Férias em Cancún 2

Férias em Cancún




TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADEComo eu disse no final do capítulo anterior, comecei a provocar a Elena. Ficava olhando fixo pra ela, sorria na direção dela e, quando ela mexia as pernas, eu olhava descaradamente pra elas. Em certo momento, Elena abriu as pernas mais do que devia. Olhei pra ela, pisquei o olho e sorri. Ela não aguentou mais e deixou escapar um sorrisinho. Já não fechava mais as pernas. Quando trouxeram a sobremesa — a Valentina e eu tínhamos pedido sorvete —, ela chegou bem perto de mim e começamos a comer o sorvete de um jeito bem safado, provocando ela. No começo, quando Elena viu que a Valentina também entrou na brincadeira, ela ficou meio sem graça e fechou as pernas instintivamente.

Mas depois de um tempo, ela também começou a entrar no jogo. O marido dela, a gente via que conversava com ela, mas ela parecia que tava pouco se lixando pra ele. O coitado ou não percebia nada ou só se fazia de desligado. Quando terminamos, a Valéria e eu comentamos em voz alta que íamos dar uma volta na praia, olhando pra ela, e fomos sossegados pra praia. Quando chegamos lá, escolhemos um lugar onde, se eles viessem, pudessem se sentar sem problemas. Enquanto a gente se acomodava, reparei em duas mulheres que deviam ter uns 45 anos, pra mais ou pra menos. O que me surpreendeu é que, nos poucos dias que eu as via por ali, elas estavam sempre sozinhas e com cara de puta que pariu. E não fui só eu que pensei isso, porque o Matías e a Valentina comentaram a mesma coisa. Também concordamos que as duas eram muito gostosas: uma de corpo normal e a outra com uns quilinhos a mais, mas as duas com um corpão, peitões e uma bunda bem boa.

Como o Matías tava de costas no restaurante e tinha perdido tudo, ele perguntou se a gente achava que eles viriam. A Valentina disse que ela tinha visto muita chance, que como mulher tinha percebido, e que tudo dependia do marido. Eu, dando um sorriso, falei que, se dependesse do marido, então eles viriam com certeza, e expliquei o que tinha visto e ouvido enquanto estava perto deles. E, de fato, ao Rato, vimos eles vindo de longe. O marido queria ir pra outro lado, mas ela veio na nossa direção. Quando chegaram, cumprimentaram. Ela ficou bem perto da gente, exatamente colada na Valentina. Reconheço que o biquíni dela era mais explosivo e tentador que o da Valentina, o que não quer dizer que o dela não fosse espetacular também.

Começamos uma conversa entre os cinco, que foi ficando bem agradável. Falamos desde os lugares de onde viemos até coisas mais pessoais. Mas tudo numa boa. O ponto alto começou quando Félix e Matías entraram no assunto de futebol, times, jogadores… eu, como futebol me interessa só de leve, não tava tão por dentro quanto eles desse mundo. Dava pra ver o entusiasmo deles falando sobre o tema, e foi aí que apareceu a veia dominante da Elena, aquela que eu já tinha falado pro Matías e pra Valentina. Ela disse… “Félix, nem nas férias você para de falar de futebol. Sabe que não gosto de ouvir sobre futebol nem política. Podia ir pra outro lugar se vai continuar falando disso” (falou de forma bem firme). Eu fiquei calado, mas a Valentina, sem deixar ninguém acrescentar nada, disse… “Elena tem razão, Matías. Por que vocês não dão uma volta por aí?” Matías, que não era bobo, levantou e convidou o Félix pra ir pra outro canto, mas ele ficou olhando pra mulher, que meio que com desdém disse que sim, que fossem.

O sol tava batendo forte, o calor era intenso. Eu esperava pra ver como as coisas iam se desenrolar, e não precisei esperar muito. Coloquei os fones de ouvido pra fingir que tava ouvindo música. Não me enganei ao fazer isso, porque logo a Valentina começou uma conversa direta com a Elena, falando como se fosse em segredo, mas de um jeito que eu pudesse ouvir tudo.

