo não dá certo ou quando meu marido me contradiz em alguma coisa — porque, sim, não gosto de ser contrariada. Agora, falando sobre Antônio, que é meu compadre e o homem com quem transei e acabei engravidando. Isso mesmo, ele é a cara do pecado, por assim dizer. Ele era amigo do meu marido desde anos antes de eu me casar com ele. E, sim, desde que me conheceu, notei que eu atraía ele como mulher, porque Antônio sempre me paquerava indiretamente. Anos depois, tivemos nosso primeiro filho, e meu marido decidiu que o padrinho de batismo do bebê seria o amigo dele, Antônio. Ele é viúvo — infelizmente, a mulher dele morreu num acidente de carro há alguns anos —, então ele cria sozinho os dois filhos, ambos meninos. Antônio é um cavalheiro de aparência educada e séria, mas isso é só disfarce, porque quando você intimida com ele, descobre que não é nada do que aparenta. Ele trabalha como professor numa universidade de prestígio. Um dos hobbies favoritos dele é jogar golfe com os amigos e compadres, incluindo meu marido, mas também praticava natação e boxe. Por isso tinha um corpo tão bem definido: era alto, media 1,90m, peito e costas largos, braços... Pernas longas e bem musculosas, o cabelo com alguns fios grisalhos, mas era sim, admito, gostoso. Talvez isso tenha ajudado ele a acabar me fazendo sua. Como ele adora esporte, se mantém em forma e com um condicionamento físico muito bom. Devo comentar que ele tem um pau de bom tamanho, muito, muito grosso, e bem duro. Ah, bom, pra que mentir? Era maior que o do meu marido, muito maior e mais grosso, cheio de veias, com a cabeça vermelha e suculenta, que sem dúvida me fez gozar como uma verdadeira puta. Enfim, durante cinco anos ele esperou o momento certo pra me comer, até que finalmente encontrou. Antonio me comeu várias vezes, mas duas são desta história: uma pelo meu cu e a outra pela minha pussy. Como já mencionei, o desejo dele por mim vinha de muito tempo, mas sem dúvida eu notava que nos últimos dias ele já estava mostrando mais aquele tesão enorme de me fazer amor. Toda vez que a gente se via, ele aproveitava pra paquerar discretamente e até me mandava uns elogios quentes, claro, quando meu marido não estava por perto. Eu não dizia nada e só tentava ficar o mais séria possível com ele, pra ele perceber que eu tinha me ofendido. Mesmo assim, não adiantava nada, porque ele estava decidido a me comer. Dia após dia, com a desculpa de vir visitar meu filho, ele vinha na minha casa, onde também ficava conversando com meu marido, e logicamente meu esposo nem desconfiava do verdadeiro motivo pelo qual ele vinha quase todo dia. Embora eu não gostasse dos elogios dele, ainda assim o recebia com um aperto de mão cordial e até um beijo na bochecha. Ele aproveitava esses momentos pra se descuidar e roçar os lábios dele nos meus, bem disfarçadamente. Eu me resisti o máximo que pude, mas no fim caí na tentação e deixei ele me fazer sua à vontade. A primeira vez que ele conseguiu me comer foi numa tarde de terça-feira, quando voltei do trabalho. Naquele dia, como sempre, fui trabalhar normalmente, sem imaginar o que aconteceria naquela mesma tarde. Eu estava Vestida com uma blusa branca de escritório, um blazer vermelho e uma saia preta na altura dos joelhos, meus sapatos combinavam com o blazer vermelho porque também eram vermelhos, minhas pernas estavam enfiadas em meias escuras e eu também usava óculos. Enfim, quando cheguei em casa naquela tarde, meu marido ainda não tinha chegado, o que não era estranho, já que ele só chega em casa depois das 5 da tarde, especialmente quando tem reuniões. Em casa, só encontrei meu filho, minha empregada doméstica, que viu tudo, e claro, nada mais nada menos que meu compadre Antonio, que já vinha com suas intenções sujas de me comer naquele exato momento, eu ainda não sabia.
