Sonia, minha chefe gostosa. parte 2

Naquela sexta-feira do final de maio, tive que ficar trabalhando à tarde. Queria terminar um relatório pra enviar pra minha chefe, pra ela poder revisar na segunda de manhã cedo. Sexta à tarde ninguém ficava no escritório, o normal era fazer hora extra nos outros dias da semana e chegar um pouco mais cedo na sexta pra começar o fim de semana mais cedo. Quando voltei do almoço, às três e meia, o escritório já tava vazio, então, resignado, sentei no meu lugar e retomei o trampo com o objetivo de terminar o mais rápido possível. Dez minutos depois, pra minha surpresa e agitação, apareceu a Sonia, que tava voltando do almoço.

— Oi, Júlio — ela me cumprimentou, com o rosto iluminado ao me ver no meu lugar—. Pensei que ia ficar sozinha essa tarde…

Meu Deus, como ela era gostosa! Fiquei hipnotizado pelos olhões dela por uns segundos, mergulhando nas águas tropicais da cor linda que rodeava as pupilas dela, dilatadas ao me ver.

— Oi, Sonia — respondi, engolindo seco e sentindo um frio na barriga—. É que quero terminar um relatório que demorou mais do que eu esperava. E você, tem muito trampo?

— Não muito — ela respondeu, tirando o paletó sem parar de me olhar.

Por um instante, me faltou o ar. Minha chefe tinha ido trabalhar naquele dia com uma calça preta simples, reta mas bem ajustada às novas curvas e ao formato atraente da bunda dela, tipo um pêssego maduro, e na parte de cima, usava um paletó justo, estilo blazer, da mesma cor. Tava formal e elegante, mas quando tirou o blazer, o que me deixou sem fôlego foi que, por baixo, ela usava uma camisa branca apertada, com o botão de cima desabotoado, fazendo as vezes de um decote provocante. Aquela roupa envolvia a firmeza dos peitos dela, projetando-se pra frente como duas maravilhas da natureza pedindo pra ser libertadas, de um jeito que dava pra apreciar o espetáculo da voluptuosidade dela sem precisar Usar a imaginação. Meu pensamento foi o mesmo de quando a conheci: «Que par de peitos!». O formigamento no meu estômago desceu mais pra baixo, chegando até a virilha e o que entre elas começava a ganhar vida.
— Tenho algumas tarefas administrativas — continuou Sonia, esboçando um sorriso safado ao me ver alterado com o “desabafo” dela —, mas não correm muita pressa. Na real, vou ficar porque não tenho outro plano, e assim aproveito pra adiantar o trabalho… Quer que eu te dê uma mão com seu relatório pra terminar mais cedo? — acrescentou, me olhando de cima a baixo com um brilho nos olhos.
— Não precisa, muito obrigado — respondi, me segurando e dominando o impulso de aceitar uma oferta tão generosa —. Na verdade, falta muito pouco e eu ia te mandar pra você revisar na segunda de manhã cedo.
— Bom, então se precisar de ajuda, não hesita em me pedir — notei uma certa decepção na voz dela, mas logo ela decidiu exercer seu poder —. E quando terminar, em vez de me mandar pra revisar na segunda, traz aqui na minha mesa e a gente vê junto, ok?
— Eeeehhh, claro, claro — respondi, meio confuso.
Eu tinha todo o direito de ir pra casa assim que terminasse, mas não podia dizer não pra uma chefe, e muito menos pra essa chefe.
Sorrindo, Sonia foi pra mesa dela, e eu, na hora, peguei o celular pra escrever pra Laura. Tinha combinado de ir buscá-la assim que saísse do trabalho, então mandei uma mensagem dizendo que ia sair mais tarde e que ligaria assim que terminasse.
Me concentrar sabendo que no andar inteiro só restávamos eu e Sonia foi uma tarefa titânica. Dei umas olhadas disfarçadas pra trás, e nas duas vezes vi minha chefe mergulhada numa pilha de papéis na mesa dela. Aquilo acalmou meus ânimos, e consegui me dedicar a terminar o trabalho pelo qual estava encurtando minha tarde de sexta e sacrificando tempo com minha namorada.
Quando terminei, imprimi o relatório e alguns documentos de referência, e fui até a mesa. da Sônia, que me recebeu com um sorriso caloroso.
— Terminou? — perguntou, observando os papéis que eu segurava. Eu assenti —. Perfeito, já estava de saco cheio dessas burocracias — completou, abrindo espaço na mesa —. Por favor, senta.

Peguei a cadeira que estava na frente da mesa, mas quando fui me sentar, ela balançou a cabeça.
— Melhor ficar aqui, do meu lado — indicou, deslizando a cadeira para o lado —, assim a gente vai vendo junto, e você pode me explicar o que levantar dúvida.

Senti o coração acelerar e todos os músculos ficarem tensos, mas tentei agir como um profissional de verdade, fingindo indiferença.
— Claro — respondi —, vou colocar a cadeira aqui.

Posicionei a “cadeira de visitas” ao lado da dela e, ao sentar, notei a diferença de altura entre as duas. A Sônia, na cadeira de escritório, ficava mais alta que eu, e apesar dos quinze centímetros de diferença de altura entre nós, com ela sentada de costas totalmente eretas e eu levemente curvado, ela ficava acima de mim, dando um ar de superioridade bem marcante. Com qualquer outro chefe, talvez eu me sentisse meio intimidado, mas perto dela, me senti diante de uma deusa pra adorar.

Coloquei os papéis na nossa frente, e minha chefe, bem interessada, deslizou a cadeira de novo pra compartilhar a leitura, até ficar colada no meu assento sem rodinhas. A poucos centímetros de mim, o perfume dela atiçou meu nariz. Exalava um aroma doce, tipo bala, mas com um fundo fresco e até um toque picante. Cheirava incrivelmente bem, quase sem vestígio do perfume que ela usou antes de ir trabalhar; então o que mais aguçou meus sentidos e me embriagou foi a essência natural excitante dela.

