Já fazia um tempo que eu tinha casado com a Laura. No geral, ela era uma boa esposa. Tenho que confessar que eu não era o marido modelo, mas mesmo assim ela aguentava meu mau humor e meu vício em bebida e mulher. Mais de uma vez ela me pegou em alguma traição, mas mesmo assim não passava de uns gritos e lágrimas dela, e no dia seguinte agia como se nada tivesse acontecido.
Quando conheci a Laura, ela era divorciada. O ex-marido dela estava preso por roubo à mão armada. Naquela época, ela já tinha as duas filhas: Maria, de 18 anos, e Ana, de 19. As duas eram umas mulheres de pele branca igual à da mãe, com quadris largos, peitos pequenos, do tamanho de umas laranjas, mas isso sim, ambas tinham uma bunda descomunal igual à da mãe. A única coisa que diferenciava um pouco era a altura, porque até o cabelo era igual. Resumindo, os mesmos olhos, ou seja, pareciam gêmeas. Só que Maria, a mais nova, mal chegava a 1,50m de altura, e Ana, a mais velha, quase batia 1,70m.
Lembro que quando cheguei na casa onde a Laura morava com as duas filhas, elas passavam o dia inteiro de roupa íntima. Fazia muito tempo que não tinha um homem em casa, então tinha uma certa intimidade entre elas para andar assim pela casa toda. Dava para vê-las passeando de calcinhas minúsculas, mostrando aquelas bundonas, ou então de regata. Mais de uma vez até deixavam as portas dos quartos abertas quando estavam trocando de roupa, e até a do banheiro ficava aberta. Eu vi várias vezes a Ana completamente nua debaixo do chuveiro.
Ficava tão excitado vendo ela que não conseguia me segurar, e na hora ia para o quarto da mãe dela e comia ela como um louco. A coitada da Laura aguentava como podia, não imaginava que eu tava metendo nela pensando que era a filha dela, a Ana. Embora naquela época a Laura ainda tivesse um corpo dos sonhos, nada a invejar do corpo das duas filhas, que, mesmo sendo mais novas que a mãe, ela mantinha a firmeza e a vontade sexual de uma mulher jovem.
Lembro que em Nos primeiros dias de casados, quando a gente entrava no quarto, a Laura se ajoelhava na hora, tirava minha pica e chupava que nem uma desesperada. Quando já tava bem dura, ela corria e subia na cama, ficava de quatro e abria a bunda sozinha. Eu metia com tanta força que as nádegas brancas dela ficavam todas vermelhas de tanto mete e sai.
Como ela gemia e gritava, a putinha, parecia que eu tava batendo nela, de tanto berro que soltava. Mais de uma vez a Ana ou a Maria bateram na porta pra perguntar se tava acontecendo alguma coisa. A Laura, com minha pica enfiada no meio da bunda, mal conseguia responder: "Tá tudo bem, filhas, continuem dormindo."
Acho que depois as filhas dela sacaram o que rolava de verdade e pararam de incomodar. A relação com a Ana e a Maria era meio estranha ou peculiar. Elas nunca me chamaram de pai, só me chamavam de Luís. Quem diria que no final iam me chamar de papai, mas não do jeito de pai e filhas, e sim de outro jeito, em outro contexto.
A primeira a me chamar assim foi a Maria, a mais nova, de 18 anos. A Maria, como já falei, era de pele branca e baixinha, media só 1,50m. A testa dela batia pouco acima do meu umbigo. E, mesmo que eu quase conseguisse abraçar a cintura dela com uma mão só, pra pegar na bunda dela precisava das duas. O cabelo longo e preto dela batia na bunda, e as pernas, embora curtas, eram bem torneadas. Ela tinha os lábios mais grossos das três. A voz fina e estridente era o único defeito que eu via naquela gostosa, mas no fim nem incomodou tanto.
