Olá, meu nome é Cecília e neste relato quero contar como me transformei de uma dona de casa comum e normal em uma mãe incestuosa que curte pra caralho essa experiência. Vou me descrever um pouco pra vocês me conhecerem. Como já disse, meu nome é Cecília (todo mundo me chama de Ceci), tenho 45 anos, sou de pele clara, cabelo castanho na altura do ombro, tenho 1,60 m de altura e peso 65 kg. Tenho peitos bons, uso sutiã tamanho 36 C, são grandes, redondos e com mamilos marrons. Pra minha idade, acho que eles ainda estão no lugar, porque quando uso decotes percebo que os homens adoram baixinhas peitudas como eu, já que não param de olhar. Não sou magra, mas também não sou gorda, digamos que sou "curvy", como falam aqui no meu país pra mulheres como eu. Tenho uma barriguinha, mas nada exagerado, porque depois de três filhos ficam sequelas. Minha buceta tem lábios grossos e carnudos, e eu uso ela completamente depilada, sempre gostei assim desde a adolescência. Depilo uma vez por semana ou no dia em que sei que vão usar ela. Meu marido já me disse que quando uso leggings ou calças justas, minha buceta fica bem marcada, ou que o tecido da tanga entra e forma aquela "pata de camelo". Embora ele já tenha dito mais de uma vez que, quando saio na rua, vou marcando a ppk, ele não se incomoda de eu usar esse tipo de roupa. Continuando: minhas pernas são normais, graças a Deus não tenho celulite, porque meus anos de academia ajudaram muito nisso, e acho que tenho pernas bonitas. Deixei pro final o que considero meu maior atrativo, e não sou só eu que digo isso; no decorrer deste relato vocês vão perceber que mais de um pensa o mesmo: minha bunda. Sim, minha bunda, considero que é meu maior atrativo, porque, embora seja uma mulher madura, acho que é o que os homens mais gostam em mim. Na rua, eles não conseguem evitar de virar pra olhar, porque ela é grande, redonda, nada caída pra minha idade, e vamos acrescentar que eu sempre uso tanga, leggings e calças justas. Não é nada raro ver minha bunda "comendo" o tecido da roupa ou marcando a tanga, e com algumas leggings, até transparentando. A tira do meu fio dental, mas enfim, não quero ser metida, só vou dizer que os homens são loucos pelo meu bundão. Sou casada, meu marido se chama Manuel, tem 60 anos. Ele foi meu professor no ensino médio, e com apenas 18 anos conseguiu me levar pra cama. Sem nenhuma experiência sexual antes dele, acabei engravidando. Casamos no ano seguinte e já estamos juntos há 26 anos. Ele já está aposentado, e vocês vão entender que é meio complicado, porque ele não gosta mais de sair, se divertir e essas coisas. Já eu, uma mulher madura e divertida, adoro festa. Mas vou falar disso mais tarde, vou continuar explorando meu entorno. Tivemos três filhos: Mavel, a mais velha, tem 26 anos, é casada há 1 ano e mora com o marido. Irma tem 22 anos, está cursando engenharia nos Estados Unidos, já tem quase dois anos lá e está super adaptada, só vem visitar uma vez por ano e volta. Por último, meu filho Luis tem 18 anos, está no último ano do ensino médio e é um dos protagonistas dessa história de incesto. Vou descrever ele um pouco pra vocês conhecerem: ele tem 1,80m de altura, pesa uns 86 kg, é forte porque joga futebol americano, tem pele morena como o pai e cabelo preto. É bonito, bom, é meu filho, o que mais posso dizer? Meu aniversário de casamento estava chegando, faltava uma semana, então decidi surpreender meu marido com algo muito especial. Comprei uma cinta-liga vermelha com meias e saltos altos de dançarina de boate. O sutiã mal cobria metade dos meus peitos, e a tanga era tão pequena que, se eu não tivesse depilado, daria pra ver todos os pelos da buceta. O fio dental só aparecia por cima da minha bunda, deixando ela toda à mostra para o deleite dele. Já tinha a fantasia, agora precisava da casa vazia pra poder ser a puta que eu gosto de ser no meu aniversário. C: — Filho, você sabe que meu aniversário de casamento tá chegando, e queria te pedir um favor. L: — Desde que não seja dinheiro, o que você quiser, mãe. C: — Não, só quero pedir pra você não estar em casa nesse dia, porque quero um jantar com seu pai. Papai e, bom, depois, você sabe.
L: Sim, fica tranquila, imagino do que você tá falando, não se preocupa, vou ligar pro Dani pra ver se ele me deixa ficar na casa dele.
C: Sério, filho, não te incomoda?
L: De jeito nenhum, mãe. É o aniversário de vocês, aproveitem.
C: Obrigada, filho. Ah, que vergonha, o que você vai pensar de mim.
L: Fica tranquila, vergonha nada, sou seu filho, sou maior de idade e te amo. Se você é feliz, eu também sou. Além disso, pode me contar e falar o que quiser, eu sou um túmulo.
C: Combinado, hein? E sabe que pode contar comigo pro que precisar, meu amor. Bom, vai ser só aquele dia, ok?