Antonio tinha trazido um carrinho de controle remoto para o menino, um brinquedo com o qual ele estava se divertindo muito no jardim. Eu, por minha vez, fui até a cozinha pegar um copo d'água, porque estava morrendo de sede. E foi nesse instante que meu compadre chegou com um sorriso muito safado. Eu tentei ficar o mais séria possível com ele, mas mesmo assim dava pra ver perfeitamente que naquele dia a tara dele estava mais alta do que nunca. Não quis encará-lo de frente, então só fiquei conversando de costas. Esse foi meu erro, não vi ele chegando. Naquele exato instante, senti ele me abraçar por trás e começar a apalpar meus peitos. Com isso, meus nervos foram aumentando tanto que minhas mãos começaram a suar e meu coração batia forte. Com uma mão, ele continuou tocando meus peitos, enquanto com a outra começou a passar a mão na minha bunda por cima da saia. Por causa disso, me virei rápido e tentei dar um tapa nele, mas ele segurou minha mão e me beijou na boca com tudo, um beijo tão apaixonado como nenhum homem jamais tinha me beijado em toda a minha vida. Ele brincava com a língua dentro da minha boca, e parecia que aquele beijo não tinha fim. Depois daquele beijo apaixonado, ele me virou de novo de costas e, dessa vez, rapidinho, pegou minha saia e levantou ela toda.
— Agora não, por favor, o menino está em casa. — Eu disse.
— Fica tranquila, ele está brincando. Lá fora, só se deixa levar. —Disse entre risadas.
—Não para. —Falei assustada e excitada.
—Você não faz ideia do quanto eu quero te comer, minha comadre!
Naquele momento, já toda excitada, nem lembrei da minha empregada. Antonio baixou minha calcinha até os joelhos e começou a chupar meu cu. Isso nunca tinham feito comigo. Eu sentia os lábios dele beijando minha bunda e a língua molhando de saliva tudo ali, o que me arrancou gemidos sem eu conseguir evitar.
—Haaaa, haaa, haaa, haaa, haaa, Haaaaaaaaaaaaai meu Deus haaaaaaaaaaaaaaaaaaaai.
Com isso, nem percebi quando ele soltou o pau. Na mesma hora, senti claramente Antonio meter a rola inteira de uma vez entre minhas nádegas. Com o impacto, me descuidei e deixei cair o copo de vidro com água. Sem dúvida, aquele barulho foi o que atraiu minha empregada, mas antes disso ele continuou me metendo em alta velocidade. Era tanta velocidade naquela penetração que meu cu doía.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. —Não conseguia parar de gemer. Queria dizer que íamos ser descobertos, mas ele não me deixava nem respirar. Sentia aquela coisa enorme lá dentro, me destruindo por dentro, mas mesmo assim ele continuava entrando, e eu, idiota, não falava nada, só gemia. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Já fazia uns 15 minutos que ele estava me penetrando quando, naquele instante, ouvimos alguém entrar na cozinha. Ao nos virarmos, vimos que era a empregada, toda atônita, parada olhando o pau do meu compadre entrando e saindo do meu cu.
—Haaa… Desculpa.
Foi o que ela disse antes de sair correndo apavorada. Na hora, ele tirou o pau do meu cu e nos vestimos correndo. Pelo resto do dia, fiquei extremamente envergonhada com minha empregada e, ao mesmo tempo, com medo de que ela contasse tudo pro meu marido. Tão envergonhada. Eu tava nem querendo falar com ela, porque já imaginava o que ela tava pensando de mim. Mas mesmo assim tive que fazer, tive que falar com ela pra tentar dar um dinheiro em troca do silêncio dela.
— Olha, sobre o que você viu umas horas atrás!
— Não se preocupa, senhora, que eu não tô nem aí pra sua vida íntima! — Ela me respondeu.
— Por favor, pega essa grana pra... — Sem me deixar terminar, ela completou.
— Não precisa, senhora, não vou falar nada do que vi, só quero continuar trabalhando aqui, tô bem aqui!
— Valeu! — Respondi.
