Minha aluna - parte 2: avanços (100% real)

Isso começou aqui:PRIMEIRA PARTE---

**Capítulo 1: O Primeiro Encontro**

A noite estava quente e úmida, o tipo de noite que faz você querer tirar a roupa e sentir o ar na pele. Eu estava no bar, tomando uma cerveja gelada, quando ela entrou. Loira, corpo de dar água na boca, vestido preto curto que marcava cada curva. Ela olhou pra mim, e eu senti um arrepio na espinha.

Ela se aproximou, rebolando, e sentou no banco ao meu lado. "Oi, gato. Tá sozinho?" perguntou, com um sorriso safado. Eu ri, tomando mais um gole. "Agora não tô mais."

A gente conversou por um tempo, mas a química era tão forte que as palavras eram só enrolação. Eu queria ela, e ela queria eu. Dava pra ver nos olhos dela, no jeito que ela mordia o lábio, no jeito que ela passava a mão na coxa.

"Vamos sair daqui?" ela sussurrou, com a boca perto do meu ouvido. Eu senti o hálito quente dela, e meu pau endureceu na hora. "Vamos."

A gente saiu do bar, e ela me puxou pra um beco escuro. Antes que eu pudesse falar, ela me beijou. Um beijo molhado, gostoso, com língua e tudo. Eu agarrei a bunda dela, apertando forte, e ela gemeu na minha boca.

"Me come, gato," ela pediu, arrancando o vestido. Ela tava sem calcinha. Buceta linda, depilada, já melada. Eu me ajoelhei e enfiei a cara ali, lambendo tudo, chupando o clitóris dela com vontade. Ela agarrou meu cabelo e empurrou minha cara mais pra dentro.

"Isso, gostoso, chupa essa buceta!" ela gritava, enquanto eu devorava ela. Ela gozou na minha boca, tremendo, com as pernas bambas. Mas eu não parei. Levantei, tirei minha calça, e enfiei meu pau nela, sem camisinha, com tudo.

Ela era apertada, quente, molhada. Eu metia fundo, forte, enquanto ela mordia meu ombro pra não gritar. "Assim, assim, não para!" Ela rebolia na minha pica, e eu sentia cada centímetro dela.

Eu gozei dentro dela, com um gemido rouco, e ela gozou de novo, se contorcendo. A gente ficou ali, abraçado, suado, respirando pesado. Eu sabia que aquilo não ia ser a última vez.

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**Capítulo 2: A Segunda Vez**

A gente se encontrou de novo na noite seguinte. Dessa vez, ela me chamou pro apartamento dela. Quando cheguei, ela tava de lingerie preta, rendada, sentada no sofá, com uma taça de vinho na mão.

"Tava te esperando," ela disse, com um sorriso malicioso. Eu fechei a porta e fui direto nela. A gente se beijou, e eu desci a mão pro meio das pernas dela. Já tava molhada.

"Você é uma safada, hein?" eu brinquei, enquanto tirava a lingerie dela. Ela riu, me puxando pra cima dela. "E você é um gostoso."

Eu chupei os peitos dela, mordendo os bicos, enquanto ela arranhava minhas costas. Ela gemia baixinho, e eu sentia o corpo dela tremendo. Eu desci, beijando a barriga dela, até chegar na buceta.

Dessa vez, eu quis devagar. Passei a língua devagar, sentindo o gosto dela, provocando. Ela se remexia, impaciente. "Vai fundo, por favor," ela implorava. Mas eu não tinha pressa.

Eu chupei o clitóris dela, fazendo círculos com a língua, e ela gozou rápido, com um grito abafado. Eu subi, e enfiei meu pau nela, devagar, sentindo ela se abrir pra mim.

"Olha pra mim," eu pedi, e ela abriu os olhos. A gente se olhou enquanto eu metia, lento, profundo. Era intenso, mais do que só sexo. Ela segurou meu rosto e me beijou, enquanto a gente transava.

A gente gozou junto, se abraçando, e ficou ali, deitado, em silêncio. Eu sabia que tava ferrado. Eu tava apaixonado.