L: Ok, mãe. Aproveita, kkkk.
C: Obrigada, meu amor.
O dia chegou e meu marido saiu. Achei que fosse comprar algum presente pra mim. Eu ia tomar um banho e vestir minha roupa pra surpreender ele quando chegasse. Meu filho estava no quarto dele, e fui avisar que ia tomar banho, dando a entender que era hora de ele ir. Peguei meu ligueiro, o sutiã, a tanga, as meias e os sapatos e deixei tudo em cima da cama. Tomei um banho, depilei minha buceta deixando lisinha, sem um único pelo, e saí pra me vestir. Abri a porta do banheiro e meu filho estava no meu quarto com uma mala na mão, parado na frente da minha cama, olhando minha roupa.
C: É isso que vou usar hoje à noite pro seu pai!
L: Desculpa, mãe, só vim avisar que já tô indo. Tá bonito, que sorte que meu pai tem.
C: Sorte?
L: Sim, quando eu casar, quero uma esposa igual você, assim gostosa e que me surpreenda com roupas assim. Bom, já vou. Te amo, mãe, se diverte.
Ele me deixou sem conseguir responder. Só vi ele sair do quarto. Até aquele momento, nunca tinha recebido um elogio assim do meu filho, e fiquei pensando no que ele disse. Bom, tentei me concentrar e me vesti da forma mais puta que pude, porque queria uma boa trepada no meu aniversário. Me vesti, passei perfume no corpo todo e, por cima da minha roupa de puta, coloquei um vestido preto justo de uma peça só que, com um puxão, sairia inteiro, deixando a puta dele à disposição do meu marido. Me olhei no O espelho antes de vestir o vestido e me vi tão gostosa, minha raba tava incrível e só de imaginar que meu marido ia me usar em alguns minutos já tava me molhando. Desci pra cozinha, a janta já tava pronta e a mesa do jantar decorada com velas, subi pra conferir o quarto que tava pronto pra ele me comer a noite inteira. Meu marido chegou e me deu um presente que comprou (uma pulseira de prata) e flores, jantamos e ficamos conversando até que eu falei que ia subir pro quarto e que esperava por ele. Ele subiu uns 10 minutos depois e começou a me beijar e apalpar, eu fiz o mesmo e quando passei a mão no pau dele, tava dormindo. Devo dizer que não me surpreendi totalmente, porque antes já tinha notado que ele tinha dificuldade de ter ereção, mas dessa vez eu tava tão gostosa que me irritou um pouco não rolar. Tirei o vestido e fiquei na frente dele de liguero, me virei mostrando minha bunda. Falei: "essa noite, por ser especial, vou deixar você usar esse buraquinho." Separei as nádegas mostrando meu cu só tampado pelo fiozinho da tanga. Olhei pra cara dele e ele tava desconcertado, meio preocupado. Ajoelhei e peguei no cinto dele, comecei a tirar. Falei: "cê quer que sua putinha chupe seu pau, papai?" Ele respondeu: "sim, meu amor." Abaixei a calça e a cueca dele, mas, oh, decepção, o pau dele tava morto, nem semiereto. Peguei com a mão e comecei a mexer, nada. Coloquei na boca e coube inteiro, até consegui enfiar as bolas dele na boca, passei a língua por todo o pau e as bolas e tirei, esperando que começasse a crescer, mas nada. Ele falou: "Me desculpa, Ceci, não sei o que tá rolando, juro que quero, mas não sei o que é." Falei: "Talvez se eu dançar um pouquinho pra você e você me ver batendo uma?" Ele respondeu: "Talvez." Levei ele pra beira da cama e sentei ele lá, comecei a rebolar, mostrei minha buceta raspada, fiquei de quatro mostrando a raba, voltei engatinhando até ele e procurei o pau dele com a língua, lambi e lambi, mas nada. Falei: "Talvez cê tá cansado e tudo bem, a gente pode esperar." Ele disse: "Me desculpa, amor." Falei: "Vamo pra cama. Parece que sim. A gente tava na cama, ele ligou a TV, conversamo uns minutos e do nada veio um silêncio. Passou quase 1 hora, virei pra olhar ele e tava dormindo. Me senti tão mal, tava toda arrumada pra uma noite de sexo, ofereci minha buceta pra ele, chupei o pau dele e ele terminou dormindo. Desliguei a TV e virei pra dormir, me sentindo uma idiota. No dia seguinte acordei e ele já não tava mais, levantei e fui na cozinha, tinha um bilhete na mesa. "Amor, fui no médico, volto mais tarde." Tava sentindo uma tristeza e uma vergonha por não entender ele, mas não soube o que fazer. O dia inteiro passou e eu não saí de casa, era umas 4 da tarde quando meu filho voltou. L: Oi, já voltei, como foi a noite? Satisfeita? C: Oi filho, foi boa, acho. L: Aconteceu algo? Não te vejo tão feliz. C: Não filho, tá tudo bem. L: E o pai? C: Saiu, já não deve demorar pra chegar. L: Bom, vou pro meu quarto, me avisa quando