—Kim—
Não lembro de ter ficado mais excitada em toda a minha vida. O que se desenrolava na minha frente era tão erótico que qualquer homem já teria gozado só de olhar. O pai da Holy estava com as pernas bem abertas enquanto a filha passava a língua nos ovos dele, e, por cima, a sensual Lorena não parava de pular naquela pica dura.
Entrei na brincadeira me aproximando deles. Minha simples presença bastou para Lorena me dar um beijo de língua e imediatamente sair de cima do marido. Os fluidos dela tinham temperado aquele pau, e a Holy não hesitou nem um segundo em enfiar na boca para saborear os próprios sucos da mãe.
Deixamos a garota continuar com a "merenda" dela, e Lorena me puxou para o sofá. Sentei e abri as pernas para que ela pudesse fazer o que quisesse comigo. Ela piscou um olho e depois afundou a boca na minha buceta, arrancando de mim uma onda de desejo e excitação tão grande que senti meu corpo tremer.
Jonathan gemia de olhos fechados. A Holy fazia uma punheta nele e, ao mesmo tempo, se acariciava a entreperna e ria como se aquilo fosse algo normal. E talvez fosse. Aquela família se dava amor de todo jeito, e eu me perguntei o que aconteceria se na minha rolassem coisas parecidas.
Lorena começou a me penetrar com três dedos e fazia estragos dentro de mim que me arrancavam gemidos. Virei o olhar para a Holy. Ela estava terminando o serviço. Pegou o pai pela mão para ele se levantar e depois se jogou no chão com um travesseiro debaixo da cabeça e as perninhas bem abertas.
— Ele vai meter nela? — perguntei para Lorena.
— Sim, por quê?
— Nada, não.
Fiquei observando Jonathan se deitar em cima da filha, colocar os tornozelos dela nos ombros e apontar a pica para aquela entrada.
O sorriso da Holy desapareceu para dar lugar a uma mistura de dor e prazer. Os gemidinhos dela eram tão doces quanto o canto dos anjos. O papai dela era muito cuidadoso com ela, a ponto de, enquanto... começava a mover lentamente seus quadris, acariciava sua testa para relaxá-la.
Lorena deixou minha buceta em paz e se deitou sobre mim, percorrendo com a língua toda a minha barriga e apertando meus peitos com as mãos. Ela os espremeu tanto e afundou o nariz neles para sentir o cheiro natural que meu corpo exalava.
Perto de mim, as investidas de Jonathan na filha dele eram mais ritmadas. O corpo da garota tremia a cada penetração. Ela tinha os olhinhos fechados e se massageava os seios com uma expressão genuína de prazer.
— Você fica excitada vendo comerem minha filha? — Lorena sussurrou no meu ouvido com uma voz entre perversa e sedutora.
— Sim. Adoro.
— Então, vem comigo.
Ela me levou e nos ajoelhamos ao lado da garota. A pele lisa dela brilhava com o reflexo dos fluidos.
O homem tirou o pau e, antes que pudesse fazer mais alguma coisa com ela, eu me apressei em colocá-lo na boca porque queria saboreá-lo agora que estava impregnado com o gosto daquela linda jovem. E era delicioso. Demais. Algo em mim se ativou e fui além no terreno do erótico.
Mais excitada do que antes, abri bem as pernas de Holy e afundei minha boca onde momentos antes ela tinha sido penetrada. O sabor era tão… doce. Os gemidos de Holy ficaram mais intensos.
De repente, senti duas línguas na minha bunda e mal pude ver que eram Lorena e o marido dela. Duas línguas? Nunca tinha experimentado aquilo, mas parecia o puto paraíso. Um deles abriu minhas nádegas e lamberam cada parte do meu corpo.
Depois, algo mais prazeroso me invadiu. Senti algo enorme e quente esticando as paredes da minha buceta. Gemi quando Jonathan literalmente cravou o membro em mim e começou a me foder num ritmo rápido. Em seguida, a esposa dele se posicionou bem em cima da filha para que a garota pudesse lamber a boceta dela. Percebi que a mulher lubrificava pra caralho. Pequenas gotinhas de lubrificante caíam na boca da garota, e ela, gemendo e se sacudindo enquanto eu a penetrava com com dois dedos, começou a meter a língua na entrada da própria mãe dela.
Ficamos assim por um bom tempo, gemendo os quatro naquela orgia proibida, incestuosa; mas eu tava pouco me lixando, porque era bom demais. O interior da Holy era quente e meus dedos escorregavam por causa dos sucos gostosos que jorravam dela. O pau do Jonathan continuava penetrando entre ritmos lentos e rápidos.
