Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESSA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961742/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-2.html
CAPÍTULO 2 (O presente)
Depois de tanta tortura, mas bendita tortura!, ao sentir os corpos da minha mãe e da minha irmã por inteiro, primeiro as bundas delas no meu colo e depois dançando com elas aquela música tão sedutora, é algo que me deixou realmente louco. Aproveito pra acariciar zonas que dias atrás eram impensáveis no corpaço da minha mãe. Não me atrevo a tocar a bunda diretamente, mas roço bem perto.
− Como você está se divertindo, filho? Tá gostando da sua festa de aniversário? - ela pergunta no meu ouvido, encostando ainda mais o corpo no meu.
− Muito bem, mãe. Tá tudo ótimo.
Ela sorri vitoriosa com minha resposta, mas ao mesmo tempo parece curtir a ereção que eu tento disfarçar a todo custo e que roça nela a cada dois por três.
Mamãe diz pra servir um café e pra proceder, segundo ela, finalmente!, à entrega do meu presente, aquele pelo qual eu estava tão ansioso antes, embora agora minha mente esteja francamente em outro lugar, só vejo bundas e peitos por toda parte.
Minha irmã, como sempre, cuida do café na cozinha e minha mãe senta do meu lado no sofá, cruzando as pernas e passando a mão na minha perna. Começa no joelho e vai subindo devagar. Nossos olhares se cruzam e meus olhos não conseguem evitar se perder naquele decote sexy.
− Como você já tá grande, filho! - diz beliscando minha coxa por cima da calça jeans. - Já tenho um homenzarrão em casa. Você não sabe quanto esperei por esse momento. Tô muito orgulhosa de você. Bom, tô orgulhosa dos dois.
Mamãe sempre sabe como nos animar e elogiar, mas além disso de um jeito que excita qualquer um, porque ela faz sempre com tanto carinho… mas é que hoje, além disso, eu a vejo muito melosa, muito pegajosa. Meu olhar volta a percorrer aquelas curvas impressionantes que marcam seu vestido justíssimo e, principalmente, o decote, que é um lindo vale de pele morena formado pelos dois peitos enormes dela.
− Seus olhos estão vagando - ela diz de repente, me pegando no flagra.
− Não, Isso… não.— respondo de forma cortante ao ser pego numa das minhas olhadas libidinosas pros peitos dela.
— Não seja bobo, homem, é normal. Você já é um homem.
— É que…
— Sério, Nacho, é normal. Você já não é mais o bebê que mamava nesses peitos — ela acrescenta, pegando os próprios peitos e amassando-os de um jeito que provoca um arrepio no meu corpo todo.
Ela fala como se esse dia fosse a virada da minha vida, como se eu tivesse passado de menino a homem num instante. É verdade que mudei em pouco tempo, já que até bem pouco tempo atrás eu não olhava pra minha mãe como uma mulher, do ponto de vista sexual, mas de uns tempos pra cá, ela não é só uma mãe, ela irradia mil e uma sensações difíceis de controlar, graças à sensualidade dela e a uma beleza escultural que me deixa besta perdido.
A verdade é que minha mãe é gostosa pra caralho, ela sabe disso e também sabe como se valorizar com o jeito de se vestir. A altura dela permite mostrar as pernas em jeans superjustos ou vestidos colados como o que ela tá usando hoje. Ainda lembro da punheta que bati semana passada quando a vi com uma saia de couro nova. Ela tava impressionante com aquelas pernas intermináveis. Em casa ela também usa roupas mais confortáveis, mas ainda assim me parece sexy, com os vestidos de verão tão leves, as camisolas dela, mas hoje, nessa noite tão especial, ela tá radiante, tão gostosa, tão justa… e eu bem tarado, pra que enganar.
— Tô bonita? — ela pergunta de repente.
— Isso… claro… — respondo hesitando.
— Vamos, filho, eu sei que te deixei nervoso e que você ficou de pau duro. Não sou boba.
Porra, com essa frase ela me pega de vez. Já imaginava que ela pudesse ter percebido minha rola dura debaixo da bunda dela ou encostada na barriga dela durante a dança, mas claro, não podia ser diferente. O estranho é ouvir ela falar isso, com tanta naturalidade.
— Mãe, desculpa, mas é que eu não consegui… evitar isso...
— Não se preocupa, é normal. Você tá na idade. Além disso, fico feliz em acordar assim.
Mal termina de falar, passa a mão no meu volume e segura de leve. Sim... sim, tô olhando pra mão dela e não consigo acreditar, mas os dedos dela se fecham no meu pau por cima da calça jeans e apertam suavemente. Demoro pra reagir, parece inacreditável mesmo estando vivendo aquilo.
— Mãe! — falo mais como susto do que reclamação, e ela tira a mão pra não me deixar mais desconfortável.
— Não seja bobo, já te falei que é normal você ficar assim, já é um homem e eu te pareço uma mulher gostosa, não?
— É... sim, claro, mãe, você é linda pra caralho.
— Obrigada, filho, gosto quando você me diz isso e, aliás, você fala muito pouco.
— Bom, então é isso. Você é muito gata.
— Mas... ainda tô boa? Ainda sou uma mulher que dá vontade de comer?
— Mãe! — reclamo.
— Vamos, Nacho, não se acanha agora. Só me diz se sua mãe é gostosa ou não.
— Sabe que sim. Os homens são todos malucos por você.
— Ah, é?
— Não me diga que não percebe que você causa tesão por onde passa?
— Bom, sim, percebo que me olham, mas não sei até que ponto isso levanta outras coisas — ela completa, arranhando de leve o volume do meu pau por baixo da calça.
— Não sou o único, quando saio com você todo mundo fica olhando sua bunda, seu decote, suas pernas. Você é uma coroa muito gostosa.
O sorriso branco dela aparece de novo, feliz com meu comentário, mas é verdade, todos os caras ficam bobos por ela, desde os colegas de trabalho, nossos vizinhos, muitos parentes e amigos babam nessa beleza tão bem cuidada da minha mãe.
— Bom, esses peitos já tão meio caídos — ela fala, segurando os seios grandes com as mãos. Aquilo provoca um formigamento estranho na minha virilha, que continua com uma ereção que acho que vai durar a noite toda. Parece que ela adivinha meus pensamentos e sorri, olhando mais uma vez pra baixo. meu pacote.
Nesse momento, a Carla aparece em cena com a bandeja das xícaras e a cafeteira soltando vapor. Meu olhar vai agora pra esse outro corpaço que tenho em casa. O jeito dela andar me parece tão sensual, e é que com aquele vestido justo, as pernas longas e bem definidas, as curvas e uma bunda redondíssima, junto com um rostinho doce, fazem dela uma mulher espetacular. Hoje, além disso, ela tá ainda mais explosiva do que nunca.
— E sua irmã? — minha mãe pergunta.
— Minha irmã, o quê?
— Se ela é gostosa.
Demoro pra responder, e a Carla, enquanto pousa a bandeja na mesinha, fica um tempinho me observando, esperando meu comentário sobre isso. Sei lá, pode ser o vinho, o fato de já ser adulto ou ter minhas garotas tão absurdamente lindas, mas eu me jogo de vez, deixando as dúvidas e os medos pra trás.
— Sim, ela é gostosa, mãe... e muito. — afirmo.
As duas riem, mas percebo um rubor nas bochechas da Carla, aquele tom avermelhado que a deixa ainda mais desejável.
— Ela tem umas pernas dos sonhos, longuíssimas — minha mãe completa, aproximando a mão e subindo pelas coxas dela até se enfiar por baixo da saia do vestido.
A Carla se vira, nervosa, e fica meio sem graça depois de servir os cafés, mas o que minha mãe disse é verdade: minha irmã é uma beleza, com uma bunda redonda e linda, e pernas longas e muito bem torneadas.
— Olha que finas, Nacho. — minha mãe me diz, me convidando a acariciar as pernas da minha irmã.