a janta tiver pronta. C: Sim filho, claro. Não podia contar a verdade pra ele, ainda mais porque são coisas de casal. Preparei a janta e esperei meu marido pra chamar meu filho pra comer. A noite passou, meu filho foi pro quarto dele, eu pro meu, e meu marido ficou na sala. Mais tarde ele subiu e se meteu na cama comigo. M: O médico disse que tenho impotência por causa da idade e que agora pra ter uma ereção preciso tomar algum remédio. C: E você me fala isso assim, do nada? M: Me desculpa, mas não é fácil pra mim também. C: Você disse que toma remédio pro problema do coração? Você não pode tomar nenhum outro por causa da reação, ou você quer morrer? M: Quero te fazer feliz. C: Vamos parar por aqui, não quero falar sobre isso, só vamos dormir. Tava sentindo impotência e raiva, mas também não queria fazer ele se sentir mal, então me resignei a só dormir e aceitar que nunca mais íamos transar. A semana passou e nossa vida de rotina voltou, saía pra fazer umas coisas, voltava de tarde, jantava, ia pra cama e dormia, e assim os dias foram passando, até o fim de semana. de semana. Eu me sentia triste, porque como mulher, senti que não estava certo que, na minha idade, eu me resignasse a nunca mais aproveitar uma boa foda com um homem bom e seu pau. Me cobrei por ter me casado com um homem muitos anos mais velho que eu. No sábado, a irmã do meu marido o convidou para uma festa e, mesmo sem estar com ânimo, tive que acompanhá-lo. Saímos de casa umas 11 da manhã, deixei comida pronta pro meu filho e falamos que voltaríamos à noite. Já na festa, verdade seja dita, estava de mau humor, e meu marido estava se divertindo com a família dele. C: "Olha, verdade, tô me sentindo meio mal, tô com dor de cabeça. Melhor eu ir pra casa." M: "Vamos, te acompanho." C: "Não, você tá se divertindo com sua família e faz tempo que não os vê. Que tal eu levar a caminhonete e mais tarde peço pro Luis vir te buscar?" M: "Tem certeza?" C: "Sim, olha, se você for comigo, eu vou estar dormindo e você vai ficar entediado. Melhor ficar, sério, não me incomoda." M: "Ok, amor, dirige com cuidado. Me avisa quando chegar e manda alguém me buscar mais tarde, ok?" Saí da festa e peguei o caminho de casa. Não me ocorreu avisar o Luis, porque de qualquer jeito eu ia chegar e me trancar no quarto pra dormir. A verdade é que a dor de cabeça foi mentira, mas não tava com ânimo pra aguentar uma festa. 45 minutos depois, já estava chegando em casa. O vizinho tinha estacionado o carro dele na nossa entrada e eu não tinha onde deixar a caminhonete, mas também não tava a fim de brigar com ele ou me incomodar de ir pedir pra tirar. Deixei a caminhonete umas casas antes da nossa entrada, afinal, mais tarde meu filho iria buscar o pai e teria que tirar ela. Entrei pela porta que dá no jardim dos fundos, porque era mais perto pra mim do que a principal, e pra minha surpresa, ela estava aberta. Bom, não me incomodei de gritar com meu filho pra repreendê-lo, não tava com ânimo. Entrei pela cozinha, passei pela sala e não vi meu filho, então imaginei que ele estivesse no quarto dele. Subi as escadas e fui até o quarto dele. que fica bem no fundo do corredor, ia falar com ele pra dizer que já tinha chegado quando algo me deixou muda. A porta do quarto dele estava aberta e meu filho completamente nu, de costas pra mim, andava no quarto dele. Não soube o que fazer, porque ver aquelas costas largas, musculosas, aquela bunda firme e aquelas pernas grandes e fortes me deixou sem palavras. Não tinha percebido que meu filho tinha crescido tanto e que tinha se tornado um homem. Sabia que devia sair dali, porque não sabia se ele ia virar ou sair do quarto; a porta do meu quarto também estava aberta, então entrei sem fazer barulho e deixei a porta semiaberta pra ver. Por um momento pensei em falar com ele e dizer que já estava em casa, mas algo me segurava e eu queria continuar vendo meu filho. Depois de alguns segundos, vi que ele ia sair do quarto e me afastei da porta. Ouvi os passos dele vindo na minha direção e tive que me enfiar no banheiro do meu quarto pra não ser descoberta. Ouvi ele entrar e fechar a porta. Eu esperava no banheiro sem fazer barulho, agucei a audição e ouvia ele abrindo minhas gavetas, parecia que procurava alguma coisa. Passaram uns 3 minutos e não ouvi mais nada, então decidi abrir a porta do banheiro só um pouquinho pra ver o que estava acontecendo. Eu tinha a luz do banheiro apagada, então não