Olá, pessoal! Como alguns seguidores querem entender a ordem e poder ler as histórias que escrevi, estou reorganizando esta, que publiquei mais no começo no Poringa e que talvez muitos não tenham lido. Obrigado a todos que comentam e apoiam com pontos, mas o que eu mais curto são os comentários.
**Romina, minha puta safada, meu amor**
Depois de muitos anos vivendo a loucura familiar da minha mãe e da minha irmã dividindo o namorado dessa última, além de outras doideiras que rolaram, aos meus 25 anos achei que era a hora certa de me afastar. Peguei a moto que meu pai me deu há muito tempo e uma grana que ele me liberou pra alugar um apartamento na capital. Arrumei um trampo de "motoboy", como a gente fala por aqui, e comecei a tentar reconstruir minha vida.
Conheci a Romina, que é o tipo de mina que eu curto, com uma bunda linda e um jeito de puta safada, sempre atrás de machos. Ela tinha acabado de fazer 22 anos e, desde que nos conhecemos, começamos a nos gostar e nos querer cada dia mais. Depois de quatro meses saindo, decidimos tentar morar juntos. Fiquei fascinado — ela se veste sempre de um jeito bem provocante, e nós dois amamos e ficamos de olho em tudo que ela causa.
A gente morava a duas quadras do Parque Centenário, no segundo mês da primavera. A Rominha vestindo uns shortinhos bem curtos que se enfiam naquela bunda linda e são a delícia de todo mundo que olha. Domingo à tarde, a gente passeava pelo parque; alguns caras olhavam pra ela, outros aproveitavam a multidão pra passar a mão, nem que fosse por um tempinho. Voltamos caminhando do parque pra casa num ritmo tranquilo, tomamos uns mates e fomos pra cama transar como feras. Enquanto a gente comia, eu por cima dela:
— Viu como olhavam pra minha bundinha, meu amor? — com a voz gostosa de puta.
— Sim... e você gosta, não é, puta?
— Não só eu, você também gosta, cachorrinho. Adorei quando a gente parou pra ver o chileno que conta piadas e aquele cara de cabelo cacheado começou a... Acariciando a bunda, não aguentava mais, você viu bem, né? Não pode me deixar sozinha por muito tempo.
– Por quê, o que você faria se estivesse sozinha?
– Ah, sei lá... talvez o cara me chamasse pra transar e como sou fogosa... Explodimos os dois como porcos e ficamos nos olhando nos olhos. Os olhos dele são de um verde profundo, depois da putaria a gente se beija e continua se abraçando, ela me diz que me ama e eu vejo isso nos olhos dela.
Vivemos quase seis meses de uma convivência linda, a gente transava o tempo todo como animais, nos sentíamos completos e apaixonados, era uma época maravilhosa e nada podia nos fazer sentir mal. A gente era feliz.
A empresa onde eu trabalhava fechou, então tive que procurar um novo emprego de motoboy. Me recomendaram um cara chamado Osvaldo, que era dono de uma e todo mundo o amava como um pai. Osvaldo tinha trinta anos, como eu estava começando, era um dos poucos que ficavam na empresa, a maioria dos caras já tinha clientes fixos, então quase não apareciam por lá.
A empresa era um apartamento de dois cômodos: num ficava a entrada com uns sofás onde a gente, os motoqueiros, se jogava, e no outro o escritório do Osvaldo, que trabalhava com a Daniela, uma gostosona de uns vinte e poucos anos também, que atendia os pedidos e tal. Toda vez que eu conversava com a Daniela, ela reclamava que o Osvaldo tratava ela mal, era a única que eu ouvia se queixar, mas sempre que a via, ela criticava ele. Com o tempo, comecei a notar algo estranho: eles se trancavam no escritório e eu comecei a ouvir os gemidos clássicos, cada vez mais altos, e era óbvio o que tava rolando lá dentro. Fiquei com tesão e comecei a bater uma, gozando dentro da minha própria roupa. A situação virou rotina, mas não parava de me deixar cada vez mais excitado. A Daniela saía muitas vezes terminando de se arrumar, toda vermelha, e ia direto pro banheiro.
Muitos meio-dias o Osvaldo me convidava pra comer num Coto que vivia lotado de gente, e ele ficava maluco olhando as... garotas, que ele ficava olhando a tanga de uma, que a outra era uma puta, que não podia ser tão puta e se vestir daquele jeito, enfim, obcecado total pelo assunto.
Na maioria das tardes, ele dava umas boas fodidas na Daniela, que depois ia embora com o namorado, que muitas vezes vinha buscá-la.
Toda vez que transava com a Romi, ele contava sobre o chefe e como me excitava saber que ele estava comendo aquela putinha ali, enquanto eu ouvia feito um punheteiro. Vale dizer que nossas conversas sobre sexo sempre rolavam na hora do love, no meio do ato, e os dois ficavam loucos:
— Que filho da puta que é seu chefe... e que puta que é aquela vagabunda.
— Pô, você não sabe como me excita saber que eles tão transando ali do lado, sem se importar com nada, e às vezes o namorado vem buscar ela e vão de abraço como se nada tivesse acontecido, e a puta acabou de ser comida.
— Que... você tá com inveja? Queria que eu fosse aquela puta e que seu chefe me comesse?
A gente gozava igual porcos e ficava se abraçando e se acariciando, dizendo que se amava.
