Boa tarde, este é meu primeiro post e quero compartilhar com vocês uma história incrível. Com o tempo, vou postando mais, a maioria vai ser relato meu. Tô fazendo isso porque já tô casado há mais de um ano e quero guardar minhas lembranças da juventude.
Vou começar contando que, uns anos atrás, eu tinha uma vizinha muito gostosa, uma mulher mais velha, uns 45 anos, bem provocante e que adorava festa, mas dela vou falar em outro post.
Essa vizinha tem duas filhas: uma que ainda é criança e a outra que na época tinha acabado de fazer 18 anos, enquanto eu já tinha 24. Sempre conheci ela como a vizinha.
A vizinha é uma gordinha gostosa, com um corpo muito bom, é meio baixinha, mas o que mais chama atenção é que ela tem umas tetas do tamanho de uma cabeça. Ela e eu nunca tínhamos flertado nem nada, só uma relação normal de vizinhos por causa da diferença de idade e porque eu sou muito amigo da mãe dela, não dela. Mas a gente sentia uma atração que depois ficou bem na cara. Ela sempre gostou de homens mais velhos, e eu, com o passar dos anos, não consegui evitar de reparar nela como mulher, vendo ela crescer e vendo as tetas dela crescerem também.
Minha vizinha é muito protetora com as filhas, por isso a vizinha não tinha transado muito aos 18, mas sabia o suficiente na teoria, haha.
Bom, tudo começou uma noite em que chamei um amigo pra tomar uma cerveja. A gente tava lá fora bebendo e conversando quando a vizinha saiu, cumprimentou a gente, jogou um saco de lixo e entrou de novo. Pouco depois, ela saiu de novo, dessa vez com a desculpa de pedir uma coisa pra minha irmã, foi lá em casa e voltou pra dela. Na terceira vez que saiu, veio puxar conversa com a gente, disse que tava entediada porque em casa todo mundo tava dormindo, menos ela, e que não tava com sono. A gente ficou conversando um tempo, e foi na cara que ela tava agindo de forma provocante comigo. Ela voltou pra casa dela, e meu amigo comentou comigo que Se algo rolasse entre a gente, eu disse que não, o que na hora era verdade, mas ela comentou que tava na cara que tava me dando mole, eu fingi que não tava percebendo, mas ela decidiu ir embora pra deixar a gente um tempinho a sós. Eu fiquei catando o lixo e não passou nem dois minutos quando a vizinha voltou a sair pra puxar conversa comigo.
A gente ficou batendo papo uns cinco minutos e ela disse que tava com frio. Pra não ser tão direto, não sugeri a casa dela, e na minha não dava porque minha irmã tava na sala e ia desconfiar que tinha algo rolando, então decidimos entrar no meu carro. Continuamos conversando e tava muito óbvio pra onde aquilo tava indo, eu sabia que cuidavam muito dela, então não podia partir pra algo sexual. Melhor perguntei por que ela tava agindo tão oferecida e se eu era atraente pra ela. Ela disse que sim e que eu tava muito gostoso com o novo corte de cabelo que eu tava. No fim, falei se ela tinha coragem de me dar um beijo e ela disse que não porque eu tinha namorada. Aí perguntei se eu desse o beijo, ela ia se afastar, e ela disse que não.
Eu beijei ela e ela correspondeu. Não demorou muito pro beijo ficar intenso e a gente começou a se acariciar de leve. Peguei a cintura dela, puxei pra perto de mim e comecei a apalpar os peitos dela por cima da blusa. Depois de um tempo, ela perguntou se eu tava gostando dos peitos dela, eu respondi que sim. Ela baixou um pouco a blusa e me mostrou um decote incrível. A gente continuou se beijando e parava de vez em quando pra conversar, porque corríamos o risco da minha irmã sair e ver a gente. Ela disse que tava se sentindo quente, o que me surpreendeu e fiquei pensando se podia ser mais direto. Me animei e começamos aquele jogo de "você se atreve ou não se atreve". Falei pra ela se me mostrava os peitos e ela disse que sim, mas não ali, porque se minha irmã saísse, ia dar merda.
