Naquela época eu tinha 21 anos e trabalhava num restaurante na rua Galván, em Urquiza. De tanto ir e voltar do trabalho, comecei a sair com uma menina que atendia um quiosque a meio quarteirão dali. A Gaby (não é o nome real) era uma gostosa completa, não dava pra sair com ela sem que buzinassem ou virassem pra olhar. Ela era uma das minhas primeiras namoradas, então dá pra imaginar como eram nossas pegações. Mais de uma vez peguei o ônibus 41 com a calça molhada, e não era de suor.
Nos fins de semana, como eu saía muito tarde do trabalho, acabava dormindo no restaurante, num quartinho que a gente usava pra se trocar, lá no telhado do local. Ali a gente tinha bastante privacidade e sexo era coisa de todo fim de semana. A gente transava no salão, na cozinha, na escada e a céu aberto no telhado da cantina.
Os pais dela tinham uns quarenta e poucos anos. O pai tinha uma oficina e jogava paddle, e a mãe era uma loira linda de olhos claros que ficava no quiosque quase o dia todo. Também tinha uma irmã de 16 anos, muito enxerida, que sempre nos seguia pra todo lado e era a "convidada" obrigatória se a gente quisesse sair pra algum lugar. Até que era bonitinha, mas pra nós, que queríamos nos pegar em todo canto, ela era muito chata.
Num fim de semana, o pai foi jogar um torneio de paddle em Campana e a mãe me convidou pra dormir lá com elas. Enquanto eu dizia que sim, já imaginava como ia meter na filha dela. Já fazia dois anos que a gente saía, então eu era praticamente da família. Terminei de trabalhar por volta de uma da manhã e fui pra casa delas rapidinho. Assim que cheguei, a mãe pediu pra eu ajudar a fechar o quiosque. Baixei a porta de ferro enquanto ela contava o dinheiro e desligava as geladeiras, e fomos pra casa.
Lá dentro, estavam minha namoradinha e a irmã assistindo TV e mal me deram bola. Então fui pra cozinha e, junto com a mãe, tomei um café enquanto a gente conversava besteira. Ela me levou até um armário, me passou lençóis e um edredom e disse que eu ia dormir no sofá e que eu nem pensasse em me aproximar do quarto da menina. Ela vai tomar banho e me diz que quando ela saísse, se eu quisesse, podia tomar banho também. Fui para o sofá com as garotas, assisti TV e quando ela saí, entrei no banheiro e enquanto tomava banho, admito que fiz uma punheta terrível pensando na mãe e na filha. Terminei de me banhar e saí rapidinho para ver como podia me livrar da irmã chata e da mãe para poder dar uns amassos com minha garota, mas assim que me aproximei meio romântico dela, ela sussurrou no meu ouvido que estava indisposta e não poderíamos fazer nada! Então, rápido, com essas palavras, ela estourou meu balão e acabou a diversão para aquele fim de semana... pelo menos era o que eu achava.
Arrumei o sofá com o lençol e me cobri com o edredom, desligamos a TV e elas foram dormir, apagando todas as luzes. Eu, entre o café e o banho, não conseguia dormir, então liguei a TV, deixei bem baixinho e continuei vendo e zapeando. Umas 2 horas depois, ouço um barulho e sinto que a mãe se levantou e veio para a sala. Ela me olhou com um sorriso e disse que também não conseguia dormir, sentou no sofá e ficou assistindo TV enquanto comíamos um chocolate. De vez em quando, eu olhava de lado e via que, através do camisola (bem curta), dava para distinguir os mamilos bem duros e umas pernas de mulher de verdade, e quase instantaneamente minha pica ficou dura. No começo, me senti desconfortável e tentei esconder o volume que minha pica fazia, mas comecei a pensar e deixei as coisas fluírem, então descruzei as pernas e deixei minha barraca bem visível. Logo notei que ela olhava de lado e que de vez em quando se tocava, como se estivesse se ajustando no camisola, bem na altura da sua boceta. Em um movimento ousado meu, para que tudo acontecesse ou para que ela me chutasse para fora de casa, passei por cima dela no sofá todo para pegar o controle remoto com a desculpa de aumentar um pouco o volume e apoiei minha pica bem dura nos joelhos dela, e notei que, em vez de me rejeitar automaticamente agarro minha cintura enquanto dizia:
— A única coisa que falta é você cair do sofá e fazer barulho, não quero que as meninas acordem.