No final de novembro, a Daniela brigou feio com o Osvaldo e disse que não trabalhava mais e que ia pro caralho. Fomos almoçar no meio-dia e o Osvaldo tava voando, o fim de ano tava chegando e com a quantidade de serviço que vinha, ele não sabia o que fazer. Ele me perguntou se eu não conhecia ninguém. Senti o corpo todo tremer e falei que minha namorada não tinha emprego, que se ele quisesse, podia perguntar pra ela. E, embora ele não tenha notado, minha voz falhou num momento, de nervoso. Naquela noite, enquanto jantávamos, comentei com a Romi sobre o trampo e ela disse que adoraria ganhar uma grana e sentir que também tava contribuindo pra nossa casa. Naquela noite, quando transamos, falei que ela ia ter que tomar cuidado com o Osvaldo, que iam passar muito tempo juntos.
— Cê acha... que eu não vou fazer ele ficar de pau duro...? — ela disse com voz de puta — ...mas cê viu que não consigo evitar..., os homens ficam excitados quando me veem... A gente gozou igual bestas, ela me olhou com Os olhos verdes dela e ela me disse que era maravilhoso, que nunca achou que fosse encontrar alguém como eu. Ficamos nos acariciando e conversando até tarde da noite.
Romina, minha puta safada, meu amor 2
No dia seguinte, falei com Osvaldo, que se mostrou grato por eu ter arrumado alguém de confiança. Ele me contou o que pretendia pagar pra ela. Tava perto do fim do ano, a época era boa profissionalmente, e ele ainda disse que, se era minha namorada, não podia ser nenhuma bocó. "Amanhã mesmo pode começar. Vem com você de manhã, eu vejo vocês e vou embora, que tenho uns corres pra fazer." Essa noite saímos pra jantar com a Romi e comemorar, foi mó legal e tentamos não dormir muito tarde, porque no dia seguinte ela começava e tava meio nervosa. Na manhã seguinte, ela se vestiu normal, o que na Romi significa sempre uma calça que marca bem a bunda com uma fio dental enterrada nela. Subimos na moto e a Ro me abraçou por trás, me apertava forte e falava alto no meu ouvido que me amava, que eu era o ser mais maravilhoso da terra e um monte de coisa assim. Me senti num filme de herói, pela primeira vez na vida me sentia completamente feliz. Entramos no escritório, o Osvaldo viu a Romi e eu vi que ele ficou impactado, não a conhecia e o putero que morava dentro dele já anotou na hora como minha mina era gostosa. Passamos pro escritório dele, que só tem uma mesa, umas cadeiras, o PC, o telefone e mais nada. "Bom", disse Osvaldo, "agora não tem muito serviço. Preciso sair, peço pra você explicar um pouco o trampo pra ela, que eu tenho coisa pra fazer. Não esquenta com o dia de trabalho, que te pago como se tivesse trabalhando na moto", ele falou e passou os nós dos dedos na minha cabeça com carinho, como sempre fazia. Falei pra ele parar de encher o saco, que não precisava me pagar nada.
Comecei a explicar o serviço pra Romi e depois de um tempo ela foi se soltando e começou a atender os pedidos com bastante jeito. Mais tarde, ela me disse: "Não te... Adoraria te comer aqui no escritório do seu chefe, a gente fecha a porta e você se vinga de quando ele comia aquela putinha e você batia uma do outro lado. Quer?, ela disse me olhando com aquela cara de puta. Fechei a porta e coloquei ela debruçada com a barriguinha na mesa, desabotoei a calça dela e fui descendo devagar, me impactou ver ela assim oferecida naquela mesa, a calcinha fio dental enfiada na bunda dela, desencaixei um pouco e puxei pro lado, abaixei o zíper da minha calça e comecei a brincar com a cabeça do meu pau na buceta dela. O telefone tocou e a Romi atendeu numa boa, enfiei devagar e comecei a bombar suave.
—Olha que o Osvaldo pode voltar e vai ficar puto se não me encontrar trabalhando... é meu primeiro dia de trabalho, amor... o que eu diria pro meu chefe se me pegasse assim... hein?
—E você gostaria que ele te pegasse assim...?
—Sim, mas você não devia estar aqui... talvez assim, debruçadinha na mesa atendendo algum telefone... cê acha que ele me ajudaria igual você faz?
Eu saí, virei ela, sentei ela na mesa e quando ia meter, ouvimos a porta do apartamento. Ajeitamos a roupa rápido. Quando o Osvaldo entrou, a gente tava todo vermelho. "Tá muito calor aqui dentro", ele disse, "vou abrir a janela". Peguei um dos pedidos que a Romi tinha anotado e fui trabalhar. Na rua, ficava pensando no que tava rolando no escritório, se eles tavam conversando e sobre o quê, minha cabeça a mil por hora. Só consegui voltar no fim da tarde pra buscar ela. Quando ela desceu, me beijou, subiu na moto e me abraçando de novo por trás, disse que me amava mais que tudo no mundo. Fomos devagar até em casa, curtindo nosso contato. No jantar, perguntei como foi com o Osvaldo e ela disse que tudo bem, que se eu quisesse saber mais, na cama ela contava, me olhou com aquela carinha de safada que ela faz e que eu amo. Vimos um pouco de TV e fomos pro quarto. A Romi foi primeiro. Quando entrei no quarto, ela tava pelada na cama. cama, a buceta dela tava depiladinha como sempre, comecei a chupar ela devagar do jeito que sei que ela adora, olhava nos olhos dela e ela sorriu pra mim. Não aconteceu quase nada com o Osvaldo, ele ficou um tempinho e teve que sair de novo. ela disse e sorriu.
-E nesse tempinho que ele ficou, aconteceu alguma coisa?
-Nada amor, só conversou bastante comigo e ficou olhando pra minha bunda toda vez que podia... acho que já deve saber desenhar de memória...
deitei em cima dela e comecei a meter devagar. Ela me olhou com aqueles olhos que são minha obsessão e disse, nada bobinho, ele só ficou estudando o terreno..., falava com aquele jeito de puta, vendo o que eu gosto..., o que não gosto..., e avaliando até onde ele pode chegar...