— Vocês fazem isso com que frequência?
— Sempre que dá — disse a Lorena enquanto se acariciava as tetonas generosas.
— Que delícia.
— É. Um dia, eu e o Jonathan estávamos na cama e esquecemos de trancar a porta. A Holy entrou bem no meio da ação e ficou nos olhando. A partir daí, começou a parte boa.
— Eu fiz algo parecido com minha irmã — confessei pra elas. A Lorena arregalou os olhos.
— Sério?
— Sim. Só brincamos com meu namorado. Não teve penetração.
— Vou gozar! — exclamou o Jonathan.
Nós três nos ajoelhamos na frente dele, igual cachorrinhas prestes a receber a comida. Obviamente a Holy era a estrela da orgia toda, então a garota abriu a boca e colocou a língua pra fora pra uma baita descarga de porra entrar até a garganta dela.
Depois a Lorena cobriu o pau com a boca e também recebeu a parte dela.
Eu fui a última. Quase não sobrou pra mim, mas não liguei porque o gosto daquela porra era o mais delicioso que já tinha provado na vida.
Depois disso, nós três nos olhamos, sorrindo. Meu peito ainda tava acelerado. A Holy ofegava e limpava a boca com a mão. A Lorena acariciou minha perna.
— Pode se juntar a gente sempre que quiser — disse.
— Vou sim. Pode ter certeza.
— Karen —
Saí do meu quarto totalmente exausta. Minhas costas ardiam depois que o Daniel me rasgou com as unhas num surto de paixão. Também andava meio desconfortável no rabo, por causa das estocadas anais que aquele homem magnífico tinha me dado. Não lembro de ter sentido tanto prazer na vida toda, e o melhor é que, como ele ia ficar na em casa, podia aproveitar quantas vezes quiséssemos.
Sim, eu queria mais, mas como todo homem depois da ação, precisava descansar, então deixei ele dormindo pelado na cama e saí só com uma camisola que batia pouco acima dos joelhos e sem nada de calcinha.
É incrível como um pouco de sexo selvagem pode causar tantas mudanças no corpo. Eu me sentia revitalizada, radiante e muito feliz. Meu cérebro com certeza estava nadando num mar de endorfinas e eu queria ficar assim o máximo de tempo possível.
Pensei em conversar com a Kim, mas lembrei que ela tinha me pedido permissão pra sair, o que era novo porque geralmente ela sumia sem dizer um pio. Fui pro quarto da Laura pra ver o que ela tava fazendo e encontrei minha garota dormindo, usando só a calcinha de renda preta pequena que já tava meio apertada.
E não sei o que deu em mim quando vi ela. Talvez a lembrança do que tinha feito com a Lorena e a filha dela, ou que eu ainda tava excitada, mas ao ver as curvas da Laura senti prazer. Um prazer muito parecido com orgulho. Eu tinha dado à luz uma garota linda.
Sentei na cama e, sem conseguir me segurar, coloquei uma mão na bunda dela. Quer dizer… não tinha nada de errado, né? Como mãe, já tinha visto ela pelada várias vezes. Passei o dedo por baixo da calcinha dela pra ajeitar a renda e, um pouco mais sem vergonha, acariciei a linha que dividia a bunda dela. A pele dela era branca. Um bronzeado cairia muito bem e pensei que logo o verão ia nos obrigar a ir pra praia.
Parei de pensar nisso e continuei esfregando delicadamente a pele lisa das nádegas dela. Nisso, o Daniel me pegou pelos ombros e eu tirei a mão como se tivesse me queimado.
— Daniel… você me assustou.
— O que você tava fazendo?
— Nada. Só…
— Tocando na sua garota? — qualquer um pensaria que ele tava me dando uma bronca, mas a verdade é que nos olhos dele tinha uma perversão estranha. Lembrei que a Lorena tinha me dito que a maioria dos homens sentia um desejo sexual quando mãe e filha estavam envolvidas. Não sabia, dentro da mente tortuosa da minha amiga, o quanto aquilo era verdade. Preferi ignorar, mas me aliviou saber que meu homem não estava me chamando de doida.
Por outro lado, ele estava só de cueca, onde o volume marcava bem. Pelo tamanho, vi que já tava pronto pra ação e pisquei pra ele. Daniel se apressou a tirar a roupa e eu fiquei vermelha na hora, porque estávamos no quarto da minha filha.
