Adão estava apressado pra levantar a ereção, mas tinha gozado tanto que o pau dele parecia não querer responder direito. Sentado num dos sofás, ele via o concurso de lamber bucetas rolando sem ele. Naquele momento, Gerardo estava ajoelhado entre as lindas pernas de Rebeca e tinha a boca completamente enfiada na buceta da garota. Rebeca, sorrindo e com as bochechas coradas, acariciava o cabelo dele e olhava com um brilho de safadeza nos olhos. Uma safadeza inocente. Mary, que estava do lado de Rebeca, dava beijinhos ternos nos lábios dela de vez em quando.
Finalmente, o pau do Adão reagiu e começou a crescer. Ele suspirou, exausto, e foi pro final da fila, onde os homens se formavam de novo pra mais uma rodada. As mulheres não paravam de gemer, mas Rebeca tava quietinha, soltando uns gemidos só de vez em quando. Os dez caras já tinham passado pela buceta dela, que tava tão molhada de saliva que parecia mais gostosa do que nunca.
Quando já era quase a vez do Adão, Gerardo decidiu voltar a festa swinger ao normal, então todas as garotas procuraram um parceiro e se jogaram no chão pra transar com eles. Adão foi levado pela sensual e esbelta Maya, junto com uma amiga morena dela, chamada Katy. Elas deitaram ele num travesseiro e Katy se apressou pra montar no pau volumoso dele enquanto se apertava as cadeiras. Mesmo assim, Adão ainda tentava ver a Rebeca. Ele distinguiu o cabelo loiro dela se mexendo apressado junto com a cabeça. Com certeza, o anjo lindo tava chupando um pau, e não o dele. Ele parou de olhar quando Maya sentou em cima dele e mandou ele lamber a buceta dela.
Adão teve que fazer isso. Também não era idiota de perder a oportunidade, ainda mais porque Maya tinha um gosto delicioso entre as pernas. Além disso, a buceta da Katy se contraía alegremente a cada sentada dela. O cara tava no paraíso e entendeu que podia gozar de novo.
— Espera um pouco — ele disse. disse a Maya, que, irritada, se afastou.
— O quê, love? Não gostou da minha bunda?
— Adoro, mas queria trocar de parceira.
Falar isso numa festa de swing não era exatamente educado. Maya rosnou pra ele como uma leoa selvagem e engatinhou, até que outro homem a pegou e abriu suas pernas pra foder ela. Katy também tinha ficado puta por se sentir ofendida e foi embora com a amiga. De repente, Adão estava sozinho. Todo mundo ao redor trocando sucos, menos ele.
Ele se levantou e viu perfeitamente Rebeca sendo penetrada por Carlos. O homem apoiava as mãos nos joelhos brancos da moça pra manter as pernas dela abertas. Os peitos dela balançavam gostoso. José, o cara negro, se aproximou de Becca e ela pegou no pau dele com muito carinho e deu uns beijos suaves antes de enfiar na boca. Ela tinha uns lábios pequenos, então não conseguiu engolir ele inteiro.
Adão precisava provar aquela boca. Tinha que fazer isso o mais rápido possível.
Ele avançou com cuidado com a pica dura, desviando dos casais. Mary, que não tava longe, o interceptou e fez ele se ajoelhar. Em seguida, a amiga dela se posicionou como uma putinha e abriu as nádegas, mostrando uma buceta perfeita.
— Me dá, por favor, me dá, Adão, não seja mau.
O homem rosnou, insatisfeito, mas pegou a mulher pelos quadris e enfiou a pica na buceta dela. Mary começou a ofegar. Gerardo, o marido dela, se colocou na frente dela oferecendo o pau e Mary mamou com força renovada. Uns gritos de prazer chegaram até Adão e ele se virou. Viu que dois homens estavam fazendo uma penetração dupla na Maya. Um pela buceta e outro pelo cu. A garota gritava e arregalava os olhos no auge do prazer, rasgando os lábios ao morder eles. José e Carlos, ao verem como fodiam a Maya como uma puta, largaram a Rebeca e foram tentar meter os paus deles em qualquer um dos buracos da moça.
Adão aproveitou esse momento. Tirou a pica da Mary e quase correu pra ver a Rebeca. Ganhou de um cara, empurrando ele. Suavemente, ele se ajoelhou entre as pernas da mulher. Os olhos verdes, lindos, como esmeraldas de rainha, se fixaram nele, e ele sentiu o toque do olhar dela. Ela sorriu para ele.
— Oi. Não tinha te visto, você é novo?