-E você, o que fez?
-E eu respondia às vezes brava..., mas sempre deixando ele perceber que meu corpo mostra que sou uma putinha... e que as cachorras....
-As cachorras o quê?
-Não conseguimos negar nada quando estamos no tesão, ela disse e eu gozei fundo na pussy dela, ao mesmo tempo que ela também gozava e a gente se abraçava e se beijava apaixonadamente. Te amo, meu amor, falei pra ela. Você é a coisa mais importante da minha vida. A gente ficou de novo até tarde, conversando, nos beijando e brincando com nossos corpos, sentíamos calor de lar e éramos gratos por ter nos encontrado.
Romina, minha puta safada, meu amor 3
O tempo foi passando, Osvaldo começou a tratar a Romi com mais confiança, mas não tinha tentado nada com ela; acho que, por ela ser minha namorada, talvez segurasse ele um pouco. Uma tarde fui buscá-la no escritório. Ela subiu na moto e me abraçou como sempre, dizendo que me amava, e sussurrou no meu ouvido que tinha que me contar uma coisa, Osvaldo tinha dado uma boa agarrada nela, que não ia entrar em detalhes agora, depois do jantar te conto..., na caminha..., meu amor?... e ela chupava atrás da minha orelhinha, senti ela apertar meu volume que já tava bem duro. Que tesão que você ficou..., disse e seguimos pra casa enquanto ela me abraçava com força. Uma vez em casa, jantamos e Durante toda a janta ela se recusou a falar sobre o assunto, ficou lavando a louça depois de comer e fazia tudo mais devagar, prolongando o momento.
— Vamos pra cama, love?
— Não se apressa, se tá com tesão, bate uma punheta. — e ela riu.
Ela mandou eu deitar que já me alcançava. Esperei ela deitado na cama, ela entrou no quarto com um conjunto de meia com liga, uma tanga e sem sutiã, fazendo uma dança erótica das mais gostosas.
— Bate uma punheta... quero ver você se masturbando pra mim... até você gozar — ela ordenou e continuou dançando sensual o tempo todo. Eu me tocava e não aguentei muito, deixei meu pau esguichar na direção dela. Ela veio pra cama e, deitando ao meu lado, me beijou suavemente nos lábios.
— Agora você tá mais calminho, descansa um pouco que a gente transa gostoso, senão você não ia aguentar nada... — Ela foi pra cozinha e voltou com uns copos de licor que a gente tinha comprado, brindamos por nós.
Ela foi descendo até meu pau que tava mole e molhou ele um pouquinho com licor, me deu uns beijinhos nele e me olhou.
— Quer que eu conte?
— Por favor.
— Bom, o Osvaldo fica me olhando o tempo todo e, sinceramente, num momento eu fiquei com tesão e com vontade de provocar ele mais... — ela parou a história e me chupou um pouco. Meu pau já tava duro de novo. Ela se deitou ao meu lado na cama e disse que era melhor eu meter logo, senão não ia conseguir me contar nada.
— Num momento eu sentei... e como sei que o Osvaldo fica muito ligado nesses detalhes, tinha ido no banheiro e ajustei a tanga bem pra cima... e como a calça é de cintura baixa..., quando sentei dava pra ver a tanga aparecendo...
— E aí...?
— O Osvaldo na hora meteu a mão..., eu recusei empurrando com a bunda, o que deixou ele mais excitado... — ela falou isso e eu comecei a meter mais forte.
— Continuo, love?
— Por favor!!! — ela sorriu e seguiu.
— Com a outra mão ele virou meu rosto e me beijou..., enquanto a gente se beijava, levantamos e ele começou a me acariciar o corpo todo... — E aí...?
— Não seja impaciente, amor... — disse ela, colocando uma voz bem putinha.
Eu meti bem fundo, tentando fazer ela falar, serrava ela com força e os dois gemíamos cada vez mais alto. Parei em cima dela e perguntei se ia continuar a história.
— Ele começou a desabotoar minha calça... eu não fiz nada pra impedir... mas ficava falando pra ele parar... que já tinha ido longe demais...
— E mais o quê? — falei enquanto enfiava até o fundo e deixava ela bem empalada. Ela me envolveu com as pernas por trás das minhas costas. Me olhou fixo nos olhos e disse:
— Ele me virou... e me colocou em cima da mesa igual você fez comigo... eu falei que ele podia me olhar... e me tocar... mas só isso.
— Que puta você é... puta...
— Você gosta que eu seja putinha...? Ele começou a passar a mão na minha bunda meio bruto... começou a falar que eu era uma puta provocadora de pau... e que o dele eu ia sentir até o fundo... Ele começou a abaixar o zíper... e olhando pra ele com cara de puta... tentei levantar minha calça e saí do escritório falando que não era certo o que a gente tava fazendo. Ele me seguiu até a outra sala e me jogou no sofá... eu tava com a calça no tornozelo e não conseguia levantar... Me deixa sair!!!, gritei... ele me deu um tapa não muito forte e falou: Cala a boca, provocadora de pau... — nessa hora eu senti ela gozar e meu orgasmo também chegou, gozamos juntos e nos abraçamos bem forte. Fiquei deitado em cima dela, meu pau ainda duro de tão excitado que eu tava.
— E mais o quê?
— Eu queria parar ali... mas a gente tava muito excitado... eu não conseguia controlar... implorei pra ele me deixar sair... e de resposta ele me deu o pau dele pra eu chupar... eu segurei com uma mão... tava morrendo de vontade de chupar ele... chupei um pouco e de repente a campainha tocou, era um dos meninos voltando... eu arrumei minha roupa rápido e saí correndo do prédio.