A gente foi pra casa dela e ficamos na sala. Ela levantou a blusa e o sutiã, comecei a acariciar os peitos dela e depois a beijar. Ela perguntou se tava me excitando, eu disse que sim e ela colocou a mão na minha calça pra conferir. Ela me disse se eu me atrevia a algo mais, ao que respondi: "Sou um garotão, e você, o que se atreve?" Ela não pensou duas vezes, ajoelhou-se na minha frente e, sem dizer nada, tirou meu pau da calça e começou a chupar. Ela era boa, muito, muito boa. Para a idade dela, sabia exatamente o que fazer; duvidei da falta de experiência dela. Era incrível, os lábios dela cobriam todo o meu pau enquanto a língua não parava. As mãos dela foram direto pra minha bunda para não me deixar mexer. Coloquei minha mão na cabeça dela e, naquele momento, ela parou e tirou da boca. De novo, sem dizer nada, começou a lamber minhas bolas e o tronco até chegar na ponta. Colocou só a ponta na boca e virou pra me olhar, os olhos dela diretamente nos meus, o olhar mais sensual que alguém pode ter. Ela sorriu um pouco e, de uma vez, enfiou meu pau até a garganta dela. Ela engasgava com ele até não aguentar mais. Levantou-se e disse que tinha um preservativo sabor manga no quarto dela, e perguntou se eu queria ir. Fomos para o quarto dela, e ela disse que estava morrendo de vontade de provar o sabor da camisinha.
Coloquei o preservativo e ela continuou me chupando, dessa vez mais calma. Ficamos assim por um tempo enquanto eu brincava com os peitos dela. Ela parou e subiu para me beijar. Comecei a acariciá-la e estimular a buceta dela. Enfiei a mão no short dela, e ela se virou, me deixou possuí-la. Beijava o pescoço dela enquanto, com uma mão, beliscava os mamilos e, com a outra, acariciava a buceta dela. Enfiei a mão na calcinha dela e, para minha surpresa, a linda vizinha sabia o que queria. Estava totalmente depilada e molhada. Ela pegou meu pau e ficou esfregando na bunda dela. Não demorou muito até eu propor algo mais.
Ela pediu para eu não tirar nada, só abaixar a calça, mas ela se afastou de mim só para que eu pudesse vê-la se despindo. Os peitos dela eram o que me fascinavam. Ela se deitou no colchão dela, que não tinha base. Eu me ajoelhei no chão e comecei a beijá-la. Peguei-a pela cintura e a penetrei. Naquele momento, voltei a duvidar da falta de experiência dela. Ela era apertada, me atrevo a dizer. Dizer que como nunca tinha sentido antes, a buceta dela era igualmente perfeita, rosada, pequena e fechada. Desde que eu penetrei, senti que ia gozar. Ela pedia pra eu morder os peitos dela e, claro, eu obedecia. Ela se deitou completamente na cama e eu subi nela, levantei uma das pernas dela e comecei a comer ela com força. Eu penetrava até minhas bolas baterem nela. Ela começou a gemer alto e eu tive que pegar um travesseiro pra tampar a boca dela — a família dela estava lá. Continuamos transando até que ela pegou outro travesseiro e colocou debaixo das costas dela, colocou as pernas dela nos meus ombros e me disse pra comer ela até eu gozar, que queria me olhar nos olhos quando isso acontecesse. Fizemos assim: eu comia ela com força até sentir que ia acabar, segurei ela pela cintura e me deixei ir pra dentro dela enquanto gozava. Eu estava suando, mas foi incrível. Assim que terminei, me joguei pra trás e me apoiei na parede. Ela sentou e depois ficou de quatro, tirou a camisinha sem cuidado e parte do meu gozo cobriu meu pau. Ela colocou na boca dela e chupou por uns 5 minutos, depois só terminou de limpar com a língua. Levantou, vestiu a calça e me perguntou se eu gostava dos peitos dela — eu não respondi. Ela ficou sem blusa e sentou no sofá. Ficamos lá um tempo até que eu vi ela levantar, pegou minha roupa e colocou perto de mim, me beijou na bochecha e disse: "Você tem que ir". Pegou as coisas dela e foi pro banheiro enquanto eu me vestia. Fomos pra sala e, quando eu estava na porta, ela sorriu e disse: "Adorei, mas precisamos de algo diferente pra próxima". E fechou a porta.
Essa foi a primeira vez que comi minha vizinha, mas não a última. Depois vou contar outra história e também o dia que realizei a fantasia de qualquer homem e também tive algo com a Vizinha.