Mas mesmo assim, quando ela foi embora de noite, antes dela sair, entreguei aquela quantia na mão dela pra garantir o silêncio. A partir daquele momento, não conseguia tirar da cabeça a forma tão apaixonada como ela me fez sua naquela tarde. Por mais que tentasse esquecer os desejos impuros, era totalmente impossível, porque sem dúvida nenhuma, já tava desejando o momento, o dia e a hora em que Antonio fosse me possuir de novo, igual fez. Mais ainda, toda vez que lembrava, minha calcinha ficava toda molhada. Mas mesmo com toda a vontade que eu tinha, parecia totalmente impossível que um dia aquele momento de paixão se repetisse, porque quase nunca ficávamos sozinhos. Também tenho que dizer que nem imaginei que naquela outra ocasião eu fosse engravidar. Pô, não teve jeito mesmo, porque não tomei anticoncepcional, e como ia tomar se nem imaginei que naquela outra noite, uma semana depois, a gente fosse transar de novo? Isso foi graças a uma noite de comemoração. Meu marido tinha acabado de ser promovido no escritório, e pra celebrar, naquela sexta à noite fomos brindar num restaurante. Já tínhamos combinado de sair pra comemorar, então deixamos o menino com uma babá e saímos nós cinco: eu, meu marido, meu compadre Antonio e mais três amigos do meu marido. Naquela noite, quase como querendo seduzir meu compadre, me vesti... Muito sexy, coloquei um vestido sensual vermelho de noite, com um decote pronunciado que dava uma vista panorâmica dos meus mamilos. A saia era um pouco longa e não usei meia-calça porque queria mostrar a beleza natural das minhas pernas. Calcei umas sandálias luxuosas prateadas de salto alto, além de ter passado um perfume sedutor. Com tudo isso, sem dúvida os amigos do meu marido, incluindo o Antonio, ficaram pasmos só de ver o quanto eu estava gostosa. Enfim, entre conversas, comida e bebidas, a noite foi passando, e meu marido foi quem tomou uns copos a mais. Por causa disso, logo ele estava meio bêbado. Como consequência, começou a falar um monte de besteira, e pra evitar que o pessoal do restaurante chamasse a atenção, decidimos ir embora. Os outros amigos do meu marido foram cada um pro seu lado na saída do lugar, enquanto o Antonio me ajudou a levar meu marido até em casa. Quando chegamos, ele tava ainda mais grogue do que antes, então tivemos que levá-lo até o quarto. Depois disso, paguei e me despedi formalmente da moça que tinha ficado cuidando do meu filho. Foi aí que tudo começou, porque quando ficamos completamente sozinhos em casa, nós dois começamos a sentir um nervosismo e uma inquietação que refletiam nosso desejo profundo de transar naquela mesma noite. Eu tentei disfarçar com uma conversa normal, mas foi impossível.
— Já chega de joguinhos, Irene. — Ele disse, e eu não sabia o que responder.
— Hein? — Ele me puxou pela cintura e me encostou no corpo dele, e ali eu derreti.
Nós dois começamos a nos beijar com toda paixão, com ainda mais paixão do que da primeira vez. Enquanto nos beijávamos, o Antonio começou a me apalpar por baixo da saia do meu vestido, e como consequência, fiquei toda molhada na hora.
— Quero te fazer amor! Quero te fazer minha agora! — Ele sussurrou no meu ouvido.
— Eu sei, e também quero. — Respondi. Sem parar de beijar, puxei ele pelo braço e falei: — Vem, vamos logo, não aguento mais. isso.
Antes de ir pra luta, dei uma olhada no quarto do menino pra ter certeza de que ele não tava acordado. Aí nós dois entramos num quarto extra que tenho em casa, tranquei a porta com chave e não acendi a luz, só deixei a luz fraca de um abajur na cama. O quarto tava quase escuro, mas dava pra se ver perfeitamente. Quem começou fui eu: levantei meu vestido e devagar fui descendo minha calcinha. Depois disso, com o vestido levantado e sem calcinha, sentei na cama e abri minhas pernas totalmente, dando a ele uma vista perfeita de toda a minha buceta. Antonio se aproximou e, com muito cuidado, começou a chupar minha buceta.
