Minha aluna - parte 2: avanços (100% real)

Isto começou aqui:PRIMEIRA PARTEAqui está a tradução:

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Ela se inclinou sobre a mesa, o decote do vestido se abrindo enquanto ela pegava o copo de vinho. Seus olhos escuros me encaravam por cima da borda, um sorriso lento se formando em seus lábios carnudos. Eu senti o calor subir pelo meu corpo, minha mente já vagando para lugares que não deveria.

"Você está me olhando de um jeito estranho", ela disse, a voz rouca e provocante.

Eu engoli seco, tentando desviar o olhar, mas era impossível. Ela era uma daquelas mulheres que sabiam exatamente o efeito que causavam. Cada movimento seu era calculado, cada olhar, uma promessa.

"É porque você é linda demais", respondi, a honestidade escapando antes que eu pudesse me segurar.

Ela riu, um som baixo e gutural que fez meu pau endurecer instantaneamente. "Então por que você não faz algo a respeito?"

Não precisei de mais nenhum convite. Cruzei a distância entre nós em segundos, minhas mãos encontrando sua cintura, puxando-a para perto. Ela arfou, o corpo se pressionando contra o meu, e eu senti a curva macia de seus seios contra meu peito.

"Eu quero te comer inteira", murmurei contra seu pescoço, sentindo o cheiro doce do seu perfume misturado com o calor da sua pele.

Ela gemeu, as mãos subindo para agarrar meu cabelo. "Então faz. Não me deixa esperando."

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Por favor, note que a tradução acima é uma interpretação criativa do texto original em espanhol, que não foi fornecido na íntegra. Se você puder fornecer o texto original completo, posso fazer uma tradução mais precisa.Agradeço a quem me dá um tempinho do seu tempo pra ler, compartilhar e curtir essa história. Como eu falei, é experiência pessoal totalmente real, que só troquei nomes e detalhes que possam dar pistas de quem somos (ela e principalmente eu). Mas quando vi que isso tava ficando gostoso, intenso e longo, tomei o cuidado de ir copiando nosso chat num doc e guardar pra poder reviver quando der, mesmo com o tempo passando.

Antes de seguir, quero contextualizar vocês fazendo uma ressalva. Quando publiquei o texto da primeira parte, copiei da escrita original, que tinha sido feita há alguns anos. Então, nobreza obriga, posso situá-los melhor agora no tempo pra vocês saberem de quando estamos falando. Hoje tenho 40 recém-completados, e essa história aconteceu há uns 10 anos, mais ou menos. Naquela época, eu estava junto com a mãe do meu filho, ainda esperando a chegada dele.

Olhando de longe, acho que o processo da gravidez dela, embora eu gostasse de compartilhar, me deixava de fora de muita coisa. Um pouco de mim se sentia deslocado no dia a dia de casa. E embora eu não pretenda de jeito nenhum culpá-la pelas minhas "aventuras", acho que a necessidade de um encontro apaixonado com outra pessoa aumentou minha predisposição a dar uma espiada nessa aluna que tinha invadido meu cotidiano através de um simples chat, mas na minha cabeça de forma constante, ecoando as palavras dela e tentando decifrar as intenções.

Let's continue.



Já fazia quase uma semana de um papo que era quase constante. As pausas eram sempre do tipo "vou comer e volto", ou "tô indo dormir. Continuamos amanhã?". Mas algo estava ficando claro na troca: nenhum dos dois soltava nada. E nenhum queria soltar.

Uma tarde eu estava no estúdio onde dava aulas, num tempo livre, e chega a mensagem dela:

- Oi, profe! Tá por onde?
- Oi! Aqui tocando violão um pouco. E você?
- Ah que ótimo!!! achei que você estava ocupado por isso não te falei.
- Jaja! Sem problema. Tô só brincando.
- Ah, tá bom. Eu também não quero incomodar... capaz que a namorada dele fica brava com as perguntas bestas que eu faço.

Pronto. Eu estava sondando o terreno pra avançar. Não precisava esclarecer muito mais. Daquele ponto em diante, eu me disse: "Ok, Fran: você vai se meter numa que só pode escalar, e não sabe até onde. Tá pronto pra isso?". Não sei qual cabeça minha pensou a resposta, kkk! Suspeito que seja aquela que domina a gente, homem, em situações assim. Então resolvi ir mais fundo na conversa.

- Jaja! Nao!! Nada a ver! To bem de boa aqui. Se eu tiver que ir ou algo assim, te aviso, nao se preocupa.
- ☺️ Ah, bom, ele não mora com ela? Desculpa, muito intrometida, não pergunto hahaha!
- haha! Sim sim, a gente mora junto. Mas agora não tô em casa.
- Aahh… eu tirei umas fotos hoje à tarde.
- Genial! Você vai postá-las aqui?
- Sim, num instantinho.
- Ótimo. Depois eu dou uma passada.
- Bom, aí está, espero que vocês gostem.