dava pra ver lá dentro. Abri só uns centímetros a porta e quase caí pra trás. Meu filho estava sentado na ponta da cama, completamente nu. Baixei o olhar dos peitorais dele pro abdômen e mais pra baixo, a imagem me fez engolir saliva. O pau dele, ou melhor, a pica dele. Fazia anos que não via meu filho nu e essa primeira impressão me arrepiou. Ele tava meio duro, deitado sobre a perna direita. Tive que tapar minha boca pra não fazer nenhum som. Naquele estado, já era maior que a do pai dele. Sentia culpa por estar vendo a pica do meu filho, mas algo mais forte que eu me fazia não perder nenhum detalhe. Mordi meu lábio inferior sem perceber e chupei meus lábios, me deliciando com aquela coisa que meu filho tinha. entre as pernas. Um arrepio me percorreu quando senti minha buceta começando a ficar molhada. Fiquei quieta, sem tirar os olhos do meu filho. Ele esticou a mão até a cama e pegou algo que estava ali: nas mãos dele, a calcinha fio dental vermelha que usei no dia do meu aniversário. L: "Que calcinhas tão pequenininhas você usa, mamãe." Tive que colocar as mãos na boca de novo, ou ia acabar gritando "o que você está fazendo?". L: "Mal deve cobrir sua buceta, e como deve ficar seu rabo enfiado nesse fio." Ele levou minha calcinha ao nariz e cheirou fundo. C: "Hummm, que cheiro gostoso da sua buceta!!!" Continuei com a mão tampando a boca. Lembrei que não tinha lavado aquela roupa, porque não usei pra transar e no dia seguinte só tirei e guardei. Ele tinha razão: estava com o cheiro exato da minha buceta impregnado. Baixei o olhar pro pau dele, porque com a outra mão ele deu uns tapinhas, como se fosse uma palmada, e aquele animal acordou. A mão dele cobria só a metade do pau e ele começou a puxar a pele. Na minha frente apareceu a cabeça do pau dele: grande, grossa, como um cogumelo de tom escuro. Tive que apertar as pernas, sentia que meus fluidos iam escapar da minha buceta e podiam me fazer gemer. Meu filho começou a se masturbar, subia e descia a mão por todo o pau dele. Pegava ele pela base e deixava completamente duro na minha frente. Era um míssil. Calculei que media uns 20 cm, talvez até chutando baixo, e embora estivesse surpresa, o que mais me impressionava era a grossura. Toda mulher sabe — e não vou mentir — que o que mais dá prazer é a grossura de um pau. Saí do transe quando meu filho se deixou cair deitado na cama, com os pés pendurados na borda. O olhar dele estava no teto, e isso me deu uma ideia. Abri um pouco mais a porta do banheiro, queria ver o espetáculo ainda melhor. Meu filho estava masturbando aquele monstro enquanto segurava minha calcinha no nariz. L: "Senta, mamãe, senta nele. Claro que cabe inteiro nesse rabão." Ele estava imaginando que metia em mim. Cú? Qualquer traço de raiva ou irritação pela situação desapareceu, porque ao ouvir essas palavras, minha mente só me imaginou sentada só com aquela calcinha fio dental, sentada no pauzão do meu filho enfiado na minha bunda. Não aguentava mais, minha buceta estava encharcada e minha boca queria gritar de prazer. Não sei quanto tempo tinha passado, mas tinha certeza de que aquele show já durava mais do que meu marido aguentaria me comendo. Peguei minha calcinha fio dental e enrolei no pau dele, isso só fez parecer que o pau dele era enorme, porque o fiozinho não cobria nada. L: aaaah mamãe, quer leite? Quer leite de macho? Ele dizia isso com os olhos fechados e as mãos batendo uma punheta no pau dele com minha calcinha enrolada. Queria gritar e dizer simmmmm, siiiim filho, quero leite de macho. Minha mão entrou dentro da minha legging e descobri minha calcinha fio dental encharcada. Coloquei uma mão na boca e a outra na minha buceta, tive que enfiar dois dedos dentro e procurar meu clitóris. Eu estava me masturbando junto com meu filho, sentia que algo estava errado, mas não conseguia parar, ou não queria parar. Gozei nos meus dedos e tive que apertar os dentes, senão seria descoberta pelo meu filho. Mal me recuperei da gozada, voltei a olhar para meu filho, ele ainda não tinha gozado, tinha boa resistência. Passaram mais alguns minutos e o inevitável aconteceu. O primeiro jato de leite do meu filho foi um mar de sêmen, branco, grosso e numa quantidade incrível, nunca tinha visto ou imaginado que um pau pudesse gozar daquele jeito. O segundo foi igual ao primeiro, ele soltou o pau já encharcado de sêmen e deixou cair sobre a barriga, e ele continuou pulsando, mais 1, 2, 3 jatos, era