Eu saí de cima dela, nos abraçamos e beijamos bem fundo. Ela me olhou e disse:
— O que a gente vai fazer?
— Eu olhei pra ela com preocupação. e eu disse que não tinha a menor ideia.
Fomos dormir abraçados e ela disse que não iria trabalhar no dia seguinte, que o Osvaldo não falaria nada depois do que aconteceu. Nos abraçamos ainda mais forte. Eu amava ela profundamente.
Romina, minha puta safada, meu amor 4
De manhã, tomamos café juntos e fui sozinho pro trabalho, liguei minha moto e me sentia estranho sem minha mina atrás, nunca tinha sentido o que sentia por ela. Quando entrei no escritório, vi o Osvaldo desviando o olhar, falei que a Romi não tava bem, ele parecia preocupado, bati no ombro dele com força, como sempre fazia, dizendo: "tudo bem, mano?" E ri. Ele relaxou na hora e percebi que se sentia como se tivessem tirado uma tonelada das costas dele. "Viu como são as minas", falei, "logo já se sentem mal."
Naquele dia, trabalhei com a moto a todo vapor o dia inteiro, não conseguia me concentrar em nada, pensava e pensava e não via nada claro, era a história da minha vida, minha mãe com o porteiro, minha irmãzinha, o namorado dela. E ad infinitum. No fim da tarde, comecei a pensar na Romi, ninguém nunca me amou como ela e eu nunca amei ninguém como amava ela. Pela primeira vez, as coisas eram diferentes.
Quando cheguei em casa, ela me esperava com um frango assado que ela mesma tinha preparado, nos beijamos e brincamos por um bom tempo. Comemos em silêncio, mas felizes. Depois do jantar, fomos pra cama, nós dois tínhamos adiado a hora de deitar, olhei pra ela e falei:
— Ninguém vai dormir hoje?
— Parece que temos medo...
Entramos juntos no quarto, nos beijamos, nos acariciamos e nos despimos um ao outro.
Deitei sobre ela e fui colocando devagar, bem fundo, senti ela soltar o ar gemendo.
— Você gostaria de fazer com ele? — perguntei, e senti ela tremer.
— E você... — disse com voz de puta — ... gostaria de estar ouvindo do escritório ao lado... enquanto eu dou pra ele? — meti com força, os dois estávamos pegando fogo de repente, mais que excitados, muito. Violentos, de repente a situação era totalmente diferente, a doçura do começo se transformou num desejo desenfreado. A gente comeu bem forte sem falar nada, nos mordíamos e arranhávamos, o ar tava pesado entre nós. Os dois gozamos e começamos a nos acalmar e nos acariciar. A gente tava descansando e o telefone tocou. Romi atendeu.
— Oi, ah sim... Osvaldo. — e ela se levantou, eu via ela pelada do lado da cama — não, olha, ainda não sei se vou amanhã, não tô me sentindo muito bem.
Eu agarrei ela pela cintura e joguei de volta na cama, comecei a chupar a buceta dela enquanto ela falava com Osvaldo, a voz dela foi ficando mais mole e mais melada.
— Sim... tô sozinha.
— Ainda não consegui processar... não sei o que vou fazer. Qualquer coisa... — e ela parou de falar, me deu o telefone e eu desliguei. Montei nela de novo e meti.
— Você não me respondeu... — ela falou com voz de puta de novo.
— Você ia gostar... de ficar ouvindo como eu como... igual quando ele comia a outra vadiazinha... e bater uma siririca...? — e ela gozou de novo. Eu continuei por cima dela, bem quente, mas tentando me segurar o máximo possível, queria prolongar o momento ao máximo, era um momento intenso dos dois e eu não queria perder um segundo, queria aproveitar até o fim cada segundo. Num instante a situação mudou, vendo que eu aguentava sem gozar, ela me olhou nos olhos e falou de novo:
— Você vai bater uma punheta... enquanto o Osvaldo me come no escritório dele... e você nos escuta... olha, muito barulho não vou poder fazer... porque você vai estar lá... — ela tinha tomado o controle da situação, tive que parar de me mexer pra não gozar, ela me empurrava ainda mais longe.
— Você não vai poder comer ele se eu tiver no escritório...
— Isso eu resolvo... cê tem alguma dúvida...? — e a gente gozou de novo, mas agora juntos.
Descansamos um pouco na cama, ela me mandou ir na cozinha pegar algo pra beber, uma cerveja tava boa. Quando voltei pro quarto, ela tava com o telefone na mão. a mão fazendo uma ligação. Ela me fez sinal para ficar em silêncio.
– Osvaldo..., como você está, Romi..., é, me sinto um pouco melhor... – ela falava e me olhava o tempo todo, mostrando a língua e passando ela pelos lábios igual uma puta.
– Você vai..., bom..., então a gente fala à tarde..., acho que temos que esclarecer uma coisa... né?
Larguei a cerveja e me joguei de novo em cima dela, comecei a chupar a buceta dela e ela já tava ardendo de novo, a gente foi mais uma vez. Dessa vez ela montou em mim, sendo que geralmente ela não gosta de ficar por cima. Enquanto me cavalgava, ela disse:
– Ele vai lá à tarde... espero que não tenha muito trabalho... se você não estiver, vou com você..., ok? Na primeira vez que ele me comer..., você vai estar naquela sala... ouvindo... e batendo uma... – e gozou de novo, caindo no meu peito, me beijando e sorrindo. Eu não consegui gozar. Ela saiu de cima de mim, ficamos nos olhando e nos acariciando. Amanhã é outro dia, pensei, e agradeci mais uma vez, ela é minha garota.