Eu, na mesma posição em que estava, respondi:
— Eu também não quero fazer barulho, gosto de estar na sua companhia, mas acho que algum barulho vamos fazer — enquanto voltava ao meu lugar, já arrastando minha mão por tudo sobre o sofá, sua perna, virilha, a outra perna e, justo quando o contato da minha mão ia chegar, ela me pegou pelo pulso e levou minha mão até sua **buceta** enquanto me sussurrava no ouvido:
— Gato, já te espiei duas vezes enquanto transava com minha filha e, como meu marido não me satisfaz mais, vou te ensinar em troca de atenção.
Em seguida, me deu um beijo de língua intenso enquanto, com a mão, tirava meu **pau** pra fora do shorts. Eu estava **duro**, então ela acariciou bem pouco, se acomodou no sofá e, de uma só vez, engoliu tudo. Incrível! Eu estava nas nuvens enquanto ela, com meu **pau** inteiro na boca, movia a língua e me deixava com cada vez mais vontade de encher sua boca de **porra**, mas queria experimentar mais da minha sogra. Então, tirei ela da posição e, enquanto procurava sua boca para enfiar minha língua, com minhas mãos levantava sua camisolinha e, com a ponta dos dedos, mal tocava seus mamilos. Isso parecia deixá-la a mil, porque cada vez que eu acariciava, ela gemida e se arqueava mais.
Disse no ouvido dela que o sofá estava ficando desconfortável, peguei sua mão e ela me seguiu até o quarto. Entrei e tranquei a porta com chave enquanto ela subia na cama e, de pernas abertas, me esperava. Fui direto para sua **buceta**, que já estava toda molhada, e comecei a esfregar minha língua no clitóris e nos lábios vaginais enquanto, com meus dedos, separava mais os lábios para chegar mais fundo com a língua. Ela me dizia: "Vai, gato, mais, gato" enquanto agarrava minha cabeça e me empurrava mais contra sua **buceta**. Então, com meu dedo apoiado no clitóris dela... Continuei metendo a língua, mas de cima a baixo, fazendo cada vez um percurso mais longo até começar a chupar seu culo também, e como ela não recusou, dediquei-me exclusivamente ao seu buraquinho mais apertado enquanto dois dedos já se afundavam e se perdiam em sua **buceta**, que a essa altura estava toda melada. Acho que ela gozou porque parou de gemer e ficou como desmaiada por um instante.
Me levantei, arrastei-a até a borda da cama e, segurando a base da minha **pica**, comecei a esfregar a **buceta** dela de cima a baixo. Quando estava pronto para enfiar, ela se mexeu e disse:
— Amor, não tem camisinha e não quero surpresas, então deixa que eu vou te guiar por onde… — enquanto agarrava minha **pica** e a posicionava na entrada… mas do seu cu!!!!! Põe por trás, deixa entrar devagarinho e quando eu disser, me dá bomba como você faz com minha filha.
Entrei com a cabeça da minha **pica** e ela ficou imóvel por um instante, dizendo que como o marido não dava fazia tempo, estava bem apertadinho. Continuei empurrando até entrar toda e, como ela estava de barriga para cima, fiquei parado enquanto com os dedos massageava um seio e a **buceta**. Permaneci quieto um bom tempo enquanto ela gemía cada vez mais alto e começou a se mexer sozinha, empurrando o cu para cima e para baixo cada vez mais rápido.
Meti na sua **buceta** os dois dedões das mãos enquanto continuava entrando e saindo do seu cu. Podia sentir com os dedos dentro da sua **buceta** como entrava e saía do seu cú, estava suando de tanto meter com força e, quando estava quase lá, avisei que ia gozar e explodi dentro dela enquanto ela se tocava com os dedos na **buceta** e gozou quase ao mesmo tempo que eu.
Ficamos grudados uns 10 minutos até que ela tirou minha **pica** do seu cu e me disse para ir tomar um banho enquanto ela se vestia, e que fosse direto para o sofá dormir.
Entrei no banheiro imediatamente e, enquanto estava no chuveiro, sentia que… Abriram a porta do banheiro e pensei que era minha sogrinha querendo mais… mas para minha surpresa era minha cunhada, que mesmo já tendo 18 anos, eu ainda via como a garota que sempre atrapalhava porque ficava no meio.