—Chupa um pouco —falou com voz sexy.
—Não. Laura pode acordar.
—Faz. Sabe que quer.
E eu queria mesmo. Dominada pelo tesão, meti o pau dele na boca. O sangue que corria no pinto dele esquentava tudo, e logo minha saliva fez meus lábios deslizarem fácil por todo o comprimento.
Lá estava eu, dando um boquete daqueles no meu homem no quarto da minha filha.
De repente, vi Daniel escondendo o pau e se virando. Laura tocou meu braço.
—Mãe?
—Laura! —exclamei, toda envergonhada. A garota franziu a testa. Acabou. Eu era a pior mãe do mundo.
Mas não foi assim. Laura abraçou um travesseiro e se deitou de novo.
—Você me viu? —perguntei, mesmo sabendo a resposta.
—Você tem quarto pra fazer isso. Não vem pro meu.
Daniel, fora do quarto, só ria.
No resto da tarde, fiquei morrendo de vergonha. Kim chegou depois e tava especialmente feliz. Disse que tinha ido com umas amigas no shopping. Daniel, por outro lado, via TV. Kim sentou do nosso lado.
—O que fizeram? —perguntou. Daniel riu e eu fiquei vermelha.
—Nada. Nada mesmo.
—Com certeza se divertiram mais que eu —disse Kim, com um sorriso claro de que sabia o que tinham feito comigo.
—Bom, só um pouco.
—Daniel, e aí? Já posso te chamar de pai?
O comentário fez o homem ficar vermelho e rir nervoso. Chamei a atenção de Kim e ela, rindo, subiu. Ela foi para o quarto e desceu pouco depois de tomar um banho. Vestia uns shorts bem apertados, bem curtos, e uma blusa sem mangas com o decote solto. O olhar de Daniel foi evidente para as duas. Com um gesto dos meus dedos, pedi pra minha filha cruzar as pernas pra mostrar mais decência, mas ao fazer isso, só fez com que as coxas dela parecessem ainda mais torneadas e sensuais.
Daniel se cobriu disfarçadamente com a almofada pra esconder a ereção que estava tendo. Tentei pensar no coitado do homem, que tinha me confessado que não era muito de ficar com mulheres por causa do trabalho. E agora estava nessa casa, comigo, uma mulher viciada em sexo, e uma filha tão sedutora que até em mim despertava um certo tesão proibido vê-la com aquela roupa minúscula. Além disso, saber que Kim tinha me pego no flagra era tão excitante. Lembrei de quando vi por baixo da porta como Axel a fodia, e isso só fez o calor aumentar no meu corpo.
Ficamos vendo TV por mais um tempo, e depois Daniel saiu pra comprar o jantar. Kim e eu nos olhamos com um certo desconforto.
— Você parece feliz, mãe.
— É, bem… você também.
Laura desceu pouco depois com seu roupão de seda sexy. Sempre a via com carinho, mas dessa vez, quando o olhar dela cruzou com o meu, um sorrisinho safado apareceu nos lábios dela. Sentou-se ao lado de Kim e colocou as pernas sobre os joelhos da irmã. Kim imediatamente começou a acariciar as coxas dela de um jeito despretensioso enquanto assistiam TV.
A cena poderia parecer inocente pra qualquer outra pessoa, mas pra mim, ver minha filha mais velha deslizando aquelas mãos nas pernas da irmã era algo… excitante.
Me imaginei dando um boquete no Daniel na frente das minhas filhas. Será que eu gostaria de uma experiência dessas? Farta de ter esse tipo de pensamento tão sujo, subi pro banheiro pra tomar um banho. Tinha intenção de aliviar o tesão e mal consegui. Saí do banheiro e me aproximei da escada, mas antes Ao descer, parei no patamar porque vi, pasmada, que Laura e Kim estavam se beijando na boca.
Minha primeira reação foi chamar a atenção delas, mas parei sem saber por quê. O rosto de Kim parecia tranquilo, relaxado ao extremo, e com uma mão ela acariciava o queixo da irmãzinha. Laura, por sua vez, tinha a mão bem dentro do shortinho minúsculo de Kim e brincava com a buceta da irmã mais velha.
Minha respiração acelerou e fiquei pensando o que estava acontecendo com minhas filhas. Laura tirou a mão e passou os dedinhos molhados na boca de Kim. Ela olhou ao redor e sussurrou algo para Laura. A garota riu e levantou a blusa dela, de modo que os peitos da irmã ficaram livres, e não hesitou nem um segundo em meter os mamilos na boca.