**Romina, minha puta safada, meu amor**
Depois de muitos anos vivendo a loucura familiar da minha mãe e da minha irmã dividindo o namorado dessa última, além de outras doideiras que rolaram, aos meus 25 anos achei que era a hora certa de me afastar. Peguei a moto que meu pai me deu há muito tempo e uma grana que ele me liberou pra alugar um apartamento na capital. Arrumei um trampo de "motoboy", como a gente fala por aqui, e comecei a tentar reconstruir minha vida.
Conheci a Romina, que é o tipo de mina que eu curto, com uma bunda linda e um jeito de puta safada, sempre atrás de machos. Ela tinha acabado de fazer 22 anos e, desde que nos conhecemos, começamos a nos gostar e nos querer cada dia mais. Depois de quatro meses saindo, decidimos tentar morar juntos. Fiquei fascinado — ela se veste sempre de um jeito bem provocante, e nós dois amamos e ficamos de olho em tudo que ela causa.
A gente morava a duas quadras do Parque Centenário, no segundo mês da primavera. A Rominha vestindo uns shortinhos bem curtos que se enfiam naquela bunda linda e são a delícia de todo mundo que olha. Domingo à tarde, a gente passeava pelo parque; alguns caras olhavam pra ela, outros aproveitavam a multidão pra passar a mão, nem que fosse por um tempinho. Voltamos caminhando do parque pra casa num ritmo tranquilo, tomamos uns mates e fomos pra cama transar como feras. Enquanto a gente comia, eu por cima dela:
— Viu como olhavam pra minha bundinha, meu amor? — com a voz gostosa de puta.
— Sim... e você gosta, não é, puta?
— Não só eu, você também gosta, cachorrinho. Adorei quando a gente parou pra ver o chileno que conta piadas e aquele cara de cabelo cacheado começou a... Acariciando a bunda, não aguentava mais, você viu bem, né? Não pode me deixar sozinha por muito tempo.
– Por quê, o que você faria se estivesse sozinha?
– Ah, sei lá... talvez o cara me chamasse pra transar e como sou fogosa... Explodimos os dois como porcos e ficamos nos olhando nos olhos. Os olhos dele são de um verde profundo, depois da putaria a gente se beija e continua se abraçando, ela me diz que me ama e eu vejo isso nos olhos dela.
Vivemos quase seis meses de uma convivência linda, a gente transava o tempo todo como animais, nos sentíamos completos e apaixonados, era uma época maravilhosa e nada podia nos fazer sentir mal. A gente era feliz.
A empresa onde eu trabalhava fechou, então tive que procurar um novo emprego de motoboy. Me recomendaram um cara chamado Osvaldo, que era dono de uma e todo mundo o amava como um pai. Osvaldo tinha trinta anos, como eu estava começando, era um dos poucos que ficavam na empresa, a maioria dos caras já tinha clientes fixos, então quase não apareciam por lá.
A empresa era um apartamento de dois cômodos: num ficava a entrada com uns sofás onde a gente, os motoqueiros, se jogava, e no outro o escritório do Osvaldo, que trabalhava com a Daniela, uma gostosona de uns vinte e poucos anos também, que atendia os pedidos e tal. Toda vez que eu conversava com a Daniela, ela reclamava que o Osvaldo tratava ela mal, era a única que eu ouvia se queixar, mas sempre que a via, ela criticava ele. Com o tempo, comecei a notar algo estranho: eles se trancavam no escritório e eu comecei a ouvir os gemidos clássicos, cada vez mais altos, e era óbvio o que tava rolando lá dentro. Fiquei com tesão e comecei a bater uma, gozando dentro da minha própria roupa. A situação virou rotina, mas não parava de me deixar cada vez mais excitado. A Daniela saía muitas vezes terminando de se arrumar, toda vermelha, e ia direto pro banheiro.
Muitos meio-dias o Osvaldo me convidava pra comer num Coto que vivia lotado de gente, e ele ficava maluco olhando as... garotas, que ele ficava olhando a tanga de uma, que a outra era uma puta, que não podia ser tão puta e se vestir daquele jeito, enfim, obcecado total pelo assunto.
Na maioria das tardes, ele dava umas boas fodidas na Daniela, que depois ia embora com o namorado, que muitas vezes vinha buscá-la.
Toda vez que transava com a Romi, ele contava sobre o chefe e como me excitava saber que ele estava comendo aquela putinha ali, enquanto eu ouvia feito um punheteiro. Vale dizer que nossas conversas sobre sexo sempre rolavam na hora do love, no meio do ato, e os dois ficavam loucos:
— Que filho da puta que é seu chefe... e que puta que é aquela vagabunda.
— Pô, você não sabe como me excita saber que eles tão transando ali do lado, sem se importar com nada, e às vezes o namorado vem buscar ela e vão de abraço como se nada tivesse acontecido, e a puta acabou de ser comida.
— Que... você tá com inveja? Queria que eu fosse aquela puta e que seu chefe me comesse?
A gente gozava igual porcos e ficava se abraçando e se acariciando, dizendo que se amava.
No final de novembro, a Daniela brigou feio com o Osvaldo e disse que não trabalhava mais e que ia pro caralho. Fomos almoçar no meio-dia e o Osvaldo tava voando, o fim de ano tava chegando e com a quantidade de serviço que vinha, ele não sabia o que fazer. Ele me perguntou se eu não conhecia ninguém. Senti o corpo todo tremer e falei que minha namorada não tinha emprego, que se ele quisesse, podia perguntar pra ela. E, embora ele não tenha notado, minha voz falhou num momento, de nervoso. Naquela noite, enquanto jantávamos, comentei com a Romi sobre o trampo e ela disse que adoraria ganhar uma grana e sentir que também tava contribuindo pra nossa casa. Naquela noite, quando transamos, falei que ela ia ter que tomar cuidado com o Osvaldo, que iam passar muito tempo juntos.