— Sim… me chamo Adão.
— Eu sou Rebeca.
Ele quis dizer que já sabia, e que morria de vontade de saber mais sobre ela. Rebeca, corada pelo calor e pelas várias fodidas, ficou imóvel, olhando para o homem com um ar de certa inocência e um brilho especial nos lábios.
— E… você vai entrar ou não?
Adão baixou o olhar e viu como os dedos finos de Rebeca abriam os lábios da buceta dela para ele. A carne rosada, banhada pela lubrificação natural do corpo dela, estava à disposição dele. O peito dele acelerou. Ele olhou para Rebeca, quase como pedindo permissão.
— Sim, claro — respondeu, meio sem graça.
Ele segurou a mulher pelos quadris com muita suavidade. Ela se acomodou e abriu as coxas para dar espaço. Adão direcionou a ponta do pau dele para a entrada apertada que se oferecia e a introduziu com um movimento lento. Esperou ver algum sinal de dor da parte da Rebeca, mas ela só fechou os olhos por um segundo e suspirou, deixando que o calor da vagina dela desse as boas-vindas a um novo membro. Adão penetrou até o fundo, encostando na pélvis, e ficou ali, saboreando as contrações suaves que Rebeca dava pra ele.
A rainha abriu os olhos e olhou pra ele com uma leve franzida de testa, confusa.
— Pode me foder. Não vou quebrar, não.
O novato no swing sorriu e se inclinou pra frente. Rebeca se surpreendeu com isso, porque os olhos do parceiro dela transmitiam algo que não estava presente nos outros homens. Mesmo assim, correspondeu e enlaçou os braços nas costas sólidas de Adão. O homem buscou os lábios da garota, e ela aceitou o beijo. Ela esperava que Adão enfiasse a língua até a garganta, como todos faziam, mas isso não aconteceu. Adão beijou ela com uma ternura típica de um casal apaixonado. O pau dele estava parado, abraçada carinhosamente pela buceta dela.
— Adão… você tem que se mexer dentro de mim.
— Ah, claro — ele riu como um idiota. Quase esquecendo como foder. Limpou a garganta e, beijando o pescoço de Rebeca, começou a bombar. Percebeu como o corpo da garota se sincronizava com as investidas dele, de um jeito que enquanto o pau dele se movia pra frente, os quadris da rainha iam na direção oposta, ajudando a penetração a ficar mais funda.
— Coloca minhas pernas nos teus ombros, Adão.
O homem obedeceu.
— Viu? Assim a gente fica mais confortável.
Era uma puta experiente. Não. Adão se arrependeu de chamá-la assim. Becca era um anjo caído do céu, e destilava prazer. Enquanto comia ela, curtiu o balanço dos peitos dela. Eles se moviam como pêndulos, lentos e firmes. Rebeca pegou ele pelas bochechas e o puxou para os seios dela, indicando que ele podia saboreá-los se quisesse. Ele fez isso. Nunca tinha provado peitos tão bons quanto aqueles. Eram até melhores que os da irmã mais velha dele, e ele ficou grudado neles como um bebê.
— Você é um menino tímido — ela riu — Como é que você caiu aqui?
— Mary me convidou.
— E você já comeu muito com as garotas daqui?
— Só com algumas.
— Sente isso. Me diz se você gosta.
De repente, Adão sentiu um aperto forte no pau dele. Os músculos de Rebeca eram treinados pra dar uma sensação gostosa de pressão na cavidade já apertada dela. Ele gemeu de felicidade e sentiu que podia gozar dentro.
— Gostou?
— Amei.
— Continua, então.
Ele se esforçou pra arrancar gritos de prazer de Rebeca, e comeu ela com confiança. Mas a garota olhava pra ele de vez em quando e também olhava pros outros. Conversava com uma garota que chupava um pau e fez uma piada sobre o tamanho da boca dela. As duas riram. O homem se perguntou se ela era capaz de sentir prazer ou se a sensibilidade dela era tanta que ele não dava conta.
— Quer trocar de posição? — ele perguntou pra ela.
Rebeca, sem responder e sem parar de conversar com A garota, chamada Carla, ficou de quatro, feito uma puta no cio, e levantou a bunda.
— Posso dar o cu se quiser — disse ela, com o olhar calmo e sereno. Isso quase fez o cara gozar, mas mesmo assim ele decidiu não meter ali. A buceta era tão gostosa que ele duvidava que tivesse outro buraco melhor. Deu um tapinha suave pra sentir a dureza da bunda dela e enfiou na pussy de novo. Viu uma camada fina de suor nas costas da parceira, e isso o deixou mais excitado ao ver a pele brilhando.