incrível ver todo aquele leite. Finalmente meu filho se sentou de novo na cama e eu tive que fechar um pouco a porta. L: vai ficar prenha com tanto leite, mamãe. Meu filho fantasia em me engravidar. Minha cara de surpresa se transformou num sorriso safado e minha imaginação voou, me vi deitada ali do lado dele, de pernas abertas e todo aquele sêmen inundando minha buceta. Procurando me engravidar. Ela se levantou ainda com o pau duro e minha calcinha fio-dental enrolada nele, todo aquele sêmen tinha espirrado e ela estava encharcada, tirou a calcinha do pau e pegou com os dedos, foi até minha cômoda e pegou papel higiênico, limpou o sêmen que tinha no pau, nas pernas, na barriga e depois limpou minha calcinha, com uma toalha que estava no chão a secou e quando viu que era pouco o que tinha, dobrou e colocou de volta em uma das minhas gavetas, mexendo na roupa que tinha lá, suponho que para eu não perceber, ele revira as coisas e assim daria tempo de secar e eu não descobrir a safadeza dele. Eu continuava em silêncio, pois ele ainda estava no meu quarto, foi até a cama e apalpou se não estava molhada, com a toalha limpou algum vestígio de sêmen no chão, o pau dele estava relaxado e ainda assim parecia uma linguiça, perdeu um pouco da firmeza mas ainda assim parecia incrivelmente grosso e a cada passo ou movimento que fazia balançava como o badalo de um sino. Ele saiu do quarto e eu fiquei em silêncio, assim que fechou a porta minha mente pareceu acordar, o que tinha acontecido? Meu filho me deseja. Quer penetrar meu cu. Quer gozar dentro da minha buceta. Quer me engravidar!!! Levei minha mão até minha buceta, estava encharcada, suada, eu tinha gozado vendo meu filho se masturbar com minha calcinha fio-dental. Fechei os olhos lembrando daquele pedaço de carne que meu filho tem entre as pernas. C: que delícia de pauzão, grande, grosso, cabeçudo e quanto leite sai dele. Levei minhas mãos novamente à boca, porra de dizer isso, não podia acreditar, estava excitada, feliz e me surpreendi porque não deveria ser assim, era meu filho, mas não conseguia evitar, estava tão tarada que sem perceber minha mão novamente estava masturbando minha buceta. Sorri para mim mesma e fiquei no banheiro por mais alguns minutos enquanto me recuperava do meu novo orgasmo. Essas últimas semanas estava puta porque meu marido não me comia, não podia gritar que precisava de um bom pau para me usar por não fazer isso. me sentindo mal e sem planejar, descobri que na minha própria casa tem outra pica, uma que parece do melhor ator pornô que eu possa imaginar, e o que me deixa tão excitada é descobrir que essa pica quer estar dentro de mim, dentro do meu cu, da minha buceta, me encher de porra, me engravidar. minha mente era um mar de sentimentos confusos, porque a vida tinha acabado de me dar um baita susto. pensei que minha vida sexual tinha acabado, e agora parece que pode ter uma solução: meu filho.
L: Sim, fica tranquila, imagino do que você tá falando, não se preocupa, vou ligar pro Dani pra ver se ele me deixa ficar na casa dele.
C: Sério, filho, não te incomoda?
L: De jeito nenhum, mãe. É o aniversário de vocês, aproveitem.
C: Obrigada, filho. Ah, que vergonha, o que você vai pensar de mim.
L: Fica tranquila, vergonha nada, sou seu filho, sou maior de idade e te amo. Se você é feliz, eu também sou. Além disso, pode me contar e falar o que quiser, eu sou um túmulo.
C: Combinado, hein? E sabe que pode contar comigo pro que precisar, meu amor. Bom, vai ser só aquele dia, ok?
L: Ok, mãe. Aproveita, kkkk.
C: Obrigada, meu amor.
O dia chegou e meu marido saiu. Achei que fosse comprar algum presente pra mim. Eu ia tomar um banho e vestir minha roupa pra surpreender ele quando chegasse. Meu filho estava no quarto dele, e fui avisar que ia tomar banho, dando a entender que era hora de ele ir. Peguei meu ligueiro, o sutiã, a tanga, as meias e os sapatos e deixei tudo em cima da cama. Tomei um banho, depilei minha buceta deixando lisinha, sem um único pelo, e saí pra me vestir. Abri a porta do banheiro e meu filho estava no meu quarto com uma mala na mão, parado na frente da minha cama, olhando minha roupa.
C: É isso que vou usar hoje à noite pro seu pai!
L: Desculpa, mãe, só vim avisar que já tô indo. Tá bonito, que sorte que meu pai tem.
C: Sorte?
L: Sim, quando eu casar, quero uma esposa igual você, assim gostosa e que me surpreenda com roupas assim. Bom, já vou. Te amo, mãe, se diverte.