— Cê acha... que eu não vou fazer ele ficar de pau duro...? — ela disse com voz de puta — ...mas cê viu que não consigo evitar..., os homens ficam excitados quando me veem... A gente gozou igual bestas, ela me olhou com Os olhos verdes dela e ela me disse que era maravilhoso, que nunca achou que fosse encontrar alguém como eu. Ficamos nos acariciando e conversando até tarde da noite.
Romina, minha puta safada, meu amor 2
No dia seguinte, falei com Osvaldo, que se mostrou grato por eu ter arrumado alguém de confiança. Ele me contou o que pretendia pagar pra ela. Tava perto do fim do ano, a época era boa profissionalmente, e ele ainda disse que, se era minha namorada, não podia ser nenhuma bocó. "Amanhã mesmo pode começar. Vem com você de manhã, eu vejo vocês e vou embora, que tenho uns corres pra fazer." Essa noite saímos pra jantar com a Romi e comemorar, foi mó legal e tentamos não dormir muito tarde, porque no dia seguinte ela começava e tava meio nervosa. Na manhã seguinte, ela se vestiu normal, o que na Romi significa sempre uma calça que marca bem a bunda com uma fio dental enterrada nela. Subimos na moto e a Ro me abraçou por trás, me apertava forte e falava alto no meu ouvido que me amava, que eu era o ser mais maravilhoso da terra e um monte de coisa assim. Me senti num filme de herói, pela primeira vez na vida me sentia completamente feliz. Entramos no escritório, o Osvaldo viu a Romi e eu vi que ele ficou impactado, não a conhecia e o putero que morava dentro dele já anotou na hora como minha mina era gostosa. Passamos pro escritório dele, que só tem uma mesa, umas cadeiras, o PC, o telefone e mais nada. "Bom", disse Osvaldo, "agora não tem muito serviço. Preciso sair, peço pra você explicar um pouco o trampo pra ela, que eu tenho coisa pra fazer. Não esquenta com o dia de trabalho, que te pago como se tivesse trabalhando na moto", ele falou e passou os nós dos dedos na minha cabeça com carinho, como sempre fazia. Falei pra ele parar de encher o saco, que não precisava me pagar nada.
Comecei a explicar o serviço pra Romi e depois de um tempo ela foi se soltando e começou a atender os pedidos com bastante jeito. Mais tarde, ela me disse: "Não te... Adoraria te comer aqui no escritório do seu chefe, a gente fecha a porta e você se vinga de quando ele comia aquela putinha e você batia uma do outro lado. Quer?, ela disse me olhando com aquela cara de puta. Fechei a porta e coloquei ela debruçada com a barriguinha na mesa, desabotoei a calça dela e fui descendo devagar, me impactou ver ela assim oferecida naquela mesa, a calcinha fio dental enfiada na bunda dela, desencaixei um pouco e puxei pro lado, abaixei o zíper da minha calça e comecei a brincar com a cabeça do meu pau na buceta dela. O telefone tocou e a Romi atendeu numa boa, enfiei devagar e comecei a bombar suave.
—Olha que o Osvaldo pode voltar e vai ficar puto se não me encontrar trabalhando... é meu primeiro dia de trabalho, amor... o que eu diria pro meu chefe se me pegasse assim... hein?
—E você gostaria que ele te pegasse assim...?
—Sim, mas você não devia estar aqui... talvez assim, debruçadinha na mesa atendendo algum telefone... cê acha que ele me ajudaria igual você faz?
Eu saí, virei ela, sentei ela na mesa e quando ia meter, ouvimos a porta do apartamento. Ajeitamos a roupa rápido. Quando o Osvaldo entrou, a gente tava todo vermelho. "Tá muito calor aqui dentro", ele disse, "vou abrir a janela". Peguei um dos pedidos que a Romi tinha anotado e fui trabalhar. Na rua, ficava pensando no que tava rolando no escritório, se eles tavam conversando e sobre o quê, minha cabeça a mil por hora. Só consegui voltar no fim da tarde pra buscar ela. Quando ela desceu, me beijou, subiu na moto e me abraçando de novo por trás, disse que me amava mais que tudo no mundo. Fomos devagar até em casa, curtindo nosso contato. No jantar, perguntei como foi com o Osvaldo e ela disse que tudo bem, que se eu quisesse saber mais, na cama ela contava, me olhou com aquela carinha de safada que ela faz e que eu amo. Vimos um pouco de TV e fomos pro quarto. A Romi foi primeiro. Quando entrei no quarto, ela tava pelada na cama. cama, a buceta dela tava depiladinha como sempre, comecei a chupar ela devagar do jeito que sei que ela adora, olhava nos olhos dela e ela sorriu pra mim. Não aconteceu quase nada com o Osvaldo, ele ficou um tempinho e teve que sair de novo. ela disse e sorriu.
-E nesse tempinho que ele ficou, aconteceu alguma coisa?
-Nada amor, só conversou bastante comigo e ficou olhando pra minha bunda toda vez que podia... acho que já deve saber desenhar de memória...
deitei em cima dela e comecei a meter devagar. Ela me olhou com aqueles olhos que são minha obsessão e disse, nada bobinho, ele só ficou estudando o terreno..., falava com aquele jeito de puta, vendo o que eu gosto..., o que não gosto..., e avaliando até onde ele pode chegar...