Levanto o olhar e vejo que a Carla não parece se importar que eu tente, e mesmo com um certo receio, aproximo minha mão das pernas dela. Acaricio a panturrilha direita e sinto a maciez daquelas pernas finas e bem depiladas. Minha mãe me observa, na expectativa, e no olhar dela percebo que me incentiva a subir mais. Faço isso com medo e subo até a metade da coxa, sentindo ainda mais suavidade naquela parte. Nunca antes tinha tocado minha irmã assim.
— Não são finíssimas? — minha mãe pergunta.
— Demais — respondo, alucinado. enquanto minha irmã sorri ali parada de costas pra gente.
− Toca por dentro, vai ver que são ainda mais macias.
Faço isso e descubro pela primeira vez como a pele na parte interna das coxas da minha irmã pode ser de veludo, fazendo meu pau dar outro espasmo por baixo da calça. Fico me deliciando tocando essa parte e subindo bem pra cima, sem chegar no "ponto crítico", mas perigosamente perto. Acho que ouço um ronronar da minha irmã quando toco ali.
Ela senta de repente do meu lado e me dá um beijo na bochecha. Hoje ela tá mais carinhosa do que nunca. Nunca vi ela assim.
− Bom, e meu presente? – falo de novo, impaciente, tentando acalmar os ânimos que já tão quentes demais. A verdade é que também tô morrendo de curiosidade pra saber o que é.
− Que impaciente! – fala a mãe – olha, é algo muito especial, Nacho... e lembra que é um presente pros dois.
A primeira coisa que passa pela minha cabeça é que é um notebook ou algo assim, e que vou ter que dividir com a Carla.
− Quero que seja o presente especial pra vocês. – diz apontando pra nós dois com o dedo. Mesmo que hoje seja a maioridade do Nacho, é como se fosse a dos dois, porque pra mim hoje vocês deixaram de ser meus filhos. – completa.
Não entendo nada, mas a Carla com certeza sabe do que ela tá falando e eu vejo muito nervosismo no olhar dela e na risadinha que, pra mim, soa histérica.
− Bom, mas é algo pra Carla e pra mim? – pergunto.
− Sim, ela não ganhou um presente grande no aniversário de 18 anos dela, lembra? Foi uma roupa, mas hoje que vocês dois são adultos, vão ter o presente de adulto juntos. Embora a Carla já saiba e goste, tenho certeza que você também vai gostar.
− O que é? – pergunto pra Carla, pra ela me adiantar alguma coisa, mas ela desvia o olhar, nervosa.
Por mais que eu pense, não adivinho do que diabos a mãe tá falando. Passa pela minha cabeça a ideia de que ela comprou um carro pra gente. vamos compartilhar uma vez que tirarmos a carteira, algo bem de adulto, né?, mas acho que deve ser outra coisa.
Eu sorrio quando minha mãe estica a mão e tira um pacote de debaixo do sofá.
− Toma aqui – ela me diz.
Ela estende o pacote, não muito grande, então deduzo que não é nem o videogame e muito menos o notebook. Pela textura, parece ser roupa. Me amaldiçoo pelas minhas imaginações, mas mais ainda quando rasgo o papel nervosamente pra descobrir que me deram de presente uma cueca!, sim, uma boxer azul-marinho.
− Valeu – falo, bem decepcionado e com um certo tom de protesto.
Minha mãe cai na gargalhada quando vê minha cara de surpresa. E eu olho pra Carla, que parece estar se divertindo pra caralho, tampando a boca e morrendo de rir. Ainda não sei se é uma brincadeira ou se é realmente o presente que escolheram.
− Não gostou? – pergunta a mãe, sem parar de rir.
− Gostei, claro. – respondo com meu sorriso mais forçado.
− É daquela marca que você sempre pede. Sua irmã que escolheu.
− É bem sexy, mãe, mas…
− Esperava outra coisa? – a mãe interfere.
Não respondo, porque na hora penso que tô sendo muito egoísta e um moleque mimado. A verdade é que com a homenagem que tô recebendo, já tenho mais que o suficiente pra não ficar sendo um puta materialista. Eu sorrio.
− Vai pro teu quarto e experimenta. – ela completa.
− Tá, vou experimentar amanhã, mãe.
− Não. Agora. Vai pro teu quarto e volta com ele vestido, aí a gente te fala como ficou. – ela impõe, séria.
− Mas, sair com ele agora?
− Tá com vergonha? Já te vimos de cueca ou de sunga várias vezes.
Eu fico de cara, será que elas querem que eu vista a cueca e volte só com ela pra fazer um desfile de modelo? Levanto e vou pro meu quarto pensando que talvez tenha outra surpresa lá, e por isso minha mãe tá tão zoando e tão misteriosa. Mais uma vez me decepciono quando descubro que no meu Quarto, nada de novo nem nenhum tipo de presente escondido.
Enfim, tiro a roupa, coloco ela em cima da cama e me olho nu no espelho. Porra, ainda tô com essa ereção de cavalo e acho que não vai descer a noite toda. Sem dúvida as garotas devem ter notado, mas parece que nenhuma das duas ligou. Acaricio meu pau mais uma vez, me observando no espelho, e penso que o melhor é bater uma punheta pra aliviar esse tesão que tá me torturando, porque senão não vou conseguir vestir aquela cueca azul.
— Vamo logo, demorado. — ouço minha irmã falar, batendo com os nós dos dedos na minha porta.
Porra, não vou conseguir bater uma com tranquilidade. Bom, vou tentar essa noite e vai ser uma punheta memorável, lembrando de tudo que rolou nessa noite estranha e maravilhosa. Visto a cueca, que é bem justa. Por um momento acho que erraram o tamanho, mas quando me viro no espelho percebo que é uma cueca bem marcada, que, por sinal, fica bem em mim, diga-se de passagem. Me olho de novo no espelho e vejo que meu pau tá bem grosso. Já não sei mais o que fazer pra aliviar tanta tensão. Decido pensar em outra coisa, em algo desagradável, e depois de alguns segundos me concentro e finalmente saio meio sem graça pra sala, onde minhas duas garotas me esperam impacientes. Fico com vergonha delas me verem de cueca, hoje principalmente, porque não vou conseguir me recuperar de outra ereção. As duas estão juntas sentadas no sofá, extraordinariamente gostosas, mostrando seus melhores atributos, lábios ardentes aqui, pernas intermináveis ali, um decote mais que sugestivo acolá... Elas aplaudem assim que eu entro, vestido só com aquela cueca justa e meu pau avantajado marcado no tecido.
— Uau! — grita minha mãe, levantando e aplaudindo nervosamente. Carla fica do lado dela e sussurra algo no ouvido, fazendo as duas rirem.
Não sei o que elas disseram, mas gostei da O jeito como elas me olham. Me sinto realmente lisonjeado e sorrio para as duas, grato por aquele presente, que tinha certeza que faria sucesso. Elas estão espetaculares e conseguiram me impactar desde o primeiro momento, agora sou eu quem se sente admirado com minha roupa íntima.
– Ficou genial em você, Nacho. Como uma luva – diz a mamãe –, não é, Carla?
– Sim, está muito gostoso – acrescenta minha irmã, timidamente.
Nunca antes Carla tinha me dito algo assim, ela poderia até ter rido de mim ou dito alguma besteira das dela, mas sinto a sinceridade ao falar. Me sinto o centro das atenções, confirmado pelos elogios delas.
– Bom, agora vamos te mostrar as nossas. – diz a mamãe de repente.
– As de vocês? – pergunto, intrigado.
– Sim, nós também compramos roupas íntimas.
– Sério? – pergunto de novo, intrigado, sem acreditar que vão me mostrar os conjuntos de lingerie ali mesmo. Sorrio para mim mesmo, achando que isso seria mais um sonho não realizado, mas tento ser realista, pensando que não pode ser.
– Claro, love, já te falei que hoje tem presentes compartilhados. – acrescenta minha mãe com seu sorriso branco.
Ela passa as mãos pelas alças do vestido e, da forma mais sensual que já pude imaginar, começa a deslizá-lo lentamente para baixo, sem tirar os olhos de mim. Se não fosse minha mãe, diria que o presente é um striptease completo. Porra, minha mãe! Tô alucinando, porque ela está totalmente diferente esta noite.