— É minha vez — disse José, o negão de quase dois metros que tinha acabado de comer a Maya.
Adão olhou pro pau dele, consideravelmente grande.
— Ah… eu…
— Tá tudo bem, Adão — sorriu Becca —. Você não precisa ficar só comigo.
José deu um sorriso de superioridade e se deitou. Rebeca viu a decepção na cara do novato e sentiu uma certa pena por ter cortado ele assim, mas a festa de swing não podia rolar direito se um casal ficasse grudado no outro.
Ela se virou, abrindo as pernas um pouco mais.
— José, vai com cuidado — reclamou Becca.
— Tô ligado, tô ligado.
Adão viu quase com horror o pau preto e grosso do homem invadir a buceta delicada onde ele tinha estado minutos antes. Dessa vez, Becca gemeu de verdade e o rosto dela ficou vermelho. Ela respirou devagar e abriu os olhos verdes, que olharam pra ele.
— Adão?
— Desculpa, vou pra outro canto.
Ele se virou. De repente, não queria mais transar com ninguém, porque os gemidos de Rebeca, sendo fodida por aquela rola enorme, mexeram fundo com ele.
Assim, a festa de swing chegou ao fim, embora pra ele pudesse ter terminado melhor. Não deu tempo de falar com Rebeca de novo, porque a mulher rapidinho trocou de roupa e voltou pro trabalho. O que ficou pra Adão foi o olhar de desprezo de Maya e Katy, que ele tinha dispensado e que disseram abertamente que nunca mais iam tocar na rola dele. Ele não ligou a menor mínima. Gabriela voltou pra casa e levou um susto: estava vazia. Adão geralmente ficava no apartamento trabalhando no livro dele, um romance de ficção científica que tinha contrato com uma editora famosa de literatura jovem. Isso fazia do irmão dela um nerd das letras, com o quarto cheio de livros nas prateleiras e pôsteres de ficção científica pendurados nas paredes. Parecia o quarto de um adolescente solitário, e Gabi adorava essa inocência e ingenuidade.
Ela foi tomar um banho e saiu enrolada numa toalha bem na hora que o irmão entrava em casa. Viu o vermelhão que subiu no rosto dele, e o olhar cheio de tesão que ele lançou. Gabriela não era boba. Se muitos caras caíam aos pés dos encantos femininos dela, o irmão não podia ser exceção. Sorrindo, chegou perto dele e abraçou com carinho, apertando os peitos contra o peito dele, por baixo da toalha rosa.
— Você tá bem? A Mary me contou sobre a Joana.
— Tô bem, não se preocupa.
— Relaxa, irmão. Era uma puta que só queria atrair cliente.
Infelizmente, Gabriela parecia estar certa. A mulher deixou um beijo no canto da boca dele e foi pro quarto dela. Os olhos de Adão não paravam de seguir o corpo gostoso da irmã, molhado e enrolado na toalha fininha. Ele imaginou como devia ser a bunda dela, quão duras seriam as nádegas. A última vez que viu Gabi pelada foi quando ela tinha quinze anos, quando tentou chupar a rola dele e a mãe surtou, decidindo que já era hora de pararem de tomar banho juntos.
No entanto, o que mais preocupava Adão era encontrar Rebeca no Facebook. Ele supôs que ela devia ser amiga da Mary, e resolveu investigar isso o mais rápido possível.
Mais tarde, Gabriela saiu pra tomar uns drinks no bar perto do apartamento. Vestiu uma minissaia rosa bonita e uma blusa branca com estampa abstrata. Parecia jovem, apesar de estar perto dos trinta. A pele bronzeada dava um ar... Exótica e muito estilosa, feito uma amazona sensual.
Ela deu um gole na taça quando Laura, uma das amigas mais íntimas, se aproximou. Era uma adolescente de apenas 18 anos recém-completados, e era tão depravada que até Gabriela tinha coisas a aprender com ela. Sentiu a palmada que levou e o aperto.
— Mas olha só quem está aqui — disse pra Gabriela —, parece que você não tem aparecido muito ultimamente, hein?
— Ando ocupada com o trabalho — respondeu a professora, e não deixou de reparar no top sexy que Laura usava. O cabelo loiro dela estava preso num rabo de cavalo, mostrando um pescoço charmoso.