Meus olhos estavam arregalados vendo elas chuparem as tetas uma da outra, e ainda por cima o laço de irmãs que as unia era mais… proibido. Excitante. A mão de Kim deslizou para dentro da calcinha de Laura e eu vi que ela começava a brincar com a entradinha dela, levando os dedos à boca constantemente.
Então elas se deram um último beijo. Se separaram e continuaram vendo televisão como se nada tivesse acontecido. Eu me encostei na parede para tentar me acalmar, porque o que eu tinha visto era digno da coisa mais perversa e incestuosa, comparável ao momento constrangedor em que peguei a Lorena enfiando um vibrador no cu da própria filha.
Era isso. Lorena. Se eu tinha que falar com alguém, bem que podia ser com ela. A ideia pareceu boa nos primeiros vinte segundos, mas logo pensei que não era o mais certo, porque conhecendo ela, a primeira coisa que diria era para eu aproveitar a oportunidade que estava surgindo.
Desci para a sala como se não tivesse visto nada. Kim e Laura se comportavam normalmente. Sentei na frente delas para ver televisão, mas sem perder de vista as mãos safadas das minhas garotas.
Daniel chegou com o jantar pouco depois e, após comer, fui tomar outro banho para tentar esquecer. o que tinha visto. Eu me debatia entre repreendê-las ou conversar com elas. Eu estava na banheira, passando sabão na esponja, quando a Kim entrou enrolada numa toalha e, sem me ver, tirou a toalha. O corpo dela era escultural.
— Ei, tá ocupado aqui.
— Ai! Mãe, desculpa. Não te vi. Queria tomar um banho na banheira, me dá licença?
— Sim. Vem — engoli seco. Kim sorriu e subiu no vaso pra pegar uma caixa no armário onde guardava velas aromáticas. Durante todo o processo, tive uma vista perfeita do corpo nu dela.
— Sua buceta parece a de um bebê — comentei sem nem pensar. Ela sorriu e tocou a própria rachinha.
— Mas já aguentou coisas que você nem imagina.
— Kim!
— Já! Você começou. Me dá um espaço.
Kim entrou na banheira, bem do outro lado. Enquanto se acomodava, nossas pernas se entrelaçaram. A pele dela era lisa e macia, escorregadia por causa do sabão.
— Ah! Isso é o paraíso. Nada como um banho de água morna nessa noite fria.
— O que você fez com suas amigas? Cinema?
— Hum... algo assim.
Sorri.
— Comigo você não engana, filha. Acho que a palavra com S tá envolvida.
— O mesmo digo pra você — disse Kim e, de forma travessa, tocou minha buceta com o pé. Eu me exaltei demais e fiquei vermelha na hora. Kim riu.
— Ei! Respeito que sou sua mãe!
— Já! Foi só um acidente. Não queria apertar seu botãozinho da felicidade.
Ela chutou minha buceta de novo e eu devolvi com um leve aperto do meu pé nos peitos dela. Kim riu de um jeito encantador.
— Mãe, a verdade é que ultimamente a gente se dá melhor, não acha?
— Sim, mas acho que você deixou de me ver como mãe e agora sou sua amiga. Não esquece que ainda tenho autoridade.
Ela riu e apertou meu clitóris com o pé de novo. Eu fechei as pernas, mas pouco depois abri de novo e brincamos com os pés por um tempo, conversando sobre assuntos banais como as novas eleições e que eu tava pensando em largar meu emprego.
Pouco depois, o Daniel entrou no banheiro e, sem nenhum pudor, puxou o pauzão dele pra mijar. —Ei! A Kim tá aqui!
—Não se preocupa, mãe — disse Kim, olhando curiosa pra pica do Daniel.
—Desculpa, era uma emergência… — E ele dirigiu o olhar pra nós.
Mãe e filha peladas na banheira, com o sabão cobrindo só as nossas tetas. Isso foi o suficiente pra pica do homem começar a subir rapidinho.
—Nossa, que brinquedo — murmurou Kim com uma vozinha que derreteria um bloco de gelo —. Agora entendo por que você andava tão feliz, mãe. Essa coisa mal deve caber na sua boca.
Não sei por que, mas eu ri. Daniel se aproximou da banheira. Kim me olhou, e eu olhei pra ela. Do jeito que deu, conseguimos abrir um espaço. Meu peito batia a mil enquanto um homem pelado se metia entre nós. O que será que ia rolar?