— Haaaa, haaa, ha, haaaaa, haaaay sim, ha, ha, haa, haaaa, haaa haaaa gostoso haaaaa. — Eu gemia de prazer.
Com toda a delicadeza, ele ia acariciando com a língua meu clitóris e meus lábios vaginais. O prazer já era intenso pra mim, e Antonio aumentou ainda mais quando começou a meter os dedos na minha buceta. Vocês não sabem a vontade que eu tinha de gemir como uma louca de prazer, mas com medo de ser ouvida pelo menino, não fiz. Então só me limitava a morder os lábios de puro tesão.
— Mmmmnnnnn, Mmnnnn, Mmnnn, hoooo, ho, hoooo, hoooo, hoooo, Haaaah, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Eu gozei como nunca, nunca tinha acontecido isso comigo. Ele nem tinha metido e eu já tinha gozado.
Aí chegou o momento tão esperado. Antonio tirou a calça dele. Se posicionou em cima de mim, e naquele instante pude sentir o pau dele batendo na minha buceta. Sem dúvida, graças à lubrificação que eu já tinha, não custou nada e ele meteu tudo fácil, até o talo.
— Haaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaa Deus é grande! haaaaaaaaaaaaaa. — Eu exclamava, apertando os dentes e as mãos.
Aí ele começou a se mover, metendo e tirando o pau devagar da minha vulva. Aos poucos, fui aumentando a velocidade até que chegou um momento em que a velocidade era tanta que... Dava pra ouvir o barulho do pau dele batendo na minha buceta.
—Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac.
Sem dúvida nenhuma, o Antônio tava me fazendo um amor que só consigo descrever como: maravilhoso, em todos os sentidos. A gente já tava há umas 2 horas transando, eu já tinha gozado duas vezes, meu marido quase nunca me comia e, tipo o Antônio, jamais. Foi aí que aconteceu o acidente, porque, sem eu esperar, senti uma quantidade enorme de líquido quente inundar toda a minha buceta.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. —Gritei em mais um orgasmo divino. Tenho que dizer: amei sentir o esperma quente e viscoso dele me preenchendo toda por dentro.
Ele tinha gozado. Ficamos os dois parados um instante, ainda com o pau dele dentro da minha buceta, mas quando perdeu a ereção, tirou. Depois de me beijar pela última vez nos lábios, se afastou, me deixando ali na cama com a buceta cheia de porra. Só limpei minha área íntima com minha calcinha e depois fui dormir do lado do meu marido, que nem percebeu que a amada esposa dele, enquanto ele dormia tranquilamente, aproveitou pra dar pra outro.
Bom, aquela noite acabou, mas quando me toquei da gravidez foi na semana seguinte, quando comecei a sentir os sintomas. Fiz o teste de gravidez e deu positivo. Deixa eu confessar: na hora pensei em abortar, mas meus sentimentos de mãe falaram mais alto e decidi ter. Agora, nem meu marido desconfia que esse filho que carrego na barriga é do nosso compadre. E tenho que dizer: ele continua me comendo sempre que dá, e, sinceramente, sexo grávida é o melhor.
