Em janeiro deste ano, a gente foi com quatro amigas pra Cuba por duas semanas.
A ideia surgiu em novembro do ano passado, quando a gente começou a pensar (na verdade, meio na zoeira) com minha amiga Vane pra onde a gente podia ir. As duas tavam afim de viajar pra algum lugar bem da hora fora do país que tivesse praia. Na hora a gente pensou em Cuba.
A ideia foi tomando forma e a gente começou a falar com algumas amigas dela e minhas. No final, quatro minas confirmaram que iam com a gente.
Durante o que sobrou de novembro e dezembro, a gente se dedicou a organizar a viagem toda, ver o que dava pra fazer, onde se hospedar, etc; além de tirar passaporte (duas das minas não tinham), comprar as passagens e outras coisas.
Como eu tinha dito, no total éramos cinco:
Daiana (ou Dai) tinha 24 anos, solteira, bem magrinha e com uns peitões enormes, baixinha, morena e de olhos castanhos, era amiga da Vane e conhecida minha. Maria Eugênia (ou Maru) tinha 25 anos, mais alta, peito pequeno mas uma bunda enorme, namorava há 6 anos, cabelo castanho claro e olhos castanhos, amiga da Vane. Úrsula (o nome era esse mesmo, mas desde pequena chamavam de Laly, como podem imaginar, odiava o nome) tinha 25 anos, solteira, também bem peituda e magra, loira e de olhos azuis, era minha amiga.
Chegamos no aeroporto internacional de Havana numa sexta às 8h30. A partir daquele dia, a gente ia ficar 4 dias explorando a cidade pra depois ir pra outros destinos.
Durante os dias que a gente ficava em Havana, íamos ficar num hostel que já tínhamos reservado, um pouco afastado do centro, mas era o único que a gente tinha encontrado.
O quarto onde a gente ia dormir era enorme e na verdade era pra 8 pessoas, mas a gente pagou a diferença da grana pra ficar só nós mesmas.
No dia que a gente chegou, depois de se arrumar, Laly entrou no chuveiro enquanto Vane esperava a vez dela pra tomar banho depois. Maru foi ligar pro namorado e eu e a Dai fomos dar uma volta pelo hostel pra ver qual era.
Além do lugar ser incrível, o pessoal era super gente boa! Tava cheio de estrangeiro, fiquei surpresa com a quantidade que tinha.
Logo de cara a gente fez amizade com um grupo de chilenos que tava hospedado lá e eles avisaram que, como toda sexta, à noite ia ter festa no hostel.
A ideia era simples: toda sexta montavam no parque do hostel e ao redor da piscina duas ou três barracas com bebida liberada e colocavam música pra dançar. Todo mundo que tava hospedado lá era convidado, claro, e às vezes vinha gente de fora também.
Com as minas a gente saiu pra jantar fora e depois de dar uma volta pela cidade à noite (linda demais!) voltamos pra festa do hostel. Diferente de outras vezes, tanto eu quanto minhas amigas estávamos vestidas bem na base do "tanto faz".
O pessoal tava todo mundo bem simples, e até no hostel cada um ia pro parque do jeito que queria, mas o clima era de simplicidade. Eu tinha vestido umas sandálias pretas, um mini short preto também bem gostoso e uma regata branca. Essa noite tava muito calor, dava vontade de ficar quase pelada.
Quando chegamos no parque, vimos um monte de gente. Uns dançavam, outros bebiam nas duas barracas que tinham montado, outros estavam dentro da piscina tomando um drink, outros sentados conversando. Muita música, luzes coloridas e um clima foda!
O engraçado foi a placa enorme escrita em quatro idiomas que tinha na piscina: "PROIBIDO TRANSAR DENTRO DA PISCINA. SEXO ORAL TAMBÉM CONTA COMO SEXO"
Com as minas a gente morreu de rir quando viu aquilo. Me deu a impressão de que era uma daquelas regras que ninguém segue.
Quando a gente se deu conta, já tinham passado duas horas e a gente tava se divertindo pra caralho. Dançando um pouco, conversando um pouco. Tinha uns casais se pegando em alguns cantos. Várias minas e caras dentro da piscina, alguns de biquíni e Outros de cueca.