— Não sei você, mas desde que cheguei aqui, fico o dia inteiro com “vontade”, cê me entende.
— Kkkkk… isso é o calor. Olha eu, que venho de um lugar onde faz Fresquinho. Porque na Espanha nem tudo é calor.
- Imagino. E ainda mais com os homens que se veem por aqui, que tão todos…
- Já sei, já sei… pelo que vejo, você fez uma amizade bem íntima com o que tá do seu lado…
- Kkkkk… que malvada você é.
- Eu, malvada? A malvada é você. Que você sabe o que…
- Pouca coisa…
- Conta, conta…
- A única coisa que posso te dizer é que ele é bem dotado, mais que o normal, mas muito mais, e beija de matar, depois de te beijar, te deixa…
- E por que você não finalizou?
- Porque foi um pega aqui e agora e tinha muita gente, me entende… né?
- Mas do jeito que você tá falando, se não tivesse gente, você teria comido ele?
- Comido mesmo.
- Sim, que você teria fodido com ele, vamos.
- Pode ter certeza.
- O que você tá dizendo? Sério?
- Claro, não gosto de perder tempo.
- Mas isso seria ser infiel.
- Quem é mais infiel: quem faz ou quem pensa? Porque você, além do exibicionismo da comida, com certeza pensou em pegar ele. Ou não? Não me engana.
- É que não é a mesma coisa.
- A única diferença é que eu ia aproveitar mais do que você se masturbando sozinha ou com – me desculpa pelo que vou dizer – com o chato do seu marido e pensando nele. Mas responde uma pergunta, e não precisa me dizer a resposta: se você soubesse que seu marido nunca ia descobrir, você pegaria ele?
- Kkkkk… como eu disse, que “MALVADA” você é. Mas falando nisso, o que aconteceria se seu marido descobrisse?
- Ele não ia descobrir, porque ou eu estaria no presente ou depois contaria tudo nos detalhes pra gente foder sem parar.
- Tá falando sério?
- Claro, como você acha que a gente quebra a rotina e se excita mais, depois de tanto tempo juntos? Não me olha com essa cara de escandalizada. Me fala de vocês.
- Não sei do que você tá falando.
- Ora, os biquínis que você usa, você faz porque gosta de ser olhada, desejada, e o… seu marido fica excitado quando te olham, isso é nítido. Ou não? Não me olha de novo assim, ou você não percebeu?
- Não sei.
- Você já disse tudo. Mas posso te dizer uma coisa, ela tem umas mãos de puro vício, dá umas massagens que não dá pra descrever. (Ela não podia saber, imagina que eu tava falando só pra provocar ela)
– É?
– É.
– Já que nossos maridos não tão aqui, vou dar um toque nela, pra falar que ou te dá uma em você, que tá com dor nas costas, ou me dá outra em mim, que ainda tô sentindo dor. Qual você escolhe? (Ela ficou calada)
– Mas fica de olho se meu marido aparecer pra me avisar. Valeu?
– Valeu.
Senti como mexeram no meu braço. Fiz de conta que tava meio grogue, tirei os fones e a Valentina me disse… “Elena, ela deu um esticão na perna e na cintura, a dor não passa, se você puder fazer alguma coisa” Sentei na espreguiçadeira e perguntei o que tinha acontecido, ela, toda séria, me contou um monte de lorota, mas do jeito que descreveu a dor, foi exato um ataque de ciática. Falei pra ela virar, deitar de bruços. O rabo dela ficou totalmente exposto, já que ela tava de fio dental, com uma tirinha minúscula que se enfiava entre as nádegas e parecia que não tava vestindo nada.
Perguntei se tinha algum tipo de creme, pra minhas mãos deslizarem melhor. Ela disse que só tinha o bronzeador, mas a Valentina tirou da bolsa de praia o que parecia hidratante. Deixei cair um jorro no fim da coluna dela, mas sem chegar na bunda. Falei que ia dar uma massagem primeiro nas costas pra ela relaxar. A Valentina tinha se sentado de lado na espreguiçadeira, de um jeito que não ia perder nada. Fiquei massageando as costas dela e fui descendo devagar, até chegar na cintura. Nenhum de nós três tava falando mais. A gente tava tipo em transe.
Depois coloquei outro jorrinho de creme na perna que supostamente tava doendo. Massageando desde os pés, os dedos, pra continuar pelas panturrilhas, a cara da Valentina era de puro tesão. Passei a acariciar a coxa dela, já que era mais isso do que massagem. Não precisei falar pra ela abrir um pouco as pernas, quando sentiu uma das minhas mãos pela parte interna da coxa dela fizeram isso. Deixei essa mão ali, acariciando, mas sem chegar na bucetinha dela, bem pertinho. Com a outra, eu tocava a bunda que ela disse que tava doendo, amassava, de um jeito que consegui ver o rabo dela várias vezes.
Valentina olhava pra mim e pra bunda da Elena com muito tesão, me olhava, mordia o lábio inferior e, num dado momento, mostrou a língua toda, fazendo um gesto olhando pro rabo, como se dissesse que ia comer ele. Nós três estávamos mais quentes que o sol que tava fazendo. Com a lateral da mão, como se fosse sem querer, eu passava pelos lábios da buceta dela. Não dava pra ver o rosto dela, mas pelo jeito que ela fazia pra não se mexer, a tensão que ela tava, me fazia perceber que ela tava nas minhas mãos, nunca foi tão verdade. Mas era hora de parar, pra deixar ela com água na boca. Escapou um... “JÁ?” e eu falei que era melhor deixar assim, que depois se continuasse doendo, ela me falasse que eu daria outra. E fui tomar um banho, fiz isso pra baixar minha ereção e pra deixar elas conversarem.
Vi elas conversando e se sorrindo. Mas tudo se cortou quando os maridos apareceram. Perto de mim na água naquele momento estavam as duas mulheres de uns 45 anos. A mais gordinha, numa batida de uma onda, soltou a parte de cima do biquíni, também não era nada estranho, porque pra segurar aqueles peitões precisava de muito mais. Consegui ver os peitos dela perfeitamente e me chamou a atenção que a auréola era pequena, mas o mamilo era enorme. Ela percebeu que eu vi, se cobriu e deu de ombros.
Vejo a Valentina vindo com um sorriso de orelha a orelha. E me conta o que elas conversaram. Que ela tinha ficado com muito tesão, que tava esperando mais, que tava rendida. Mas o mais importante é que ela disse que já seria menos, que então porque ela falou pra vigiar se o marido dela vinha. Que ela tinha dito que, em algumas coisas que a Valentina falou, não tavam muito erradas. Que Desde namorados, o marido dela sempre que sabia que alguém tinha dado em cima dela ou, por exemplo, que dançando alguém tinha se encostado demais, ele perguntava todos os detalhes e depois eles transavam como loucos.