-E você, o que fez?
-E eu respondia às vezes brava..., mas sempre deixando ele perceber que meu corpo mostra que sou uma putinha... e que as cachorras....
-As cachorras o quê?
-Não conseguimos negar nada quando estamos no tesão, ela disse e eu gozei fundo na pussy dela, ao mesmo tempo que ela também gozava e a gente se abraçava e se beijava apaixonadamente. Te amo, meu amor, falei pra ela. Você é a coisa mais importante da minha vida. A gente ficou de novo até tarde, conversando, nos beijando e brincando com nossos corpos, sentíamos calor de lar e éramos gratos por ter nos encontrado.
Romina, minha puta safada, meu amor 3
O tempo foi passando, Osvaldo começou a tratar a Romi com mais confiança, mas não tinha tentado nada com ela; acho que, por ela ser minha namorada, talvez segurasse ele um pouco. Uma tarde fui buscá-la no escritório. Ela subiu na moto e me abraçou como sempre, dizendo que me amava, e sussurrou no meu ouvido que tinha que me contar uma coisa, Osvaldo tinha dado uma boa agarrada nela, que não ia entrar em detalhes agora, depois do jantar te conto..., na caminha..., meu amor?... e ela chupava atrás da minha orelhinha, senti ela apertar meu volume que já tava bem duro. Que tesão que você ficou..., disse e seguimos pra casa enquanto ela me abraçava com força. Uma vez em casa, jantamos e Durante toda a janta ela se recusou a falar sobre o assunto, ficou lavando a louça depois de comer e fazia tudo mais devagar, prolongando o momento.
— Vamos pra cama, love?
— Não se apressa, se tá com tesão, bate uma punheta. — e ela riu.
Ela mandou eu deitar que já me alcançava. Esperei ela deitado na cama, ela entrou no quarto com um conjunto de meia com liga, uma tanga e sem sutiã, fazendo uma dança erótica das mais gostosas.
— Bate uma punheta... quero ver você se masturbando pra mim... até você gozar — ela ordenou e continuou dançando sensual o tempo todo. Eu me tocava e não aguentei muito, deixei meu pau esguichar na direção dela. Ela veio pra cama e, deitando ao meu lado, me beijou suavemente nos lábios.
— Agora você tá mais calminho, descansa um pouco que a gente transa gostoso, senão você não ia aguentar nada... — Ela foi pra cozinha e voltou com uns copos de licor que a gente tinha comprado, brindamos por nós.
Ela foi descendo até meu pau que tava mole e molhou ele um pouquinho com licor, me deu uns beijinhos nele e me olhou.
— Quer que eu conte?
— Por favor.
— Bom, o Osvaldo fica me olhando o tempo todo e, sinceramente, num momento eu fiquei com tesão e com vontade de provocar ele mais... — ela parou a história e me chupou um pouco. Meu pau já tava duro de novo. Ela se deitou ao meu lado na cama e disse que era melhor eu meter logo, senão não ia conseguir me contar nada.
— Num momento eu sentei... e como sei que o Osvaldo fica muito ligado nesses detalhes, tinha ido no banheiro e ajustei a tanga bem pra cima... e como a calça é de cintura baixa..., quando sentei dava pra ver a tanga aparecendo...
— E aí...?
— O Osvaldo na hora meteu a mão..., eu recusei empurrando com a bunda, o que deixou ele mais excitado... — ela falou isso e eu comecei a meter mais forte.
— Continuo, love?
— Por favor!!! — ela sorriu e seguiu.
— Com a outra mão ele virou meu rosto e me beijou..., enquanto a gente se beijava, levantamos e ele começou a me acariciar o corpo todo... — E aí...?
— Não seja impaciente, amor... — disse ela, colocando uma voz bem putinha.
Eu meti bem fundo, tentando fazer ela falar, serrava ela com força e os dois gemíamos cada vez mais alto. Parei em cima dela e perguntei se ia continuar a história.
— Ele começou a desabotoar minha calça... eu não fiz nada pra impedir... mas ficava falando pra ele parar... que já tinha ido longe demais...
— E mais o quê? — falei enquanto enfiava até o fundo e deixava ela bem empalada. Ela me envolveu com as pernas por trás das minhas costas. Me olhou fixo nos olhos e disse:
— Ele me virou... e me colocou em cima da mesa igual você fez comigo... eu falei que ele podia me olhar... e me tocar... mas só isso.
— Que puta você é... puta...
— Você gosta que eu seja putinha...? Ele começou a passar a mão na minha bunda meio bruto... começou a falar que eu era uma puta provocadora de pau... e que o dele eu ia sentir até o fundo... Ele começou a abaixar o zíper... e olhando pra ele com cara de puta... tentei levantar minha calça e saí do escritório falando que não era certo o que a gente tava fazendo. Ele me seguiu até a outra sala e me jogou no sofá... eu tava com a calça no tornozelo e não conseguia levantar... Me deixa sair!!!, gritei... ele me deu um tapa não muito forte e falou: Cala a boca, provocadora de pau... — nessa hora eu senti ela gozar e meu orgasmo também chegou, gozamos juntos e nos abraçamos bem forte. Fiquei deitado em cima dela, meu pau ainda duro de tão excitado que eu tava.
— E mais o quê?
— Eu queria parar ali... mas a gente tava muito excitado... eu não conseguia controlar... implorei pra ele me deixar sair... e de resposta ele me deu o pau dele pra eu chupar... eu segurei com uma mão... tava morrendo de vontade de chupar ele... chupei um pouco e de repente a campainha tocou, era um dos meninos voltando... eu arrumei minha roupa rápido e saí correndo do prédio.
