A quantidade de acontecimentos que tinham acontecido em tão pouco tempo não me deixaram pensar que minha relação com minha sobrinha era uma faca de dois gumes: por um lado, eu temia o que pudesse acontecer daqui pra frente, e por outro, as consequências familiares que essa situação traria.
Mas, às vezes, a gente complica a vida mais do que o necessário e não enxerga outros aspectos igualmente válidos.
Eu estava vivamente preocupado esta noite, depois de tomar banho e voltar pra minha cama, demorando pra pegar no sono, não por esperar que Bea aparecesse a qualquer momento com as coisas dela no meu quarto, mas sim por como isso afetaria nossas vidas.
Mas eu estava completamente enganado. Subestimei minha sobrinha Bea e não valorizei o que realmente tinha acontecido. Por um lado, Bea era muito inteligente e sabia das limitações e circunstâncias da nossa situação, e eu não lembrava da função principal de tudo que tinha passado. E do que foi falado no primeiro dia, depois da pergunta séria da Bea sobre se eu poderia ajudá-la, mesmo sendo um assunto muito íntimo.
A verdade é que o objetivo estava sendo cumprido à risca, então nossas vidas continuaram iguais a antes. Vivíamos nossas vidas separados e só em momentos específicos tratávamos de temas sobre as formas de as pessoas se relacionarem.
Já era bem normal fazermos comentários sobre o que achávamos certo ou errado, e quase sempre acabávamos concordando sobre o assunto depois de discutir.
O tema do nosso parentesco já não era mais tabu, até parecia completamente normal, assim como a diferença de idade. Sobre isso, a gente discutia bastante, porque eu sustentava que uma garota de 18 anos não podia esperar grandes coisas de um quarentão; ela ria de mim e dizia que eu tinha mostrado que podia levá-la mais alto do que qualquer jovenzinho, mas eu rebatia, porque era meu jeito de pensar e minha experiência que faziam ela durar no tempo com o máximo prazer, mas um rapaz jovem teria um potencial que eu nem sonhava em ter.
Ela me provocava, e alguns dias eu sugeria a gente sentar pra discutir esses assuntos no tapete, completamente nus, pra ver quem aguentava mais a tentação. Eu, claro, aceitava, picado no meu orgulho, mas a desvantagem dos homens é que logo se nota pra onde nossos pensamentos vão, porque ficar conversando tranquilamente com o pau duro não é muito tranquilizador. Além disso, as mulheres têm logicamente a vantagem de saber na hora certa abrir uma perna um pouco mais do que o normal ou acariciar um mamilo.
Quando já estávamos falando muito tempo de um assunto e não chegávamos a um acordo, a solução era sentar perto e mudar de tema, isso levava a apalpadelas, carícias e brincadeiras.
Em um dado momento, ela me beliscou no braço e eu respondi igual, mas com a má sorte de que ela desviou minha mão e o beliscão foi parar na teta, isso a enfureceu e pediu vingança se jogando em cima de mim.
No começo, com o peso do corpo dela e o nervo que colocou no ataque, me imobilizou de forma que eu não conseguia me mexer, o que ela aproveitou pra me dar outro beliscão no meu pau, eu comecei a gemer e falei que a única solução era me dar um beijinho de consolo, na hora ela me deu um beijo na bochecha, mas eu falei que não, que a ofendida era minha rola. Com resignação, ela concordou, disse que faria e, pegando ela, começou a procurar o lugar machucado, como não achava, foi dando beijinhos ao longo dela toda, examinando cada milímetro de pele enquanto mudava de posição e ora ficava montada na minha perna, ora sentava na minha cara, com o tempo justo de evitar uma lambida na buceta dela da minha parte, até que num momento de descuido eu peguei ela pelos ombros e virei, deixando ela deitada de bruços no tapete com as mãos presas sobre a cabeça.
Eu fiquei por cima imobilizando ela e com meus pés fui abrindo as pernas dela até conseguir me colocar entre as nádegas abertas dela.
Como é de se imaginar, meu pau estava sobre a bunda dela e fui deixando ele descendo pela racha dela até chegar nas duas opções de penetrar, como era mais fácil, ao ir empurrando meu pau foi escorregando pelo cu e seguindo pra baixo até achar um buraco mais fácil de entrar e, sem parar de empurrar, foi se metendo na buceta até um quarto do caminho.