— Vamos ver o que temos aqui — disse num tom mais íntimo por causa da proximidade, e na mesma hora se concentrou numa leitura rápida do documento.

Parecia totalmente focada, com os olhões se movendo pelas linhas que minha profissionalismo havia escrito. Eu deveria estar fazendo o mesmo, mas já sabia o relatório quase de cor, e nunca tinha tido a oportunidade de contemplar a Sonia tão de perto, então me dediquei a observá-la com cuidado, disfarçadamente, mas sem perder nenhum detalhe de cada uma de suas feições e expressões enquanto ela assimilava o que lia.
Era gostosa, objetivamente e arrebatadoramente gostosa. Cada traço do seu rosto estava em perfeita harmonia com o resto, e sua pele delicada e pálida não era nada além de uma tela onde um artista havia plasmado a beleza da natureza feminina, doce e selvagem ao mesmo tempo, destacando acima de tudo seus olhos incomparáveis. A cor verde, de perto, irisava para um cinza oliváceo, tornando-se ainda mais fascinante e atraente do que o esmeralda que se percebia num simples olhar.
«Puta merda, tem que ser muito otário pra cagar o pau tendo uma gostosa dessas em casa», pensei. «E tudo por querer comer uma putinha muito mais nova! Quantas novinhas não dariam tudo pra chegar aos quarenta e três como a Sonia!, ela é infinitamente mais interessante do que qualquer uma delas!».
Como se lesse meus pensamentos, por uma fração de segundo, me pareceu que aqueles olhões me olhavam e seus lábios sorriam com satisfação, mas não tive certeza se esse gesto tinha sido real ou só fruto da minha imaginação.
— Neste ponto — ela me disse de repente, apontando para o texto —, você tem certeza de que a fonte de onde tirou isso é confiável?
Olhei para onde seu dedo longo apontava com a unha de francesinha, e li com atenção o parágrafo inteiro, sentindo como ela se inclinava um pouco para mim e me encarava, esperando uma resposta, enquanto sua fragrância irresistível despertava em mim os impulsos ancestrais que tocaram tambores de guerra entre minhas pernas.
Ao levantar a vista, me deparei diretamente com seu rosto a poucos centímetros do meu, com uma expressão severa, mostrando tensão nas sobrancelhas, lábios e mandíbula, embora seu olhar denotasse algo mais… Meu Deus, que gostosa ela era! Senti meu coração martelando nas têmporas, com réplicas nas minhas zonas mais recônditas, obrigando-as a se espreguiçar com investidas de sangue quente.
— Estou completamente certo da fonte — falei quase num sussurro, pela proximidade entre nós dois —. Vem de informações oficiais publicadas pelo governo do Reino Unido, então temos que assumir que é a situação real hoje.
— Entendo — respondeu no mesmo tom sussurrante, relaxando o rosto para desenhar um sorriso encantador —. Parece que você tem tudo muito bem amarrado, tô gostando muito do que tô vendo…
Observando como ela voltava a ler o documento, senti um rubor nas bochechas. Os olhos dela devoravam minhas palavras escritas, enquanto a mão esquerda começava a brincar com o topete de cabelo mais comprido que emoldurava suas feições atraentes. Como aquele corte e penteado caíam bem nela!, como realçavam o formato ovalado do rosto!, destacando suas maçãs do rosto pronunciadas e a linha da mandíbula. Com a mudança de visual, ela não tinha tentado esconder os finos fios prateados que cortavam, aqui e ali, sua juba castanha, mostrando-se orgulhosa deles, e acertando em cheio na decisão, pois adornavam seus cabelos e davam um aspecto ainda mais marcado de maturidade mais que interessante.
Contemplei a forma do seu pescoço delicado, de tom pálido, tão erótico se mostrando nu… Ela tinha uma pinta pequena sobre a jugular, um adorno atraente que me fez desejar ser um vampiro para morder a pele macia no lugar marcado, e me alimentar dela para que o sangue dela percorresse cada fibra do meu corpo, tornando-a minha. Os tambores bélicos redobraram com mais intensidade, e minha masculinidade terminou de se espreguiçar para ficar em estado de alerta.
Sônia me olhou de soslaio, dessa vez eu percebi claramente, e seus lábios se curvaram denotando agrado, enquanto seu olhar voltava ao texto sobre a mesa. Aquele olhar fugaz, aquele bater de cílios com um Um brilho verde entre elas fez uma corrente elétrica percorrer toda a minha espinha.
A mão esquerda distraída soltou o tufo de cabelo com que vinha brincando, e os dedos deslizaram suavemente pelo pescoço até a camisa. Tocou a borda da roupa, afastou-a um pouco e começou a passar as pontas dos dedos pela clavícula, percorrendo-a languidamente, de um lado para o outro.
Aquele gesto fez minha virilha entrar em estado de guerra, forçando-a a se debater contra a cueca apertada e a calça, que a comprimiam, fazendo-a crescer em direção à minha coxa direita, tentando conter o inevitável aumento de grossura e comprimento.
Senti, tentando manter a impassividade, o calor se espalhar pelo corpo todo, mas um suspiro inconsciente e inevitável escapou quando percebi que, em algum momento, minha chefe tinha desabotoado mais um botão da camisa, deixando o decote mais pronunciado. Da minha perspectiva, meus olhos não tiveram nenhum impedimento para se infiltrar pela abertura da roupa e se banquetear com as formas excitantes que encontraram ali. Aquele busto, aquele prodígio da natureza, aquelas formas femininas esculpidas com requinte por uma deidade generosa, eram a expressão máxima dos meus desejos masculinos.
Minha chefe usava um sutiã branco simples, com bojos decotados, permitindo que eu visse muito mais pele leitosa do que jamais imaginei contemplar. Com o olhar, eu conseguia delinear perfeitamente o contorno daquelas duas formas globosas portentosas, apertadas e realçadas pela peça íntima, formando uma almofada macia onde qualquer cabeça gostaria de descansar até se deixar morrer no paraíso. O canal formado por aquelas duas montanhas majestosas era um desfiladeiro profundo, adornado no início com pintinhas minúsculas, incitando-me à luxúria de desejar invadi-lo, percorrendo seu traçado com a potência viril que pulsava dentro da minha calça.
Minha ereção atingiu o grau máximo. Dolorosamente presa pela minha roupa e escandalosamente visível, mesmo estando sentado.
Levantei o olhar tentando fugir do meu estado de alheamento, chegando bem a tempo de ver um lampejo verde voltar rapidamente para a leitura, enquanto o sorriso se alargava no rosto daquela que me perturbava.
Sonia continuou lendo, e eu tentei acompanhar, mas não consegui evitar desviar a atenção para como os dedos da mão esquerda dela desciam da clavícula, contornando uma das bordas da abertura da blusa. Era um gesto totalmente inconsciente, tenho certeza, mas minha chefe estava acariciando o próprio decote na minha frente, convidando meus olhos a se perderem ali de novo. E, claro, aceitei o generoso convite.