Eu saí de cima dela, nos abraçamos e beijamos bem fundo. Ela me olhou e disse:
— O que a gente vai fazer?
— Eu olhei pra ela com preocupação. e eu disse que não tinha a menor ideia.
Fomos dormir abraçados e ela disse que não iria trabalhar no dia seguinte, que o Osvaldo não falaria nada depois do que aconteceu. Nos abraçamos ainda mais forte. Eu amava ela profundamente.
Romina, minha puta safada, meu amor 4
De manhã, tomamos café juntos e fui sozinho pro trabalho, liguei minha moto e me sentia estranho sem minha mina atrás, nunca tinha sentido o que sentia por ela. Quando entrei no escritório, vi o Osvaldo desviando o olhar, falei que a Romi não tava bem, ele parecia preocupado, bati no ombro dele com força, como sempre fazia, dizendo: "tudo bem, mano?" E ri. Ele relaxou na hora e percebi que se sentia como se tivessem tirado uma tonelada das costas dele. "Viu como são as minas", falei, "logo já se sentem mal."
Naquele dia, trabalhei com a moto a todo vapor o dia inteiro, não conseguia me concentrar em nada, pensava e pensava e não via nada claro, era a história da minha vida, minha mãe com o porteiro, minha irmãzinha, o namorado dela. E ad infinitum. No fim da tarde, comecei a pensar na Romi, ninguém nunca me amou como ela e eu nunca amei ninguém como amava ela. Pela primeira vez, as coisas eram diferentes.
Quando cheguei em casa, ela me esperava com um frango assado que ela mesma tinha preparado, nos beijamos e brincamos por um bom tempo. Comemos em silêncio, mas felizes. Depois do jantar, fomos pra cama, nós dois tínhamos adiado a hora de deitar, olhei pra ela e falei:
— Ninguém vai dormir hoje?
— Parece que temos medo...
Entramos juntos no quarto, nos beijamos, nos acariciamos e nos despimos um ao outro.
Deitei sobre ela e fui colocando devagar, bem fundo, senti ela soltar o ar gemendo.
— Você gostaria de fazer com ele? — perguntei, e senti ela tremer.
— E você... — disse com voz de puta — ... gostaria de estar ouvindo do escritório ao lado... enquanto eu dou pra ele? — meti com força, os dois estávamos pegando fogo de repente, mais que excitados, muito. Violentos, de repente a situação era totalmente diferente, a doçura do começo se transformou num desejo desenfreado. A gente comeu bem forte sem falar nada, nos mordíamos e arranhávamos, o ar tava pesado entre nós. Os dois gozamos e começamos a nos acalmar e nos acariciar. A gente tava descansando e o telefone tocou. Romi atendeu.
— Oi, ah sim... Osvaldo. — e ela se levantou, eu via ela pelada do lado da cama — não, olha, ainda não sei se vou amanhã, não tô me sentindo muito bem.
Eu agarrei ela pela cintura e joguei de volta na cama, comecei a chupar a buceta dela enquanto ela falava com Osvaldo, a voz dela foi ficando mais mole e mais melada.
— Sim... tô sozinha.
— Ainda não consegui processar... não sei o que vou fazer. Qualquer coisa... — e ela parou de falar, me deu o telefone e eu desliguei. Montei nela de novo e meti.
— Você não me respondeu... — ela falou com voz de puta de novo.
— Você ia gostar... de ficar ouvindo como eu como... igual quando ele comia a outra vadiazinha... e bater uma siririca...? — e ela gozou de novo. Eu continuei por cima dela, bem quente, mas tentando me segurar o máximo possível, queria prolongar o momento ao máximo, era um momento intenso dos dois e eu não queria perder um segundo, queria aproveitar até o fim cada segundo. Num instante a situação mudou, vendo que eu aguentava sem gozar, ela me olhou nos olhos e falou de novo:
— Você vai bater uma punheta... enquanto o Osvaldo me come no escritório dele... e você nos escuta... olha, muito barulho não vou poder fazer... porque você vai estar lá... — ela tinha tomado o controle da situação, tive que parar de me mexer pra não gozar, ela me empurrava ainda mais longe.
— Você não vai poder comer ele se eu tiver no escritório...
— Isso eu resolvo... cê tem alguma dúvida...? — e a gente gozou de novo, mas agora juntos.
Descansamos um pouco na cama, ela me mandou ir na cozinha pegar algo pra beber, uma cerveja tava boa. Quando voltei pro quarto, ela tava com o telefone na mão. a mão fazendo uma ligação. Ela me fez sinal para ficar em silêncio.
– Osvaldo..., como você está, Romi..., é, me sinto um pouco melhor... – ela falava e me olhava o tempo todo, mostrando a língua e passando ela pelos lábios igual uma puta.
– Você vai..., bom..., então a gente fala à tarde..., acho que temos que esclarecer uma coisa... né?
Larguei a cerveja e me joguei de novo em cima dela, comecei a chupar a buceta dela e ela já tava ardendo de novo, a gente foi mais uma vez. Dessa vez ela montou em mim, sendo que geralmente ela não gosta de ficar por cima. Enquanto me cavalgava, ela disse:
– Ele vai lá à tarde... espero que não tenha muito trabalho... se você não estiver, vou com você..., ok? Na primeira vez que ele me comer..., você vai estar naquela sala... ouvindo... e batendo uma... – e gozou de novo, caindo no meu peito, me beijando e sorrindo. Eu não consegui gozar. Ela saiu de cima de mim, ficamos nos olhando e nos acariciando. Amanhã é outro dia, pensei, e agradeci mais uma vez, ela é minha garota.
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