O vestido caiu no chão e fico alucinado ao ver minha mãe com uma fio-dental branca minúscula, cobrindo o mínimo e mostrando a maior porção de carne que já vi nela. Na parte de cima, dois pequenos adesivos mal cobrem a auréola dos mamilos e, quando olho de novo para a virilha dela, vejo um triângulo que tapa um púbis nos limites mais apertados. Dizer impressionante é pouco, é algo inacreditável, mamãe agora é uma daquelas gostosas com quem tantas vezes Eu já me masturbei em sites pornô, com calcinhas fio-dental minúsculas, mas, porra, essa é minha mãe e ela não tem nada a invejar daquelas gostosas com quem eu me divirto algumas noites na tela do meu computador. Os peitões enormes dela, que parecem que vão pular pra fora, e aquele triângulo que cobre o mínimo... Com os saltos, as pernas dela parecem ainda mais finas e torneadas. Essa imagem vai ser difícil de esquecer enquanto eu viver...
Ela se vira toda provocante e mostra aquele rabo enorme com a calcinha fio-dental que entra literalmente no meio das bandas, exibindo a redondeza de uma bunda que não perdeu a forma nem um pouco. Um rabão de respeito, que deve ser a inveja das amigas dela da academia. Nunca na vida tinha visto a bunda da minha mãe ao vivo e a cores, e agora...
Vêm à minha mente os momentos em que vi minha mãe de maiô, de biquíni ou até em casa quando peguei ela sem querer de calcinha de algodão, mas agora, esse conjunto de lingerie é um convite pro pecado mais absoluto. Mostra quase mais do que cobre.
— Vamos, Carla, agora é sua vez. — ordena minha mãe.
Fico alucinado. Minha irmã se levanta e, depois de sorrir pra mim, desce uma alça do vestido pelos ombros, depois a outra, e com certa dificuldade, porque a roupa está bem colada no corpo dela. Ela me olha e me mostra de novo aquele sorriso branco, aí viro a cabeça pra ver minha mãe de novo, que está ajeitando o fio-dental pra tampar algo que qualquer movimento pequeno possa deixar à mostra. Volto o olhar pra minha irmã, que vai deslizando o vestido, que por ser tão justo, obriga ela a mexer o quadril pra ajudar a descer. Ela não faz com o erotismo da minha mãe, claro, mas eu continuo igualmente alucinado com esse espetáculo incrível.
Quando o vestido finalmente cai no chão, eu surto de novo ao descobrir diante dos meus olhos o corpo lindo e perfeito da Carla, coberto por um conjunto minúsculo vermelho de sutiã e fio-dental, da mesma cor. que o vestido que ela tá usando agora está aos pés dela. Igualzinho a mãe, essas mini roupas mal cobrem os biquinhos dos peitos dela em cima e embaixo também é tão reduzido quanto o da minha mãe, acho que até mais, porque é um quadradinho que deixa ver a virilha da Carla perfeitamente, cobrindo só a bucetinha dela ou melhor, a rachinha, porque a virilha quase dá pra adivinhar. O corpo da Carla é perfeito por inteiro e, embora eu já tenha visto ela de biquíni um monte de vezes e até de lingerie uma vez ou outra, agora, com esse conjunto tão provocante, essas sandálias de salto fino e uma noite tão incrível, fazem eu tremer o corpo inteiro. Amo a cintura fina dela, esses quadris tão bem feitos, os peitos dela bem menores que os da mãe, mas igualmente lindos, parece a imagem da garota dos meus sonhos e acho que nesse momento as duas são.
− Vira, amor, deixa seu irmão te ver bem - sugere a mãe segurando a mão dela no alto e obrigando ela a girar.
A Carla tá vermelha igual a calcinha fio dental dela, mas linda, quando ela vira e eu vejo a bunda dela quase me dá um troço. A bundona da Carla, aquele rabo perfeito que é a inveja dos meus amigos e que muitas vezes eu pude admirar de jeans ou de legging, até de calcinha, mas agora tá com uma fio dental fininha que mostra a carne toda. Não tem marca de sol, então deduzo que ela toma sol pelada e isso me faz pensar, Onde? Por que eu não fico sabendo?
− E aí? Ficou mudo - fala a mãe sorrindo diante do meu olhar bestificado.
Não consigo responder, primeiro porque não sei o que dizer, mas segundo porque minha boca e garganta tão secas, então quase solto um suspiro em forma de bufada.
− Tô vendo que foi bem, hehe - diz ela finalmente apontando pro volume que meu novo cueca box mostra quase apontando pra elas.
Não percebi nada durante a exibição da minha irmãzinha que meu pau tinha crescido pra caralho debaixo do tecido da minha nova cueca. Me Tapo como posso a enorme barriga tentando esconder algo que claramente se vê enorme, como se estivesse mais grandiosa do que nunca.
Minha mãe se aproxima de mim com aquela caminhada que acho super erótica quando levanta os pés com seus saltos altos e suas coxas e peitos balançando a cada passo, onde, aliás, parece que os peitos dela vão escapar da prisão a qualquer momento. Enquanto isso, meu pau continua cheio e duro diante dessa visão. Mamãe tira minhas mãos da minha virilha e as coloca dos dois lados do meu corpo.
— Filho, não se preocupe, isso que você sente é normal. Duas mulheres vestidas de forma sexy com essa linda lingerie e saltos é algo que poucos conseguem resistir.
"Duas mulheres de lingerie" é uma expressão que não combina com a realidade. Eu diria que são duas mulheres monumentais em dois conjuntos minúsculos de lingerie que cobrem pouco mais do que a imaginação pode revelar, porque se descuidam um pouco, mostram tudo. De novo, meu pau dá um pulo e elas se olham e sorriem.
A calcinha fio-dental branca da mamãe realça todas as curvas dela e exibe um corpo moreno, mas a calcinha fio-dental vermelha da Carla também é uma bomba-relógio. Já não sei para onde olhar, porque as duas me deixaram doido.
Minha mãe está bem perto, tão perto que quase sinto o calor dela, e meu pau se recusa a baixar, apesar de eu tentar manter a sanidade, pensando que isso nem está acontecendo de verdade e pode ser fruto de uma alucinação. Ela sorri, e meus olhos voltam a admirar aquele corpo semi-nu, quando ela me diz:
— Olha, Nacho, hoje você não é mais um garoto, é maior de idade. Tem duas mulheres que se vestiram para a ocasião de forma bem ousada e agora estão na sua frente com essas roupas, é lógico que você tenha essa ereção. Não quero que sinta vergonha.
Em seguida, ela passa a mão levemente pelo meu membro, acariciando-o por cima da cueca. Agora não foi meu pau que deu um pulo, fui eu inteiro, quase caindo. para trás. Ela amplia o sorriso enquanto acaricia suavemente meu peito com as mãos.
– Quero que hoje vocês dois experimentem as sensações de serem adultos de verdade.
Não consigo entender nada do que ela estava me dizendo, só vejo que minha mãe, meio nua, está a poucos centímetros de mim provocando umas sensações estranhíssimas.
– Vamos abrir a garrafa de espumante. Traz ela da geladeira, Carla. – ordena mamãe sem que eu consiga mover um músculo, exceto meu pau que está cheio de tesão e brincalhão debaixo da minha cueca. Se eu descuidar, a cabeça vai escapar pela parte de cima.
Fico pasmo mais uma vez com minha irmã e seu jeito de andar quando ela vai até a cozinha pegar a garrafa de espumante, e meu olhar se perde naquele corpo e naquela calcinha fio-dental minúscula que se enfia safada entre as nádegas dela. Não pode existir nada mais sensual… eu continuo sem conseguir reagir, totalmente imóvel. É mamãe quem se aproxima, me dá a mão e me leva até o sofá. Vou atrás dela sem conseguir tirar os olhos daquela bunda que balança harmoniosamente na minha frente. Ela senta e, dando uma palmada no sofá, me ordena que faça o mesmo ao lado dela.
– Não se sinta mal, querido, relaxa – ela diz, acariciando meu peito com a ponta dos dedos.