Ela sentou no vaso como se nada e enquanto fazia xixi, eu espreitei pela cortina do box e ela me olhou como se nada e disse:
— Eu sei o que você e minha mãe fizeram agora, então amanhã vou te dizer o que quero em troca de não contar nada.
Se vocês gostaram do que aconteceu comigo… eu conto mais!
Nos fins de semana, como eu saía muito tarde do trabalho, acabava dormindo no restaurante, num quartinho que a gente usava pra se trocar, lá no telhado do local. Ali a gente tinha bastante privacidade e sexo era coisa de todo fim de semana. A gente transava no salão, na cozinha, na escada e a céu aberto no telhado da cantina.
Os pais dela tinham uns quarenta e poucos anos. O pai tinha uma oficina e jogava paddle, e a mãe era uma loira linda de olhos claros que ficava no quiosque quase o dia todo. Também tinha uma irmã de 16 anos, muito enxerida, que sempre nos seguia pra todo lado e era a "convidada" obrigatória se a gente quisesse sair pra algum lugar. Até que era bonitinha, mas pra nós, que queríamos nos pegar em todo canto, ela era muito chata.
Num fim de semana, o pai foi jogar um torneio de paddle em Campana e a mãe me convidou pra dormir lá com elas. Enquanto eu dizia que sim, já imaginava como ia meter na filha dela. Já fazia dois anos que a gente saía, então eu era praticamente da família. Terminei de trabalhar por volta de uma da manhã e fui pra casa delas rapidinho. Assim que cheguei, a mãe pediu pra eu ajudar a fechar o quiosque. Baixei a porta de ferro enquanto ela contava o dinheiro e desligava as geladeiras, e fomos pra casa.
Lá dentro, estavam minha namoradinha e a irmã assistindo TV e mal me deram bola. Então fui pra cozinha e, junto com a mãe, tomei um café enquanto a gente conversava besteira. Ela me levou até um armário, me passou lençóis e um edredom e disse que eu ia dormir no sofá e que eu nem pensasse em me aproximar do quarto da menina. Ela vai tomar banho e me diz que quando ela saísse, se eu quisesse, podia tomar banho também. Fui para o sofá com as garotas, assisti TV e quando ela saí, entrei no banheiro e enquanto tomava banho, admito que fiz uma punheta terrível pensando na mãe e na filha. Terminei de me banhar e saí rapidinho para ver como podia me livrar da irmã chata e da mãe para poder dar uns amassos com minha garota, mas assim que me aproximei meio romântico dela, ela sussurrou no meu ouvido que estava indisposta e não poderíamos fazer nada! Então, rápido, com essas palavras, ela estourou meu balão e acabou a diversão para aquele fim de semana... pelo menos era o que eu achava.
Arrumei o sofá com o lençol e me cobri com o edredom, desligamos a TV e elas foram dormir, apagando todas as luzes. Eu, entre o café e o banho, não conseguia dormir, então liguei a TV, deixei bem baixinho e continuei vendo e zapeando. Umas 2 horas depois, ouço um barulho e sinto que a mãe se levantou e veio para a sala. Ela me olhou com um sorriso e disse que também não conseguia dormir, sentou no sofá e ficou assistindo TV enquanto comíamos um chocolate. De vez em quando, eu olhava de lado e via que, através do camisola (bem curta), dava para distinguir os mamilos bem duros e umas pernas de mulher de verdade, e quase instantaneamente minha pica ficou dura. No começo, me senti desconfortável e tentei esconder o volume que minha pica fazia, mas comecei a pensar e deixei as coisas fluírem, então descruzei as pernas e deixei minha barraca bem visível. Logo notei que ela olhava de lado e que de vez em quando se tocava, como se estivesse se ajustando no camisola, bem na altura da sua boceta. Em um movimento ousado meu, para que tudo acontecesse ou para que ela me chutasse para fora de casa, passei por cima dela no sofá todo para pegar o controle remoto com a desculpa de aumentar um pouco o volume e apoiei minha pica bem dura nos joelhos dela, e notei que, em vez de me rejeitar automaticamente agarro minha cintura enquanto dizia:
— A única coisa que falta é você cair do sofá e fazer barulho, não quero que as meninas acordem.