Ele me deixou sem conseguir responder. Só vi ele sair do quarto. Até aquele momento, nunca tinha recebido um elogio assim do meu filho, e fiquei pensando no que ele disse. Bom, tentei me concentrar e me vesti da forma mais puta que pude, porque queria uma boa trepada no meu aniversário. Me vesti, passei perfume no corpo todo e, por cima da minha roupa de puta, coloquei um vestido preto justo de uma peça só que, com um puxão, sairia inteiro, deixando a puta dele à disposição do meu marido. Me olhei no O espelho antes de vestir o vestido e me vi tão gostosa, minha raba tava incrível e só de imaginar que meu marido ia me usar em alguns minutos já tava me molhando. Desci pra cozinha, a janta já tava pronta e a mesa do jantar decorada com velas, subi pra conferir o quarto que tava pronto pra ele me comer a noite inteira. Meu marido chegou e me deu um presente que comprou (uma pulseira de prata) e flores, jantamos e ficamos conversando até que eu falei que ia subir pro quarto e que esperava por ele. Ele subiu uns 10 minutos depois e começou a me beijar e apalpar, eu fiz o mesmo e quando passei a mão no pau dele, tava dormindo. Devo dizer que não me surpreendi totalmente, porque antes já tinha notado que ele tinha dificuldade de ter ereção, mas dessa vez eu tava tão gostosa que me irritou um pouco não rolar. Tirei o vestido e fiquei na frente dele de liguero, me virei mostrando minha bunda. Falei: "essa noite, por ser especial, vou deixar você usar esse buraquinho." Separei as nádegas mostrando meu cu só tampado pelo fiozinho da tanga. Olhei pra cara dele e ele tava desconcertado, meio preocupado. Ajoelhei e peguei no cinto dele, comecei a tirar. Falei: "cê quer que sua putinha chupe seu pau, papai?" Ele respondeu: "sim, meu amor." Abaixei a calça e a cueca dele, mas, oh, decepção, o pau dele tava morto, nem semiereto. Peguei com a mão e comecei a mexer, nada. Coloquei na boca e coube inteiro, até consegui enfiar as bolas dele na boca, passei a língua por todo o pau e as bolas e tirei, esperando que começasse a crescer, mas nada. Ele falou: "Me desculpa, Ceci, não sei o que tá rolando, juro que quero, mas não sei o que é." Falei: "Talvez se eu dançar um pouquinho pra você e você me ver batendo uma?" Ele respondeu: "Talvez." Levei ele pra beira da cama e sentei ele lá, comecei a rebolar, mostrei minha buceta raspada, fiquei de quatro mostrando a raba, voltei engatinhando até ele e procurei o pau dele com a língua, lambi e lambi, mas nada. Falei: "Talvez cê tá cansado e tudo bem, a gente pode esperar." Ele disse: "Me desculpa, amor." Falei: "Vamo pra cama. Parece que sim. A gente tava na cama, ele ligou a TV, conversamo uns minutos e do nada veio um silêncio. Passou quase 1 hora, virei pra olhar ele e tava dormindo. Me senti tão mal, tava toda arrumada pra uma noite de sexo, ofereci minha buceta pra ele, chupei o pau dele e ele terminou dormindo. Desliguei a TV e virei pra dormir, me sentindo uma idiota. No dia seguinte acordei e ele já não tava mais, levantei e fui na cozinha, tinha um bilhete na mesa. "Amor, fui no médico, volto mais tarde." Tava sentindo uma tristeza e uma vergonha por não entender ele, mas não soube o que fazer. O dia inteiro passou e eu não saí de casa, era umas 4 da tarde quando meu filho voltou. L: Oi, já voltei, como foi a noite? Satisfeita? C: Oi filho, foi boa, acho. L: Aconteceu algo? Não te vejo tão feliz. C: Não filho, tá tudo bem. L: E o pai? C: Saiu, já não deve demorar pra chegar. L: Bom, vou pro meu quarto, me avisa quando a janta tiver pronta. C: Sim filho, claro. Não podia contar a verdade pra ele, ainda mais porque são coisas de casal. Preparei a janta e esperei meu marido pra chamar meu filho pra comer. A noite passou, meu filho foi pro quarto dele, eu pro meu, e meu marido ficou na sala. Mais tarde ele subiu e se meteu na cama comigo. M: O médico disse que tenho impotência por causa da idade e que agora pra ter uma ereção preciso tomar algum remédio. C: E você me fala isso assim, do nada? M: Me desculpa, mas não é fácil pra mim também. C: Você disse que toma remédio pro problema do coração? Você não pode tomar nenhum outro por causa da reação, ou você quer morrer? M: Quero te fazer feliz. C: Vamos parar por aqui, não quero falar sobre isso, só vamos dormir. Tava sentindo impotência e raiva, mas também não queria fazer ele se sentir mal, então me resignei a só dormir e aceitar que nunca mais íamos transar. A semana passou e nossa vida de rotina voltou, saía pra fazer umas coisas, voltava de tarde, jantava, ia pra cama e dormia, e assim os dias foram passando, até o fim de semana. de semana. Eu me sentia triste, porque como mulher, senti que não estava certo que, na minha idade, eu me resignasse a nunca mais aproveitar uma boa foda com um homem bom e seu pau. Me cobrei por ter me casado com um homem muitos anos mais velho que eu. No sábado, a irmã do meu marido o convidou para uma festa e, mesmo sem estar com ânimo, tive que acompanhá-lo. Saímos de casa umas 11 da manhã, deixei comida pronta pro meu filho e falamos que voltaríamos à noite. Já na festa, verdade seja dita, estava de mau humor, e meu