Já faz uns anos, a gente costumava ir com o grupo de amigos pra uma piscina. Nesse grupo tinha a Alejandra, um ano mais nova que eu (na época eu tinha 20 anos). Não sei se ela tinha namorado, mas naquele dia ela veio sozinha. Mina gostosa, cabelo comprido, castanho claro, uns 1,60 de altura, com uma bunda boa e uns peitos médios, mas lindos.
Sempre batíamos um papo com ela, mas naquele dia a gente conversou mais do que devia, zoávamos um ao outro como se fôssemos namorados, foi uma manhã muito gostosa com ela... o melhor ainda ia rolar à tarde.
Depois de passar o dia todo na água, a gente já ia indo embora, então fui pros chuveiros, ela também. Não era um lugar muito grande, e os chuveiros de homem e mulher ficavam um do lado do outro.
Enquanto a gente caminhava junto até os chuveiros, fiz menção de entrar com ela... ela caiu na gargalhada com a minha "piada" e, entrando na brincadeira, me disse:
— Acho que você não tem coragem...
— Coragem de quê?
— De entrar no chuveiro das mulheres comigo, seu bobo!
Me excita pra caralho quando uma mulher me desafia, então, sem pensar duas vezes e vendo que ninguém vinha, entrei no chuveiro empurrando a Alejandra pra dentro.
— E agora? — falei... e, desafiando ela de volta, soltei: — Aposto que você não tem coragem de tomar banho comigo.
Ela me olhou séria por dois segundos e disse:
— Beleza, então vamos...
Entramos no primeiro boxe que achamos. Achei que ela não ia tirar o biquíni, mas me surpreendi quando vi ela soltar o sutiã e ficar com os peitos de fora, depois tirou a parte de baixo e ficou completamente nua. Eu, olhando pra ela com cara de surpreso, tirei minha roupa em dois segundos.
Não falamos mais nada. Ela se aproximou de mim e eu abracei ela pra beijar. A água fria nos molhava, comecei a chupar os peitos dela, a sensação dos mamilos duros e gelados era maravilhosa.
Eu tava com a pica dura, doendo de tão dura, e ela não demorou pra pegar na minha pica e, se agachando, começou a chupar com tudo, era lindo sentir a boca quente dela devorando minha pica.
Não sei como não gozei, porque ela chupava divinamente. Desesperado, mandei ela parar, virei ela de costas, olhando pra aquela bunda branca linda, fiquei atrás e apontei minha pica na entrada da buceta dela, meti de uma vez só e ela abriu as nádegas pra entrar bem mais.
Alejandra apoiava as mãos na parede pra fazer força com a bunda pra trás enquanto eu bombava igual um desesperado.
Tivemos muita sorte de ninguém ter entrado, porque ela gemia igual uma puta no cio, eu continuava bombando com toda força. Pra minha surpresa, aguentei muito mais que o normal, ela empurrava pra trás e com uma mão começou a se masturbar, não demorou nada pra gozar. Isso me deixou louco e, segurando ela mais forte pela cintura, comecei a comer ela com mais força ainda. Chegou minha vez, minha pica explodiu dentro da buceta dela, dava pra sentir meu leite saindo a jatos, mas continuei me mexendo, sentindo meu leite escorrendo entre minha pica e a buceta dela. Fiquei imóvel com os últimos espasmos, minhas pernas tremiam.
Tirei minha pica e foi impressionante a quantidade de leite que tinha deixado nela, um fio de leite descendo pela perna esquerda dela.
Alejandra não pareceu se importar de eu ter enchido a buceta dela de leite, começou a tomar banho, lavando a buceta, enfiando os dedos e rindo da quantidade de leite que ainda saía da buceta dela. Ela me disse: — Quanto tempo que não comia?.. — Bastante! — falei rindo.
— Tô vendo!... Olha só o leite que me deixou, boludo!! E enfiando os dedos, tirou eles encharcados do meu leite..