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**Capítulo 3: O Conflito**

A gente começou a se ver todo dia. Ela era viciante, e eu não conseguia ficar longe. Mas ela tinha um lado escuro, um ciúme doentio. Começou com perguntas: "Quem é essa que te mandou mensagem?" "Por que você demorou pra responder?"

Eu tentava acalmar ela, mas ela ficava cada vez pior. Uma noite, a gente tava transando, e ela me mordeu forte, deixando marca. "Agora você é meu," ela sussurrou, com um olhar que me assustou.

Eu tentei terminar, mas ela não deixou. Ela apareceu na minha casa, chorando, implorando. "Eu te amo, não me deixa." Eu cedi, e a gente transou de novo, mas era diferente. Tinha raiva, desespero.

Ela começou a me controlar. Não queria que eu saísse com meus amigos, não queria que eu falasse com outras mulheres. Eu me sentia preso, mas o sexo era tão bom que eu não conseguia sair.

Uma noite, ela me amarrou na cama, com uma venda nos olhos. "Hoje eu mando," ela disse, e eu senti um misto de medo e tesão. Ela passou gelo no meu peito, depois cera quente. Eu gemia, sem saber se era dor ou prazer.

Ela montou em mim, e eu senti ela quente, molhada. Ela cavalgou devagar, me provocando, e eu implorava pra ela acelerar. "Não, gato, a gente vai com calma," ela ria, malvada.

Ela me fez gozar três vezes, até eu ficar exausto. Quando ela me soltou, eu tava tremendo. Eu olhei pra ela, e percebi que eu tava apaixonado por uma psicopata.

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**Capítulo 4: A Fuga**

Eu sabia que precisava sair daquilo, mas era mais forte que eu. Toda vez que eu tentava ir embora, ela me puxava de volta, com sexo, com promessas, com ameaças.

Uma noite, ela me chamou, dizendo que tava com saudade. Eu fui, mesmo sabendo que era furada. Quando cheguei, ela tava com outra mulher. "Achei que você gostasse de novidade," ela disse, com um sorriso.

A outra mulher era morena, com um corpo de matar. Ela se aproximou, e eu senti o perfume dela. "Oi, gato," ela sussurrou, passando a mão no meu peito. Eu olhei pra minha namorada, e ela acenou, incentivando.

A gente transou os três, e foi intenso, selvagem. Mas no meio, eu percebi que aquilo não era amor. Era possessão, era doença. Eu gozei, mas me senti vazio.

No dia seguinte, eu fui embora. Ela me ligou, me mandou mensagem, me ameaçou. Mas eu não atendi. Eu precisava me libertar.

Eu mudei de número, mudei de casa. Levei meses pra me recuperar, pra desintoxicar daquele amor doentio. Mas eu aprendi uma lição: tesão não é amor, e amor não é prisão.

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**Fim.**Obrigado a quem me dá um tempinho do seu tempo pra ler, compartilhar e curtir essa história. Como eu falei, é experiência pessoal totalmente real, que só troquei nomes e detalhes que possam dar pistas de quem somos (ela e principalmente eu). Mas quando vi que isso tava vindo bonito, intenso e longo, tomei o cuidado de ir copiando nosso chat num doc e guardar pra poder reviver quando der, além do passar do tempo.

Antes de seguir, quero contextualizar vocês fazendo uma ressalva. Quando publiquei o texto da primeira parte, copiei da escrita original, que tinha sido feita há alguns anos. Então, nobreza obriga, posso situá-los melhor agora no tempo pra vocês saberem de quando estamos falando. Hoje tenho 40 recém-completados, e essa história aconteceu há uns 10 anos, mais ou menos. Naquela época, eu estava junto com a mãe do meu filho, ainda esperando a chegada dele.

Olhando de longe, acho que o processo da gravidez dela, embora eu gostasse de compartilhar, me deixava de fora de muita coisa. Um pouco de mim se sentia deslocado no dia a dia de casa. E embora eu não pretenda de jeito nenhum culpá-la pelas minhas "aventuras", acho que a necessidade de encontrar alguém com quem ter um encontro apaixonado aumentou minha predisposição a dar uma espiada nessa aluna que tinha invadido meu cotidiano através de um simples chat, mas na minha cabeça de forma constante, ecoando as palavras dela e tentando decifrar as intenções dela.

Let's continue.