Com a pica dura como nunca, fiquei extasiado contemplando aquele decote de tirar o fôlego, memorizando cada milímetro quadrado de pele, abandonando-o só para apreciar o conjunto daquele par de dons celestiais lutando para estourar a blusa.
Talvez fosse imaginação minha, ou meus sentidos realmente tinham se aguçado ao extremo, mas percebi de forma ainda mais clara, penetrante e terrivelmente excitante o cheiro natural da mulher que tinha na minha frente, me fazendo entrar em combustão interna enquanto minhas pupilas captavam o detalhe de como duas protuberâncias conseguiam vencer a ditadura da roupa, se marcando de forma perceptível só para quem olhasse fixamente, que era o meu caso. Sem dúvida, os bicos dos peitos da minha chefe tinham endurecido, e eu estava na primeira fila do espetáculo.
"Se continuar olhando assim, vai rasgar a calça", pensei comigo. "E ainda por cima, ela vai te pegar e te dar um tapa tão forte que você vai achar que foram sete."
Com um esforço quase sobre-humano da minha parte, levantei o olhar, e a primeira coisa que vi foram os dentes brancos de Sonia maltratando o lábio inferior, vermelho e carnudo. Ela o mordia num gesto de luxúria contida inequívoca, o que foi confirmado para mim quando, ao continuar subindo meu olhar, percebi que o dela, de soslaio, se projetava para baixo, cravando-se diretamente na minha virilha avantajada.
«Porra, porra, porra», repeti para mim mesmo. «Isso não pode estar acontecendo. Minha chefe, a gostosa madura que é minha chefe, tá olhando pro meu pau… E ela tá excitada!».
Desviei o olhar para a mesa e fechei os olhos, repetindo como um mantra: «Pensa na Laura, pensa na Laura, pensa na Laura…» Até que meu ouvido atento captou um sopro fraco, quase inaudível.
Abri os olhos e olhei de novo pra Sônia. Ela tinha voltado a ler pra terminar o documento, mas a boca tinha ficado levemente entreaberta, os lábios estavam mais corados que o normal e úmidos de saliva, enquanto as bochechas tinham um rubor mais que notável. Ela estava linda.
Tentando tirar forças de onde quase não tinha mais, sabendo que podia estar arriscando minha integridade, meu emprego, e até o relacionamento com minha namorada, me esforcei ao máximo pra ler o documento, como ela tava fazendo, pra ignorar meu estado de excitação e tensão sexual. Mas meu corpo era um coquetel hormonal, e a testosterona nublava meu julgamento, então não consegui evitar que meus olhos voltassem uma e outra vez pra contemplá-la, com olhadas rápidas em que confirmei que ela tava tão excitada quanto eu. A respiração dela tinha acelerado, de um jeito que os peitos dela subiam e desciam apressadamente, me deliciando com o movimento, enquanto a mão dela, incapaz de ficar parada, percorria distraidamente o decote, acariciando suavemente a pele.
Em duas ou três vezes, pra meu orgulho e pra piorar meu estado de ansiedade, peguei o olhar dela desviando dos papéis e indo direto pro epicentro dos meus clamores por fazê-la minha.
Quem tinha começado essa espiral de tensão sexual, ela ou eu?, qual dos dois tinha arrastado o outro até aquele estado que, inutilmente, tentávamos disfarçar?. Quem era vítima e quem era Executor?, o que veio primeiro, o ovo ou a galinha?...
— Uuuffff — suspirou Sonia, virando a última página do documento para encerrar a revisão —. Que relatório mais potente! — exclamou, dando uma última e rápida olhada na minha entreperna.
Será que ela tava falando do relatório mesmo, ou do que atraía o olhar dela?
— Cê acha? — perguntei, chamando a atenção dos olhos dela pro meu rosto.
Minha chefe se levantou, se afastando um pouco de mim, estufando o peito e arqueando levemente as costas, fazendo uma pose que presenteou minha vista com o espetáculo das curvas dela realçadas.
«Mas que gostosa do caralho!», exclamei por dentro, sentindo as batidas do meu pau me torturando. «Pensa na Laura, pensa na Laura, pensa na Laura…»
— Claro — ela respondeu —. É longo, contundente e bem delineado nas formas… Adorei!.
Será que ela tava falando do relatório mesmo?
— Fico feliz que tenha gostado — falei, suspirando —. Não sabia se ia achar muito… ousado ou pesado, mas tava morrendo de vontade de te mostrar pra você julgar o que fazer com ele.
Eu também sabia jogar com as palavras.
— E você me surpreendeu pra caralho — respondeu, sorrindo com malícia —, tanto que queria que fosse meu…
— Bom, depois da sua revisão, já é… Onde quer que eu enfie?.
Sem dúvida, meu fluxo cerebral não tava dando conta, meu sangue tava acumulando em outra área, e ela tinha ganhado consciência própria pra tomar o controle das minhas palavras.
O sorriso de Sonia se alargou.
— Enfia tudo…
Pronto, acabou, uma ordem direta, e eu era muito diligente.
— …no disco rígido compartilhado — continuou, depois de engolir saliva —, o relatório e toda a documentação associada. Guarda tudo na pasta do cliente, e segunda-feira, assim que chegar, mando pra ele.
Sim, sem dúvida, ela tava falando do relatório. Minha integridade e meu emprego continuariam intactos.
— Beleza — respondi, com um sentimento contraditório de alívio e decepção —. Então, se não precisar de mais nada, já vou indo.
— Só mais uma coisinha. —disse ela, com uma expressão enigmática nos olhos. Seria decepção?—. Já que o relatório está impresso, pode pegar o arquivo no armário pra guardar?
— Claro, já vou pegar.
Levantei rápido e fui direto pro armário que servia de arquivo, do outro lado da sala. Tava difícil andar com meu pau, durasso, colado na coxa direita, mas a caminhada e os dois minutos que precisei pra achar o arquivo certo me ajudaram a recuperar um pouco da compostura antes de voltar pra mesa da Sônia.
O volume na calça ainda era visível, mas não tanto, me deixando andar mais solto até chegar a uns metros da minha chefe. Foi quando percebi que ela tinha recostado a cadeira pra trás, me dando uma visão completa dela sentada, com as pernas cruzadas apontadas pra mim, enquanto os olhos dela ficavam fixos na minha aproximação e os dedos voltavam a acariciar o pescoço e a clavícula.
O frio na barriga voltou na hora, se espalhando feito um raio até minha virilha, que reagiu parando de se acalmar.
A poucos metros da minha chefe, com ela sentada me esperando, minha perspectiva enquanto me aproximava me deu uma vista aérea espetacular da abertura da blusa dela, fazendo soar os clarins na minha cueca pro meu soldado fiel ficar em posição de sentido. Quando cheguei na frente dela, contornando a mesa e fingindo normalidade, parei com meu um metro e oitenta e cinco diante dos olhos verdes dela, com uma ereção de cavalo.