Aos poucos o clima foi esquentando. A Vane tava falando fazia um tempão com um cubano. A Dai eu tinha perdido de vista. A Laly tava dançando na pista com a Maru.
Eu também tava na pista quando resolvi ir no balcão pedir alguma coisa, tava morrendo de sede. Na hora, dois caras que tinham me encarado o tempo todo chegaram perto. Eram dois irmãos italianos, gostosões pra caralho. Tavam há um ano fora do país, viajando por todo o continente americano. Falavam espanhol perfeitamente.
A gente logo se enturmou também, aliás, todo mundo daquele hostel era gente boa. Batemos um papo legal e um deles perguntou pela Maru. Falei pra eles me acompanharem até a pista.
Os italianos não tinham muito filtro. Não ligavam de meter a mão na hora. Assim que comecei a dançar com o irmão mais velho, ele colocou a mão na minha cintura, foi descendo devagar até chegar na bunda, apertando de leve.
Enquanto isso, o outro dançava com a Maru, que não tava com cara de muito animada, digamos. Parecia que tinha aceitado dançar porque não tinha outra opção.
Quando fui ver, eu tava na pista trocando beijo com o cara. Tentei olhar pra ver o que as outras minas tavam fazendo, mas só consegui ver a Laly, que tinha pulado na piscina e tava só de calcinha e sutiã. "Que puta", pensei, sabendo como ela era.
De repente, a Maru chega e fala que ia dormir, que tava morrendo de sono e queria escrever pro namorado. O italiano (o irmão mais novo, com quem eu tava) ficou na mão. "Fala sério, vai tranquila", falei, pensando ao mesmo tempo: "Que chata do caralho".
Pedii desculpas pro meu gato, explicando a situação como dava. Mas, mesmo assim, o fato dela ter namorado não era desculpa pra ter agido daquele jeito.
Eu continuei pegando o meu gato, mas dessa vez o negócio tinha subido de tom. Além dos beijos de língua, agora ele tava apertando meus peitos pra caralho, amassando tudo ali na frente de todo mundo. sem nenhum problema.
Meus bicos ficaram duros de tesão, junto com a regata branca, fazia meu cara ficar realmente louco. Na hora saímos do bar e fomos para um canto nos agarrar. Depois ele tirou minha regata e falou pra gente entrar na piscina.
Eu tava muito tarada e tinha bebido pra caralho, então tirei tudo e fiquei só de fio dental e sutiã. O cara ficou só de cueca. Nós dois entramos na piscina e começamos a nos apalpar por todo lado.
A Laly tava de topless, com os peitos de fora, e um cara baixinho tava chupando as tetas dela enquanto mantinha uma mão debaixo d'água passando a mão na buceta dela.
Enquanto o italiano não parava de apertar meus peitos, perguntei:
- Isso sempre fica tão sem controle assim?
- Só às sextas, nos outros dias não pode. Ele respondeu sem parar de me tocar.
Eu ri e continuei com a nossa, mas dessa vez eu tinha tirado a pica dele pra fora da cueca e tava batendo uma pra ele.
Enquanto isso, umas 10 casas estavam na mesma, algumas pessoas não faziam nada, só dançavam, bebiam e olhavam, mas eram minoria.
Quando virei pra ver a Laly de novo, notei que alguém encostava a pica dura toda no meu rabo, me segurando com as duas mãos nos peitos, amassando e apalpando eles.
Quando tentei me virar pra ver quem era o ousado, meu cara não deixou, começou a esfregar minha buceta e com a mão segurou meu rosto, como quem diz "A gente faz o que quer com você". Mesmo assim, consegui virar a cabeça de leve e ver quem era: o irmão mais novo dele.
Quando já não aguentava mais de tesão, saímos da piscina (tava tudo transparente em mim por causa da roupa íntima molhada), e peguei na mão dos dois irmãos, indo direto pro meu quarto.
Ao entrar, me deparei com uma cena que não esperava. Laly tava de quatro e atrás dela o cara cubano metendo nela com toda a luxúria. Duas camas mais pra Do lado direito, a Maru tava tentando dormir.
Na hora, fomos pra minha cama, bem do lado da da Laly. Enquanto eu não parava de olhar como ela tava sendo comida, um dos italianos colocava a camisinha. Logo me deitou de barriga pra cima e, com a cara da Laly quase encostando no meu corpo, ele se preparou pra me penetrar.