Não lembro de ter ficado mais excitada em toda a minha vida. O que se desenrolava na minha frente era tão erótico que qualquer homem já teria gozado só de olhar. O pai da Holy estava com as pernas bem abertas enquanto a filha passava a língua nos ovos dele, e, por cima, a sensual Lorena não parava de pular naquela pica dura.
Entrei na brincadeira me aproximando deles. Minha simples presença bastou para Lorena me dar um beijo de língua e imediatamente sair de cima do marido. Os fluidos dela tinham temperado aquele pau, e a Holy não hesitou nem um segundo em enfiar na boca para saborear os próprios sucos da mãe.
Deixamos a garota continuar com a "merenda" dela, e Lorena me puxou para o sofá. Sentei e abri as pernas para que ela pudesse fazer o que quisesse comigo. Ela piscou um olho e depois afundou a boca na minha buceta, arrancando de mim uma onda de desejo e excitação tão grande que senti meu corpo tremer.
Jonathan gemia de olhos fechados. A Holy fazia uma punheta nele e, ao mesmo tempo, se acariciava a entreperna e ria como se aquilo fosse algo normal. E talvez fosse. Aquela família se dava amor de todo jeito, e eu me perguntei o que aconteceria se na minha rolassem coisas parecidas.
Lorena começou a me penetrar com três dedos e fazia estragos dentro de mim que me arrancavam gemidos. Virei o olhar para a Holy. Ela estava terminando o serviço. Pegou o pai pela mão para ele se levantar e depois se jogou no chão com um travesseiro debaixo da cabeça e as perninhas bem abertas.
— Ele vai meter nela? — perguntei para Lorena.
— Sim, por quê?
— Nada, não.
Fiquei observando Jonathan se deitar em cima da filha, colocar os tornozelos dela nos ombros e apontar a pica para aquela entrada.
O sorriso da Holy desapareceu para dar lugar a uma mistura de dor e prazer. Os gemidinhos dela eram tão doces quanto o canto dos anjos. O papai dela era muito cuidadoso com ela, a ponto de, enquanto... começava a mover lentamente seus quadris, acariciava sua testa para relaxá-la.
Lorena deixou minha buceta em paz e se deitou sobre mim, percorrendo com a língua toda a minha barriga e apertando meus peitos com as mãos. Ela os espremeu tanto e afundou o nariz neles para sentir o cheiro natural que meu corpo exalava.
Perto de mim, as investidas de Jonathan na filha dele eram mais ritmadas. O corpo da garota tremia a cada penetração. Ela tinha os olhinhos fechados e se massageava os seios com uma expressão genuína de prazer.
— Você fica excitada vendo comerem minha filha? — Lorena sussurrou no meu ouvido com uma voz entre perversa e sedutora.
— Sim. Adoro.
— Então, vem comigo.
Ela me levou e nos ajoelhamos ao lado da garota. A pele lisa dela brilhava com o reflexo dos fluidos.
O homem tirou o pau e, antes que pudesse fazer mais alguma coisa com ela, eu me apressei em colocá-lo na boca porque queria saboreá-lo agora que estava impregnado com o gosto daquela linda jovem. E era delicioso. Demais. Algo em mim se ativou e fui além no terreno do erótico.
Mais excitada do que antes, abri bem as pernas de Holy e afundei minha boca onde momentos antes ela tinha sido penetrada. O sabor era tão… doce. Os gemidos de Holy ficaram mais intensos.
De repente, senti duas línguas na minha bunda e mal pude ver que eram Lorena e o marido dela. Duas línguas? Nunca tinha experimentado aquilo, mas parecia o puto paraíso. Um deles abriu minhas nádegas e lamberam cada parte do meu corpo.
Depois, algo mais prazeroso me invadiu. Senti algo enorme e quente esticando as paredes da minha buceta. Gemi quando Jonathan literalmente cravou o membro em mim e começou a me foder num ritmo rápido. Em seguida, a esposa dele se posicionou bem em cima da filha para que a garota pudesse lamber a boceta dela. Percebi que a mulher lubrificava pra caralho. Pequenas gotinhas de lubrificante caíam na boca da garota, e ela, gemendo e se sacudindo enquanto eu a penetrava com com dois dedos, começou a meter a língua na entrada da própria mãe dela.
Ficamos assim por um bom tempo, gemendo os quatro naquela orgia proibida, incestuosa; mas eu tava pouco me lixando, porque era bom demais. O interior da Holy era quente e meus dedos escorregavam por causa dos sucos gostosos que jorravam dela. O pau do Jonathan continuava penetrando entre ritmos lentos e rápidos.