Valentina me perguntou qual seria nosso próximo passo. Não precisei pensar muito. Falei que hoje à noite a Elena tinha que reclamar de novo e que ela tinha que falar daquela história da massagem de novo, que a gente iria pro quarto dela ou pro nosso e eu daria a massagem. Valentina me perguntou se era todo mundo ou só nós três. Falei que era muito fácil: ela contasse pro marido que eu tinha dado a massagem e visse o que ele falava, mas que contasse só na hora do jantar, pra não dar tempo deles transarem antes. Da reação dele a gente veria quem ia.
Fomos nos trocar pra jantar e depois ir dançar. Enquanto íamos pro hotel, os dois iam bem na nossa frente, conversando. Quando chegamos no hotel, eles foram pro quarto deles e a gente pro nosso. Lá, a Valentina me informou que tava tudo certo. Ela tinha dito pra contar pro marido quando estivessem lá embaixo e que ela ia observar, assim poderia dizer se o marido era como ela imaginava, que saberia na hora. Matías esfregou as mãos e disse: “Mesmo sem saber direito o que rolou, essa noite parece que vai ter festa…”
Eu desci por último, de propósito. Quando cheguei, vi as duas mulheres especialmente explosivas. E a Valentina com aquele sorriso da praia, aquele sorriso malicioso. Tavam me esperando. Fomos pro buffet e pegamos uma mesa pros cinco. Eu precisava saber o que tinha acontecido, se é que tinha acontecido alguma coisa. Depois que todo mundo já tinha a comida na mesa, me deu na telha de ir ver o que ia beber. Me incentivaram a tomar álcool, mesmo sabendo que eu não bebo. Aí a Valentina levantou e disse que ia me assessorar.
Quando a gente se afastou, ela falou baixinho: “Ele é exatamente como eu pensei. Quando ela contou, ele ficou todo excitado. Perguntou cada detalhe, se você tinha passado a mão, se ela tinha gemido… Ela disse que só gemeu um pouco, mas que você foi profissional. Ele ficou maluco e já queria subir pro quarto na hora. Ela disse que não, que depois do jantar. Ele passou a mão na buceta dela por baixo da mesa e falou que ia comer ela gostoso mais tarde. Acho que hoje a noite vai ser boa.” nos distanciamos, e rápido ela me disse… “Sem dúvida, ele gosta que a mulher dele se exiba, quando contou sobre sua massagem e disse que ele descreveu tudo bem real, queria deixar o jantar pra depois e subir pra trepar” voltamos pra mesa. Eu já tinha tudo claro, não era a primeira vez que me deparava com um caso assim, tudo dependia mais da Elena do que do Félix. O que ela decidisse, ia rolar, tinha certeza. O jantar foi cheio de risadas, dava pra ver que todo mundo tava numa vibe foda, e com certeza pelo mesmo motivo.
Fomos tomar um drink e o Matias escolheu um bar com música lenta e que dava pra dançar. Quando já tava rolando um tempo, levantei bem decidido e perguntei se alguém queria dançar. O Matias falou pra mulher dele ir, que ele não tava a fim, mas a Valentina disse que a Elena ia primeiro, que depois ela ia, e o Félix quase levantou a Elena no colo pra ela ir. Desde o começo, me encostei bem nela, ela não se afastou, mas percebi que de vez em quando olhava pro marido dela.
Quase sussurrando, ela me agradeceu pela massagem, que antes foi muito sem educação e não agradeceu. Minha resposta foi que quem tinha que agradecer era eu. Ela agora, sem sussurrar, perguntou estranhada o porquê. E eu, com toda a cara de pau, falei… “Porque poucas vezes a gente toca uma bunda tão gostosa, tão maravilhosa” ela riu e disse… “Você é novo, mas muito sem vergonha. Mas obrigada pela sinceridade” dançamos mais umas duas músicas, isso sim, fazendo com que ela sentisse meu pau no esplendor total.
Depois dancei com a Valentina e o Matias foi ao banheiro. Enquanto eu observava o Félix e a Elena conversando, via como ele tocava ela disfarçadamente, dava pra ver que ele tava contando o que tinha rolado na dança, mas depois percebi que ela não deixava ele se passar, porque tirou a mão dele das pernas dela. Quando o Matias voltou, a gente parou de dançar e voltou pro lugar. As mulheres aproveitaram pra ir ao banheiro. Quando voltaram, a Elena vinha meio mancando e Reconheço que eu fazia muito mal. Mas todo mundo perguntou o que tinha acontecido com ela, e a Valentina, como porta-voz, disse que ela tinha torcido a perna e que a dor tinha voltado.
Ninguém ousava falar mais nada, mas eu acho que no pensamento de todos, ou pelo menos no do Matias, da Valentina, da Elena e no meu, estava que eu desse uma massagem. Mas ninguém demonstrou interesse, até que o próprio Félix, inocente, disse que a mulher dele já tinha falado que eu dei uma massagem e que a dor passou, e que eu poderia dar outra. Me fazendo de durão, respondi que talvez tivesse sido só a torção e que passaria, mas que, se não passasse, por mim não tinha problema.
Eles continuaram bebendo, não é que ficaram bêbados nem nada, mas eu percebia, principalmente nas duas mulheres, que elas estavam se soltando mais. Dessa vez, quem propôs ir dançar foi a Valentina, e o marido dela me disse que me cedia o lugar. Fomos dançar e lá ela me contou que a Elena queria outra massagem, que como o marido dela estava entretido com o Matias, a gente podia ir os três, mas isso sim, ela disse que era só pra brincar, sem exagerar, pra depois pegar o marido dela melhor, que por si só já não bastava, tinha ficado com muito tesão nos vendo dançar. Eu falei pra Valentina provocar ela, pra dizer que a dor estava aumentando e que eu daria uma surpresa. Valentina quis saber que surpresa, e eu só falei pra ela entrar na minha onda, que seria bem morbida, prazerosa e quente.
Já estávamos sentados, elas conversando de um lado, nós do outro, e em específico falávamos sobre a excursão do dia seguinte, que era uma excursão que eu tinha reservado da Espanha, pra ver uma zona arqueológica. A Valentina interrompe a conversa e fala que a Elena já estava com muita dor. Nesse momento, eu me ofereço pra dar a massagem e completo, olhando pro Félix, desde que ele não se importasse, e ele diz que não. As duas mulheres se levantam, e eu também. Não tiro os olhos delas, principalmente da Elena, quando falo pros dois maridos virem também. Notei a surpresa da Valentina, mas ela já fez uma cara sorridente e de "malvada". Já a expressão do rosto e do corpo da Elena foi de uma tensão difícil de esconder.