Sônia ficou olhando sem vergonha pra forma fálica que se marcava escandalosamente na minha calça fina, e eu não perdi a chance de usar minha vista privilegiada pra admirar a plenitude dos peitos dela através do decote incrível.
— O arquivo —falei, entregando pra ela.
Minha espectadora levantou o rosto e nossos olhares se encontraram. Os olhos dela brilhavam com reflexos verdes e as chamas da excitação dela. Pegou o fichário com uma mão e, sem nem olhar, afastou-o deixando-o sobre a mesa.
Ela me olhou da cabeça aos pés, subindo de novo com uma parada na minha cintura, que a fez morder o lábio, para alcançar novamente meu rosto enquanto eu estava perdido na sacada dos seus peitos deliciosos.
— Adorei —disse ela, quase num sussurro—. E você sabe que não tô falando do relatório…
Meus olhos voltaram ao seu lindo rosto, cuja doçura habitual tinha se transformado numa expressão de pura luxúria.
— Eu sei —respondi, quase sem fôlego ao perceber que tinha interpretado todos os sinais certinho—. Você me enlouquece, Sonia…
— Já tô vendo, já —disse ela, voltando seu olhar incandescente pra minha tremenda evidência—. Tá claro que o bilhete que você me escreveu não era só um elogio… Rapaz, você tá potente demais…
— Só queria te animar porque fiquei sabendo do que tinha acontecido com você —senti o rubor queimando nas minhas bochechas—. Mas coloquei o que realmente penso, e como cê vê, não dá pra negar…
— Então conseguiu seu objetivo —o olhar dela ia direto do meu rosto pro meu volume, assim como o meu ia do rosto dela pro decote—. Conseguiu acionar uma mola na minha cabeça, e voltei a me sentir uma mulher, não o trapo humano em que tinha me transformado.
— Você nunca poderia ser um trapo —falei, sentindo o pau pulsar cada vez que ela mordia o lábio de novo—. Sempre me pareceu tão gostosa… desde o dia em que te conheci…
— Você é um amor. Não imagina como é gratificante um garotão novo olhar pra uma mulher do jeito que eu percebi que você me olhava… Por isso seu bilhete me agradou e… me excitou. Então decidi que era hora de recuperar esse seu jeito de me olhar.
— Ufa, Sonia, é que cada dia você tá mais gostosa!
Ela soltou uma risada encantadora.
— Para de me elogiar, ou no fim vai subir à minha cabeça —disse ela, toda satisfeita com minha apreciação—. Além disso, esse troço que você guarda na calça já me diz o que você pensa de mí…
Olhei pra minha própria virilha, até então só tinha dado uma olhada rápida pra ver se tava na mostra, e confirmei que, tanto a cueca quanto a calça que eu tinha escolhido naquela manhã, não deixavam espaço pra imaginação. Meu pau se destacava claramente marcado na roupa, saindo do púbis e se estendendo pela minha coxa direita, como uma anaconda grossa e comprida procurando uma saída pro seu confinamento doloroso.
Olhei de novo pra minha chefe e sorri, mas naquela pausa em que a gente manteve o olhar e segurou a respiração, minha consciência acordou: «Pô, Ale, muito bem! Ela já sabe que você fica de pau duro pra caralho, e você já sabe que você excita ela, ou que ela gosta de te ver excitado, ou sei lá o quê! Mas você já sabe que não pode rolar putaria com sua chefe, nem no escritório, nem com ninguém que não seja a Laura. Então já tá na hora de pegar o trabuco e levar pra dona legítima: SUA NAMORADA».
— Bom — falei, cortando o silêncio que tinha se formado —, acho que eu devo…
— Receber minha gratidão por me ajudar a sair do buraco — ela me interrompeu.
Ela descruzou as pernas, girou a cadeira uns centímetros pra frente e, mordendo o lábio, alcançou minha virilha com a mão direita, acariciando todo o contorno e comprimento do meu pau preso.
Um gemido leve escapou dos meus lábios ao sentir aquela carícia tão gostosa, enquanto ela empurrava a cadeira com os pés, se aproximando ainda mais de mim, até ficar a só uns centímetros da minha pélvis, aproveitando que minhas pernas tinham se aberto em resposta à mão dela.
Me olhando nos olhos com um sorriso excitantemente perverso, ela usou a outra mão pra desabotoar minha calça e puxar ela até o meio da coxa.
— Mmmm… — ela soltou, aprovando minha cueca de tecido elástico marcando o volume.
Minha namorada adorava esse tipo de peça, e como naquela tarde eu ia encontrar ela, tinha escolhido de propósito.
Laura ocupou minha cabeça de novo, mas a manobra da Sonia agarrando meu pau pra mexer Na minha calcinha, girando ela como se fosse o ponteiro de um relógio pra colocar apontando pras doze, ela chutou pra fora dos meus pensamentos.
Minha chefe me olhou de novo com aquele sorriso perverso de coroa safada, e eu fiquei babando, admirando o brilho dos olhões dela, a sensualidade dos lábios e a profundidade do decote. Ela puxou a roupa que atrapalhava as intenções dela e desembainhou minha arma, mostrando ela em todo seu esplendor: dura como aço, com o tronco cheio de veias grossas e a cabeça arredondada, molhada e rosada.
— Porra, garoto! Como você é bem dotado! — exclamou minha fraqueza profissional, satisfeita, empunhando minha piroca com gosto.
Uma gargalhada escapou de mim. Primeiro de prazer pelo elogio, e segundo porque, em quase três anos, nunca tinha ouvido minha chefe falar um palavrão ou se expressar daquele jeito.
— Valeu — respondi, sorrindo pra ela e sem acreditar no que tava rolando—. Foi você que me deixou assim.
— Então ela me pertence — garantiu, acariciando ela com a mão, percorrendo toda a grossura e o comprimento: pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo, fazendo brotar mais umidade da ponta.
«Não!», gritou minha consciência, sem ninguém ouvir. «Ela pertence à Laura!».
A punheta lenta e suave que aquela mulher experiente tava me dando me deixou surdo pra qualquer reclamação dos meus princípios.
— Hummm, adoro — completou a Sônia, mantendo a massagem no meu pau—. Ia fazer o babaca do meu ex ficar pálido…
Aquela forma de me masturbar, depois de tanta tensão acumulada, tava me matando, então eu não ia demorar pra achar alívio pra aquela tortura na minha resistência jovem.
— Sabe quanto tempo faz que não como uma piroca?, uma piroca boa?. Acabou a seca…
Aquelas palavras não combinavam com aquela boquinha linda, com a correção no falar da minha chefe. Nela, soavam muito mais excitantes do que em qualquer outra mulher.
— Pode vir alguém e nos pegar — falei, sem fôlego, tentando recuperar a sanidade no último segundo. Ninguém aparece por aqui numa sexta à tarde —sussurrou a rainha das minhas fantasias—. Ninguém vai me impedir de devorar essa pica…