Tava arrumando o jardim quando a Maria saiu de casa pra pegar um sol. A sem-vergonha saiu de biquíni rosa com florzinhas brancas. Eu não tava prestando tanta atenção, de vez em quando olhava pra ela, mas sem maldade. Só que quando ela virou de bruços pra pegar sol nas costas, não consegui evitar de chegar perto pra ver bem aquele par de nádegas. Que rabão da porra, a bunda da minha Maria, imensa, carnuda e bem gostosa. Redondo, o biquíni deixava as bundonas dela de fora, que nem de milagro conseguia esconder aquele par de rabetão. O biquíni era minúsculo pra ela.
Entrei em casa pra pegar um copo d'água e notei que não tinha ninguém. Lembrei que era o dia em que a Laura fazia as compras e não sei por que a Ana ainda não tinha chegado da escola. Então voltei pro quintão, tirei a camiseta e me deitei do lado da Maria. "Posso pegar um sol contigo?", falei. "Pode, Luís, se acomoda", ela respondeu. Eu me deitei bem do lado dela pra ficar o mais perto possível e continuar olhando pra aquela bunda. De repente, acho que ela sentiu meu olhar e virou de barriga pra cima.
Eu tinha que foder ela, era o que eu pensava uma hora e outra. Então coloquei meu plano em ação. Perguntei se ela sentia falta do pai e inventei que eu podia ajudar a tirar ele da cadeia, mas que antes ela tinha que fazer algo por mim. Ela ficou séria, pensou um pouco e perguntou: "O que você quer, Luís?" "Me dá um beijo", respondi. "Só um beijo?", ela perguntou de novo. "Sim, Maria", falei bem sério. Ela se levantou. Eu não tinha dito onde queria, mas ela foi direto pros meus lábios. O beijo foi doce e calmo, mas sentir o corpo dela junto ao meu deixou minha pica duríssima. Enfiei a mão dentro do biquíni dela. Foi a primeira vez que apertei aquela bunda redonda e firme. Ela tentou recuar, mas já era tarde. Continuei beijando ela e depois acariciei a bucetinha dela. Ela gemeu, e eu encostei minha pica na barriga dela. "Agora você vai chupar minha pica pra poder ver seu pai", falei no ouvido dela. Tirei a pica pra fora. Ela ficou séria e surpresa. Pensei que fosse sair correndo, mas no fim ela se ajoelhou.
Enfiou minha pica na boca dela, meio sem jeito, mas tentava. Desabotoei o sutiã dela e vi aqueles pezões enormes, com bicos rosados e grossos, tudo à mostra. Ela tentava se esconder com o braço, mas ainda dava pra ver. Ela me chupava gostoso, meio atrapalhada, mas se esforçava pra enfiar tudo na boca dela, quase inteira. Eu tava com a pica super dura e quase gozando quando me afastei e me Senta na cadeira, depois eu chamei: "vem, Maria". Ela se aproximou e, sem eu falar nada, tirou a parte de baixo do biquíni. Depois ela disse: "enfia com cuidado". Eu ainda não acreditava que aquele par de bundas finalmente ia sentar no meu pau.
Enquanto ela falava: "devagar, por favor, devagar", eu ficava imóvel vendo aquela bunda engolir meu pau. Foi ela quem marcou o ritmo e depois acelerou. Em alguns momentos, sentia que ia gozar a qualquer hora. Eu segurava ela pela cintura, e ela dava sentadas no meu pau. "Já vai gozar?", ela perguntava a cada sentada. "Já vai gozar?", e enfiava de novo. "Já vai gozar?", repetia, sem parar, com a respiração ofegante. "Quer que eu goze?", perguntei. "Sim, goza, goza logo", ela respondia. Eu peguei nos peitos dela e comecei a meter mais rápido. Ela se entregou de vez e começou a gemer. "Vamos pra sala", ela disse. E, sem sair de dentro dela, a gente foi andando até o sofá, com meu pau ainda enfiado. Aí a porta abre e a irmã dela, Ana, nos vê. "Mas o que você tá fazendo, Maria?"