marido estava se divertindo com a família dele. C: "Olha, verdade, tô me sentindo meio mal, tô com dor de cabeça. Melhor eu ir pra casa." M: "Vamos, te acompanho." C: "Não, você tá se divertindo com sua família e faz tempo que não os vê. Que tal eu levar a caminhonete e mais tarde peço pro Luis vir te buscar?" M: "Tem certeza?" C: "Sim, olha, se você for comigo, eu vou estar dormindo e você vai ficar entediado. Melhor ficar, sério, não me incomoda." M: "Ok, amor, dirige com cuidado. Me avisa quando chegar e manda alguém me buscar mais tarde, ok?" Saí da festa e peguei o caminho de casa. Não me ocorreu avisar o Luis, porque de qualquer jeito eu ia chegar e me trancar no quarto pra dormir. A verdade é que a dor de cabeça foi mentira, mas não tava com ânimo pra aguentar uma festa. 45 minutos depois, já estava chegando em casa. O vizinho tinha estacionado o carro dele na nossa entrada e eu não tinha onde deixar a caminhonete, mas também não tava a fim de brigar com ele ou me incomodar de ir pedir pra tirar. Deixei a caminhonete umas casas antes da nossa entrada, afinal, mais tarde meu filho iria buscar o pai e teria que tirar ela. Entrei pela porta que dá no jardim dos fundos, porque era mais perto pra mim do que a principal, e pra minha surpresa, ela estava aberta. Bom, não me incomodei de gritar com meu filho pra repreendê-lo, não tava com ânimo. Entrei pela cozinha, passei pela sala e não vi meu filho, então imaginei que ele estivesse no quarto dele. Subi as escadas e fui até o quarto dele. que fica bem no fundo do corredor, ia falar com ele pra dizer que já tinha chegado quando algo me deixou muda. A porta do quarto dele estava aberta e meu filho completamente nu, de costas pra mim, andava no quarto dele. Não soube o que fazer, porque ver aquelas costas largas, musculosas, aquela bunda firme e aquelas pernas grandes e fortes me deixou sem palavras. Não tinha percebido que meu filho tinha crescido tanto e que tinha se tornado um homem. Sabia que devia sair dali, porque não sabia se ele ia virar ou sair do quarto; a porta do meu quarto também estava aberta, então entrei sem fazer barulho e deixei a porta semiaberta pra ver. Por um momento pensei em falar com ele e dizer que já estava em casa, mas algo me segurava e eu queria continuar vendo meu filho. Depois de alguns segundos, vi que ele ia sair do quarto e me afastei da porta. Ouvi os passos dele vindo na minha direção e tive que me enfiar no banheiro do meu quarto pra não ser descoberta. Ouvi ele entrar e fechar a porta. Eu esperava no banheiro sem fazer barulho, agucei a audição e ouvia ele abrindo minhas gavetas, parecia que procurava alguma coisa. Passaram uns 3 minutos e não ouvi mais nada, então decidi abrir a porta do banheiro só um pouquinho pra ver o que estava acontecendo. Eu tinha a luz do banheiro apagada, então não dava pra ver lá dentro. Abri só uns centímetros a porta e quase caí pra trás. Meu filho estava sentado na ponta da cama, completamente nu. Baixei o olhar dos peitorais dele pro abdômen e mais pra baixo, a imagem me fez engolir saliva. O pau dele, ou melhor, a pica dele. Fazia anos que não via meu filho nu e essa primeira impressão me arrepiou. Ele tava meio duro, deitado sobre a perna direita. Tive que tapar minha boca pra não fazer nenhum som. Naquele estado, já era maior que a do pai dele. Sentia culpa por estar vendo a pica do meu filho, mas algo mais forte que eu me fazia não perder nenhum detalhe. Mordi meu lábio inferior sem perceber e chupei meus lábios, me deliciando com aquela coisa que meu filho tinha. entre as pernas. Um arrepio me percorreu quando senti minha buceta começando a ficar molhada. Fiquei quieta, sem tirar os olhos do meu filho. Ele esticou a mão até a cama e pegou algo que estava ali: nas mãos dele, a calcinha fio dental vermelha que usei no dia do meu aniversário. L: "Que calcinhas tão pequenininhas você usa, mamãe." Tive que colocar as mãos na boca de novo, ou ia acabar gritando "o que você está fazendo?". L: "Mal deve cobrir sua buceta, e como deve ficar seu rabo enfiado nesse fio." Ele levou minha calcinha ao nariz e cheirou fundo. C: "Hummm, que cheiro gostoso da sua buceta!!!" Continuei com a mão tampando a boca. Lembrei que não tinha lavado aquela roupa, porque não usei pra transar e no dia seguinte só tirei e guardei. Ele tinha razão: estava com o cheiro exato da minha buceta impregnado. Baixei o olhar pro pau dele, porque com a outra mão ele deu uns tapinhas, como se fosse uma palmada, e aquele animal acordou. A mão dele cobria só a metade do pau e ele começou a puxar a pele. Na minha frente apareceu a cabeça do pau dele: grande, grossa, como um cogumelo de tom escuro. Tive que apertar as pernas, sentia que meus fluidos iam escapar da minha buceta e podiam me fazer gemer. Meu filho começou a se masturbar, subia e descia a mão por todo o pau dele. Pegava ele pela base e deixava completamente duro na minha frente. Era um míssil. Calculei que media uns 20 cm, talvez até chutando baixo, e embora estivesse surpresa, o que mais me impressionava era a grossura. Toda mulher sabe — e não vou mentir — que o que mais dá prazer é a