"Ai! Ai! Ai!", comecei a gemer pra caralho. Mas na mesma hora, o irmão mais novo meteu a pica na minha boca e eu não consegui mais gritar. Só dava pra ouvir os gemidos da Laly, que não parava de berrar.
Pensei num instante na Maru, que tava toda coberta com um cobertor até a cabeça e olhando pro outro lado. "Que se foda por ser otária."
Com as mãos dele nas minhas pernas pra manter bem abertas, um dos meus caras não fazia outra coisa senão olhar como o pau dele entrava e saía da minha buceta depilada.
De vez em quando, ele tirava o olhar pra ver como meus peitos balançavam, depois olhava pra Laly e voltava pro que tava fazendo. Começou a falar umas coisas que não entendi nada. Imaginei que fosse algo tipo "que puta".
O irmão dele continuava me comendo pela boca, de vez em quando tirava a pica pra deixar eu respirar um pouco, e depois metia de novo. Era um selvagem e não tinha muita pena. Ao meu redor, tava tudo cheio da minha saliva, os lençóis que caíam quando ele me fazia engasgar.
Depois de um tempo assim, o cubano que tava comendo a Laly de quatro tirou a pica pra mudar ela de posição. Eu aproveitei pra olhar e fiquei chocada. A pica que a magrinha tava mamando era inacreditável! "Cubano, só podia."
Uns 5 minutos depois, mais ou menos, eu explodi num orgasmo intenso, acho que não aguentei nem 15 minutos gozando. Tava quente demais e não me segurei. No exato momento em que eu terminava de gozar, a porta abriu. Era a Daiana.
"Ah, beleza! Aqui rolou a putaria e ninguém me chamou!", ela gritou, morrendo de rir.
A Daiana sentou na cama, tirou toda a roupa e ficou só de fio dental. Sentou bem pertinho de mim e da Laly, enquanto olhava de perto como a gente tava sendo comida. Na hora, Maru se descobriu toda e virou de lado. O quarto tava uma bagunça e ela era a única que não tava se divertindo.
- Vai, Maru, curte um pouco. - Falou a Dai.
- Não dá, tenho namorado. - Respondeu Maru.
- E vai me dizer que nunca fez ele de corno?
- Não! - Respondeu na hora.
- Bom, mas tudo bem, vai!
Maru pensou por um instante, mas logo virou de lado pra não olhar mais. Todas sabíamos que no fundo ela tava pegando fogo de tesão.
O irmão mais velho que tinha me fodido, tirou a pica da minha buceta e me colocou de quatro. De novo começou a meter enquanto agora o irmão dele continuava me comendo pela boca. "Esse cara é obcecado pela minha boca", pensei.
Eu não aguentava mais tossir com as engasgadas que ele tava me fazendo dar. Ao mesmo tempo que entrava a pica do irmão dele, entrava a dele na minha boca. Tavam sincronizados perfeito, metendo e tirando no mesmo ritmo as rolas.
Enquanto isso, ele continuava falando umas coisas em italiano, mas já passavam despercebidas. Depois o cara me pega com as duas mãos no cabelo e começa a puxar pra trás enquanto o pau dele não parava de entrar e sair.
Daiana, enquanto via tudo aquilo, tinha puxado a tanga e se esfregava levemente no clitóris. Tava excitadíssima.
Assim que meu cara cansou de me comer pela boca, colocou uma camisinha e foi pra cima da Dai. Na hora, sem dizer nada, puxou a tanga dela e meteu. Daiana começou a gritar que nem uma puta e em poucos segundos gozou. A louca não aguentava mais!
Depois o cara dela continuou na ação e começou a macetar ela num ritmo bem rápido.
Eu, enquanto isso, acabei deitando de barriga pra baixo, com a raba bem levantada, sentindo a pica do meu cara enterrar até o fundo, voltar a sair e de novo pra dentro. Uma das minhas mãos tava por baixo do meu corpo, me esfregando no clitóris.