Ela tentou reagir dizendo que tanto fazia, que ia deitar e que amanhã estaria bem. Mas todo mundo falou junto que não, que era besteira ficar sofrendo à toa e que, senão, amanhã ela podia não estar bem pra excursão. Com a cara bem tensa, ela aceitou e, antes que alguém pudesse falar qualquer coisa, ofereci meu quarto, porque ainda tinha comprado uns óleos corporais de plantas típicas daqui pra levar pra Espanha na volta. Ia estrear um naquele momento.
O Matias se adiantou e depois nos alcançou na porta do elevador, trazendo duas garrafas de bebida, uma de tequila e a outra nem sei do que era, nem lembro agora, só sei que todo mundo disse que era um licor muito forte. Quando chegamos no quarto, os dois maridos sentaram nas duas poltronas que tinham, a Valentina sentou na beirada da cama e eu falei pra Elena se deitar, e ela fez isso com o vestido ainda no corpo. Falei que assim ia ser difícil, olhando pro Félix e pra ela alternando, e disse que era melhor ela pegar uma toalha grande do banheiro, tirar o vestido e, olhando mais diretamente pro Félix, falei que se a calcinha fosse grande, podia incomodar. Ela ficou na dúvida, dava pra ver que tava nervosa, mas o Félix, que já tava tomando uma dose, falou pra mulher dele não ser criança, que todo mundo tava ali.
A Valentina, que tava de prontidão, levantou, falou ajudando ela a se levantar, "vamos, não tem nada demais", e entraram no banheiro. Demoraram um pouco pra sair e a Valentina apagou várias luzes, de um jeito que dava pra ver perfeitamente, mas sem tanta claridade. A Elena veio com uma toalha, que não era a maior, era uma média, que cobria ela até a altura. as tetas e um pouco das coxas, só isso. Com certeza foi ideia da Valentina. Elena, em vez de se deitar no comprimento da cama como fez no começo, se deitou na largura, não sei se pra não ser vista de onde os maridos estavam. A cabeça dela ficou perto da Valentina.
Já tinha preparado o óleo. Dessa vez comecei pelos pés e fiz nos dois, não só num. Via o olhar fixo do Félix. Ele não dizia nada, só olhava. Não dava pra saber que tipo de olhar era, então a qualquer momento ele podia pular e dizer que iam embora. Por isso eu ia devagar. Já tinha uns dez minutos e mal tinha chegado nas coxas, mas dessa vez ela não facilitava as coisas abrindo as pernas, como fez à tarde. Resolvi esperar, tirei as mãos e coloquei por baixo da toalha pra acariciar a bunda dela. Notei que a pele toda dela se arrepiou. Nessa hora a Valentina foi muito esperta, começou a acariciar a cabeça dela, com suavidade, com sentimento.
Olhei descaradamente pros maridos. O Matias estava na expectativa, se tocando disfarçadamente por cima da calça. O olhar do Félix era de incredulidade e excitação, agora dava pra ver, e ele tentava esconder a ereção. Isso me deu espaço pra dar o próximo passo: abri a bunda dela e passei um dos meus polegares por toda a racha do cu dela, fiz isso várias vezes. Depois desci as duas mãos de novo pras coxas e, no momento em que fiz o primeiro movimento de subir as mãos, as pernas dela se abriram timidamente. Fui subindo até meus dedos roçarem os lábios da buceta dela. Comecei a acariciar com toda suavidade, mas sem enfiar os dois dedos e sem tocar no clitóris dela, bem pertinho de tudo aquilo. Precisava que ela desejasse ao máximo, que pedisse.
A cabeça dela estava virada pra onde a Valentina estava. Eu não via bem, mas esperava ver o que a Valentina fazia pra saber quando dar o próximo passo. Olho pra Valentina, que continua acariciando o cabelo da Elena. Com carinho, pra ela fazer alguma coisa. Agora começo a acariciar o rosto dela, vejo como roça os lábios da Elena até enfiar um dedo na boca dela, e ela no começo não quer, mas depois chupa devagar. Era a hora, olho pra onde o marido dela está, olhando fixamente, enfio uma mão por baixo e chego no clitóris dela, quando ela sente que eu toco, abafa um gemido forte com o dedo na boca da Valentina. Mas não precisa ser burro pra perceber o que tá rolando. Mas ela nem se recuperou disso, quando enfio dois dedos da outra mão dentro da buceta dela, que tá encharcada.
Dessa vez ela se vira e vejo que olha pro marido, mas volta rápido a mudar a posição da cabeça. Vejo que o Matias tirou a pica dele e tá se tocando descaradamente, o Félix vê e no final faz o mesmo. Vejo que a Elena se meio levanta, tenho a sensação de que quer ir embora, mas quando se vira e vê o marido se masturbando, junto com o Matias, ela se vira e tira a toalha, ficando totalmente nua. Eu faço o mesmo, sem parar de olhar pra ela me desnudo, e a Valentina faz o mesmo. A Valentina se aproxima como uma gata e começa a chupar minha pica, depois de fazer isso várias vezes, ela chama a Elena e diz… “O que te falei, tem uma pica boa ou não?” A Elena não diz nada, enfia na boca. As duas não param, chupam minha pica, lambem minhas bolas, as línguas delas não param. No começo, quando a Elena esbarrava na língua da Valentina, ela se afastava de repente, mas aos poucos vai ficando de boa.
Faço ela deitar e enfio minha cabeça entre as pernas dela, ela se contorce, geme, fala frases incompreensíveis. Até que ouço… “Isso, isso, isso é a sua praia, olha só, eu sabia…” ela dizia entre gemidos, parei pra ver o que tava rolando e pude ver o Matias masturbando o Félix e este fazendo o mesmo com o Matias. Voltei a chupar a buceta da Elena, quando ouço um dos maridos gozar pelos gemidos. Acho que foi o Félix, porque ele diz que já quer ir embora. Elena mostrou sua dominância e sua má vontade, mandando ele calar a boca, sentar, vazar, fazer o que quisesse, mas não encher o saco dela. Ele ficou de pé sem saber o que dizer, mas sem parar de olhar. Agora virei ela e fiz ela chupar minha pica de novo, deixando a bunda dela empinada, o que a Valentina não desperdiçou, começou a comer ela por trás. No começo, Elena se assustou, mas não falou nada. Eu via a Valentina devorar ela e besuntar bem os dedos pra lubrificar o cu dela. Aí sim ela quis reclamar ou falar algo, mas segurei a cabeça dela e não deixei. Pelo jeito que os gemidos aumentavam de intensidade, tava claro que a Valentina sabia o que fazia e fazia muito bem. Porque em pouco tempo, Elena tirou a pica da boca, apoiou a cabeça na minha pélvis e gritou como se a vida dela fosse acabar.