Suas palavras foram confirmadas quando seus lábios rosados tocaram minha glande enquanto sua cabeça descia, fazendo a cabeça da minha pica invadir sua boca quente e molhada, deslizando suavemente sobre sua língua enquanto o tronco penetrava entre suas pétalas sedosas.

— Aaaaaiiiii! —gemi, me sentindo no paraíso.

«Vou queimar no inferno por ser um corno infiel, junto com o ex-marido dessa mulher incrível», pensei por um instante. «Mas vai ter valido a pena».

Sonia tinha uma boca pequena, de lábios carnudos e formato bonito, mas parecia delicada e pouco dada a aproveitar a comida, no entanto, as aparências enganam. Sua boca era gulosa, chupando com avidez minha banana, apertando com os lábios e devorando toda a carne que conseguia abrigar, até eu sentir que tocava sua campainha.

Sua suavidade, calor e umidade, e a pressão dos lábios, língua e céu da boca, fizeram minha pica vibrar dentro daquela cavidade maravilhosa, me fazendo sentir minha próstata bombear um fluxo repentino de líquido seminal pelo cano da minha mangueira grossa.

— Sonia, Sonia, Sonia…! —gritei.

Ela fez ouvidos moucos ao meu aviso, se limitando apenas a desencravar minha glande da garganta para, sem parar de chupar, tirar sem pressa a pica da boca, até fazê-la explodir dentro dela.