grossura de um pau. Saí do transe quando meu filho se deixou cair deitado na cama, com os pés pendurados na borda. O olhar dele estava no teto, e isso me deu uma ideia. Abri um pouco mais a porta do banheiro, queria ver o espetáculo ainda melhor. Meu filho estava masturbando aquele monstro enquanto segurava minha calcinha no nariz. L: "Senta, mamãe, senta nele. Claro que cabe inteiro nesse rabão." Ele estava imaginando que metia em mim. Cú? Qualquer traço de raiva ou irritação pela situação desapareceu, porque ao ouvir essas palavras, minha mente só me imaginou sentada só com aquela calcinha fio dental, sentada no pauzão do meu filho enfiado na minha bunda. Não aguentava mais, minha buceta estava encharcada e minha boca queria gritar de prazer. Não sei quanto tempo tinha passado, mas tinha certeza de que aquele show já durava mais do que meu marido aguentaria me comendo. Peguei minha calcinha fio dental e enrolei no pau dele, isso só fez parecer que o pau dele era enorme, porque o fiozinho não cobria nada. L: aaaah mamãe, quer leite? Quer leite de macho? Ele dizia isso com os olhos fechados e as mãos batendo uma punheta no pau dele com minha calcinha enrolada. Queria gritar e dizer simmmmm, siiiim filho, quero leite de macho. Minha mão entrou dentro da minha legging e descobri minha calcinha fio dental encharcada. Coloquei uma mão na boca e a outra na minha buceta, tive que enfiar dois dedos dentro e procurar meu clitóris. Eu estava me masturbando junto com meu filho, sentia que algo estava errado, mas não conseguia parar, ou não queria parar. Gozei nos meus dedos e tive que apertar os dentes, senão seria descoberta pelo meu filho. Mal me recuperei da gozada, voltei a olhar para meu filho, ele ainda não tinha gozado, tinha boa resistência. Passaram mais alguns minutos e o inevitável aconteceu. O primeiro jato de leite do meu filho foi um mar de sêmen, branco, grosso e numa quantidade incrível, nunca tinha visto ou imaginado que um pau pudesse gozar daquele jeito. O segundo foi igual ao primeiro, ele soltou o pau já encharcado de sêmen e deixou cair sobre a barriga, e ele continuou pulsando, mais 1, 2, 3 jatos, era incrível ver todo aquele leite. Finalmente meu filho se sentou de novo na cama e eu tive que fechar um pouco a porta. L: vai ficar prenha com tanto leite, mamãe. Meu filho fantasia em me engravidar. Minha cara de surpresa se transformou num sorriso safado e minha imaginação voou, me vi deitada ali do lado dele, de pernas abertas e todo aquele sêmen inundando minha buceta. Procurando me engravidar. Ela se levantou ainda com o pau duro e minha calcinha fio-dental enrolada nele, todo aquele sêmen tinha espirrado e ela estava encharcada, tirou a calcinha do pau e pegou com os dedos, foi até minha cômoda e pegou papel higiênico, limpou o sêmen que tinha no pau, nas pernas, na barriga e depois limpou minha calcinha, com uma toalha que estava no chão a secou e quando viu que era pouco o que tinha, dobrou e colocou de volta em uma das minhas gavetas, mexendo na roupa que tinha lá, suponho que para eu não perceber, ele revira as coisas e assim daria tempo de secar e eu não descobrir a safadeza dele. Eu continuava em silêncio, pois ele ainda estava no meu quarto, foi até a cama e apalpou se não estava molhada, com a toalha limpou algum vestígio de sêmen no chão, o pau dele estava relaxado e ainda assim parecia uma linguiça, perdeu um pouco da firmeza mas ainda assim parecia incrivelmente grosso e a cada passo ou movimento que fazia balançava como o badalo de um sino. Ele saiu do quarto e eu fiquei em silêncio, assim que fechou a porta minha mente pareceu acordar, o que tinha acontecido? Meu filho me deseja. Quer penetrar meu cu. Quer gozar dentro da minha buceta. Quer me engravidar!!! Levei minha mão até minha buceta, estava encharcada, suada, eu tinha gozado vendo meu filho se masturbar com minha calcinha fio-dental. Fechei os olhos lembrando daquele pedaço de carne que meu filho tem entre as pernas. C: que delícia de pauzão, grande, grosso, cabeçudo e quanto leite sai dele. Levei minhas mãos novamente à boca, porra de dizer isso, não podia acreditar, estava excitada, feliz e me surpreendi porque não deveria ser assim, era meu filho, mas não conseguia evitar, estava tão tarada que sem perceber minha mão novamente estava masturbando minha buceta. Sorri para mim mesma e fiquei no banheiro por mais alguns minutos enquanto me recuperava do meu novo orgasmo. Essas últimas semanas estava puta porque meu marido não me comia, não podia gritar que precisava de um bom pau para me usar por não fazer isso. me sentindo mal e sem planejar, descobri que na minha própria casa tem outra pica, uma que parece do melhor ator pornô que eu possa imaginar, e o que me deixa tão excitada é descobrir que essa pica quer estar dentro de mim, dentro do meu cu, da minha buceta, me encher de porra, me engravidar. minha mente era um mar de sentimentos confusos, porque a vida tinha acabado de me dar um baita susto. pensei que minha vida sexual tinha acabado, e agora parece que pode ter uma solução: meu filho.
5 comentários - Primeira parte: viro uma mãe incestuosa