Obrigado por lerem, espero que gostem.
Vou começar contando que, uns anos atrás, eu tinha uma vizinha muito gostosa, uma mulher mais velha, uns 45 anos, bem provocante e que adorava festa, mas dela vou falar em outro post.
Essa vizinha tem duas filhas: uma que ainda é criança e a outra que na época tinha acabado de fazer 18 anos, enquanto eu já tinha 24. Sempre conheci ela como a vizinha.
A vizinha é uma gordinha gostosa, com um corpo muito bom, é meio baixinha, mas o que mais chama atenção é que ela tem umas tetas do tamanho de uma cabeça. Ela e eu nunca tínhamos flertado nem nada, só uma relação normal de vizinhos por causa da diferença de idade e porque eu sou muito amigo da mãe dela, não dela. Mas a gente sentia uma atração que depois ficou bem na cara. Ela sempre gostou de homens mais velhos, e eu, com o passar dos anos, não consegui evitar de reparar nela como mulher, vendo ela crescer e vendo as tetas dela crescerem também.
Minha vizinha é muito protetora com as filhas, por isso a vizinha não tinha transado muito aos 18, mas sabia o suficiente na teoria, haha.
Bom, tudo começou uma noite em que chamei um amigo pra tomar uma cerveja. A gente tava lá fora bebendo e conversando quando a vizinha saiu, cumprimentou a gente, jogou um saco de lixo e entrou de novo. Pouco depois, ela saiu de novo, dessa vez com a desculpa de pedir uma coisa pra minha irmã, foi lá em casa e voltou pra dela. Na terceira vez que saiu, veio puxar conversa com a gente, disse que tava entediada porque em casa todo mundo tava dormindo, menos ela, e que não tava com sono. A gente ficou conversando um tempo, e foi na cara que ela tava agindo de forma provocante comigo. Ela voltou pra casa dela, e meu amigo comentou comigo que Se algo rolasse entre a gente, eu disse que não, o que na hora era verdade, mas ela comentou que tava na cara que tava me dando mole, eu fingi que não tava percebendo, mas ela decidiu ir embora pra deixar a gente um tempinho a sós. Eu fiquei catando o lixo e não passou nem dois minutos quando a vizinha voltou a sair pra puxar conversa comigo.
A gente ficou batendo papo uns cinco minutos e ela disse que tava com frio. Pra não ser tão direto, não sugeri a casa dela, e na minha não dava porque minha irmã tava na sala e ia desconfiar que tinha algo rolando, então decidimos entrar no meu carro. Continuamos conversando e tava muito óbvio pra onde aquilo tava indo, eu sabia que cuidavam muito dela, então não podia partir pra algo sexual. Melhor perguntei por que ela tava agindo tão oferecida e se eu era atraente pra ela. Ela disse que sim e que eu tava muito gostoso com o novo corte de cabelo que eu tava. No fim, falei se ela tinha coragem de me dar um beijo e ela disse que não porque eu tinha namorada. Aí perguntei se eu desse o beijo, ela ia se afastar, e ela disse que não.
Eu beijei ela e ela correspondeu. Não demorou muito pro beijo ficar intenso e a gente começou a se acariciar de leve. Peguei a cintura dela, puxei pra perto de mim e comecei a apalpar os peitos dela por cima da blusa. Depois de um tempo, ela perguntou se eu tava gostando dos peitos dela, eu respondi que sim. Ela baixou um pouco a blusa e me mostrou um decote incrível. A gente continuou se beijando e parava de vez em quando pra conversar, porque corríamos o risco da minha irmã sair e ver a gente. Ela disse que tava se sentindo quente, o que me surpreendeu e fiquei pensando se podia ser mais direto. Me animei e começamos aquele jogo de "você se atreve ou não se atreve". Falei pra ela se me mostrava os peitos e ela disse que sim, mas não ali, porque se minha irmã saísse, ia dar merda.