Gozei apertando os dentes, abafando um grunhido animal. Meu músculo pulsou dentro da boca da minha chefe, jorrando jatos de esperma fervente que minha próstata propelava com todo o furor da tensão acumulada. Inundei com meu elixir aquela boquinha, saturando-a com meu gosto de macho, e me deliciei vendo como as bochechas de Sonia inchavam como as de uma trompetista. Mas logo voltaram a se contrair para dentro, fazendo eu sentir no meu membro convulsionante uma sucção incrível, que o obrigou a continuar disparando com fúria. todas as reservas acumuladas até aquele momento.
Sonia engoliu as primeiras e abundantes descargas de porra que tinham enchido sua boca e, fazendo um suave vai e vem com a cabeça, chupou meu pedaço de carne até extrair dele seu último e agônico estertor, com uma sucção final que terminou fazendo brotar minha glande avermelhada de entre suas pétalas com um estalo.
Fascinado, contemplei como os olhões da minha boqueteira se abriram e me olharam fixamente enquanto, com a boca fechada, ela saboreava e engolia os últimos jatos de leite que tinham se estourado contra seu céu da boca.
Nunca teria imaginado algo assim vindo dela, sempre tão doce e contida, tão correta, tão formal e educada… Essa transformação em uma mulher lasciva, faminta e gulosa no momento de paixão se tornou uma revelação que jogou ainda mais lenha nas fogueiras das minhas fantasias com ela.
«Senhora na rua e puta na cama», pensei com satisfação. «Sem dúvida, a experiência é um grau».
Por norma geral, as garotas que rondavam minha idade, pelo menos aquelas com quem eu tinha estado, agiam no sexo exatamente como se mostravam na vida. A que era puta, era puta; a tímida, era tímida; a egoísta, egoísta; a generosa, generosa… Mas a lição que a Sonia acabava de me dar a tornou muito mais misteriosa e atraente do que qualquer outra garota que eu tivesse conhecido, e a lição não tinha feito mais do que começar.
— Mmm… Pois é, você me esquenta mesmo — ela disse, com um sorriso sedutor—. Você já entrou em erupção rapidinho…
— Sonia, me desculpa — tentei me desculpar, vermelho como um tomate—. Você me deixou tão excitado… Eu te avisei…
Minha chefe riu gostoso.
— Você não tem que se desculpar, eu adorei. Pena que não deu tempo de aproveitar mais. Deve ser por causa da sua juventude… Você é tão jovem… — afirmou, observando que minha ereção se mantinha meia-bomba— E você é tão gostoso…
A mão dela acariciou minhas bolas com doçura, me causando um formigamento que me fez estremecer.
— Uuuuffff… — suspirei— Você é incrível, e se Você continua por esse caminho…
— Ah, é? — ela perguntou, espalhando as carícias pelo músculo que se recusava a relaxar — Então foi só um aperitivo, e eu tô com tanta fome…
Os olhos dela brilhavam com uma luxúria incontrolável, e eu percebi que, enquanto a mão esquerda acariciava o pau pra cima e pra baixo, mantendo ele firme, a outra descia pra própria buceta dela, esfregando por cima da calça.
Meu pau endureceu de novo. A situação era tão proibida e excitante, e minha chefe tão gostosa e experiente, que ela tinha razão. Minha gozada apressada tinha sido só um aperitivo, fruto de uma tensão incontrolável que tinha chegado num ponto que meu corpo inteiro pedia pra dar o melhor de mim pra chegar numa satisfação completa.
Vendo como aquele pedaço de carne revivia na mão dela, a Sônia não hesitou em se aproximar de novo, esticando a língua pra lamber devagar desde as bolas até a ponta, provocando uma ereção que fez ela sorrir, enquanto a mão direita deslizava pela cintura da calça pra se acariciar suavemente por baixo da roupa.
Eu só conseguia suspirar, mudo e esperando, aproveitando as sensações e o espetáculo que ia alimentar pra sempre meus sonhos molhados. Parecia incrível que aquela mulher linda e experiente, aquela deusa inalcançável de sabedoria e doçura, estivesse se tornando terrena pra se deixar dominar pelas paixões, me mostrando uma faceta insuspeitada de uma mulher no cio. E eu era o culpado por essa transformação!
A língua dela circulou minha cabeça, e os lábios dela pousaram nela, dando um beijo. Percorreram suavemente, envolvendo ela pra se enfiar entre eles alguns milímetros, enquanto a ponta da língua apalpava, brincando com ela. Deixou sair, e foi descendo, depositando beijos por todo o comprimento do tronco, me fazendo sentir a maciez dos lábios carnudos dela em todo o meu pau.
— Adoro sentir como ele tá ficando duro — ela disse, voltando a acariciar ele com a mão. mano enquanto beijava minha virilha—. E ainda mais que seja por mim…
— Porra, é que eu não sou de pedra —falei entre dentes.
— Pois de pedra eu quero que ele fique na minha boca… —sentenciou, com um sorriso safado.
Partindo do escroto, passou a superfície inteira da língua pelo tronco da minha hombridade, segurando ele pra cima, dando uma lambida que fez um arrepio percorrer minha coluna, me obrigando a arquear e empurrar a pélvis pra frente. Quando chegou na ponta da minha ereção, quase completa, abaixou e guiou entre os lábios pra, com a ajuda do meu empurrão suave, penetrar a boca sugando o máximo de músculo que podia.
Meu pau virou um dolmen naquela cavidade divina que o envolveu, atingindo a grossura máxima, enquanto sentia os lábios da Sonia fazendo uma pressão enlouquecedora a só uns dedos do meu púbis, e a garganta dela acolhendo minha cabaça como se pudesse engolir ela. Nunca na vida tinha levado um boquete tão profundo!, e quem diria que minha chefe era uma verdadeira engolidora de espadas?. Era uma loba em pele de cordeiro, melhor ainda que qualquer uma das minhas fantasias!.
Olhei pra ela com fascinação total, e vi como ela se jogou pra trás abrindo os olhos verdes enormes pra contemplar meu rosto desfigurado de prazer, enquanto desencravava a cabeça grossa do meu cetro da garganta dela e sugava de novo com força, fazendo meu sabre surgir entre os lábios dela, que apertavam massageando todo o comprimento até circular a glande de novo, e fazer sair com um estalo.
— Uuufff, Sonia —falei, depois de um breve grunhido de gosto—, assim você me mata…