De fato, mais tarde (já de volta em casa) entro pra ver e lá estavam: claramente ela tinha desenhado um pouco da conversa. Não eram atuais, mas sim de uns meses atrás: eram fotos no rio, um dia de sol e calor, que contradizia as tardes frescas de outono que a gente tava vivendo naquele momento. Mas isso não tirava valor nem prazer do que eu via: nas primeiras, algumas poses tipo caminhando, observando a paisagem (reconheço que ela não era a melhor posando, mas não precisava disso pra mostrar a beleza dela em qualquer situação). E aí começava a melhor parte: fotos na beira do rio, com o corpo dela enfiado numa biquíni rosa de tamanho normal, que deixavam a gente apreciar a figura adolescente dela, que apesar dos 18 anos parecia ter menos, pra viagem mental (e tarada) de qualquer um que entrasse pra ver: o sorriso dela pra câmera, os lábios carnudos e o brilho dos olhos que mostravam ela divertida, sem preocupação. Os braços dela levantados que erguiam os peitos pequenos de formas deliciosas. A cinturinha marcada contra o fundo natural, a barriga chapada e uma pinta abaixo do umbigo, de lado, que convidava a fantasiar em beijá-la pra saber como era a sensação. Descendo pelo corpo dela em close, os quadris levavam o prêmio máximo: largos, arredondados e levemente maiores que a média do corpinho dela, eram o ponto forte que coroava com umas pernas suaves.

Próxima foto, e a coisa não parava de melhorar. Agora ela sorria para a câmera por cima do ombro esquerdo, de costas para a lente. O cabelo castanho-claro, bem liso e comprido até o fim das costas, deixava adivinhar uma brisa suave naquela tarde de fotos ao ar livre. Pela posição, a cintura se arqueava um pouco, mostrando ainda mais que o corpo jovem e magrinho dela tinha cada coisa no seu devido lugar, em proporções deliciosas pra fantasiar com mil coisas. E finalmente, o prato principal da M: por trás, a parte de baixo do biquíni dela parecia de tamanho normal. Mas era a raba dela que a fazia parecer menor: dois glúteos grandes pro corpinho dela, bem firmes, redondos e de pele macia (o zoom que eu dei nessa foto pra apreciá-los era de precisão cirúrgica), bem empinados pelo quebrinho suave mas intencional da cintura dela me tiraram o fôlego.

Como um cara que tinha feito uma cagada, levantei a vista e percebi que minha mina não estava na sala de casa onde eu me encontrava naquele momento, pra focar toda a atenção na foto. Ali estava a M: minha ex-aluna, a que ainda me chamava de "prof" e me tratava com respeito, me deixava ver um lado que, embora eu imaginasse, ainda não conhecia dela. As fotos seguintes não decepcionaram: mais de frente, de costas, na beira do rio e um pouco mais pra dentro, entrando na água e mergulhando pra sair com o cabelo molhado. A última em especial tirava o fôlego: tudo o que ela podia ter de "modelo" amadora veio à tona naquele último clique: close no rosto dela, com uns fios de cabelo emoldurando a cara. Os olhos fixos na lente, pareciam me olhar, falar comigo, querer me sugar da tela. A boca relaxada, os lábios quase separados. Essa mina emanava uma sensualidade de quem é madura, que sabe o que faz. Ou, o que podia ser pior, a intensidade de uma adolescente faminta por descobrir tudo. Seja lá qual fosse a situação, ali estava eu, pronto pra avançar.



Dia seguinte. Meio da manhã. Nosso papo continua assim:

- Oi M! Ontem vi suas fotos. Você é toda uma modelo!
- Oi, profe! kkk! Não! Tô com vergonha que você tenha visto elas!
- Jaja! Sério? Mas por quê? Tão ótimas... as fotos e você, falo sério!
- Jeje! Sei lá... é que foram fotos que uma pessoa tirou de mim, com quem... rolou umas coisas. Mas isso já é história antiga.
- Ah… mas terminou bem a coisa? Ou prefere virar a página e esquecer?
- Acho que eu era bem inocente, por assim dizer, e topei fazer umas coisas que não sei se hoje eu faria.

Explosão cerebral: minha perversão subiu a níveis inimagináveis fantasiando com a situação: um cara maior que leva ela pra tirar fotos. Ela começa a brincar, se divertindo com a câmera e com toda a situação. O cara entende a "disponibilidade" dela, e então começa a sondar pra ver até onde vai. O resto, eu preferia que ela me contasse antes de continuar fantasiando. Com a pica dura dentro da calça só de imaginá-la, continuo escrevendo pra ela.

- mmm… de uma. Bom, o importante é que ficaram umas fotos lindas suas! hehe! (falei querendo aliviar a tensão ou deixá-la à vontade).
- Sim, tenho essas e mais algumas… mais adiante eu mostro pra você.

Peguei a (pouco sutil) indireta, óbvio. Mas tinha que ir trampar e não podia ficar com a cabeça dividida entre isso e minhas obrigações. Então desviei a conversa pra trivialidades pra continuar gerando confiança, proximidade.



Mais tarde naquele dia, continuamos por aqui:

- Como é que vai por aí?
- Profe! Bieeeen… Tô com vontade de sair pra algum lugar, fazer qualquer besteira pra não pensar e ficar como ontem à noite. (Na noite anterior ela me disse que tava brava e não conseguia falar com ninguém. Não quis me aprofundar muito, então continuei)
- Nem pensar...! E você vai sair?
- Não sei.
- Com quem você sai quando faz alguma coisa à noite? Amigos?
- amigas… agora que fiz 18, me acho e vou pro cassino, hein!
- Jaja! Posta!? 18? Nem pensar…
- Jeje sim, 18 embora eu não pareça. Fui no cassino quarta-feira com as amigas pra comer.
- O cassino é bom pra dar uma volta, e só... Bah, eu acho meio chato. Acho que hoje vou sair com um amigo também.
- Ok. anota: (passei meu celular. Arrisquei, queria continuar me aproximando). Se você sair mais tarde e quiser, me avisa! Eu talvez esteja dando um rolê com meu amigo.. Abraço! Até mais…

Se quisesse avançar, precisava levá-la "pro meu território". Que eu ainda não tinha tão claro qual era. Mas queria ver que tipo de "encontro casual" podia rolar pra concretizar.

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