Meu olhar se perde naqueles peitos que mal são cobertos pelo sutiã tão pequeno, e depois desço a vista para ver aquela calcinha que cobre a buceta dela no limite. Meu Deus, mamãe está uma gostosa!
– É que me sinto estranho, mãe. – falo, tentando me desculpar de novo pela minha ereção evidente.
– Isso não tem que te perturbar, meu filho, por isso hoje organizamos essa festa, para que você seja o homem da casa e curta sua maioridade.
O olhar de mamãe se fixa no meu pau que aponta como uma montanha debaixo da minha cueca nova. Ela estende a mão e acaricia de novo suavemente meu volume, me fazendo tremer.
Carla se aproxima com a garrafa, e mamãe já colocou umas taças na mesinha na frente do sofá. Meus olhos vão de novo para a A virilha da minha irmã, que forma aquele buraquinho tão apetitoso entre as coxas dela.
— Nacho, faça as honras — diz minha mãe me entregando a garrafa pra eu abrir.
Enquanto isso, Carla, que eu não tiro os olhos, senta do meu lado e ainda não acredito que meu corpo elétrico tá entre essas duas gostosas que eu não paro de olhar, uma à esquerda, outra à direita. Abro a garrafa e não consigo controlar o gás dentro dela, que faz jorrar um esguicho que molha o tapete todo.
Mamãe não fica brava, só diz "alegria" batendo palmas, como se aquilo fosse até divertido. Sirvo o espumante nas taças e os três brindamos numa noite que se tornou muito especial, como a mamãe tinha previsto. Tá entre as duas é melhor do que ganhar na loteria e algo que eu nem sonhava.
— Como vocês estão se sentindo, crianças? — começa a falar mamãe depois do brinde, dando um gole.
Vejo os lábios vermelhos dela se juntarem pra tomar aquele pequeno gole e não paro de pensar que, se não fosse minha mãe, com vontade eu já teria tentado pegar um peito. Ela é de matar. Depois viro o olhar pro outro lado e vejo outra mulher linda sentada do meu lado, com a pele colada na minha, as coxas morenas, aquela barriga lisa, esses lábios pintados que parecem maiores do que nunca.
Ninguém fala, acho que eu tô sem graça, mas minha irmã, mesmo sabendo de tudo, também parece cheia de dúvidas.
— Vamos, começa você, Nacho, como me disse antes. — ordena mamãe.
— Então, me sinto muito estranho, mãe, já te falei, não esperava por isso. Tô alucinando...
— Quer dizer que você gostou dos seus presentes?
— Vocês duas foram o melhor presente. — falo sem pensar, mas totalmente convencido.
— Ótimo, viu como é fácil? Muito bem, Nacho, é assim que se conquista as mulheres. Pode ser que você esteja obnubilado, perdido, excitado, mas nunca esqueça o O cavalheiro que existe dentro de você. Isso enlouquece todas nós, mas continua, continua… O que mais você gostou de tudo isso esta noite?
– Bom… Gostei de tudo! Foi uma grande surpresa, com certeza.
– E você ainda não viu o melhor – mamãe completa, piscando um olho para a Carla.
– Ainda tem mais?
– Claro, meu filho, hoje quero que seja um dia inesquecível para nós dois, em que vocês já são adultos e podem decidir por si mesmos. Hoje vamos nos despir por completo.
– Como assim? Nos despir? – pergunto, alarmado.
– Ora, pelo menos por dentro, e dizer o que sentimos. – ela completa, trocando um olhar cúmplice com minha irmã.
Depois de dar um gole, ela parte para o ataque:
– Quero que sejamos sinceros, como três adultos que somos. Vocês concordam? Vocês topam?
Não há resposta, mas minha irmã faz um gesto afirmativo que me deixa alucinado de novo. As duas têm um plano claro, e eu estou perdido, ao mesmo tempo que extraordinariamente surpreso. Nossa mãe continua:
– Bom, vamos lá, eu começo. Vou ser sincera, tá? Gostei muito de planejar tudo isso, conversar com a Carla durante esses dias, comentar tudo o que ia acontecer, ver sua cara de espanto. Os beijos desta manhã que te deixaram tão confuso. Acho que você deve ter ficado alucinado…
– E muito, mamãe, não esperava por isso. – interrompo.
– Pois é, isso me fez sentir muito feliz e ao mesmo tempo estranha, como se fosse algo proibido e brincalhão que eu nunca tinha podido fazer até agora. Agora tenho um homem em casa, e gostei muito que você tenha sentido isso com o beijo. Eu também senti.
Essas palavras da mamãe são algo que não esperava. Será que ela ficou excitada ao me beijar esta manhã? Será que estava curtindo esse jogo? A verdade é que foram beijos muito ternos, mas muito excitantes. Mamãe continua com sua explicação:
– Adorei principalmente quando você entrou na cozinha esta noite e nos viu assim vestidas. O que passou pela sua cabeça?
– Bom, pensei na sorte que tenho. De ter vocês em casa. respondo com sinceridade.
– Já, isso eu sei, querido, mas o que você reparou? O que te fez sentir algo especial?
– Não te entendo.
– O que te excitou?
– Ah, sei lá, gostei muito do seu vestido tão justo que mostrava suas curvas.
Mamãe não consegue evitar uma gargalhada, mas até isso me parece erótico, igual aos movimentos das pernas dela, acho que ela tá excitada. Eu continuo envalentado, sabendo que isso agrada tanto a mamãe:
– Adorei o formato do seu peito sob aquele decote e como suas tetas pareciam querer pular pra fora. E agora te tenho aqui do lado com esse conjunto, que nem consigo processar…
Viro a cabeça e olho pra Carla, que tá na expectativa esperando algo sobre ela, e sei que mamãe também espera. Me jogo pra mostrar tudo o que me excitou nela:
– Fiquei de cara ao ver a Carla também com aquele vestido vermelho tão curto e apertado. Tava uma gostosa. Nunca tinha visto ela tão sexy.
Não consigo evitar uma pausa pra ver a reação das duas, e isso me excita ainda mais, tanto que meu pau dá outro daqueles avisos, mas é que na real ele não baixou a inchação nem um segundo. Me envalento, dou um gole de espumante e continuo:
– As pernas da Carla são divinas, e agora que tenho ela aqui do lado com essa calcinha fio dental vermelha, tô alucinado.
Minha irmã segura meu rosto com as mãos e me dá um beijinho na boca, enquanto o peito dela encosta no meu. Uffa, não vou aguentar muito sem gozar em cima.
– E você, Carla? – pergunta minha mãe pra filha.
Minha irmã me olha, dá um pequeno gole na taça e, depois de uma certa hesitação, expõe a visão dela:
– Bom, também me senti muito estranha todos esses dias planejando isso. Tinha muitas dúvidas e imaginava que o Nacho ia se surpreender, mas ao ver ele agora, adoro ter organizado. Hoje de manhã, quando te beijei e quando você olhava minhas pernas e minha buceta com a legging de academia, me deu um frio na barriga estranho…
Uffa, não acreditei no que ela tava dizendo, será que ela ficou com tesão? com o beijo e meu olhar no corpo dela? E saber que estão planejando isso há dias também me deixa muito excitado, porque sei que quando as duas se juntam são imbatíveis, então devem ter preparado tudo com dedicação total.
— E o que você sentiu quando ele ficou duro ao nos ver de tanga? — pergunta pra minha irmã.
— Fiquei excitada ao ver ele. — responde Carla, meio cabisbaixa, e toma mais um gole.
Se me picarem, não sangro. O que tantas vezes sonhei nas minhas inúmeras punhetas pensando na minha mãe ou na minha irmã está acontecendo hoje, no meu aniversário. Será que estou sonhando? Agora, com elas aqui do meu lado, as desejo mais do que nunca. O mais alucinante é que a mãe diz que ainda vêm mais surpresas…
CONTINUA…
PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2962285/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-4.htmlFala aí, seus poringueiros!! que leram o conto. Queria propor um jogo... comenta aí com uma foto de alguém parecido com um dos personagens. Tipo, uma foto de alguém que lembre a Carla... a mãe... e o Nacho.