Com cara de ternura, mas muito tesuda, ela pediu pra eu meter e, olhando pra Valentina, disse que seria a segunda vez na vida dela. Valentina fez ela deitar de barriga pra cima e deu um beijo bem molhado na boca dela, enquanto eu metia. Quando tava toda dentro, Valentina falou... "Aproveita, que eu já aproveitei e você vai ver quando eu fizer a Booty, é magnífico". Começou a chupar os peitos dela e Elena não parava de suspirar. Minhas metidas eram profundas, coloquei as pernas dela nos meus ombros e enfiava com muita força.

Agora Valentina sentou de pernas abertas e Elena, antes de qualquer coisa, falou com a voz quase apagada... "Nunca fiz isso, não sei se vou saber". Valentina sorriu e, sem dizer nada, colocou a bucetinha dela na boca de Elena. Vi a cara de Valentina e, aos poucos, ela se transformava em puro prazer. Ela me olhava e confirmava com a cabeça, se aproximou e a gente se beijava, sem parar de fazer o que a gente tava fazendo. As duas gozaram dessa vez. Eu tava morrendo de vontade de meter e queria foder aquela bunda nova, mas Elena falou que na próxima vez, que hoje não tava preparada pra tanto. Valentina disse "olha e aprende", se posicionando como a putinha que era, e Elena olhava com cara de... espanto, como meu pau entrava naquele cu fantástico e depois a força com que a gente fodía, ela com o movimento selvagem da bunda dela e eu com minhas estocadas, gozando de um jeito brutal e ela, ao sentir meu gozo, gozou junto.
Quando terminamos, foram para os quartos deles, que a gente teria pouco tempo pra dormir se não quisesse perder a excursão do dia seguinte. O telefone do meu quarto tocou, me avisaram da recepção que era a hora. Custou um mundo pra eu levantar. Tomei um banho frio, me vesti o mais confortável possível e desci. Tava tomando café da manhã sozinho, não vi ninguém dos dois casais, cheguei a pensar que não viriam. Os primeiros a chegar foram o casal argentino, e ela, rindo, me disse que a culpa era minha e foi pegar o café. Depois, o outro casal apareceu correndo. Félix hesitou em sentar com a gente, mas a mulher dele, com um sorrisão, veio até nós, deu bom-dia e sentou. E disse pro marido o que queria.
Quando terminamos, fomos pro lugar que nos indicaram. Todo mundo no grupo falava espanhol, mas de países diferentes. No caminho, o guía foi explicando o que íamos ver e as regras daqueles lugares. Valentina e Elena iam juntas, falando bem baixinho entre elas, a única coisa que dava pra ouvir na conversa eram as risadas delas. Do outro lado, iam Matias e Félix, e eu percebi que quem mais falava era o Matias.
Bem coladas em mim, iam as duas mulheres de 45 anos. Eu ouvia elas perfeitamente, estavam muito putas, pelo que vi, elas tinham feito uma amizade muito boa. As duas reclamavam dos maridos. Pelo que deu pra ouvir, os respectivos maridos tinham se inscrito num campeonato de golfe que tinha entre vários complexos hoteleiros. E tavam pouco se fodendo pra elas.
Quando chegamos, decidi, como se diz por aqui, jogar a isca. Me aproximei delas e, com toda a cara, falei… “Me desculpem, mas Ouvi vocês o caminho inteiro, e mesmo sendo um atrevimento da minha parte, quero dizer que seus maridos são uns perfeitos imbecis, deixando duas mulheres lindas sozinhas e abandonadas, que pena. Deus dá pão a quem não tem dentes. Assim que terminei de falar, continuei meu caminho e ouvi elas rirem.