Depois de uns 10 minutos no máximo fazendo isso, não aguentei mais e explodi num orgasmo violento. Mais intenso que o anterior. Meu corpo inteiro tremeu e eu tirei minha mão da buceta de tanta sensibilidade que tinha me dado. Enquanto isso, meu cara continuava me metendo.
Depois de um tempo, me levantei e mandei ele deitar no italiano. Subi em cima dele e comecei a cavalgar. Pulando igual uma puta, gemendo, gritando, e com minhas tetas balançando pra todo lado, montei ele por uns 15 ou 20 minutos.
No meio tempo, o outro maluco que tava comendo a Dai, deixou ela de quatro. A Laly tinha gozado de novo e agora tava chupando a rola do macho dela. Logo o cara gozou, soltando toda a porra na boca dela. A Laly não teve problema em engolir tudo e sentou pra nos observar.
Eu, enquanto isso, continuava em cima do meu cara, cavalgando com tudo. Depois me levantei, tirei a camisinha e comecei a chupar ele, seguindo os passos da minha outra amiga. Queria gozo.
Me ajoelhei na frente dele e comecei a mamar a rola com muita facilidade, já tinha comido muitas bem maiores, então a desse cara entrava até o fundo como se fosse nada.
Cuspia nela, pegava com a mão e apertava enquanto batia uma com a língua tocando a ponta do pau. Fiquei assim por um tempo até pedir pra minha amiga Laly chegar perto.
Laly começou a chupar junto comigo, e entre as duas fizemos ele gozar na hora. O cara soltou uns jatos de porra grossa que foram direto na minha garganta.
Engoli toda a porra, abri a boca e mostrei como um troféu, engolindo tudo como uma boa puta.
Na hora olhei pra Dai, o cara tava pedindo pra ela tomar o gozo dele. Mas a Daiana não quis (parece que não curtia muito essa onda). Imediatamente me levantei do chão e fui até ele.
Comi então a rola dele ainda com restos de porra do outro cara. Logo comecei a chupar desesperada como se não tivesse acabado de mamar um.
Na hora o cara tirou a rola da minha boca e, me puxando pelo cabelo, começou a bater uma até começou a soltar uma porrada de porra grossa dentro da minha boca. Dessa vez tive que ir engolindo aos poucos porque a quantidade de porra que ela tinha me dado era enorme.
O quarto agora estava em silêncio. Os caras estavam se vestindo pra ir embora enquanto a Laly se enfiava pelada na cama. A Dai tinha entrado no chuveiro e eu só vesti uma camiseta pra dormir. Não sabia nem onde estava minha calcinha. O quarto era uma zona.
A Maru devia estar feliz que a noite tinha acabado. Agora sim ela ia conseguir dormir.
- Eu e a Vane? Cadê ela? Perguntei quase gritando quando percebi que não via ela há um tempão.
- A última vez que vi ela tava com um cara se pegando, deve estar transando em algum canto. Me disse a Laly.
- Com certeza... com certeza. Respondi.
Eram umas 6 da manhã. A Daiana saiu do chuveiro pelada e se enfiou na cama. A Laly e a Maru já tinham dormido.
Quando eu tava quase pegando no sono, a porta abre. Era a Vane.
- Cadê você foi se meter?
- Ai, boluda, você não sabe! Fiquei com um cubano lindo! Quarto 13, tudo cubano. Temos que ir!
- Haha, era óbvio que você tava transando
- E vocês?
- Teve uma festinha aqui, foi mó legal. A Maru não entrou na onda. Qual é a dela? Perguntei bem baixinho pra ela não ouvir.
- Ela vai entrar. O namorado é o maior corno do planeta.
- Sério? Ela disse que nunca tinha traído ele
- É uma sonsa, dá tempo que quando ela desembestar, come todo mundo.
Adormeci com as últimas palavras, pensando que vir pra esse hostel foi a melhor decisão que a gente podia ter tomado.
"A gente se deu bem", pensei.
A ideia surgiu em novembro do ano passado, quando a gente começou a pensar (na verdade, meio na zoeira) com minha amiga Vane pra onde a gente podia ir. As duas tavam afim de viajar pra algum lugar bem da hora fora do país que tivesse praia. Na hora a gente pensou em Cuba.
A ideia foi tomando forma e a gente começou a falar com algumas amigas dela e minhas. No final, quatro minas confirmaram que iam com a gente.