"Ele vai trazer o papai de volta", respondeu Maria. "Mas o que isso tem a ver com vocês estarem transando?", reclamou Ana. "Você quer que seu pai saia da cadeia e veja ele livre e feliz?", eu falei. "Preciso de um favor." "Você é um filho da puta", respondeu Ana. Maria retrucou: "A gente vai ser uma família de novo, como antes". E eu disse: "Venham pro meu quarto, as duas, se quiserem ver o pai de vocês. E se apressem, porque a mãe de vocês já tá chegando." Entrei no quarto, achando que tinha me ferrado. Mas, em menos de cinco minutos, as duas apareceram: Ana e Maria. Maria ainda de biquíni, e Ana de short e blusa xadrez. Corri pra tirar a roupa de Ana. Que surpresa: aqueles mamilos pretos e aquela bunda enorme. "Maria, mostra pra sua irmã como você chupa." Maria se aproximou e engoliu de novo. Ana fez companhia, e aquele par de mulheres chupava meu pau inteiro. "Agora mostra como monta. meu pau, maria só obedecia e se enfiava em mim... dava pra ver como ela fechava os olhos e mordia o lábio, enquanto sentava em mim com tudo. "você é um maldito", dizia a ana, mas maria gemia igual uma puta. "empina, ana, agora é sua vez." enfiei inteiro de uma só vez.
ainda lembro como as pernas dela dobraram com a porrada que eu dei. maria se esfregava a buceta enquanto eu comia a irmã dela. maria tinha puxado o lado puta da mãe, enquanto o jeito rebelde da ana me fazia meter mais forte. coloquei a ana na cama, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros. olhava pros peitos dela, lindos e bem durinhos, e comecei a foder até quase gozar dentro dela. lembro como ela mordia os lábios pra não gemer, mas não aguentou e começou a ofegar de tão excitada. senti ela gozar várias vezes em mim.
falei pra maria: "vem, quero gozar nas suas nádegas." maria se jogou de bruços, rebolando a bunda enquanto eu comia a irmã dela, ana. fizeram eu gozar como nunca antes. lembro da ana lambendo o cu da maria e falando: "a gente adora seu gozo, papai.
Quando conheci a Laura, ela era divorciada. O ex-marido dela estava preso por roubo à mão armada. Naquela época, ela já tinha as duas filhas: Maria, de 18 anos, e Ana, de 19. As duas eram umas mulheres de pele branca igual à da mãe, com quadris largos, peitos pequenos, do tamanho de umas laranjas, mas isso sim, ambas tinham uma bunda descomunal igual à da mãe. A única coisa que diferenciava um pouco era a altura, porque até o cabelo era igual. Resumindo, os mesmos olhos, ou seja, pareciam gêmeas. Só que Maria, a mais nova, mal chegava a 1,50m de altura, e Ana, a mais velha, quase batia 1,70m.
Lembro que quando cheguei na casa onde a Laura morava com as duas filhas, elas passavam o dia inteiro de roupa íntima. Fazia muito tempo que não tinha um homem em casa, então tinha uma certa intimidade entre elas para andar assim pela casa toda. Dava para vê-las passeando de calcinhas minúsculas, mostrando aquelas bundonas, ou então de regata. Mais de uma vez até deixavam as portas dos quartos abertas quando estavam trocando de roupa, e até a do banheiro ficava aberta. Eu vi várias vezes a Ana completamente nua debaixo do chuveiro.
Ficava tão excitado vendo ela que não conseguia me segurar, e na hora ia para o quarto da mãe dela e comia ela como um louco. A coitada da Laura aguentava como podia, não imaginava que eu tava metendo nela pensando que era a filha dela, a Ana. Embora naquela época a Laura ainda tivesse um corpo dos sonhos, nada a invejar do corpo das duas filhas, que, mesmo sendo mais novas que a mãe, ela mantinha a firmeza e a vontade sexual de uma mulher jovem.