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESSA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2961742/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-2.html
CAPÍTULO 2 (O presente)
Depois de tanta tortura, mas bendita tortura!, ao sentir os corpos da minha mãe e da minha irmã por inteiro, primeiro as bundas delas no meu colo e depois dançando com elas aquela música tão sedutora, é algo que me deixou realmente louco. Aproveito pra acariciar zonas que dias atrás eram impensáveis no corpaço da minha mãe. Não me atrevo a tocar a bunda diretamente, mas roço bem perto.
− Como você está se divertindo, filho? Tá gostando da sua festa de aniversário? - ela pergunta no meu ouvido, encostando ainda mais o corpo no meu.
− Muito bem, mãe. Tá tudo ótimo.
Ela sorri vitoriosa com minha resposta, mas ao mesmo tempo parece curtir a ereção que eu tento disfarçar a todo custo e que roça nela a cada dois por três.
Mamãe diz pra servir um café e pra proceder, segundo ela, finalmente!, à entrega do meu presente, aquele pelo qual eu estava tão ansioso antes, embora agora minha mente esteja francamente em outro lugar, só vejo bundas e peitos por toda parte.
Minha irmã, como sempre, cuida do café na cozinha e minha mãe senta do meu lado no sofá, cruzando as pernas e passando a mão na minha perna. Começa no joelho e vai subindo devagar. Nossos olhares se cruzam e meus olhos não conseguem evitar se perder naquele decote sexy.
− Como você já tá grande, filho! - diz beliscando minha coxa por cima da calça jeans. - Já tenho um homenzarrão em casa. Você não sabe quanto esperei por esse momento. Tô muito orgulhosa de você. Bom, tô orgulhosa dos dois.
Mamãe sempre sabe como nos animar e elogiar, mas além disso de um jeito que excita qualquer um, porque ela faz sempre com tanto carinho… mas é que hoje, além disso, eu a vejo muito melosa, muito pegajosa. Meu olhar volta a percorrer aquelas curvas impressionantes que marcam seu vestido justíssimo e, principalmente, o decote, que é um lindo vale de pele morena formado pelos dois peitos enormes dela.
− Seus olhos estão vagando - ela diz de repente, me pegando no flagra.
− Não, Isso… não.— respondo de forma cortante ao ser pego numa das minhas olhadas libidinosas pros peitos dela.
— Não seja bobo, homem, é normal. Você já é um homem.
— É que…
— Sério, Nacho, é normal. Você já não é mais o bebê que mamava nesses peitos — ela acrescenta, pegando os próprios peitos e amassando-os de um jeito que provoca um arrepio no meu corpo todo.
Ela fala como se esse dia fosse a virada da minha vida, como se eu tivesse passado de menino a homem num instante. É verdade que mudei em pouco tempo, já que até bem pouco tempo atrás eu não olhava pra minha mãe como uma mulher, do ponto de vista sexual, mas de uns tempos pra cá, ela não é só uma mãe, ela irradia mil e uma sensações difíceis de controlar, graças à sensualidade dela e a uma beleza escultural que me deixa besta perdido.
A verdade é que minha mãe é gostosa pra caralho, ela sabe disso e também sabe como se valorizar com o jeito de se vestir. A altura dela permite mostrar as pernas em jeans superjustos ou vestidos colados como o que ela tá usando hoje. Ainda lembro da punheta que bati semana passada quando a vi com uma saia de couro nova. Ela tava impressionante com aquelas pernas intermináveis. Em casa ela também usa roupas mais confortáveis, mas ainda assim me parece sexy, com os vestidos de verão tão leves, as camisolas dela, mas hoje, nessa noite tão especial, ela tá radiante, tão gostosa, tão justa… e eu bem tarado, pra que enganar.
— Tô bonita? — ela pergunta de repente.
— Isso… claro… — respondo hesitando.
— Vamos, filho, eu sei que te deixei nervoso e que você ficou de pau duro. Não sou boba.
Porra, com essa frase ela me pega de vez. Já imaginava que ela pudesse ter percebido minha rola dura debaixo da bunda dela ou encostada na barriga dela durante a dança, mas claro, não podia ser diferente. O estranho é ouvir ela falar isso, com tanta naturalidade.
— Mãe, desculpa, mas é que eu não consegui… evitar isso...
— Não se preocupa, é normal. Você tá na idade. Além disso, fico feliz em acordar assim.
Mal termina de falar, passa a mão no meu volume e segura de leve. Sim... sim, tô olhando pra mão dela e não consigo acreditar, mas os dedos dela se fecham no meu pau por cima da calça jeans e apertam suavemente. Demoro pra reagir, parece inacreditável mesmo estando vivendo aquilo.
— Mãe! — falo mais como susto do que reclamação, e ela tira a mão pra não me deixar mais desconfortável.
— Não seja bobo, já te falei que é normal você ficar assim, já é um homem e eu te pareço uma mulher gostosa, não?
— É... sim, claro, mãe, você é linda pra caralho.
— Obrigada, filho, gosto quando você me diz isso e, aliás, você fala muito pouco.
— Bom, então é isso. Você é muito gata.
— Mas... ainda tô boa? Ainda sou uma mulher que dá vontade de comer?
— Mãe! — reclamo.
— Vamos, Nacho, não se acanha agora. Só me diz se sua mãe é gostosa ou não.
— Sabe que sim. Os homens são todos malucos por você.
— Ah, é?
— Não me diga que não percebe que você causa tesão por onde passa?
— Bom, sim, percebo que me olham, mas não sei até que ponto isso levanta outras coisas — ela completa, arranhando de leve o volume do meu pau por baixo da calça.
— Não sou o único, quando saio com você todo mundo fica olhando sua bunda, seu decote, suas pernas. Você é uma coroa muito gostosa.
O sorriso branco dela aparece de novo, feliz com meu comentário, mas é verdade, todos os caras ficam bobos por ela, desde os colegas de trabalho, nossos vizinhos, muitos parentes e amigos babam nessa beleza tão bem cuidada da minha mãe.
— Bom, esses peitos já tão meio caídos — ela fala, segurando os seios grandes com as mãos. Aquilo provoca um formigamento estranho na minha virilha, que continua com uma ereção que acho que vai durar a noite toda. Parece que ela adivinha meus pensamentos e sorri, olhando mais uma vez pra baixo. meu pacote.
Nesse momento, a Carla aparece em cena com a bandeja das xícaras e a cafeteira soltando vapor. Meu olhar vai agora pra esse outro corpaço que tenho em casa. O jeito dela andar me parece tão sensual, e é que com aquele vestido justo, as pernas longas e bem definidas, as curvas e uma bunda redondíssima, junto com um rostinho doce, fazem dela uma mulher espetacular. Hoje, além disso, ela tá ainda mais explosiva do que nunca.
— E sua irmã? — minha mãe pergunta.
— Minha irmã, o quê?
— Se ela é gostosa.
Demoro pra responder, e a Carla, enquanto pousa a bandeja na mesinha, fica um tempinho me observando, esperando meu comentário sobre isso. Sei lá, pode ser o vinho, o fato de já ser adulto ou ter minhas garotas tão absurdamente lindas, mas eu me jogo de vez, deixando as dúvidas e os medos pra trás.
— Sim, ela é gostosa, mãe... e muito. — afirmo.
As duas riem, mas percebo um rubor nas bochechas da Carla, aquele tom avermelhado que a deixa ainda mais desejável.
— Ela tem umas pernas dos sonhos, longuíssimas — minha mãe completa, aproximando a mão e subindo pelas coxas dela até se enfiar por baixo da saia do vestido.
A Carla se vira, nervosa, e fica meio sem graça depois de servir os cafés, mas o que minha mãe disse é verdade: minha irmã é uma beleza, com uma bunda redonda e linda, e pernas longas e muito bem torneadas.
— Olha que finas, Nacho. — minha mãe me diz, me convidando a acariciar as pernas da minha irmã.