Durante o que sobrou de novembro e dezembro, a gente se dedicou a organizar a viagem toda, ver o que dava pra fazer, onde se hospedar, etc; além de tirar passaporte (duas das minas não tinham), comprar as passagens e outras coisas.
Como eu tinha dito, no total éramos cinco:
Daiana (ou Dai) tinha 24 anos, solteira, bem magrinha e com uns peitões enormes, baixinha, morena e de olhos castanhos, era amiga da Vane e conhecida minha. Maria Eugênia (ou Maru) tinha 25 anos, mais alta, peito pequeno mas uma bunda enorme, namorava há 6 anos, cabelo castanho claro e olhos castanhos, amiga da Vane. Úrsula (o nome era esse mesmo, mas desde pequena chamavam de Laly, como podem imaginar, odiava o nome) tinha 25 anos, solteira, também bem peituda e magra, loira e de olhos azuis, era minha amiga.
Chegamos no aeroporto internacional de Havana numa sexta às 8h30. A partir daquele dia, a gente ia ficar 4 dias explorando a cidade pra depois ir pra outros destinos.
Durante os dias que a gente ficava em Havana, íamos ficar num hostel que já tínhamos reservado, um pouco afastado do centro, mas era o único que a gente tinha encontrado.
O quarto onde a gente ia dormir era enorme e na verdade era pra 8 pessoas, mas a gente pagou a diferença da grana pra ficar só nós mesmas.
No dia que a gente chegou, depois de se arrumar, Laly entrou no chuveiro enquanto Vane esperava a vez dela pra tomar banho depois. Maru foi ligar pro namorado e eu e a Dai fomos dar uma volta pelo hostel pra ver qual era.
Além do lugar ser incrível, o pessoal era super gente boa! Tava cheio de estrangeiro, fiquei surpresa com a quantidade que tinha.
Logo de cara a gente fez amizade com um grupo de chilenos que tava hospedado lá e eles avisaram que, como toda sexta, à noite ia ter festa no hostel.
A ideia era simples: toda sexta montavam no parque do hostel e ao redor da piscina duas ou três barracas com bebida liberada e colocavam música pra dançar. Todo mundo que tava hospedado lá era convidado, claro, e às vezes vinha gente de fora também.
Com as minas a gente saiu pra jantar fora e depois de dar uma volta pela cidade à noite (linda demais!) voltamos pra festa do hostel. Diferente de outras vezes, tanto eu quanto minhas amigas estávamos vestidas bem na base do "tanto faz".
O pessoal tava todo mundo bem simples, e até no hostel cada um ia pro parque do jeito que queria, mas o clima era de simplicidade. Eu tinha vestido umas sandálias pretas, um mini short preto também bem gostoso e uma regata branca. Essa noite tava muito calor, dava vontade de ficar quase pelada.
Quando chegamos no parque, vimos um monte de gente. Uns dançavam, outros bebiam nas duas barracas que tinham montado, outros estavam dentro da piscina tomando um drink, outros sentados conversando. Muita música, luzes coloridas e um clima foda!
O engraçado foi a placa enorme escrita em quatro idiomas que tinha na piscina: "PROIBIDO TRANSAR DENTRO DA PISCINA. SEXO ORAL TAMBÉM CONTA COMO SEXO"
Com as minas a gente morreu de rir quando viu aquilo. Me deu a impressão de que era uma daquelas regras que ninguém segue.
Quando a gente se deu conta, já tinham passado duas horas e a gente tava se divertindo pra caralho. Dançando um pouco, conversando um pouco. Tinha uns casais se pegando em alguns cantos. Várias minas e caras dentro da piscina, alguns de biquíni e Outros de cueca.
Aos poucos o clima foi esquentando. A Vane tava falando fazia um tempão com um cubano. A Dai eu tinha perdido de vista. A Laly tava dançando na pista com a Maru.
Eu também tava na pista quando resolvi ir no balcão pedir alguma coisa, tava morrendo de sede. Na hora, dois caras que tinham me encarado o tempo todo chegaram perto. Eram dois irmãos italianos, gostosões pra caralho. Tavam há um ano fora do país, viajando por todo o continente americano. Falavam espanhol perfeitamente.