— Você é tão gostoso —respondeu, com cara de safada, sem parar o movimento da mão se esfregando na entreperna por baixo da roupa—, que quero te comer inteiro…
Sem mais delongas, os lábios dela voltaram a pegar minha lança e sugaram ela pra dentro da boca, me fazendo tremer de tesão, e me presenteando com a visão do fogo esmeralda do olhar dela enquanto meu pau sumia entre os Sedosas pétalas, afundando suas bochechas.
Como se fosse um Chupa Chups, minha chefa se deliciou percorrendo toda a cabeça do meu pau com os lábios, lambuzando ela de saliva, deslizando entre eles, fazendo ela entrar e sair, acariciando o freio com a ponta da língua, me enlouquecendo com suas chupadas gulosas. E tudo isso sem parar de me atravessar com seu olhar lascivo, me deixando aproveitar as melhores vistas possíveis do seu decote, e massageando o clitóris por baixo da calça com devoção.
Com meu pau na boca, ela começou a gemer com o trabalhinho digital que ela mesma estava fazendo. Ela estava se masturbando com consciência, aproveitando quase tanto quanto eu, e pude deduzir que enfiava os dedos bem fundo, quando engoliu meu pepino com uma voracidade especial.
— Uuuummm, Soniaaaaahhh — gemi, sentindo os lábios dela me apertando tão lá embaixo que a garganta acolheu a ponta da minha lança.
Minhas pernas fraquejaram pela potência da sucção dela e pelo prazer que me proporcionou. A ponto de, inconscientemente, ter que me segurar colocando minhas mãos na cabeça dela. Ela gemeu pelo efeito dos dedos explorando os lugares mais recônditos da sua bucetinha encharcada, mas também gemeu aprovando que eu a segurasse daquele jeito.
Comecei a suspeitar seriamente que ela ficava extremamente excitada por eu achá-la irresistível, e que meu prazer fosse extremo por causa da perícia dela. Talvez, aquilo fosse um alimento para sua autoestima abalada: O ex-marido dela tinha chifrado ela e acabado com o casamento por uma novinha de vinte e poucos anos, afundando ela numa depressão. E o fato de um cara de vinte e poucos ter reparado nela, se mostrando selvagemente atraído pelos encantos dela, e se derretendo nas mãos dela, devia ser um puta afrodisíaco pro ego dela.
Ela chupou com gula todo o meu pau, fazendo ele deslizar entre os lábios, tirando ele enquanto envolvia com força com a boca toda, transformando aquele boquete na experiência sexual mais intensa que eu já tinha tido. nunca. Quando cheguei no limite, meu estado era tal que já não respondia pelos meus atos. Minhas mãos apertaram a cabeça dela, e minha pélvis empurrou pra frente pra penetrar ela de novo. Sonia gemeu com a boca cheia de carne, fechando os olhos pra se entregar, e percebi que ela enfiava a mão com mais força na própria boceta.
Vendo que aquilo, longe de intimidar ou parecer brusco, ela adorava, enfiei meu pau até onde senti que ela conseguia engolir, e tirei devagar, ouvindo o som da saliva sendo sugada enquanto meu músculo surgia entre os lábios dela. Se eu não tivesse gozado instantes antes, teria gozado naquela hora. Mas agora eu tinha margem pra curtir um pouco aquilo.
Comecei um vai e vem de quadril, suave pra não machucar minha deusa oral, mas constante, fazendo entrar e sair meu aríete entre as pétalas lubrificadas dela, enquanto ela gemia se masturbando no ritmo que minha pélvis marcava.
Perdi totalmente a noção do tempo, completamente entregue a foder aquela boca maravilhosa como nunca antes, aproveitando a pressão e fricção dos lábios dela, o calor e a umidade da cavidade, a potência da sucção… Até que Sonia tirou minhas mãos da cabeça dela, indicando que eu parasse.
“Agora é quando eu meto e dou o que tô segurando há quase três anos”, pensei.
Mas não, aquele não era o plano imediato da minha chefe. Ela tava se divertindo pra caralho chupando meu pau jovem enquanto se masturbava avidamente. Então tava disposta a retomar o controle, acelerando o ritmo da mão pra esfregar o clitóris com vontade, enquanto saboreava meu músculo com mais gula, alcançando um poder de sucção incrível e um movimento frenético de pescoço, digno de um cabeludo no auge de um show de Heavy Metal.
Aquilo ia ser meu fim. A voracidade do boquete era sublime, um hino ao apetite sexual, uma ode à generosidade de dar prazer ao outro, uma verdadeira apologia da felação…
Com Com os dentes apertados, quase sem respirar, aproveitei a gratificação profissional impensável que minha chefe estava me dando, tentando aguentar o máximo possível pra que aquilo não acabasse de forma precipitada. Mas essa batalha eu já tinha perdido de antemão.
Sonia gemia com a boca cheia de pau, sem parar, na mesma velocidade com que se acariciava e me devorava, me fazendo perceber que o orgasmo dela era tão iminente quanto o meu.
Meu corpo inteiro vibrou, e pensei que era o fim, mas não. O que vibrava era meu celular no bolso da calça.
«Mas quem caralhos vai me ligar agora?», me perguntei, conseguindo me desligar por uns instantes do prazer sublime. «Como se eu tivesse condições de atender ligações agora!».
A vibração parou, e todos os meus sentidos voltaram a se concentrar no que rolava na minha região pélvica. Minha chefe não parecia ter notado a ligação, focada em explodir de prazer e me arrastar junto. Estávamos prestes a cair os dois no abismo, mas…
“Bzzzzz, bzzzzz, bzzzzz, bzzzzz…!”
«Outra ligação?», pensei, fora de mim. «Mas quem pode ser tão sem noção e chato?».
Dessa vez a ligação foi mais longa, ou pelo menos pareceu, até que a vibração chata parou sem que Sonia desse qualquer sinal de ter notado. Mais que isso, não só não se distraiu, como avançou na busca pelo orgasmo até presentear meus ouvidos com gemidos abafados enquanto gozava, quase arrancando meu pau, mas sem tirá-lo da boca.
«Não, se no fim vou ter que agradecer a quem me ligou por ter me distraído…», passou rápido pela minha cabeça.