Esqueci de tudo e prestei atenção em todas as maravilhas arqueológicas que via. Não tinha palavras, era mais impactante do que eu imaginava. Não vou me alongar, mas decidi naquele momento voltar, mas para ver mais coisas e menos praia. Quando voltávamos, Félix e Elena sentaram juntos, mas Matias me deixou com a mulher dele. Valentina aproveitou pra me contar o que Elena disse. Ela estava super a fim e disposta de novo, o problema era o marido, mas não porque ele não quisesse, ele estava envergonhado, principalmente por ter ficado com Matias.

Enquanto ela me contava, eu aproveitava pra passar a mão em Valentina, que não colocava nenhum impedimento, ainda mais quando olhava de vez em quando pra Elena. Ela ficava excitada com a gente sendo vista. Ficamos assim quase toda a volta. Chegamos no hotel já quase na hora do jantar, entre uma coisa e outra ficamos fora um pouco mais de 11 horas. Combinamos de jantar juntos e eles foram pros quartos. Eu fui dar uma olhada nas festas que tinha aquela noite. Quando vejo as duas coroas, como se estivessem esperando, mas com a indecisão de me falar algo.

Quando passo perto delas e, meio nervosas, me perguntam o que eu quis dizer antes quando parei elas. Olhei fixamente pra elas e falei… “É uma pena que deixem vocês sozinhas, são uma provocação, custa não falar… melhor eu me calar” e elas, com um olhar intrigante, me mandaram continuar. “Pra não me interpretarem mal e não ter confusão, não diria que faria amor com vocês, porque seria mentira, simplesmente comeria vocês até ficar exausto.” Elas não esperavam, ou pelo menos tanta clareza. Uma delas me disse: “Moço, é Seu sem-vergonha, a gente podia ser sua mãe" e, sorrindo, eu disse: "Bom, se você é minha mãe, te espero pra me ajudar a tomar banho e me cobrir na hora de dormir". A amiga caiu na risada.

Eu tava indo embora quando parei, me virei e voltei até onde elas estavam. Elas me olhavam bem curiosas. Eu disse: "O bom desse lugar é que você nunca mais vê as pessoas, então tem que aproveitar as situações. Só precisa de atrevimento e vontade de se divertir". E aí sim fui embora. Depois que me troquei e tal, desci de novo, sentei perto do restaurante onde a gente tinha combinado, e apareceram Félix e Elena. Depois veio Matias sozinho — a Valentina tinha começado a vomitar e estava com a barriga solta, então não iam descer pra jantar. Quem ficou mais preocupado foi o Félix, que ficou bem tenso.

O jantar foi meio tenso. Principalmente por parte do Félix. Toquei em vários assuntos pra tentar puxar conversa, mas ele não tava a fim. Já a Elena era uma conversa agradável. Ele se levantou, e eu aproveitei pra dizer: "Acho que hoje, pela cara do seu marido, vocês vão embora cedo". Ela, com um olhar animado, respondeu: "Tem uma coisa que te devo e que a gente tem pendente". Não consegui responder nem comentar nada porque o marido apareceu, mas ela pediu pra ele trazer um sorvete, e ele foi de novo. Não perdi tempo: "Por mim, sem problema, mas acho que seu marido não pensa igual".

Ele voltou com bastante sorvete, de sabores diferentes. Ela comia — mais do que comer, ela lambia, fazendo de um jeito bem sensual e sexual, olhando pra nós dois. Depois ficava toda dengosa com o marido e dava um pouco de sorvete pra ele provar. Ficaram nessa o tempo todo.

Quando o jantar acabou, eu fiquei esperando pra ver o que ia rolar. Félix disse que tava muito cansado da excursão e que amanhã seria outro dia, mas a Elena ficou entre dengosa e séria, queria pelo menos uma dose. No fim, Félix cedeu, mas sem... Muita convicção. Mas ele escolheu um bar do hotel onde não dava pra dançar. Era tipo pub. Entramos e a Elena foi direto pra um canto bem discreto. Pedimos a bebida. O tempo que o Félix levou pra beber foi nada, quase de um gole só. Eu decidi ir ao banheiro pra eles conversarem a sós, se precisassem.