Levanto o olhar e vejo que a Carla não parece se importar que eu tente, e mesmo com um certo receio, aproximo minha mão das pernas dela. Acaricio a panturrilha direita e sinto a maciez daquelas pernas finas e bem depiladas. Minha mãe me observa, na expectativa, e no olhar dela percebo que me incentiva a subir mais. Faço isso com medo e subo até a metade da coxa, sentindo ainda mais suavidade naquela parte. Nunca antes tinha tocado minha irmã assim.
— Não são finíssimas? — minha mãe pergunta.
— Demais — respondo, alucinado. enquanto minha irmã sorri ali parada de costas pra gente.
− Toca por dentro, vai ver que são ainda mais macias.
Faço isso e descubro pela primeira vez como a pele na parte interna das coxas da minha irmã pode ser de veludo, fazendo meu pau dar outro espasmo por baixo da calça. Fico me deliciando tocando essa parte e subindo bem pra cima, sem chegar no "ponto crítico", mas perigosamente perto. Acho que ouço um ronronar da minha irmã quando toco ali.
Ela senta de repente do meu lado e me dá um beijo na bochecha. Hoje ela tá mais carinhosa do que nunca. Nunca vi ela assim.
− Bom, e meu presente? – falo de novo, impaciente, tentando acalmar os ânimos que já tão quentes demais. A verdade é que também tô morrendo de curiosidade pra saber o que é.
− Que impaciente! – fala a mãe – olha, é algo muito especial, Nacho... e lembra que é um presente pros dois.
A primeira coisa que passa pela minha cabeça é que é um notebook ou algo assim, e que vou ter que dividir com a Carla.
− Quero que seja o presente especial pra vocês. – diz apontando pra nós dois com o dedo. Mesmo que hoje seja a maioridade do Nacho, é como se fosse a dos dois, porque pra mim hoje vocês deixaram de ser meus filhos. – completa.
Não entendo nada, mas a Carla com certeza sabe do que ela tá falando e eu vejo muito nervosismo no olhar dela e na risadinha que, pra mim, soa histérica.
− Bom, mas é algo pra Carla e pra mim? – pergunto.
− Sim, ela não ganhou um presente grande no aniversário de 18 anos dela, lembra? Foi uma roupa, mas hoje que vocês dois são adultos, vão ter o presente de adulto juntos. Embora a Carla já saiba e goste, tenho certeza que você também vai gostar.
− O que é? – pergunto pra Carla, pra ela me adiantar alguma coisa, mas ela desvia o olhar, nervosa.
Por mais que eu pense, não adivinho do que diabos a mãe tá falando. Passa pela minha cabeça a ideia de que ela comprou um carro pra gente. vamos compartilhar uma vez que tirarmos a carteira, algo bem de adulto, né?, mas acho que deve ser outra coisa.
Eu sorrio quando minha mãe estica a mão e tira um pacote de debaixo do sofá.
− Toma aqui – ela me diz.
Ela estende o pacote, não muito grande, então deduzo que não é nem o videogame e muito menos o notebook. Pela textura, parece ser roupa. Me amaldiçoo pelas minhas imaginações, mas mais ainda quando rasgo o papel nervosamente pra descobrir que me deram de presente uma cueca!, sim, uma boxer azul-marinho.
− Valeu – falo, bem decepcionado e com um certo tom de protesto.
Minha mãe cai na gargalhada quando vê minha cara de surpresa. E eu olho pra Carla, que parece estar se divertindo pra caralho, tampando a boca e morrendo de rir. Ainda não sei se é uma brincadeira ou se é realmente o presente que escolheram.
− Não gostou? – pergunta a mãe, sem parar de rir.
− Gostei, claro. – respondo com meu sorriso mais forçado.
− É daquela marca que você sempre pede. Sua irmã que escolheu.
− É bem sexy, mãe, mas…
− Esperava outra coisa? – a mãe interfere.
Não respondo, porque na hora penso que tô sendo muito egoísta e um moleque mimado. A verdade é que com a homenagem que tô recebendo, já tenho mais que o suficiente pra não ficar sendo um puta materialista. Eu sorrio.
− Vai pro teu quarto e experimenta. – ela completa.
− Tá, vou experimentar amanhã, mãe.
− Não. Agora. Vai pro teu quarto e volta com ele vestido, aí a gente te fala como ficou. – ela impõe, séria.
− Mas, sair com ele agora?
− Tá com vergonha? Já te vimos de cueca ou de sunga várias vezes.
Eu fico de cara, será que elas querem que eu vista a cueca e volte só com ela pra fazer um desfile de modelo? Levanto e vou pro meu quarto pensando que talvez tenha outra surpresa lá, e por isso minha mãe tá tão zoando e tão misteriosa. Mais uma vez me decepciono quando descubro que no meu Quarto, nada de novo nem nenhum tipo de presente escondido.
Enfim, tiro a roupa, coloco ela em cima da cama e me olho nu no espelho. Porra, ainda tô com essa ereção de cavalo e acho que não vai descer a noite toda. Sem dúvida as garotas devem ter notado, mas parece que nenhuma das duas ligou. Acaricio meu pau mais uma vez, me observando no espelho, e penso que o melhor é bater uma punheta pra aliviar esse tesão que tá me torturando, porque senão não vou conseguir vestir aquela cueca azul.
— Vamo logo, demorado. — ouço minha irmã falar, batendo com os nós dos dedos na minha porta.
Porra, não vou conseguir bater uma com tranquilidade. Bom, vou tentar essa noite e vai ser uma punheta memorável, lembrando de tudo que rolou nessa noite estranha e maravilhosa. Visto a cueca, que é bem justa. Por um momento acho que erraram o tamanho, mas quando me viro no espelho percebo que é uma cueca bem marcada, que, por sinal, fica bem em mim, diga-se de passagem. Me olho de novo no espelho e vejo que meu pau tá bem grosso. Já não sei mais o que fazer pra aliviar tanta tensão. Decido pensar em outra coisa, em algo desagradável, e depois de alguns segundos me concentro e finalmente saio meio sem graça pra sala, onde minhas duas garotas me esperam impacientes. Fico com vergonha delas me verem de cueca, hoje principalmente, porque não vou conseguir me recuperar de outra ereção. As duas estão juntas sentadas no sofá, extraordinariamente gostosas, mostrando seus melhores atributos, lábios ardentes aqui, pernas intermináveis ali, um decote mais que sugestivo acolá... Elas aplaudem assim que eu entro, vestido só com aquela cueca justa e meu pau avantajado marcado no tecido.
— Uau! — grita minha mãe, levantando e aplaudindo nervosamente. Carla fica do lado dela e sussurra algo no ouvido, fazendo as duas rirem.
Não sei o que elas disseram, mas gostei da O jeito como elas me olham. Me sinto realmente lisonjeado e sorrio para as duas, grato por aquele presente, que tinha certeza que faria sucesso. Elas estão espetaculares e conseguiram me impactar desde o primeiro momento, agora sou eu quem se sente admirado com minha roupa íntima.
– Ficou genial em você, Nacho. Como uma luva – diz a mamãe –, não é, Carla?
– Sim, está muito gostoso – acrescenta minha irmã, timidamente.
Nunca antes Carla tinha me dito algo assim, ela poderia até ter rido de mim ou dito alguma besteira das dela, mas sinto a sinceridade ao falar. Me sinto o centro das atenções, confirmado pelos elogios delas.
– Bom, agora vamos te mostrar as nossas. – diz a mamãe de repente.
– As de vocês? – pergunto, intrigado.
– Sim, nós também compramos roupas íntimas.
– Sério? – pergunto de novo, intrigado, sem acreditar que vão me mostrar os conjuntos de lingerie ali mesmo. Sorrio para mim mesmo, achando que isso seria mais um sonho não realizado, mas tento ser realista, pensando que não pode ser.
– Claro, love, já te falei que hoje tem presentes compartilhados. – acrescenta minha mãe com seu sorriso branco.
Ela passa as mãos pelas alças do vestido e, da forma mais sensual que já pude imaginar, começa a deslizá-lo lentamente para baixo, sem tirar os olhos de mim. Se não fosse minha mãe, diria que o presente é um striptease completo. Porra, minha mãe! Tô alucinando, porque ela está totalmente diferente esta noite.