Fim…
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá, pessoal porradeiro, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o prazer de vocês, mas preciso esclarecer algumas coisas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, outras são fantasias que eu tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencê-las a me deixar publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é minha ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Essa história é 100% real. Conta como uma relação sexual sem proteção termina em gravidez. Eu engravidei, sem querer, e o pior foi quem me deixou assim. Antes de continuar, quero fazer o que deve ser feito. Primeiro, me apresentar. Sou uma mulher de 34 anos. Meu nome é Irene, sou branca, meu cabelo é preto natural, bem cuidado, meus olhos são castanhos claros, tenho lábios sensuais que decoro com batom vermelho intenso. Gosto de me maquiar, embora não precise, porque apesar da idade ainda estou muito gostosa, sem dúvida graças a me cuidar. Tenho 1,72 de altura, um corpo em forma perfeita, abdômen liso e sexy, meus peitos são normais, ou seja, não são muito grandes como os de outras mulheres, minha bunda é bem provocante e chama atenção, especialmente quando uso saias justas, minhas pernas são bem torneadas e lindas. Sou uma mulher casada, mas que se cuida, como já notaram. Há cinco anos, e desse casamento… Tenho um filho. Não tô querendo me fazer de santinha, mas preciso deixar claro que até hoje nunca tinha traído meu marido. Além de ser uma mulher de princípios, também sou religiosa, então nunca imaginei que um dia ia cair em tentação. Também vou dizer que sou muito dedicada à minha família e ao meu trabalho — sou advogada, e tenho um bom emprego. Graças ao meu salário e ao do meu marido, posso me dar alguns luxos: frequento um salão de beleza de prestígio, vou à academia e adoro comprar sapatilhas e sandálias de grife. Na verdade, esse é meu hobby, porque mesmo que não use todo dia, vivo comprando sapatos de luxo. Sobre meu jeito de ser, sou uma mulher positiva, alegre e bem sorridente, embora às vezes fique meio histérica quando algo não dá certo ou quando meu marido me contradiz em alguma coisa — porque, sim, não gosto de ser contrariada. Agora, falando sobre Antônio, que é meu compadre e o homem com quem transei e acabei engravidando. Isso mesmo, ele é a cara do pecado, por assim dizer. Ele era amigo do meu marido desde anos antes de eu me casar com ele. E, sim, desde que me conheceu, notei que eu atraía ele como mulher, porque Antônio sempre me paquerava indiretamente. Anos depois, tivemos nosso primeiro filho, e meu marido decidiu que o padrinho de batismo do bebê seria o amigo dele, Antônio. Ele é viúvo — infelizmente, a mulher dele morreu num acidente de carro há alguns anos —, então ele cria sozinho os dois filhos, ambos meninos. Antônio é um cavalheiro de aparência educada e séria, mas isso é só disfarce, porque quando você intimida com ele, descobre que não é nada do que aparenta. Ele trabalha como professor numa universidade de prestígio. Um dos hobbies favoritos dele é jogar golfe com os amigos e compadres, incluindo meu marido, mas também praticava natação e boxe. Por isso tinha um corpo tão bem definido: era alto, media 1,90m, peito e costas largos, braços... Pernas longas e bem musculosas, o cabelo com alguns fios grisalhos, mas era sim, admito, gostoso. Talvez isso tenha ajudado ele a acabar me fazendo sua. Como ele adora esporte, se mantém em forma e com um condicionamento físico muito bom. Devo comentar que ele tem um pau de bom tamanho, muito, muito grosso, e bem duro. Ah, bom, pra que mentir? Era maior que o do meu marido, muito maior e mais grosso, cheio de veias, com a cabeça vermelha e suculenta, que sem dúvida me fez gozar como uma verdadeira puta. Enfim, durante cinco anos ele esperou o momento certo pra me comer, até que finalmente encontrou. Antonio me comeu várias vezes, mas duas são desta história: uma pelo meu cu e a outra pela minha pussy. Como já mencionei, o desejo dele por mim vinha de muito tempo, mas sem dúvida eu notava que nos últimos dias ele já estava mostrando mais aquele tesão enorme de me fazer amor. Toda vez que a gente se via, ele aproveitava pra paquerar discretamente e até me mandava uns elogios quentes, claro, quando meu marido não estava por perto. Eu não dizia nada e só tentava ficar o mais séria possível com ele, pra ele perceber que eu tinha me ofendido. Mesmo assim, não adiantava nada, porque ele estava decidido a me comer. Dia após dia, com a desculpa de vir visitar meu filho, ele vinha na minha casa, onde também ficava conversando com meu marido, e logicamente meu esposo nem desconfiava do verdadeiro motivo pelo qual ele vinha quase todo dia. Embora eu não gostasse dos elogios dele, ainda assim o recebia com um aperto de mão cordial e até um beijo na bochecha. Ele aproveitava esses momentos pra se descuidar e roçar os lábios dele nos meus, bem disfarçadamente. Eu me resisti o máximo que pude, mas no fim caí na tentação e deixei ele me fazer sua à vontade. A primeira vez que ele conseguiu me comer foi numa tarde de terça-feira, quando voltei do trabalho. Naquele dia, como sempre, fui trabalhar normalmente, sem imaginar o que aconteceria naquela mesma tarde. Eu estava Vestida com uma blusa branca de escritório, um blazer vermelho e uma saia preta na altura dos joelhos, meus sapatos combinavam com o blazer vermelho porque também eram vermelhos, minhas pernas estavam enfiadas em meias escuras e eu também usava óculos. Enfim, quando cheguei em casa naquela tarde, meu marido ainda não tinha chegado, o que não era estranho, já que ele só chega em casa depois das 5 da tarde, especialmente quando tem reuniões. Em casa, só encontrei meu filho, minha empregada doméstica, que viu tudo, e claro, nada mais nada menos que meu compadre Antonio, que já vinha com suas intenções sujas de me comer naquele exato momento, eu ainda não sabia.