Mas o êxtase orgásmico de Sonia acabou me liquidando. A pressão dentro da boca dela, com efeito de ventosa, fez eu sentir que meu pau explodia como um cartucho de dinamite dentro daquela caverna. Gozei como uma garrafa de champanhe chacoalhada e destampada, como um gêiser de esperma fervendo que atacou o céu da boca e a língua da minha chefe, cuja sucção esvaziou rapidamente em direção à garganta dela o elixir viril, enquanto ela ainda curtia os últimos ecos do orgasmo.
Minha musa bebeu da fonte da minha excitação, consumindo o delírio dela e o meu até que ambos morremos, um na boceta dela, e o outro na boca dela. E, por fim, libertou o prisioneiro violáceo do seu cativeiro, depositando um beijo suculento na sua cabeça redonda, para se deliciar com a sobremesa da minha última descarga antes de engolir.
Com a respiração de um maratonista, fiquei maravilhado vendo como minha linda chefe eliminava todo vestígio do que tinha acabado de rolar, chupando de um jeito incrivelmente provocante os dedos lambuzados com os próprios sucos. Mas meu valente soldado já não tinha forças para entrar em batalha, pelo menos por um tempo.
«Melhor que isso tenha acabado assim», pensei. «Sem chegar a transar de verdade. Assim, talvez, não vá queimar no inferno por toda a eternidade por ser infiel à minha namorada. Com vinte chicotadas da minha consciência, dez por gozada, já é castigo suficiente».
Diante da evidência de que aquilo tinha acabado, e num ataque pueril de vergonha pela decadência das minhas tropas, subi a cueca e a calça, abotoando sob o olhar atento da minha capitã-general.
— Tá com pressa? — ela perguntou, com um certo tom de decepção.
— N-não — consegui dizer, ficando completamente vermelho —, acho que não.
— Que fofo! — exclamou, divertida —, e agora você fica com vergonha… Quando acabou de foder minha boca e gozar dentro dela… — acrescentou, mordendo o lábio.
— Eu… — a verdade é que não sabia o que dizer — Você me deixa tão louco que acho que perdi o controle… «E eu tenho namorada!», gritou minha consciência.
— Bom, reconheço que eu também perdi o controle. Nunca tinha ficado tão tesuda…
Continuei alucinando com esse jeito de falar da minha chefe, tendo perdido todo o formalismo pra que as palavras dela soassem afrodisíacas nos meus ouvidos.
— …mas, claro, você passou a tarde inteira olhando pras minhas tetas e marcando um volume como pra estourar sua calça… E você é tão gostosa…
Seus olhos, ainda brilhando de luxúria, me examinaram de cima a baixo de novo.
— É que, Sônia, não consigo parar de te olhar porque você é tão boa… E esse decote…
— Tá falando disso? — perguntou com malícia, enquanto desabotoava mais um botão, me convidando a me perder entre aqueles Alpes suíços.
— Que par de peitões! — exclamei, verbalizando meus pensamentos de outras vezes —. Só comparáveis a esses olhões que me hipnotizam desde que te conheci — suavizei o tom no final.
Sônia riu de verdade. Uma risada cantarolada que não se ouvia naquele escritório há meses.
— Você é um sedutor nato — disse ela, se recompondo e se levantando —. Anda, vem cá — acrescentou, passando as mãos em volta do meu pescoço, colando o corpo voluptuoso no meu e me oferecendo aqueles lábios que me derretiam.
“No fim, vou queimar junto com o ex dela”, pensei.
Minhas mãos a seguraram pela cintura sinuosa, meu rosto desceu ao encontro do dela, e minha boca tomou seu fôlego para me entregar a um beijo apaixonado.
A língua experiente que tinha agradado minhas mais baixas paixões virou uma enguia escorregadia na minha boca, acompanhada pelo meu músculo úmido em suas contorções eróticas para juntas interpretarem uma dança sensual.
Aquele beijo era tão fogoso e excitante, e num ambiente tão alheio a qualquer ritual amoroso, que senti meu corpo todo vibrar de novo. Mas Sônia também sentiu, porque o centro da vibração estava na minha coxa esquerda, colada nela.
— Porra! — disse ela, se afastando de mim —. Outra chamada? Deve ser importante mesmo…
— Você percebeu as anteriores? — perguntei, surpreso.
— Júlio, eu tava chupando sua rola… — respondeu, piscando um olho verde-acinzentado de pertinho.
Como me excitava ela falar assim comigo!
— …então dava pra ouvir o zumbido do celular cada vez que eu me abaixava um pouco mais — concluiu, me dando outra piscada fascinante —. Anda, atende. que pra fazer três ligações quase seguidas, sim, deve ser importante.
Sorrindo, besta com a beleza dela, tirei o celular vibrante do bolso e fiquei pálido ao olhar a tela.
— Vai, atende! — insistiu minha chefe, com um tom autoritário.
— Alô?... — falei, atendendo e levando o aparelho ao ouvido — …Ah, sim? Desculpa, tava… muito ocupado… — completei, vendo a Sonia se divertindo ao ver minha cara mudar do branco frio pro vermelho quente — …Tá, tá, já terminei, já vou descer.
Desliguei a ligação e engoli seco.
— E então?, era importante? — me interrogou minha tentação no trabalho, cruzando os braços debaixo dos peitões lindos dela.
— Sim, era minha namorada — não consegui nem quis mentir —. Queria me fazer uma surpresa… Tá me esperando no bar lá embaixo.
— O quê?! — gritou a Sonia, possessa —. Cê tem namorada?. Mas, mas… você nunca me falou!.
— Bom, nunca surgiu a oportunidade… — me desculpei fraco, me sentindo o ser mais escroto do mundo.
— Nunca surgiu a oportunidade?! — Sonia tava furiosa como nunca vi, vermelha de raiva e com o rosto desfigurado —. E antes de enfiar teu pau na minha boca, como é que foi?.
Naquela hora, a linguagem dela não me excitou nada, bateu como um tapa invisível.
— Desculpa, Sonia…
— Sai da minha frente! — os olhos lindos e expressivos dela brilhavam, mas não de tesão, e sim de uma raiva incontrolável.
Me senti intimidado, minúsculo, tipo um grão de sal numa salina, sem conseguir sustentar aquele olhar, porque não tinha argumento nenhum pra isso.
Feito um cachorro surrado, mas me sentindo mais vil que uma doninha, virei as costas e fui embora.
«Só vinte chibatadas?», perguntou minha consciência. «Se prepara pra cem… E o castigo da sua chefe».

6 comentários - Sonia, minha chefe gostosa. parte 2

Quzzaq
Eso claro que no quedo ahí! +10 y a la espera de continuidad. Atrapante escritura.
solaer
MUY BUENO, ESPERAMOS LA CONTINUACIÓN!
TREMENDA TU HISTORIA MEN!!!!!! excelente merece ser compartida........Ojalá haya otra.