— Quer uma diversão? — perguntou Laura, sentando-se de pernas cruzadas num dos bancos do balcão. A verdade é que Gabi não era muito chegada ao lesbianismo. Sim, já tinha beijado alguma garota de vez em quando, mas até conhecer Laura, nenhuma outra mulher a tinha seduzido daquele jeito.
Laura tinha uma libido altíssima, e seu principal atrativo eram os peitos, tão firmes quanto os da Gabi, e com aquele top apertado, ficavam espremidos e aumentavam de volume. Os lábios rosados da garota davam vontade de beijar.
— Vamos, vamos. Você sabe que quer — provocou a moça, acariciando as pernas dela. A professora ergueu as sobrancelhas e olhou em volta. Naquele momento, o bar não estava muito cheio e, francamente, ela estava estressada com as aulas. Se não conseguisse uma rola pra chupar e descarregar as frustrações, bem que podia fazer com uma mulher.
— Bom… — disse, soltando o ar que prendia —, acho que tá de boa.
— Perfeito! — riu Laura, e levou Gabi pela mão até a rua.
As duas mulheres foram bem juntinhas até o apartamento de Adão, e entraram sem fazer muito barulho, porque o escritor estava trabalhando no quarto dele. Assim que fecharam a porta do dormitório, Gabriela foi puxada pra cama e caiu nos braços de Laura, que começou a beijá-la sem cerimônia, roçando a língua na dela. Gabi se sentiu surpresa com a ferocidade da beijo, mas ela correspondeu fechando os olhos e se atrevendo a acariciar os peitos da amiga por cima do top apertado. As pernas de Laura envolveram a professora e ela desabotoou a minissaia com os dedos.
Elas se deram alguns segundos para se despir de frente uma para a outra. Suas peles faziam um contraste bonito de cor. Enquanto Gabriela exibia um bronzeado lindo e mamilos quase marrons, Laura era muito branca e as pontinhas dos peitos eram bem pequenas. Ela as juntou para parecerem maiores. Pequenas veias azuis e verdes apareciam por baixo da pele fina. Gabriela partiu para os mamilos e deitou Laura na cama. A garota se deixou chupar com muito prazer.
Era a primeira vez que a professora lambia uns peitos que não fossem os dela, e ela gostou de como eles ficavam duros debaixo da sua língua molhada. Laura arrastou a boca até a dela e enfiou a língua entre os dentes. Virou-a na cama e foi, com pressa, para a buceta da Gabi. Abriu as pernas dela ao máximo.
— Ai, love. Olha como você tá molhadinha. É, olha… que yummy que parece. Os sucos escorrendo.
Nervosa por receber a primeira mamada lésbica, Gabi se acariciava os mamilos e tentava manter as pernas bem abertas. Laura mergulhou na buceta dela, abrindo com os dedinhos e soprando lá dentro. Depois, penetrou com os dedos em forma de gancho e começou a foder ela com eles. Gabriela se sentiu estranha. Não se comparava à grossura de uma boa cock, mas bastava e ela começou a gemer de gosto. Gritou de surpresa quando a boquinha de Laura se fechou sobre a buceta dela e começou a mastigar suavemente os lábios com os dentes.
— Ah… sim, Laura.
— E ainda tem mais. Vira de costas e fica como a slutty que você é.
Rindo, Gabi obedeceu. Oferecia uma bela vista da bunda dela. A buceta apertada, o aninho estreito pronto pra ser penetrado por alguém. Infelizmente Laura não era fã de anal, então não deu atenção praquela área. Em vez disso, montou na sua amiga e começou a perfurá-la com os dedos, enfiando três de uma vez de forma selvagem. A Gabi gostou. Ela ofegou mais rápido e começou a se esfregar na própria buceta rapidinho.
— Me dá umas palmadas — pediu pra parceira, e ela obedeceu na hora, batendo forte e deixando as marcas das mãos na carne da professora.
Ficaram assim por um tempinho. Depois das penetrações, a Laura tirou os dedos lambuzados de sucos e deu pra Gabi provar, que chupou na mesma hora. Em seguida, ela abriu os lábios da buceta.
— Mete a língua!
A Laura fez isso, pressionando a cabeça toda pra alcançar cada cantinho daquela pussy linda. Ela beliscava o próprio clitóris com força, e acabou gozando enquanto saboreava os suquinhos branquinhos que saíam da buceta da Gabriela.
Depois, as duas minas se jogaram na cama, rindo e respirando ofegantes.
— Uff… — exclamou a Gabriela —. Foi emocionante, e rápido.
— As mulheres podem se dar prazer mais intenso que os homens e gozamos mais rápido entre a gente.