A gente logo se enturmou também, aliás, todo mundo daquele hostel era gente boa. Batemos um papo legal e um deles perguntou pela Maru. Falei pra eles me acompanharem até a pista.
Os italianos não tinham muito filtro. Não ligavam de meter a mão na hora. Assim que comecei a dançar com o irmão mais velho, ele colocou a mão na minha cintura, foi descendo devagar até chegar na bunda, apertando de leve.
Enquanto isso, o outro dançava com a Maru, que não tava com cara de muito animada, digamos. Parecia que tinha aceitado dançar porque não tinha outra opção.
Quando fui ver, eu tava na pista trocando beijo com o cara. Tentei olhar pra ver o que as outras minas tavam fazendo, mas só consegui ver a Laly, que tinha pulado na piscina e tava só de calcinha e sutiã. "Que puta", pensei, sabendo como ela era.
De repente, a Maru chega e fala que ia dormir, que tava morrendo de sono e queria escrever pro namorado. O italiano (o irmão mais novo, com quem eu tava) ficou na mão. "Fala sério, vai tranquila", falei, pensando ao mesmo tempo: "Que chata do caralho".
Pedii desculpas pro meu gato, explicando a situação como dava. Mas, mesmo assim, o fato dela ter namorado não era desculpa pra ter agido daquele jeito.
Eu continuei pegando o meu gato, mas dessa vez o negócio tinha subido de tom. Além dos beijos de língua, agora ele tava apertando meus peitos pra caralho, amassando tudo ali na frente de todo mundo. sem nenhum problema.
Meus bicos ficaram duros de tesão, junto com a regata branca, fazia meu cara ficar realmente louco. Na hora saímos do bar e fomos para um canto nos agarrar. Depois ele tirou minha regata e falou pra gente entrar na piscina.
Eu tava muito tarada e tinha bebido pra caralho, então tirei tudo e fiquei só de fio dental e sutiã. O cara ficou só de cueca. Nós dois entramos na piscina e começamos a nos apalpar por todo lado.
A Laly tava de topless, com os peitos de fora, e um cara baixinho tava chupando as tetas dela enquanto mantinha uma mão debaixo d'água passando a mão na buceta dela.
Enquanto o italiano não parava de apertar meus peitos, perguntei:
- Isso sempre fica tão sem controle assim?
- Só às sextas, nos outros dias não pode. Ele respondeu sem parar de me tocar.
Eu ri e continuei com a nossa, mas dessa vez eu tinha tirado a pica dele pra fora da cueca e tava batendo uma pra ele.
Enquanto isso, umas 10 casas estavam na mesma, algumas pessoas não faziam nada, só dançavam, bebiam e olhavam, mas eram minoria.
Quando virei pra ver a Laly de novo, notei que alguém encostava a pica dura toda no meu rabo, me segurando com as duas mãos nos peitos, amassando e apalpando eles.
Quando tentei me virar pra ver quem era o ousado, meu cara não deixou, começou a esfregar minha buceta e com a mão segurou meu rosto, como quem diz "A gente faz o que quer com você". Mesmo assim, consegui virar a cabeça de leve e ver quem era: o irmão mais novo dele.
Quando já não aguentava mais de tesão, saímos da piscina (tava tudo transparente em mim por causa da roupa íntima molhada), e peguei na mão dos dois irmãos, indo direto pro meu quarto.
Ao entrar, me deparei com uma cena que não esperava. Laly tava de quatro e atrás dela o cara cubano metendo nela com toda a luxúria. Duas camas mais pra Do lado direito, a Maru tava tentando dormir.
Na hora, fomos pra minha cama, bem do lado da da Laly. Enquanto eu não parava de olhar como ela tava sendo comida, um dos italianos colocava a camisinha. Logo me deitou de barriga pra cima e, com a cara da Laly quase encostando no meu corpo, ele se preparou pra me penetrar.
"Ai! Ai! Ai!", comecei a gemer pra caralho. Mas na mesma hora, o irmão mais novo meteu a pica na minha boca e eu não consegui mais gritar. Só dava pra ouvir os gemidos da Laly, que não parava de berrar.
Pensei num instante na Maru, que tava toda coberta com um cobertor até a cabeça e olhando pro outro lado. "Que se foda por ser otária."