— Vocês fazem isso com que frequência?
— Sempre que dá — disse a Lorena enquanto se acariciava as tetonas generosas.
— Que delícia.
— É. Um dia, eu e o Jonathan estávamos na cama e esquecemos de trancar a porta. A Holy entrou bem no meio da ação e ficou nos olhando. A partir daí, começou a parte boa.
— Eu fiz algo parecido com minha irmã — confessei pra elas. A Lorena arregalou os olhos.
— Sério?
— Sim. Só brincamos com meu namorado. Não teve penetração.
— Vou gozar! — exclamou o Jonathan.
Nós três nos ajoelhamos na frente dele, igual cachorrinhas prestes a receber a comida. Obviamente a Holy era a estrela da orgia toda, então a garota abriu a boca e colocou a língua pra fora pra uma baita descarga de porra entrar até a garganta dela.
Depois a Lorena cobriu o pau com a boca e também recebeu a parte dela.
Eu fui a última. Quase não sobrou pra mim, mas não liguei porque o gosto daquela porra era o mais delicioso que já tinha provado na vida.
Depois disso, nós três nos olhamos, sorrindo. Meu peito ainda tava acelerado. A Holy ofegava e limpava a boca com a mão. A Lorena acariciou minha perna.
— Pode se juntar a gente sempre que quiser — disse.
— Vou sim. Pode ter certeza.
— Karen —
Saí do meu quarto totalmente exausta. Minhas costas ardiam depois que o Daniel me rasgou com as unhas num surto de paixão. Também andava meio desconfortável no rabo, por causa das estocadas anais que aquele homem magnífico tinha me dado. Não lembro de ter sentido tanto prazer na vida toda, e o melhor é que, como ele ia ficar na em casa, podia aproveitar quantas vezes quiséssemos.
Sim, eu queria mais, mas como todo homem depois da ação, precisava descansar, então deixei ele dormindo pelado na cama e saí só com uma camisola que batia pouco acima dos joelhos e sem nada de calcinha.
É incrível como um pouco de sexo selvagem pode causar tantas mudanças no corpo. Eu me sentia revitalizada, radiante e muito feliz. Meu cérebro com certeza estava nadando num mar de endorfinas e eu queria ficar assim o máximo de tempo possível.
Pensei em conversar com a Kim, mas lembrei que ela tinha me pedido permissão pra sair, o que era novo porque geralmente ela sumia sem dizer um pio. Fui pro quarto da Laura pra ver o que ela tava fazendo e encontrei minha garota dormindo, usando só a calcinha de renda preta pequena que já tava meio apertada.
E não sei o que deu em mim quando vi ela. Talvez a lembrança do que tinha feito com a Lorena e a filha dela, ou que eu ainda tava excitada, mas ao ver as curvas da Laura senti prazer. Um prazer muito parecido com orgulho. Eu tinha dado à luz uma garota linda.
Sentei na cama e, sem conseguir me segurar, coloquei uma mão na bunda dela. Quer dizer… não tinha nada de errado, né? Como mãe, já tinha visto ela pelada várias vezes. Passei o dedo por baixo da calcinha dela pra ajeitar a renda e, um pouco mais sem vergonha, acariciei a linha que dividia a bunda dela. A pele dela era branca. Um bronzeado cairia muito bem e pensei que logo o verão ia nos obrigar a ir pra praia.
Parei de pensar nisso e continuei esfregando delicadamente a pele lisa das nádegas dela. Nisso, o Daniel me pegou pelos ombros e eu tirei a mão como se tivesse me queimado.
— Daniel… você me assustou.
— O que você tava fazendo?
— Nada. Só…
— Tocando na sua garota? — qualquer um pensaria que ele tava me dando uma bronca, mas a verdade é que nos olhos dele tinha uma perversão estranha. Lembrei que a Lorena tinha me dito que a maioria dos homens sentia um desejo sexual quando mãe e filha estavam envolvidas. Não sabia, dentro da mente tortuosa da minha amiga, o quanto aquilo era verdade. Preferi ignorar, mas me aliviou saber que meu homem não estava me chamando de doida.
Por outro lado, ele estava só de cueca, onde o volume marcava bem. Pelo tamanho, vi que já tava pronto pra ação e pisquei pra ele. Daniel se apressou a tirar a roupa e eu fiquei vermelha na hora, porque estávamos no quarto da minha filha.
—Chupa um pouco —falou com voz sexy.
