Inícios inocentes da Marce, puta - II

Ninguém curtiu muito meu conto anterior sobre os começos da inocente Marcela 😞
Não aguentam um pouquinho de inocência, seus arrombados :p
Vou encerrar rapidinho porque tenho que fazer umas paradas hoje à noite e preciso estar bem depiladinha (:

Relato anteriorOs dias passaram e os nervos e a ansiedade da Marcelita cresceram pra caralho, assim como a ansiedade dela e o quanto seus dedinhos chegavam longe na bunda dela e na pussy.Inícios inocentes da Marce, puta - IIDeusinho, me manda um pau pra encher minha buceta e meu cu", rezava uma solitária Marcelita.analE eu já brincava não com suas bonecas e castelos, mas com seu faminto cuzinho juvenil.

Chegou o dia em que seu príncipe encantado a convidou para tomar café da manhã… tomar café da manhã com pau no posto de gasolina velho, virado em oficina de caminhões.

Marcelita se lavou, se duchou, se perfumou e passou creme nos seus buracos ardentes, vestiu seu uniforme de colegial; saiu do quarto, comeu uma bolacha, deu um beijo no papai e saiu correndo para as “aulas”. Ah, se o pai dela soubesse o que essas aulas iam ser…

— Você veio, Marce, que bom, tava com vontade de te ver há um tempão…
— Jeje, oi, senhor, sim… a gente pode tomar café se quiser — disse uma Marce atrapalhada e inocente.
— Sim, Marcelita, vou te tomar no café da manhã, haha… — disse o senhor López pensando que o que ele ia tomar era a bunda dela, e ela, dele, pau e porra.
— Entra, Marce, deixa sua mochila aqui, ajoelha na almofada.

Marcelita, super excitada e nervosa, aceitou a ordem e depois a bolacha que o Sr. López oferecia.
— Que gostoso, senhor.
— Engole rápido, Marce, que quero te oferecer o pau que te prometi — disse o senhor enquanto segurava o pau duro por baixo da calça.
— Quero pau, já engoli tudo — disse uma Marcelita corada enquanto abria bem a boca pra mostrar que não tinha sobrado nem uma migalha.
gostosa— Já já, muito bem princesa, você ganhou o prêmio que tava procurando. — disse um terno López enquanto acariciava o cabelo da sua inocente mascote que sorria pra ele, olhando no rosto dele.
De repente, a pica recém-libertada da calça do Senhor bateu nas bochechas da Marcelita, e ela, surpresa e ansiosa, começou a chupar sem hesitar, atrapalhada e inexperiente, lambeu aquela pica dura e grossa e saboreou cada centímetro daquela delícia, enquanto o senhor López acariciava o cabelo e a bochecha dela.
— Enfia tudo que conseguir, putinha gostosa — disse um severo, mas amoroso, Sr. pra Marcelita, e ela fez o que pôde, mas era pica demais e grossa pra ela, que não parava de chupar, faminta demais e puta.
colegiala— Haha, você manda muito bem, putinha gostosa do caralho — disse um carinhoso senhor pra Marcelita, que, feliz, mamou o pau do seu príncipe encantado com ainda mais vontade.

— Dla.. glup glup.. Ziassz .. glup.. — tentou dizer uma engasgada Marce enquanto o dono dela ria e falava.

— Sobe na mesa, putinha do caralho, deixa eu curtir essa sua bunda apertadinha que você deve ter.

E foi assim que o príncipe encantado da Marcelita começou a curtir o cuzinho dela, massageando o ânus com força e lubrificante, pra deleite e uma dorzinha da virginal putinha Marce.
vadia— Kkkk, essa bunda vai fazer os outros amarem, siiiim.
— Que outros, sr. López? — disse uma confusa Marce pro seu dono.
— Shhh, ninguém, melhor sente a pica na sua bunda que você vai amar ← disse López pra uma virgem Marce enquanto enchia o cu dela de pica.
— Toma, putinha, a pica que você pedia...
— Aiiii, papai, que gostoso, siiiim...
bundinhaContinua...

5 comentários - Inícios inocentes da Marce, puta - II