A Gabi olhou pra melhor amiga e deu um beijão na boca dela, que se descolou com um som de sucção.
********
Uff, uma orgia e um bom lésbico... ajaja espero que tenham gostado, deixem suas opiniões que eu vou responder. muito obrigada por tudo, galera, e a gente se vê na próxima semana!!
Finalmente, o pau do Adão reagiu e começou a crescer. Ele suspirou, exausto, e foi pro final da fila, onde os homens se formavam de novo pra mais uma rodada. As mulheres não paravam de gemer, mas Rebeca tava quietinha, soltando uns gemidos só de vez em quando. Os dez caras já tinham passado pela buceta dela, que tava tão molhada de saliva que parecia mais gostosa do que nunca.
Quando já era quase a vez do Adão, Gerardo decidiu voltar a festa swinger ao normal, então todas as garotas procuraram um parceiro e se jogaram no chão pra transar com eles. Adão foi levado pela sensual e esbelta Maya, junto com uma amiga morena dela, chamada Katy. Elas deitaram ele num travesseiro e Katy se apressou pra montar no pau volumoso dele enquanto se apertava as cadeiras. Mesmo assim, Adão ainda tentava ver a Rebeca. Ele distinguiu o cabelo loiro dela se mexendo apressado junto com a cabeça. Com certeza, o anjo lindo tava chupando um pau, e não o dele. Ele parou de olhar quando Maya sentou em cima dele e mandou ele lamber a buceta dela.
Adão teve que fazer isso. Também não era idiota de perder a oportunidade, ainda mais porque Maya tinha um gosto delicioso entre as pernas. Além disso, a buceta da Katy se contraía alegremente a cada sentada dela. O cara tava no paraíso e entendeu que podia gozar de novo.
— Espera um pouco — ele disse. disse a Maya, que, irritada, se afastou.
— O quê, love? Não gostou da minha bunda?
— Adoro, mas queria trocar de parceira.
Falar isso numa festa de swing não era exatamente educado. Maya rosnou pra ele como uma leoa selvagem e engatinhou, até que outro homem a pegou e abriu suas pernas pra foder ela. Katy também tinha ficado puta por se sentir ofendida e foi embora com a amiga. De repente, Adão estava sozinho. Todo mundo ao redor trocando sucos, menos ele.
Ele se levantou e viu perfeitamente Rebeca sendo penetrada por Carlos. O homem apoiava as mãos nos joelhos brancos da moça pra manter as pernas dela abertas. Os peitos dela balançavam gostoso. José, o cara negro, se aproximou de Becca e ela pegou no pau dele com muito carinho e deu uns beijos suaves antes de enfiar na boca. Ela tinha uns lábios pequenos, então não conseguiu engolir ele inteiro.
Adão precisava provar aquela boca. Tinha que fazer isso o mais rápido possível.
Ele avançou com cuidado com a pica dura, desviando dos casais. Mary, que não tava longe, o interceptou e fez ele se ajoelhar. Em seguida, a amiga dela se posicionou como uma putinha e abriu as nádegas, mostrando uma buceta perfeita.
— Me dá, por favor, me dá, Adão, não seja mau.
O homem rosnou, insatisfeito, mas pegou a mulher pelos quadris e enfiou a pica na buceta dela. Mary começou a ofegar. Gerardo, o marido dela, se colocou na frente dela oferecendo o pau e Mary mamou com força renovada. Uns gritos de prazer chegaram até Adão e ele se virou. Viu que dois homens estavam fazendo uma penetração dupla na Maya. Um pela buceta e outro pelo cu. A garota gritava e arregalava os olhos no auge do prazer, rasgando os lábios ao morder eles. José e Carlos, ao verem como fodiam a Maya como uma puta, largaram a Rebeca e foram tentar meter os paus deles em qualquer um dos buracos da moça.
Adão aproveitou esse momento. Tirou a pica da Mary e quase correu pra ver a Rebeca. Ganhou de um cara, empurrando ele. Suavemente, ele se ajoelhou entre as pernas da mulher. Os olhos verdes, lindos, como esmeraldas de rainha, se fixaram nele, e ele sentiu o toque do olhar dela. Ela sorriu para ele.
— Oi. Não tinha te visto, você é novo?
— Sim… me chamo Adão.
— Eu sou Rebeca.
Ele quis dizer que já sabia, e que morria de vontade de saber mais sobre ela. Rebeca, corada pelo calor e pelas várias fodidas, ficou imóvel, olhando para o homem com um ar de certa inocência e um brilho especial nos lábios.
— E… você vai entrar ou não?