Quando saí do banheiro, vi ela passando a mão no volume dele e mordendo ou lambendo a orelha dele. Tava claro que ela tava excitando ele, ou pelo menos tentando. Eu sentei como se nada, mas ela continuava tocando no marido. Ela pediu outra rodada e o Félix fez cara feia, mas não falou nada, e eu nem tinha terminado a primeira, quando o Félix virou a dele de novo de uma vez e insistiu em ir descansar.

Mas pelo que eu via, a Elena tava excitada demais e com muito tesão pra ir embora. Só que já tava me dando mal, pela cara do Félix. Ela pegou nós dois pelo pescoço e nos abraçou, juntou bem nossas cabeças e disse pro marido… “Olha, Félix, ontem prometi que daria algo pra ele. Passei o dia todo pensando nisso e tô fora de mim. Você também tava assim até os argentinos falharem. Nós três não daria certo, a não ser que você gostasse de como seu novo amigo bate uma pra você…” Ele recuou e tentou balbuciar algo, mas não saía. Ela colocou uma mão em cada volume e passou a mão nas nossas picas.

Então ela disse bem séria pro marido… “Você tem as seguintes opções: a gente sobe com o Carlos pro quarto dele e se diverte, a gente vai sozinho pro nosso quarto e você esquece que eu vou te contar qualquer coisa que aconteça comigo, e me entende, terceira e última: você vai sozinho e eu vou com o Carlos, mas aí depois te conto tudo com detalhes. O que você escolhe?” Ele ficou um tempão pensando e decidiu, disse que iam os dois pro quarto deles.