Eu, na mesma posição em que estava, respondi:
— Eu também não quero fazer barulho, gosto de estar na sua companhia, mas acho que algum barulho vamos fazer — enquanto voltava ao meu lugar, já arrastando minha mão por tudo sobre o sofá, sua perna, virilha, a outra perna e, justo quando o contato da minha mão ia chegar, ela me pegou pelo pulso e levou minha mão até sua **buceta** enquanto me sussurrava no ouvido:
— Gato, já te espiei duas vezes enquanto transava com minha filha e, como meu marido não me satisfaz mais, vou te ensinar em troca de atenção.
Em seguida, me deu um beijo de língua intenso enquanto, com a mão, tirava meu **pau** pra fora do shorts. Eu estava **duro**, então ela acariciou bem pouco, se acomodou no sofá e, de uma só vez, engoliu tudo. Incrível! Eu estava nas nuvens enquanto ela, com meu **pau** inteiro na boca, movia a língua e me deixava com cada vez mais vontade de encher sua boca de **porra**, mas queria experimentar mais da minha sogra. Então, tirei ela da posição e, enquanto procurava sua boca para enfiar minha língua, com minhas mãos levantava sua camisolinha e, com a ponta dos dedos, mal tocava seus mamilos. Isso parecia deixá-la a mil, porque cada vez que eu acariciava, ela gemida e se arqueava mais.
Disse no ouvido dela que o sofá estava ficando desconfortável, peguei sua mão e ela me seguiu até o quarto. Entrei e tranquei a porta com chave enquanto ela subia na cama e, de pernas abertas, me esperava. Fui direto para sua **buceta**, que já estava toda molhada, e comecei a esfregar minha língua no clitóris e nos lábios vaginais enquanto, com meus dedos, separava mais os lábios para chegar mais fundo com a língua. Ela me dizia: "Vai, gato, mais, gato" enquanto agarrava minha cabeça e me empurrava mais contra sua **buceta**. Então, com meu dedo apoiado no clitóris dela... Continuei metendo a língua, mas de cima a baixo, fazendo cada vez um percurso mais longo até começar a chupar seu culo também, e como ela não recusou, dediquei-me exclusivamente ao seu buraquinho mais apertado enquanto dois dedos já se afundavam e se perdiam em sua **buceta**, que a essa altura estava toda melada. Acho que ela gozou porque parou de gemer e ficou como desmaiada por um instante.
Me levantei, arrastei-a até a borda da cama e, segurando a base da minha **pica**, comecei a esfregar a **buceta** dela de cima a baixo. Quando estava pronto para enfiar, ela se mexeu e disse:
— Amor, não tem camisinha e não quero surpresas, então deixa que eu vou te guiar por onde… — enquanto agarrava minha **pica** e a posicionava na entrada… mas do seu cu!!!!! Põe por trás, deixa entrar devagarinho e quando eu disser, me dá bomba como você faz com minha filha.
Entrei com a cabeça da minha **pica** e ela ficou imóvel por um instante, dizendo que como o marido não dava fazia tempo, estava bem apertadinho. Continuei empurrando até entrar toda e, como ela estava de barriga para cima, fiquei parado enquanto com os dedos massageava um seio e a **buceta**. Permaneci quieto um bom tempo enquanto ela gemía cada vez mais alto e começou a se mexer sozinha, empurrando o cu para cima e para baixo cada vez mais rápido.
Meti na sua **buceta** os dois dedões das mãos enquanto continuava entrando e saindo do seu cu. Podia sentir com os dedos dentro da sua **buceta** como entrava e saía do seu cú, estava suando de tanto meter com força e, quando estava quase lá, avisei que ia gozar e explodi dentro dela enquanto ela se tocava com os dedos na **buceta** e gozou quase ao mesmo tempo que eu.
Ficamos grudados uns 10 minutos até que ela tirou minha **pica** do seu cu e me disse para ir tomar um banho enquanto ela se vestia, e que fosse direto para o sofá dormir.
Entrei no banheiro imediatamente e, enquanto estava no chuveiro, sentia que… Abriram a porta do banheiro e pensei que era minha sogrinha querendo mais… mas para minha surpresa era minha cunhada, que mesmo já tendo 18 anos, eu ainda via como a garota que sempre atrapalhava porque ficava no meio.
Ela sentou no vaso como se nada e enquanto fazia xixi, eu espreitei pela cortina do box e ela me olhou como se nada e disse:
— Eu sei o que você e minha mãe fizeram agora, então amanhã vou te dizer o que quero em troca de não contar nada.
Se vocês gostaram do que aconteceu comigo… eu conto mais!
7 comentários - Familia de Urquiza