As mãos dela já não forcejavam tanto quanto antes, então soltei elas e, segurando ela pela cintura, levantei um pouco pra facilitar a entrada. A colaboração foi total, e ela levantou a bunda bem na hora pro meu pau entrar de uma vez até o fundo, enquanto eu me agarrava nos ombros dela e puxava ela pra mim. Cada vez ela levantava mais a bunda e abria mais as pernas, até minhas bolas baterem no clitóris dela. A posição fazia aquele barulho típico de quando você enfia um êmbolo num recipiente bem justo, mas longe de intimidar, ela fazia força com a bunda pra trás pra entrar mais fundo. Eu segurava os peitos dela, que balançavam roçando no tapete e eriçavam os bicos. A pressão foi maior que as forças, e aos poucos ela foi rolando pro lado até ficar de barriga pra cima, ao mesmo tempo que levantava uma perna pra evitar que eu saísse dela.
Estar por cima do corpo dela, dentro dela, sentindo o clitóris inchado no meu pau e minhas bolas molhadas batendo na bunda dela, enquanto via os peitos dela subindo e descendo loucamente e no rosto dela o rubor nas bochechas e o olhar sonolento, me renovou as forças. Continuei metendo e tirando em ritmos diferentes, enquanto ela me envolvia com as pernas na cintura e me obrigava a ficar dentro dela.
Com o movimento dos peitos, eu segurava eles pelos bicos pra evitar o balanço e juntava eles quase parecendo um só. Minha resistência ia se esgotando, e eu sentia um calorzinho descendo da nuca até chegar nas bolas, e de lá ia sair disparado junto com jatos de gozo pela boca do meu pau. Embora o assunto da concepção não tivesse sido tocado, eu dava como certo que ela estava em dia, então... Pra evitar problemas maiores e surpresas, fui tirando a pica e roçando o clitóris dela com ela, e depois com as bolas, sentei na barriga dela, deixando a pica cair entre os peitos dela. Não precisei falar mais nada, ela juntou os dois peitos com as mãos e apertou meu pau enquanto eu continuava empurrando pra cima e pra baixo.
Ela aproveitava quando eu subia pra abrir um pouco os lábios e receber a pica, enquanto minha mão, por trás de mim, acariciava o clitóris dela, todo aberto.
Numa dessas sacudidas, minha pica começou a pulsar e, de repente, saiu um jato enorme de porra que encheu o pescoço da Bea, mas o segundo não se perdeu, porque ela agarrou minha bunda, me puxou pra perto e enfiou metade da pica na boca até parar de sair leite.
Eu, com as mãos apoiadas na cabeça dela e exausto, deixei ela chupar toda a porra que tinha recebido, passando a língua bem, me sugando. Por fim, ela engoliu tudo de uma vez.
Eu caí, exausto, do lado dela.
Continua…
Mas, às vezes, a gente complica a vida mais do que o necessário e não enxerga outros aspectos igualmente válidos.
Eu estava vivamente preocupado esta noite, depois de tomar banho e voltar pra minha cama, demorando pra pegar no sono, não por esperar que Bea aparecesse a qualquer momento com as coisas dela no meu quarto, mas sim por como isso afetaria nossas vidas.
Mas eu estava completamente enganado. Subestimei minha sobrinha Bea e não valorizei o que realmente tinha acontecido. Por um lado, Bea era muito inteligente e sabia das limitações e circunstâncias da nossa situação, e eu não lembrava da função principal de tudo que tinha passado. E do que foi falado no primeiro dia, depois da pergunta séria da Bea sobre se eu poderia ajudá-la, mesmo sendo um assunto muito íntimo.
A verdade é que o objetivo estava sendo cumprido à risca, então nossas vidas continuaram iguais a antes. Vivíamos nossas vidas separados e só em momentos específicos tratávamos de temas sobre as formas de as pessoas se relacionarem.
Já era bem normal fazermos comentários sobre o que achávamos certo ou errado, e quase sempre acabávamos concordando sobre o assunto depois de discutir.
O tema do nosso parentesco já não era mais tabu, até parecia completamente normal, assim como a diferença de idade. Sobre isso, a gente discutia bastante, porque eu sustentava que uma garota de 18 anos não podia esperar grandes coisas de um quarentão; ela ria de mim e dizia que eu tinha mostrado que podia levá-la mais alto do que qualquer jovenzinho, mas eu rebatia, porque era meu jeito de pensar e minha experiência que faziam ela durar no tempo com o máximo prazer, mas um rapaz jovem teria um potencial que eu nem sonhava em ter.
Ela me provocava, e alguns dias eu sugeria a gente sentar pra discutir esses assuntos no tapete, completamente nus, pra ver quem aguentava mais a tentação. Eu, claro, aceitava, picado no meu orgulho, mas a desvantagem dos homens é que logo se nota pra onde nossos pensamentos vão, porque ficar conversando tranquilamente com o pau duro não é muito tranquilizador. Além disso, as mulheres têm logicamente a vantagem de saber na hora certa abrir uma perna um pouco mais do que o normal ou acariciar um mamilo.