Já fazia quase uma semana de um papo que era quase constante. As pausas eram sempre do tipo “vou comer e volto”, ou “tô indo dormir. Continuamos amanhã?”. Mas algo tava ficando claro na troca: nenhum dos dois soltava nada. E nenhum queria soltar.

Uma tarde eu estava no estúdio onde dava aulas, num tempo livre, e chega a mensagem dela:

- Oi, profe! Tá fazendo o quê?
- Oi! Aqui tocando violão um pouco. E você?
- Ah que ótimo!!! achei que você estava ocupado por isso não te falei.
- Jaja! Sem problema. Tô só brincando.
- Ah, tá bom. Eu também não quero incomodar por aí... capaz que a namorada dele fica brava com as perguntas bestas que eu faço.

Pronto. Eu estava sondando o terreno pra avançar. Não precisava esclarecer muito mais. Dali em diante, eu me disse: “Ok Fran: você vai se meter numa que só pode escalar, e não sabe até onde. Tá afim disso?”. Não sei qual cabeça minha respondeu, kkk! Suspeito que seja a que domina a gente, homem, nessas situações. Então resolvi ir mais fundo na conversa.

- Haha! Não!! Nada a ver! Tô super tranquila aqui. Se eu tiver que sair ou qualquer coisa, te aviso, não se preocupa.
- ☺️ Ah bom, ela não mora com ela? Desculpa, muito intrometida, não pergunto kkkk!
- haha! Sim sim, a gente mora junto. Mas agora não tô em casa.
- Aahh… eu tirei umas fotos hoje à tarde.
- Genial! Você vai postar elas aqui?
- Sim, num instantinho.
- Ótimo. Depois eu dou uma passada lá.
- Bom, aí está, espero que vocês gostem.

De fato, mais tarde (já de volta em casa) entro pra ver e lá estavam elas: claramente ela tinha desenhado um pouco a conversa. Não eram atuais, mas sim de uns meses atrás: eram fotos no rio, num dia ensolarado e quente, que contradiziam as tardes frescas de outono que a gente tava vivendo naquele momento. Mas isso não tirava valor nem prazer do que eu via: nas primeiras, algumas poses tipo caminhando, observando a paisagem (reconheço que ela não era a melhor posando, mas não precisava disso pra mostrar a beleza dela em qualquer situação). E aí começava a melhor parte: fotos na beira do rio, com o corpo dela enfiado numa biquíni rosa de tamanho normal, que deixavam a gente curtir a figura adolescente dela, que apesar dos 18 anos aparentava ter menos, pra viagem mental (e tarada) de qualquer um que entrasse pra ver: o sorriso dela pra câmera, os lábios carnudos e o brilho dos olhos que mostravam ela divertida, sem preocupação. Os braços dela levantados que erguiam os peitos pequenos de formas deliciosas. A cinturinha marcada no fundo natural, a barriga lisa e uma pinta abaixo do umbigo, de lado, que convidavam a fantasiar em beijá-la pra saber como era a sensação. Descendo pelo corpo dela em close, os quadris levavam o prêmio máximo: largos, arredondados e levemente maiores que a média do corpinho dela, eram o ponto forte que coroava com umas pernas suaves.

Próxima foto, e a coisa não parava de melhorar. Agora ela sorria para a câmera por cima do ombro esquerdo, de costas para a lente. O cabelo castanho-claro, bem liso e comprido até o fim das costas, deixava adivinhar uma brisa suave naquela tarde de fotos ao ar livre. Pela posição, a cintura se arqueava um pouco, mostrando ainda mais que o corpo jovem e magro dela tinha cada coisa no seu devido lugar, em proporções deliciosas para fantasiar com mil coisas. E finalmente, o prato principal da M: por trás, a parte de baixo do biquíni parecia de tamanho normal. Mas era a raba dela que a fazia parecer menor: dois glúteos grandes para o corpinho dela, bem firmes, redondos e de pele macia (o zoom que eu dei naquela foto para apreciá-los era de precisão cirúrgica), bem empinados pelo quebrinho suave, mas intencional, da cintura dela me tiraram o fôlego.