Lembro que em Nos primeiros dias de casados, quando a gente entrava no quarto, a Laura se ajoelhava na hora, tirava minha pica e chupava que nem uma desesperada. Quando já tava bem dura, ela corria e subia na cama, ficava de quatro e abria a bunda sozinha. Eu metia com tanta força que as nádegas brancas dela ficavam todas vermelhas de tanto mete e sai.
Como ela gemia e gritava, a putinha, parecia que eu tava batendo nela, de tanto berro que soltava. Mais de uma vez a Ana ou a Maria bateram na porta pra perguntar se tava acontecendo alguma coisa. A Laura, com minha pica enfiada no meio da bunda, mal conseguia responder: "Tá tudo bem, filhas, continuem dormindo."
Acho que depois as filhas dela sacaram o que rolava de verdade e pararam de incomodar. A relação com a Ana e a Maria era meio estranha ou peculiar. Elas nunca me chamaram de pai, só me chamavam de Luís. Quem diria que no final iam me chamar de papai, mas não do jeito de pai e filhas, e sim de outro jeito, em outro contexto.
A primeira a me chamar assim foi a Maria, a mais nova, de 18 anos. A Maria, como já falei, era de pele branca e baixinha, media só 1,50m. A testa dela batia pouco acima do meu umbigo. E, mesmo que eu quase conseguisse abraçar a cintura dela com uma mão só, pra pegar na bunda dela precisava das duas. O cabelo longo e preto dela batia na bunda, e as pernas, embora curtas, eram bem torneadas. Ela tinha os lábios mais grossos das três. A voz fina e estridente era o único defeito que eu via naquela gostosa, mas no fim nem incomodou tanto.
Tava arrumando o jardim quando a Maria saiu de casa pra pegar um sol. A sem-vergonha saiu de biquíni rosa com florzinhas brancas. Eu não tava prestando tanta atenção, de vez em quando olhava pra ela, mas sem maldade. Só que quando ela virou de bruços pra pegar sol nas costas, não consegui evitar de chegar perto pra ver bem aquele par de nádegas. Que rabão da porra, a bunda da minha Maria, imensa, carnuda e bem gostosa. Redondo, o biquíni deixava as bundonas dela de fora, que nem de milagro conseguia esconder aquele par de rabetão. O biquíni era minúsculo pra ela.
Entrei em casa pra pegar um copo d'água e notei que não tinha ninguém. Lembrei que era o dia em que a Laura fazia as compras e não sei por que a Ana ainda não tinha chegado da escola. Então voltei pro quintão, tirei a camiseta e me deitei do lado da Maria. "Posso pegar um sol contigo?", falei. "Pode, Luís, se acomoda", ela respondeu. Eu me deitei bem do lado dela pra ficar o mais perto possível e continuar olhando pra aquela bunda. De repente, acho que ela sentiu meu olhar e virou de barriga pra cima.
Eu tinha que foder ela, era o que eu pensava uma hora e outra. Então coloquei meu plano em ação. Perguntei se ela sentia falta do pai e inventei que eu podia ajudar a tirar ele da cadeia, mas que antes ela tinha que fazer algo por mim. Ela ficou séria, pensou um pouco e perguntou: "O que você quer, Luís?" "Me dá um beijo", respondi. "Só um beijo?", ela perguntou de novo. "Sim, Maria", falei bem sério. Ela se levantou. Eu não tinha dito onde queria, mas ela foi direto pros meus lábios. O beijo foi doce e calmo, mas sentir o corpo dela junto ao meu deixou minha pica duríssima. Enfiei a mão dentro do biquíni dela. Foi a primeira vez que apertei aquela bunda redonda e firme. Ela tentou recuar, mas já era tarde. Continuei beijando ela e depois acariciei a bucetinha dela. Ela gemeu, e eu encostei minha pica na barriga dela. "Agora você vai chupar minha pica pra poder ver seu pai", falei no ouvido dela. Tirei a pica pra fora. Ela ficou séria e surpresa. Pensei que fosse sair correndo, mas no fim ela se ajoelhou.