O vestido caiu no chão e fico alucinado ao ver minha mãe com uma fio-dental branca minúscula, cobrindo o mínimo e mostrando a maior porção de carne que já vi nela. Na parte de cima, dois pequenos adesivos mal cobrem a auréola dos mamilos e, quando olho de novo para a virilha dela, vejo um triângulo que tapa um púbis nos limites mais apertados. Dizer impressionante é pouco, é algo inacreditável, mamãe agora é uma daquelas gostosas com quem tantas vezes Eu já me masturbei em sites pornô, com calcinhas fio-dental minúsculas, mas, porra, essa é minha mãe e ela não tem nada a invejar daquelas gostosas com quem eu me divirto algumas noites na tela do meu computador. Os peitões enormes dela, que parecem que vão pular pra fora, e aquele triângulo que cobre o mínimo... Com os saltos, as pernas dela parecem ainda mais finas e torneadas. Essa imagem vai ser difícil de esquecer enquanto eu viver...
Ela se vira toda provocante e mostra aquele rabo enorme com a calcinha fio-dental que entra literalmente no meio das bandas, exibindo a redondeza de uma bunda que não perdeu a forma nem um pouco. Um rabão de respeito, que deve ser a inveja das amigas dela da academia. Nunca na vida tinha visto a bunda da minha mãe ao vivo e a cores, e agora...
Vêm à minha mente os momentos em que vi minha mãe de maiô, de biquíni ou até em casa quando peguei ela sem querer de calcinha de algodão, mas agora, esse conjunto de lingerie é um convite pro pecado mais absoluto. Mostra quase mais do que cobre.
— Vamos, Carla, agora é sua vez. — ordena minha mãe.
Fico alucinado. Minha irmã se levanta e, depois de sorrir pra mim, desce uma alça do vestido pelos ombros, depois a outra, e com certa dificuldade, porque a roupa está bem colada no corpo dela. Ela me olha e me mostra de novo aquele sorriso branco, aí viro a cabeça pra ver minha mãe de novo, que está ajeitando o fio-dental pra tampar algo que qualquer movimento pequeno possa deixar à mostra. Volto o olhar pra minha irmã, que vai deslizando o vestido, que por ser tão justo, obriga ela a mexer o quadril pra ajudar a descer. Ela não faz com o erotismo da minha mãe, claro, mas eu continuo igualmente alucinado com esse espetáculo incrível.
Quando o vestido finalmente cai no chão, eu surto de novo ao descobrir diante dos meus olhos o corpo lindo e perfeito da Carla, coberto por um conjunto minúsculo vermelho de sutiã e fio-dental, da mesma cor. que o vestido que ela tá usando agora está aos pés dela. Igualzinho a mãe, essas mini roupas mal cobrem os biquinhos dos peitos dela em cima e embaixo também é tão reduzido quanto o da minha mãe, acho que até mais, porque é um quadradinho que deixa ver a virilha da Carla perfeitamente, cobrindo só a bucetinha dela ou melhor, a rachinha, porque a virilha quase dá pra adivinhar. O corpo da Carla é perfeito por inteiro e, embora eu já tenha visto ela de biquíni um monte de vezes e até de lingerie uma vez ou outra, agora, com esse conjunto tão provocante, essas sandálias de salto fino e uma noite tão incrível, fazem eu tremer o corpo inteiro. Amo a cintura fina dela, esses quadris tão bem feitos, os peitos dela bem menores que os da mãe, mas igualmente lindos, parece a imagem da garota dos meus sonhos e acho que nesse momento as duas são.
− Vira, amor, deixa seu irmão te ver bem - sugere a mãe segurando a mão dela no alto e obrigando ela a girar.
A Carla tá vermelha igual a calcinha fio dental dela, mas linda, quando ela vira e eu vejo a bunda dela quase me dá um troço. A bundona da Carla, aquele rabo perfeito que é a inveja dos meus amigos e que muitas vezes eu pude admirar de jeans ou de legging, até de calcinha, mas agora tá com uma fio dental fininha que mostra a carne toda. Não tem marca de sol, então deduzo que ela toma sol pelada e isso me faz pensar, Onde? Por que eu não fico sabendo?
− E aí? Ficou mudo - fala a mãe sorrindo diante do meu olhar bestificado.
Não consigo responder, primeiro porque não sei o que dizer, mas segundo porque minha boca e garganta tão secas, então quase solto um suspiro em forma de bufada.
− Tô vendo que foi bem, hehe - diz ela finalmente apontando pro volume que meu novo cueca box mostra quase apontando pra elas.
Não percebi nada durante a exibição da minha irmãzinha que meu pau tinha crescido pra caralho debaixo do tecido da minha nova cueca. Me Tapo como posso a enorme barriga tentando esconder algo que claramente se vê enorme, como se estivesse mais grandiosa do que nunca.
Minha mãe se aproxima de mim com aquela caminhada que acho super erótica quando levanta os pés com seus saltos altos e suas coxas e peitos balançando a cada passo, onde, aliás, parece que os peitos dela vão escapar da prisão a qualquer momento. Enquanto isso, meu pau continua cheio e duro diante dessa visão. Mamãe tira minhas mãos da minha virilha e as coloca dos dois lados do meu corpo.
— Filho, não se preocupe, isso que você sente é normal. Duas mulheres vestidas de forma sexy com essa linda lingerie e saltos é algo que poucos conseguem resistir.
"Duas mulheres de lingerie" é uma expressão que não combina com a realidade. Eu diria que são duas mulheres monumentais em dois conjuntos minúsculos de lingerie que cobrem pouco mais do que a imaginação pode revelar, porque se descuidam um pouco, mostram tudo. De novo, meu pau dá um pulo e elas se olham e sorriem.
A calcinha fio-dental branca da mamãe realça todas as curvas dela e exibe um corpo moreno, mas a calcinha fio-dental vermelha da Carla também é uma bomba-relógio. Já não sei para onde olhar, porque as duas me deixaram doido.
Minha mãe está bem perto, tão perto que quase sinto o calor dela, e meu pau se recusa a baixar, apesar de eu tentar manter a sanidade, pensando que isso nem está acontecendo de verdade e pode ser fruto de uma alucinação. Ela sorri, e meus olhos voltam a admirar aquele corpo semi-nu, quando ela me diz:
— Olha, Nacho, hoje você não é mais um garoto, é maior de idade. Tem duas mulheres que se vestiram para a ocasião de forma bem ousada e agora estão na sua frente com essas roupas, é lógico que você tenha essa ereção. Não quero que sinta vergonha.
Em seguida, ela passa a mão levemente pelo meu membro, acariciando-o por cima da cueca. Agora não foi meu pau que deu um pulo, fui eu inteiro, quase caindo. para trás. Ela amplia o sorriso enquanto acaricia suavemente meu peito com as mãos.
– Quero que hoje vocês dois experimentem as sensações de serem adultos de verdade.
Não consigo entender nada do que ela estava me dizendo, só vejo que minha mãe, meio nua, está a poucos centímetros de mim provocando umas sensações estranhíssimas.
– Vamos abrir a garrafa de espumante. Traz ela da geladeira, Carla. – ordena mamãe sem que eu consiga mover um músculo, exceto meu pau que está cheio de tesão e brincalhão debaixo da minha cueca. Se eu descuidar, a cabeça vai escapar pela parte de cima.
Fico pasmo mais uma vez com minha irmã e seu jeito de andar quando ela vai até a cozinha pegar a garrafa de espumante, e meu olhar se perde naquele corpo e naquela calcinha fio-dental minúscula que se enfia safada entre as nádegas dela. Não pode existir nada mais sensual… eu continuo sem conseguir reagir, totalmente imóvel. É mamãe quem se aproxima, me dá a mão e me leva até o sofá. Vou atrás dela sem conseguir tirar os olhos daquela bunda que balança harmoniosamente na minha frente. Ela senta e, dando uma palmada no sofá, me ordena que faça o mesmo ao lado dela.
– Não se sinta mal, querido, relaxa – ela diz, acariciando meu peito com a ponta dos dedos.