Como eu esperava qualquer resposta, não me pegou de surpresa, mas a Elena sim, ela não esperava essa resposta. Ela, bem digna, se levantou, com voz séria, tensa e tirânica disse a ele… POIS VAMOS EMBORA!! Notei como ele pareceu ter um arrepio quando a ouviu. Foram embora quase sem se despedir, me deixando ali sozinho. Não hesitei, levantei e fui tentar localizar minhas duas coroas pra ver se estavam por perto. Encontrei elas num dos bares. Estavam com seus respectivos maridos, eu, como se não as conhecesse, fiquei bem perto delas. Nunca vi dois casais tão entediados. Eles falavam de golfe e suas historinhas, e a cada dois por três diziam pras suas mulheres que já tinham ficado tempo demais, que por que não ir embora. Elas reclamavam, queriam dançar e eles nem fodendo.
Eu olhava pra elas e fazia gestos sem que eles me vissem. No começo elas mantinham as aparências, estavam muito sérias, mas no final sorriam e riam, sob o olhar dos maridos, que não entendiam nada. Estávamos assim entretidos, quando sentam onde eu estou Félix e Elena. Fico olhando pra eles e pergunto como é que estavam ali de novo. Ela não dizia nada, só olhava pra ele, e ele com cara de cu me pergunta se eu aceitava um convite pro quarto deles. Não respondi, me levantei e vi como os olhos de Elena brilharam, eles se levantaram e a gente ia saindo, mas antes de ir me virei pra ver minhas "amigas" e mandei uns beijinhos pra elas.
Quando chegamos no quarto dela, ela acendeu todas as luzes, não foi como no meu quarto. Sentamos e eu não quis beber nada, mas Félix encheu um copão. Eu o notava entre nervoso e envergonhado. Daí a pouco ela saiu do banheiro. Me cortou a respiração. Ela tava usando, digamos, uma camisola curtinha, quase uma lingerie, preta transparente, com meias pretas. Dava pra ver perfeitamente os biquinhos dos peitos. Ela se aproximou e deu um beijinho nos lábios do marido, o marido passou uma taça pra ela e ela sentou em cima de mim.
Colocou a bunda perfeitamente e se mexia suavemente, mas o suficiente pro marido ver. Meu pau começou a crescer sem jeito. Ela se me movi mais. A gente tava falando da excursão da manhã. Passei uma mão pra frente e não demorei pra chegar na bucetinha dela, já que ela também não tava usando nada por baixo. Quando toquei no clitóris dela, já tava durão pra caralho. Agora ela tava com dificuldade pra falar. Ela se recostou em mim e minha outra mão foi pra um dos peitos dela, pra depois apertar o mamilo com meus dedos, sem parar de tocar o clitóris dela. Eu não conseguia ver ele, já que ela tava deitada em cima de mim. Mas quando ouvi ela dizer... "Pô, se eu soubesse que te deixava tão tesudo ver sua mulher fazendo de putinha... a gente podia ter se divertido muito" me virei de lado e vi porque ela tava falando isso, o marido dela tava completamente duro, o volume na calça entregava tudo. Vendo o que eu vi, mandei ela levantar, desabotoei minha calça e tirei a pica pra fora. "Quem vai ser a putinha que vai chupar isso?" ela sorrindo disse... "Nem pergunta isso que meu maridinho pode se jogar nela" Félix falou... "ELENA... QUE PORRA É ESSA?" "Como assim que porra é essa? Tamo na intimidade e você me disse que achava esse pauzão uma coisa incrível" ela falou, ele todo envergonhado tentou se justificar, mas se enroscou mais. Ela se agachou e começou a chupar minha pica, fazia isso e me olhava nos olhos fixamente e de um jeito safado, principalmente quando tirava ela da boca e passava a língua por toda a minha pica. Mas ela piscou um olho pra mim e começou a fazer a mesma coisa, mas olhando pro marido, que já tava pouco se fodendo, porque vi ele tirar a pica dele e começar a se tocar, olhando pra gente com muito tesão. Ela tava de joelhos e parou de me chupar, falando pro marido "Vai no banheiro e traz o hidratante e passa na minha bunda" ele nem reclamou, levantou e trouxe o creme, mas o cara tinha se pelado todo, foi rápido pra caralho. Ele ficou atrás da mulher dele e foi fazendo o que ela mandou. Enquanto ele fazia isso, ela ronronava e ele olhava bem de perto como ela chupava minha pica. Ela, percebendo, tirou a pica da boca e apertava ela forte, o que fazia ela inchar Mais, ele olhava como hipnotizado e ela dizia pra ele... "Porra, que cara de viciado você tem, maridinho, tá louquinho pra dar uma lambida..." Ele não falava nada e ela lambia com provocação. Ela, sem esperar, pegou a cabeça do marido e aproximou da minha rola, o marido abriu a boca pra receber, mas ela agarrou ele pelo cabelo e puxou, dizendo... "Que viado eu tenho em casa... meu Deus" ela falou rindo. Agora foi pra cama e se colocou de quatro, igual a Valentina fez na noite anterior.
Eu me despi e me aproximei dela. Passei creme na minha rola e era hora de eu assumir o controle de tudo. Falei pra ela que era melhor deitar de bruços, que pra primeira vez seria melhor. Ela obedeceu e eu coloquei minha rola na entrada do cu dela. Mas escorregava muito, então tive que segurá-la e posicionar bem no cu, depois apertei um pouco e encaixou na metade. Ela deu um suspiro forte, mas não disse mais nada.
Depois dei mais uma empurradinha e enfiei a cabeça da minha rola, aí sim ela reclamou e se queixou, me disse pra tomar cuidado que tinha doído. Do jeito que estávamos, ela não podia escapar, tava na minha mercê. Dava pra sentir que era muito apertada, já sabia que ia ser difícil. Dei uma estocada um pouco mais forte que as anteriores e ela gritou, me mandou tirar porque tava doendo muito. Tentei acalmá-la, mas ela começou a falar comigo do mesmo jeito que falava com o marido, num tom mandão. Mas eu mandei ela calar a boca, que eu não era o marido dela, que comigo se falava direito. Quando vi que ela tava se enchendo de coragem pra falar alguma coisa, estoquei de novo um pouco mais, mas passei do ponto, quase enfiei tudo.
Ela me chamou de filho da puta, viado, porco... e um monte de outras coisas, por isso, quando ela terminou os insultos e recuperou o fôlego, acabei de enfiar tudo. Ela pediu ajuda pro marido, mas eu falei pra ele nem se mexer. Ela continuava reclamando e a verdade é que minha rola tava bem apertada pela estreiteza do cu. Ela parou de se mexer quando percebeu que se ficasse quieta, doía menos. Menos. Ela, com a voz mais suave, me dizia… “Por favor, Carlos, tira com cuidado, tá doendo muito, por favor”. Como viu que eu não tava ligando, começou de novo com aquele monte de xingamento. Não pensei duas vezes: dei uns tapas na bunda dela e ela calou a boca, não devia estar esperando por isso.
Depois comecei a me mexer devagar, ela reclamava cada vez menos e, pouco depois, já acompanhava o movimento com a bunda. Começou a curtir aos poucos. Cada vez se mexia mais, e eu metia fundo, mas devagar. Ela falava que eu era um filho da puta, mas dessa vez era no tom de provocação. Aí falei pro marido dela que ele tinha uma putona em casa e comecei a meter mais rápido, mais forte, beliscava os bicos dos peitos dela e de vez em quando dava uma palmada boa na bunda dela. Dava pra ver que ela tava adorando.
Félix chegou mais perto pra olhar, e ela, com a voz trêmula, disse pra ele… “Isso é um macho, tentou uma vez e conseguiu na primeira, arrombou minha bunda direitinho, e você tentando anos e nunca foi capaz…” Não terminou de falar e gozou, parecia que tava tendo convulsão.
Ela pediu pra eu gozar no cu dela, queria sentir o que a Valentina tinha falado. Fiquei metendo com força, rápido, até gozar no cu dela. E quando terminei de gozar, quando ia tirar, ela gozou de novo. Depois que tirei, ela sorriu e disse que aquela noite não aguentava mais, que eu tinha deixado ela acabada.
Félix gozou e se sujou todo. Ela mandou ele se limpar, e quando ele foi, ela me chamou pra perto e falou no meu ouvido… “Você é um cara foda, ninguém nunca me tratou assim na vida, mas saiba que me deixou com muito tesão. Você é um bom comedor, um verdadeiro garanhão, mas da próxima vez a gente faz sozinhos e… tá?” Mas o marido voltou e não deu pra continuar conversando. Fui no banheiro, me limpei e fui embora.

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1 comentários - Férias em Cancún 2

continuara...
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