Enfiou minha pica na boca dela, meio sem jeito, mas tentava. Desabotoei o sutiã dela e vi aqueles pezões enormes, com bicos rosados e grossos, tudo à mostra. Ela tentava se esconder com o braço, mas ainda dava pra ver. Ela me chupava gostoso, meio atrapalhada, mas se esforçava pra enfiar tudo na boca dela, quase inteira. Eu tava com a pica super dura e quase gozando quando me afastei e me Senta na cadeira, depois eu chamei: "vem, Maria". Ela se aproximou e, sem eu falar nada, tirou a parte de baixo do biquíni. Depois ela disse: "enfia com cuidado". Eu ainda não acreditava que aquele par de bundas finalmente ia sentar no meu pau.
Enquanto ela falava: "devagar, por favor, devagar", eu ficava imóvel vendo aquela bunda engolir meu pau. Foi ela quem marcou o ritmo e depois acelerou. Em alguns momentos, sentia que ia gozar a qualquer hora. Eu segurava ela pela cintura, e ela dava sentadas no meu pau. "Já vai gozar?", ela perguntava a cada sentada. "Já vai gozar?", e enfiava de novo. "Já vai gozar?", repetia, sem parar, com a respiração ofegante. "Quer que eu goze?", perguntei. "Sim, goza, goza logo", ela respondia. Eu peguei nos peitos dela e comecei a meter mais rápido. Ela se entregou de vez e começou a gemer. "Vamos pra sala", ela disse. E, sem sair de dentro dela, a gente foi andando até o sofá, com meu pau ainda enfiado. Aí a porta abre e a irmã dela, Ana, nos vê. "Mas o que você tá fazendo, Maria?"
"Ele vai trazer o papai de volta", respondeu Maria. "Mas o que isso tem a ver com vocês estarem transando?", reclamou Ana. "Você quer que seu pai saia da cadeia e veja ele livre e feliz?", eu falei. "Preciso de um favor." "Você é um filho da puta", respondeu Ana. Maria retrucou: "A gente vai ser uma família de novo, como antes". E eu disse: "Venham pro meu quarto, as duas, se quiserem ver o pai de vocês. E se apressem, porque a mãe de vocês já tá chegando." Entrei no quarto, achando que tinha me ferrado. Mas, em menos de cinco minutos, as duas apareceram: Ana e Maria. Maria ainda de biquíni, e Ana de short e blusa xadrez. Corri pra tirar a roupa de Ana. Que surpresa: aqueles mamilos pretos e aquela bunda enorme. "Maria, mostra pra sua irmã como você chupa." Maria se aproximou e engoliu de novo. Ana fez companhia, e aquele par de mulheres chupava meu pau inteiro. "Agora mostra como monta. meu pau, maria só obedecia e se enfiava em mim... dava pra ver como ela fechava os olhos e mordia o lábio, enquanto sentava em mim com tudo. "você é um maldito", dizia a ana, mas maria gemia igual uma puta. "empina, ana, agora é sua vez." enfiei inteiro de uma só vez.
ainda lembro como as pernas dela dobraram com a porrada que eu dei. maria se esfregava a buceta enquanto eu comia a irmã dela. maria tinha puxado o lado puta da mãe, enquanto o jeito rebelde da ana me fazia meter mais forte. coloquei a ana na cama, levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros. olhava pros peitos dela, lindos e bem durinhos, e comecei a foder até quase gozar dentro dela. lembro como ela mordia os lábios pra não gemer, mas não aguentou e começou a ofegar de tão excitada. senti ela gozar várias vezes em mim.
falei pra maria: "vem, quero gozar nas suas nádegas." maria se jogou de bruços, rebolando a bunda enquanto eu comia a irmã dela, ana. fizeram eu gozar como nunca antes. lembro da ana lambendo o cu da maria e falando: "a gente adora seu gozo, papai.
3 comentários - Agora me chamam de Papi
Es real?