Com as mãos dele nas minhas pernas pra manter bem abertas, um dos meus caras não fazia outra coisa senão olhar como o pau dele entrava e saía da minha buceta depilada.
De vez em quando, ele tirava o olhar pra ver como meus peitos balançavam, depois olhava pra Laly e voltava pro que tava fazendo. Começou a falar umas coisas que não entendi nada. Imaginei que fosse algo tipo "que puta".
O irmão dele continuava me comendo pela boca, de vez em quando tirava a pica pra deixar eu respirar um pouco, e depois metia de novo. Era um selvagem e não tinha muita pena. Ao meu redor, tava tudo cheio da minha saliva, os lençóis que caíam quando ele me fazia engasgar.
Depois de um tempo assim, o cubano que tava comendo a Laly de quatro tirou a pica pra mudar ela de posição. Eu aproveitei pra olhar e fiquei chocada. A pica que a magrinha tava mamando era inacreditável! "Cubano, só podia."
Uns 5 minutos depois, mais ou menos, eu explodi num orgasmo intenso, acho que não aguentei nem 15 minutos gozando. Tava quente demais e não me segurei. No exato momento em que eu terminava de gozar, a porta abriu. Era a Daiana.
"Ah, beleza! Aqui rolou a putaria e ninguém me chamou!", ela gritou, morrendo de rir.
A Daiana sentou na cama, tirou toda a roupa e ficou só de fio dental. Sentou bem pertinho de mim e da Laly, enquanto olhava de perto como a gente tava sendo comida. Na hora, Maru se descobriu toda e virou de lado. O quarto tava uma bagunça e ela era a única que não tava se divertindo.
- Vai, Maru, curte um pouco. - Falou a Dai.
- Não dá, tenho namorado. - Respondeu Maru.
- E vai me dizer que nunca fez ele de corno?
- Não! - Respondeu na hora.
- Bom, mas tudo bem, vai!
Maru pensou por um instante, mas logo virou de lado pra não olhar mais. Todas sabíamos que no fundo ela tava pegando fogo de tesão.
O irmão mais velho que tinha me fodido, tirou a pica da minha buceta e me colocou de quatro. De novo começou a meter enquanto agora o irmão dele continuava me comendo pela boca. "Esse cara é obcecado pela minha boca", pensei.
Eu não aguentava mais tossir com as engasgadas que ele tava me fazendo dar. Ao mesmo tempo que entrava a pica do irmão dele, entrava a dele na minha boca. Tavam sincronizados perfeito, metendo e tirando no mesmo ritmo as rolas.
Enquanto isso, ele continuava falando umas coisas em italiano, mas já passavam despercebidas. Depois o cara me pega com as duas mãos no cabelo e começa a puxar pra trás enquanto o pau dele não parava de entrar e sair.
Daiana, enquanto via tudo aquilo, tinha puxado a tanga e se esfregava levemente no clitóris. Tava excitadíssima.
Assim que meu cara cansou de me comer pela boca, colocou uma camisinha e foi pra cima da Dai. Na hora, sem dizer nada, puxou a tanga dela e meteu. Daiana começou a gritar que nem uma puta e em poucos segundos gozou. A louca não aguentava mais!
Depois o cara dela continuou na ação e começou a macetar ela num ritmo bem rápido.
Eu, enquanto isso, acabei deitando de barriga pra baixo, com a raba bem levantada, sentindo a pica do meu cara enterrar até o fundo, voltar a sair e de novo pra dentro. Uma das minhas mãos tava por baixo do meu corpo, me esfregando no clitóris.
Depois de uns 10 minutos no máximo fazendo isso, não aguentei mais e explodi num orgasmo violento. Mais intenso que o anterior. Meu corpo inteiro tremeu e eu tirei minha mão da buceta de tanta sensibilidade que tinha me dado. Enquanto isso, meu cara continuava me metendo.
Depois de um tempo, me levantei e mandei ele deitar no italiano. Subi em cima dele e comecei a cavalgar. Pulando igual uma puta, gemendo, gritando, e com minhas tetas balançando pra todo lado, montei ele por uns 15 ou 20 minutos.