Antonio tinha trazido um carrinho de controle remoto para o menino, um brinquedo com o qual ele estava se divertindo muito no jardim. Eu, por minha vez, fui até a cozinha pegar um copo d'água, porque estava morrendo de sede. E foi nesse instante que meu compadre chegou com um sorriso muito safado. Eu tentei ficar o mais séria possível com ele, mas mesmo assim dava pra ver perfeitamente que naquele dia a tara dele estava mais alta do que nunca. Não quis encará-lo de frente, então só fiquei conversando de costas. Esse foi meu erro, não vi ele chegando. Naquele exato instante, senti ele me abraçar por trás e começar a apalpar meus peitos. Com isso, meus nervos foram aumentando tanto que minhas mãos começaram a suar e meu coração batia forte. Com uma mão, ele continuou tocando meus peitos, enquanto com a outra começou a passar a mão na minha bunda por cima da saia. Por causa disso, me virei rápido e tentei dar um tapa nele, mas ele segurou minha mão e me beijou na boca com tudo, um beijo tão apaixonado como nenhum homem jamais tinha me beijado em toda a minha vida. Ele brincava com a língua dentro da minha boca, e parecia que aquele beijo não tinha fim. Depois daquele beijo apaixonado, ele me virou de novo de costas e, dessa vez, rapidinho, pegou minha saia e levantou ela toda.
— Agora não, por favor, o menino está em casa. — Eu disse.
— Fica tranquila, ele está brincando. Lá fora, só se deixa levar. —Disse entre risadas.
—Não para. —Falei assustada e excitada.
—Você não faz ideia do quanto eu quero te comer, minha comadre!
Naquele momento, já toda excitada, nem lembrei da minha empregada. Antonio baixou minha calcinha até os joelhos e começou a chupar meu cu. Isso nunca tinham feito comigo. Eu sentia os lábios dele beijando minha bunda e a língua molhando de saliva tudo ali, o que me arrancou gemidos sem eu conseguir evitar.
—Haaaa, haaa, haaa, haaa, haaa, Haaaaaaaaaaaaai meu Deus haaaaaaaaaaaaaaaaaaaai.
Com isso, nem percebi quando ele soltou o pau. Na mesma hora, senti claramente Antonio meter a rola inteira de uma vez entre minhas nádegas. Com o impacto, me descuidei e deixei cair o copo de vidro com água. Sem dúvida, aquele barulho foi o que atraiu minha empregada, mas antes disso ele continuou me metendo em alta velocidade. Era tanta velocidade naquela penetração que meu cu doía.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha. —Não conseguia parar de gemer. Queria dizer que íamos ser descobertos, mas ele não me deixava nem respirar. Sentia aquela coisa enorme lá dentro, me destruindo por dentro, mas mesmo assim ele continuava entrando, e eu, idiota, não falava nada, só gemia. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Já fazia uns 15 minutos que ele estava me penetrando quando, naquele instante, ouvimos alguém entrar na cozinha. Ao nos virarmos, vimos que era a empregada, toda atônita, parada olhando o pau do meu compadre entrando e saindo do meu cu.
—Haaa… Desculpa.