Adão baixou o olhar e viu como os dedos finos de Rebeca abriam os lábios da buceta dela para ele. A carne rosada, banhada pela lubrificação natural do corpo dela, estava à disposição dele. O peito dele acelerou. Ele olhou para Rebeca, quase como pedindo permissão.
— Sim, claro — respondeu, meio sem graça.
Ele segurou a mulher pelos quadris com muita suavidade. Ela se acomodou e abriu as coxas para dar espaço. Adão direcionou a ponta do pau dele para a entrada apertada que se oferecia e a introduziu com um movimento lento. Esperou ver algum sinal de dor da parte da Rebeca, mas ela só fechou os olhos por um segundo e suspirou, deixando que o calor da vagina dela desse as boas-vindas a um novo membro. Adão penetrou até o fundo, encostando na pélvis, e ficou ali, saboreando as contrações suaves que Rebeca dava pra ele.
A rainha abriu os olhos e olhou pra ele com uma leve franzida de testa, confusa.
— Pode me foder. Não vou quebrar, não.
O novato no swing sorriu e se inclinou pra frente. Rebeca se surpreendeu com isso, porque os olhos do parceiro dela transmitiam algo que não estava presente nos outros homens. Mesmo assim, correspondeu e enlaçou os braços nas costas sólidas de Adão. O homem buscou os lábios da garota, e ela aceitou o beijo. Ela esperava que Adão enfiasse a língua até a garganta, como todos faziam, mas isso não aconteceu. Adão beijou ela com uma ternura típica de um casal apaixonado. O pau dele estava parado, abraçada carinhosamente pela buceta dela.
— Adão… você tem que se mexer dentro de mim.
— Ah, claro — ele riu como um idiota. Quase esquecendo como foder. Limpou a garganta e, beijando o pescoço de Rebeca, começou a bombar. Percebeu como o corpo da garota se sincronizava com as investidas dele, de um jeito que enquanto o pau dele se movia pra frente, os quadris da rainha iam na direção oposta, ajudando a penetração a ficar mais funda.
— Coloca minhas pernas nos teus ombros, Adão.
O homem obedeceu.
— Viu? Assim a gente fica mais confortável.
Era uma puta experiente. Não. Adão se arrependeu de chamá-la assim. Becca era um anjo caído do céu, e destilava prazer. Enquanto comia ela, curtiu o balanço dos peitos dela. Eles se moviam como pêndulos, lentos e firmes. Rebeca pegou ele pelas bochechas e o puxou para os seios dela, indicando que ele podia saboreá-los se quisesse. Ele fez isso. Nunca tinha provado peitos tão bons quanto aqueles. Eram até melhores que os da irmã mais velha dele, e ele ficou grudado neles como um bebê.
— Você é um menino tímido — ela riu — Como é que você caiu aqui?
— Mary me convidou.
— E você já comeu muito com as garotas daqui?
— Só com algumas.
— Sente isso. Me diz se você gosta.
De repente, Adão sentiu um aperto forte no pau dele. Os músculos de Rebeca eram treinados pra dar uma sensação gostosa de pressão na cavidade já apertada dela. Ele gemeu de felicidade e sentiu que podia gozar dentro.
— Gostou?
— Amei.
— Continua, então.
Ele se esforçou pra arrancar gritos de prazer de Rebeca, e comeu ela com confiança. Mas a garota olhava pra ele de vez em quando e também olhava pros outros. Conversava com uma garota que chupava um pau e fez uma piada sobre o tamanho da boca dela. As duas riram. O homem se perguntou se ela era capaz de sentir prazer ou se a sensibilidade dela era tanta que ele não dava conta.
— Quer trocar de posição? — ele perguntou pra ela.
Rebeca, sem responder e sem parar de conversar com A garota, chamada Carla, ficou de quatro, feito uma puta no cio, e levantou a bunda.
— Posso dar o cu se quiser — disse ela, com o olhar calmo e sereno. Isso quase fez o cara gozar, mas mesmo assim ele decidiu não meter ali. A buceta era tão gostosa que ele duvidava que tivesse outro buraco melhor. Deu um tapinha suave pra sentir a dureza da bunda dela e enfiou na pussy de novo. Viu uma camada fina de suor nas costas da parceira, e isso o deixou mais excitado ao ver a pele brilhando.
— É minha vez — disse José, o negão de quase dois metros que tinha acabado de comer a Maya.
Adão olhou pro pau dele, consideravelmente grande.
— Ah… eu…
— Tá tudo bem, Adão — sorriu Becca —. Você não precisa ficar só comigo.