Quando já estávamos falando muito tempo de um assunto e não chegávamos a um acordo, a solução era sentar perto e mudar de tema, isso levava a apalpadelas, carícias e brincadeiras.
Em um dado momento, ela me beliscou no braço e eu respondi igual, mas com a má sorte de que ela desviou minha mão e o beliscão foi parar na teta, isso a enfureceu e pediu vingança se jogando em cima de mim.
No começo, com o peso do corpo dela e o nervo que colocou no ataque, me imobilizou de forma que eu não conseguia me mexer, o que ela aproveitou pra me dar outro beliscão no meu pau, eu comecei a gemer e falei que a única solução era me dar um beijinho de consolo, na hora ela me deu um beijo na bochecha, mas eu falei que não, que a ofendida era minha rola. Com resignação, ela concordou, disse que faria e, pegando ela, começou a procurar o lugar machucado, como não achava, foi dando beijinhos ao longo dela toda, examinando cada milímetro de pele enquanto mudava de posição e ora ficava montada na minha perna, ora sentava na minha cara, com o tempo justo de evitar uma lambida na buceta dela da minha parte, até que num momento de descuido eu peguei ela pelos ombros e virei, deixando ela deitada de bruços no tapete com as mãos presas sobre a cabeça.
Eu fiquei por cima imobilizando ela e com meus pés fui abrindo as pernas dela até conseguir me colocar entre as nádegas abertas dela.
Como é de se imaginar, meu pau estava sobre a bunda dela e fui deixando ele descendo pela racha dela até chegar nas duas opções de penetrar, como era mais fácil, ao ir empurrando meu pau foi escorregando pelo cu e seguindo pra baixo até achar um buraco mais fácil de entrar e, sem parar de empurrar, foi se metendo na buceta até um quarto do caminho.
As mãos dela já não forcejavam tanto quanto antes, então soltei elas e, segurando ela pela cintura, levantei um pouco pra facilitar a entrada. A colaboração foi total, e ela levantou a bunda bem na hora pro meu pau entrar de uma vez até o fundo, enquanto eu me agarrava nos ombros dela e puxava ela pra mim. Cada vez ela levantava mais a bunda e abria mais as pernas, até minhas bolas baterem no clitóris dela. A posição fazia aquele barulho típico de quando você enfia um êmbolo num recipiente bem justo, mas longe de intimidar, ela fazia força com a bunda pra trás pra entrar mais fundo. Eu segurava os peitos dela, que balançavam roçando no tapete e eriçavam os bicos. A pressão foi maior que as forças, e aos poucos ela foi rolando pro lado até ficar de barriga pra cima, ao mesmo tempo que levantava uma perna pra evitar que eu saísse dela.
Estar por cima do corpo dela, dentro dela, sentindo o clitóris inchado no meu pau e minhas bolas molhadas batendo na bunda dela, enquanto via os peitos dela subindo e descendo loucamente e no rosto dela o rubor nas bochechas e o olhar sonolento, me renovou as forças. Continuei metendo e tirando em ritmos diferentes, enquanto ela me envolvia com as pernas na cintura e me obrigava a ficar dentro dela.
Com o movimento dos peitos, eu segurava eles pelos bicos pra evitar o balanço e juntava eles quase parecendo um só. Minha resistência ia se esgotando, e eu sentia um calorzinho descendo da nuca até chegar nas bolas, e de lá ia sair disparado junto com jatos de gozo pela boca do meu pau. Embora o assunto da concepção não tivesse sido tocado, eu dava como certo que ela estava em dia, então... Pra evitar problemas maiores e surpresas, fui tirando a pica e roçando o clitóris dela com ela, e depois com as bolas, sentei na barriga dela, deixando a pica cair entre os peitos dela. Não precisei falar mais nada, ela juntou os dois peitos com as mãos e apertou meu pau enquanto eu continuava empurrando pra cima e pra baixo.
Ela aproveitava quando eu subia pra abrir um pouco os lábios e receber a pica, enquanto minha mão, por trás de mim, acariciava o clitóris dela, todo aberto.
Numa dessas sacudidas, minha pica começou a pulsar e, de repente, saiu um jato enorme de porra que encheu o pescoço da Bea, mas o segundo não se perdeu, porque ela agarrou minha bunda, me puxou pra perto e enfiou metade da pica na boca até parar de sair leite.
Eu, com as mãos apoiadas na cabeça dela e exausto, deixei ela chupar toda a porra que tinha recebido, passando a língua bem, me sugando. Por fim, ela engoliu tudo de uma vez.
Eu caí, exausto, do lado dela.
Continua…
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