Foi o que ela disse antes de sair correndo apavorada. Na hora, ele tirou o pau do meu cu e nos vestimos correndo. Pelo resto do dia, fiquei extremamente envergonhada com minha empregada e, ao mesmo tempo, com medo de que ela contasse tudo pro meu marido. Tão envergonhada. Eu tava nem querendo falar com ela, porque já imaginava o que ela tava pensando de mim. Mas mesmo assim tive que fazer, tive que falar com ela pra tentar dar um dinheiro em troca do silêncio dela.
— Olha, sobre o que você viu umas horas atrás!
— Não se preocupa, senhora, que eu não tô nem aí pra sua vida íntima! — Ela me respondeu.
— Por favor, pega essa grana pra... — Sem me deixar terminar, ela completou.
— Não precisa, senhora, não vou falar nada do que vi, só quero continuar trabalhando aqui, tô bem aqui!
— Valeu! — Respondi.
Mas mesmo assim, quando ela foi embora de noite, antes dela sair, entreguei aquela quantia na mão dela pra garantir o silêncio. A partir daquele momento, não conseguia tirar da cabeça a forma tão apaixonada como ela me fez sua naquela tarde. Por mais que tentasse esquecer os desejos impuros, era totalmente impossível, porque sem dúvida nenhuma, já tava desejando o momento, o dia e a hora em que Antonio fosse me possuir de novo, igual fez. Mais ainda, toda vez que lembrava, minha calcinha ficava toda molhada. Mas mesmo com toda a vontade que eu tinha, parecia totalmente impossível que um dia aquele momento de paixão se repetisse, porque quase nunca ficávamos sozinhos. Também tenho que dizer que nem imaginei que naquela outra ocasião eu fosse engravidar. Pô, não teve jeito mesmo, porque não tomei anticoncepcional, e como ia tomar se nem imaginei que naquela outra noite, uma semana depois, a gente fosse transar de novo? Isso foi graças a uma noite de comemoração. Meu marido tinha acabado de ser promovido no escritório, e pra celebrar, naquela sexta à noite fomos brindar num restaurante. Já tínhamos combinado de sair pra comemorar, então deixamos o menino com uma babá e saímos nós cinco: eu, meu marido, meu compadre Antonio e mais três amigos do meu marido. Naquela noite, quase como querendo seduzir meu compadre, me vesti... Muito sexy, coloquei um vestido sensual vermelho de noite, com um decote pronunciado que dava uma vista panorâmica dos meus mamilos. A saia era um pouco longa e não usei meia-calça porque queria mostrar a beleza natural das minhas pernas. Calcei umas sandálias luxuosas prateadas de salto alto, além de ter passado um perfume sedutor. Com tudo isso, sem dúvida os amigos do meu marido, incluindo o Antonio, ficaram pasmos só de ver o quanto eu estava gostosa. Enfim, entre conversas, comida e bebidas, a noite foi passando, e meu marido foi quem tomou uns copos a mais. Por causa disso, logo ele estava meio bêbado. Como consequência, começou a falar um monte de besteira, e pra evitar que o pessoal do restaurante chamasse a atenção, decidimos ir embora. Os outros amigos do meu marido foram cada um pro seu lado na saída do lugar, enquanto o Antonio me ajudou a levar meu marido até em casa. Quando chegamos, ele tava ainda mais grogue do que antes, então tivemos que levá-lo até o quarto. Depois disso, paguei e me despedi formalmente da moça que tinha ficado cuidando do meu filho. Foi aí que tudo começou, porque quando ficamos completamente sozinhos em casa, nós dois começamos a sentir um nervosismo e uma inquietação que refletiam nosso desejo profundo de transar naquela mesma noite. Eu tentei disfarçar com uma conversa normal, mas foi impossível.
— Já chega de joguinhos, Irene. — Ele disse, e eu não sabia o que responder.
— Hein? — Ele me puxou pela cintura e me encostou no corpo dele, e ali eu derreti.
Nós dois começamos a nos beijar com toda paixão, com ainda mais paixão do que da primeira vez. Enquanto nos beijávamos, o Antonio começou a me apalpar por baixo da saia do meu vestido, e como consequência, fiquei toda molhada na hora.
— Quero te fazer amor! Quero te fazer minha agora! — Ele sussurrou no meu ouvido.