Quando saímos do chuveiro, disfarçando, torcendo pra ninguém ter nos visto, mas uma das minas que veio com a gente vinha tomar banho e quando nos viu, fez o Fez um gesto com o dedo na boca, tipo que não ia falar nada..
Sempre batíamos um papo com ela, mas naquele dia a gente conversou mais do que devia, zoávamos um ao outro como se fôssemos namorados, foi uma manhã muito gostosa com ela... o melhor ainda ia rolar à tarde. Depois de passar o dia todo na água, a gente já ia indo embora, então fui pros chuveiros, ela também. Não era um lugar muito grande, e os chuveiros de homem e mulher ficavam um do lado do outro.
Enquanto a gente caminhava junto até os chuveiros, fiz menção de entrar com ela... ela caiu na gargalhada com a minha "piada" e, entrando na brincadeira, me disse:
— Acho que você não tem coragem...
— Coragem de quê?
— De entrar no chuveiro das mulheres comigo, seu bobo!
Me excita pra caralho quando uma mulher me desafia, então, sem pensar duas vezes e vendo que ninguém vinha, entrei no chuveiro empurrando a Alejandra pra dentro.
— E agora? — falei... e, desafiando ela de volta, soltei: — Aposto que você não tem coragem de tomar banho comigo.
Ela me olhou séria por dois segundos e disse:
— Beleza, então vamos...
Entramos no primeiro boxe que achamos. Achei que ela não ia tirar o biquíni, mas me surpreendi quando vi ela soltar o sutiã e ficar com os peitos de fora, depois tirou a parte de baixo e ficou completamente nua. Eu, olhando pra ela com cara de surpreso, tirei minha roupa em dois segundos.
Não falamos mais nada. Ela se aproximou de mim e eu abracei ela pra beijar. A água fria nos molhava, comecei a chupar os peitos dela, a sensação dos mamilos duros e gelados era maravilhosa.
Eu tava com a pica dura, doendo de tão dura, e ela não demorou pra pegar na minha pica e, se agachando, começou a chupar com tudo, era lindo sentir a boca quente dela devorando minha pica. Não sei como não gozei, porque ela chupava divinamente. Desesperado, mandei ela parar, virei ela de costas, olhando pra aquela bunda branca linda, fiquei atrás e apontei minha pica na entrada da buceta dela, meti de uma vez só e ela abriu as nádegas pra entrar bem mais.
Alejandra apoiava as mãos na parede pra fazer força com a bunda pra trás enquanto eu bombava igual um desesperado.
Tivemos muita sorte de ninguém ter entrado, porque ela gemia igual uma puta no cio, eu continuava bombando com toda força. Pra minha surpresa, aguentei muito mais que o normal, ela empurrava pra trás e com uma mão começou a se masturbar, não demorou nada pra gozar. Isso me deixou louco e, segurando ela mais forte pela cintura, comecei a comer ela com mais força ainda. Chegou minha vez, minha pica explodiu dentro da buceta dela, dava pra sentir meu leite saindo a jatos, mas continuei me mexendo, sentindo meu leite escorrendo entre minha pica e a buceta dela. Fiquei imóvel com os últimos espasmos, minhas pernas tremiam.
Tirei minha pica e foi impressionante a quantidade de leite que tinha deixado nela, um fio de leite descendo pela perna esquerda dela.
Alejandra não pareceu se importar de eu ter enchido a buceta dela de leite, começou a tomar banho, lavando a buceta, enfiando os dedos e rindo da quantidade de leite que ainda saía da buceta dela. Ela me disse: — Quanto tempo que não comia?.. — Bastante! — falei rindo.
— Tô vendo!... Olha só o leite que me deixou, boludo!! E enfiando os dedos, tirou eles encharcados do meu leite..
Quando saímos do chuveiro, disfarçando, torcendo pra ninguém ter nos visto, mas uma das minas que veio com a gente vinha tomar banho e quando nos viu, fez o Fez um gesto com o dedo na boca, tipo que não ia falar nada..
1 comentários - O melhor do verão (Conto)