A gente foi pra casa dela e ficamos na sala. Ela levantou a blusa e o sutiã, comecei a acariciar os peitos dela e depois a beijar. Ela perguntou se tava me excitando, eu disse que sim e ela colocou a mão na minha calça pra conferir. Ela me disse se eu me atrevia a algo mais, ao que respondi: "Sou um garotão, e você, o que se atreve?" Ela não pensou duas vezes, ajoelhou-se na minha frente e, sem dizer nada, tirou meu pau da calça e começou a chupar. Ela era boa, muito, muito boa. Para a idade dela, sabia exatamente o que fazer; duvidei da falta de experiência dela. Era incrível, os lábios dela cobriam todo o meu pau enquanto a língua não parava. As mãos dela foram direto pra minha bunda para não me deixar mexer. Coloquei minha mão na cabeça dela e, naquele momento, ela parou e tirou da boca. De novo, sem dizer nada, começou a lamber minhas bolas e o tronco até chegar na ponta. Colocou só a ponta na boca e virou pra me olhar, os olhos dela diretamente nos meus, o olhar mais sensual que alguém pode ter. Ela sorriu um pouco e, de uma vez, enfiou meu pau até a garganta dela. Ela engasgava com ele até não aguentar mais. Levantou-se e disse que tinha um preservativo sabor manga no quarto dela, e perguntou se eu queria ir. Fomos para o quarto dela, e ela disse que estava morrendo de vontade de provar o sabor da camisinha.
Coloquei o preservativo e ela continuou me chupando, dessa vez mais calma. Ficamos assim por um tempo enquanto eu brincava com os peitos dela. Ela parou e subiu para me beijar. Comecei a acariciá-la e estimular a buceta dela. Enfiei a mão no short dela, e ela se virou, me deixou possuí-la. Beijava o pescoço dela enquanto, com uma mão, beliscava os mamilos e, com a outra, acariciava a buceta dela. Enfiei a mão na calcinha dela e, para minha surpresa, a linda vizinha sabia o que queria. Estava totalmente depilada e molhada. Ela pegou meu pau e ficou esfregando na bunda dela. Não demorou muito até eu propor algo mais.
Ela pediu para eu não tirar nada, só abaixar a calça, mas ela se afastou de mim só para que eu pudesse vê-la se despindo. Os peitos dela eram o que me fascinavam. Ela se deitou no colchão dela, que não tinha base. Eu me ajoelhei no chão e comecei a beijá-la. Peguei-a pela cintura e a penetrei. Naquele momento, voltei a duvidar da falta de experiência dela. Ela era apertada, me atrevo a dizer. Dizer que como nunca tinha sentido antes, a buceta dela era igualmente perfeita, rosada, pequena e fechada. Desde que eu penetrei, senti que ia gozar. Ela pedia pra eu morder os peitos dela e, claro, eu obedecia. Ela se deitou completamente na cama e eu subi nela, levantei uma das pernas dela e comecei a comer ela com força. Eu penetrava até minhas bolas baterem nela. Ela começou a gemer alto e eu tive que pegar um travesseiro pra tampar a boca dela — a família dela estava lá. Continuamos transando até que ela pegou outro travesseiro e colocou debaixo das costas dela, colocou as pernas dela nos meus ombros e me disse pra comer ela até eu gozar, que queria me olhar nos olhos quando isso acontecesse. Fizemos assim: eu comia ela com força até sentir que ia acabar, segurei ela pela cintura e me deixei ir pra dentro dela enquanto gozava. Eu estava suando, mas foi incrível. Assim que terminei, me joguei pra trás e me apoiei na parede. Ela sentou e depois ficou de quatro, tirou a camisinha sem cuidado e parte do meu gozo cobriu meu pau. Ela colocou na boca dela e chupou por uns 5 minutos, depois só terminou de limpar com a língua. Levantou, vestiu a calça e me perguntou se eu gostava dos peitos dela — eu não respondi. Ela ficou sem blusa e sentou no sofá. Ficamos lá um tempo até que eu vi ela levantar, pegou minha roupa e colocou perto de mim, me beijou na bochecha e disse: "Você tem que ir". Pegou as coisas dela e foi pro banheiro enquanto eu me vestia. Fomos pra sala e, quando eu estava na porta, ela sorriu e disse: "Adorei, mas precisamos de algo diferente pra próxima". E fechou a porta.
Essa foi a primeira vez que comi minha vizinha, mas não a última. Depois vou contar outra história e também o dia que realizei a fantasia de qualquer homem e também tive algo com a Vizinha.
Obrigado por lerem, espero que gostem.
4 comentários - A filha gostosa da minha vizinha