—Não. Laura pode acordar.
—Faz. Sabe que quer.
E eu queria mesmo. Dominada pelo tesão, meti o pau dele na boca. O sangue que corria no pinto dele esquentava tudo, e logo minha saliva fez meus lábios deslizarem fácil por todo o comprimento.
Lá estava eu, dando um boquete daqueles no meu homem no quarto da minha filha.
De repente, vi Daniel escondendo o pau e se virando. Laura tocou meu braço.
—Mãe?
—Laura! —exclamei, toda envergonhada. A garota franziu a testa. Acabou. Eu era a pior mãe do mundo.
Mas não foi assim. Laura abraçou um travesseiro e se deitou de novo.
—Você me viu? —perguntei, mesmo sabendo a resposta.
—Você tem quarto pra fazer isso. Não vem pro meu.
Daniel, fora do quarto, só ria.
No resto da tarde, fiquei morrendo de vergonha. Kim chegou depois e tava especialmente feliz. Disse que tinha ido com umas amigas no shopping. Daniel, por outro lado, via TV. Kim sentou do nosso lado.
—O que fizeram? —perguntou. Daniel riu e eu fiquei vermelha.
—Nada. Nada mesmo.
—Com certeza se divertiram mais que eu —disse Kim, com um sorriso claro de que sabia o que tinham feito comigo.
—Bom, só um pouco.
—Daniel, e aí? Já posso te chamar de pai?
O comentário fez o homem ficar vermelho e rir nervoso. Chamei a atenção de Kim e ela, rindo, subiu. Ela foi para o quarto e desceu pouco depois de tomar um banho. Vestia uns shorts bem apertados, bem curtos, e uma blusa sem mangas com o decote solto. O olhar de Daniel foi evidente para as duas. Com um gesto dos meus dedos, pedi pra minha filha cruzar as pernas pra mostrar mais decência, mas ao fazer isso, só fez com que as coxas dela parecessem ainda mais torneadas e sensuais.
Daniel se cobriu disfarçadamente com a almofada pra esconder a ereção que estava tendo. Tentei pensar no coitado do homem, que tinha me confessado que não era muito de ficar com mulheres por causa do trabalho. E agora estava nessa casa, comigo, uma mulher viciada em sexo, e uma filha tão sedutora que até em mim despertava um certo tesão proibido vê-la com aquela roupa minúscula. Além disso, saber que Kim tinha me pego no flagra era tão excitante. Lembrei de quando vi por baixo da porta como Axel a fodia, e isso só fez o calor aumentar no meu corpo.
Ficamos vendo TV por mais um tempo, e depois Daniel saiu pra comprar o jantar. Kim e eu nos olhamos com um certo desconforto.
— Você parece feliz, mãe.
— É, bem… você também.
Laura desceu pouco depois com seu roupão de seda sexy. Sempre a via com carinho, mas dessa vez, quando o olhar dela cruzou com o meu, um sorrisinho safado apareceu nos lábios dela. Sentou-se ao lado de Kim e colocou as pernas sobre os joelhos da irmã. Kim imediatamente começou a acariciar as coxas dela de um jeito despretensioso enquanto assistiam TV.
A cena poderia parecer inocente pra qualquer outra pessoa, mas pra mim, ver minha filha mais velha deslizando aquelas mãos nas pernas da irmã era algo… excitante.
Me imaginei dando um boquete no Daniel na frente das minhas filhas. Será que eu gostaria de uma experiência dessas? Farta de ter esse tipo de pensamento tão sujo, subi pro banheiro pra tomar um banho. Tinha intenção de aliviar o tesão e mal consegui. Saí do banheiro e me aproximei da escada, mas antes Ao descer, parei no patamar porque vi, pasmada, que Laura e Kim estavam se beijando na boca.
Minha primeira reação foi chamar a atenção delas, mas parei sem saber por quê. O rosto de Kim parecia tranquilo, relaxado ao extremo, e com uma mão ela acariciava o queixo da irmãzinha. Laura, por sua vez, tinha a mão bem dentro do shortinho minúsculo de Kim e brincava com a buceta da irmã mais velha.
Minha respiração acelerou e fiquei pensando o que estava acontecendo com minhas filhas. Laura tirou a mão e passou os dedinhos molhados na boca de Kim. Ela olhou ao redor e sussurrou algo para Laura. A garota riu e levantou a blusa dela, de modo que os peitos da irmã ficaram livres, e não hesitou nem um segundo em meter os mamilos na boca.