Meu olhar se perde naqueles peitos que mal são cobertos pelo sutiã tão pequeno, e depois desço a vista para ver aquela calcinha que cobre a buceta dela no limite. Meu Deus, mamãe está uma gostosa!
– É que me sinto estranho, mãe. – falo, tentando me desculpar de novo pela minha ereção evidente.
– Isso não tem que te perturbar, meu filho, por isso hoje organizamos essa festa, para que você seja o homem da casa e curta sua maioridade.
O olhar de mamãe se fixa no meu pau que aponta como uma montanha debaixo da minha cueca nova. Ela estende a mão e acaricia de novo suavemente meu volume, me fazendo tremer.
Carla se aproxima com a garrafa, e mamãe já colocou umas taças na mesinha na frente do sofá. Meus olhos vão de novo para a A virilha da minha irmã, que forma aquele buraquinho tão apetitoso entre as coxas dela.
— Nacho, faça as honras — diz minha mãe me entregando a garrafa pra eu abrir.
Enquanto isso, Carla, que eu não tiro os olhos, senta do meu lado e ainda não acredito que meu corpo elétrico tá entre essas duas gostosas que eu não paro de olhar, uma à esquerda, outra à direita. Abro a garrafa e não consigo controlar o gás dentro dela, que faz jorrar um esguicho que molha o tapete todo.
Mamãe não fica brava, só diz "alegria" batendo palmas, como se aquilo fosse até divertido. Sirvo o espumante nas taças e os três brindamos numa noite que se tornou muito especial, como a mamãe tinha previsto. Tá entre as duas é melhor do que ganhar na loteria e algo que eu nem sonhava.
— Como vocês estão se sentindo, crianças? — começa a falar mamãe depois do brinde, dando um gole.
Vejo os lábios vermelhos dela se juntarem pra tomar aquele pequeno gole e não paro de pensar que, se não fosse minha mãe, com vontade eu já teria tentado pegar um peito. Ela é de matar. Depois viro o olhar pro outro lado e vejo outra mulher linda sentada do meu lado, com a pele colada na minha, as coxas morenas, aquela barriga lisa, esses lábios pintados que parecem maiores do que nunca.
Ninguém fala, acho que eu tô sem graça, mas minha irmã, mesmo sabendo de tudo, também parece cheia de dúvidas.
— Vamos, começa você, Nacho, como me disse antes. — ordena mamãe.
— Então, me sinto muito estranho, mãe, já te falei, não esperava por isso. Tô alucinando...
— Quer dizer que você gostou dos seus presentes?
— Vocês duas foram o melhor presente. — falo sem pensar, mas totalmente convencido.
— Ótimo, viu como é fácil? Muito bem, Nacho, é assim que se conquista as mulheres. Pode ser que você esteja obnubilado, perdido, excitado, mas nunca esqueça o O cavalheiro que existe dentro de você. Isso enlouquece todas nós, mas continua, continua… O que mais você gostou de tudo isso esta noite?
– Bom… Gostei de tudo! Foi uma grande surpresa, com certeza.
– E você ainda não viu o melhor – mamãe completa, piscando um olho para a Carla.
– Ainda tem mais?
– Claro, meu filho, hoje quero que seja um dia inesquecível para nós dois, em que vocês já são adultos e podem decidir por si mesmos. Hoje vamos nos despir por completo.
– Como assim? Nos despir? – pergunto, alarmado.
– Ora, pelo menos por dentro, e dizer o que sentimos. – ela completa, trocando um olhar cúmplice com minha irmã.
Depois de dar um gole, ela parte para o ataque:
– Quero que sejamos sinceros, como três adultos que somos. Vocês concordam? Vocês topam?
Não há resposta, mas minha irmã faz um gesto afirmativo que me deixa alucinado de novo. As duas têm um plano claro, e eu estou perdido, ao mesmo tempo que extraordinariamente surpreso. Nossa mãe continua:
– Bom, vamos lá, eu começo. Vou ser sincera, tá? Gostei muito de planejar tudo isso, conversar com a Carla durante esses dias, comentar tudo o que ia acontecer, ver sua cara de espanto. Os beijos desta manhã que te deixaram tão confuso. Acho que você deve ter ficado alucinado…
– E muito, mamãe, não esperava por isso. – interrompo.
– Pois é, isso me fez sentir muito feliz e ao mesmo tempo estranha, como se fosse algo proibido e brincalhão que eu nunca tinha podido fazer até agora. Agora tenho um homem em casa, e gostei muito que você tenha sentido isso com o beijo. Eu também senti.
Essas palavras da mamãe são algo que não esperava. Será que ela ficou excitada ao me beijar esta manhã? Será que estava curtindo esse jogo? A verdade é que foram beijos muito ternos, mas muito excitantes. Mamãe continua com sua explicação:
– Adorei principalmente quando você entrou na cozinha esta noite e nos viu assim vestidas. O que passou pela sua cabeça?
– Bom, pensei na sorte que tenho. De ter vocês em casa. respondo com sinceridade.
– Já, isso eu sei, querido, mas o que você reparou? O que te fez sentir algo especial?
– Não te entendo.
– O que te excitou?
– Ah, sei lá, gostei muito do seu vestido tão justo que mostrava suas curvas.
Mamãe não consegue evitar uma gargalhada, mas até isso me parece erótico, igual aos movimentos das pernas dela, acho que ela tá excitada. Eu continuo envalentado, sabendo que isso agrada tanto a mamãe:
– Adorei o formato do seu peito sob aquele decote e como suas tetas pareciam querer pular pra fora. E agora te tenho aqui do lado com esse conjunto, que nem consigo processar…
Viro a cabeça e olho pra Carla, que tá na expectativa esperando algo sobre ela, e sei que mamãe também espera. Me jogo pra mostrar tudo o que me excitou nela:
– Fiquei de cara ao ver a Carla também com aquele vestido vermelho tão curto e apertado. Tava uma gostosa. Nunca tinha visto ela tão sexy.
Não consigo evitar uma pausa pra ver a reação das duas, e isso me excita ainda mais, tanto que meu pau dá outro daqueles avisos, mas é que na real ele não baixou a inchação nem um segundo. Me envalento, dou um gole de espumante e continuo:
– As pernas da Carla são divinas, e agora que tenho ela aqui do lado com essa calcinha fio dental vermelha, tô alucinado.
Minha irmã segura meu rosto com as mãos e me dá um beijinho na boca, enquanto o peito dela encosta no meu. Uffa, não vou aguentar muito sem gozar em cima.
– E você, Carla? – pergunta minha mãe pra filha.
Minha irmã me olha, dá um pequeno gole na taça e, depois de uma certa hesitação, expõe a visão dela:
– Bom, também me senti muito estranha todos esses dias planejando isso. Tinha muitas dúvidas e imaginava que o Nacho ia se surpreender, mas ao ver ele agora, adoro ter organizado. Hoje de manhã, quando te beijei e quando você olhava minhas pernas e minha buceta com a legging de academia, me deu um frio na barriga estranho…
Uffa, não acreditei no que ela tava dizendo, será que ela ficou com tesão? com o beijo e meu olhar no corpo dela? E saber que estão planejando isso há dias também me deixa muito excitado, porque sei que quando as duas se juntam são imbatíveis, então devem ter preparado tudo com dedicação total.
— E o que você sentiu quando ele ficou duro ao nos ver de tanga? — pergunta pra minha irmã.
— Fiquei excitada ao ver ele. — responde Carla, meio cabisbaixa, e toma mais um gole.
Se me picarem, não sangro. O que tantas vezes sonhei nas minhas inúmeras punhetas pensando na minha mãe ou na minha irmã está acontecendo hoje, no meu aniversário. Será que estou sonhando? Agora, com elas aqui do meu lado, as desejo mais do que nunca. O mais alucinante é que a mãe diz que ainda vêm mais surpresas…
CONTINUA…
PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2962285/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-4.htmlFala aí, seus poringueiros!! que leram o conto. Queria propor um jogo... comenta aí com uma foto de alguém parecido com um dos personagens. Tipo, uma foto de alguém que lembre a Carla... a mãe... e o Nacho.
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