No meio tempo, o outro maluco que tava comendo a Dai, deixou ela de quatro. A Laly tinha gozado de novo e agora tava chupando a rola do macho dela. Logo o cara gozou, soltando toda a porra na boca dela. A Laly não teve problema em engolir tudo e sentou pra nos observar.
Eu, enquanto isso, continuava em cima do meu cara, cavalgando com tudo. Depois me levantei, tirei a camisinha e comecei a chupar ele, seguindo os passos da minha outra amiga. Queria gozo.
Me ajoelhei na frente dele e comecei a mamar a rola com muita facilidade, já tinha comido muitas bem maiores, então a desse cara entrava até o fundo como se fosse nada.
Cuspia nela, pegava com a mão e apertava enquanto batia uma com a língua tocando a ponta do pau. Fiquei assim por um tempo até pedir pra minha amiga Laly chegar perto.
Laly começou a chupar junto comigo, e entre as duas fizemos ele gozar na hora. O cara soltou uns jatos de porra grossa que foram direto na minha garganta.
Engoli toda a porra, abri a boca e mostrei como um troféu, engolindo tudo como uma boa puta.
Na hora olhei pra Dai, o cara tava pedindo pra ela tomar o gozo dele. Mas a Daiana não quis (parece que não curtia muito essa onda). Imediatamente me levantei do chão e fui até ele.
Comi então a rola dele ainda com restos de porra do outro cara. Logo comecei a chupar desesperada como se não tivesse acabado de mamar um.
Na hora o cara tirou a rola da minha boca e, me puxando pelo cabelo, começou a bater uma até começou a soltar uma porrada de porra grossa dentro da minha boca. Dessa vez tive que ir engolindo aos poucos porque a quantidade de porra que ela tinha me dado era enorme.
O quarto agora estava em silêncio. Os caras estavam se vestindo pra ir embora enquanto a Laly se enfiava pelada na cama. A Dai tinha entrado no chuveiro e eu só vesti uma camiseta pra dormir. Não sabia nem onde estava minha calcinha. O quarto era uma zona.
A Maru devia estar feliz que a noite tinha acabado. Agora sim ela ia conseguir dormir.
- Eu e a Vane? Cadê ela? Perguntei quase gritando quando percebi que não via ela há um tempão.
- A última vez que vi ela tava com um cara se pegando, deve estar transando em algum canto. Me disse a Laly.
- Com certeza... com certeza. Respondi.
Eram umas 6 da manhã. A Daiana saiu do chuveiro pelada e se enfiou na cama. A Laly e a Maru já tinham dormido.
Quando eu tava quase pegando no sono, a porta abre. Era a Vane.
- Cadê você foi se meter?
- Ai, boluda, você não sabe! Fiquei com um cubano lindo! Quarto 13, tudo cubano. Temos que ir!
- Haha, era óbvio que você tava transando
- E vocês?
- Teve uma festinha aqui, foi mó legal. A Maru não entrou na onda. Qual é a dela? Perguntei bem baixinho pra ela não ouvir.
- Ela vai entrar. O namorado é o maior corno do planeta.
- Sério? Ela disse que nunca tinha traído ele
- É uma sonsa, dá tempo que quando ela desembestar, come todo mundo.
Adormeci com as últimas palavras, pensando que vir pra esse hostel foi a melhor decisão que a gente podia ter tomado.
"A gente se deu bem", pensei.
48 comentários - Lembranças de Cuba: A Boas-Vindas (#57)
excelente!!!!!!
toda mi pija para vos!!!!!!
@virsolis_1990 me volvés loco !
Me hiciste agarrar una calentura de la hostia !
10+....
fui a cuba en 2011 y me quede tambien en un hostel a las afueras de la habana, es el unico que hay en la ciudad jjajja asi que seguro te quedaste en el mismo que yo!!!! me cogi un par de flacas en mi pieza que lindo hubiese sido coincidir y romperte el orto
sí, queda un poco lejos del centro de la ciudad, debe ser ese!! no sé si hay otro más! besitooooo
besos nena
Ya te deje los +10
Besote putita hermosa, espero el sigueinte.. No tardes
besitooooooo!!!
Besito hermosa
Besos
Y los cubanos son los mejores cogedores del planeta!!!!!
Si habrán cogido en cuba
Muy bueno tu relato y que buena enfiestada!