Meus olhos estavam arregalados vendo elas chuparem as tetas uma da outra, e ainda por cima o laço de irmãs que as unia era mais… proibido. Excitante. A mão de Kim deslizou para dentro da calcinha de Laura e eu vi que ela começava a brincar com a entradinha dela, levando os dedos à boca constantemente.
Então elas se deram um último beijo. Se separaram e continuaram vendo televisão como se nada tivesse acontecido. Eu me encostei na parede para tentar me acalmar, porque o que eu tinha visto era digno da coisa mais perversa e incestuosa, comparável ao momento constrangedor em que peguei a Lorena enfiando um vibrador no cu da própria filha.
Era isso. Lorena. Se eu tinha que falar com alguém, bem que podia ser com ela. A ideia pareceu boa nos primeiros vinte segundos, mas logo pensei que não era o mais certo, porque conhecendo ela, a primeira coisa que diria era para eu aproveitar a oportunidade que estava surgindo.
Desci para a sala como se não tivesse visto nada. Kim e Laura se comportavam normalmente. Sentei na frente delas para ver televisão, mas sem perder de vista as mãos safadas das minhas garotas.
Daniel chegou com o jantar pouco depois e, após comer, fui tomar outro banho para tentar esquecer. o que tinha visto. Eu me debatia entre repreendê-las ou conversar com elas. Eu estava na banheira, passando sabão na esponja, quando a Kim entrou enrolada numa toalha e, sem me ver, tirou a toalha. O corpo dela era escultural.
— Ei, tá ocupado aqui.
— Ai! Mãe, desculpa. Não te vi. Queria tomar um banho na banheira, me dá licença?
— Sim. Vem — engoli seco. Kim sorriu e subiu no vaso pra pegar uma caixa no armário onde guardava velas aromáticas. Durante todo o processo, tive uma vista perfeita do corpo nu dela.
— Sua buceta parece a de um bebê — comentei sem nem pensar. Ela sorriu e tocou a própria rachinha.
— Mas já aguentou coisas que você nem imagina.
— Kim!
— Já! Você começou. Me dá um espaço.
Kim entrou na banheira, bem do outro lado. Enquanto se acomodava, nossas pernas se entrelaçaram. A pele dela era lisa e macia, escorregadia por causa do sabão.
— Ah! Isso é o paraíso. Nada como um banho de água morna nessa noite fria.
— O que você fez com suas amigas? Cinema?
— Hum... algo assim.
Sorri.
— Comigo você não engana, filha. Acho que a palavra com S tá envolvida.
— O mesmo digo pra você — disse Kim e, de forma travessa, tocou minha buceta com o pé. Eu me exaltei demais e fiquei vermelha na hora. Kim riu.
— Ei! Respeito que sou sua mãe!
— Já! Foi só um acidente. Não queria apertar seu botãozinho da felicidade.
Ela chutou minha buceta de novo e eu devolvi com um leve aperto do meu pé nos peitos dela. Kim riu de um jeito encantador.
— Mãe, a verdade é que ultimamente a gente se dá melhor, não acha?
— Sim, mas acho que você deixou de me ver como mãe e agora sou sua amiga. Não esquece que ainda tenho autoridade.
Ela riu e apertou meu clitóris com o pé de novo. Eu fechei as pernas, mas pouco depois abri de novo e brincamos com os pés por um tempo, conversando sobre assuntos banais como as novas eleições e que eu tava pensando em largar meu emprego.
Pouco depois, o Daniel entrou no banheiro e, sem nenhum pudor, puxou o pauzão dele pra mijar. —Ei! A Kim tá aqui!
—Não se preocupa, mãe — disse Kim, olhando curiosa pra pica do Daniel.
—Desculpa, era uma emergência… — E ele dirigiu o olhar pra nós.
Mãe e filha peladas na banheira, com o sabão cobrindo só as nossas tetas. Isso foi o suficiente pra pica do homem começar a subir rapidinho.
—Nossa, que brinquedo — murmurou Kim com uma vozinha que derreteria um bloco de gelo —. Agora entendo por que você andava tão feliz, mãe. Essa coisa mal deve caber na sua boca.
Não sei por que, mas eu ri. Daniel se aproximou da banheira. Kim me olhou, e eu olhei pra ela. Do jeito que deu, conseguimos abrir um espaço. Meu peito batia a mil enquanto um homem pelado se metia entre nós. O que será que ia rolar?
1 comentários - Minhas filhas e eu, uma família muito carinhosa cap 9