José deu um sorriso de superioridade e se deitou. Rebeca viu a decepção na cara do novato e sentiu uma certa pena por ter cortado ele assim, mas a festa de swing não podia rolar direito se um casal ficasse grudado no outro.
Ela se virou, abrindo as pernas um pouco mais.
— José, vai com cuidado — reclamou Becca.
— Tô ligado, tô ligado.
Adão viu quase com horror o pau preto e grosso do homem invadir a buceta delicada onde ele tinha estado minutos antes. Dessa vez, Becca gemeu de verdade e o rosto dela ficou vermelho. Ela respirou devagar e abriu os olhos verdes, que olharam pra ele.
— Adão?
— Desculpa, vou pra outro canto.
Ele se virou. De repente, não queria mais transar com ninguém, porque os gemidos de Rebeca, sendo fodida por aquela rola enorme, mexeram fundo com ele.
Assim, a festa de swing chegou ao fim, embora pra ele pudesse ter terminado melhor. Não deu tempo de falar com Rebeca de novo, porque a mulher rapidinho trocou de roupa e voltou pro trabalho. O que ficou pra Adão foi o olhar de desprezo de Maya e Katy, que ele tinha dispensado e que disseram abertamente que nunca mais iam tocar na rola dele. Ele não ligou a menor mínima. Gabriela voltou pra casa e levou um susto: estava vazia. Adão geralmente ficava no apartamento trabalhando no livro dele, um romance de ficção científica que tinha contrato com uma editora famosa de literatura jovem. Isso fazia do irmão dela um nerd das letras, com o quarto cheio de livros nas prateleiras e pôsteres de ficção científica pendurados nas paredes. Parecia o quarto de um adolescente solitário, e Gabi adorava essa inocência e ingenuidade.
Ela foi tomar um banho e saiu enrolada numa toalha bem na hora que o irmão entrava em casa. Viu o vermelhão que subiu no rosto dele, e o olhar cheio de tesão que ele lançou. Gabriela não era boba. Se muitos caras caíam aos pés dos encantos femininos dela, o irmão não podia ser exceção. Sorrindo, chegou perto dele e abraçou com carinho, apertando os peitos contra o peito dele, por baixo da toalha rosa.
— Você tá bem? A Mary me contou sobre a Joana.
— Tô bem, não se preocupa.
— Relaxa, irmão. Era uma puta que só queria atrair cliente.
Infelizmente, Gabriela parecia estar certa. A mulher deixou um beijo no canto da boca dele e foi pro quarto dela. Os olhos de Adão não paravam de seguir o corpo gostoso da irmã, molhado e enrolado na toalha fininha. Ele imaginou como devia ser a bunda dela, quão duras seriam as nádegas. A última vez que viu Gabi pelada foi quando ela tinha quinze anos, quando tentou chupar a rola dele e a mãe surtou, decidindo que já era hora de pararem de tomar banho juntos.
No entanto, o que mais preocupava Adão era encontrar Rebeca no Facebook. Ele supôs que ela devia ser amiga da Mary, e resolveu investigar isso o mais rápido possível.
Mais tarde, Gabriela saiu pra tomar uns drinks no bar perto do apartamento. Vestiu uma minissaia rosa bonita e uma blusa branca com estampa abstrata. Parecia jovem, apesar de estar perto dos trinta. A pele bronzeada dava um ar... Exótica e muito estilosa, feito uma amazona sensual.
Ela deu um gole na taça quando Laura, uma das amigas mais íntimas, se aproximou. Era uma adolescente de apenas 18 anos recém-completados, e era tão depravada que até Gabriela tinha coisas a aprender com ela. Sentiu a palmada que levou e o aperto.
— Mas olha só quem está aqui — disse pra Gabriela —, parece que você não tem aparecido muito ultimamente, hein?
— Ando ocupada com o trabalho — respondeu a professora, e não deixou de reparar no top sexy que Laura usava. O cabelo loiro dela estava preso num rabo de cavalo, mostrando um pescoço charmoso.
— Quer uma diversão? — perguntou Laura, sentando-se de pernas cruzadas num dos bancos do balcão. A verdade é que Gabi não era muito chegada ao lesbianismo. Sim, já tinha beijado alguma garota de vez em quando, mas até conhecer Laura, nenhuma outra mulher a tinha seduzido daquele jeito.
Laura tinha uma libido altíssima, e seu principal atrativo eram os peitos, tão firmes quanto os da Gabi, e com aquele top apertado, ficavam espremidos e aumentavam de volume. Os lábios rosados da garota davam vontade de beijar.