Como um cara que tinha feito uma cagada, levantei a vista e percebi que minha namorada não estava na sala de casa onde eu me encontrava naquele momento, pra focar toda a minha atenção na foto. Ali estava a M: minha ex-aluna, a que ainda me chamava de "professor" e me tratava com respeito, me deixava ver um lado dela que, embora eu suspeitasse, ainda não conhecia. As fotos seguintes não decepcionaram: mais de frente, de costas, na beira do rio e um pouco mais pra dentro, entrando na água e mergulhando pra sair com o cabelo molhado. A última, em especial, tirava o fôlego: tudo o que ela podia ter de "modelo" amadora veio à tona naquele último clique: close no rosto dela, com uns fios de cabelo emoldurando a cara. Os olhos fixos na lente, pareciam me olhar, falar comigo, querer me sugar da tela. A boca relaxada, os lábios quase separados. Essa mina exalava uma sensualidade típica de quem é madura, que sabe o que faz. Ou, o que podia ser pior, a intensidade de uma adolescente faminta por conhecer tudo. Seja lá qual fosse a situação, ali estava eu, pronto pra avançar.



Dia seguinte. Meio da manhã. Nosso papo continua assim:

- Oi M! Ontem vi suas fotos. Você é toda uma modelo!
- Oi, profe! haha! Não! Tô com vergonha que você tenha visto elas!
- Haha! Sério? Mas por quê? Estão muito boas... as fotos e você, falo sério!
- Jeje! Nada disso… é que foram fotos que uma pessoa tirou de mim, com quem… rolaram umas coisas. Mas isso já é história antiga.
- Ah… mas terminou bem a coisa? Ou prefere virar a página e esquecer?
- Acho que eu era muito inocente, por assim dizer, e aceitei fazer coisas que não sei se hoje eu faria.

Explosão cerebral: minha perversão subiu a níveis inimagináveis fantasiando com a situação: um cara maior que leva ela pra tirar fotos. Ela começa a brincar, se divertindo com a câmera e com toda a situação. O cara entende a "disponibilidade" dela, e então começa a sondar até onde ela vai. O resto, eu preferia que ela me contasse antes de continuar fantasiando. Com a pica dura dentro da calça só de imaginá-la, continuo escrevendo pra ela.

- mmm… de uma. Bom, o importante é que ficaram umas fotos lindas! hehe! (falei querendo aliviar a tensão ou deixá-la à vontade).
- Sim, tenho essas e mais algumas… mais adiante eu mostro pra você.

Peguei a (pouco sutil) indireta, óbvio. Mas tinha que ir trampar e não podia ficar com a cabeça dividida entre isso e minhas obrigações. Então desviei a conversa pra trivialidades pra continuar gerando confiança, proximidade.



Mais tarde naquele dia, continuamos por aqui:

- Como é que vai por aí?
- Profe! Bieeeen…Tô com vontade de sair pra algum lugar, fazer qualquer besteira pra não pensar e não ficar como ontem à noite. (Na noite anterior ela me disse que tava brava e não conseguia falar com ninguém. Não quis me aprofundar muito, então segui em frente)
- Nem pensar...! E você vai sair?
Não sei.
- Com quem você sai quando faz algo à noite? Amigos?
- amigas… agora que tenho 18, me acho a tal e vou pro cassino, hein!
- Haha! Posta!? 18? Nem pensar…
- Hehe sim, 18 embora eu não pareça. Eu fui no cassino quarta-feira com as amigas pra comer.
- O cassino é bom pra dar uma volta, e só... Bah, eu acho meio chato. Acho que hoje vou sair com um amigo também.
- Ok. anota: (passei meu celular. Arrisquei, queria continuar me aproximando). Se você sair mais tarde e quiser, me avisa! Eu talvez esteja dando um rolê com meu amigo.. Abraço! A gente se vê…

Se eu quisesse avançar, precisava levá-la "pro meu território". Que eu ainda não tinha tão claro qual era. Mas queria ver que tipo de "encontro casual" podia rolar pra concretizar.

2 comentários - Minha aluna - parte 2: avanços (100% real)

Excelente, já já você vai ter essa puta em cima de você com a pica toda pra dentro
Muy bueno, pero que no se te haga muy laaarga la historia porque desalienta a seguir leyendola.
Gracias por leer! prometo acción en la próxima entrega 🔥