— Eu sei, e também quero. — Respondi. Sem parar de beijar, puxei ele pelo braço e falei: — Vem, vamos logo, não aguento mais. isso.
Antes de ir pra luta, dei uma olhada no quarto do menino pra ter certeza de que ele não tava acordado. Aí nós dois entramos num quarto extra que tenho em casa, tranquei a porta com chave e não acendi a luz, só deixei a luz fraca de um abajur na cama. O quarto tava quase escuro, mas dava pra se ver perfeitamente. Quem começou fui eu: levantei meu vestido e devagar fui descendo minha calcinha. Depois disso, com o vestido levantado e sem calcinha, sentei na cama e abri minhas pernas totalmente, dando a ele uma vista perfeita de toda a minha buceta. Antonio se aproximou e, com muito cuidado, começou a chupar minha buceta.
— Haaaa, haaa, ha, haaaaa, haaaay sim, ha, ha, haa, haaaa, haaa haaaa gostoso haaaaa. — Eu gemia de prazer.
Com toda a delicadeza, ele ia acariciando com a língua meu clitóris e meus lábios vaginais. O prazer já era intenso pra mim, e Antonio aumentou ainda mais quando começou a meter os dedos na minha buceta. Vocês não sabem a vontade que eu tinha de gemir como uma louca de prazer, mas com medo de ser ouvida pelo menino, não fiz. Então só me limitava a morder os lábios de puro tesão.
— Mmmmnnnnn, Mmnnnn, Mmnnn, hoooo, ho, hoooo, hoooo, hoooo, Haaaah, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. — Eu gozei como nunca, nunca tinha acontecido isso comigo. Ele nem tinha metido e eu já tinha gozado.
Aí chegou o momento tão esperado. Antonio tirou a calça dele. Se posicionou em cima de mim, e naquele instante pude sentir o pau dele batendo na minha buceta. Sem dúvida, graças à lubrificação que eu já tinha, não custou nada e ele meteu tudo fácil, até o talo.
— Haaaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, haaaaaaaaaaa, haaaaaaaa, haaaaaaaaaaaaaaaaa Deus é grande! haaaaaaaaaaaaaa. — Eu exclamava, apertando os dentes e as mãos.
Aí ele começou a se mover, metendo e tirando o pau devagar da minha vulva. Aos poucos, fui aumentando a velocidade até que chegou um momento em que a velocidade era tanta que... Dava pra ouvir o barulho do pau dele batendo na minha buceta.
—Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac, Plac.
Sem dúvida nenhuma, o Antônio tava me fazendo um amor que só consigo descrever como: maravilhoso, em todos os sentidos. A gente já tava há umas 2 horas transando, eu já tinha gozado duas vezes, meu marido quase nunca me comia e, tipo o Antônio, jamais. Foi aí que aconteceu o acidente, porque, sem eu esperar, senti uma quantidade enorme de líquido quente inundar toda a minha buceta.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. —Gritei em mais um orgasmo divino. Tenho que dizer: amei sentir o esperma quente e viscoso dele me preenchendo toda por dentro.
Ele tinha gozado. Ficamos os dois parados um instante, ainda com o pau dele dentro da minha buceta, mas quando perdeu a ereção, tirou. Depois de me beijar pela última vez nos lábios, se afastou, me deixando ali na cama com a buceta cheia de porra. Só limpei minha área íntima com minha calcinha e depois fui dormir do lado do meu marido, que nem percebeu que a amada esposa dele, enquanto ele dormia tranquilamente, aproveitou pra dar pra outro.
Bom, aquela noite acabou, mas quando me toquei da gravidez foi na semana seguinte, quando comecei a sentir os sintomas. Fiz o teste de gravidez e deu positivo. Deixa eu confessar: na hora pensei em abortar, mas meus sentimentos de mãe falaram mais alto e decidi ter. Agora, nem meu marido desconfia que esse filho que carrego na barriga é do nosso compadre. E tenho que dizer: ele continua me comendo sempre que dá, e, sinceramente, sexo grávida é o melhor.
Fim…
5 comentários - Grávida do Compadre
y el pibe...? a quien se parece..? jeje!!