— Vamos, vamos. Você sabe que quer — provocou a moça, acariciando as pernas dela. A professora ergueu as sobrancelhas e olhou em volta. Naquele momento, o bar não estava muito cheio e, francamente, ela estava estressada com as aulas. Se não conseguisse uma rola pra chupar e descarregar as frustrações, bem que podia fazer com uma mulher.
— Bom… — disse, soltando o ar que prendia —, acho que tá de boa.
— Perfeito! — riu Laura, e levou Gabi pela mão até a rua.
As duas mulheres foram bem juntinhas até o apartamento de Adão, e entraram sem fazer muito barulho, porque o escritor estava trabalhando no quarto dele. Assim que fecharam a porta do dormitório, Gabriela foi puxada pra cama e caiu nos braços de Laura, que começou a beijá-la sem cerimônia, roçando a língua na dela. Gabi se sentiu surpresa com a ferocidade da beijo, mas ela correspondeu fechando os olhos e se atrevendo a acariciar os peitos da amiga por cima do top apertado. As pernas de Laura envolveram a professora e ela desabotoou a minissaia com os dedos.
Elas se deram alguns segundos para se despir de frente uma para a outra. Suas peles faziam um contraste bonito de cor. Enquanto Gabriela exibia um bronzeado lindo e mamilos quase marrons, Laura era muito branca e as pontinhas dos peitos eram bem pequenas. Ela as juntou para parecerem maiores. Pequenas veias azuis e verdes apareciam por baixo da pele fina. Gabriela partiu para os mamilos e deitou Laura na cama. A garota se deixou chupar com muito prazer.
Era a primeira vez que a professora lambia uns peitos que não fossem os dela, e ela gostou de como eles ficavam duros debaixo da sua língua molhada. Laura arrastou a boca até a dela e enfiou a língua entre os dentes. Virou-a na cama e foi, com pressa, para a buceta da Gabi. Abriu as pernas dela ao máximo.
— Ai, love. Olha como você tá molhadinha. É, olha… que yummy que parece. Os sucos escorrendo.
Nervosa por receber a primeira mamada lésbica, Gabi se acariciava os mamilos e tentava manter as pernas bem abertas. Laura mergulhou na buceta dela, abrindo com os dedinhos e soprando lá dentro. Depois, penetrou com os dedos em forma de gancho e começou a foder ela com eles. Gabriela se sentiu estranha. Não se comparava à grossura de uma boa cock, mas bastava e ela começou a gemer de gosto. Gritou de surpresa quando a boquinha de Laura se fechou sobre a buceta dela e começou a mastigar suavemente os lábios com os dentes.
— Ah… sim, Laura.
— E ainda tem mais. Vira de costas e fica como a slutty que você é.
Rindo, Gabi obedeceu. Oferecia uma bela vista da bunda dela. A buceta apertada, o aninho estreito pronto pra ser penetrado por alguém. Infelizmente Laura não era fã de anal, então não deu atenção praquela área. Em vez disso, montou na sua amiga e começou a perfurá-la com os dedos, enfiando três de uma vez de forma selvagem. A Gabi gostou. Ela ofegou mais rápido e começou a se esfregar na própria buceta rapidinho.
— Me dá umas palmadas — pediu pra parceira, e ela obedeceu na hora, batendo forte e deixando as marcas das mãos na carne da professora.
Ficaram assim por um tempinho. Depois das penetrações, a Laura tirou os dedos lambuzados de sucos e deu pra Gabi provar, que chupou na mesma hora. Em seguida, ela abriu os lábios da buceta.
— Mete a língua!
A Laura fez isso, pressionando a cabeça toda pra alcançar cada cantinho daquela pussy linda. Ela beliscava o próprio clitóris com força, e acabou gozando enquanto saboreava os suquinhos branquinhos que saíam da buceta da Gabriela.
Depois, as duas minas se jogaram na cama, rindo e respirando ofegantes.
— Uff… — exclamou a Gabriela —. Foi emocionante, e rápido.
— As mulheres podem se dar prazer mais intenso que os homens e gozamos mais rápido entre a gente.
A Gabi olhou pra melhor amiga e deu um beijão na boca dela, que se descolou com um som de sucção.
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Uff, uma orgia e um bom lésbico... ajaja espero que tenham gostado, deixem suas opiniões que eu vou responder. muito obrigada por tudo, galera, e a gente se vê na próxima semana!!
6 comentários - Tiernas Delícias 3 - A Rainha do Sexo
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